Inovação descortina uma nova realidade para o mercado de seguros 568

Pesquisador e apresentador Ronaldo Lemos fala sobre as últimas novidades da tecnologia e o impacto no mercado segurador

Como a mudança tecnologia pode mudar a relação das pessoas e o mercado tradicional? Essa foi a questão que norteou a palestra “Inovação – Uma perspectiva para o Mercado”, proferida por Ronaldo Lemos – também apresentador do programa Navegador da GloboNews, e mediada pelo presidente da FenSeg, João Francisco Borges da Costa, e tendo como debatedora Marcia Cicarelli, do Demarest Advogados, durante o “5º Encontro de Resseguros”, que acontece hoje e amanhã no Rio de Janeiro.

“Muda tudo”, afirma o palestrante. O melhor exemplo para ilustrar a afirmação é a rede social WhatsApp, comprada pelo Facebook por US$ 19 bilhões em 2014. “O impacto desse aplicativo no setor de telecomunicação foi brutal, 140 minutos para 111 minutos do primeiro trimestre de 2014 para o primeiro trimestre de 2105”, citou o palestrante. O declínio na receita liquida no uso de voz também foi expressiva, saindo de R$ 78 bilhões para R$ 66,9 bilhões de 2009 para 2014. É uma transformação importante e que traz muitas consequências e exige mudanças daqueles que querem ter uma empresa de sucesso.

A conclusão é que é muita nostalgia chamar o celular de telefone. “Usamos muito mais como câmera e acesso a internet do que para ligações de voz, que é hoje a quarta função do aparelho”, citou Lemos. Quando a internet surgiu, ela servia para conectar computadores. Posteriormente, passou a conectar pessoas, como nas redes sociais. Agora, entramos na era da internet das coisas, ou seja, da conexão de todo e qualquer objeto utilizado pelo homem, um mercado estimado em US$ 4 trilhões.

O lançamento hoje do Android Auto muda muita coisa para as seguradoras. Muitas montadoras já declararam que vão adotar o sistema e os carros já sairão com a tecnologia embarcada de fábrica com dispositivos de segurança, com o software monitorando tudo, com grande impacto na atribuição de risco para as companhias.

Em saúde, as mudanças podem vir da utilização de dispositivos que monitorem uma infinidade de informações pessoais, tais como a frequência cardíaca, a quantidade diária de atividade física, o tempo de sono, o consumo de calorias. Aqui também as seguradoras podem usar os dados objetivos pela concectividade para precificar de forma diferenciada as pessoas que se cuidam e também pode ajudar de forma mais eficiente pessoas que necessitam de cuidados. Ele citou uma start-up, a Fit Coin, que paga as pessoas para fazerem atividades físicas, com bit coins, que depois pode converter para outras moedas. A lógica é que se gasta menos com uma pessoa saudável do que com uma sedentária.

Outro ponto da palestra foi como a tecnologia muda a relação com as cidades, que se transformam em “smart”. A cidade do futuro vai precisar ser inteligente e isso muda todos os negócios. Um dos exemplos é Susan Crawford, autoria do livro The Responsive City, no qual cita que 50% da população vive em cidades. Em 2050, 75%. Mas as cidades só representam 2% da área do planeta. “Esse processo de adensamento é extraordinário e vai exigir muito das seguradoras para gerenciar o risco de tanta gente vivendo junto”, citou.

Para gerir a conectividade, será preciso uma segunda eletrificação. As cidades serão cada vez mais cobertas por telas e sensores. Cada smartphone anda pela cidade coletando dados. Graças a esses sensores ambulantes, é possível criar aplicativos para monitorar o trânsito, por exemplo. A visão sobre essas tecnologias é claramente positiva, pois sem elas a gestão pública não dará conta da crescente complexidade urbana em que vivemos. Não só com serviços públicos. Com tudo”, cita o jornalista. E há também desafios. Os mesmos sensores que melhoram a vida na cidade podem ser usados em países au toritários como ferramenta de controle sobre cidadãos.

Negócios – São inúmeros os exemplos de sites curiosos, avaliados em vários bilhões de dólares, que vão de aluguel de casas, como o Airbnb, ao portais que já oferecem carros compartilhados, e todos eles têm um requisito básico: a confiança. E o mercado segurador é o que está mais preparado para lidar com isso, pois trabalha com o gerenciamento de risco todos os dias. “O grande capital dessas empresas é a confiança. As seguradoras estão com um pote de ouro na mão e podem pensar modelos de negócios que tem como princípio a confiança”, afirma o palestrante.

