Atleta do Cruzeiro e tanzaniana vencem a etapa Belo Horizonte do Circuito da Longevidade​ 551

Maratona é promovida pelo Grupo Bradesco Seguros

Com forte participação dos atletas de elite da modalidade (21, no total), a Praça Nova da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), recebeu, na manhã deste domingo (24), a terceira etapa da temporada de 2016 do Circuito da Longevidade, promovido pelo Grupo Bradesco Seguros. Na prova masculina, o pernambucano José Marcio Leão, atleta do Cruzeiro Esporte Clube, foi o grande vencedor, com tempo de 17’03”, seguido por Ederson Vilela Pereira, atleta Bradesco Seguros, com 17’15”. Entre as mulheres, a tanzaniana Angelina Daniel Tsere mostrou que veio bastante preparada para esta temporada e venceu sua terceira etapa do Circuito da Longevidade no ano, completando o percurso de 6 km em 20’46”.

“Foi uma prova difícil, com participação de grandes atletas. Costumo correr provas maiores, de 10 km, por exemplo. Então, vencer em um circuito como este, tendo como adversários o Ederson e outros atletas estrangeiros, é uma felicidade muito grande”, comentou José Marcio Leão.

Vencedor da etapa de Brasília deste ano e de sete etapas em 2015, o atleta Bradesco Seguros Ederson Vilela Pereira obteve novamente a segunda colocação, com o tempo de 17’15”. A mesma posição havia sido conquistada na etapa anterior, em Goiânia. Em terceiro lugar ficou Augustino Paulo Sulle, com 17’22”, seguido por Cosme Ancelmo de Souza, também atleta Bradesco Seguros, que obteve a quarta colocação, com 17’38”. Completou o pódio na elite masculina o atleta Valdir Sérgio de Oliveira, do Cruzeiro Esporte Clube, com 17’46”.

“Participei de uma prova na última quinta-feira e isso pesou um pouco no meu rendimento hoje. Esperava vencer, mas, de toda forma, estou feliz com este segundo lugar. Conquistei a etapa de Brasília este ano e espero alcançar a minha marca de 2015, quando obtive sete vitórias na temporada”, avaliou Ederson Vilela Pereira.

Na prova feminina, a segunda posição ficou com a queniana Caroline Jepkemei Kimosop, com 21’01”. Ela foi seguida por Fernanda Raimunda Soares (21’03”), pela atleta Bradesco Seguros Adriana Cristina Silva da Luz (21’07”) e por Larissa Marcelle Moreira Quintão (22’03”), que completou o pódio.

“O clima estava ótimo e vim bastante confiante para esta prova. Estou muito feliz por ter conquistado a minha terceira vitória na temporada”, afirmou a grande vencedora, Angelina Daniel Tsere.

Após a corrida, saiu o grupo da caminhada, com participantes vindos de diversas cidades da região. Eles percorreram 3 km em volta da Lagoa da Pampulha. Ao todo, mais de 4 mil pessoas participaram da etapa Belo Horizonte do Circuito da Longevidade. A dupla de mascotes dos Jogos Rio 2016, Vinicius e Tom, marcou presença no evento, acompanhada de Ginga, do Time Brasil. Além de interagir com o público, os três deram a largada da prova de corrida e da caminhada. Vinicius e Tom estão presentes no uniforme de participação do evento, reforçando que a marca Bradesco Seguros é a seguradora oficial e patrocinadora dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Para os inscritos, foram oferecidos teste de pisada, avaliação física, massagem e bicicletário. Por meio de um equipamento de última geração, os interessados tiveram acesso a uma série de dados sobre sua condição física e receberam orientações de profissionais especializados para potencializar o treino e ganhar mais qualidade de vida. Já no teste da pisada, os participantes foram orientados a utilizar o tênis mais adequado ao seu passo. Todas as etapas do Circuito da Longevidade contam, também, com um bicicletário especial do “Movimento Conviva”, uma iniciativa do Grupo Bradesco Seguros para incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres.

