Seminário de Seguros de Santa Maria (RS) reúne corretores de seguros da região 625

Responsabilidade Civil e Novas Oportunidades foram os grandes temas do encontro

A tarde da quinta-feira (07) foi marcada por programação especial para os corretores de seguros de Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, e região. O 1º Seminário de Seguros reuniu centenas de profissionais durante a tarde e parte da noite para debater temas como Responsabilidade Civil e novas oportunidades no Itaimbé Hotel, localizado no centro da cidade.

Ao abrir o evento, o vice-presidente da entidade organizadora do evento – Sincor-RS, Celso Marini, declarou que o encontro “visa profissionalizar e auxiliar os corretores do interior do estado”. O delegado da entidade na região, Valter Dutra, considera “muito importante um momento como este para interiorizar e estender conhecimentos aos colegas”.

A coordenadora da Escola Nacional de Seguros no Rio Grande do Sul, Jane Manssur, afirmou que “a participação da Escola no evento é para parabenizar os organizadores pela iniciativa”. Representando o Sindicato das Seguradoras do estado, Luciano Silveira, considerou o momento como “um dia de muito conhecimento e aperfeiçoamento dos produtos que existem no mercado”. O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, agradeceu o apoio das seguradoras. “Sempre fazem questão de estar ao lado do corretor”, completou.

Contratos de Responsabilidade Civil

Com mediação do advogado e professor da Escola Nacional de Seguros, Juliano Ferrer, os expositores Regis Melo, da Berkley; Ivan dos Santos, da Mapfre; Celso Soares Júnior, da Zurich; e Luciano Azevedo, da Yasuda Marítima; apresentaram interessantes indicadores acerca de seguros de responsabilidade civil. Para Ferrer, com o passar dos anos, as relações interpessoais estão cada vez mais com interferências da tecnologia. “A ausência de proximidade entre as pessoas gera conflitos e indenizações”, evidenciou ao citar a importância do mercado de RC. “Seguro garante tranquilidade social”, completou.

Melo falou sobre contratos de RC para corretores de seguros. Citando algumas situações de risco que a Berkley, empresa da qual é gerente comercial, já cobriu, o executivo explicou a importância de se ter uma proteção num momento em que se gera um dano a terceiros. “Temos que ressarcí-los”, completou.

Ivan dos Santos abordou RC para médicos, dentistas e profissionais da enfermagem. “Certamente estes profissionais precisam de uma apólice de seguro, em especial os profissionais liberais”, alertou sobre os riscos da atividade. “Uma peculiaridade desse tipo de seguro é que o sinistro pode não se dar no período da vigência da apólice, pois se demora para identificar o dano e, para isso, há solução nesse tipo de contrato”, explicou.

Soares Júnior falou sobre D&O, o seguro para administradores. “Você garante que cada funcionário seu está cumprindo uma conduta que não atrapalhe ninguém?”, questionou.

Azevedo abordou RC de obras de engenharia e de bares e restaurantes. “RC, via de regra, é um seguro de reembolso”, comentou. Questionado sobre o caso da Boate Kiss e a responsabilidade civil, o executivo respondeu que não sabe se a cobertura seria aceita pela seguradora, pois “a Boate Kiss não possuía condições de segurança”.

Novas Oportunidades

O segundo painel do dia, com mediação de Ricardo Pansera, contou com os expositores Alberto Lohmann, da Icatu Seguros; Rafael Caetano, da Porto Seguro; Gilson Bochernitsan, da SulAmérica; Marcelo de Moura, da HDI; e Pablo Guimarães, da Bradesco.

Com o mote Novas Oportunidades, os executivos apresentaram dados do mercado e evidenciaram as formas que os corretores de seguros podem aumentar sua carteira de negócios. “Como será o mercado daqui 10 anos? É difícil imaginar. Temos que pensar se estamos, de fato, oferecendo aos nossos clientes tudo aquilo que eles precisam”, destacou Guimarães.

Clique na imagem abaixo e confira fotos do evento

1º Seminário de Seguros Santa Maria (RS)

Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 513

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Megale: Seguro é fundamental para pavimentar bom funcionamento dos mercados 1052

Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal participou do 8º Encontro do Resseguro

A mudança de mentalidade necessária para a expansão das cidades inteligentes e a agenda de desburocratização econômica pautaram a manhã do primeiro dia do 8º Encontro do Resseguro. O evento reúne mais de 700 especialistas no setor do Brasil e do exterior, no Rio de Janeiro.

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), demonstrou otimismo em relação a recuperação da economia brasileira. “Isso representa expansão na capacidade de investimento, retomada do emprego e do desenvolvimento. Apresentamos propostas ao governo que representam nossa contribuição com a sociedade”, disse ao ressaltar os desafios para garantir a solvência de um setor que possui mais de R$ 1 trilhão em reservas técnicas.

