Como o herdeiro da Porto Seguro quer reinventar o setor 691

Marcelo Blay criou um site que está transformando o mercado das corretoras de seguros – e, em plena crise, ganha 300 clientes por dia

Era dezembro de 2010 e o empresário paulistano Marcelo Blay jantava com o irmão, Fernando, em um restaurante japonês no bairro do Itaim, em São Paulo. Eles são netos de Abrahão Garfinkel, o imigrante de origem ucraniana que, em 1972, comprou a Porto Seguro, uma modesta seguradora que se transformou em uma companhia com vendas de R$ 15 bilhões anuais. Marcelo Blay vivia uma espécie de interregno profissional. Após deixar uma vice-presidência do Itaú, em 2006, andava rascunhando planos para, quem sabe, começar um negócio próprio no ramo dos seguros. Entre um sushi e outro, Fernando comentou que desejava vender uma corretora familiar que possuía, uma firma que não reunia mais de 800 clientes. Marcelo teve um estalo. Disse que sabia de alguém que queria comprá-la. Tirou um talão do bolso e começou a preencher um cheque. “O que você está fazendo?”, perguntou o irmão. “Comprando sua corretora”, respondeu. Seguiu-se um brinde com saquê.

minuto-seguro-01
Marcelo Blay. (Foto: Rogerio Albuquerque)

O gesto meio impulsivo não retrata bem o perfil calculista do engenheiro mecânico de 49 anos. Após aquele jantar, Marcelo Blay deixaria a empresa por um ano “na geladeira”, enquanto desenhava meticulosamente o tipo de negócio em que queria transformá-la. Para isso, contratou a McKinsey, consultoria global de estratégia, e o Itaú. Ambos avaliaram que as ideias dele tinham potencial de valer bilhões e dar origem a um IPO parrudo em alguns anos.

Para explicar que negócio é esse, o empresário faz uma pergunta: quem é seu corretor de seguros? A resposta esperada: um conhecido da família que sempre mexeu com isso. O Brasil tem 80 mil corretores. Apenas 2% faturam mais de R$ 3,6 milhões ao ano. Mas essa elite é formada por corretoras que atendem empresas, como a Admix, ou entidades de classe, como a Qualicorp. Blay viu a possibilidade de criar uma marca, um negócio de varejo, para prestar esse serviço em massa e para pessoas comuns. Mais: um negócio online, onde o cliente comparasse a cotação de várias seguradoras. Nasceu, ali, a Minuto Seguros, cujo símbolo é o tsuru, um origami da sorte.

Não era uma ideia nova. Fora do Brasil, principalmente na Inglaterra, empresas bem estabelecidas disputavam o mercado dessa forma. Mesmo por aqui, alguns empresários tinham tentado replicar o modelo. Em 2001, uma startup chamada Seu corretor colocou outdoors em avenidas de São Paulo e chegou a ter cerca de 2 mil clientes. Mas a tecnologia era ruim (a cotação envolvia a entrega de um CD ROM!) e a tentativa não foi adiante. Somente em 2011 surgiriam os sites que realmente ganhariam embalo: o Bidu (hoje com 25 mil clientes) e a Minuto (com mais de 100 mil). “Era nítido que aquele tipo de serviço, que tinha grande relevância lá fora, logo seria importante por aqui”, diz João Herreros, fundador da Bidu.

42 reuniões iguais

Não somente Blay e Herreros estavam de olho nesse vácuo do mercado nacional. Antes mesmo de começar a vender seguros pela internet, em dezembro de 2011, Blay passou a ouvir propostas para que vendesse a própria empresa. Não se fez de rogado. Levou as ofertas aos ex-colegas do Itaú, para que as analisassem. O banco achou aquilo interessante e fez 60 cartas-convite, que enviou para investidores de diferentes países. Acabou virando um recorde na casa: 42 deles vieram ao Brasil para ver a startup de perto. “Fiz reuniões com todos eles, 42 apresentações iguais. Era nonsense”, lembra o empresário.

Quem colocou dinheiro no projeto foi a Redpoint eventures, um fundo brasileiro ligado ao Vale do Silício. Após o primeiro aporte, as duas partes (Blay e a Redpoint) fizeram mais duas rodadas de capitalização, que multiplicaram por seis o valor da empresa. Em nenhum desses momentos a Redpoint quis embolsar o lucro, em troca de ter a participação diluída. “Nós acreditamos ter encontrado um unicórnio”, diz Anderson Thees, da Redpoint (termo usado para startups que chegam a valer US$ 1 bilhão). Ao todo, eles já colocaram “dezenas de milhões de dólares” na ideia, diz Thees. A história é parecida com a da concorrente Bidu: a Monashees, um dos mais ativos fundos para startups do país, investiu no negócio desde o início e, no jargão, “acompanhou as rodadas” seguintes de aportes.

Hoje, a Minuto é avaliada em R$ 450 milhões. A corretora digital deve terminar o ano com vendas de R$ 150 milhões, após R$ 113 milhões em 2015. Leva uma comissão igual ou maior do que os “Zés”, de pelo menos 15%. Mas talvez o dado mais interessante seja que, em plena crise, a startup ganha 300 clientes por dia. “Faz quatro anos que começamos a vender”, diz Blay. “Se você, em qualquer momento, me perguntasse qual foi o nosso melhor mês, eu sempre teria dito que foi o último.” Nos planos revisados por McKinsey e Itaú, o IPO ocorreria em 2020.

Um herdeiro sem grana

A história que trouxe Marcelo Blay até este Minuto é curiosa. Abrahão, o avô, teve dois filhos: Stela (a mãe de Blay) e Jayme Garfinkel. Jayme – e essa parte não é novidade – foi quem transformou a Porto Seguro em um big business. A partir dos anos 90, ele apostou na oferta de um serviço mais sofisticado, com regalias que iam desde as luzes de freio para pendurar no vidro traseiro até uma ajudinha para trocar o sifão da pia para os segurados. A tática permitiu à empresa cobrar um preço maior pelas apólices, o que a fez mais lucrativa do que a média do setor. Mas, se tinha bons números, nos bastidores a companhia era palco de uma prolongada e dolorosa desavença familiar.

Durante mais de uma década, Stela e Jayme Garfinkel tiveram uma relação conturbada. O comando da Porto havia ficado com Jayme, que trabalhava na empresa desde que o pai a comprara. Distante da gestão, a família Blay se contrapôs a diversas decisões da diretoria. O clima só melhorou após o IPO da seguradora, em 2004. Os Blay venderam sua parte (a maior fração durante uma segunda etapa da venda, dois anos depois). Jayme Garfinkel ficou sendo o principal acionista. Hoje, após a entrada do Itaú na sociedade, ele ainda detém cerca de 40% do capital e é presidente do conselho da empresa. Tem uma fortuna pessoal estimada em US$ 1,5 bilhão pelo ranking da Forbes, o que o colocaria entre as 34 pessoas mais ricas do país.

Em 1990, em plena turbulência entre as famílias, Jayme Garfinkel resolveu chamar o sobrinho Marcelo Blay para trabalhar na seguradora. “Ele disse que a Porto iria abrir muitas filiais e, como obras costumam ter desvio de verbas, era preciso um engenheiro de confiança”, conta o sobrinho. Ao longo dos dez anos que passaria na empresa, Blay não teria vida fácil. Para evitar insinuações de nepotismo, o tio lhe impôs regras draconianas. As promoções eram raras e demoradas – após dez anos, Blay ainda tinha o cargo de gerente. “Como os dividendos familiares eram reinvestidos na Porto Seguro, minha situação não era fácil”, conta Blay. “Aos 34 anos [em 2000], eu tinha um salário de mil dólares e dirigia uma Parati velha”, diz. O tio não nega a postura rígida. “Acho que sou durão com parentes, essa também é uma reclamação do meu filho [Bruno, que trabalha na Porto]”, diz Garfinkel. “Isso mostra que não há favorecimento. Marcelo foi vítima dessa minha convicção. Mas foi bom, deixou ele mais forte.”

Tanta austeridade fez com que o sobrinho, por assim dizer, se colocasse no mercado. Acabou indo trabalhar no Itaú. No banco, onde passou seis anos, chegou a vice-presidente da área de sinistros e trabalhou próximo a Roberto Setubal, CEO da holding Itaú Unibanco.

O tsuru é um símbolo de saúde e sorte. Daí a escolha do pássaro como logotipo da Minuto. Com esses atributos, quem precisa recorrer ao seguro? Pouca gente. Algo bom para os clientes e para a empresa

Negócios que crescem em alta velocidade atraem outros peixes para o aquário – e Blay sabe que isso representa um risco para a Minuto. “É um modelo de negócios que não tem barreiras de entrada”, diz. “Qualquer um que colocar dinheiro em anúncios do Google faz uma startup igual.” Um competidor poderia ser a Geico, seguradora americana que trabalha com venda direta – tática que nenhuma empresa brasileira adota para não se indispor com os corretores. De anúncios no Google, a Geico entende: nos Estados Unidos, ela comprou a posição mais privilegiada dos resultados de busca por “insurance” (seguro), uma das palavras mais caras vendidas pelo buscador – diz-se que a Geico, controlada por Warren Buffett, paga US$ 80 cada vez que alguém clica nesse link patrocinado.

Blay aposta no crescimento rápido da Minuto para se proteger desses eventuais concorrentes. Parece, mesmo, ter muita pressa: trabalha em média 12 horas por dia. A rotina puxada lembra os tempos de ralação na Porto Seguro – embora ele não ande de Parati velha faz uns bons anos. Mas mantém um jeito despretensioso, que chama a atenção dos mais próximos. “Não é um cara que trabalha pelo dinheiro”, diz Thees, da Redpoint. “Com a grana que tem [após o IPO da seguradora], ele poderia estar na praia, tomando água de coco, de agora até o final da vida. Mas, quando eu mando um e-mail às 23 horas, ele responde logo em seguida.”

O que o motiva, então? Thees oferece duas respostas. A primeira: “Ele sabe que esse é um mercado com pouca transparência e muita assimetria de informação, e sonha em mudar essa realidade”. A segunda: “O Marcelo Blay, hoje, está reinventando a indústria que o avô dele praticamente criou”. Não resta dúvida. Ambos os motivos instigam executivos que gostam de desafios.

*Informações de Época Negócios.

CORREÇÃO: 

Na matéria, o jornalista Pedro Carvalho faz um comentário negativo sobre os corretores de seguros, o que gerou a reação de Blay. O empresário comenta que em nenhum momento se referiu a categoria do modo retratado na matéria, evidenciando que o jornalista tirou suas conclusões baseado em sua experiência pessoal. “Defendo e trabalho pela categoria em diversas situações, o que me enche de orgulho e responsabilidades para com os profissionais da corretagem de seguros. Em momento algum me referi de maneira pejorativa: como pode ser visto, toda vez que aparece um comentário meu, o referido texto está entre aspas, bem como o de outros entrevistados na matéria. Me solidarizo com a categoria e como corretor de seguros me senti desprestigiado. São reportagens como esta que prestam um desserviço ao mercado de seguros. Lamentável”, comenta Marcelo Blay. (Informações de Sincor-SP)

Seguros Unimed registra lucro líquido superior a R$ 146 milhões em 2018 212

Seguros Unimed registra lucro líquido superior a R$ 146 milhões em 2018

Ao todo, crescimento foi de 17,8% no período consolidado

Em um período marcado pelo ganho de eficiência operacional e por investimentos em tecnologia e inovação com foco na satisfação do cliente, a Seguros Unimed encerrou 2018 com desempenho positivo. A companhia registrou lucro líquido de R$ 146,3 milhões, com crescimento de 17,8% sobre o obtido em 2017. O desempenho está ancorado, especialmente, no resultado operacional do período, que cresceu 49,1%, fechando em R$170,7 milhões, mesmo em meio a um cenário marcado pela retomada tímida da economia do país. Já o retorno entregue aos acionistas (cooperativas, médicos cooperados e colaboradores do Sistema Unimed) foi de 13,61% no período. Esse patamar equivale a 212,68% da taxa Selic média do 2018 (6,40%).