Este foi o sétimo ano consecutivo que Belo Horizonte recebeu o Circuito da Longevidade, criado em 2007 com o objetivo de sensibilizar o público para a prática de atividade física como um dos pilares para a conquista da longevidade com saúde, bem-estar e qualidade de vida. O Circuito da Longevidade é promovido pelo Grupo Bradesco Seguros em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Porto Alegre, Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro. Desde a primeira edição, o evento já foi realizado em 19 cidades, reunindo mais de 350 mil inscritos.

Resultado da Prova

Corrida – Prova Masculina
Classificação Nome Tempo
1 Jose Marcio Leao da Silva 17’03”
2 Ederson Vilela Pereira 17’15”
3 Augustino Paulo Sulle 17’22”
4 Cosme Ancelmo de Souza 17’38”
5 Valdir Sérgio de Oliveira 17’46”
Corrida – Prova Feminina
Classificação Nome Tempo
1 Angelina Daniel Tsere 20’46”
2 Caroline Jepkemei Kimosop 21’01”
3 Fernanda Raimunda Soares 21’03”
4 Adriana Cristina Silva da Luz 21’07”
5 Larissa Marcelle Moreira Quintão 22’03”

Esporte com responsabilidade social

O valor equivalente ao da renda obtida será destinado a uma entidade indicada pela prefeitura de Belo Horizonte. A ação se repete em todas as cidades onde o Circuito da Longevidade é realizado e tem como objetivo canalizar recursos para projetos que privilegiem a inclusão e o atendimento de pessoas carentes. Desde que foi criado, mais de R$ 2,6 milhões já foram distribuídos.

Longevos foram homenageados

Os mais longevos da corrida e da caminhada receberam troféus e homenagens no palco. Orlandino Martins, de 72, foi o longevo mais rápido a completar os 6 km da prova de corrida. Ele fez o tempo de 27’35”. Entre as mulheres, a mais longeva foi Maria Auxiliadora Araújo de Oliveira, de 78 anos, que fez o tempo de 56’06”. Na caminhada, destacou-se Geralda de Jesus, de 89 anos. A manhã na Praça Nova da Pampulha foi animada também com aula de zumba fitness e ritmos variados.

Corrida e caminhada

A prova de corrida tem caráter competitivo, com participação de atletas de elite brasileiros e estrangeiros, além de amadores e iniciantes. Os cinco primeiros colocados, nos pelotões masculino e feminino, recebem R$ 23 mil em prêmios, divididos da seguinte forma: R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2º lugar), R$ 2 mil (3º lugar), R$ 1 mil (4º lugar) e R$ 500 (5º lugar), livres de impostos, além de troféus e medalhas. Desde o início do projeto, foram pagos R$ 2,1 milhões em premiações.

Já a caminhada tem foco maior naqueles que não praticam exercício físico com regularidade, com a presença de participantes de todas as faixas etárias, de crianças a idosos. O objetivo é estimular os que caminharam para que, em uma próxima oportunidade, possam participar correndo. Os mais longevos têm destaque especial. Eles são homenageados, no pódio, com troféus e medalhas. Com essa ação, o Grupo Bradesco Seguros dá visibilidade aos longevos que, por meio do exercício físico, conquistaram uma vida saudável.

*Adaptado de Diferencial Editoração.

Kuantta Consultoria divulga workshops programados para 2019 336

Inovação

Eventos contam com apoio do Sindicato dos Corretores do RJ

Dando continuidade ao programa de qualificação dos profissionais que atuam no mercado de seguros no Rio de Janeiro, a Kuantta Consultoria informa os meses dos workshops programados para o próximo ano.

Em fevereiro, acontece um debate com o tema “Como o Sillicon Valley define metas?“. No mês de maio já haverá outra apresentação com o tema “Tecnologia e Inovação no mercado de seguros”. O segundo semestre conta mais dois eventos. Em agosto, com o tema “Um novo jeito de trabalhar a gestão de pessoas” e em novembro de 2019, será a vez do tema “Planejamento Estratégico para alcançar resultados”.

Arley Boullosa define esses workshops como uma oportunidade de aprendizado para os corretores de seguros, os funcionários das corretoras e das seguradoras.