Estudos recentes feitos pela Universidade Stanford mostram que o índice de confiança aumenta quando há publicação de ao menos dez resenhas positivas. No caso do Airbnb, hóspedes e anfitriões se avaliam publicamente, e um só pode ver a resenha do outro após escrever a sua ou após 15 dias.

A economia gerada as pessoas por não precisar lembrar de comprar coisas essenciais também é um nicho para as seguradoras, segundo o jornalista. Seguro de carro, de casa. São coisas essenciais. É preciso ter a memoria armazenada e vender por assinatura”, enfatizou, citando uma lista do The Wall Street Journal, com empresas unicórnio, sinônimo para companhias de tecnologia novatas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

Outra tendência que não pode ser ignorada é a moeda virtual Bitcoin, que vale hoje R$ 1,2 mil. Ainda é um desafio para os reguladores ao mesmo tempo que gera uma inovação gigantesca para todos. Uma empresa argentina, por exemplo, já oferece um cartão de crédito só para bitcoin. Vários estabelecimentos no Brasil já aceitam pagamento em moeda virtual. Outra moeda virtual é a Stellar, que opera em vários países e busca incluir pessoas que não operam no mercado virtual.

Em países da África, como no Brasil, há muitos desbancarizados, ou seja, pessoas sem acesso aos serviços bancários. No Quênia a maioria das pessoas uma hoje um sistema denominado M Pesa, que envia dinheiro como mensagem pelo celular. Isso fez surgir vários serviços enviados virtualmente, baseado em crédito de celular, como o funcionamento de geradores. Criou-se infraestrutura financeira que viabiliza serviços antes não disponíveis”, citou.

De todas as tecnologias citadas, ele cita a Blockchain, criada como um efeito colateral das moedas virtuais. Trata-se de uma escritura de moedas, impossível de ser fraudado, que vem revolucionar os registros públicos. No Brasil, empresas fazem certificação de árvores já usando essa tecnologia. “O setor bancário inteiro irá migrar para a tecnlogia disruptiva revolucionária em no máximo dez anos”, aposta Ronaldo Lemos.

Para finalizar, o especialista em inovação dá a dica: ”É preciso conhecer o seu cliente. Ter uma relação permanente e de proximidade com seu cliente”, diz, reforçando a importância do Brasil desenvolver uma lei brasileira que regulamente a segurança do uso de dados de clientes. O Brasil está mais de 30 anos atrasado na definição de uma lei de proteção de dados pessoais, que poderia, além de proteger os cidadãos, permitir que os reguladores atuassem com tranquilidade dentro das definições da lei.

Big Data – Como aproveitar toda essa tecnologia para não sermos substituídos por tantos serviços que também vendem proteção e não são seguros? Esse foi o norte da matéria da advogada Márcia Cicarelli, que citou o show do lendário Mick Jagger, que recentemente se apresentou no Brasil. “As pessoas preferem filmar e compartilhar do que assistir. Esse é o momento que vivemos. O estagiário não larga o celular. Eles que são nosso futuro. Temos de pensar nesse perfil de pessoas”, enfatizou.

Segundo ela, a informação dá poder à indústria de seguros, tanto para precificação como para ter mais agilidade na entrega do produto para o cliente. “’É impensável que o mercado que está aqui para antecipar risco não utilize o big data. Não podemos nos basear só na proposta quando temos essa magnitude de dados disponíveis para aprimorar tudo o que oferecemos para clientes e acionistas”, disse.

Ela também citou a revolução que a tecnologia traz a distribuição dos produtos e, principalmente no resseguro. “Temos uma série de produtos que não foram lançados por escassez de informações que agora estão disponíveis. Um caso como Samarco, se tivéssemos sensores básicos, conectados, poderíamos ter ajudado o segurado no monitoramento do risco. A tecnologia é uma ferramenta incrível, disponível, que pode ser explorada para prevenção e regulação de sinistro. O ressegurador tem fome de informação para decidir a fatia do risco que pode assumir e podemos conseguir muitos benefícios com o empoderamento das informações disponíveis”.

