Susep autoriza novos aportes em capital social 308

Confira as principais notícias desta terça-feira, 19 de abril, no #GirodoMercado

Susep autoriza novos aportes em capital social 

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Portaria publicada pela Susep aprova o pedido de aumento de capital dos acionistas da Bradesco Seguros S.A.. Com isso, a seguradora receberá aporte de R$ 175.000.000,00 em seu capital social, elevando- o para R$ 7.225.000.000,00, dividido em 724.802 ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal. Já Allianz Seguros S.A está autorizada a elevar seu capital social em R$ 95.000.000,00, para R$ 1.228.035.479,00, dividido em 1.105.066.478 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, segundo outra portaria da autarquia. Na Austral Seguradora S.A., além de aumento no capital social, a autarquia ratificou, na mesma portaria, a mudança do endereço da sede para Avenida Bartolomeu Mitre, 336, 3º andar, parte, Leblon, Rio de Janeiro – RJ. Em relação ao capital, a seguradora fará aporte de R$ 2.811.811,28, elevando o capital social para R$ 44.359.680,84, dividido em 44.104.964 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Os acionistas de HDI Global Seguros também receberam sinal verde da autarquia para ampliar o capital social em R$ 1.999.999,98, para R$ 47.004.499,98, dividido em 51.248.313 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.

Prorrogado o prazo para inscrição na Certificação Profissional CNseg

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Atendendo a pedidos, o prazo para inscrição na edição 2016 da Certificação Profissional CNseg (CPC) foi estendido até 20 de maio. Considerada estratégica pelas lideranças do mercado segurador por contribuir para o aumento da qualificação de todo o setor, a CPC também contribui para a melhoria da empregabilidade de seus profissionais, pois certifica que estão preparados para atuar com eficiência em um ambiente cada vez mais competitivo. Assim, trata-se de um processo em que, aqueles que desejarem acelerar o seu progresso profissional , diferenciando-se no mercado, devem estar envolvidos. Para se inscrever na Certificação Profissional CNseg, os interessados devem acessar o site cpc.cnseg.org.br onde, além da inscrição, podem acessar o regulamento, conferir os locais de prova – que será realizada em 13 cidades brasileiras, no dia 22 de junho. Uma importante novidade desta edição é o curso online oferecido pela Escola Nacional de Seguros, que contará com vídeo aulas, tutoria online e exercícios simulados. Inscreva-se aqui.

Brasileiro já pagou R$ 600 bilhões em impostos este ano

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O brasileiro pagou R$ 600 bilhões em impostos do início do ano até este sábado (16), segundo o “Impostômetro”, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No ano passado, esse mesmo montante foi alcançado um dia depois, em 17 de abril. Com essa quantia destinada aos cofres públicos pelos brasileiros, seria possível construir mais de 17 milhões de casas populares de 40 metros quadrados cada, de acordo com a ACSP. Também daria para criar mais de 2 milhões de postos de saúde equipados. Os R$ 600 bilhões pagos até agora também seriam suficientes para adquirir mais de 7.525.568 ambulâncias equipadas e comprar mais de 22.437.342 carros populares. Segundo a ACSP, seria possível, ainda, construir mais de 6.584.872 km de redes de esgoto e adquirir 550.734.761 geladeiras simples.

Essor reforça o time de Auto/Transportes

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A Essor Seguros tem um novo diretor técnico na área de Auto/Transportes. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, o executivo Marcio Feital assume o cargo após atuar, durante três anos, como gerente na seguradora. Ele abraça a função com a tarefa de impulsionar ainda mais a área, em franca expansão na companhia, marcada pelo desenvolvimento de produtos diferenciados e inovadores.

