Inovação descortina uma nova realidade para o mercado de seguros 469

Pesquisador e apresentador Ronaldo Lemos fala sobre as últimas novidades da tecnologia e o impacto no mercado segurador

Como a mudança tecnologia pode mudar a relação das pessoas e o mercado tradicional? Essa foi a questão que norteou a palestra “Inovação – Uma perspectiva para o Mercado”, proferida por Ronaldo Lemos – também apresentador do programa Navegador da GloboNews, e mediada pelo presidente da FenSeg, João Francisco Borges da Costa, e tendo como debatedora Marcia Cicarelli, do Demarest Advogados, durante o “5º Encontro de Resseguros”, que acontece hoje e amanhã no Rio de Janeiro.

“Muda tudo”, afirma o palestrante. O melhor exemplo para ilustrar a afirmação é a rede social WhatsApp, comprada pelo Facebook por US$ 19 bilhões em 2014. “O impacto desse aplicativo no setor de telecomunicação foi brutal, 140 minutos para 111 minutos do primeiro trimestre de 2014 para o primeiro trimestre de 2105”, citou o palestrante. O declínio na receita liquida no uso de voz também foi expressiva, saindo de R$ 78 bilhões para R$ 66,9 bilhões de 2009 para 2014. É uma transformação importante e que traz muitas consequências e exige mudanças daqueles que querem ter uma empresa de sucesso.

A conclusão é que é muita nostalgia chamar o celular de telefone. “Usamos muito mais como câmera e acesso a internet do que para ligações de voz, que é hoje a quarta função do aparelho”, citou Lemos. Quando a internet surgiu, ela servia para conectar computadores. Posteriormente, passou a conectar pessoas, como nas redes sociais. Agora, entramos na era da internet das coisas, ou seja, da conexão de todo e qualquer objeto utilizado pelo homem, um mercado estimado em US$ 4 trilhões.

O lançamento hoje do Android Auto muda muita coisa para as seguradoras. Muitas montadoras já declararam que vão adotar o sistema e os carros já sairão com a tecnologia embarcada de fábrica com dispositivos de segurança, com o software monitorando tudo, com grande impacto na atribuição de risco para as companhias.

Em saúde, as mudanças podem vir da utilização de dispositivos que monitorem uma infinidade de informações pessoais, tais como a frequência cardíaca, a quantidade diária de atividade física, o tempo de sono, o consumo de calorias. Aqui também as seguradoras podem usar os dados objetivos pela concectividade para precificar de forma diferenciada as pessoas que se cuidam e também pode ajudar de forma mais eficiente pessoas que necessitam de cuidados. Ele citou uma start-up, a Fit Coin, que paga as pessoas para fazerem atividades físicas, com bit coins, que depois pode converter para outras moedas. A lógica é que se gasta menos com uma pessoa saudável do que com uma sedentária.

Outro ponto da palestra foi como a tecnologia muda a relação com as cidades, que se transformam em “smart”. A cidade do futuro vai precisar ser inteligente e isso muda todos os negócios. Um dos exemplos é Susan Crawford, autoria do livro The Responsive City, no qual cita que 50% da população vive em cidades. Em 2050, 75%. Mas as cidades só representam 2% da área do planeta. “Esse processo de adensamento é extraordinário e vai exigir muito das seguradoras para gerenciar o risco de tanta gente vivendo junto”, citou.

Para gerir a conectividade, será preciso uma segunda eletrificação. As cidades serão cada vez mais cobertas por telas e sensores. Cada smartphone anda pela cidade coletando dados. Graças a esses sensores ambulantes, é possível criar aplicativos para monitorar o trânsito, por exemplo. A visão sobre essas tecnologias é claramente positiva, pois sem elas a gestão pública não dará conta da crescente complexidade urbana em que vivemos. Não só com serviços públicos. Com tudo”, cita o jornalista. E há também desafios. Os mesmos sensores que melhoram a vida na cidade podem ser usados em países au toritários como ferramenta de controle sobre cidadãos.