Para Cicarelli, a simplificação da informação securitária é uma das ordens do dia para o setor, segundo a advogada. E a personalização. Temos condições de fazer que os produtos atendam diversos segmentos de clientes. “Temos de encontrar as ferramentas para chegar ao consumidor e elevar a participação do setor no Produto Interno Bruto”. A advogada ponderou que a legislação e a regulação estão sempre um passo atrás do mercado. São mudanças rápidas e drásticas. Por isso é necessário correr riscos, que o mercado perceba outras formas de regulação eficazes, como mostrou o Uber, para que se possa avançar. “É necessário sair da zona de conforto para sobreviver e ter sucesso. Quanto estamos investindo em inovação, para fazer o mercado de seguros estar de acordo com essa nova realidade. Isso tem de estar na nossa agenda, principalmente em tempos de crise.

João Francisco encerrou o painel afirmando que o mercado segurador tem muitos campos para avançar com a tecnologia, principalmente na área rural e nas cidades. “Os prefeitos têm um desafio pela frente para investir em infraestrutura e melhorar a conectividade das cidades, dando a base para tantos negócios”.

*Informações de CNseg.

Allianz Partners promove treinamento de atendimento humanizado de assistência residencial 833

Allianz Partners promove treinamento de atendimento humanizado de assistência residencial

Iniciativa abordou orientações e técnicas para garantir a excelência nos serviços e uma experiência incomparável aos clientes

Com o objetivo de estar cada vez mais próximos às necessidades e expectativas dos clientes, a Allianz Partners, empresa líder global em assistência 24 horas e seguro viagem, realizou em setembro, um treinamento exclusivo sobre humanização no atendimento aos prestadores do segmento residencial. O intuito foi gerar reflexão sobre a melhor maneira de oferecer soluções e resultados imediatos, reforçando a empatia, o respeito e a atenção aos detalhes, durante os atendimentos.

A iniciativa, que contou com a presença de Vincent Bleunven, CEO da empresa, e foi conduzida por Euclides Lanzarin, Gerente Sênior de Treinamento Operacional, reuniu cerca de 40 participantes de bases do Grande ABC, Litoral e Interior de São Paulo, que buscavam aperfeiçoamento em suas atividades.

André Amado, gerente de Rede de Prestadores, explica que conscientizar os parceiros sobre a humanização e levar isso a campo é de extrema importância para manter o nível de qualidade no serviço. “O investimento em trilhas de aprendizado como essa enaltecem o trabalho que realizamos ao longo dos anos. Entendemos que toda e qualquer melhoria em processos resulta no aumento satisfação do cliente. Fator que, consequentemente, reflete em notas recordes nos indicadores atribuídos em nossa assistência”, destaca.

Além do treinamento, os prestadores de serviço tiveram a oportunidade de realizar um tour pela empresa e conhecer um pouco mais sobre os processos e serviços oferecidos. “Queremos que os prestadores estejam cada vez mais integrados com a nossa forma de atuação e que essa oferta de conhecimento seja um exercício constante, capaz de fortalecer a confiança e favorecer a melhor entrega ao mercado”, finaliza André.

Grupo Delta lançará na Fenatran o Delta Fleet, sistema completo para gestão de frotas 1397

Grupo Delta lançará na Fenatran o Delta Fleet, sistema completo para gestão de frotas

São 9 milhões de veículos empresariais em circulação no Brasil

O Brasil desenvolveu uma cultura de distribuição logística privilegiando, principalmente, caminhões de pequeno a grande porte. De acordo com o levantamento realizado em 2017, o Brasil possui cerca de 9 milhões de veículos empresariais em circulação. Junto com esse crescente mercado, há grandes desafios logísticos que envolvem questões referentes à infraestrutura viária, à segurança, aos limites do sistema de telecomunicações e o gerenciamento de frotas.

Mas investimentos em tecnologia prometem diminuir algumas dificuldades encontradas nesse setor. É neste movimento que empresas como a Delta, start-up gaúcha que em apenas cinco anos se tornou uma das maiores prestadoras de serviço e tecnologia não só para o mercado de transportes rodoviários, mas também para o mercado de seguros do país.

