Seminário de Seguros de Santa Maria (RS) reúne corretores de seguros da região 704

Responsabilidade Civil e Novas Oportunidades foram os grandes temas do encontro

A tarde da quinta-feira (07) foi marcada por programação especial para os corretores de seguros de Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, e região. O 1º Seminário de Seguros reuniu centenas de profissionais durante a tarde e parte da noite para debater temas como Responsabilidade Civil e novas oportunidades no Itaimbé Hotel, localizado no centro da cidade.

Ao abrir o evento, o vice-presidente da entidade organizadora do evento – Sincor-RS, Celso Marini, declarou que o encontro “visa profissionalizar e auxiliar os corretores do interior do estado”. O delegado da entidade na região, Valter Dutra, considera “muito importante um momento como este para interiorizar e estender conhecimentos aos colegas”.

A coordenadora da Escola Nacional de Seguros no Rio Grande do Sul, Jane Manssur, afirmou que “a participação da Escola no evento é para parabenizar os organizadores pela iniciativa”. Representando o Sindicato das Seguradoras do estado, Luciano Silveira, considerou o momento como “um dia de muito conhecimento e aperfeiçoamento dos produtos que existem no mercado”. O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, agradeceu o apoio das seguradoras. “Sempre fazem questão de estar ao lado do corretor”, completou.

Contratos de Responsabilidade Civil

Com mediação do advogado e professor da Escola Nacional de Seguros, Juliano Ferrer, os expositores Regis Melo, da Berkley; Ivan dos Santos, da Mapfre; Celso Soares Júnior, da Zurich; e Luciano Azevedo, da Yasuda Marítima; apresentaram interessantes indicadores acerca de seguros de responsabilidade civil. Para Ferrer, com o passar dos anos, as relações interpessoais estão cada vez mais com interferências da tecnologia. “A ausência de proximidade entre as pessoas gera conflitos e indenizações”, evidenciou ao citar a importância do mercado de RC. “Seguro garante tranquilidade social”, completou.

Melo falou sobre contratos de RC para corretores de seguros. Citando algumas situações de risco que a Berkley, empresa da qual é gerente comercial, já cobriu, o executivo explicou a importância de se ter uma proteção num momento em que se gera um dano a terceiros. “Temos que ressarcí-los”, completou.

Ivan dos Santos abordou RC para médicos, dentistas e profissionais da enfermagem. “Certamente estes profissionais precisam de uma apólice de seguro, em especial os profissionais liberais”, alertou sobre os riscos da atividade. “Uma peculiaridade desse tipo de seguro é que o sinistro pode não se dar no período da vigência da apólice, pois se demora para identificar o dano e, para isso, há solução nesse tipo de contrato”, explicou.

Soares Júnior falou sobre D&O, o seguro para administradores. “Você garante que cada funcionário seu está cumprindo uma conduta que não atrapalhe ninguém?”, questionou.

Azevedo abordou RC de obras de engenharia e de bares e restaurantes. “RC, via de regra, é um seguro de reembolso”, comentou. Questionado sobre o caso da Boate Kiss e a responsabilidade civil, o executivo respondeu que não sabe se a cobertura seria aceita pela seguradora, pois “a Boate Kiss não possuía condições de segurança”.

Novas Oportunidades

O segundo painel do dia, com mediação de Ricardo Pansera, contou com os expositores Alberto Lohmann, da Icatu Seguros; Rafael Caetano, da Porto Seguro; Gilson Bochernitsan, da SulAmérica; Marcelo de Moura, da HDI; e Pablo Guimarães, da Bradesco.

Com o mote Novas Oportunidades, os executivos apresentaram dados do mercado e evidenciaram as formas que os corretores de seguros podem aumentar sua carteira de negócios. “Como será o mercado daqui 10 anos? É difícil imaginar. Temos que pensar se estamos, de fato, oferecendo aos nossos clientes tudo aquilo que eles precisam”, destacou Guimarães.