Negócios – São inúmeros os exemplos de sites curiosos, avaliados em vários bilhões de dólares, que vão de aluguel de casas, como o Airbnb, ao portais que já oferecem carros compartilhados, e todos eles têm um requisito básico: a confiança. E o mercado segurador é o que está mais preparado para lidar com isso, pois trabalha com o gerenciamento de risco todos os dias. “O grande capital dessas empresas é a confiança. As seguradoras estão com um pote de ouro na mão e podem pensar modelos de negócios que tem como princípio a confiança”, afirma o palestrante.

Estudos recentes feitos pela Universidade Stanford mostram que o índice de confiança aumenta quando há publicação de ao menos dez resenhas positivas. No caso do Airbnb, hóspedes e anfitriões se avaliam publicamente, e um só pode ver a resenha do outro após escrever a sua ou após 15 dias.

A economia gerada as pessoas por não precisar lembrar de comprar coisas essenciais também é um nicho para as seguradoras, segundo o jornalista. Seguro de carro, de casa. São coisas essenciais. É preciso ter a memoria armazenada e vender por assinatura”, enfatizou, citando uma lista do The Wall Street Journal, com empresas unicórnio, sinônimo para companhias de tecnologia novatas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

Outra tendência que não pode ser ignorada é a moeda virtual Bitcoin, que vale hoje R$ 1,2 mil. Ainda é um desafio para os reguladores ao mesmo tempo que gera uma inovação gigantesca para todos. Uma empresa argentina, por exemplo, já oferece um cartão de crédito só para bitcoin. Vários estabelecimentos no Brasil já aceitam pagamento em moeda virtual. Outra moeda virtual é a Stellar, que opera em vários países e busca incluir pessoas que não operam no mercado virtual.

Em países da África, como no Brasil, há muitos desbancarizados, ou seja, pessoas sem acesso aos serviços bancários. No Quênia a maioria das pessoas uma hoje um sistema denominado M Pesa, que envia dinheiro como mensagem pelo celular. Isso fez surgir vários serviços enviados virtualmente, baseado em crédito de celular, como o funcionamento de geradores. Criou-se infraestrutura financeira que viabiliza serviços antes não disponíveis”, citou.

De todas as tecnologias citadas, ele cita a Blockchain, criada como um efeito colateral das moedas virtuais. Trata-se de uma escritura de moedas, impossível de ser fraudado, que vem revolucionar os registros públicos. No Brasil, empresas fazem certificação de árvores já usando essa tecnologia. “O setor bancário inteiro irá migrar para a tecnlogia disruptiva revolucionária em no máximo dez anos”, aposta Ronaldo Lemos.

Para finalizar, o especialista em inovação dá a dica: ”É preciso conhecer o seu cliente. Ter uma relação permanente e de proximidade com seu cliente”, diz, reforçando a importância do Brasil desenvolver uma lei brasileira que regulamente a segurança do uso de dados de clientes. O Brasil está mais de 30 anos atrasado na definição de uma lei de proteção de dados pessoais, que poderia, além de proteger os cidadãos, permitir que os reguladores atuassem com tranquilidade dentro das definições da lei.

Big Data – Como aproveitar toda essa tecnologia para não sermos substituídos por tantos serviços que também vendem proteção e não são seguros? Esse foi o norte da matéria da advogada Márcia Cicarelli, que citou o show do lendário Mick Jagger, que recentemente se apresentou no Brasil. “As pessoas preferem filmar e compartilhar do que assistir. Esse é o momento que vivemos. O estagiário não larga o celular. Eles que são nosso futuro. Temos de pensar nesse perfil de pessoas”, enfatizou.

Segundo ela, a informação dá poder à indústria de seguros, tanto para precificação como para ter mais agilidade na entrega do produto para o cliente. “’É impensável que o mercado que está aqui para antecipar risco não utilize o big data. Não podemos nos basear só na proposta quando temos essa magnitude de dados disponíveis para aprimorar tudo o que oferecemos para clientes e acionistas”, disse.

Ela também citou a revolução que a tecnologia traz a distribuição dos produtos e, principalmente no resseguro. “Temos uma série de produtos que não foram lançados por escassez de informações que agora estão disponíveis. Um caso como Samarco, se tivéssemos sensores básicos, conectados, poderíamos ter ajudado o segurado no monitoramento do risco. A tecnologia é uma ferramenta incrível, disponível, que pode ser explorada para prevenção e regulação de sinistro. O ressegurador tem fome de informação para decidir a fatia do risco que pode assumir e podemos conseguir muitos benefícios com o empoderamento das informações disponíveis”.

Para Cicarelli, a simplificação da informação securitária é uma das ordens do dia para o setor, segundo a advogada. E a personalização. Temos condições de fazer que os produtos atendam diversos segmentos de clientes. “Temos de encontrar as ferramentas para chegar ao consumidor e elevar a participação do setor no Produto Interno Bruto”. A advogada ponderou que a legislação e a regulação estão sempre um passo atrás do mercado. São mudanças rápidas e drásticas. Por isso é necessário correr riscos, que o mercado perceba outras formas de regulação eficazes, como mostrou o Uber, para que se possa avançar. “É necessário sair da zona de conforto para sobreviver e ter sucesso. Quanto estamos investindo em inovação, para fazer o mercado de seguros estar de acordo com essa nova realidade. Isso tem de estar na nossa agenda, principalmente em tempos de crise.

João Francisco encerrou o painel afirmando que o mercado segurador tem muitos campos para avançar com a tecnologia, principalmente na área rural e nas cidades. “Os prefeitos têm um desafio pela frente para investir em infraestrutura e melhorar a conectividade das cidades, dando a base para tantos negócios”.

*Informações de CNseg.

Tokio Marine leva seguro-aluguel para Summit Imobiliário Brasil 2019 231

Tokio Marine leva seguro-aluguel para Summit Imobiliário Brasil 2019

Principal evento do segmento reuniu líderes de mercado em São Paulo para discutir as tendências do setor imobiliário

A Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, esteve presente no Summit Imobiliário Brasil 2019 nesta terça-feira (16), para apresentar sua nova solução para o mercado de locação de imóveis. Organizado pelo Secovi-SP e pelo Estadão, o encontro reuniu em São Paulo líderes de mercado para discutir as perspectivas e oportunidades de crescimento do segmento.

A seguradora foi representada por Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, que falou na abertura do evento sobre os diferenciais do Tokio Marine Aluguel. “O seguro é a única forma de proteção que garante o pagamento integral ao proprietário durante toda a vigência do contrato em caso de inadimplência, ao mesmo tempo em que dispensa o inquilino da necessidade de encontrar um fiador. Nós ainda facilitamos a contratação, com emissão online da apólice e envio eletrônico de documentos, o que agiliza o processo também para as imobiliárias”, comenta Goldman.

A expectativa de crescimento do setor imobiliário reforça o potencial de expansão desse seguro, nicho que cresceu cerca de 12% em 2018. De acordo com um levantamento do Secovi-SP, na cidade de São Paulo, um dos maiores mercados imobiliários do País, apenas 17% dos contratos de aluguel são fechados com seguro-aluguel. Esses números reforçam a estratégia da companhia de diversificar seu portfólio, pensando em soluções que atendam às diversas necessidades do clientes.

75% das empresas familiares no Brasil fecham após sucessão por herdeiros 254

Por isso, especialista lança obra que ensina a reverter este quadro

Segundo pesquisa da consultoria PwC, 75% das empresas familiares no Brasil fecham após serem sucedidas pelos herdeiros, um dado preocupante em um universo em que 9 em cada 10 empresas no país são familiares, como mostra o IBGE. Este alto índice de mortalidade do segmento mostra que apenas 7 em cada 100 empresas chegam a terceira geração.

“Ver um número tão alarmante assim sempre me incomodou”, conta Tiago Melo, autor de “Xeque-mate: Descomplicando a Sucessão Empresarial e Proteção Patrimonial por meio do Seguro de Vida” que será lançado na próxima segunda-feira, 22 de abril de 2019, das 19h às 22h, na sede da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), localizada na Rua Amália de Noronha, n° 151, 6° andar, em Pinheiros.

