1° Seminário de Seguros em Santa Maria/RS ocorrerá no dia 07 de abril 1148

Fique bem informado com o #GirodoMercado desta sexta-feira, 1º de abril 

1° Seminário de Seguros em Santa Maria/RS ocorrerá no dia 07 de abril

SAUT1
O vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, César Saut, participará do Painel Novas Oportunidades do 1º Seminário de Seguros em Santa Maria.

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul preparou uma programação especial para os profissionais de Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul. Trata-se do 1º Seminário de Seguros que ocorrerá no próximo dia 07 no Itaimbé Palace Hotel (Rua Venâncio Aires, 2741 – Centro de Santa Maria). O tema Responsabilidade Civil no Mercado de Seguros ficará a cargo do painel com advogado Juliano Ferrer, os executivos Ivan Marcos dos Santos, da Mapfre; Celso Junior, da Zurich; e Luciano Azevedo, da Yasuda Marítima. O painel de Novas Oportunidades terá o presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera; os executivos Anderson Mundim, da Bradesco; Marcelo de Moura, da HDI; César Saut, da Icatu; e Rafael Caetano, da Porto Seguro. O investimento para corretores associados é de R$ 20, para não associados R$ 50 e para os demais R$ 100. Para mais informações: (51) 3225-7726.

AIG Brasil anuncia nova liderança em Minas Gerais e Centro-Oeste

bussines

A American International Group, Inc. (AIG), uma das organizações líderes no mercado securitário internacional e que presta serviços em mais de 100 países e jurisdições, anuncia Júlio Murta como novo líder de operações em Minas Gerais e Centro-Oeste (MCO). O executivo assume a posição em substituição a Rodrigo Valadares, agora sediado em São Paulo como Gerente de Planejamento Estratégico do Canal Corretores Brasil. Murta conta com 20 anos de experiência na área de seguros, atuando em carteiras massificadas e corporativas, nas quais adquiriu bagagem no atendimento a corretores. O executivo participou ainda da estratégia de expansão da filial MCO da AIG Brasil desde o início de suas operações. Graduado em Ciências Contábeis pela PUC-MG e em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, Julio Murta apresenta know-how em gestão, planejamento, execução, treinamento de equipes e controle de produção, com foco no cumprimento de metas e objetivos. O executivo ficará situado em Belo Horizonte, prestando atendimento a corretores e parceiros nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Café do CVG/RS traz benefício odontológico como temática

_MG_8215
O diretor comercial regional da MetLife, João Levandowski, será o próximo palestrante do Café do CVG/RS.

No próximo dia 12, o Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul trará a Porto Alegre o diretor comercial regional da MetLife, João Levandowski, para falar sobre a temática benefício odontológico maximizando os lucros em tempos de crise no Café do CVG/RS. A oportunidade ocorrerá no salão Nobre da Federasul (Largo Visconde de Cairu, 17 – 7º andar), com começo previsto para às 8h30min. Inscrições serão aceitas até o dia 08 através do email cvgrs@terra.com.br, sendo que o valor de participação é de, pelo menos, 1kg de alimentos não perecíveis, produtos de higiene ou fraldas, que serão destinadas à Confrasol.

11° Encontro Feminino de Corretoras de Seguros tem nova data

A comissão organizadora do 11º Encontro Feminino de Corretoras de Seguros do Rio Grande do Sul comunica a nova data do evento: 12 de agosto de 2016, uma sexta-feira. O evento ocorrerá durante toda a tarde, no Centro de Eventos Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. A mudança na data marcada anteriormente (13 de maio) deve-se a conciliação com as agendas dos palestrantes. “Desde 2003, quando foi realizado o 1º Encontro Feminino, em Porto Alegre, primamos pelo pioneirismo neste tipo de evento e nos esforçamos em oferecer o melhor para as mulheres corretoras. Que sejam todas bem vindas em 2016 e que aproveitem o evento ao máximo”, comentou o presidente  do Sincor-RS, Ricardo Pansera. Mais informações serão publicadas em breve.