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1º Seminário de Seguros Santa Maria (RS)

Penalidades da Lei Geral de Proteção de Dados podem inviabilizar negócios 1156

Penalidades da Lei Geral de Proteção de Dados podem inviabilizar negócios

Alerta foi realizado pelo advogado Henrique Motta, em palestra do CVG/RS

Como a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em agosto de 2020, deve impactar o mercado de seguros? A resposta foi apresentada pelo advogado Henrique Alberto Faria Motta, palestrante da última edição do Café do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS). O especialista participou do encontro, prestigiado pelo mercado regional, no último dia 02 de agosto, marcado por uma manhã gelada em Porto Alegre (RS).

O especialista demonstrou aos presentes que a lei abrange toda e qualquer coleta de dados. “Isso afetará muito o setor de seguros, principalmente o ramo de saúde suplementar, pois, muitas vezes, dados sensíveis são necessários. Por isso é importante que as atividades estejam alinhadas à legislação”, comenta Motta.

Outro ponto relevante são as penalidades, que podem chegar a R$ 50 milhões de reais. “Trata-se de um valor que pode inviabilizar uma série de negócios”, explica o especialista no tema. O encontro também marcou a importância do Direito Securitário, uma vez que agosto é o Mês do Advogado. “O advogado, no setor de seguros, tem um papel que vai desde questões contratuais, como sinistros e situações de conflito. A atenção deste profissional é fundamental principalmente na elaboração dos contratos, para que tanto segurado, como seguradora, tenham uma boa relação”, revela Henrique Motta.

Motta também é Vice-presidente do Grupo Nacional de Trabalho (GNT) de Novas Tecnologias da AIDA Brasil e Sócio fundador de Motta, Soito & Sousa Advocacia Empresarial.

O diretor do CVG/RS, Clodomiro Dorneles, celebra a promoção de temas relevantes ao segmento. “O mundo está se transformando em grande velocidade. Proteção e segurança de dados tomaram uma dimensão muito considerável. O CVG/RS sempre está disposto a trazer especialistas para comentar os assuntos que auxiliam em educação financeira, na promoção da cultura do seguro e do conhecimento, como um todo”, finaliza.

Café do CVG/RS – Lei Geral de Proteção de Dados:

Onde há fome não há paz: a importância do agronegócio para o desenvolvimento humano 2820

Onde há fome não há paz: a importância do agronegócio para o desenvolvimento

Tokio Marine Seguradora promoveu evento sobre um dos setores mais importantes da economia brasileira

Com estimativas do Ministério da Agricultura de que as safras brasileiras de grãos cresçam 30% na próxima década o mercado de seguros volta os olhos para este tipo de proteção. O Seguro Rural trata-se de um aliado fundamental não apenas ao agricultor, como também ao consumidor em geral, uma vez que o impacto de prejuízos e perdas no campo diante dos preços é absorvido pelas indenizações.

José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine Seguradora
José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine Seguradora

Os desafios do agronegócio foram tema do evento Expertise Seguro Agro, promovido pela Tokio Marine Seguradora, na capital paulista. O momento contou com apresentações dos diretores da companhia e palestras da meteorologista Desirée Brandt, da Somar Meteorologia, e do agrônomo Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, entre 2003 e 2006. “A Tokio Marine trata-se de um dos 10 maiores conglomerados de seguros do mundo, sendo a 5ª maior companhia mundial com um lucro líquido que chega ser maior até que o próprio valor do mercado segurador brasileiro como um todo”, citou José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine Seguradora, ao comemorar os 60 anos completados pela companhia no último mês. “Contamos com 2 mil colaboradores, distribuídos em 74 unidades de negócios pelo Brasil, além de 30 mil corretores de seguros e assessorias que distribuem os mais de 60 produtos disponíveis em nosso portfólio. Temos crescido acima da média de mercado, com a emissão de prêmios registrando crescimento de 200% nos últimos 7 anos”, registrou diante dos R$ 5,739 bi em prêmios emitidos nos últimos 12 meses pela empresa, um crescimento de 11,5%. 

Ferrara e os diretores da Tokio Marine destacaram a manutenção do subsídio agrícola e ambos foram enfáticos ao demonstrar o desejo em expandir a participação do segmento nos resultados da seguradora. “Nosso objetivo é apresentar nossas soluções aos nossos principais parceiros de negócios. O produto agro conta com muitos diferenciais, pois queremos atender as expectativas de um segmento muito significativo para a economia brasileira”, abordou o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues.