Com 12 anos de atuação no mercado, Tiago Melo se deparou muitas vezes com situações em que a falta de conhecimento mais aprofundado, a inexistência de diretrizes claras e a não utilização das ferramentas adequadas levava empresas familiares a enfrentar desafios que as colocavam em uma posição de alto risco e a casos de falência que o autor considera que poderiam ser evitados com a estratégia correta. “As pessoas física e jurídica de um empreendedor têm a vida umbilicalmente interligada, assim como o patrimônio dele. Isso demanda estratégias para que possam preservar essa dualidade, sem que o patrimônio construído e a continuidade do negócio sejam afetados por alguma intercorrência não controlada”, explica Melo que condensou sua experiência no mercado securitário e seus cases de consultoria em blindagem patrimonial no livro que apresenta um conceito próprio, o princípio da continuidade de um negócio.

Utilizando exemplos cotidianos, o autor leva o leitor por meio do direito, da contabilidade e da economia para o altruísmo da ferramenta que é o seguro de vida na proteção do legado construído, um recurso empregado pelo homem desde 1300 e que Tiago Melo considera como uma espécie de “última carta de amor” que uma pessoa pode deixar a seus herdeiros. Segundo Tiago, o instrumento é muito utilizado pelas empresas americanas que, diferente das brasileiras, tem sua linha sucessória chegando até a quinta geração.

Além disso, no livro, o especialista utiliza a metáfora do jogo de xadrez para tratar o tema, alusão que dá o nome a publicação. “No xadrez, precisamos de uma peça forte, aquela que dirá o andamento do jogo, aquela que pode ir a todas as direções, atendendo as mais diversas necessidades, nos mais valiosos contextos. No jogo da sucessão empresarial e resguardo patrimonial também tem uma ‘rainha’ que eu conto detalhadamente no livro”, revela.

Aliás, a linguagem metafórica foi a forma que Tiago Melo encontrou para que o conteúdo técnico se tornasse mais palatável e cumprisse o objetivo maior de ser uma fonte de conhecimento e informação relevante para empresários de qualquer segmento que tem a responsabilidade de pensar o planejamento sucessório. “Sei que a falta de capacitação é um dos grandes empecilhos para a preservação do patrimônio. O livro foi escrito numa linguagem próxima, com conteúdo de valor e aplicável que faz o leitor se sentir sentado no sofá batendo um papo com o consultor, tomando café, enquanto tira suas dúvidas.Espero, assim, ajudar a transformar os dados negativos do setor e contribuir com o avanço da jornada das empresas”, conta o autor que completa: “O que realmente quero com a publicação é que os empresários possam se prevenir dos futuros incertos e estarem prontos agora para tomar decisões assertivas que reflitam num futuro próspero para seus negócios”, finaliza.

“Xeque-mate: Descomplicando a Sucessão Empresarial e Proteção Patrimonial por meio do Seguro de Vida” de Tiago Melo é uma obra independente e conta com 128 páginas, dividida em 7 capítulos, disponibilizada neste site e nas redes sociais do autor por R$ 150,00.

Tiago Melo é fundador da TCBM Gestão de Riscos e há 12 anos atua como consultor e assessor no mercado financeiro, dentro e fora do país; e há 9 anos se dedica de forma intensa ao mercado securitário, com vários reconhecimentos nacionais e internacionais. Especialista em sucessão empresarial, proteção patrimonial e financeira e gestão de riscos, utiliza ativos securitários como ferramenta principal de atividade.

O especialista ainda é membro da Million Dollar Round Table (MDRT), com a graduação Court of The Table. A MDRT é a maior e mais conceituada associação internacional dos profissionais do mercado securitário e financeiro, que congrega no Brasil menos de 2% dos melhores especialistas do ramo com essa certificação. É Country Chair Brazil do Membership Communications Committee Brazil, representando todos os membros brasileiros da MDRT. É inclusive, o presidente m! ais novo da associação que já tem 92 anos de trajetória. Faz parte do Board do LP Experience, que tem o intuito de aperfeiçoar, desenvolver e fomentar intelectualmente o mercado securitário e financeiro brasileiro.