Allianz mais uma vez é eleita uma das melhores empresas em Cidadania Corporativa

Image converted using ifftoany

Pelo segundo ano consecutivo, a Allianz Seguros está entre as 100 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa. A pesquisa, feita pela revista Gestão RH, levou em consideração critérios como qualidade de vida dos colaboradores e seus familiares, responsabilidade social, responsabilidade ambiental, ética e relacionamento com os stakeholders e diversidade e inclusão social. O reconhecimento à seguradora aconteceu ontem, 31, durante cerimônia realizada em São Paulo e promovida pela publicação. O ranking é elaborado após estudos realizados com as empresas que constam entre as “1000 Maiores e Melhores Empresas do Brasil”, da revista Exame, e “Melhores Empresas para Trabalhar”, da revista Você S/A e Fundação Instituto de Administração (FIA), – Great Place to Work e revista Época.

*Com informações de CVG/RS, Sincor-RS e assessorias de imprensa das empresas citadas.

Coronavírus: recomendação aos corretores 1723

Presidente do Sincor-RS pediu aos corretores que leiam e acompanhem as atualizações publicadas na Newsletter da entidade

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), emitiu uma nota com recomendações aos corretores sobre medidas que devem ser adotadas em relação ao Covid-19.

O texto cita ações realizadas por entidades políticas do estado e do país, para conter a pandemia ocasionada pelo coronavírus.

Confira na íntegra o comunicado:

As empresas brasileiras foram forçadas a se adaptar com a pandemia da Covid-19, que levou o governo a implantar uma série de medidas legais.

Desde o início de fevereiro, decretos estão sendo publicados em relação à saúde pública, quarentena, adoção de home office e serviços essenciais, buscando minimizar a exposição de pessoas ao vírus e, ao mesmo tempo, evitar que as empresas possam ir à falência.

Os corretores de seguros precisam ficar atentos a todas as atualizações do governo para colaborar no combate ao Covid-19 e, ao mesmo tempo, não sofrer penalidades. Diariamente, temos acompanhado medidas adotadas em níveis municipal, estadual e nacional, que devem ser obedecidas. Nesse momento, a prudência e o acompanhamento diário das determinações são fundamentais.

No dia 3 de fevereiro, o ministro Luiz Henrique Mandetta declarou emergência em saúde pública através da Portaria do Ministério da Saúde nº 188 e em 6 de fevereiro o presidente Jair Bolsonaro assinou a Lei Federal nº 13.979 listando procedimentos para enfrentamento da emergência, entre elas o isolamento e a quarentena.

Em 17 de março, o ministro Sérgio Moro publicou a Portaria Interministerial MJSP nº 005 determinando penalidades para quem descumprir a medida de quarentena.

No dia 20 de março, o presidente Jair Bolsonaro já havia determinado, pela Medida Provisória nº 926 e o Decreto nº 10.282 restrição de entrada e saída do País e definido as atividades essenciais que deverão ser mantidas. Com a Medida Provisória nº 927 apresentada pelo presidente no dia 22 de março e depois com a Medida Provisória nº 936 de 1º de abril, foram definidas ainda novas situações trabalhistas, que podem ser adotadas pelas empresas no período da pandemia.

Além disso, no Rio Grande do Sul, o governador divulgou o Decreto Estadual nº 55.154 com regramentos para o estado.

O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, indica aos corretores a lerem e acompanharem todas as atualizações, sempre publicadas na Newsletter da entidade.

“Estamos atentos para auxiliar a categoria dos Profissionais e das Empresas Corretoras de Seguros. Como profissionais e empreendedores, devemos implantar em nossas empresas a melhor sistemática possível, visando preservar nossos colaboradores e familiares e manter o atendimento aos clientes”, conclui.

Estados recebem recursos da Fundación Mapfre para o combate ao coronavírus 881

SP, RJ e MG receberão R$ 16 milhões para tratamento de infectados pelo Covid-19 e ações preventivas em comunidades carentes

Iniciativas de saúde pública para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais receberão, juntas, cerca de R﹩ 16 milhões da Fundación Mapfre. Os estados estão entre os mais acometidos pela doença.

“Um dos compromissos da Fundación Mapfre é garantir o bem-estar da população, portanto, é nosso papel fazer o máximo possível para mitigar os efeitos de uma situação tão complexa”, explica Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre no Brasil e representante da entidade no país. “Entendemos que é fundamental nos unirmos em torno de ações que possam prevenir a disseminação do covid-19. Estamos apoiando projetos que ajudam a população no combate ao vírus, sobretudo, os grupos menos favorecidos, e contribuam para minimizar os impactos da crise.”

