Marcio Coriolano participa de almoço-palestra do CVG-RJ em 25/4 417

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano

Confira o #GirodoMercado desta quarta-feira, 20 de abril

Marcio Coriolano participa de almoço-palestra do CVG-RJ em 25/4

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O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participa, no dia 25 de abril, de almoço-palestra promovido pelo Clube Vida em Grupo – RJ, quando falará sobre o atual cenário e as perspectivas para o mercado segurador. Os interessados em participar do evento, que ocorrerá das 12h às 14h30, no restaurante Cais do Oriente, na Rua Visconde de Itaboraí, 8, no Centro do Rio de Janeiro, podem adquirir os convites na secretaria do CVG. As confirmações precisam ser feitas até hoje, dia 20, e os convites custam R$100,00 para os sócios do CVG-RJ e R$120,00 para os não sócios. Mais informações pelos telefones (21) 2203-0303 / 2213-2787 ou pelo email: cvgrj@cvgrj.com.br.

Solange Beatriz defende que a precificação deve corresponder à realidade

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A presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz, participou ontem (19), do Seminário “A Era do Diálogo. Menos litígio, Mais diálogo”, realizado pela Associação Brasileira das relações Empresa Cliente (Abrarec). A presidente da FenaSaúde participou do painel “Desafios e Perspectivas para a Redução da Judicialização no Brasil” que contou com a participação da Dra. Patrícia Cardoso – Coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro; José Renato Nalini – Secretário Secretaria de Educação do Estado de São Paulo; Thomas Eckschimidt – CEO e Cofundador ResolvJá; e Vitor M. Andrade – Presidente ABRAREC.

Congresso da Copaprose começa em grande estilo

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O XXVI Congresso Panamericano de Produtores de Seguros começará em grande estilo nesta quarta-feira (20/04), às 19h30min, na cerimônia de boas vindas, com a recepção aos congressistas sendo feita pelos presidentes da Fenacor e da Copaprose – entidades organizadoras de evento -, Armando Vergilio; da CNSeg, Márcio Coriolano; da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina – ASSAL, Carlos Pavez; e da Fides – Federação Interamericana das Empresas de Seguros -, Pilar González de Frutos; além do superintendente da Susep, Roberto Westenberger. O evento prosseguirá até sexta -feira (22) no Windsor Hotel Atlântica, Avenida Atlântica, 1.020 – Copacabana. O Congresso Panamericano de Produtores de Seguros, cujo tema central é “Para onde caminha o Seguro na América Latina?”, se propõe a promover uma reflexão sobre as perspectivas do mercado de seguros e, particularmente, dos produtores, intermediários e corretores de seguros, nos próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade. Esse debate tem como base o papel que cabe aos intermediários, produtores e corretores de seguros no processo de extensão de uma ampla rede de proteção securitária, que ampare e resguarde a vida, a saúde e o patrimônio das pessoas, a continuidade das empresas e as grandes obras, públicas e privadas. Durante o evento, será possível trocar experiências com profissionais da América Latina, Portugal e Espanha, além do indispensável network.

Workshop NIP e Complementação da RN 395

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A FenaSaúde, em parceria com a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abrange) e a Unimed Brasil, com apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), realiza em 5 de maio, em São Paulo, o workshop NIP e Complementação da RN 395. A NIP, sigla para Notificação de Intermediação Preliminar, é um instrumento de mediação da ANS que visa à solução consensual de conflitos entre consumidores e operadoras de planos privados de assistência à saúde. Por sua vez, a Resolução Normativa 395, publicada pela ANS em 14 de janeiro de 2016, dispõe sobre as regras a serem observadas pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde nas solicitações de procedimentos e/ou serviços de cobertura assistencial apresentados pelos beneficiários, em qualquer modalidade de contratação. O evento do dia 5, que será realizado no Maksoud Plaza, na Alameda Campinas, 150, Bela Vista, reunirá representantes do setor privado de saúde e da diretoria de Fiscalização da agência reguladora, quando se pretende esclarecer as eventuais dúvidas do mercado sobre o processo de funcionamento da NIP e de aplicação da norma. Os interessados em participar, podem se inscrever gratuitamente clicando aqui. As vagas são limitadas.