Serviço

Lançamento do livro “Xeque-mate”
Autor: Tiago Melo
Data: 22 de abril de 2019, segunda-feira
Horário: Das 19h às 22h
Local: Aberje (Rua Amália de Noronha, n° 151, 6° andar, Pinheiros)
Preço do livro: R$ 150,00
Confirmação de presença no evento: neste link.

Feriado requer atenção dobrada com velocidade e ultrapassagens nas estradas 329

Feriado requer atenção dobrada com velocidade e ultrapassagens nas estradas

Especialista indica que educação, fiscalização e calendário de campanhas e ações podem contribuir com diminuição de acidentes e óbitos no trânsito

Com a chegada da Páscoa, muitos brasileiros já estão planejando viagens e passeios em família. Neste período, porém, são recorrentes os flagrantes de condutores que extrapolam o consumo de bebidas alcoólicas, realizam ultrapassagens incorretas ou deixam de utilizar equipamentos de segurança, o que intensifica os riscos de acidentes e mortes no trânsito. No ano passado, entre 29 de março e 1º de abril, a Polícia Rodoviária Federal registrou leve queda em óbitos nas rodovias federais do país: de 83, em 2017; o número caiu para 70, em 2018.

Mesmo com queda no número de fatalidades, o número de infrações por conduta perigosa continua alto. Excesso de velocidade e ultrapassagem irregular foram, assim como nos últimos feriados, as condutas mais registradas pela PRF. Foram 59.673 imagens capturadas pelos radares fotográficos por velocidade acima do limite – somadas às 68 mil autuações deste tipo em 2017, a média é de 63,8 mil nos últimos dois anos.

Já o índice de ultrapassagens irregulares foi de 5.198 no período de Páscoa passado. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê multa para ultrapassagem indevida em dois casos: quando é feita em faixa contínua ou em manobra perigosa, como em curvas, aclives, acostamentos, disputas de corridas, entre outros. Essas são as condutas mais lesivas quando resultam em acidentes. Ainda no feriado da Semana Santa do último ano, também foram multados 760 condutores por associação de álcool e direção e 460 por falta do uso de cadeirinha.

A especialista em educação digital e diretora da Procondutor, empresa especializada em formação e capacitação de condutores, Claudia de Moraes, defende o uso de equipamentos de segurança para crianças e animais. “Os itens obrigatórios para crianças e pets são tão imprescindíveis para a segurança deles quanto o uso do cinto é para os adultos”, afirma.

Para ela, a fiscalização deve ser aliada a outros dois fatores. “Além do aumento da fiscalização, a educação é o melhor caminho para a diminuição de acidentes. No entanto, paralelamente a ela, é fundamental que haja um calendário de campanhas e ações efetivas em relação a esses temas”, sugere Claudia.

O Brasil é o 5º país no ranking com mais mortes de trânsito no mundo, totalizando 47 mil por ano, o equivalente a um óbito a cada 12 minutos. A fiscalização tem ajudado a inibir os motoristas quando o assunto é condução perigosa, mas o caminho é longo para que a população se conscientize totalmente sobre o seu papel no trânsito. “A primeira ação para uma mudança de cenário é a educação, que, inclusive, deve ser prioridade. Isso faria com que os condutores respeitassem mais as leis de forma consciente, ao invés de acharem que o único prejuízo ao cometerem imprudências é somente no próprio bolso”, conclui Claudia.

Desafios e oportunidades para saúde suplementar com a nova legislação de dados 229

Desafios e oportunidades para saúde suplementar com a nova legislação de dados

Assunto é tema de palestra que será apresentada no 10º Seminário Unidas

A Lei Geral de Proteção de Dados tem como objetivo proteger a privacidade e os dados de pessoas, principalmente no meio digital. Considerando esse contexto digital em que a sociedade está inserida, quais são os desafios, principalmente das empresas, de estar em conformidade com a lei e qual a sua importância? É essa discussão que o advogado Marcelo Crespo, doutor e mestre e direito pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em direito digital, pretende trazer no 10º Seminário Unidas, no dia 29 de abril, em Brasília.

