Associados GBOEX possuem oportunidades especiais de crédito consignado 711

Fique bem informado com o #GirodoMercado desta sexta-feira, 15 de abril

Associados GBOEX possuem oportunidades especiais de crédito consignado

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Através da parceria com a GGB Corretora de Seguros, correspondente bancário da Caixa Econômica Federal, os associados GBOEX possuem oportunidades de crédito consignado. A conveniência poderá ser usufruída por aqueles que possuírem condições preestabelecidas pela Caixa. As Unidades de Negócios de Porto Alegre/RS, Santa Maria/RS, Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro (RJ) já estão aptas a oferecer a oportunidade, posteriormente a parceria será estendida para as demais. Rede de Convênios GBOEX sempre atenta às necessidades de seus associados.

A importância da participação do Brasil nos órgãos internacionais de supervisores de seguro

Gabriela Korossy/ Câmara dos Deputados
Gabriela Korossy/ Câmara dos Deputados

A realização da XXVII Assembleia Anual da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL), a partir do próximo dia 18, no Rio de Janeiro, consolida a retomada da participação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) nas organizações internacionais de supervisores de seguros iniciada em 2014. “Precisamos defender nossos interesses e nosso protagonismo nesses órgãos e essa participação é fundamental para esse objetivo”, afirmou o superintendente da Susep, Roberto Westenberger, em entrevista coletiva à imprensa .

De acordo com o superintendente, o primeiro passo nessa direção foi dado em 2015, quando a Susep passou a integrar a diretoria da ASSAL, além de tornar-se membro de dois comitês da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS). “Nossa participação na ASSAL e na IAIS contou com apoio do governo e de todo o mercado”, afirma Westenberger. De acordo com Westenberger, a participação da Susep nas organizações internacionais vem sendo vista também como uma outra vertente nas discussões travadas nesses fóruns.

Comunicação Segura, Mídias Sociais e Gamificação foi tema de Café com Seguro em São Paulo

Divulgação
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Debate foi intenso sobre a Comunicação Segura e segundo o palestrante Ricardo Viveiros: “Comunicação não é um processo unidirecional, como às vezes se imagina. É essencial conhecer, entender a cultura, anseios e expectativas dos diferentes públicos-alvo. A ANSP, como lhe é peculiar, dá mais um importante passo na direção de provocar o mercado no conhecimento, debate e busca de soluções para a ampliação do Seguro no Brasil”.

Também foi colocado em debate a Gamificação, que é a utilização de mecânicas de games em outros contextos, com o intuito de facilitar a solução de problemas que possam ser tidos como entediantes, trazendo engajamento e motivação as pessoas. “O evento foi extremamente importante para discutir as questões relacionadas a comunicação com o público e verificar as renovações nessa área. Com relação a Gamificação, foi possível avaliar seu conceito e a forma como poderia ser adotado dentro do sistema de Seguros e Previdência”, explica o Acadêmico Sérgio Rangel, Diretor Regional Sul da ANSP

A abertura do evento foi feita pelo presidente da ANSP, Mauro César Batista, e a coordenação dos trabalhos foram dos Acadêmicos Edmur de Almeida, Diretor da ANSP e coordenador da Cátedra de Riscos Financeiros e Ana Rita R. Petraroli, Diretora da ANSP e Coordenadora da Cátedra de Microsseguro.

Seguro DPEM entra em consulta pública

Arquivo JRS
Arquivo JRS

Foi publicado no Diário Oficial da União, o Edital de Consulta Pública nº 5, de 07 de abril de 2016, disponibilizando, para comentários e sugestões, a minuta de Resolução CNSP que aprova as regras para a operação do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados Por Embarcações ou por sua Carga – Seguro DPEM.

Até a próxima segunda-feira, dia 18 de abril de 2016, sugestões podem ser enviadas ao Sincor-RS para fazer o devido encaminhamento à SUSEP. As contribuições devem ser enviadas para o e-mail gerencia@sincorrs.com. Você pode conferir a minuta neste link.

