Guacir Bueno é eleito novo presidente do SindSeg-RS 839

Entidade também conta com nova diretoria que assume em abril

Durante toda a manhã e parte da tarde do dia 22 de fevereiro, diretores do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul votaram para eleger seu novo presidente e diretoria. Com chapa única e por unanimidade, Guacir Bueno foi o escolhido para comandar a entidade nos próximos três anos. Ele é membro do Conselho de Administração da MBM Previdência Privada e tenente-coronel da Brigada Militar.

Bueno diz estar tranquilo para exercer a função, uma vez que já operou como diretor e conta com a ajuda de toda a equipe da entidade. “Eu, os diretores e a equipe nos sentimos extremamente integrados na função que tem o Sindicato de coordenação, divulgação e conciliação de todas as questões de nossas companhias afiliadas no mercado gaúcho, então será fácil”, completou. Segundo ele, a excelente gestão que Julio Rosa deixou durante os últimos dois triênios na liderança do SindSeg-RS também é um fator que facilitará o seu trabalho. “Devido ao Julio não poder concorrer mais, estamos, com muita honra, assumindo esta função que nos foi entregue como um dever de cumprir uma boa gestão assim como a dele e, por isso, estamos muito confiantes”, contou.

O presidente interino, Alberto Muller, considerou curto o período que ficou à frente da Entidade mas de extrema importância. “Procurei dar sequência àquilo que o Julio vinha fazendo, implementando alguns planos para que possamos realizar todas as ações que preparamos para 2016 e 2017”, disse.

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios e o Sindicato dos Corretores do estado apoiaram o momento assumindo as funções de mesários e secretários. A Escola Nacional de Seguros e o Clube da Pedrinha em Seguros do RS também auxiliaram na apuração dos votos e na divulgação do resultado. Confira abaixo a fala de diversos operadores que estiveram ontem na sede do Sindicato e que apoiam a nova gestão.

 
Eleições SindSeg-RS - 22/02/16

Presidente do Sindsegrs fala sobre o mercado segurador 735

Guilherme Bini afirmou que as empresas já estão sentindo os impactos econômicos do cenário mundial de incertezas, mas que estão tomando medidas para manter seus clientes segurados

No último sábado (16), o Presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (Sindseg-RS), Guilherme Bini, participou do programa Espaço Jurídico, comandado pelo Jornalista Gerson Anzzulin, na rádio Bandeirantes, falando sobre o comportamento do mercado de seguros em meio a pandemia do novo coronavírus.

Bini afirmou que as empresas já estão sentindo os impactos econômicos do cenário mundial de incertezas, mas que estão tomando medidas para manter seus clientes segurados. “Historicamente, o mercado segurador é um dos últimos a ser impactados e um dos primeiros que reage quando a situação normaliza. Vamos passar por mudanças inevitavelmente”, afirmou. Dentre as medidas que estão sendo tomadas estão a manutenção dos prêmios de 2019 e parcelamento em até 10 vezes. Para ele, este cenário deve se manter assim nos próximos dois meses, mas ressaltou que a cada semana o contexto todo é reavaliado.

O Presidente também comentou sobre a adoção do trabalho remoto por parte de todas as seguradoras, medida adotada para garantir a saúde dos colaboradores. “Passamos por três momentos distintos. O primeiro, foi quando deixamos o escritório e fomos para home office. Precisamos nos adaptar a este modelo diferente com a família também em casa. Agora, estamos em um segundo momento, em que já adaptamos nosso trabalho. Posteriormente, teremos uma retomada, mas que não será da mesma forma de como saímos”, garantiu.

As viagens, frequentes para ele, não devem voltar tão cedo, mesmo com a reabertura das matrizes e filiais. Porém, a relação com os corretores acabou ficando mais próxima, segundo ele. “Antes, víamos alguns profissionais uma vez por mês. Agora, temos contato muito mais frequente através de telefone, WhatsApp e videochamadas”, disse.

Bini destacou também que a procura pelo seguro não caiu nos últimos dias, mas houve uma mudança no consumo, com as pessoas procurando os produtos pelos meios digitais. “Os clientes devem voltar de uma forma diferente e nós, seguradoras, tendo que atender de outra forma. Foram mudanças muito radicais muito rápidas e tivemos que nos adaptar a isso”, concluiu.

Um exemplo citado pelo presidente desta nova realidade são as vistorias de automóveis feitas 100% através do mobile, com os segurados realizando suas próprias vistorias. O mesmo acontece com o seguro rural. Ouça a íntegra do programa no link abaixo.