Movimento “Abril Seguro” discute a Lei do Desmonte

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A capital de Pernambuco, Recife, recebeu na terça-feira (19) o seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”. O evento será realizado pela Frente Parlamentar de Trânsito e Transporte da Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e terá início às 9h. O Seminário faz parte da agenda do “Movimento Abril Seguro”, uma iniciativa de dois dos principais nomes do mercado de seguros no Nordeste – Carlos Valle, diretor do Conselho da Fenacor, e Mucio Novaes, presidente do SindsegNNE – e que visa a colocar em pauta o tema seguros. Durante o Seminário, os profissionais do setor poderão debater sobre a importância da Lei do Desmonte no processo de regulamentação do seguro popular de veículos, sua principal base de sustentação. O seminário vem sendo realizado pela Fenacor em diversas capitais e conta com o apoio da Escola Nacional de Seguros, da Fenseg, dos Sincor, da Seguradora Líder e do Observatório do Trânsito. Autor do projeto que resultou nessa lei, quando exercia mandato de deputado federal por Goiás, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, aponta, entre outros benefícios, a esperada redução da violência no trânsito, especialmente no que se refere aos latrocínios e roubos e furtos de veículos. “A cada ano, são roubados mais de 500 mil veículos no Brasil. Menos de 60% são recuperados. A grande maioria vai para as oficinas irregulares de desmanches”, diz Vergílio. Nesses seminários são discutidas a formulação, a estruturação e a aplicabilidade da Lei do Desmonte, além de questões como os custos para a sociedade em decorrência dos acidentes viários e como prevenir e mitigar essas perdas.

*Informações de CNseg e Fenacor.

Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 578

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Encontro de Resseguro reúne 700 executivos do mercado segurador e ressegurador, no Rio de Janeiro 758

Confira o resumo de todos os painéis realizados no primeiro dia do encontro

“A saúde do mercado de seguros e resseguros é fundamental para garantir o bom funcionamento da economia de mercado”, disse Caio Megale, secretário de Comércio e Serviços da Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, que representou, nesta segunda-feira (08/04), o ministério da Economia, na primeira plenária do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Ao analisar a conjuntura econômica brasileira, Megale enfatizou a importância da reforma da Previdência para reduzir os gastos públicos, que a exemplo do que foi a inflação nos anos 1990, são hoje “o inimigo público número 1 do Brasil”. O secretário disse que, em paralelo às reformas estruturais, é importante melhorar o ambiente de negócios do país, e que o governo considera fundamental trabalhar na desburocratização e promover mudanças regulatórias. Megale defendeu o diálogo entre o setor público e o privado, e disse que as agendas setoriais são bem-vindas. “O Brasil precisa sair do atoleiro”, disse.

Desempenho das seguradoras

Na cerimônia de abertura, o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, fez um retrospecto do desempenho das seguradoras para demonstrar que as seguradoras tem capacidade de resistir às dificuldades e sabido aproveitar exponencialmente os momentos de crescimento. “A recessão de 2016 e parte de 2017 produziu efeitos sobre o desempenho de 2018. Mas, à vista de recuos mais expressivos de vários setores econômicos, a estabilidade da arrecadação da ordem de R$ 460 bilhões é uma boa notícia, ainda mais considerando o desempenho superlativo de diferentes segmentos de seguros”, ressaltou.

O presidente da CNseg relembrou as Propostas do setor seguros para 2019 a 2022, que visam contribuir para o desenvolvimento do País e já foram apresentadas ao Congresso Nacional e entregues aos representantes dos poderes executivo e legislativo. “Os indicadores de produto, emprego e renda são os combustíveis para o setor”, concluiu.