Em entrevista exclusiva ao JRS, a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação na CNseg, Solange Beatriz Palheiro, ressaltou a abertura do setor de seguros para a inovação. “Tudo isso surge para atender melhor os consumidores do mercado de seguros. O setor tem assumido uma posição de destaque na economia brasileira. Este é um evento prestigiado, sem dúvida”, acrescentou.

Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal
Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal

Painelista na abertura do evento, o Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal, Caio Megale, demonstrou a importância do mercado segurador para reduzir os riscos para a economia. “Os setores de seguros e resseguros permitem que os mercados funcionem de forma mais eficiente. Este é um governo que acredita muito no funcionamento disso como um indutor da recuperação economia. Um setor de seguros e resseguros forte e bem regulamentado é fundamental para pavimentar este movimento. Nossa ideia não é tirar completamente as regulamentações. É importante que as agências regulatórias, de forma geral, acompanhem e garantam o bom funcionamento da economia. Mas acreditamos, em diversas áreas, que existe um excesso e isso precisa ser repensado para, como diz o presidente Bolsonaro, tirar o governo do ‘cangote’ das empresas e dos mercados”, declarou.

Segundo Megale, a reforma previdenciária irá abrir caminho para redução de gastos. “É muito difícil pensar numa racionalização tributária com tanta pressão nos gastos públicos. Por isso que a sequência tende a ser primeiro para o lado das despesas, como a reforma da Previdência e outras, para depois abordar o lado tributário. Embora a simplificação de tributos já possa acontecer”, explicou. De acordo com o secretário, governo construiu uma grande agenda para a economia brasileira retomar o rumo. “A indústria do seguro precisa expandir sua participação. O Brasil precisa voltar a crescer. Acredito que isso é muito importante. A Previdência é um grande gatilho, mas temos uma ampla agenda de melhoria regulatória e outras simplificações que também são importantes agora para o Brasil”, concluiu.

A cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro 2019 tem o patrocínio especial de Icatu Seguros.

Confira as imagens da manhã – 8º Encontro do Resseguro:

Cenários e perspectivas econômicas auxiliam corretores na construção de novos horizontes 1103

Encontro de Gestores promovido pela Icatu permeou o tema

Verificar quais são as perspectivas feitas por profissionais sobre o cenário econômico é um importante passo para os integrantes do mercado de seguros, previdência e investimentos analisarem conjunturas, formarem suas próprias opiniões e darem seus próprios passos. Essa ideia ficou evidenciada durante a segunda edição do Encontro de Gestores, promovido pela Icatu Seguros nesta terça-feira (02) em Porto Alegre/RS.

De acordo com o vice-presidente corporativo da companhia, César Saut, percebe-se uma mudança de comportamento da sociedade em geral à medida que momentos com esse viés participativo e analítico contam com um número expressivo de interessados. Com o Instituto Ling como palco, mais de 360 corretores de seguros, gestores de investimentos, parceiros e clientes se fizeram presentes. “Temos dois ativos muito importantes: um deles é o tempo e o segundo é o conhecimento, que é o que estamos fazendo aqui com sete das principais casas que trabalham conosco”, destacou.

Sendo a Icatu a maior companhia independente de seguro de vida no Rio Grande do Sul e, nacionalmente, sexta colocada entre grandes players do mercado, uma de suas preocupações é justamente prestar um auxílio eficaz à atividade de seus parceiros. A economista chefe da seguradora, Victoria Werneck, pontua que o Brasil está precisando dar a volta por cima e realizar reformas que não foram feitas nos últimos dez anos para fomentar o crescimento econômico novamente. “Será uma circunstância pior que era antes, pois o mundo será um mundo que crescerá menos que anteriormente e com muito mais desafios do que já teve nos últimos anos”, comentou.

Sob à perspectiva internacional, ao qual a economista explica que é importante analisar, uma vez que influencia diretamente nas decisões domésticas, é preciso estar atento às definições feitas por parte dos Estados Unidos e Brexit – a polêmica saída do Reino Unido da União Europeia. “É caótico o divórcio do Reino Unido com o resto da U.E, pois a falta de acordo lá afeta o mundo inteiro e é nesse cenário internacional que temos que nos adaptar”, exemplificou.

Além disso, a reforma da previdência é um tema que tem permeado os debates de forma bastante contínua. “O ideal é que passasse nos dois turnos na Câmara no primeiro semestre deste ano, pois não temos todo o tempo do mundo para isso, temos mais de 13,1 milhões de desempregados e estamos criando menos de 500 mil postos de trabalhos novos por ano. Quantos anos vamos precisar para reabsorver essa população?”, indagou.

