Marcio Coriolano participa de almoço-palestra do CVG-RJ em 25/4 262

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano

Confira o #GirodoMercado desta quarta-feira, 20 de abril

Marcio Coriolano participa de almoço-palestra do CVG-RJ em 25/4

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O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participa, no dia 25 de abril, de almoço-palestra promovido pelo Clube Vida em Grupo – RJ, quando falará sobre o atual cenário e as perspectivas para o mercado segurador. Os interessados em participar do evento, que ocorrerá das 12h às 14h30, no restaurante Cais do Oriente, na Rua Visconde de Itaboraí, 8, no Centro do Rio de Janeiro, podem adquirir os convites na secretaria do CVG. As confirmações precisam ser feitas até hoje, dia 20, e os convites custam R$100,00 para os sócios do CVG-RJ e R$120,00 para os não sócios. Mais informações pelos telefones (21) 2203-0303 / 2213-2787 ou pelo email: cvgrj@cvgrj.com.br.

Solange Beatriz defende que a precificação deve corresponder à realidade

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A presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz, participou ontem (19), do Seminário “A Era do Diálogo. Menos litígio, Mais diálogo”, realizado pela Associação Brasileira das relações Empresa Cliente (Abrarec). A presidente da FenaSaúde participou do painel “Desafios e Perspectivas para a Redução da Judicialização no Brasil” que contou com a participação da Dra. Patrícia Cardoso – Coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro; José Renato Nalini – Secretário Secretaria de Educação do Estado de São Paulo; Thomas Eckschimidt – CEO e Cofundador ResolvJá; e Vitor M. Andrade – Presidente ABRAREC.

Congresso da Copaprose começa em grande estilo

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O XXVI Congresso Panamericano de Produtores de Seguros começará em grande estilo nesta quarta-feira (20/04), às 19h30min, na cerimônia de boas vindas, com a recepção aos congressistas sendo feita pelos presidentes da Fenacor e da Copaprose – entidades organizadoras de evento -, Armando Vergilio; da CNSeg, Márcio Coriolano; da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina – ASSAL, Carlos Pavez; e da Fides – Federação Interamericana das Empresas de Seguros -, Pilar González de Frutos; além do superintendente da Susep, Roberto Westenberger. O evento prosseguirá até sexta -feira (22) no Windsor Hotel Atlântica, Avenida Atlântica, 1.020 – Copacabana. O Congresso Panamericano de Produtores de Seguros, cujo tema central é “Para onde caminha o Seguro na América Latina?”, se propõe a promover uma reflexão sobre as perspectivas do mercado de seguros e, particularmente, dos produtores, intermediários e corretores de seguros, nos próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade. Esse debate tem como base o papel que cabe aos intermediários, produtores e corretores de seguros no processo de extensão de uma ampla rede de proteção securitária, que ampare e resguarde a vida, a saúde e o patrimônio das pessoas, a continuidade das empresas e as grandes obras, públicas e privadas. Durante o evento, será possível trocar experiências com profissionais da América Latina, Portugal e Espanha, além do indispensável network.

Workshop NIP e Complementação da RN 395

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A FenaSaúde, em parceria com a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abrange) e a Unimed Brasil, com apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), realiza em 5 de maio, em São Paulo, o workshop NIP e Complementação da RN 395. A NIP, sigla para Notificação de Intermediação Preliminar, é um instrumento de mediação da ANS que visa à solução consensual de conflitos entre consumidores e operadoras de planos privados de assistência à saúde. Por sua vez, a Resolução Normativa 395, publicada pela ANS em 14 de janeiro de 2016, dispõe sobre as regras a serem observadas pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde nas solicitações de procedimentos e/ou serviços de cobertura assistencial apresentados pelos beneficiários, em qualquer modalidade de contratação. O evento do dia 5, que será realizado no Maksoud Plaza, na Alameda Campinas, 150, Bela Vista, reunirá representantes do setor privado de saúde e da diretoria de Fiscalização da agência reguladora, quando se pretende esclarecer as eventuais dúvidas do mercado sobre o processo de funcionamento da NIP e de aplicação da norma. Os interessados em participar, podem se inscrever gratuitamente clicando aqui. As vagas são limitadas.