“A programação dos eventos já está pronta, para que os participantes possam se planejar melhor e comparecerem. O formato será o mesmo do Corretor do Futuro, que aconteceu no final de agosto onde tivemos um dia inteiro de palestras com Gustavo Mello, Marcelo Blay, Fernando Vieira, Bernard Biolchini, Gustavo Malavota, Engler Santoni, Israel Martins e eu também falei. Queremos gerar o máximo de conteúdo relevante com temas que realmente interessam para os corretores principalmente e para isso vou escalar grandes palestrantes para os eventos. O importante é compartilhar conhecimento e dar todo suporte necessário aos que pretendem ampliar seus horizontes. Os corretores irão sair dos nossos eventos inspirados a executar. A Kuantta Consultoria vem se consolidando como referência de ensino e aprendizado para a categoria e isso é fundamental para o crescimento do setor de seguros”, declarou Boullosa.

Os eventos terão o apoio do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ) e seguradoras patrocinadoras estão fechando suas participações.

Qual a relação da diabetes com a saúde bucal? 287

Diabetes

Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) responde essa pergunta

A diabetes, doença caracterizada pelo aumento da glicose no sangue, afeta mais de 8% da população brasileira, segundo a última pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde. Diante deste cenário, os profissionais da área estão cada vez mais alertas para identificar e tratar pessoas com o problema, incluindo o cirurgião-dentista.

De acordo com a literatura médica, pacientes com diabetes têm alto risco de desenvolver problemas bucais por conta do descontrole da glicemia e interferência na produção salivar. Desta forma estão mais suscetíveis a infecções.

A gengivite e a periodontite, estágio mais avançado da inflamação na gengiva, inclusive com perdas ósseas, são os problemas mais comuns entre os diabéticos. “As doenças periodontais podem alterar o nível glicêmico nesses pacientes, embora essas mudanças não sejam suscetíveis apenas a diabéticos”, acrescenta a cirurgiã-dentista e presidente da Câmara Técnica de Pacientes com Necessidades Especiais (CT PNE) do CROSP, Adriana Zink.

Distúrbios de cicatrização e alterações fisiológicas, que reduzem a capacidade imunológica, aumentando a probabilidade de infecções, também são observados em pacientes com diabetes.

Essa condição exige que diabéticos sejam tratados de forma interdisciplinar. Portanto, todos os profissionais da saúde envolvidos devem conversar para proporcionar melhor qualidade de vida possível.

Cuidados especiais antes do tratamento

Antes de realizar procedimentos odontológicos é recomendada a solicitação de alguns exames laboratoriais como glicemia, hemograma, hemoglobina glicada e o radiográfico. Eles é que indicarão se o diabético apresenta alguma descompensação.

“Caso ele esteja descompensado, o profissional avaliará se há necessidade imediata do atendimento e também sobre o ambiente mais adequado para o tratamento, entre ambulatório ou hospital”, explica a presidente da CT de PNE.

Ao procurar pelo profissional da saúde bucal, o mais recomendado é recorrer ao cirurgião-dentista especialista em PNE, embora o clínico-geral também tenha em sua formação o preparo para o atendimento do paciente com diabetes.

Quando o paciente não sabe que tem diabetes…

O cirurgião-dentista pode ajudar a identificar um paciente diabético. Para tanto, o profissional deve cruzar os dados coletados na anamnese (entrevista) com os obtidos pela análise clínica, além de solicitar exames laboratoriais.

Durante a avaliação é importante que o profissional da odontologia leve em consideração alterações como hipoplasia (desenvolvimento defeituoso dos tecidos) e hipocalcificação do esmalte, diminuição do fluxo, aumento da acidez e da viscosidade salivar.

Outros incômodos relatados pelos pacientes como boca seca, sensação de ardência, presença de aftas, lesões, hálito cetônico, náuseas e vômitos também não devem ser ignorados na consulta. “Depois de tudo, a indicação para uma consulta ao endocrinologista será muito importante”, destaca a cirurgiã-dentista.

Para manter a saúde em dia

Para evitar a progressão e agressividade da doença periodontal, comum em diabéticos, a recomendação é redobrar os cuidados com a higiene utilizando a escova, pasta de dente e fio dental. As visitas preventivas ao cirurgião-dentista também auxiliarão no controle da saúde bucal e da possível descompensação do diabetes.