Brasilcap comemora um ano do projeto de Escolinha de Vôlei em Deodoro

Luis EFigénio/nFACTOS - 12 de Fevereiro de 2009 - Guimaraes - Jogo para a liga dos campeoes de voleibol, entre Vitoria de guimaraes e Iraklis Thessaloniki
(Foto: Luis Efigénio)

A Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização, comemora um ano da Escolinha de Vôlei de Praia da medalhista olímpica Adriana Samuel, na região olímpica de Deodoro, no Rio de Janeiro, patrocinada pela Companhia. O projeto promove a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio do esporte, atendendo cerca de 100 alunos por mês. Ao apoiar o projeto, a Brasilcap fortalece assim seu papel de agente transformador da sociedade, atendendo a princípios de responsabilidade, ética, valorização da vida e educação. No último ano, os recursos investidos em iniciativas socioambientais ultrapassaram os R$ 13 milhões. “A Brasilcap segue contribuindo para o futuro de muitos brasileiros. Seja pelo estímulo à disciplina financeira proporcionada por nossos produtos, seja pelo apoio a projetos socioambientais que valorizem a educação como ferramenta de transformação na vida de crianças e jovens”, declara Marcio Lobão, presidente da Companhia. Uma pesquisa realizada com os alunos da Escolinha mostrou que 93% disseram gostar muito das aulas de vôlei, mesmo índice dos que acham que o comportamento na sala de aula melhorou. “É perceptível a interação social e vínculos de amizade entre eles, bem como toda parte cognitiva e disciplinar. Minha filha é privilegiada por essa oportunidade e nós da família somos agradecidos a todos os profissionais e patrocinadores”, conta Ana Lúcia, mãe da aluna Mariana, de 9 anos.

*Informações de CNseg, G1 e assessorias de imprensa das empresas citadas.

Mercado de seguros propõe marco regulatório e ampliação de novos produtos 411

Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Confira os detalhes da mais recente Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Em sua mais recente Carta de Conjuntura, que reúne números e projeções do mercado de seguros, o Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) apresenta uma série de propostas ao próximo presidente da República para a melhora das atividades do setor. As sugestões, formuladas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), visam promover a inclusão social, desenvolver novos produtos, promover o equilíbrio financeiro e o fortalecimento do modelo regulatório.

Segundo o documento do Sincor-SP, os seguros arrecadam anualmente R$ 460 bilhões e pagam aos consumidores aproximadamente R$ 280 bilhões em indenizações. O setor também dispõe de ativos para garantir os riscos assumidos, da ordem de R$ 1,2 trilhão – equivalentes a 25% da dívida pública brasileira –, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país. Com movimento de receitas que já representam 6,5% do PIB brasileiro, o setor tem potencial para crescer ainda mais, diz a Carta.

Entre as propostas, estão a criação de novos produtos nas áreas de saúde, de vida (Universal Life) e de previdência (Prevsaúde); iniciativas para blindagem das reservas técnicas, além de coibir o exercício irregular da atividade seguradora; promoção da Reforma da Previdência pública; novas formas de regulação, de remuneração e de reajuste na área de saúde; e um novo marco regulatório no mercado de capitalização e ampliação de novos produtos na área de seguro garantia.

Para o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, a expectativa de crescimento, com o surgimento de novos produtos, mostrará com mais força o papel da entidade em preparar os corretores para esses novos serviços. “Frente aos riscos que as obras de grande porte têm sofrido diante da crise político-econômica, o setor de seguros pode ser um agente para alavancar a infraestrutura no País, oferecendo mais proteção a essas obras. Seguros como os de Responsabilidade Civil, E&O (Error and Ommissions), D&O (Directors and Offices Liability Insurance) e Seguro Cyber Risks ganham força, e todo apoio governamental será fundamental para a nova fase”, exemplifica Ber.
Em outras frentes de propositura, o presidente da entidade também menciona a previsibilidade da mediação com passo inicial na resolução de conflitos envolvendo apólices de seguros. “Quando observamos um cenário onde o Tribunal de Justiça de São Paulo julgou cerca de 25 mil processos contra planos de saúde, nos primeiros nove meses de 2018, vemos a mediação como um caminho que pode minimizar esses pleitos na Justiça”, comenta Ber.

A publicação do Sincor-SP destaca que em 2015 e 2016 os números da economia do País foram ruins, mas que em 2017 e no início de 2018 alguns indicadores mostraram recuperação. A alta só não foi maior devido a fatores como a greve dos caminhoneiros, o desemprego e proximidade das eleições. A expectativa agora é que, definido o próximo presidente, as coisas se equilibrem e comecem a entrar em um ritmo de desenvolvimento.