São Paulo receberá R﹩ 8 milhões, sendo R﹩ 6 milhões para instalação de 40 leitos de UTI na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Campo Limpo (zona sul da capital) e outros R﹩ 1,5 milhão para 10 leitos de UTIs no Hospital de Campanha do Estádio do Pacaembu (região central da capital). Outros R﹩ 500 mil serão destinados à compra de materiais hospitalares, que serão doados aos hospitais públicos gerenciados pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

No Rio de Janeiro, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição que lidera as ações de combate ao novo coronavírus, receberá R﹩ 3 milhões. Desse valor, cerca de R﹩ 2 milhões serão utilizados na compra de 50 camas elétricas e 25 monitores multiparâmetros, que equiparão os leitos de UTI do Hospital de Campanha na capital do Estado. Outro R﹩ 1 milhão ajudará na prevenção de novos casos nas comunidades do Complexo da Maré e Manguinhos, onde serão distribuídos cerca de 10 mil kits de higiene pessoal com sabonetes antissépticos, água sanitária, álcool comum, álcool em gel, álcool 70%, máscaras e luvas descartáveis.

Já em Minas Gerais, R﹩ 1,8 milhão chegará à Federação das Indústrias do Estado (FIEMG), que em parceria com o Hospital Mater Dei Betim-Contagem, será responsável pela montagem do Hospital de Campanha mineiro. Lá, a doação da Fundación se transformará em 10 leitos de UTI e outros 10 de enfermaria, além do apoio na compra de itens para funcionamento do centro de atendimento, como andadores, cadeiras de rodas, aferidores de pressão, materiais descartáveis, entre outros.

Além do apoio às iniciativas brasileiras, a Fundación Mapfre disponibilizou 35 milhões de euros para apoiar ações contra a pandemia em todo o mundo. As doações chegarão a famílias necessitadas, hospitais e centros médicos em 27 países.

ANS divulga Termo de Compromisso sobre recursos para combate ao coronavírus 633

Documento prevê renegociação com contratantes de planos de saúde e manutenção da regularidade de pagamento a prestadores

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga o Termo de Compromisso que dispõe sobre as contrapartidas que as operadoras de planos de saúde terão de assumir para terem direito a movimentar os recursos das reservas técnicas para uso em ações de combate à Covid-19. O documento foi aprovado em reunião finalizada nesta segunda-feira (20/04) e deverá ser assinado até 24/04 para a adesão das empresas. As medidas, além de dar liquidez para as operadoras, protegem beneficiários e prestadores de serviços, exigindo: compromisso para manutenção de usuários de planos individuas, coletivos por adesão e coletivos empresarias até 29 vidas; e o pagamento regular dos profissionais, clínicas, laboratórios e hospitais que integram a rede credenciada.

Na semana passada, a reguladora divulgou a proposta de flexibilização de normas prudenciais, permitindo autonomia na gestão dos recursos garantidores das provisões técnicas e equalizando a exigência de capital regulatório para as operadoras que já constituíam 100% do capital exigido. Ao todo, o montante de capital e recursos financeiros disponibilizados somam, aproximadamente, R$ 15 bilhões, e devem ser utilizados no combate ao coronavírus. Mas, para poder movimentar esses recursos, as operadoras deverão assinar, até o dia 24/04, termo de compromisso, se comprometendo a cumprir contrapartidas para proteger beneficiários e prestadores.

Confira os detalhes dos compromissos que devem ser assumidos pelas operadoras caso desejem aderir ao termo:

– Manutenção da assistência: a operadora que assinar o termo de compromisso terá que oferecer aos contratantes de planos individuais e familiares, coletivos por adesão e coletivos com menos de 30 beneficiários a renegociação dos contratos, de forma a permitir que aqueles que tiverem dificuldades de arcar com o pagamento das mensalidades possam pagar em outro momento. Assim, fica preservada a assistência aos beneficiários desses planos no período compreendido entre a data de assinatura do termo e o dia 30 de junho de 2020.