Após consolidar no mercado a Delta Assistance, empresa que comercializa assistência 24 horas aliando tecnologia de ponta e atendimento humanizado especializado em veículos pesados, o Grupo investiu forte também em sistemas de rastreamento e monitoramento. Agora, reúne todos os serviços e incluí outros em uma plataforma unificada, que promete revolucionar o gerenciamento de frotas, o Delta Fleet.

Desenvolvido pela fábrica de software do próprio Grupo, o Fleet foi construído ouvindo as necessidades de profissionais do setor que diagnosticaram os principais problemas enfrentados no dia a dia de um gestor de frota. Completo, o sistema da Delta traz toda a parte de monitoramento de veículos em tempo real e telemetria como, horímetro, controle de motorista e quilometragem, ociosidade da frota, sensor de velocidade, controle de jornada entre outros.

Através do sistema é possível abrir um chamado de assistência 24h e acompanhar, em tempo real, toda o atendimento, contando com histórico completo dividido por veículo ou gráficos que mostram as principais ocorrências da frota de acordo com o problema ou região.

O gerenciamento de manutenção também é um forte aliado para redução de custos e agilizar processos quanto a manutenções preventivas e de urgência dos veículos, contando com uma rede de oficinas credenciadas.

Além disso a gestão de multas e documentos serão outros serviços oferecidos pela plataforma que traz dentro disso controle de pontuação, auxílio jurídico e toda a parte de gerenciamento de documentos.

O Delta Fleet será comercializado por mais de dois mil corretores de seguros vinculados ao Grupo Delta no país, para o gerente de contas do Grupo, Webster Pedralli, o sistema serve para frotas de qualquer tamanho, “Independente da quantidade de veículo ou da complexidade dos desafios da empresa, a tecnologia empregada no Fleet permite que qualquer um gerencie sua frotas de forma mais ágil e intuitiva”.

Cresce a procura por seguros Massificados em Minas Gerais 740

Cresce a procura por seguros Massificados em Minas Gerais

Dados da MAPFRE apontam incremento de cerca de 12% no segmento, que reúne proteções residencial, empresarial, imobiliário, condomínio, entre outras

Os consumidores mineiros estão mais atentos quanto à importância da proteção dos bens. É o que aponta um levantamento realizado pela MAPFRE, de janeiro a junho deste ano, quando os seguros do segmento de Massificados tiveram um crescimento de cerca de 12% na comparação com o mesmo período de 2018.

A diretora Territorial da MAPFRE em Minas Gerais, Viviane Quinalha, comenta que os consumidores têm mudado o comportamento em relação a proteção de bens importantes, como a casa e a empresa, o que impulsionou o crescimento deste segmento. “Estamos constantemente realizando pesquisas e ouvindo os nossos parceiros de negócios para identificar as necessidades dos clientes e apresentar soluções adequadas a elas, e isso tem nos auxiliado a ter um bom desempenho também neste ramo”, explica.

O segmento de Massificados abrange produtos residenciais, empresas, imobiliários, condomínios, garantias estendidas, proteções para equipamentos portáteis (como smartphones e tablets), entre outros.

Entre as proteções que tiveram mais procura pelos mineiros no período analisado, destaque para o seguro de Responsabilidade Civil Profissional, com 32,91%; Residencial (24,54%) e o Empresarial (12,64%).

“Buscamos diversificar o nosso portfólio e inovar nas coberturas lançadas para oferecer ao cliente um leque completo de proteções”., ressalta a diretora.

Segundo a executiva, outro ponto que tem ajudado a companhia a se diferenciar no segmento é a ampla rede de distribuição. Isso porque a MAPFRE é parceira de diversas cooperativas no estado, o que permite disponibilizar as proteções a clientes que estão em regiões muito distantes, nas quais única forma de acessar serviços financeiros e proteções é por meio dessas instituições coletivas.

Seguro Aluguel e Capitalização crescem em 2019 segundo estudo da Porto Seguro 801

Seguro Aluguel e Capitalização crescem em 2019 segundo estudo da Porto Seguro

Seguro Fiança teve um crescimento de 35%, enquanto o Porto Cap registrou alta de 17,5% entre janeiro e agosto deste ano

O mercado de seguros para locação de imóveis tem demonstrado bons resultados neste ano. Isso é o que mostra o estudo da Porto Seguro Riscos Financeiros, que avaliou a quantidade de adesão do Porto Seguro Aluguel e do PortoCap entre janeiro e agosto de 2019. “Isso reflete uma mudança de comportamento dos consumidores e esses dados demonstram o quanto a sociedade está consciente sobre a importância de estar seguro no momento de alugar um imóvel”, destaca o superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, Luiz Henrique.