A despeito da instabilidade econômica, os ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), sem considerar as operações de saúde suplementar, apresentam variação acumulada de mais 6% no faturamento até agosto na comparação com o mesmo período de 2017. O valor é influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT. Caso o ramo fosse excluído nos dois períodos citados, teríamos um valor maior, já que a variação acumulada passaria de 6% para 7%. Já nos produtos do tipo VGBL, um produto com características mais financeiras, de acumulação, houve queda em 2018, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Outros números positivos vêm da receita de resseguro local, com um faturamento de R$ 5 bilhões até julho – alta de 7% em relação ao ano passado – e da receita de capitalização, que registrou o mesmo faturamento e alta, mas até agosto. No total, as seguradoras faturaram até agosto R$ 12,7 bilhões, contra R$ 11,2 bilhões no mesmo período do ano passado, uma alta de 14%. O patrimônio líquido das companhias, no entanto recuaram 7%, passando de R$ 88 bilhões para R$ 82,2 bilhões.

Na Carta, ainda dedica espaço ao seguro de automóvel, o principal produto da maioria das corretoras. Segundo a entidade, os prêmios pagos no ramo chegam a R$ 38 bilhões ao ano. O mercado também é bem diversificado, 25 seguradoras têm um faturamento acima de 0,2% do total e as cinco primeiras faturam menos de 60% de tudo que é ganho pelo setor. O estudo conclui que o veículo continua sendo o grande sonho do brasileiro e a infraestrutura do País em transportes públicos é precária para que o consumo tenha uma desaceleração importante. Por outro lado, a entidade destaca que os aplicativos de motoristas vêm aumentando e que, a longo prazo, isso pode representar uma ameaça ao ramo.

Confira a Carta de Conjuntura.

CNseg comenta eleição de Jair Bolsonaro 651

Faixa presidencial

Confederação Nacional de Seguros parabeniza presidente eleito do Brasil

Em nota enviada à imprensa, a Confederação Nacional de Seguros (CNseg), parabenizou o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), desejando-lhe sucesso em sua gestão. “Com o objetivo de colaborar, e dentro de suas finalidades institucionais, a Confederação teve a oportunidade de entregar pessoalmente ao presidente eleito um dossiê completo com suas propostas para os próximos anos”, diz o texto.

O mercado de seguros brasileiro ocupa a 46ª posição do ranking mundial no consumo por pessoa, em descompasso com a economia do país, a nona maior do planeta. O setor segurador é responsável pela formação de poupanças equivalentes a R$ 1,2 trilhão, sendo um dos maiores investidores institucionais do país. “Há, portanto, um cenário de muitas oportunidades e desafios para a inclusão social neste mercado. Por isso, o setor segurador deve ter papel destacado na formulação e execução de políticas públicas, no planejamento dos investimentos privados e nas ações governamentais que deverão ser realizadas”, complementa o comunicado.

“Estamos prontos a contribuir para o Brasil retomar o caminho de crescimento econômico sustentável, com maior geração de renda, de produção e de emprego”, finaliza a carta assinada por Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

Allianz investe em simplicidade e conectividade para agilizar cotação do Seguro Automóvel 451

Conectividade

Sistema de cálculo da seguradora passou por aprimoramentos visando ganho de produtividade aos corretores

Com o objetivo central de otimizar as operações realizadas rotineiramente pelos corretores, a Allianz Seguros passou a trabalhar com um novo modelo para estabelecer o perfil de risco em Automóvel. A implementação do conceito é inédita no mercado segurador, foi viabilizada por meio de automação e é resultado da atual fase da seguradora, baseada em simplicidade, conectividade e proximidade. A tecnologia possibilita que campos do sistema de cotação sejam preenchidos sem a intervenção humana.

Agora, para realizar um cálculo de seguro de Automóvel na Allianz basta o corretor preencher 14 campos no sistema de cotação– em sete lacunas é preciso digitar as informações e em outros sete itens basta clicar em alternativas disponibilizadas na tela. Se o cliente já estiver na base da Allianz, o número de campos a serem completados reduz para cinco.

“Hoje, nós temos o sistema de cálculo mais eficiente do mercado. O corretor precisa informar, por exemplo, o CPF e o CEP do segurado e a placa do veículo para que as outras informações sejam colhidas eletronicamente em fontes internas e externas. Além disso, uma cotação gera 12 cálculos, para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar a opção que melhor se encaixa às suas necessidades”, explica Pedro Pimenta, diretor de Automóvel da Allianz Seguros.