Movimento “Abril Seguro” discute a Lei do Desmonte

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A capital de Pernambuco, Recife, recebeu na terça-feira (19) o seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”. O evento será realizado pela Frente Parlamentar de Trânsito e Transporte da Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e terá início às 9h. O Seminário faz parte da agenda do “Movimento Abril Seguro”, uma iniciativa de dois dos principais nomes do mercado de seguros no Nordeste – Carlos Valle, diretor do Conselho da Fenacor, e Mucio Novaes, presidente do SindsegNNE – e que visa a colocar em pauta o tema seguros. Durante o Seminário, os profissionais do setor poderão debater sobre a importância da Lei do Desmonte no processo de regulamentação do seguro popular de veículos, sua principal base de sustentação. O seminário vem sendo realizado pela Fenacor em diversas capitais e conta com o apoio da Escola Nacional de Seguros, da Fenseg, dos Sincor, da Seguradora Líder e do Observatório do Trânsito. Autor do projeto que resultou nessa lei, quando exercia mandato de deputado federal por Goiás, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, aponta, entre outros benefícios, a esperada redução da violência no trânsito, especialmente no que se refere aos latrocínios e roubos e furtos de veículos. “A cada ano, são roubados mais de 500 mil veículos no Brasil. Menos de 60% são recuperados. A grande maioria vai para as oficinas irregulares de desmanches”, diz Vergílio. Nesses seminários são discutidas a formulação, a estruturação e a aplicabilidade da Lei do Desmonte, além de questões como os custos para a sociedade em decorrência dos acidentes viários e como prevenir e mitigar essas perdas.

*Informações de CNseg e Fenacor.

CNseg divulga Carta do Seguro com resultados do setor 804

Análise de mercado - Carta do Seguro CNseg

Decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%, em relação ao mesmo período do ano passado

A Susep divulgou os dados do mercado de seguros até setembro de 2018. Com o ciclo econômico ainda baixo, e considerando o novo
padrão de concorrência e as diferentes preferências por proteção manifestadas pelos consumidores, o desempenho médio do setor segurador torna opaca a dinâmica intrassetorial. Ou seja, deixa de revelar o desempenho comparativo entre os dois grandes segmentos do mercado – Ramos Elementares e Coberturas de Pessoas – e entre os diversos ramos de seguros abrigados nesses grupos.

Comparando-se os nove meses de 2018 com idêntico período do ano passado, o decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%. Entretanto, para adequada comparação, é preciso desconsiderar o DPVAT, já que teve tarifa reduzida por decisão dos órgãos reguladores.

Retirado esse seguro, o decréscimo é de 0,2%, virtualmente um estado de estabilidade em termos nominais. Já ao serem segregados segmentos e ramos de seguros, tem-se um melhor quadro da resposta do setor segurador e das forças de distribuição de produtos às preferências de pessoas, famílias e empresas.

Assim, destacam-se os ramos de seguros com desempenho acima de dois dígitos, que são o seguro Rural e o seguro de Transportes
(15,1%) e o ramo Patrimonial Massificados (14,4%). Perto de dois dígitos, figuram o seguro de Crédito e Garantias (9,8%), o seguro de
Responsabilidade Civil e os Planos de Vida Risco, ambos com 9,5%.

Todos aqueles ramos do segmento de Ramos Elementares, e mais os de Vida Risco, parecem refletir o comportamento cauteloso de famílias e empresas de se colocarem ao abrigo da proteção securitária em momento de ameaças contra o patrimônio acumulado, ameaças do desemprego, garantias dos empréstimos tomados, bem como a resiliência de atividades econômicas contracíclicas, como a agroindústria e o carregamento de obras ainda da época do ciclo econômico alto.Na outra ponta do desempenho, os Planos de Acumulação em Cobertura de Pessoas permanecem afetados pelo ambiente de volatilidade de ativos concorrentes. O decréscimo do VGBL já chegou a 9,4%, enquanto o PGBL viu reduzir a sua arrecadação em 2,2%, muito embora o patrimônio acumulado de ambos ainda seja superlativo. Pela sua magnitude na arrecadação global do setor segurador, são esses dois produtos de caráter previdenciários que influenciam a média negativa do mercado.

Como de praxe, alinham-se, abaixo, os gráficos de desempenho dos grandes segmentos dos seguros, desta vez em médias de 12 meses móveis. O que apenas referenda as diferentes contribuições das linhas de negócio dos seguros.

Reprodução
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Confira a Carta do Seguro, da CNseg, na íntegra.