Desempenho do resseguro

O presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguro (Fenaber), Paulo Pereira, lembrou que o crescimento do resseguro é diretamente proporcional ao aumento do Produto Interno Bruto (PIB), e expressou confiança na aprovação das reformas. Pereira citou outros fatores que podem contribuir para o crescimento do setor: oportunidades, como o risco cibernético; a aprovação da nova Lei das Licitações; a simplificação regulatória; e a necessidade de rever a carga tributária das resseguradoras para melhorar sua competitividade. “Enquanto os locais pagam no Brasil 40% de imposto e contribuição social, além de PIS e COFINS, o americano paga 34%, o suíço e alemão pagam 30%, o inglês paga 20%, o irlandês paga 12 % e o de Bermudas zero”.

Financiamento à saúde é desafio

Leandro Fonseca da Silva, diretor da Agência Nacional de Saúde (ANS), discorreu sobre a importância social e econômica do setor de saúde suplementar, que em 2018 acumulou receita de prêmios de aproximadamente R$ 200 bilhões. Leandro Fonseca disse que o financiamento da saúde é um grande desafio, devido à escalada de custos no Brasil e no mundo, e apontou o resseguro como um caminho para enfrentar esse desafio. Também participaram da abertura o presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, Roberto da Rocha Azevedo, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros (Abecor), e Antonio Trindade, da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

À tarde, aconteceram cinco painéis técnicos. A cobertura de eventos catastróficos foi tema da palestra de Rubem Hofliger, responsável pelo setor de Soluções para o Setor Público da Swiss Re, que teve como debatedores Chris Cardona, sócio da HFW, Frederico Ferreira, CEO da Austral, Pedro Farme, vice-presidente de Contratos da JLT Re Brasil, e Stèphan Godier, Chief Distribution & Parametric Leader para Latam da AXA XL Insurance, em mesa coordenada por Thisiani Martins, diretora técnica da AXA XL.

Seguro-catástrofe

Rubem Hofliger, responsável pela área de soluções para o setor público na América Latina da SwissRe, defendeu a adoção do seguro paramétrico para enfrentamento de catástrofes. “O número de catástrofes naturais vem crescendo em ritmo muito mais rápido do que o crescimento do seguro desses eventos. A cobertura é de cerca de 40%, o que obriga os governos a arcar com os custos de reconstrução e atendimento à população mais vulnerável”. Hofliger explicou que os seguros paramétricos estabelecem em contrato um limite que, quando atingido, dispara um gatilho de pagamento. No caso de chuvas, por exemplo, é possível estabelecer que a partir de determinado índice de precipitação o seguro é acionado. “As vantagens desse produto, ainda pouco usado no Brasil, são a agilidade e a liberdade para alocar os recursos de acordo com as necessidades mais urgentes”, argumentou afirmando que mundialmente, os setores onde o seguro paramétrico mais tem crescido são agricultura e energia, e os governos começam a se interessar pelo produto.

Diversidade no DNA do setor

Em outro painel, o tema foi “Diversidade em ação”, com palestras de Ana Carolina Mello, Conselheira da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS), e Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, tendo como debatedoras Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Flavia Bianco, professora da Escola Nacional de Seguros, Judith Newsam, CEO da Guy Carpenter no Brasil, Juliana Pelegrín, Casualty Senior Underwriter da Swiss Re, Maria Luiza Cabral, do Serviço de Apoio ao Cliente da Guy Carpenter, e Solange Guimarães, superintendente de Comunicação Institucional da SulAmérica Seguros. A mesa foi coordenada por Margo Black, presidente da AMMS.

“Nosso setor tem o dever de ser o reflexo da sociedade porque o produto que ele entrega tem a ver com vida, com gente e com comportamento. Portanto, diversidade deve estar na natureza, no DNA do setor segurador”, enfatizou Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg.

“Cidades Inteligentes e Oportunidades para o Mercado Segurador”, foi tema de mesa coordenada por Ivani Benazzi de Andrade, gerente sênior de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Bradesco Seguros, que contou com a participação de Alexandre Cardeman, chefe executivo de resiliência e operações do Centro de Operações do Rio (Cor), e teve como palestrante Renato de Castro, especialista em smart cities da SmartUp Consulting Firm, e como debatedor Marcos Marconi, CEO da VM9.