“Todo paciente com comprometimento sistêmico, como o diabetes, deve ter uma rotina de visitas preventivas ao consultório odontológico para garantir a saúde integral”, alerta Adriana Zink.

Congresso Unidas: a longevidade brasileira e atenção primária à saúde 291

Unidas

Enxaqueca e insuficiência cardíaca foram alguns dos temas das discussões

O último dia do 21º Congresso Internacional Unidas – Caminhos para Inovar, que aconteceu entre os dias 07 e 09 de novembro, na Costa do Sauípe (BA), começou com palestras sobre duas doenças cuja relevância é significativa, tanto no Brasil, quanto no mundo: enxaqueca e insuficiência cardíaca.

O médico e professor do curso de pós-graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Elcio Juliato Piovesan, abriu as apresentações do dia com a palestra Impacto da enxaqueca na qualidade de vida: novas evidências a personificam como uma doença de alto impacto clínico. Segundo o palestrante, a enxaqueca causa danos à vida do paciente. “O bem-estar do paciente fica comprometido, bem como a economia, devido aos custos no tratamento da doença”, explicou o médico.

Em seguida foi a vez do especialista em cardiologia e transplante cardíaco pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e coordenador do Programa de Insuficiência Cardíaca do Hospital TotalCor, Flavio Brito. Com a palestra Insuficiência Cardíaca, o médico ressaltou a importância da inovação no tratamento da doença.

Viver mais, mas com saúde: os desafios da longevidade

A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que, de 1950 a 2050, a população acima de 60 anos cresça seis vezes no Brasil, o dobro do projetado para países como Canadá e Holanda. Em 2030, o número de idosos brasileiros vai superar pela primeira vez o de crianças com até 14 anos. No caso das operadoras de saúde de autogestão essa já é uma realidade que impacta profundamente a administração dos planos. Atualmente, as autogestões detêm 25,9% dos beneficiários com 60 anos de idade ou mais, enquanto a média do setor de saúde suplementar é pouco mais de 13%.

E foi sobre esses e outros desafios do envelhecimento da população brasileira que o médico e presidente da Aliança Global de Centros Internacionais de Longevidade, Alexandre Kalache, e as médicas portuguesas Joana Abreu e Paula Silva falaram no painel Viver mais, mas com saúde: os desafios da longevidade no Brasil, no 21º Congresso Internacional Unidas – Caminhos para Inovar.

Segundo Kalache, serão necessários ao Brasil apenas 18 anos (de 2012 a 2030) para dobrar a população de idosos, de 10 para 20% – o que ocorreu na França ao longo de 145 anos a partir de 1850. “Com todos os problemas que a sociedade brasileira tem, como vamos enfrentar mais esse, que é o envelhecimento da população?”, questiona.

Conforme o médico, é preciso reinventar o envelhecimento e se preparar para uma vida longa. “Com a revolução da longevidade, a vida deixou de ser uma corrida de 100 metros para se tornar cada vez mais uma maratona”, exemplificou Kalache.

Diante desse contexto, Kalache fez uma crítica. “Os países abastados ficaram ricos antes de envelhecer. Nós estamos envelhecendo antes de enriquecer”. Alexandre Kalache foi enfático ao dizer que a discussão sobre longevidade tem várias vertentes. “A revolução da longevidade passa por um processo de transformação da economia. Precisamos de prédios para idosos, turismo focado na 3ª idade e mais serviços para essa população”. E ressaltou quão fundamental é oferecer serviços de saúde aos idosos de maneira barata e acessível para que haja qualidade de vida na terceira idade. “É essencial focar na prevenção e quanto antes minimizar ou eliminar os fatores de risco, melhor. Por isso, é fundamental ter uma estrutura de atenção primária à saúde para garantir a longevidade com saúde e independência”.

Em seguida, foi a vez da médica geral e familiar na Unidade de Saúde Familiar das Conchas e do Hospital da Luz, ambos em Lisboa, Paula Silva fazer apresentação. A médica deu início falando sobre as experiências no país lusitano, inclusive com dados do funcionamento do Serviço Nacional de Saúde de Portugal, que foi criado em 1979, e possui características parecidas com as do SUS.

