Seguradora online começa a operar no 2º semestre 817

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Seguradora online começa a operar no 2º semestre

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O ex-sócio do BTG Pactual André Gregori e um grupo de investidores estão investindo R$ 100 milhões para estruturar uma nova seguradora no Brasil, cujo foco será a venda online de apólices, conforme apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. A empresa está em fase de aprovações com órgãos reguladores locais e, de acordo com fontes, planeja começar a operar no segundo semestre deste ano. Com capital social de R$ 70 milhões, acima dos R$ 15 milhões exigidos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a seguradora pretende vender principalmente pela internet e pelo celular – desde que os clientes recebam um convite de um corretor de seguros habilitado para usar a ferramenta. O negócio deverá começar com seguros de automóvel para pessoas físicas e, para empresas, o primeiro produto deverá ser no ramo de garantia para companhias participantes de licitações públicas.

Capitalização paga R$ 6 milhões em prêmios, por dia útil, em janeiro

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A FenaCap divulgou os dados do segmento no primeiro mês do ano. No mês de janeiro de 2016, foram distribuídos mais de R$ 119 milhões em prêmios para clientes de todo o país. O valor equivale ao pagamento R$ 6 milhões por dia útil. Somente para a região Sudeste foram distribuídos mais de R$ 69 milhões em sorteios. São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideraram o ranking de clientes contemplados no período. Para Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap, a diversificação de produtos é um fator importante para a consolidação dos títulos de capitalização como solução de negócios com sorteios. “O título de capitalização está cada vez mais presente na vida das pessoas, seja como solução para a conquista da disciplina financeira, para a garantia locatícia, para o exercício da filantropia ou para incremento de outros segmentos econômicos”, diz. O volume das reservas técnicas – valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos – cresceu 2,9%, ultrapassando os R$ 30 bilhões. Os resgates somaram R$ 1,489 bilhão, registrando um aumento de 14,77%. O faturamento global das 17 empresas do segmento associadas a FenaCap, atingiu R$ 1,535 bilhão, o que representa um crescimento de 0,93% em relação ao mesmo período de 2015.

Previsul lança campanha de vendas em Passo Fundo/RS

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A campanha de vendas Sou+Previsul percorre o Brasil da seguridade com a participação direta do presidente da seguradora, Renato Pedroso, e também dá visibilidade aos parceiros corretores de seguros em polos importantes do Rio Grande do Sul. Assim ocorreu na última quinta-feira (31), na cidade de Passo Fundo, na Associação Passofundense de Poker, bem ao estilo de levar inspiração ao corretor, que ao direcionar suas vendas de seguros da companhia concorrerá ao prêmio principal, que é uma viagem com acompanhante para a cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos. Gilberto Bittencourt, gerente da negócios da Previsul, destacou a importância dos parceiros da companhia na cidade.

Editora Roncarati promoverá workshop sobre a estrutura de gestão de riscos

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No primeiro evento do ano, a Editora Roncarati colocará em discussão um tema que interessa muito aos profissionais que atuam na área de gestão de riscos, controles internos e auditoria. Trata-se do workshop “Estrutura de Gestão de Riscos – Praticando a Circular Susep 521/2015”, que será realizado no dia 27 de abril, das 8h às 13h, no auditório da KPMG, na Rua Arquiteto Olavo Redig de Campos, nº 105, Torre A, 6º andar, Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP). O workshop será ministrado por Assizio de Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg, juntamente com outros profissionais da área. No conteúdo programático constam os esclarecimentos sobre a circular, bem como as definições gerais e conceitos, além das ações a adotar, os prazos e a auditoria. Assizio informa que pretende abordar o assunto da forma mais prática e produtiva possível, discorrendo sobre as razões da norma, as referências globais e locais e, ainda, as ações práticas aplicáveis, tanto na operação como no seu monitoramento. A oportunidade ocorrerá das 8h às 13h, no Auditório da KPMG, na Rua Arquiteto Olavo Redig de Campos, nº 105, Torre A, 6º andar, Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP). Com investimento de R$ 650,00 (desconto de 10% para clientes da Editora Roncarati), as inscrições podem ser realizadas pelo link. Maiores informações pelo e-mail cursos@editoraroncarati.com.br ou telefone (11) 3073 0106.