Pelo fato do atual modelo de negócios da Allianz estar voltado absolutamente para a simplificação de processos, ao término de um cálculo a apólice pode ser emitida. No mercado em geral há ainda uma segunda etapa, a validação de risco.

Novos pacotes do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna

O produto passou a contar com seis opções de contratação, possuindo diferentes condições de preços, que se encaixam na capacidade de compra de diferentes perfis de clientes, o que o torna bastante competitivo. Com o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o segurado tem ao menos: 500 km de remoção por guincho; 20 dias de carro reserva; seguro para terceiros de R$ 50 mil para danos materiais e corporais e de R$ 10 mil para danos morais; seguro para passageiros de R$ 10 mil em caso de invalidez ou morte; e assistência a vidros – para-brisa, traseiros e laterais, lanternas, faróis e retrovisores. O cliente da Allianz conta ainda com outros serviços de assistência 24h, como reparos residenciais.

Evento apresenta experiência de 20 anos de atuação de um fiscal da Susep 495

Fiscalização - Susep

Comissão de Direito Securitário da OAB-SP analisa as principais práticas detectadas nas empresas supervisionadas

Parte da experiência de 20 anos de atuação de um fiscal da Susep será transmitida em um evento que promete revelar as principais práticas detectadas nas empresas supervisionadas, desde as recorrentes até as mais relevantes, passíveis de autuação. O fiscal é José Inácio Ribeiro Lima de Oliveira, Analista Técnico e Chefe da Divisão de Fiscalização 1, DFIP do Escritório de Representação da Susep – ERSSP.

José Inácio e o economista Carlos Roberto Alves de Queiroz, Analista Técnico e Coordenador do Escritório de Representação da Susep em São Paulo, participarão da mesa de debates “Práticas de supervisionadas detectadas em fiscalização prudencial”, que será realizada pela Comissão de Direito Securitário da OAB-SP, no dia 31 de outubro, a partir de 9h, no Salão Nobre da OAB-SP, na Praça da Sé, 385, 1º andar, na capital paulista. A entrada é gratuita, mediante a doação de 1 lata ou pacote de leite integral em pó (400g).

Inédito, o evento foi idealizado a partir de uma palestra que José Inácio apresentou na Comissão de Direito Securitário, da qual é membro efetivo. Segundo a presidente da Comissão, Debora Schalch, a palestra foi tão interessante que mereceu ser “aberta” ao mercado. “Foi muito interessante saber que em vez de apenas cumprir rigorosamente a letra fria da norma e aplicar as sanções, a Susep evoluiu e, hoje, diante de alguns tipos de irregularidades, adota uma postura mais flexível, menos punitiva e mais educativa e orientadora”, diz.

“No passado, a orientação era clara: diante de qualquer irregularidade a ordem era autuar. Mas, esse modelo não trouxe eficácia à fiscalização. Hoje, há um esforço da Susep na busca de maior eficiência e comprometimento da administração das empresas supervisionadas”, confirma José Inácio.

De uma forma geral, a fiscalização trocou a postura coercitiva pelo enfrentamento dos problemas e irregularidades nas empresas, no sentido de buscar soluções. O evento também trará sugestões e orientações às empresas, com base na experiência do fiscal. Sem citar nomes, ele apresentará casos práticos, de bons e maus exemplos.

Um caso recorrente, segundo José Inácio, é o da sonegação de informação, algo que sempre traz risco ao gestor. “Nessa situação, o órgão regulador pode construir junto com a empresa um plano de ação para regularizar o problema”, diz.

Inscreva-se para o evento neste endereço.

Executivos da Bradesco participam de Conferência em Nova Iorque 551

Profissionais realizam curso internacional da LIMRA

Os executivos da Bradesco Seguros estão em Nova Iorque, nos Estados Unidos, participando da Conferência Anual da Life Insurance and Market Research Association (LIMRA). Dentre eles, o diretor-geral da Organização de Vendas, o superintendente executivo Regional Sul Anderson Mundim e a superintendente comercial Mercado Sucursal Curitiba Danielle Saad participam do evento.

Os profissionais participaram de curso internacional promovido pela LIMRA que acontece até esta terça-feira (30), abordando a força da reclamação, globalização do seguro, comissionamento e insurtechs. Na quarta e quinta-feira, acontecerá a etapa latino-americana.