Já o Diretor Executivo da companhia, Felipe Smith, disse que a “Tokio Marine seja protagonista neste segmento”. Smith ainda enumerou a relevância do agronegócio para o Produto Interno Bruto (PIB), corresponde a 21% do total. “Atualmente são 12 milhões de hectares assegurados, distribuídos em 70 culturas. Na virada de 2019 para 2020 são esperados R$ 1 bilhão em subvenção ao Seguro Rural. A área segurada cresceu 700% desde 2006, quando o programa foi implementado”, revelou ao enfatizar o crescimento de 520% do produto em 10 anos, com R$ 2 bilhões em prêmios emitidos. Para se ter uma ideia, neste nicho de seguro, foram R$ 8 milhões em prêmios emitidos pela Tokio Marine em 2018, em 2019 o valor já ultrapassou R$ 27 milhões. 

O Gerente de Produtos Agro da Tokio Marine, Joaquim Neto, ressaltou as características da proteção ofertada pela seguradora. “São coberturas adaptadas às necessidades dos clientes, incluindo coberturas de intercorrências climáticas. Uma safra ruim pode inviabilizar um produtor por até 3 anos, com o seguro ele retoma a produção em 30 dias”, afirmou ao enaltecer a pulverização das áreas cobertas, para mais de 472 municípios.

Desirée Brandt é meteorologista da Somar Meteorologia
Desirée Brandt é meteorologista da Somar Meteorologia

Desirée Brandt demonstrou a importância das previsões meteorológicas não apenas para o dimensionamento do seguro, como também para o próprio planejamento das safras. “Entre 2015 e 2016, por exemplo, tivemos o El Niño mais intenso da história. Este ano o El Niño deve deixar de acontecer no final da primavera, o que resultará em um verão neutro. A classificação disso acontece de acordo com a análise das águas superficiais e subsuperficiais do pacífico”, explicou. “No Sul as chuvas devem ficar acima da média até o começo da primavera. Se a chuva fica presa no Sul teremos seca e impactos na safra verão do Sudeste, por isso, a relevância em saber o período de chuvas para iniciar o plantio”, observou ao registrar evidências de proximidade do fenômeno La Ninã, que pode ocasionar em mais chuvas na região Nordeste e o Sul com precipitações mais irregulares nos primeiros meses de 2020.

Roberto Rodrigues foi ministro da Agricultura do Brasil entre 2003 e 2006
Roberto Rodrigues foi ministro da Agricultura do Brasil entre 2003 e 2006

“Onde houver fome não haverá paz, é o que defende a ONU”. Assim começou a fala do ex-ministro Roberto Rodrigues durante seu painel. “Não existem líderes no mundo contemporâneo, onde não há líderes não existem projetos”, comentou o especialista ao contextualizar o cenário global de expectativa de vida, mudanças climáticas e nos hábitos de consumo, além da digitalização, concentração de renda e choque das democracias. O especialista classificou a segurança alimentar como algo fundamental para o desenvolvimento sociedade. “Em 2020, um agricultor alimentará cerca de 200 pessoas. O agronegócio representa 42% das exportações brasileiras, temos uma juventude extraordinária, algo inexistente em outras partes do mundo. As mulheres, por exemplo, estão assumindo papéis muito importantes e relevantes para a sociedade”,analisou. 

Rodrigues, autor do livro “Agro é Paz”, projetou o crescimento exponencial do agronegócio no Brasil. “Temos energia tropical sustentável, terra disponível e recursos humanos qualificados. Para se ter uma ideia, nosso País possui 43.5% da energia renovável, algo muito acima da média internacional. A regulação de terras por aqui, no entanto, é inibidora da abertura de florestas, estamos vendo muito mais carne e leite e muito menos pasto”, enfatizou. “Não podemos tolerar desmatamento ilegal, assim como os agricultores não toleram”, ponderou ao citar a Lei Florestal, que prevê como o desmatamento legal pode acontecer.