Clube da Bolinha do Rio de Janeiro prepara jantar de Dia das Mães

Reprodução
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Em mais um jantar de confraternização do Clube da Bolinha, realizado nesta segunda-feira, 12 de abril, os confrades se reuniram no restaurante do hotel Windsor Florida, no Flamengo. Na ocasião, os três aniversariantes presentes participaram do sorteio de um presente especial da confraria, e quem ganhou foi Helio Portocarrero, que comemora mais um ano de vida no próximo dia 19. O encontro também marcou o início dos preparativos para o jantar de Dia das Mães do Clube, um dos mais esperados do ano. A data e o local serão divulgados em breve.

*Com informações de Susep, Oficina do Texto, Sincor-RS, VTN Comunicação.

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019 312

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019

Encontro foi realizado nesta quinta-feira, em Porto Alegre (RS)

As similaridades entre a segurança pública e o mercado de seguros, no que tange a proteção de vida e patrimônio, dão ênfase à importância de alinhamento entre o Governo do Rio Grande do Sul e o Sindicato das Seguradoras do Estado (Sindseg/RS). Neste sentido, o primeiro almoço das seguradoras de 2019 recebeu Marcelo Gomes Frota, secretário adjunto da pasta, para representar o vice-governador e secretário de segurança, Randolfo Vieira Junior. Tudo aconteceu na quinta-feira, no Clube do Comércio, na Capital gaúcha.

Frota destacou a segurança como prioridade do governo de Eduardo Leite. “A ação reflete em outros setores. Sem investimentos em segurança pública não existe a garantia e confiabilidade necessárias para o setor privado investir”, explicou. “O ciclo da economia fica vinculado à isso e os demais setores são prejudicados no Estado”, comentou o secretário adjunto.

O almoço do Sindseg/RS é promovido há mais de 70 anos e trata-se de uma das tradições mais marcantes do mercado gaúcho de seguros.

Confira todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho:

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones 322

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones

Empresa deve construir espaços altamente digitalizados e automatizados para que os drones voem com segurança nos próximos anos

A Indra apresenta a Air Drones, um conjunto de soluções avançadas para gerenciar o tráfego aéreo de drones em baixa altitude. Trata-se da primeira solução global, capaz de oferecer a flexibilidade e a capacidade de adaptação necessária para gerenciar o tráfego em qualquer nível: local, regional ou de um território completo. A estrutura foi pensada para garantir a segurança das operações aéreas dos aviões não tripulados em regiões urbanas, rurais e de aeroportos, onde as normas de segurança são mais exigentes.

O novo sistema UTM (Unmanned Traffic Management) da Indra será a peça encarregada de organizar todo este tráfego, identificar cada aeronave e controlar seu acesso e movimentações de forma segura. A plataforma foi pensada para integrar soluções de detecção e neutralização de drones, complementando a capacidade de gerenciamento do tráfego aéreo.

Além disso, conta com uma solução UTM Hub, que vai automatizar o fornecimento de serviços centralizados de coordenação para todos os setores, no qual estarão envolvidos: operadores, fornecedores de informação e autoridades.

Por fim, a Indra Air Drones oferecerá um serviço inteligente, altamente digitalizado e automatizado. Dessa forma, será possível facilitar o acesso rápido e simples a qualquer usuário que queira operar seu drone ou sua frota de drones com total garantia de segurança. A liderança da Indra como fornecedora de sistemas de tráfego aéreo torna a companhia capacitada para configurar um espaço UTM deste tipo, com os níveis de segurança necessários.

A solução tem em vista o aumento do fluxo aéreo nos próximos anos, em que a companhia projeta um aumento exponencial no número de aeronaves, com drones de baixo custo junto a outros de caráter profissional muito mais sofisticados, helicópteros, aviões convencionais.