Sompo debate crescimento e oportunidades do mercado de seguros 536

Eduardo Fazio, diretor comercial para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e regiões Norte e Nordeste da Sompo Seguros / Divulgação

Discussão acontece durante Congresso de Corretores do Norte do Brasil

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, marca presença na 1° edição do Congresso Norte de Corretores, que acontece dias 07 e 08 de novembro no Hangar Convenções e Feiras (Av. Doutor Freitas, s/n – Marco), em Belém (PA). Durante os dois dias de evento, executivos vão receber no stand da companhia, corretores de seguros, representantes de entidades e demais agentes do mercado para apresentar as mais recentes novidades, bem como perspectivas de negócios da Sompo para a Região Norte.
 
Na ocasião, Eduardo Fazio, diretor comercial para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e regiões Norte e Nordeste; participa na Rodada de Negócios no dia 07, às 15h. “A demanda na região tem aumentado significativamente. Vale destacar segmentos como os seguros de Vida e Empresariais, que têm encontrado grande repercussão e para os quais, a Sompo conta com soluções tanto para pessoas físicas, quanto para empresas, sejam elas micro, pequenas, médias ou grande empresas”, destaca. 
 
Já Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros, será um dos executivos participantes no painel “Crescimento e oportunidades de seguros na Região Norte”, que acontece às 10h30min do dia 08. “O mercado de seguros está em franco crescimento na região Norte. Com isso, observamos muitas oportunidades de expandir ainda mais a presença da marca Sompo localmente”, avalia o executivo.
 
O Congresso Norte de Corretores é organizado pelo Sindicato dos Corretores do Pará (Sincor-PA), em parceria com os Sindicatos de Corretores do Amazonas, Roraima, Tocantins, Rondônia e Acre.

Crescimento exponencial

Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador da Região Norte arrecadou R$ 4,5 bilhões em Prêmios de Seguros no período de janeiro a agosto de 2018, o que representa um crescimento de 25,1% em comparação com os R$ 3,6 bilhões alcançados no mesmo período de 201

Mercado de seguros propõe marco regulatório e ampliação de novos produtos 452

Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Confira os detalhes da mais recente Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Em sua mais recente Carta de Conjuntura, que reúne números e projeções do mercado de seguros, o Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) apresenta uma série de propostas ao próximo presidente da República para a melhora das atividades do setor. As sugestões, formuladas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), visam promover a inclusão social, desenvolver novos produtos, promover o equilíbrio financeiro e o fortalecimento do modelo regulatório.

Segundo o documento do Sincor-SP, os seguros arrecadam anualmente R$ 460 bilhões e pagam aos consumidores aproximadamente R$ 280 bilhões em indenizações. O setor também dispõe de ativos para garantir os riscos assumidos, da ordem de R$ 1,2 trilhão – equivalentes a 25% da dívida pública brasileira –, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país. Com movimento de receitas que já representam 6,5% do PIB brasileiro, o setor tem potencial para crescer ainda mais, diz a Carta.

Entre as propostas, estão a criação de novos produtos nas áreas de saúde, de vida (Universal Life) e de previdência (Prevsaúde); iniciativas para blindagem das reservas técnicas, além de coibir o exercício irregular da atividade seguradora; promoção da Reforma da Previdência pública; novas formas de regulação, de remuneração e de reajuste na área de saúde; e um novo marco regulatório no mercado de capitalização e ampliação de novos produtos na área de seguro garantia.

Para o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, a expectativa de crescimento, com o surgimento de novos produtos, mostrará com mais força o papel da entidade em preparar os corretores para esses novos serviços. “Frente aos riscos que as obras de grande porte têm sofrido diante da crise político-econômica, o setor de seguros pode ser um agente para alavancar a infraestrutura no País, oferecendo mais proteção a essas obras. Seguros como os de Responsabilidade Civil, E&O (Error and Ommissions), D&O (Directors and Offices Liability Insurance) e Seguro Cyber Risks ganham força, e todo apoio governamental será fundamental para a nova fase”, exemplifica Ber.
Em outras frentes de propositura, o presidente da entidade também menciona a previsibilidade da mediação com passo inicial na resolução de conflitos envolvendo apólices de seguros. “Quando observamos um cenário onde o Tribunal de Justiça de São Paulo julgou cerca de 25 mil processos contra planos de saúde, nos primeiros nove meses de 2018, vemos a mediação como um caminho que pode minimizar esses pleitos na Justiça”, comenta Ber.