Para o ex-presidente do Banrisul, Ricardo Russowsky, independente dos governantes, as mudanças são temas que precisam ser discutidos. “Precisamos estabelecer um equilíbrio nas finanças públicas e, com isso, passarmos a contar com, muito provavelmente, novos investimentos, estrangeiros principalmente, para que o país possa crescer novamente”, disse. Já o corretor de seguros Ricardo Rezende, da PlaniLife, defendeu que o mercado de previdência se mostra bastante dinâmico. “Já temos mais de 600 mil beneficiários de instrumento de previdência com mais de 90 anos de idade e isso revela que as pessoas estão cada vez mais conscientes que precisam se programar para o futuro, o que significa estar bem educado financeiramente”, sinalizou.

A superintendente de Mercado Região Sul da Icatu Seguros, Josiana Lemes Schneider, salienta a necessidade de agregar valor ao momento de incertezas que o brasileiro vive atualmente no mercado financeiro. “É preciso mostrar indicadores e soluções aos nossos parceiros, clientes, distribuidores e corretores”, afirmou. “Pensamos nos nossos parceiros, pois os acontecimentos continuam e o brasileiro precisa pensar mais na sua previdência e ser protagonista da sua própria história, sem ficar dependendo do Governo”, complementou o gerente comercial, Victor Hugo de Oliveira, que juntamente com Josiana e a equipe da Icatu, organizou o Encontro de Gestores.

Imagens: Matheus Pé/JRS

Diretor da Porto Seguro debate cenários e oportunidades com corretores do Vale do Sinos 657

Encontro aconteceu em Novo Hamburgo (RS)

A Porto Seguro promoveu nesta sexta-feira (29), na cidade de Novo Hamburgo, um encontro com cerca de 70 corretores de seguros do Vale do Sinos. “A intenção do evento é marcar presença na região e estar mais perto do corretor de seguros, pois a companhia entende que aqui é uma localidade muito importante para nós”, destacou o gerente da sucursal Rio Grande do Sul da seguradora, Edgar Anuseck Neto.

O Diretor de Produção da Porto Seguro, Sérgio Mendonça, abordou cenários e oportunidades para os profissionais. “O Rio Grande do Sul se destaca das demais regiões em questão de produção e o relacionamento é a principal forma de comercialização dos produtos de seguro”, comentou. Em relação a vendas, Mendonça deu dicas de classificar por segmentos e focar no cliente. “É preciso treinar mais as equipes para vender de forma consultiva e não somente balizar preços, pois as corretoras em evolução tem as melhores equipes se as mesmas tiverem interesse e iniciativa”, explicou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

 

Atuária Brasil: 15 anos como peça chave do mercado segurador 449

Empresa comemorou fundação na última semana

A Atuária Brasil comemorou seus 15 anos de fundação na última semana, na presença dos seus sócios-fundadores, Eder Oliveira e Luiz Ernesto Both. Com sede em Porto Alegre (RS), a empresa atua no mercado de seguros e de previdência aberta, além da capitalização. “Estamos focados nos segmentos supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados, atuando fortemente em assessoria e consultoria destes nichos”, comenta Oliveira. “Atualmente também contamos como um carro-chefe, por termos nos preparado e planejado para isso, que é o trabalho de auditoria atuarial independente, que hoje é uma atividade muito séria que está dando musculatura ao órgão regulador em relação à solvência dessas instituições”, acrescenta.

Além disso, é da responsabilidade do também sócio-fundador Luiz Ernesto Both a área de capitalização. O executivo reforça a importância deste produto: “Quem deseja aumentar a sua participação no mercado, pode fazer campanha através de títulos de capitalização para os seus associados”.

Oliveira e Both começaram, juntos, o projeto da empresa, que hoje é uma referência nacional para o ramo atuarial. “Começamos e eu recomeçaria este e muitos outros em qualquer área, pois o alicerce para tudo isso é a lealdade, dedicação, comprometimento. Esse é o segredo do sucesso de qualquer negócio”, destaca Eder. Uma das premissas da Atuária Brasil é sempre ajudar os colegas da área. “Já fomos estagiários e estudantes, conhecemos os caminhos. E toda essa trajetória não é fácil, mas é preciso aprender e trabalhar, e assim nós sempre ajudamos qualquer colaborador e os colegas. É preciso ter garra, acreditar e ir em frente”, complementa Both.

Na sexta-feira (29), na sede do empreendimento, no coração da Capital gaúcha, os fundadores reuniram ex-colaboradores, estagiários, atuários que contribuíram na trajetória e convidados especiais. O encontro de antigos e atuais colaboradores serviu para agradecimentos e posições de vanguarda e liderança da Atuária em propor assessoramento às garantidoras de seguros, previdência e capitalização com alinhamento às normas emanadas dos órgãos reguladores do setor. O momento foi registrado em live na rede social do JRS.

Imagens: Matheus Pé/JRS