Expertise Seguro Agro – Imagens:

Comunicação clara para engajar clientes e colaboradores 1600

Comunicação clara para engajar clientes e colaboradores

Especialistas analisam tendências e inovação em São Paulo

O mundo, cada vez mais conectado, acompanha as diversas mudanças na maneira de comunicar-se. Se até então a comunicação nos negócios era uma vida de mão única, agora todos podem emitir opiniões e relatar experiências com produtos ou serviços. Este foi um dos assuntos abordados na segunda edição do encontro Inovação & Tendências, promovido pela seguradora Mongeral Aegon, em São Paulo (SP).

Rafael Arty é Gerente de Produto do Comunique-se
Rafael Arty é Gerente de Produto do Comunique-se

Em um cenário onde todos querem falar, mas poucos querem ouvir, faz-se necessário dar a devida atenção aos desentendimentos que a conectividade e a facilidade das redes pode trazer ao meio corporativo e às relações pessoais. “O ato de contar histórias não se perde. Em um cenário em que a desinformação é um dos maiores problemas do século é preciso buscar impactar as pessoas com uma comunicação muito clara”, ressaltou o Gerente de Produto do Comunique-se, Rafael Arty. “O mundo se afunda em desconfiança. A criação de conteúdo está em níveis inimagináveis. Criou-se mais conteúdo nos últimos anos do que em toda história da vida humana”, completou. 

Um dos efeitos dessa mudança de perspectiva é reiterada pelos números. Segundo uma pesquisa da Havas Media, 54% das pessoas não confiam em marcas. O mesmo levantamento, realizado com 134 mil consumidores, em 23 países, aponta ainda que mais da metade das marcas poderia simplesmente desaparecer sem afetar as vidas dos entrevistados. Por outro lado, estudo da PwC indica que 77% dos indivíduos conta com as mídias sociais na hora de decidir alguma compra. “Por isso é relevante ter uma comunicação mais intimista, de forma direta e coparticipativa. As pessoas não estão buscando marcas, estão ouvindo as outras”, reforçou Arty ao evidenciar que a comunicação deve ser utilizada para engajar e humanizar. “Não é mais sobre comunicar, mas sim como comunicar”, traçou.

Guilherme Ramos é responsável pelo relacionamento com influenciadores da BodyTech Company
Guilherme Ramos é responsável pelo relacionamento com influenciadores da BodyTech Company

No entanto também faz-se necessário concretizar o autoconhecimento sobre o empreendimento ou negócio. Para Guilherme Ramos, responsável pelo relacionamento com influenciadores da BodyTech Company, outro ponto fundamental neste trabalho é conhecer as características dos consumidores, bem como o potencial que as redes sociais propiciam para segmentar campanhas e ações. “O desafio não é apenas como se comunicar, mas também considerar com qual formato acontecerá essa interação”, argumentou.

Ramos é especialista em um dos segmentos que mais cresce quando o assunto é investimento em campanhas em redes como o Instagram ou YouTube, por exemplo. “É preciso ter uma definição clara de objetivos e estabelecer métricas. Ferramentas de mensuração podem ajudar muito no processo de escolha de um influencer. Costumo levar em conta, além dos números, a postura deste usuário, a frequência das postagens, a relevância e a autenticidade. O ideal é associar-se apenas a pessoas que condizem com a filosofia da empresa”, analisou.

Marcelo Lemos é Diretor de Canais da Vivo
Marcelo Lemos é Diretor de Canais da Vivo

O Diretor de Canais da Vivo, Marcelo Lemos, lembrou que a experiência do cliente não deve ser considerada apenas no aspecto digital. Para a maior operadora de linhas de celular do Brasil o momento é de levar um pouco mais de “alma” aos pontos de venda, que passaram a ser chamados de PDX (Ponto de Experiências do Cliente). “Olhamos não apenas para o cliente, como também para as pessoas que atendem os nossos clientes e para a comunicação omnichannel. Contamos com as Iconic Stores, que oferecem espaço de coworking, precificadores digitais, wi-fi e possibilitam o agendamento do atendimento através do nosso aplicativo”, comentou. 

No caso da Vivo a aposta foi em eventos, relacionamento com parceiros de negócios e workshops com consultores de tecnologia, que possuem grande demanda pelo público da melhor idade. “Este público é ativo e tem vontade de viver, quer socializar, aprender e reviver memórias. Um dos problemas para uma maior inclusão digital é a insegurança, falta de curadoria, impaciência e intolerância dos outros. Tecnologia melhora a vida dessas pessoas”, disse ao reforçar a missão da operadora em descomplicar o conhecimento para todos.