O chefe executivo de resiliência e operações do Centro de Operações do Rio (Cor), Alexandre Cardeman, trouxe um pouco do trabalho e da tecnologia aplicada no Cor, que já recebeu sete premiações pelo seu caráter inovador a partir da integração de diferentes operações, tecnologias e comunicação direta com os cidadãos e imprensa, destacando os números e as ações que ainda estão em desenvolvimento, como o projeto de inovação aberta, homologações de soluções para cidades inteligentes, parcerias com o ecossistema de inovação, a exemplo da realizada com o aplicativo Waze (o Rio de Janeiro foi a primeira cidade do mundo a fazer essa parceria), o projeto Labgov.rio, que reúne seis startups, entre outras iniciativas.

Renato de Castro ressaltou em sua apresentação o significado do termo “smarts cities”, que “nada mais é do que lugares onde tudo parece conspirar para fazer a vida das pessoas melhor”, resumiu, explicando que recursos tecnológicos como Big Data e Internet das Coisas (IoT) estão na ponta do processo. Na opinião do especialista, a grande quantidade de informações geradas em cidades conectadas é o que vai servir como base para a estratégias do mercado de seguros no futuro.

“Não há nenhum setor mais impactado com essas transformações do que o de seguros. Em cidades cujos sistemas trocam informações de maneira adequada, é possível fazer

prognósticos mais estratégicos para subscrição de riscos e previsão de eventuais sinistros”, informou, acrescentando que o mundo nunca viveu um momento como este de produção tão veloz de informações e dados. “A IoT vai gerar uma infinidade de riqueza para as cidades nos próximos anos. Essa é a base das cidades inteligentes e também ferramenta fundamental para o mercado de seguros. “Não tenho dúvida de que dados são o novo petróleo”.

Parceria público-privada

O especialista afirmou que o desenvolvimento de cidades inteligentes só é possível com a conexão entre público, privado e pessoas. Ele acredita que as atuais Parcerias Público Privadas vão ganhar mais um P: “Teremos PPPP de Parcerias Público, Privada e de Pessoas. As cidades só se tornam inteligentes quando seus moradores são conscientes e engajados nesse propósito”, disse. Ele deu como exemplo projetos como o de Juazeiro do Norte, no Ceará, que foi o primeiro município do Nordeste a aprovar a Lei de Inovações, e a cidade de Kamikatsu, no Japão, que se tornou exemplo no que diz respeito à gestão do lixo urbano com a ajuda da população.

Alexandre Cardeman falou sobre a atuação do Centro de Operações do Rio (COR), inaugurado em dezembro de 2010 como parte do projeto da cidade para as Olimpíadas de 2016, que funciona como uma quarte general de integração das operações urbanas no município. Cerca de 30 órgãos (secretarias municipais e concessionárias de serviços públicos) estão integrados no local para monitorar a operação da cidade e minimizar impactos na rotina do cidadão.

“Cidade inteligente é quando o cidadão é bem informado para tomar decisões a partir de dados fornecidos por um centro como esse”, ressaltou Cardeman, que destacou também os programas de inovação desenvolvidos pelo COR para atrair stratups e engajar empresas a trabalharem no desenvolvimento de processos que contribuam para tornar a cidade mais conectada e inteligente. “Estão todos convidados a visitar o Centro de Operações para falarmos sobre parcerias”, afirmou.

Contratos

“Princípios da Lei Contratual de Resseguro” foi o tema da palestra de Helmut Heiss, professor do Instituto de Direito de Zurich. Ele trouxe a metodologia utilizada para criação dos Princípios da Lei Europeia de Contratos de Seguros (Pricls), que, segundo ele, não tem a intenção de ser uma lei global, o que demoraria muito. “Há quem diga que ela poderia ser um exemplo modelo para a lei nacional, mas não acho que traria as respostas para tudo. Como a arbitragem pode escolher as regras de direito, que são maiores que o direito como um todo, os Pricls talvez possam ser utilizados, pois são mais sólidos e, portanto, vão além das declarações de juízo”.

Blockchain

Encerrando o dia, foram realizados dois painéis: Aplicações de blockchain em seguros e resseguro e RC Ambiental. O painel sobre aplicações de blockchain em seguros e resseguros teve como palestrante o chairman da B3i, Anthony Elliott, e como debatedores Marcelo Hirata, diretor de Tecnologia e Inovação do IRB Brasil Re, Keiji Sakaim country head Brazil da R3 e Adilson Lavrador, diretor executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora. Elliott descreveu os benefícios que o blockchain trará para o mercado brasileiro: economia de 30% nos custos de transação, mais eficiência, melhoria na qualidade de informação e maior transparência. Para Elliott, o mundo vive um momento de inflexão, em que “os dados são o novo petróleo”.

RC Ambiental

O painel técnico sobre RC Ambiental trouxe a evolução do setor nos últimos 10 anos, as mudanças recentes em acionamentos, as oportunidades existentes, tendo como parâmetro os mercados americano e europeu, bem como a complexidade do conceito que ainda gera barreiras. O superintendente da HDI Global, Marcio Guerreiro, mostrou as diversas possibilidades de classificação e monitoramento de riscos que facilitam o processo de subscrição, destacando, sob esse aspecto, as oportunidades de aproximação das companhias de resseguros. Já o Latam Regional Manager da CHUBB, Fabio Barreto, abordou as principais diferenças em comparação ao mercado americano que já possui 40 anos. “O mercado de seguros em riscos ambientais é de US$ 22 milhões, enquanto o mercado americano, que é o mais desenvolvido nesse setor, é de US$ 2 bilhões em prêmio”.

A gerente de responsabilidade civil geral e ambiental da AIG Seguros Brasil, Nathália Gallinari, trouxe uma visão prática, abordando os tipos de acionamentos de sinistros, fazendo um paralelo ao mercado europeu. Segundo ela, a construção civil teve o dobro de acionamentos, com foco em gestão de resíduos de obra, assim como incêndio, seja pelas emissões atmosféricas, seja pela água de rescaldo (usada no combate a incêndios). No Brasil, hoje, 20% dos acionamentos são de efluentes sanitários humanos e biológicos, o que mostra que esse produto está cada vez mais presente em todos os segmentos da economia.

Pery Saraiva Neto conclui a plenária chamando a atenção do setor para a necessidade de um acordo semântico para que haja melhor entendimento a respeito do tema, que é tão complexo e diverso.

Mais de 700 executivos do mercado segurador e ressegurador participam da oitava edição do Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro – o maior evento anual do setor na América do Sul. Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

O 8º Encontro de Resseguro prossegue nesta terça-feira, com debates sobre a matriz energética brasileira, risco cibernético e Lei de Proteção de Dados, desafios do seguro transporte, perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional.

O seguro garantia e a retomada do desenvolvimento 446

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da CNseg

Nos últimos 30 anos, o Brasil enfrentou – e venceu – desafios imensos. Nos anos 1990 derrotou a hiperinflação e, nas décadas seguintes, superou os efeitos de grandes terremotos financeiros internacionais. Agora, recém-saído da pior recessão desde os anos 1930 e com o início do novo governo, o País tem pela frente mais um grande desafio: avançar nas reformas necessárias ao inadiável ajuste fiscal – com destaque para a reforma da Previdência, – sem abrir mão de uma agenda de retomada do crescimento econômico com justiça social.

A infraestrutura ocupa lugar central nessa agenda.  Investimentos no setor significam melhoria da qualidade de vida dos brasileiros em áreas fundamentais como saneamento e mobilidade urbana, geração de empregos e a ampliação da presença competitiva do Brasil na economia global, com mais e melhores ferrovias, rodovias, aeroportos, portos e bons serviços de energia elétrica, telefonia e outros. Em um momento no qual o País decidiu abandonar modelos que derrubaram o emprego e a renda média, viabilizar investimentos em infraestrutura é algo estratégico para a reconstrução, modernização e reconstrução da vida nacional.