O faturamento consolidado da seguradora alcançou a marca de R$3,26 bilhões, uma alta de 11,5%. A sinistralidade consolidada encerrou o ano em 73,5%, abaixo do índice registrado em 2017 (74,2%). Entre as iniciativas que contribuíram para conter o sinistro, principalmente no segmento de saúde, estão a criação do Programa de Eficiência Assistencial, que aplica ferramentas de business analytics para identificar oportunidades de aprimoramento na gestão. Dentre os benefícios já conquistados estão a melhoria de processos, ajustes nos sistemas de informação para garantir a aplicação das regras de negócio, novos modelos de compra e negociações com a rede assistencial. Na área digital, a companhia também investiu em aplicativos e chatbots para engajar grupos de pacientes no manejo de situações específicas, como a gravidez, o controle do peso e de condições crônicas. Há, ainda, iniciativas focadas na coordenação do cuidado, que garantem melhor assistência ao paciente e maior racionalidade, como a Linha de Cuidados Oncológicos, iniciativas para estimular o parto adequado, e o lançamento do Programa de Atenção Primária à Saúde que já alcança 12 mil segurados.

Como resultado de um trabalho consistente ao longo do ano, a Seguros Unimed obteve a certificação ISO 9001 e a acreditação, no nível ouro, no Programa de Acreditação de Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (RN 277).

“Encerramos mais um ciclo com importantes transformações e conquistas em nossa companhia, que avançou com sustentabilidade no último ano. Seguimos em 2019 com a meta de crescer de forma continuada acima do mercado, para nos consolidarmos entre as maiores seguradoras do país”, destacou o diretor-presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas. Ainda segundo ele, “a experiência de 30 anos e nossos resultados consistentes nos credibilizam para metas desafiadoras como essa”.

Especialista em cuidar da saúde e da proteção financeira das pessoas, das instituições e do país, a Seguros Unimed tem como foco da sua atuação o Sistema Unimed, as cooperativas, e o setor de saúde.

Novos negócios

A partir de 2019, a companhia passa a atuar em um novo negócio: a gestão de recursos financeiros, com a criação de uma asset manager. Entre os diferenciais da InvestCoop Asset Management – especialista na prestação de serviços ao Sistema Unimed e ao mercado cooperativo – está um portfólio amplo e qualificado de investimentos. Outro atributo é o respaldo da seguradora, que já administra uma carteira proprietária de R$ 3,8 bilhões em ativos e se destacou nos principais rankings da imprensa de negócios em quesitos como governança corporativa e sustentabilidade financeira.

A InvestCoop está em fase de credenciamento junto aos órgãos reguladores e autorreguladores da atividade de administração de carteira de valores mobiliários. As atividades de gestão serão iniciadas após a obtenção das autorizações necessárias.

Fundos de previdência somam R$ 2,2 bilhões

Entre as empresas mais bem avaliadas do segmento, segundo a imprensa de negócios do país, a Seguros Unimed ultrapassou a marca de R$ 2,2 bilhões em reservas nos seus planos de previdência complementar, no último ano. O valor se refere ao patrimônio consolidado dos planos de previdência aberta e do Multicoop Fundo de Pensão Multipatrocinado, sob gestão da empresa, que já soma R$ 1 bilhão em investimentos.

A expertise da seguradora levou a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a selecionar o Multicoop, em consulta ao mercado, para desenvolver o fundo de pensão das cooperativas de todo o país. Atualmente, a Companhia atende a mais de 85 mil participantes no segmento de previdência.

Ramo odontológico cresce acima da média do mercado

O ano de 2018 foi marcado por resultados expressivos da Unimed Odonto, operadora odontológica do Sistema Unimed gerida pela Seguros Unimed. A companhia registrou 294,7% de crescimento no lucro líquido do último ano. Além disso, aumentou a carteira de clientes em 20,5% nos doze meses encerrados em novembro de 2018, contra 6,9% do mercado, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Atualmente, são mais de 416 mil vidas.

Vida e Responsabilidade Civil se destacam

Os negócios da seguradora nos Ramos Elementares e no segmento Vida também apresentaram crescimento de 37% e 7,5%, respectivamente, e contribuíram para os resultados consistentes da companhia no último ano. Destaque para a comercialização do Serit – Seguro de Renda por Incapacidade Temporária -, voltado para profissionais autônomos e liberais que tenham que se afastar do trabalho em caso de doença ou acidentes; e para o seguro de Responsabilidade Civil Profissional, que fortalece as boas práticas de segurança do paciente.

Ribeirão Preto e São José do Rio Preto conhecem nova campanha da Previsul 308

Andreia Araújo é Diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora / Arquivo JRS

Premiação deste ano é uma viagem para Dubai; Lançamento acontece hoje e amanhã

Nesta semana, a Previsul Seguradora apresenta a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”, em Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (SP). Até maio, a Previsul passará por 27 cidades em 12 estados para apresentar a campanha.

Mais do que incentivo, a Previsul Seguradora aposta no reconhecimento do esforço dos corretores em alcançar cada vez melhores resultados. A companhia está em constante evolução e busca sempre oferecer mais vantagens e benefícios ao corretor, seu principal parceiro na comercialização dos seguros.

“Os corretores são nossos parceiros diários na ampliação da presença da Previsul em todos os cantos do Brasil. Por isso nada melhor do que reconhecer esse esforço com uma viagem para um dos lugares que mais cresce e gera negócios no mundo: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos”, afirma a diretora de Negócios e Marketing, Andreia Araújo, citando a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”.

Além disso, desde o último ano, o programa de pontos “Clube Sou + Previsul” possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

DreamWorks encerra temporada no CCBB Rio com mais de 600 mil visitas 174

Como Treinar o Seu Dragão (2010), artista Pierre-Olivier Vincent. © 2019 DreamWorks Animation LLC. Todos os direitos reservados.

Patrocinada pela BB Seguros, a mostra reúne itens raros e inéditos, como desenhos, storyboards e artes originais, diretamente dos arquivos do DreamWorks Animation

A exposição DreamWorks Animation: Uma Jornada do Esboço à Tela encerrou temporada no CCBB Rio e segue para o CCBB Belo Horizonte, onde ficará em cartaz de 15 de maio a 29 de julho, com entrada gratuita. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil e apoio da Cateno, BB Seguros e BBDTVM.

Em sua passagem pelo Rio de Janeiro, entre 06 de fevereiro e 15 abril, a mostra recebeu 663.265 visitantes, média de 11.242 visitantes por dia. O evento entrou para a história de 30 anos do CCBB Rio como a 9ª exposição mais visitada e a 2ª exposição com maior média diária, ficando atrás apenas de Surrealismo, que atraiu 11.931 visitantes por dia, em 2001.

A mostra, que já passou pela Austrália, Canadá, Coréia do Sul, México, Nova Zelândia, Cingapura e Taiwan, celebra duas décadas de criação do DreamWorks Animation e traz itens raros e inéditos, como desenhos,storyboards, máscaras, mapas, fotografias, pôsteres, pinturas e artes originais, diretamente dos arquivos do estúdio.

Desde 2012, os projetos incentivados pela BB Seguros já impactaram 20 milhões de pessoas. “Acreditamos no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania. Por isso, por meio das Leis de Incentivo Fiscal, apoiamos e patrocinamos iniciativas culturais que garantam o acesso gratuito da população às artes, proporcionando muito mais do que momentos de lazer e entretenimento, mas o conhecimento, em prol de uma sociedade mais desenvolvida”, afirma Fernando Barbosa, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A exposição está dividida em quatro seções. Em Characters, é possível apreciar a evolução do que realmente confere vida aos filmes produzidos pelo estúdio, do conceito original dos desenhos e sketches às personalidades construídas. Em Story, o visitante pode conferir o processo de construção de uma história, da inspiração ao desfecho. Em World, o destaque fica para a magia incorporada ao universo dos filmes. Uma projeção de 180 graus, criada especialmente para a mostra, leva o visitante a sobrevoar a cidade viking de Berk nas costas de um dragão. Há ainda a Drawing Room, área com quiosques especialmente projetados para que o público desenhe e crie um curta animado, a partir da tecnologia do estúdio.

IRB recebe debate sobre os 11 anos da abertura do mercado de resseguros 190

IRB recebe debate sobre os 11 anos da abertura do mercado de resseguros

Encontro fará uma retrospectiva e abordará o futuro sob a ótica de diferentes players do setor

O IRB Brasil RE recebe, nesta quarta-feira (24/04), às 17h30, o talk show “Mercado de Resseguros – 11 anos depois”, organizado pela Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS). O encontro, aberto ao público, abordará as mudanças ocorridas desde a abertura do mercado em 2008: o que melhorou, o que precisa mudar e quais são as perspectivas para setor nos próximos anos. Tudo isso a partir do ponto de vista de diferentes players do mercado.

Os convidados do talk show são José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil RE; Carolina Vieira, diretora de Áreas Corporativas da Markel Seguradora e Markel Resseguradora; Luciano Calheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions; Judi Newsam, Managing Director and Country Head Brazil Guy Carpenter; Carolina Weber, gerente de Riscos e Seguros da Vale para a América Latina; Camila Calais, sócia do escritório Mattos Filho; e Maria Elena Bidino, membro do Conselho de Administração do IRB Brasil RE. Margo Black, presidente da AMMS, mediará o debate.

As inscrições, com valores que variam de R$ 20 a R$ 120, assim como a programação completa do evento no Rio de Janeiro, estão disponíveis neste endereço.

São Paulo

Na quinta-feira (25/04), será a vez de São Paulo receber o evento, no Teatro Renaissance, às 17h30. Participarão Ângelo Colombo, CEO da AGCS América do Sul; Antonio Trindade CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Paula Lopes, diretora executiva de Placement na Marsh Brasil e Bowring Marsh; Ida Sá, gerente de risco da Embraer; Júlia Santoro de Camargo Donato, sócia do DR&A Advogados; e Maria Elena Bidino.

Para saber mais sobre o evento de São Paulo e fazer sua inscrição, acesse este link.

Serviço – “Mercado de Resseguros – 11 anos depois”:

Rio de Janeiro

Data: 24 de abril (quarta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Auditório do IRB Brasil RE – Avenida Marechal Câmara, 171

São Paulo

Data: 25 de abril (quinta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233

Há 43 anos, Programa de Alimentação do Trabalhador beneficia 35% dos trabalhadores brasileiros do Sudeste com apoio da Ticket 182

Benefícios da boa nutrição aumentaram em 56% a produtividade do trabalhador; Ticket é pioneira em soluções que atendem ao Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT

Dos 39 países que dispõe de programas de suporte a alimentação dos trabalhadores, o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) é o maior de todos e beneficia mais de 20 milhões de empregados. Ao completar 43 anos, um estudo realizado pelo economista José Afonso Mazzon, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), com o apoio da Fundação Instituto de Administração (FIA), calcula que a produtividade do trabalhador brasileiro aumentou em 56%, com o estímulo a uma alimentação saudável. Desde a implantação do Programa pelo Governo, já foram oferecidos 79 bilhões de refeições e consumidos mais de 460 milhões de sacas de arroz e feijão, o que impulsionou o setor de alimentos e trouxe mais oportunidades de negócios para os comerciantes credenciados. A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios da Edenred Brasil, foi a primeira a incentivar as empresas a se cadastrarem no PAT e contribuir para a melhoria da situação nutricional dos trabalhadores, promovendo assim a saúde e prevenindo doenças profissionais. A marca foi pioneira do setor, sendo referência nos produtos Ticket Restaurante e Ticket Alimentação, que multiplicaram os benefícios proporcionados aos empregados pelas soluções.