– Manter regularmente o pagamento aos prestadores de serviços de saúde: a operadora deverá se comprometer a pagar regularmente, na forma prevista nos contratos com sua rede prestadora de serviços de saúde, os valores devidos pela realização de procedimentos e/ou serviços que tenham sido realizados entre 4 de março de 2020 e 30 de junho de 2020. A medida deve atingir todos os prestadores de serviços de saúde integrantes de sua rede assistencial, independentemente de sua qualificação como contratados, referenciados ou credenciados.

Confira os detalhes sobre a concessão dos incentivos regulatórios a operadoras em situação regular junto à ANS atrelados à assinatura do termo de compromisso:

– Retirada de exigência de ativos garantidores de Provisão de Eventos/Sinistros a Liquidar (PESL-SUS): A operadora fica desobrigada de manter ativos garantidores relativos aos valores devidos a título de ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (PESL SUS) no período que vai da data de assinatura do termo de compromisso até 31/12/2020. A medida visa ampliar a liquidez das operadoras, liberando recursos financeiros que poderão ser utilizados para fazer frente a eventual aumento da demanda por atendimento médico ou índices de inadimplência. Com essa medida, há a previsão de redução imediata de R$ 1,4 bilhão de exigências de ativos para as operadoras que atuam no setor.

Possibilidade de movimentar os ativos garantidores em montante equivalente à Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados (PEONA): Será retirado o bloqueio dos ativos garantidores na proporção equivalente à PEONA contabilizada, o que permitirá às operadoras uma gestão mais proativa dos seus ativos financeiros. Assim, será possível à operadora adequar o fluxo de pagamento à sua rede prestadora médica e hospitalar em um cenário de eventual queda da liquidez. Conforme previsto na legislação do setor, as operadoras devem manter ativos garantidores na mesma das provisões técnicas. Neste sentido, estima-se um impacto de R$ 10,5 bilhões em PEONA.

– Redução da exigência da Margem de Solvência para 75% também para as seguradoras especializadas em saúde e operadoras que não estão em fase de escalonamento: Essa medida permite uma resposta mais rápida às necessidades financeiras dessas empresas, oportunizando equiparação das regras com os demais agentes do setor. Dessa forma, há a previsão de redução imediata de aproximadamente R$ 2,9 bilhões na exigência de capital.

Anteriormente, em reunião realizada no dia 31/03, a ANS havia aprovado – para todas as operadoras – a flexibilização de normativas econômico-financeiras, permitindo, assim, que as operadoras de planos de saúde respondam de maneira mais efetiva às prioridades assistenciais deflagradas pela Covid-19. As medidas são as seguintes:

– Antecipação do congelamento de exigências de capital (Margem de Solvência): A ANS decidiu antecipar os efeitos do congelamento da margem de solvência para as operadoras que manifestem a opção pela adoção antecipada do capital baseado em riscos (CBR). Assim, para as operadoras que se encontram em constituição escalonada (exigência crescente a cada mês), a margem de solvência será estabilizada e em percentual fixo de 75%. Para as operadoras que manifestarem essa opção até 30/05/2020, os efeitos do congelamento da margem de solvência serão retroativos a 31/03/2020.

O objetivo da medida é conceder liquidez ao setor, tendo em vista o congelamento de percentual de exigência que crescia mensalmente. Estudos técnicos apontam uma redução de aproximadamente 1 bilhão de reais da quantia exigida para todo o setor, utilizando como referência as projeções para o mês de dezembro/2019.

Para mais informações sobre a definição do Capital Regulatório, clique aqui.

Adiamento de novas exigências de provisões de passivo: A Agência também passou de 2020 para 2021 o início da exigência das provisões de passivo para Insuficiência de Contraprestação/Prêmio (PIC) e para Eventos/Sinistros Ocorridos e Não Avisados ocorridos no SUS (PEONA SUS). Com a postergação, fica adiada também a exigência de constituição de ativos garantidores, recursos que as operadoras necessitam manter para garantir em mesma proporção essas novas provisões de passivo. Estudo técnicos apontam que o efeito esperado da constituição dessas provisões seria de aproximadamente 2% do total de receita anual das operadoras para a PIC e de 0,54%, para a PEONA SUS. Ao todo, esse adiamento de exigências totalizaria ao longo de 2020 aproximadamente 1,7 bilhão de reais, que poderão ser utilizados pelas operadoras para outros fins.