Nesse cenário, a Confederação das Seguradoras (CNseg) considera que a inserção do seguro garantia obrigatório para grandes obras públicas é tema prioritário. Trata-se de uma modalidade de seguro que reforça o arcabouço para a estruturação de financiamento e garante o cumprimento das obrigações assumidas pelo contratado, eliminando a necessidade de recorrer a garantias como o patrimônio das empresas (o que frequentemente põe em risco sua sobrevivência) ou fianças bancárias (que já se demonstraram ineficazes para as amortizações de longo prazo características dos empreendimentos de infraestrutura). O objetivo é garantir que a obra seguirá no ritmo esperado, e que a construtora contratada será rapidamente substituída por outra se abandonar os trabalhos.

O seguro garantia é instrumento crucial para melhorar a qualidade, a transparência e a execução de projetos governamentais, em parceria com a iniciativa privada, e deixar para trás um modelo que resultou na paralisação de milhares de empreendimentos. Estudos recentes dão conta de que existiam em 2016 mais de 2.500 obras paralisadas no Brasil, sendo pouco mais de 500 delas de infraestrutura.  Ainda que muitas tenham sido retomadas, esses são números preocupantes. Obras paradas significam população privada de serviços, e dinheiro do contribuinte escorrendo pelo ralo – além de configurar sinal negativo para potenciais investidores. De acordo com o Ministério do Planejamento, a maior parte das paralisações acontece por problemas técnicos, abandono da obra pela empresa responsável e dificuldades financeiras.

São informações que reforçam a importância do seguro garantia, figura que já existia nos Estados Unidos do século XIX para apoiar obras voltadas ao desenvolvimento do país e dar bom destino aos impostos pagos pelos cidadãos. Em 1893, o Congresso americano aprovou o “Heard Act”, estabelecendo a obrigatoriedade das garantias em todos os contratos governamentais, dando mais segurança à aplicação dos recursos públicos. A primeira seguradora especializada nessa modalidade de seguro surgiu em 1895, na Filadélfia.

No Brasil, o tema precisa de mais atenção. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6814/2017 (apensado ao PL 1292/1995), que prevê alterações na Lei de Licitações, com a adoção de seguro garantia obrigatório para obras acima de R$ 100 milhões, e ampliação da garantia para 30% do valor do empreendimento. A lei atual já permite (mas não obriga) a contratação de seguros, que podem variar de 5% a 10% do valor da obra. Hoje, a maioria dos seguros é de 5%.  Nossa proposta para o novo seguro garantia tem como parâmetros práticas do mercado internacional.

Existe um largo atraso a superar. Os investimentos nesse setor não passam de 1,67% do PIB, quando o ideal seria uma taxa de 4% a 5%, ou algo em torno de R$ 300 bilhões por ano ao longo de uma década. O desafio é grande, mas entendemos que há motivos para estarmos otimistas. Apesar de persistirem incertezas no horizonte, a confiança começa a retornar. A Fundação Getúlio Vargas registrou, em janeiro, o primeiro resultado positivo no Índice de Clima Econômico depois de três trimestres consecutivos de níveis negativos, o que significa expectativa de retomada de investimentos e contratações. E os movimentos iniciais do governo federal são alentadores.

Na infraestrutura, que voltou a merecer um ministério, o plano é realizar leilões de 23 concessões de aeroportos, ferrovias e terminais portuários dentro dos primeiros cem dias de governo. Já se percebe também movimentação de investidores interessados em explorar as possibilidades de parceria em obras públicas. Os empreendimentos necessários a dotar o país de infraestrutura compatível com seu tamanho e importância na geopolítica mundial envolve desafios logísticos relevantes e exige atualização de marcos regulatórios, o que confere ao seguro garantia importância ainda maior.

No mundo inteiro, o setor de seguros passou a fazer parte da pauta de mudanças de políticas macroeconômicas pelas quais, em maior ou menor grau, todos os países passam hoje, com menor participação dos governos em setores como saúde, previdência e infraestrutura.  No Brasil, queremos estar no centro das políticas públicas, junto com o setor de resseguros em coberturas de grande valor, fundamental para o equilíbrio do sistema, como garantidor da atividade seguradora. O apoio ao desenvolvimento brasileiro será o tema do 8º Encontro de Resseguro, que se realiza em abril, no Rio de Janeiro.