AIG discute os bastidores da regulação de sinistros em Responsabilidade Civil 479

AIG discute os bastidores da regulação de sinistros em Responsabilidade Civil

Dimensão da cobertura da apólice, impacto do sinistro no negócio e sobre terceiros e planejamento em prevenção são os principais pontos que devem ser levantados por corretores

Com casos práticos de diferentes acidentes e imprevistos que exigem a responsabilização de empresários – de acidentes de trabalho a erros na linha de produção e prejuízos a terceiros por graves danos – a AIG promoveu o evento O Sinistro da Vez: Responsabilidade Civil, na última sexta-feira (15), em São Paulo. Na ocasião, mais de 100 corretores acompanharam o painel formado por especialistas da AIG nas áreas de Sinistros, Jurídico e Produto, ao lado do executivo da CooperBrothers, empresa de Regulação de Sinistros.

“A partir de dúvidas e questionamentos dos corretores, organizamos este encontro como mais uma forma de capacitar nossos parceiros nas coberturas e especificidades dos Seguros Responsabilidade Civil Geral (Empregador, Produtos e Operações). A partir de exemplos e da experiência da AIG, buscamos mostrar as principais exposições a riscos, o funcionamento das coberturas e a importância de atividades de gestão e prevenção”, explica Nathália Gallinari, Gerente de Responsabilidade Civil e Ambiental da AIG.

Durante o painel, Daniel Santos, Gerente de Sinistros de RC e Linhas Financeiras da AIG, explicou que “quando negociam a apólice, muitas empresas ficam preocupadas com apenas dois pontos: a cobertura e o limite. Ou seja, acreditam que, no máximo, a seguradora irá arcar com os custos de indenização. Porém, é importante ressaltar que a AIG faz muito mais que isso: toda a investigação do sinistro permite à empresa entender os motivos que levaram ao eventual incidente e ajuda na prevenção. São serviços que, independente da cobertura do sinistro, estarão à disposição do segurado”.

Para Nathália Gallinari, também parte do painel, há inúmeros recursos técnicos utilizados pela seguradora que auxiliam na apuração e regulação de sinistros. “Trabalhos multidisciplinares, que inclusive envolvem perícias, auxiliam na solução de uma série de questões, como, por exemplo, verificar se o produto questionado poderia ou não apresentar um determinado problema, ou causar certo dano”, diz.

A importância dos primeiros passos da apuração

Eduardo Lima, Diretor da Cooper Brother, trouxe para o debate o conhecimento do ‘outro lado do balcão’ e destacou que cada segurado possui particularidades, por isso é importante entender com detalhes as questões técnicas de seu ramo de atuação.

O profissional destacou que “os primeiros passos são fundamentais para avaliar eventuais falhas de segurança. São apuradas quais foram as ações imediatas tomadas pelo segurado para controlar aquela situação, se os equipamentos de proteção individual (EPIs) foram utilizados corretamente, se o programa de manutenção foi cumprido e se o colaborador possuía treinamento e certificados necessários para operar aquela determinada máquina”.

Segurado deve se precaver mesmo quando o sinistro é encerrado

Alguns profissionais acreditam que os problemas se encerram quando o sinistro é finalizado. Porém, Katiuscia Brandão, Especialista de Sinistros de Responsabilidade Civil da AIG, destaca que reclamações podem surgir, em alguns casos, até alguns anos após o encerramento.

“É fundamental manter registros, perícias e documentos que comprovem que o evento não prejudicou, por exemplo, empresas parceiras, fornecedores ou vizinhos do empreendimento”, lembra Katiuscia.