De acordo com a palestrante, Portugal é um país com baixa natalidade, população envelhecida e com patologia múltipla. Por isso, em 2012, o país criou um Plano Nacional de saúde que vale até 2020. O plano tem três pilares: incentivar a natalidade; criar jovens saudáveis e minimizar os impactos das doenças crônicas na velhice. O programa tem como objetivos diminuir a redução da mortalidade prematura (abaixo de 70 anos); melhorar a esperança de vida saudável a partir dos 65 anos, combater a obesidade infantil e o consumo de tabaco.

Finalizando o terceiro painel do 21º Congresso Internacional Unidas – Caminhos para Inovar, a médica geral e familiar na Unidade de Saúde Familiar das Conchas, em Lisboa, Joana Abreu, deu sequência ao debate, contando mais sobre as experiências de Portugal com a gestão do envelhecimento. Segundo a palestrante, o isolamento social dos idosos deve ser combatido e, com foco nisso, o sistema de saúde português tem programas específicos para combatê-lo. “É aqui que devemos ressaltar a importância dos médicos de família, que possuem um papel importante na conscientização da família no combate ao isolamento social dos idosos”, afirmou.

Como o cuidado de saúde primário melhora a performance do sistema

O Professor da Harvard Medical School, nos Estados Unidos e executivo da Cambridge Health Alliance, Robert Janett, abordou a qualidade e eficiência como objetivos do sistema de saúde. O palestrante apresentou estratégias para eliminar os gaps no cuidado do paciente, os impactos nos desfechos a partir da mudança no modelo de entrega do cuidado de saúde, as características gerais de um sistema de cuidado primário integrado e os resultados na aplicação deste modelo no sistema de saúde suplementar brasileiro.

Segundo o palestrante, há um percentual altíssimo de tratamentos desnecessários, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. “Ao mesmo tempo, temos pacientes que não recebem o tratamento médico necessário para que ele se cure”, esclareceu.

Durante a apresentação, Roberto Janett falou que a prevenção e o atendimento precoce são essenciais para evitar desperdícios de recursos na saúde. Por isso a atenção primária é fundamental. “No Brasil, milhares de pessoas morrem em decorrência de um atendimento insuficiente. Isso poderia ser evitado se o paciente tivesse recebido atenção primária”, finalizou o palestrante.

CCS-RJ promove almoço com André Lauzana, da SulAmérica 168

Encontro acontece no próximo dia 22 de novembro, no Centro do Rio

André Lauzana é Vice-Presidente Comercial da SulAmérica
André Lauzana é Vice-Presidente Comercial da SulAmérica

Direção e associados do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) estarão reunidos no dia 22 de novembro, para o próximo almoço mensal da entidade.

O evento terá como convidado especial o Vice-Presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana, que assumiu o cargo em abril deste ano, após obter notáveis avanços à frente da vice-presidência de Capitalização da companhia, que continua a exercer. O executivo já está há sete anos na seguradora, tendo começado como diretor financeiro.

O encontro será no restaurante Aspargus, no Centro do Rio, a partir das 12h30min.

Lançada em SP a Latin American Compliance & Investigation League (LACIL) 391

Compliance

Evento reuniu especialistas de 11 países para o desenvolvimento das práticas na região

TozziniFreire Advogados, pioneiro em Compliance e Investigação, anuncia a criação da Latin American Compliance & Investigation League (LACIL). Esta iniciativa, que conta com a participação de grandes players da área, tem como objetivo desenvolver um fórum de debates relativos a Compliance.

O primeiro encontro de escritórios de países da América Latina integrantes da liga foi realizado nos dias 8 e 9 de novembro, em São Paulo, e reuniu 11 países. Durante dois dias, representantes de escritórios de advocacia da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela discutiram temas como “Investigações governamentais”, “Melhores práticas e tendências locais”, “Governança corporativa em investigações internas – como evitar conflitos”, “Acordos multilaterais e cooperação internacional”, “Os imprevistos na contratação e monitoramento de terceiros na América Latina”, “Programas de conformidade global e desafios locais” e “Olhando para o futuro: o papel das instituições financeiras para prevenir e combater a corrupção”.