No Brasil, o setor de seguros dispõe de ativos para garantir riscos assumidos da ordem de R$ 1,2 trilhão, equivalentes a 25% da dívida pública brasileira, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país.

As seguradoras estão preparadas e confiantes na recuperação, apostando que é possível devolver ao Brasil o desenvolvimento frustrado, a melhoria da infraestrutura, a competitividade, a liberdade de empreender e a reconquista do emprego.

Cenário positivo coloca País no radar de negócios de resseguradoras 487

Cenário positivo coloca País no radar de negócios de resseguradoras

8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro contará com cerca 700 participantes

A previsão de crescimento do PIB – 2,5% neste ano- e o otimismo em torno da aprovação das reformas estruturais colocam o Brasil no radar de novos negócios das resseguradoras e brokers de seguros, tendo em vista “as perspectivas de incorporação de amplas camadas da população aos mercados de consumo, da prevenção de riscos e da proteção de patrimônios, rendas, vida e saúde”, conforme palavras do presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Este cenário macro mais promissor também está entre os fatores que poderão fazer o 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, principal evento de resseguro do calendário da América do Sul, receber o público máximo nesta edição: 700 pessoas. Tendo como tema central “Resseguro: Apoiando o Desenvolvimento”, o Encontro será realizado pela Confederação das Seguradoras (CNseg) e Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), em abril (8 e 9), na cidade do Rio de Janeiro.

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, acredita que, dado o crescimento contínuo de negócios entre seguradoras e resseguradoras, o encontro anual de resseguros amplia ano a ano sua audiência. “As perspectivas promissoras do mercado segurador brasileiro são um importante atrativo para resseguradores e especialistas internacionais”, sublinha Coriolano.

O presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Paulo Pereira, ressalta que o Encontro é uma oportunidade ímpar de promover uma imersão do mercado mundial de resseguros. “A começar da pauta temática, da seleção dos palestrantes, todo o esforço dos envolvidos na organização é no sentido de promover o setor de resseguro mundial e demonstrar sua importância para o desenvolvimento da economia, tendo em vista os riscos volumosos suportados pelas resseguradoras em todo o mundo. O Brasil é um dos mercados mais promissores para a expansão de resseguros e operações de brokers nos próximos anos”, comenta Pereira.

Na pauta do evento, temas como as oportunidades geradas para o mercado segurador pelas cidades inteligentes; as perspectivas de expansão das coberturas de cyber risk, sobretudo com o advento da Lei de Proteção de Dados brasileira.

Hoje 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no Brasil), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no país), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões. E garantido por provisões técnicas e reservas financeiras livres correspondentes a R$ 1,2 trilhão. Para se inscrever, acesse este endereço.

Jornalista Angela Cunha se despede da CNseg 384

Profissional atuou por 28 anos na Confederação

Jornalista Angela Cunha se despede da CNseg
Jornalista Angela Cunha se despede da CNseg

“Estou encerrando um ciclo de 28 anos de trabalho na CNseg, para iniciar um outro, voltado para realizações pessoais”, anunciou a então superintendente de Comunicação da entidade, Angela Cunha.

Em seu comunicado, ela conta que “teve a oportunidade de acompanhar a evolução da CNseg e de poder contribuir para a profissionalização da sua estrutura organizacional e para a ampliação e o fortalecimento dos seus canais de comunicação”, tendo como objetivo primordial levar informação relevante e qualificada aos públicos de interesse da Confederação.

Por tudo isso, ela agradece o privilégio de ter conhecido e convivido com todos os colegas da CNseg e do mercado. “Tenho muito carinho, respeito e admiração por todos vocês e pelo trabalho de cada um”. Os novos contatos da jornalista são acunha82@yahoo.com.br e (21) 99466-9034.