A publicação do Sincor-SP destaca que em 2015 e 2016 os números da economia do País foram ruins, mas que em 2017 e no início de 2018 alguns indicadores mostraram recuperação. A alta só não foi maior devido a fatores como a greve dos caminhoneiros, o desemprego e proximidade das eleições. A expectativa agora é que, definido o próximo presidente, as coisas se equilibrem e comecem a entrar em um ritmo de desenvolvimento.

A despeito da instabilidade econômica, os ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), sem considerar as operações de saúde suplementar, apresentam variação acumulada de mais 6% no faturamento até agosto na comparação com o mesmo período de 2017. O valor é influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT. Caso o ramo fosse excluído nos dois períodos citados, teríamos um valor maior, já que a variação acumulada passaria de 6% para 7%. Já nos produtos do tipo VGBL, um produto com características mais financeiras, de acumulação, houve queda em 2018, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Outros números positivos vêm da receita de resseguro local, com um faturamento de R$ 5 bilhões até julho – alta de 7% em relação ao ano passado – e da receita de capitalização, que registrou o mesmo faturamento e alta, mas até agosto. No total, as seguradoras faturaram até agosto R$ 12,7 bilhões, contra R$ 11,2 bilhões no mesmo período do ano passado, uma alta de 14%. O patrimônio líquido das companhias, no entanto recuaram 7%, passando de R$ 88 bilhões para R$ 82,2 bilhões.

Na Carta, ainda dedica espaço ao seguro de automóvel, o principal produto da maioria das corretoras. Segundo a entidade, os prêmios pagos no ramo chegam a R$ 38 bilhões ao ano. O mercado também é bem diversificado, 25 seguradoras têm um faturamento acima de 0,2% do total e as cinco primeiras faturam menos de 60% de tudo que é ganho pelo setor. O estudo conclui que o veículo continua sendo o grande sonho do brasileiro e a infraestrutura do País em transportes públicos é precária para que o consumo tenha uma desaceleração importante. Por outro lado, a entidade destaca que os aplicativos de motoristas vêm aumentando e que, a longo prazo, isso pode representar uma ameaça ao ramo.

Confira a Carta de Conjuntura.

CNseg comenta eleição de Jair Bolsonaro 724

Faixa presidencial

Confederação Nacional de Seguros parabeniza presidente eleito do Brasil

Em nota enviada à imprensa, a Confederação Nacional de Seguros (CNseg), parabenizou o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), desejando-lhe sucesso em sua gestão. “Com o objetivo de colaborar, e dentro de suas finalidades institucionais, a Confederação teve a oportunidade de entregar pessoalmente ao presidente eleito um dossiê completo com suas propostas para os próximos anos”, diz o texto.

O mercado de seguros brasileiro ocupa a 46ª posição do ranking mundial no consumo por pessoa, em descompasso com a economia do país, a nona maior do planeta. O setor segurador é responsável pela formação de poupanças equivalentes a R$ 1,2 trilhão, sendo um dos maiores investidores institucionais do país. “Há, portanto, um cenário de muitas oportunidades e desafios para a inclusão social neste mercado. Por isso, o setor segurador deve ter papel destacado na formulação e execução de políticas públicas, no planejamento dos investimentos privados e nas ações governamentais que deverão ser realizadas”, complementa o comunicado.

“Estamos prontos a contribuir para o Brasil retomar o caminho de crescimento econômico sustentável, com maior geração de renda, de produção e de emprego”, finaliza a carta assinada por Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

Prêmio de Inovação da CNseg bate recorde em inscrições 534

Inovação em Seguros - CNseg

Inscrições cresceram 29% em relação ao ano anterior

O número de projetos inscritos na edição de 2018 do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela CNseg, superou as expectativas ao alcançar 115 inscrições, crescimento de 29% em relação ao ano anterior.

Agora, os projetos inscritos que forem habilitados a concorrer serão submetidos à Comissão Julgadora, que definirá 15 cases finalistas, cinco em cada categoria da premiação (Comunicação; Produtos e Serviços; e Processos e Tecnologia).

Os projetos finalistas passarão por apresentação individual à banca – neste ano aberta ao público e transmitida ao vivo pela web – e os vencedores serão premiados no almoço das Lideranças de Mercado, realizado pela Confederação das Seguradoras no Copacabana Palace.

O Prêmio de Inovação em Seguros da CNseg, criado em 2011, avalia cases com práticas inovadoras de gestão de negócios, seus impactos nas rotinas operacionais, administrativas das seguradoras, e os benefícios em prol do consumidor.

Mais informações neste endereço.