O advogado acredita que para o setor de saúde suplementar a conformidade com a legislação se faz ainda mais necessária e deve ser tratada com atenção especial pela agência reguladora e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). “Essas empresas dependem de informações precisas e detalhadas sobre seus usuários e, portanto, coletam uma infinidade de dados pessoais, muitos deles são dados sensíveis e possuem disposições adicionais que devem ser observadas”.

Para ele, o grande desafio do setor é realizar um correto e aprofundado mapeamento de dados que gere uma matriz de uso dos dados pessoais utilizados pelas empresas, definindo quais deles são considerados sensíveis, e por fim, fazer uma adaptação documental de suas políticas de gestão e de privacidade para garantir sua conformidade com a legislação.

A palestra do especialista tem ainda o objetivo de mostrar a importância das empresas se prepararem para estar em conformidade com a Lei de Proteção, além de abordar os riscos da não conformidade, que podem acarretar sanções administrativas que vão de advertências a multas elevadas de até R$ 50 milhões, impactando diretamente o resultado financeiro das corporações.

Para Marcelo Crespo, a relevância da discussão sobre o direito digital, que tem sido feita em vários países, em especial na União Europeia e no Brasil, está relacionada principalmente com a necessidade de se manter a privacidade de dados. “Com o avanço das tecnologias e análises em Big Data, cada vez mais somos expostos em nossas atividades cotidianas, preferências gastronômicas, políticas, nossa saúde”, finaliza.

Sobre o 10º Seminário Unidas

O 10º Seminário Unidas será realizado nos dias 29 e 30 de abril, no Windsor Plaza Hotel, em Brasília, no Distrito Federal. Ao promover o seminário anual, a UNIDAS proporciona a difusão de conhecimento, a troca de informações e o debate de experiências em gestão de saúde para estimular a reflexão com todos os agentes do segmento, proporcionar relacionamento entre as filiadas, seus gestores e os representantes do mercado.

Serviço

10º Seminário UNIDAS – Gestão das informações em saúde como estratégias para tomada de decisão.
Palestra: Lei Geral de Proteção de Dados: desafios e oportunidades para a conformidade legal.
29 de abril, 11h40min às 12h30min.
Local: Windsor Plaza Hotel – Brasília-DF

Mais informações: neste endereço.

AXA recebe assessorias de todo o Brasil em São Paulo 335

AXA recebe assessorias de todo o Brasil em São Paulo

Evento aconteceu na sede da seguradora e reuniu 28 assessorias

A AXA reuniu assessorias de todo o Brasil para um encontro de aproximação e troca de experiências, com a participação de executivos das áreas Comercial, Técnica, Produtos, Marketing e Atendimento. O evento foi realizado na sede da empresa em São Paulo com a presença de 57 pessoas, com representantes de 23 assessorias

A vice-presidente Comercial e Marketing, Erika Medici, abriu o evento falando sobre o momento da companhia e os desafios para atingir a meta de R$ 1,5 bilhão em prêmios em 2019, um crescimento de cerca de 40% sobre o ano passado. “Estamos vivendo um processo intenso de mudanças, iniciando o segundo capítulo da AXA no Brasil e as assessorias são parceiras fundamentais nesse projeto. Vocês fazem parte da nossa equipe comercial e as portas da AXA estão abertas para vocês”, afirmou com firmeza para a plateia formada por parceiros de todo o Brasil.

As assessorias conheceram a nova estrutura da Filial Digital, responsável pela governança destes parceiros, e tem foco em corretores que querem iniciar ou ampliar o relacionamento com a companhia. “Nessa estrutura, os corretores vão encontrar suporte às vendas, treinamentos, e-learnings e ferramentas de marketing. Costumo dizer que esse é a porta de entrada para o mundo AXA e as possibilidades que temos. Nosso objetivo é levar o corretor para um novo patamar dentro do negócio”, explica Karine Brandão, Diretora Comercial RJ, ES e Filial Digital.

A programação contou ainda com uma sessão de discussão e debates para que as assessorias pudessem expor os desafios que enfrentam no corpo a corpo com os corretores e o que esperam desse novo momento da parceria com a AXA.