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Segundo Shin Jae Kim, sócia responsável pela área de Compliance e Investigação, nos últimos cinco anos a operação Lava Jato e outras investigações lançadas, bem como a entrada em vigor da Lei nº 12.846/2013 (a Lei Anticorrupção Brasileira), provocaram um desenvolvimento acelerado da prática de Compliance e Investigação e, agora, a onda está chegando aos países vizinhos. “Somos hoje protagonistas em vários temas que até então tinham pouca repercussão”, enfatiza Shin.

A sócia acrescenta que a ideia de criação do grupo LACIL, uma iniciativa não exclusiva, vem ao encontro da necessidade de nivelar os conhecimentos e práticas, já que as questões envolvidas são cada vez mais extraterritoriais. “A partir da LACIL 2018 iniciaremos um ciclo de reuniões anuais para discutir o panorama da área, além de compartilhar conhecimentos e as melhores práticas implantadas entre os escritórios dos países da América Latina”, complementa.

Sobre o momento atual que vive o Brasil em relação a Compliance e Investigação, a sócia explica que o país alcançou um patamar de maturidade considerável. “O Brasil está saindo do chamado Estado de Direito Sancionador, aquele que pune, para o Consensual, em que se busca um acordo por meio de medidas preventivas”, explica a advogada.

No que diz respeito ao cenário na América Latina, de acordo com Giovanni Paolo Falcetta, sócio na área de Compliance e Investigação de TozziniFreire Advogados, é possível observar avanços significativos nos últimos anos. “Há, sem dúvida, uma evolução em curso e os escritórios de advocacia em países como Argentina, Brasil, Colômbia e Peru têm apresentado atuação mais independente, com legislação e práticas próprias; no entanto, há ainda um caminho a ser percorrido, por isso queremos criar esse hub de troca de informação e cooperação entre países”, diz Giovanni.

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Para o sócio, outro ponto de destaque a favor da criação da LACIL a ser observado é que a experiência em Compliance e Investigação do Brasil também apresenta um modelo semelhante ao dos países da América Latina. “Temos alguns países com limitações, povos e culturas relativamente parecidos, o que favorece esta troca de experiências e pode, inclusive, ser um primeiro passo para estabelecer parâmetros em toda a América Latina”.

Confira aqui os participantes desta primeira edição:

Argentina – Allende & Brea
Argentina – Beccar Varela
Argentina – Marval, O’Farrell & Mairal
Bolívia/Uruguai/Equador/Paraguai – Ferrere
Brasil – FeldensMadruga
Brasil – Maeda, Ayres & Sarubbi
Brasil – TozziniFreire Advogados
Chile – Carey
Chile – Cariola Díez Pérez-Cotapos
Colômbia – Posse Herrera Ruiz
México – Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez
México – Galicia Abogados
México – Sánchez Devanny
Paraguai – Gross Brown
Peru – Rodrigo, Elías & Medrano Abogados
Uruguai – Guyer & Regules
Venezuela – D’Empaire Reyna Abogados

Pioneirismo e reconhecimento 2018

Pioneiro na criação da área de Compliance e Investigação (em 2006), TozziniFreire foi o único escritório brasileiro classificado como Band 1 pelo Chambers Latin America 2019. A classificação se manteve pelo segundo ano consecutivo.

Três sócios da área também foram recomendados por sua atuação de destaque: Shin Jae Kim (Band 1), Giovanni Paolo Falcetta (Band 2) e Renata Muzzi Gomes de Almeida (Band 3).

A equipe é destacada pelo guia como uma “prática amplamente reconhecida pela habilidade na implementação e desenvolvimento de programas de compliance, além da condução de investigações internas. Altamente conceituada pela notável experiência na representação dos principais players das indústrias automotiva, de saúde e farmacêutica em investigações de grande escala e de alta sensibilidade. Colabora estreitamente com escritórios internacionais de primeira linha dos EUA, Europa e Ásia em investigações anticorrupção de múltiplas jurisdições”.

TozziniFreire teve, ainda, 48 recomendações individuais e 29 áreas de prática reconhecidas pelo Chambers Latin America. O guia abrange um total de 20 jurisdições que englobam, além do Brasil, México, América Central e Caribe (Cuba, República Dominicana e Porto Rico), assim como países de língua espanhola da América do Sul.