Essas medidas contribuem para que o setor possa enfrentar a tendência de diminuição da solvência e da liquidez das operadoras, reflexo do cenário de retração econômica deflagrado pela pandemia, evitando que a assistência à saúde dos beneficiários seja colocada em risco.

Clique aqui para acessar os documentos relacionados – discutidos na 7ª Reunião Extraordinária da Diretoria Colegiada (Dicol).

Corretor terá que seguir novas regras da Susep 611

Monitoramento deverá ser feito de forma reforçada e contínua nos casos de relação de negócio mantida com pessoa exposta politicamente

A Superintendência de Seguros Privados, (Susep), irá editar novas regras de controles internos específicos para a prevenção e combate dos crimes de “lavagem ou ocultação de bens, direitos valores”. A autarquia está realizando consulta pública tendo como base minuta de circular. As sugestões podem ser enviadas até o dia 12 de maio, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço corac.rj@susep.gov.br .

As empresas corretoras de seguros e de resseguros estarão sujeitas às novas obrigações, assim como as seguradoras, resseguradoras locais e admitidas; entidades abertas de previdência complementar aberta; sociedades de capitalização e cooperativas autorizadas a funcionar pela Susep.

Todas essas empresas, especialmente os corretores de seguros e de resseguros, deverão “dedicar especial atenção” às operações ou propostas de operações envolvendo pessoa exposta politicamente, bem como com seus familiares, representantes, estreitos colaboradores e ou pessoas jurídicas de que participem, observando, nos casos de maior risco, alguns procedimentos tais como obter a autorização prévia de alçadas superiores para o estabelecimento de relação de negócios ou para o prosseguimento de relações já existentes; adotar devidas diligências para estabelecer a origem dos recursos; e conduzir monitoramento reforçado e contínuo da relação de negócio.

Além disso, será preciso desenvolver e implementar procedimentos de controles internos, “efetivos e consistentes” com a natureza, complexidade e riscos das operações realizadas, que contemplem a identificação, avaliação, controle e monitoramento dos riscos de serem envolvidos em situações relacionadas à lavagem de dinheiro, bem como para prevenir e coibir o financiamento ao terrorismo, com relação aos produtos comercializados, negociações privadas, operações de compra e venda de ativos e demais práticas operacionais.

A norma também exigirá procedimentos destinados a conhecer os clientes, incluindo a devida diligência na sua identificação, qualificação e classificação, perfil de risco do cliente, contemplando medidas reforçadas para clientes classificados em categorias de maior risco.

O monitoramento deverá ser feito de forma reforçada e contínua nos casos de relação de negócio mantida com pessoa exposta politicamente ou com representante, familiar ou estreito colaborador dessas pessoas.

Corretoras e outras empresas do mercado também deverão comunicar à Susep, anualmente, até o último dia útil do mês de janeiro, na forma de uma comunicação negativa, a não ocorrência no ano civil anterior das transações suspeitas.

Confira mais informações clicando aqui.

Corretor pode aderir a programa emergencial para pagar salários 509

Empresa não poderá demitir nenhum trabalhador sem justa causa

Os corretores de seguros podem recorrer ao Programa Emergencial de Suporte a Empregos, criado pela Medida Provisória 944/20, para financiar até dois meses da folha salarial das suas empresas.

O programa, respaldado em uma linha de crédito especial de R$ 34 bilhões, está aberto a empresas (inclusive corretoras de seguros) com receita bruta anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, ou seja, com faturamento mensal a partir de R$ 30 mil. Contudo, a operação será limitada ao financiamento de até dois salários mínimos por empregado.

Segundo a Agência Câmara, a União banca 85% do empréstimo e os bancos interessados em participar do programa, os outros 15%.

Além disso, ficou estabelecido que a taxa de juros será de 3,75% ao ano e o prazo de pagamento de 36 meses, com carência de seis meses para início.

A operação está condicionada ao compromisso da empresa de não demitir nenhum trabalhador sem justa causa entre a contratação do crédito e 60 dias após o recebimento da última parcela do banco, sob pena de antecipação do vencimento da dívida.