Entre janeiro e agosto deste ano, o Seguro Aluguel teve um acréscimo de 35% em sua contratação, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Um dos motivos desse aumento é a análise do processo de adesão do seguro, que hoje é feita 100% online. Além disso, os consumidores têm avaliado e entendido que o custo-benefício do produto vale a pena. “Para o proprietário, o seguro oferece o pagamento de aluguéis em caso de inadimplência, garantias adicionais para encargos mensais (IPTU, água, gás e luz), multa moratória, danos ao imóvel e pintura interna e externa. Para o inquilino, a garantia dispensa a necessidade de um fiador ou caução, oferece descontos em transportadoras e serviços emergenciais gratuitos para o imóvel alugado como mão de obra de encanador, eletricista, chaveiro, etc. Ou seja, todos ganham com a adesão ao Seguro Fiança”, explica Luiz Henrique.

Outra alternativa é o PortoCap, uma modalidade que também tem sido cada vez mais requisitada no mercado, no qual não é preciso comprovar renda e a contratação é rápida e simplificada. Essa garantia é representada por um título de capitalização, cujo valor é acordado entre o inquilino e o proprietário. Durante o período, o produto obteve um aumento na contratação de 17,5%, em comparação com o mesmo período de 2018. “É necessário desmistificar que o título de capitalização é jogar dinheiro fora. A alternativa pode ser muito vantajosa aos envolvidos, já que possibilita uma maior segurança para locatário e proprietário, além de proporcionar sorteios mensais aos inquilinos”, acrescenta o executivo.

Com experiência de mais de 70 anos de mercado, a Porto Seguro busca constantemente se diferenciar e facilitar o dia a dia do Corretor. “A companhia acompanha as tendências e entende as necessidades do mercado, o que permite oferecer produtos que atendam cada vez mais as demandas dos nossos clientes”, conclui Henrique.

Affix em parceria com a Hapvida e a Fecomércio Bahia lançam plano de saúde empresarial 674

Affix em parceria com a Hapvida e a Fecomércio Bahia lançam plano de saúde empresarial

Ação beneficia sócios e funcionários das empresas de categorias representadas pela Federação e Sindicatos filiados

Divulgação
Divulgação

A Affix Benefícios – administradora especializada em planos de saúde coletivos para entidades de classe, empresas e para o setor público, participou do lançamento do plano empresarial Fecomércio-BA/Affix/Hapvida no dia 02 de outubro, na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia – Fecomércio-BA, em Salvador.

Com essa parceria, empresas do comércio e funcionários das empresas representadas pela Fecomércio-BA e pelos Sindicatos filiados poderão ter acesso ao plano Hapvida em condições especiais – até 3% mais barato que o próprio plano empresarial da operadora, o Super Simples.

A abertura do evento de lançamento do plano de saúde empresarial foi realizada pelo Superintendente da Fecomércio-BA, Jamerson Barreiro, que descreveu a missão da entidade. O sócio-fundador e CEO da Affix, Pedro Rezende, também falou aos presentes, apresentando a Affix e detalhando sobre os benefícios da nova parceria.

“Agradecemos a oportunidade de trabalhar com a Fecomércio-BA e oferecer a seus sindicalizados o melhor custo benefício em planos de saúde empresarial. O lançamento desse serviço confirma que estamos no caminho certo ao propor um modelo de benefícios que resulta em satisfação para os segurados e para toda a cadeia de negócio, incluindo nossos parceiros comerciais, os corretores de seguro”, afirma Rezende.

Participaram do lançamento do novo plano empresarial mais de 100 pessoas, na Fecomércio-BA, entre corretores de saúde, representantes da Affix Benefícios, Hapvida e da Federação. Na ocasião, o CEO da Affix também anunciou a campanha de incentivo aos corretores para a venda dos planos empresariais Fecomércio-BA/Affix/Hapvida.

Após o evento, o CEO da Affix teve um encontro com o presidente da Federação, Carlos de Souza Andrade, para comemorar a parceria e alinhar novas ações em benefício dos associados.