“O PAT é o mais longevo programa socioeconômico no Brasil e referência para a Organização Internacional do Trabalho, pois gerou mais nutrição, mais saúde, crescimento da produtividade e melhora da qualidade de vida. A Ticket foi a pioneira na criação de soluções que atendam ao PAT e vem evoluindo em conjunto com o benefício, porque incentiva a qualidade na alimentação e promove a saúde dos trabalhadores. O Ticket Alimentação e o Ticket Restaurante permitem que o empregado tenha liberdade de escolha e a garantia de uma alimentação de qualidade. Incentivamos as empresas a oferecer aos empregados esses benefícios e disponibilizamos soluções que os multipliquem”, ressalta Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

Criado em 1976, o programa proporciona condições para que o empregado tenha uma melhora na situação nutricional, promovendo a saúde e prevenindo doenças profissionais. Segundo o livro que celebra os 40 anos do PAT, organizado pelo economista José Afonso Mazzon, da FEA-USP, com o apoio da Fundação Instituto de Administração (FIA), a produtividade é beneficiada pela melhoria na qualidade da alimentação, pois evita doenças, aumenta a capacidade física e a resistência à fadiga. Sua penetração formal na força de trabalho está associada a uma redução de 0,77 acidentes de trabalho a cada 100 trabalhadores. Na região Sudeste do País, o programa é o que tem mais penetração.

Penetração e impacto do PAT

Hoje, o equivalente monetário do benefício alimentação recebido do PAT em comparação ao salário do trabalhador é, em média, uma proporção de 13,4% salário médio. Estima-se que o impacto no PIB, em 40 anos de programa, chega a R$ 2,4 trilhões de salários e de autônomos de R$ 985 bilhões, de contribuições à previdência social de R$ 164 milhões e de impostos sobre a comercialização de R$ 442 bilhões, resultando em uma arrecadação de tributos de R$ 606 bilhões. Na penetração nas regiões brasileiras, o Sudeste ainda é a que mais conta com trabalhadores beneficiados pelo PAT.

Reprodução
Reprodução

São Paulo é o estado com a maior penetração do PAT entre a força de trabalho formal, com quase 40% dos trabalhadores com vínculos ativos. Em seguida aparecem Espírito Santo, com 33,2% de penetração, Rio de Janeiro, com 32,7%, e Minas Gerais com 27,8%.

Reprodução
Reprodução

Desde sua implantação, mais de 20 milhões de trabalhadores foram beneficiados com o PAT e, nesse período, foram consumidos 197,5 milhões de sacas de feijão e 263,4 milhões de sacas de arroz. A alimentação balanceada contribui para a boa nutrição, satisfação dos colaboradores, diminui a rotatividade e o absenteísmo. Uma projeção feita pelo estudo que celebra os 40 anos do PAT mostra que, nos próximos anos, haverá um aumento considerável de produtividade e lucro nas empresas que adotam o programa:

Reprodução
Reprodução

A Ticket tem em seu portfólio soluções como o Ticket Alimentação, benefício que possibilita ao empregado a liberdade de escolher os itens da cesta básica mensal de forma ampla e segura. O cartão é aceito na rede credenciada de supermercados, açougues, mercearias e padarias, para proporcionar mais liberdade de escolha. O Ticket Restaurante é aceito em mais 330 mil comerciantes credenciados, além de várias outras soluções e produtos que multiplicam os benefícios quando as empresas contam com a marca.