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Números impulsionam comemorações dos 60 anos da Tokio Marine no Brasil 6349

Números impulsionam comemorações dos 60 anos da Tokio Marine no Brasil

Companhia reuniu parceiros de negócios e imprensa especializada, em São Paulo

Com missão de proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas e empresas, de forma a contribuir com o desenvolvimento da sociedade, a Tokio Marine Seguradora completa no mês de julho 60 anos de suas operações brasileiras. O Brasil representa o segundo maior mercado da companhia em nível internacional.

José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine
José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine

Na última semana, a seguradora reuniu diversos veículos de comunicação da imprensa especializada em seguros, na capital paulista. Os executivos da companhia ressaltaram a importância dos parceiros de negócios, evidenciada através de números: a Tokio Marine expandiu em 24% o lucro no primeiro semestre de 2019, quando comparado aos números do mesmo período do ano passado. A cifra representa um montante de R$ 243 milhões. O índice combinado foi destacado pelo presidente José Adalberto Ferrara: 90,4%. Ferrara ainda aproveitou para agradecer o empenho dos mais de 2 mil colaboradores diretos que fazem o dia-a-dia da empresa. O capital humano e os investimentos em tecnologia também foram enaltecidos pelo Diretor Executivo de Operações de Tecnologia e Sinistros, Adilson Lavrador.

Tokio Marine completa 60 anos de operações no Brasil
Tokio Marine completa 60 anos de operações no Brasil

O Diretor Comercial, Valmir Rodrigues, enalteceu a parceria de mais de 30 mil corretores de seguros. O executivo prevê uma expansão ainda maior no número de parceiros, o que deve resultar em números ainda mais expressivos para a companhia – que está entre as maiores do mercado brasileiro de seguros. Já o Diretor de Massificados, Marcelo Goldman, evidenciou os números dos seguros para automóveis. Com a 4ª maior frota segurada do Brasil, a Tokio Marine oferta ao menos quatro produtos – desde o seguro completo ao clássico, com as opções mais acessíveis e que trazem novos clientes para o setor de seguros, como o seguro com cobertura para roubos aliado ao rastreador e o auto popular, que já possui R$ 2 milhões em prêmios emitidos. Goldman também abordou a nova solução de fiança locatícia e a relevância do seguro de vida individual.

Responsável pela área de soluções para Pessoa Jurídica, Felipe Smith comemorou o crescimento de 28% na carteira do segmento nos primeiros cinco meses do ano. Smith ainda comentou sobre os expressivos dados e a expansão de coberturas do seguro rural, com mais de R$ 38 milhões em prêmios emitidos até o mês de maio. O diretor ainda enfatizou a nova solução de coberturas para ciberataques: o Tokio Marine Riscos Digitais.

Confira outras imagens – 60 anos da Tokio Marine no Brasil:

Pedidos de indenizações do DPVAT aumentam em mais de 80% 554

Mesmo em meio a pandemia do coronavírus e com a queda do número de acidentes de trânsito, pedidos do DPVAT crescem

Conforme levantamento realizado pela administradora do Seguro DPVAT no mês de abril, os pedidos de indenizações do DPVAT cresceram em mais de 80% em todo o País. Segundo a pesquisa, mais de 400 ligações foram recebidas, somente pela central de atendimento, com o intuito de solicitar a abertura de uma das indenizações do seguro, que podem ser por morte, invalidez ou despezas médicas.

O levantamento também aponta que, somente nas últimas semanas, mais de 15 mil avisos de sinistros foram gerados pelo aplicativo Seguro DPVAT.

Vale lembrar que as indenizações do DPVAT caíram nos últimos 4 anos em consequência da Operação Tempo de Despertar, que teve início em abril de 2015, depois que as investigações do Ministério Público (MP) e da Polícia Federa (PF) apuraram fraudes no DPVAT, com desvios na ordem de R$ 9 bilhões de reais.

SindSeg-RS participa de ação solidária da Confrasol 820

Confraria destinou as doações para o asilo Santa Bárbara e a SOS Casa da Acolhida, de Canoas

O Sindicato das Empresas de Seguros do RS (SindSeg-RS) doou R$ 3 mil para contribuir, nesse e no mês seguinte, nas ações desenvolvidas pela Confrasol – Confraria de Solidariedade do Mercado de Seguros. No mês de abril, a Confraria auxiliou novamente, no atendimento de suas necessidades básicas, o asilo Santa Bárbara e a SOS Casa da Acolhida, da cidade de Canoas.