O impacto à cadeia de valor e a terceiros

Entre os exemplos citados pelos especialistas foi o de uma manufatura de pequeno porte, fornecedora de grandes indústrias no setor de bebidas. Com uma apólice de Responsabilidade Civil Produtos, o sinistro teve grande impacto na cadeia produtiva, a ponto de exigir um descarte antes de os materiais chegarem ao varejo. “O corretor deve conhecer o negócio do seu cliente e qual o seu alcance para auxiliá-lo na dimensão do risco”, explicou Katiuscia. Outro ponto é o caso de incêndio ou outros acidentes em estabelecimentos, com danos a terceiros próximos. “Pela extenção dos estragos, um pequeno comércio terá de arcar com os seus prejuízos e com o de terceiros. A falta de planejamento para esses casos pode levar ao fim do negócio”, completa.

Judicialização da saúde cresce 130% 1012

Judicialização da saúde cresce 130%

Problemas com planos de saúde representam 30% da demanda

O número de processos em primeira instância relativos ao direito à saúde, entre 2008 e 2017, subiu 130%. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O aumento geral de processos na instância foi de 50% no mesmo período, para fins de comparação.

Quando incluídos os recursos em segunda instância, os problemas com planos de saúde são responsáveis por 30% dos processos, sendo assim a principal causa de demandas judiciais. O seguro aparece em segundo lugar, com 21,1%, e saúde pública aparece em terceiro, com 11,7%.

“Podemos constatar sem a necessidade de acessar números estatísticos, que a saúde pública no Brasil não consegue atingir a todos, e tanto a saúde pública como particular, por vezes não possuem qualidade em seus serviços prestados – onde justificadamente acarretam ações judiciais em busca do direito violado de um paciente/consumidor. Porém, o que vemos independente disso, é um aumento injustificado e infundado de ações que sequer deveriam ser levadas para o judiciário, que configuram tão somente o enriquecimento ilícito mediante ações judiciais”, explica Ricardo Stival, Graduado em Direito pela Universidade Tuiuti do Paraná, em artigo publicado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (CRM-PR).

Ontem, em São Paulo, foi realizada a III Jornada de Direito da Saúde, no Hospital Sírio Libanês. O Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann, destacou pontos importantes como a atuação para reduzir índices de judicialização e aprimorar a orientação aos pacientes sobre as terapias que o SUS já disponibiliza e que são seguras para os pacientes.

Além de Germann, participaram do evento os Ministros Luiz Mandetta e Dias Toffoli, entre outras grandes autoridades de Saúde e da Justiça.

Seguro auto feminino está mais caro que o masculino em 5 capitais brasileiras 235

Seguro auto feminino está mais caro que o masculino em 5 capitais brasileiras

Segundo Relatório da Bidu, a cotação média com maior valor para o público feminino foi registrada no Rio de Janeiro, seguida por Porto Alegre e São Paulo

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg, divulga levantamento realizado este mês com valores dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em fevereiro de 2019, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro em cinco capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez. As cotações desta edição foram feitas no dia 6 março.

Contrariando a tendência usual, o valor médio do seguro para mulheres para os modelos mais emplacados do País está mais caro que o masculino em todas as capitais analisadas. A cotação média com maior preço para o perfil feminino foi registrada no Rio de Janeiro, cidade em que elas pagam uma média de R$ 3.920, seguida por Porto Alegre e São Paulo. Já o menor custo para as condutoras foi registrado em Fortaleza, em que o serviço sai em média por R$ 1.870. Como acontece normalmente, a capital fluminense também lidera as cotações mais altas para ambos os sexos, já que entre os homens o maior preço foi encontrado na cidade novamente, no valor médio de R$ 3.702. Do mesmo modo, o menor custo para o perfil masculino também está na principal metrópole do Ceará, que registrou custo médio de R$ 1.710.

*Preço médio do seguro em março por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Preço médio do seguro em março por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Quando comparado com o mês anterior, o maior aumento para o perfil feminino se dá em São Paulo, com um acréscimo de 15%, enquanto em Fortaleza há uma retração de 17,5%. Para os homens, os preços têm pequena elevação apenas em Porto Alegre (1,4%) e no Rio de Janeiro (0,2%). No entanto, há uma redução significativa na capital cearense, com decréscimo de 33,8%.

*Variação do preço médio do seguro por cidade entre fevereiro e março (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade entre fevereiro e março (vermelho: mulheres; azul: homens)

Analisando o comportamento de preços dos diferentes modelos, o crescimento no valor médio do seguro para mulheres aconteceu em oito dos dez veículos que se repetem, entre janeiro e fevereiro, no ranking dos mais vendidos, de acordo com a Fenabrave, com exceção do Fiat Mobi e Fiat Argo. Como mostra a tabela abaixo, o maior aumento na cotação de preços médio para o perfil feminino é registrado para o Chevrolet Onix, com crescimento de 15,1%. Já para os homens, o destaque em termos de redução de preço médio se dá com o Fiat Argo, que registra uma queda de 27,2%. Inversamente, os únicos modelos que tiveram um pequeno aumento para motoristas masculinos foram o Renaul Kwid, Hyunday HB20 e o Jeep Renegade, apontando acréscimos no valor médio de 3,2%, 2,1% e 0,7%, respectivamente.

*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre janeiro e fevereiro (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre janeiro e fevereiro (vermelho: mulheres; azul: homens)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em fevereiro foram emplacados 162.537 automóveis – uma queda de 0,8% em comparação com janeiro, quando foram emplacadas 163.796 unidades. Este é o quarto mês consecutivo com redução no número de emplacamentos.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em fevereiro, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em fevereiro, de acordo com a Fenabrave

O Chevrolet Onix segue novamente como o carro mais emplacado no Brasil, com 18.392 unidades em fevereiro ante 8.055 registradas para o segundo colocado, o Hyunday HB20. O preço médio do seguro do modelo de entrada do Onix para o sexo masculino custa atualmente R$ 2.409, contra R$ 2.524, registrado no estudo anterior. Já para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 2.607 ante R$ 2.265 calculados na cotação do mês anterior. Em fevereiro, todos os veículos listados entre os mais vendidos continuaram os mesmos de janeiro, invertendo apenas algumas posições do ranking, como exemplos os modelos Volkswagen Gol e Polo, que caem do 5º e 7º lugares para ocuparem o 8º e 10º lugares, respectivamente. Já os modelos Fiat Argo e Mobi, sobem no ranking do 8º para o 4º lugar e do 10º para 7º, sucessivamente.

A redução de preço médio no seguro mais expressiva registrada no período para o sexo masculino, fica para o modelo Fiat Argo, que teve um decréscimo de 27,2%, seguido do Volkswagen Polo, com 18,7%. Já para o perfil feminino essa redução se dá apenas para os modelos Fiat Mobi, com tímido 2,9%, seguido do Fiat Argo, com apenas 1,2%.

O melhor custo-benefício

No Relatório Bidu deste mês, o Volkswagen Polo aparece como o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), para ambos os perfis. Para as mulheres, o price ratio é de 5,2% e para os homens é de 4,6%.

Já a relação de menor custo-benefício para ambos os sexos, fica para o Renault Kwid, que registra price-ratio de 8,1% para mulheres e 7,7% para homens.

*Variação por preço de seguro (price ratio) / (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação por preço de seguro (price ratio) / (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação entre as cidades

Neste mês, a cidade de Fortaleza registrou o seguro mais barato entre as capitais estudadas, onde a média geral do preço do seguro dos dez modelos do ranking, para homens e mulheres, ficou em R$ 1.790. Já o Rio de Janeiro, figura novamente com a média geral mais alta, considerando os dois perfis, com cotação de R$ 3.811 – uma diferença de 112,9% em relação ao preço médio cobrado na capital cearense.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Mais detalhes

Confira abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em fevereiro, de acordo com a Fenabrave, e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados pela Bidu. As cotações de seguro foram realizadas no dia 6 de março de 2019. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para este mês, assim como edições anteriores.

*Perfil A: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil A: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

*Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no dia 6 de março de 2019.