Falta de cultura digital torna empresas mais vulneráveis a riscos cibernéticos 701

Especialista alerta sobre a necessidade de proteger a privacidade e os dados das empresas

Patrícia Peck, especialista em Direito Digital.
Patrícia Peck, especialista em Direito Digital.

Segundo a especialista em Direito Digital, Patrícia Peck, além do atraso tecnológico, inclusive em matéria de conectividade, falta aos brasileiros a cultura digital. “Precisamos aprender a fechar a porta digital”, alertou ela durante o “Seminário Riscos Digitais – Segurança da Informação na Área de Seguros”, realizado pela APTS, sob a coordenação da diretora Maria Amélia Saraiva, no dia 30 de março, no auditório do Sindicato das Seguradoras, o SindSeg-SP, em São Paulo.

Na visão da especialista, a internet derrubou muros e decretou o fim da privacidade. “Hoje, com toda a mobilidade, a informação é mais fluída, em celulares, tablets, com pessoas trabalhando mobile em casa ou na praia, e estamos mais facilmente suscetíveis a vazamento de informações e quebra de sigilo profissional”, disse. Em sua opinião, a transição do papel para o digital deveria vir acompanhada de uma política de segurança clara, com normas de uso de recursos de mobilidade e política de classificação da informação nas empresas. “Mas não fizemos essas muralhas”, admite.

 Um dos principais erros dos brasileiros no mundo digital, segundo ela, é “dar OK sem ler” os termos de uso de aplicativos. “Em tecnologia não existe almoço grátis. A moeda da sociedade digital é a informação”, disse. No caso WhatsApp, por exemplo, ao clicar em OK, a pessoa transferirá a propriedade de seus dados, além de se sujeitar às leis brasileiras, ao Direito Internacional Privado e ao MLAT. Esta sigla representa o Tratado de Assistência Jurídica Mútua investigação em jurisdição internacional e multi ordenamentos, que autoriza o FBI ou o Judiciário brasileiro a ter acesso às conversas no aplicativo.

“Empresas de seguros que quiserem armazenar dados de clientes na nuvem não devem contratar o Google Drive, sob o risco de descumprir a cláusula de confidencialidade contratual com o cliente”, disse Patrícia Peck.  Ela explica que o simples upload de dados nesse serviço confere ao Google uma licença mundial para usar, hospedar, armazenar, reproduzir, modificar, criar obras derivadas (como aquelas resultantes de traduções), comunicar, publicar, executar e exibir publicamente e distribuir tal conteúdo. “E a licença perdura mesmo que se deixe de usar o serviço”, acrescentou.

 Os riscos digitais também estão presentes nos lares brasileiros. Embora celular não seja brinquedo – e muito menos as redes sociais, tanto que a idade mínima para ter perfil no Facebook é 13 anos e para usar o WhatsApp é 16 anos -, quase toda criança tem um aparelho. Para Patrícia Peck, o erro começa pela mentira. Além de péssimo exemplo para as crianças, mentir a idade é crime de falsa identidade, previsto no artigo 307 do Código Penal. “Se mentiu para estar no Facebook, mentirá no currículo, no Linkedin e também para o chefe, quando não for trabalhar. Mentir é falta de ética e de caráter”, disse.

Promissor para o seguro

Carlos Manino, Danielle Djouki, Gloria Faria e Patrícia Godoy Oliveira.
Carlos Manino, Danielle Djouki, Gloria Faria e Patrícia Godoy Oliveira.

No cuidado com a segurança da informação estão em jogo, principalmente, os dados e a imagem da empresa. Durante o debate com a participação de especialistas, a coordenadora Maria Amélia Saraiva citou um estudo da consultoria americana EY, segundo o qual 63% das empresas brasileiras não possuem programas antiameaças e investem muito pouco em proteção. Patrícia Peck lembrou que entre as empresas de países desenvolvidos o cyber security costuma vir em destaque no annual report para evidenciar a preocupação com a proteção de ativos intangíveis, como reputação, patrimônio e informações.

Carlos Manino, sócio-diretor da TOTVS JuriTis, destacou que mais 70% dos ataques cibernéticos  ocorrem de dentro para fora e não de fora para dentro. “Basta clicar num e-mail contaminado e o vírus se espalha”, afirmou.  Danielle Djouki, superintendente Jurídica de Compliance e Sinistros da Fairfax Brasil Seguros Corporativos, relatou o caso de um banco que foi condenado na esfera cível porque um funcionário utilizava o computador da empresa para enviar ofensas a uma estudante de direito.