“Estamos vivendo um período extremamente delicado, em que todos estão sentindo de uma forma ou de outra os efeitos desta pandemia. Ajudar as instituições que prestam relevante serviço social é ainda mais importante neste momento, pois, sem sombra de dúvidas, elas encontram ainda mais dificuldades”, afirma o Presidente do Sindicato, Guilherme Bini.

A SOS Casa da Acolhida atende, atualmente, 29 crianças de 3 meses a 12 anos. Todos recebem atendimento especializado, alimentos, vestuário e os que estão em idade escolar frequentam a escola levados por um veículo da entidade. O Asilo Santa Bárbara atende 22 idosos carentes em todas as suas necessidades.

A Confrasol também agradeceu em nome dos idosos e crianças atendidos nesta ação, e a todos que de alguma forma auxiliaram a realização do trabalho.  A Confraria lembra que alguns itens adquiridos normalmente não chegam através de doações. Interessados em auxiliar nas ações de maio podem entrar em contato através do telefone (51) 993345740.

Confira o que foi entregue para cada instituição:

Asilo Santa Barbara

100 L de leite;

10 kg de macarrão;

20 kg de coxa com sobrecoxas;

6 kg de chuleta suína;

15 kg de guisado;

300 fraldas geriátricas.

Total aproximado: R$ 885,00.

Creche SOS Casa da Acolhida

20 kg de coxa e sobrecoxa;

6 kg de chuleta suína;

15 kg de guisado;

10 kg de extrato de tomate;

18 kg de sabão em pó.

Total aproximado: R$ 626,00.

Somando as duas entidades foram gastos R$ 1.511,72

A creche recebeu também do estoque da Confraria:

10 kg de macarrão;

2 fardos de papel higiênico;

10 L água sanitária.

Novos produtos em meio ao caos do coronavírus 596

Mesmo diante da incerteza, especialistas prospectam novas soluções no mercado de seguros

No turbilhão social e econômico provocado pela pandemia do vírus respiratório da Covid-19, cada segmento do mundo dos seguros precisa encarar as próprias peculiaridades. No turismo, por exemplo, o desafio é enorme diante da paralisação absoluta. Produtos de viagem, normalmente com apólices de curta duração, sumiram.

Mas, mesmo diante da instabilidade, especialistas exploram novas soluções. Confira.

“Em nossa força tarefa temos mapeado produtos inovadores que surgem na Europa e nos Estados Unidos e que podem chegar ao Brasil’, diz Eduardo Takahashi, vice-presidente executivo de Commercial Risk da Aon Brasil, consultoria em gestão de riscos e seguros. “Eles [os novos produtos] estão atrelados a preocupações que envolvem, por exemplo, as interrupções de negócios por causa da Covid-19 e até mesmo o risco climático.”. Segundo Takahashi, há tentativas de, com base na modelagem de dados, inferir se existe mais ou menos probabilidade de uma pessoa pegar a doença causada pelo novo coronavírus, a depender de informações como a região em que vive e se pratica algum tipo de isolamento.

Produtos ligados ao risco de vida e de acidentes podem atrair mais interessados no pós-pandemia, porque a crise demonstra que prevenção é fundamental. É nesse contexto que a seguradora Mag pretende lançar em breve tipos de seguro ainda inéditos no Brasil. Um deles é voltado para os idosos que agora passam mais tempo em casa: se sofrer qualquer tipo de acidente doméstico, o indivíduo estará seguro e com acesso à saúde.

Previdência: Segmento do mercado de seguros que mais cresceu na comparação entre 2018 e 2019, segundo a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), a previdência encontra nos economistas praticamente uma única recomendação para os investidores preocupados com prejuízo: como se trata de um investimento a longo prazo, e apesar do derretimento dos mercados por causa da crise, o melhor a fazer é ter tranquilidade e não realizar as perdas agora. Conversar com o analista do plano para tentar adequar o perfil de risco pode ser uma boa saída.

Segundo Takahashi, uma análise mais profunda mostra que os negócios estão funcionando. “É um setor bem preparado tecnologicamente e que não sofreu uma disrupção importante. O impacto tende a ser maior nas pequenas e médias empresas, que correm o risco de fechar e de não conseguir pagar os seguros. Mas nas grandes corporações está rodando normal’, afirma o analista.

Saúde, varejo, logística, transporte, expectativa de vida, empregos. Tudo, praticamente, interfere na questão dos seguros. Por isso ainda é cedo para determinar o real impacto da crise sobre o setor e, principalmente, dentro de cada segmento. ‘Mesmo as empresas que estão renegociando salários com os trabalhadores estão mantendo os benefícios, como os seguros saúde’, afirma Takahashi.