Lei do Desmonte: próximo evento será em Palmas

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A próxima edição do seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito” será realizada no dia 10 de maio (terça-feira), a partir das 15 horas, no auditório da Fecomércio/TO, no seguinte endereço: Av. Teotonio Segurado, conj. 01 – lote 19 Centro – Palmas – TO). A inscrição, gratuita, será aberta nos próximos dias. Será também o primeiro evento do mercado após a regulamentação do seguro popular de veículos, a qual tem como base central a Lei do Desmonte. O seminário é promovido pela Fenacor com o apoio Escola Nacional de Seguros, Fenseg, Sincor-TO, Seguradora Líder e Observatório do Trânsito. A Lei Federal 12.977/14, conhecida como a Lei do Desmonte, está em vigência desde maio do ano passado. No entanto, ainda não é plenamente cumprida em vários estados, inclusive Tocantins, onde ocorre grande número de roubos e furtos de veículos.

*Informações de Estado de São Paulo, CNseg, Editora Roncarati e Fenacor.

Capitalização cresce 12% em sete meses, segundo FenaCap 746

Capitalização cresce 12% em sete meses, segundo FenaCap

Receita dos produtos atingiu R$ 13,6 bilhões entre janeiro e julho

O segmento de Títulos de Capitalização, produtos que conjugam soluções financeiras com sorteios, registrou uma receita de R$ 13,6 bilhões entre os meses de janeiro a julho. O valor representa um

Marcelo Farinha é presidente da FenaCap / Divulgação
Marcelo Farinha é presidente da FenaCap / Divulgação

crescimento de 12,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), que representa as empresas de capitalização no Brasil.

O presidente da FenaCap, Marcelo Farinha, comentou a onda de crescimento do segmento: “O momento de baixa taxa de juros e a necessidade de criar uma reserva financeira para emergências, coloca os Títulos de Capitalização como um produto que impulsiona o planejamento financeiro de acordo com os objetivos dos consumidores”, analisa o executivo.

Reservas, prêmios e resgates

Ainda de acordo com os dados divulgados pela FenaCap, as reservas técnicas – que correspondem aos recursos de títulos de capitalização ativos – somaram R$ 30,5 bilhões, um crescimento de 4,0%, considerando o mesmo período do ano passado. Foram pagos R$ 671 milhões a clientes sorteados, e R$ 10 bilhões foram devolvidos sob forma de resgates antecipados e finais.

Títulos de capitalização: soluções para vários perfis de clientes

Instrumento de Garantia – Substitui a figura do fiador nas transações de aluguel de imóveis e serve de garantia para operações financeiras e  contratos de qualquer natureza.
Filantropia Premiável – O consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização e participa de sorteios.
Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível com direito ao resgate de até 50% do valor pago e concorra a muitos prêmios ao longo da vigência.
Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito a participar de sorteios e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de vigência.
Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios.
Compra Programada – Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.

113 anos e novos produtos da Previsul Seguradora são destaque na Revista JRS 10776

Confira a edição 228 da publicação na integra

A edição 228 da Revista JRS chega com destaque aos 113 anos da Previsul Seguradora, completados em agosto. Em comemoração, a companhia lançou novos produtos e marcou sua volta aos Ramos Elementares e demais soluções completas e inteligentes para mais negócios ao corretor e maior satisfação ao cliente. Outros conteúdos que foram destaque nos últimos 30 dias do setor de seguros também contemplam a publicação mensal. Excelente leitura!

Agência reguladora estima crescimento do mercado de capitalização em 2019 402

Carlos Alberto Corrêa é diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) / Divulgação

Atuários discutiram os efeitos do novo marco regulatório da capitalização, em vigor desde abril, no 6º Encontro Nacional de Atuários

O mercado de capitalização tem projeções positivas de crescimento para 2019 e deve atingir faturamento de R$ 24 bilhões, de acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados). Os efeitos do novo marco regulatório do setor, em vigor desde abril, foram discutidos durante painel do 6º Encontro Nacional de Atuários, parte da programação da Conseguro 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg). O evento reuniu cerca de 700 pessoas até esta quinta (5), em Brasília

Para o coordenador-geral da Superintendência de Seguros Privados (Susep), César Neves, “as projeções otimistas são efeito do novo marco regulatório para títulos de capitalização, estabelecido, em 2018, pela autarquia, por meio das Circulares nº 569 e 576”. Nos últimos cinco anos, o montante anual do setor não ultrapassou os R$ 20 bilhões, explicou Neves.

Títulos de capitalização são produtos a partir dos quais os clientes têm a oportunidade de acumular recursos e participar de sorteios. Muitas vezes, essa é a primeira experiência de economia do cliente. Desde abril deste ano, o mercado de capitalização opera de acordo com o novo marco regulatório, que aprimorou as modalidades clássicas de capitalização, como a tradicional e a popular, e criou duas novas modalidades, o instrumento de garantia e o de filantropia premiável.

Para Renato Arena, gerente de Departamento da Bradesco Capitalização, que participou do debate, o instrumento de garantia se mostrou “um produto transparente e de fácil entendimento” e que ganhou “segurança jurídica com a normatização da Susep”. “É um produto flexível, que se encaixa em qualquer operação financeira, seja ela um empréstimo, de uma locação de imóvel e até para as licitações do governo, em grandes obras que exigem garantias”, pontuou.

Já com relação à filantropia premiável, Renato Arena considera que a nova modalidade é um casamento perfeito entre título de capitalização e doações. “Os benefícios dos títulos de filantropia são o incentivo para doações. É um produto fácil de ser comercializado e de o cliente entender o funcionamento. Ele escolhe a instituição para qual vai ceder o resgate e a empresa de capitalização se responsabiliza pela operacionalização”. Com a vantagem de ainda participar dos sorteios durante a vigência do título. “O cliente está fazendo o bem e ainda pode ser sorteado através da capitalização”, completou.

Os novos produtos, comercializados pelo mercado desde abril, apresentam números atraentes. De acordo com Renato Arena, o Instrumento de Garantia, em três meses de comercialização (abril, maio e junho), arrecadou R$ 313,3 milhões. No mesmo período, a Filantropia Premiável arrecadou R$ 307,3 milhões. “Ou seja, é um produto que, sim, pode contribuir muito com o desenvolvimento do nosso país”, ressaltou.

No painel, César Neves relatou o processo de revisão das normas de capitalização e enfatizou que a Susep procurou compreender os problemas do mercado e buscar soluções para retomar seu crescimento. Segundo Neves, a capitalização era vista negativamente, frequentemente atrelada a problemas de conduta de empresas que atuavam em determinadas modalidades.

Uma das soluções encontradas pela Superintendência, conforme Neves, foi normatizar a Filantropia Premiável. “O que a Susep fez foi construir um modelo em que todos os recursos fossem claros. Toda movimentação de recurso que saísse da sociedade seguradora teria de chegar na filantrópica. Existe uma série de regras para que não haja problemas que ocorreram no passado”, explicou.

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O moderador Carlos Alberto Corrêa, diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), contou também que, no processo de formulação do novo marco regulatório, existia uma indicação de uma proposta de acabar com o produto. “Nós buscamos,  a quatro mãos, construir algo que veio ao encontro do interesse do consumidor. O resultado foi aumento nas vendas nesses três meses de comercialização”, destacou.

Desafios – Para Ricardo Santana, atuário da Santander Capitalização, “o combate à pirataria” é um dos desafios a serem enfrentados pelo mercado. Como explicou, existe um mercado informal de sorteios que pode trazer consequências para a credibilidade do mercado de capitalização. “O mercado de capitalização cresceu, se estruturou e é bastante sólido. A sociedade percebe a capitalização com bons olhos. As empresas do setor precisam atacar esse tema como também o nosso regulador”, defendeu.

Ao fazer o resgate dos últimos 10 anos, Santana considera que o mercado de capitalização está hoje muito mais preparado. “Ele consegue responder aos anseios da sociedade, com uma velocidade maior e explicações mais claras do que antes da nova regulamentação”. Na opinião do atuário da Santander Capitalização, existe um ambiente favorável e de muito equilíbrio para que o mercado cresça e se desenvolva. “Há alguns desafios e muito a se desenvolver, mas o caminho percorrido até agora é significativo”, finalizou.

Professora recebe prêmio da União Seguradora 365

Professora recebe prêmio da União Seguradora

Diretor-presidente do Grupo Aspecir participou da cerimônia de entrega do cheque

Na tarde do dia nove de agosto, na sede do Grupo Aspecir, o diretor-presidente Milton Machado recebe a professora Albina Maria Silveira Trindade. A felizarda ganhou o prêmio de capitalização no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Estavam presentes à cerimônia de entrega do cheque, Mauricio Junqueira da Benefícios Sul Corretora, Priscilla Almeida e Guilherme Moller da Servicoop, Júlio Machado, diretor da União Seguradora, Anna Silveira Trindade, irmã da premiada e João Lock, diretor comercial da União Seguradora.

Ao fazer o seguro de vida na União Seguradora, uma das empresas do Grupo Aspecir, o associado faz um Plano de Capitalização Vida Flex e concorre todos os sábados através da extração da Loteria Federal a uma premiação no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Desta vez, a sorteada foi a professora aposentada Albina Maria, que ficou muito feliz com o resultado de seu investimento.

Títulos de capitalização: mercado avança com novos produtos 811

Marcelo Farinha é presidente da FenaCap / Divulgação

No ano em que completa 90 anos, capitalização espera iniciar um novo ciclo de crescimento

Em vigor desde abril, o novo marco regulatório da Capitalização já produziu efeitos: a arrecadação das novas modalidades alcançou R$ 577,0 milhões no último trimestre, contribuindo para que o mercado fechasse o semestre com uma receita global R$ 11,5 bilhões, avanço de 11,5% em relação a igual período de 2018. Os dados são da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

“Embora o momento ainda seja desafiador,  a Capitalização, aos poucos, vem retomando seu ritmo de crescimento. O lançamento das novas modalidades abriu espaço para a criação de cerca de 400 novos produtos somente no primeiro semestre do ano e as perspectivas são as melhores possíveis para os próximos anos”, analisa Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

Performance no semestre

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Ainda de acordo com o balanço da Federação, no primeiro semestre do ano as provisões técnicas – montante correspondente a recursos de títulos de capitalização ativos – somaram R$ 30,3 bilhões, avanço de 3,7% no em relação ao primeiro semestre do ano anterior. O valor relativo aos resgates parciais e finais de clientes de títulos de capitalização atingiu R$ 8,6 bilhões, um recuo de 1,0% em relação ao primeiro semestre de 2018. Em todo o país, foram entregues R$ 570 milhões em prêmios em dinheiro, o que equivale ao pagamento de R$ 4,6 milhões de prêmios em dinheiro, por dia útil, para clientes com títulos de capitalização sorteados.

90 anos de Capitalização

Em 1929 foi comercializado o primeiro Título de Capitalização, de lá pra cá o produto passou por diversas mudanças tornando-se cada vez mais aderente as necessidades dos consumidores. O produto, que combina soluções de negócios com sorteios, conta atualmente com seis modalidades:

Instrumento de Garantia: funciona como garantia para contratos de qualquer natureza, incluindo empréstimos e aluguel de imóveis, por exemplo ;

Filantropia Premiável: o consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização.

Popular: Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível, em torno de R$ 7, e participe de sorteios de prêmios em dinheiro, com direito ao resgate de até 50% do valor pago;

Tradicional: O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito à participação em sorteios ao longo de toda a vigência e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de contrato. É uma solução para as pessoas que não têm disciplina para guardar dinheiro;

Incentivo: Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, ampliar mercado, girar estoque e estreitar o relacionamento com os consumidores;

Compra Programada: Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.