Para Patrícia Godoy Oliveira, diretora Jurídica e Compliance da AON Corretora de Seguros, a política de segurança nas empresas deve ser seguida por todos, inclusive o alto escalão. Glória Faria, assessora Jurídica da CNseg, mencionou que o mercado de seguros convive com realidades diversas. Um exemplo é a microfilmagem de documentos que devem ser guardados por 20 anos, conforme determinação da Susep. “Além de ser uma tecnologia bastante ultrapassada é caríssima”, disse. Segundo ela, a CNseg e suas federação estão promovendo um movimento para que a guarda de documentos deixe de ser feita por microfilmagem.

A “versão física” da apólice, que deve ser entregue ao segurado, caso este solicite, conforme determina a Circular Susep 294/2013, não necessariamente precisa ser impressa. No entendimento de Patrícia Peck, o papel é apenas uma das formas físicas. “Digital é físico, vem da física. Tudo que tem átomos é físico. Logo, se está na tela do computador é físico e se estiver disponível para download ou geração de PDF também”, disse. Segundo ela, as dúvidas surgem porque “lemos algo que trata de uma inovação com o filtro da tradição no cérebro”, disse.

 A especialista concluiu sua participação afirmando que ainda é preciso construir uma cultura de proteção contra riscos cibernéticos e que este é um mercado promissor para o seguro. “O seguro pode funcionar como um gerenciamento. Porém, será preciso trabalhar para criar a cultura digital, para que se compreenda o risco”, disse. No encerramento do evento, o presidente da APTS, Osmar Bertacini, elogiou o conteúdo apresentado e convocou o mercado a se empenhar para aumentar a oferta de seguros. “É o momento de as seguradoras despertarem para esse mercado, porque existe demanda”, disse.

*Com informações de Associação Paulista dos Técnicos de Seguro.

Gente Seguradora garante tranquilidade dos convidados no Troféu JRS 2019 333

Marcelo Weis é diretor da Gente Seguradora / Arquivo JRS

Mais de 1 mil convidados participam da grande noite do seguro

Unidade móvel da Gente Saúde / Reprodução
Unidade móvel da Gente Saúde / Reprodução

Prevenção é fundamental em todos os momentos. Caso um dos mais de 1 mil convidados do Troféu JRS 2019 precisem, a Gente Seguradora garante atendimento e assistência médica aos presentes na grande festa em uma unidade móvel da Gente Saúde.

A Gente Seguradora marca presença na noite do seguro, em 25 de outubro. A companhia nasceu da consistente experiência adquirida pelo fundador Sérgio Suslik Wais, ao longo dos anos. Um caminho árduo foi seguido com muita persistência, impulsionado pela permanente vontade de inovar, crescer, gerando trabalho e bem-estar social. Ao longo desta caminhada, a seguradora conquistou o respeito e a admiração no setor, contribuindo assim, para o desenvolvimento e aprimoramento do mercado segurador brasileiro.

No caso do Troféu JRS, que tem o Centro de Eventos Casa do Gaúcho como cenário, foi um diferencial contar com uma empresa que constantemente aperfeiçoa seus métodos de trabalho com foco no desenvolvimento e na inovação, com foco em qualidade acima de tudo.

Icatu Seguros integra o time campeão do Troféu JRS 2019 1246

Equipe da Icatu Seguros no Troféu JRS do ano de 2017 / Arquivo JRS

Maior seguradora independente de Vida e Previdência do Brasil participa da grande festa do seguro

A Icatu Seguros, maior seguradora independente de Vida e Previdência do Brasil, marca presença na 17ª edição do Troféu JRS. Especialista em oferecer as melhores soluções para o planejamento do futuro, proteção do presente e realização de projetos em cada fase da vida, a companhia participa da iniciativa do JRS desde a primeira edição do evento.

A grande noite do seguro reúne mais de 1 mil nomes do mercado brasileiro de seguros. Entre os reconhecidos, os grandes especialistas dos setores de seguros, previdência, capitalização e demais entidades e agentes de um dos nichos mais promissores da economia brasileira.

Com R$ 39 bilhões sob gestão, a Icatu Seguros está presente em todo o Brasil e possui parcerias como algo intrínseco ao seu DNA. Recentemente, a seguradora adquiriu a totalidade da carteira de Capitalização da SulAmérica, o que fez com que a Icatu Seguros saltasse para uma das 4 maiores atuantes deste segmento no País.