Mônica Martins é Gerente de Comunicação e responsável pelo Endomarketing da Mongeral Aegon
Mônica Martins é Gerente de Comunicação e responsável pelo Endomarketing da Mongeral Aegon

Outra empresa que também olhou para a comunicação interna foi a Mongeral Aegon. Mônica Martins, Gerente de Comunicação e responsável pelo Endomarketing da seguradora, classificou a clareza de objetivos como um dos principais pontos neste tipo de iniciativa. “É preciso conhecer a cultura da empresa e que os colaboradores comprem a ideia. O sentimento de integração e valorização precisa acontecer com quem está colocando a mão na massa. Também é necessário empoderar esse colaborador”, revelou. Para Mônica a comunicação dentro de casa chega a ser mais desafiadora. “É preciso ter coerência com aquilo que é dito e divulgado ao cliente. No caso da Mongeral Aegon a transparência é um valor na forma de relacionar-se. Também é preciso esclarecer como nos posicionamos diante da sociedade, pois a cultura interna nem sempre está escrita. Isso ajuda a identificar padrões de comportamento e quebrar paradigmas”, contou ao classificar os funcionários como “clientes que Iqueremos cuidar, reter e contamos”. 

Para a especialista é preciso assumir alguns riscos em um trabalho de endomarketing. “Na vida você define tudo através de decisão. É preciso também estar aberto para ouvir as pessoas, para se ter uma percepção de como as coisas estão sendo recebidas”, encerrou ao mencionar a importância da mensuração de resultados. Mônica Martins também demonstrou entusiasmo ao comentar sobre os preparativos para os 135 anos da Mongeral Aegon, que serão comemorados no próximo ano.

Inovação & Tendências – Imagens:

Previsul Seguradora coloca inovação para o corretor de seguros como prioridade 2653

Companhia atua há 110 anos e está orientada para o futuro

Com 110 anos, a Previsul Seguradora destaca a inovação como fundamental para o sucesso ao longo desta trajetória. “Por isso também estamos sempre atentos para disponibilizar ferramentas que facilitem os processos diários do nosso parceiro de negócios. Por isso estivemos em São Francisco e no Vale do Silício, para respirar essa inovação e incorporar ao nosso dia a dia”, conta a Diretora de Negócios e Marketing da Previsul, Andreia Araujo.

A companhia participou na última semana do CQCS Insurtech & Inovação, evento realizado na capital paulista entre os dias 12 e 13 de junho. “O corretor de seguros tem um papel consultivo fundamental junto ao segurado”, comentou o presidente da Previsul Seguradora, Renato Pedroso. O presidente da seguradora digital, orientada para o futuro, participou do painel “Porque o Corretor é o Futuro da Proteção”. Pedroso explicou como o corretor pode ser agente de prospecção para o mercado de seguros.

Bradesco Seguros apresenta Superintendente da Região Sul em Bento Gonçalves 1397

Bradesco Seguros apresenta Superintendente da Região Sul em Bento Gonçalves

Altevir Prado recebeu profissionais da corretagem de seguros na região

Com quase 120 mil habitantes e forte participação na economia do Rio Grande do Sul, a cidade Bento Gonçalves foi palco da apresentação do novo Superintendente Executivo da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado. O executivo recebeu os profissionais da corretagem de seguros na região e aproveitou para ressaltar a relevância dos parceiros nos negócios da companhia.

Outro destaque de Prado foi a série de inovações, mudanças e criações de novos produtos e soluções por parte da Bradesco Seguros. “Os movimentos visam tornar a companhia ainda mais ágil e competitiva, para que os profissionais corretores de seguros possam atender sua carteira de segurados em sua plenitude”, comentou. A diversificação da carteira e a importância da oferta no pós-venda também foi evidenciada. Tudo aconteceu com a presença do Superintendente Sallam Saleh, no Galeto Di Paolo. Quem também prestigiou o momento foi o vice-presidente de relações com o mercado do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), Marcos Pozza, que ressaltou os números da Serra Gaúcha.

Bradesco Seguros apresenta Superintendente da Região Sul em Bento Gonçalves – Imagens: