Encontros e histórias marcam posse de Guacir Bueno como presidente do SindSeg-RS 391

Cerimônia foi realizada no Instituto Ling, em Porto Alegre

Autoridades, familiares e amigos do mercado segurador contemplaram na noite desta quinta-feira (14) a cerimônia que empossou oficialmente Guacir de Liano Bueno como presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul e toda a nova diretoria da entidade.

“Esperamos fazer um trabalho adequado e sério que qualifique sempre cada vez mais nosso mercado, por isso, contamos com todos os operadores de seguros e todos que possam trabalhar conosco para enfrentar estes tempos áridos e de dificuldades”, contou Bueno em entrevista ao programa Seguros Sem Mistério.

No discurso de posse, Guacir Bueno destacou a história do Sindicato e as parcerias, como, por exemplo, na área de qualificação dada a forte parceria existente com a Escola Nacional de Seguros. O novo presidente também ressaltou a positiva relação existente entre as entidades representativas de classe.

Encontros recheados de histórias e conquistas para o setor aconteceram no Instituto Ling, em Porto Alegre. Um dos momentos mais marcantes aconteceu no forte abraço dado por Miguel Junqueira Pereira, lenda viva do seguro e ex-presidente do SindSeg-RS, e João Alberto Possiede, presidente do SindSeg-PR.

O novo presidente ficará à frente do Sindicato das Seguradoras no Rio Grande do Sul até 2019.

Guacir Bueno é empossado como presidente do SindSeg-RS

Oficina de SP amplia carteira de seguradoras após investir em certificação da qualidade 245

Oficina de SP amplia carteira de seguradoras após investir em certificação

Companhias de seguro representam 85% do movimento no Centro Automotivo Regente, que participou do Programa de Incentivo à Qualidade (PIQ), uma parceria entre o IQA e o Sindirepa Nacional

Companhias de seguro representam 85% do movimento no Centro Automotivo Regente, que participou do Programa de Incentivo à Qualidade (PIQ), uma parceria entre o IQA e o Sindirepa Nacional. Fortalecer a imagem da oficina perante as companhias de seguro foi o objetivo do empresário José Fragoso ao investir na certificação do Centro Automotivo Regente por meio do Programa de Incentivo à Qualidade (PIQ), uma parceria entre o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) e o Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa Nacional), que visa intensificar a certificação de oficinas independentes no Brasil.

Certificada desde maio de 2017, a Regente dobrou a carteira de seguradoras – além de atender a SulAmérica e o grupo Porto Seguro, Azul e Itaú Seguros, tornou-se oficina referenciada da Allianz e da HDI. Hoje as seguradoras representam 85% do movimento. “A certificação é muito bem vista na hora de conseguir um credenciamento”, diz Fragoso, proprietário do centro automotivo que oferece serviços de funilaria, pintura e mecânica no bairro Ipiranga, em São Paulo, desde 2010.

Adequações

Para obter a certificação, Fragoso investiu na readequação do layout produtivo, o que permitiu melhorar a organização da oficina e reforçar a adoção de processos ambientalmente sustentáveis, como a instalação de caixa separadora de água e óleo. Assim, o centro automotivo faz o descarte de contaminantes por meio da contratação de uma empresa especializada, que retira os resíduos a cada 15 dias. Outro investimento foi a aquisição de ferramentas especiais de funilaria.

De acordo com Sérgio Fabiano, gerente de Serviços Automotivos do IQA, o Programa de Incentivo à Qualidade (PIQ) representa uma oportunidade para o empresário da reparação, que pode elevar o patamar de qualidade da oficina, a partir da implantação de um sistema de gestão norteado pela melhoria contínua dos processos. “Quem investe em qualidade possui as condições necessárias para crescer e desenvolver negócios sustentáveis”, aponta o engenheiro.

Os gestores da reparação interessados em participar do PIQ precisam preencher o formulário que está disponível no site do programa.

Sincor-RJ realiza palestra sobre as perspectivas para 2019 557

Sincor-RJ realiza palestra sobre as perspectivas para 2019

Debate conta com mediação de Arley Boullosa, Diretor de Ensino do Sincor-RJ

No dia 23 de janeiro, acontece mais um debate no auditório do sindicato, das 9 horas ao meio-dia, com o tema “Chegamos em 2019. E agora?”. Quem vai intermediar o debate é o Professor da Escola Nacional de Seguros e Diretor de Ensino do Sincor-RJ, Arley Boullosa. “Venha participar de um bate papo sobre as perspectivas para 2019 em relação ao mercado de seguros”, conclama a entidade.

Os participantes terão a oportunidade de dialogar com o palestrante sobre o setor de seguros e o novo governo, como funciona o segmento nos Estados Unidos, se no Brasil o mesmo modelo de negócio será seguido e o que pode mudar para os corretores. Para confirmar presença, é só entrar em contato através deste site. O evento é gratuito para associados e R$ 20,00 para corretores não-sócios. O contato através do telefone só pode ser feito a partir de 15 de janeiro. No momento, o Sindicato está em recesso.

Resiliência do seguro garante o futuro de pessoas e famílias 384

É o que pensa o CEO da MAPFRE no Brasil, Luis Gutiérrez Mateo

A resiliência do mercado de seguros foi enaltecida pelo CEO da MAPFRE no Brasil, Luis Gutiérrez Mateo. Em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério na TV, o executivo disse que o mercado “acompanha quando a economia vai bem, mas também quando a economia cai, pois garantimos o futuro das pessoas”. “Representamos uma parte fundamental do Produto Interno Bruto (PIB) do País”, justificou.

Ainda na entrevista, gravada durante o último Congresso Estadual de Corretores de Seguros (Conec), Gutiérrez demonstrou que o portfólio de produtos não é o fundamental. “A parte fundamental é continuar tendo o maior portfólio de produtos, continuar melhorando e adaptando às características do consumidor e do mercado, além de inventar, pensar fora da caixa, fazer de outro jeito e, sobretudo, escutar os corretores – que são a voz e a cara da companhia”, afirmou ao ressaltar a importância de ouvir o que o mercado, como um todo, precisa para o desenvolvimento de novas soluções.

“A  verdade é que a companhia é feita por pessoas. Pessoas que acreditam no sucesso de uma empresa”, prosseguiu. “Tenho o privilégio de que os corretores conhecem e também aproveitam o melhor time de seguro do País, assim como também temos o melhor time de seguro do mundo. Estou super honrado e orgulhoso desse time que representa a MAPFRE”, finalizou.

Presidente diz que alíquota do Imposto de Renda poderá ser reduzida 469

Presidente diz que alíquota do Imposto de Renda poderá ser reduzida

Medida deve ser anunciada pelo ministro Paulo Guedes

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (4) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve anunciar a possibilidade de diminuir o teto da alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Física, de 27,5% para 25%. “Porque o nosso governo tem de ter a marca de não aumentar impostos”, afirmou.

Perguntado, Bolsonaro disse que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) já foi assinado, mas “para quem tem operação fora”. Segundo ele, a medida foi necessária “para poder cumprir uma exigência de um projeto aprovado [pelo Congresso] nesse sentido, como pauta bomba, contra a nossa vontade”.

O presidente afirmou que “o percentual [de aumento] é mínimo, uma fração”.

Bolsonaro falou com a imprensa após participar de cerimônia de transmissão do comando da Aeronáutica para o tenente brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, na Base Aérea de Brasília.

Reforma da Previdência

Bolsonaro também disse que o governo deve apresentar a proposta para a reforma da Previdência ainda este mês. “Vamos aproveitar o que está na Câmara. A última proposta minha é aproveitar. Ela [a reforma] está num espaço temporal que termina em 2030. Tudo aquilo que é para entrar em vigor até o final de 2022, essa é a última ideia que eu quero ver se a gente consegue colocar em prática e compor com o Parlamento já que a proposta está lá. Seria como está na proposta agora, 62 anos para os homens no final de 2022. E para mulheres, de 55 para 57 [anos].”

Em entrevista a terceira maior emissora de televisão do Brasil, ontem (3), Bolsonaro disse que a proposta de reforma da Previdência em discussão no governo prevê a idade mínima de 62 anos para os homens e 57 anos para as mulheres com aumento gradativo. Segundo Bolsonaro, seria mais um ano a partir da promulgação e outro em 2022, mas com diferenças de idade mínima de acordo com a categoria profissional e a expectativa de vida.

Polêmico projeto de extração de carvão na Austrália gera mobilização da sociedade e afasta seguradoras do negócio 223

Graves riscos ambientais, sociais e de governança também dificultam a captação de recursos para a exploração da mina

Projeto de extração de carvão na Austrália gera mobilização e afasta seguradoras
Projeto de extração de carvão na Austrália gera mobilização e afasta seguradoras

Segmentos da sociedade australiana e ambientalistas do mundo todo vêm se mobilizando contra um controverso projeto de extração de carvão mineral na Austrália, trazendo à tona um grande debate ético, com desdobramentos que colocam o setor de seguros sob o holofote.

A polêmica teve início quando o conglomerado indiano Adani anunciou a intenção de operar a mina Carmichael, que fica no norte da costa leste da Austrália e tem potencial para produzir 27 milhões de toneladas de carvão mineral por ano, o que geraria, em todo o ciclo de vida da mina, o equivalente a cerca de 8 anos de emissão de gases de efeito estufa de toda a Austrália.

Além disso, o complexo industrial oriundo do projeto poderia afetar a Grande Barreira de Corais australiana, que é patrimônio mundial da humanidade e está localizada próxima da mina, como também estão os povos indígenas Wangan e Jagalingou, que já questionam juridicamente sua legalidade. E contribuindo ainda mais para a polêmica, o grupo Adani também é acusado de suborno, corrupção, abuso dos direitos humanos, exploração dos trabalhadores e evasão fiscal.

As inúmeras questões ambientais, sociais e de governança (ASG) inerentes ao projeto criaram uma pressão tal da sociedade australiana que fez com que nenhuma instituição financeira prospectada aceitasse financiar o projeto, incluindo todos grandes bancos australianos e alguns bancos públicos chineses. Para superar o impasse, os indianos anunciaram que pretendem se autofinanciar, colocando, então, a pressão sobre o setor segurador, uma vez que o projeto precisa de coberturas de seguros para sair do papel.

Consultadas, dez seguradoras já se comprometeram a não disponibilizar seguro para a mina de Carmichael. Outras 17, no entanto, ainda não se pronunciaram, o que suscitou a redação de uma carta pública chamando as companhias a também não participarem do empreendimento. A carta, disponível apenas em inglês, é assinada por 70 instituições, e pode ser lida clicando aqui.

*Traduzido por CNseg – Confederação Nacional das Empresas de Seguros