HDI Seguros reforça time campeão de patrocinadores do Troféu JRS 2019 1536

Murilo Riedel é presidente da HDI Seguros no Brasil / Divulgação

Grande noite do seguro acontece no dia 25 de outubro, em Porto Alegre (RS)

O dia 25 de outubro de 2019 vai consagrar Porto Alegre como a capital brasileira do seguro. Uma noite mágica aguarda mais de 1 mil pessoas, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, e a HDI Seguros é um reforço de peso ao time de patrocinadores da grande festa.

No Brasil há quase 4 décadas, a HDI possui mais de 60 filiais e escritórios em várias cidades do País. Humana, Digital e Inovadora, a companhia entende que as mudanças que visam uma melhor mobilidade urbana estão em pleno vigor. O HDI Auto Perfil é o principal produto da companhia, que possui o HDI Bate-Pronto como sua marca registrada, um sistema de atendimento de sinistros extremamente ágil e focado na eficiência.

Com isso, o Troféu JRS conta com os seguintes apoiadores: Icatu Seguros, Neo Executiva Corretora de Seguros, Gente Seguradora, HDI Seguros, Ramos Assessoria, Velox Contact Center, MAPFRE, Omint Seguros, Grupo MBM, Ikê Assistência, Somar Clube de Seguros, ExperMed Perícias Médicas, GBOEX e Grupo Life Brasil.

Outras informações estão disponíveis no hotsite especial. A 4º edição do Troféu Seguros e Corretagem, onde o público escolhe os destaques de corretagem e seguradora do ano, terá inscrições abertas a partir do mês de junho.

Grupo Aspecir e União Seguradora participam do 17º Troféu JRS 823

Grupo Aspecir e União Seguradora participam do 17º Troféu JRS

Evento acontece no dia 25 de outubro, em Porto Alegre (RS)

No dia 25 de outubro de 2019, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, mais de 1 mil pessoas prestigiam os grandes nomes do mercado brasileiro de seguros, previdência complementar e capitalização. Parceiros de negócios e prestadores de serviço, além de entidades representativas e de ensino, sobem ao palco da 17ª edição do Troféu JRS.

Mais uma vez o Grupo Aspecir, que conta com empresas como a Aspecir Previdência e a União Seguradora, participa da grande noite do seguro em Porto Alegre (RS). Composto por empresas como Aspecir Previdência, União Seguradora, Futuro Previdência e Aspecir Empréstimos, o Grupo Aspecir, comandado pelo presidente Milton Machado e o diretor Júlio Machado, tem como prioridade a previdência, o seguro e a assistência financeira para aposentados e pensionistas do INSS, IPÊ, Exército, Marinha, Aeronáutica, Tesouro RS, SIAPE e empresas.

Hoje, as empresas integram um Grupo que tem mais de 100 anos no mercado. Simplicidade, integridade e orçamento voltado a atender as necessidades de cada empresa e de seus associados estão no DNA do Grupo Aspecir.

Mais informações sobre o Troféu JRS 2019 estão disponíveis no hotsite especial.

Capemisa Seguradora integra time campeão do Troféu JRS 2019 575

Capemisa Seguradora no Troféu JRS 2018 / Arquivo JRS

Mais de 1 mil pessoas participam da grande noite do seguro, em Porto Alegre (RS)

Os grandes nome do mercado brasileiro de seguros desfilam para um público de mais de 1 mil pessoas em uma noite mágica, que consagra Porto Alegre (RS), como a capital brasileira do seguro na oportunidade. Operadores, executivos, empresas e entidades recebem honrarias especiais. Durante o evento também serão conhecidas a Seguradora e a Corretora de Seguros destaque do ano de 2019, na opinião do público. Trata-se da 4ª edição do Troféu Seguros e Corretagem, uma nova modalidade incluída entre os reconhecimentos.

Quem não poderia ficar de fora é a Capemisa Seguradora, uma das maiores companhias de seguros do Brasil. Com mais de 55 anos dedicados ao mercado de Seguros, Previdência e Capitalização, a companhia é especialista em vida. Entre os produtos ofertados ao mercado, os Seguros de Vida e de Acidentes Pessoais destacam-se, com perfis diferenciados, para atender todos os tipos de clientes: sejam pessoas físicas, sejam jurídicas.

Além disso, a seguradora demonstra todo seu compromisso social, que, desde a sua criação, tem como maior representante a obra do Lar Fabiano de Cristo. Reconhecido internacionalmente pela Unesco, o projeto atua diretamente para ajudar famílias em situações de dependência econômica e social, desde 1958.

Saiba todos os detalhes sobre o Troféu JRS 2019 no hotsite especial.