Copaprose debate perspectivas do setor em meio à instabilidade econômica e mudanças sociais 132

Evento realizado no Rio de Janeiro contou com a participação do presidente da CNseg e prestou homenagem a Marco Rossi

Com a proposta de promover uma reflexão sobre as perspectivas do mercado de seguros nos próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade, o XXVI Congresso Panamericano de Produtores de Seguros da Confederação Panamericana de Produtores de Seguros (Copaprose) se encerra hoje, dia 22, após três dias de intensos debates entre representantes do setor na América Latina, Portugal e Espanha, no Windsor Hotel Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Ainda na abertura do evento, que teve como tema “Para onde caminha o Seguro na América Latina?”, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que esta edição tem duplo significado especial. O primeiro, pela oportunidade de fortalecer a Região constituída pelo bloco (América Latina + Espanha e Portugal), face a um mundo que se reposiciona em novos blocos econômicos, baseados em identidades culturais e geográficas. E o segundo, por acontecer em um momento de contração econômica na Região e, particularmente, no Brasil. Contração, esta, cujo setor segurador, com sua tradicional resiliência em face a crises, tem muito a contribuir para mitigar, devido à sua capacidade de proteger patrimônio e rendas, que podem se transformar em investimentos de infra-estrutura e outros negócios, sendo, portanto, um grande investidor institucional.

Coriolano propôs, ainda, que essa edição da Copaprose seja registrada e lembrada como “Conferência Marco Antonio Rossi”, que foi um “administrador talentoso, aguerrido e comprometido com a causa da integração latino-americana do mercado de seguros”. Marco Rossi, presidente da CNseg que antecedeu Marcio Coriolano, faleceu em acidente aéreo em novembro de 2015.

Por fim, aproveitou a oportunidade para saudar as lideranças dos corretores de seguros de todos os países presentes, considerados a força produtiva da distribuição e da representaçåo dos consumidores.

A abertura contou ainda com a participação do presidente da Fenacor, Armando Vergílio; da presidente da Fides, Pilar González; do presidente da Assal, Carlos Pavez, e do superintendente da Susep, Roberto Westenberger.

Possíveis Cenários Econômicos: uma visão Pan americana

E entre os diversos painéis realizados ao longo dos três dias, um dos mais importantes, propôs-se, na tarde do no dia 21, a debater e projetar os possíveis cenários econômicos sob uma visão pan americana, contando novamente com a participação do presidente da CNseg, além da do diretor da Escola Nacional de Seguros, Claudio Contador; do CEO Américas da Generali, Antonio Cassio dos Santos, do presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Mauro Batista, e do economista-chefe da Icatu Vanguarda, Rodrigo Alves Melo.

Como consenso, a convicção que, ao menos no curto e médio prazo, a situação macro-econômica não está nada favorável para atividade econômica na região e, particularmente, para Brasil, México e Argentina, apesar de Colômbia e México estarem um pouco melhores, devido às reformas estruturais realizadas. Reformas, estas, que o Brasil precisa fazer com urgência, de acordo com Rodrigo Alves Melo da Icatu, para quem, em 2015, o risco Brasil passou a ser muito maior que o do resto da América Latina. De acordo com suas previsões, só o PIB brasileiro só voltará ao do nível de 2014 em 2022, o que reforça a necessidade de um “esforço herculínio de ajuste fiscal”.

Marcio Coriolano também não é muito otimista em relação à situação brasileira a curto prazo, afirmando que já se fala em queda do PIB de mais de 4% e que a taxa de desemprego pode chegar a 11% até o fim do ano, o que, em suas palavras “é uma de nossas maiores tragédias”. Ainda assim, ele entende que a situação do mercado segurador é bem melhor que a de outros setores da economia, como a da indústria de transformação, de produtos e bens duráveis e da automobilística, tendo crescido mais de 11% em 2015. “O Brasil tem um padrão de solvência muito forte, o que é uma segurança adicional para o mercado. Se se não tivéssemos esse provisionamento, essa responsabilidade, estaríamos sofrendo muito mais”, afirmou.

Se, como bem lembrou o presidente da CNseg, o mercado segurador brasileiro “surfou na onda do aumento da renda na última década”, tendo a saúde suplementar e os planos de acumulação (PGBL e VGBL) como carros chefe, agora, para superarmos esse momento de crise, é preciso cobrar do governo a implementação de políticas anticíclicas. E detalhando um pouco mais as ações necessárias para empreendermos uma “nova jornada de crescimento”, listou cinco pontos fundamentais: estabilidade regulatória, regulação contracíclica, redução de custos de observância, ampliação dos canais de comercialização de seguro , além de reforço da comunicação e da educação em seguro.

Mas, apesar de tudo o que foi colocado, os debatedores ainda encontraram espaço para otimismo, como é o caso de Mauro Batista, da ANSP, e Antonio Cassio dos Santos, da Generali. Este último lembrou que as seguradoras brasileiras com ações na bolsa ainda apresentam melhores resultados que as cinco maiores seguradoras globais e o mercado segurador latino-americano, com seus 97 milhões de veículos, 127 milhões de residências e uma população de 509 milhões de pessoas, ainda tem muito espaço para crescer até atingir os mesmo níveis de penetração do seguro dos países desenvolvidos. Mas, para isso, afirmou Mauro, precisamos estar atentos a algumas tendências para os próximos anos, como aumento do impacto das novas tecnologias na vida das pessoas, o aumento da longevidade e o crescimento chinês.

A homenagem a Marco Antonio Rossi

Ao final do Congresso, foi prestada mais uma homenagem a Marco Antonio Rossi, falecido em novembro de 2015 em um acidente de avião, lembrado como uma das maiores lideranças do mercado de seguros do Brasil e da América Latina. Sua esposa, Maria Isabel Rossi, e seu filho, Marcelo Rossi, receberam das mãos do presidente da Fenacor e do Comitê Executivo da Copaprose, Armando Vergílio, uma placa e um buquê de flores. Na ocasião, muito emocionado, Vergílio disse que, mais do que um dos maiores líderes que o País já teve, Rossi era um homem digno, honesto, correto, trabalhador, empreendedor, dinâmico, visionário e construtor de pontes para o futuro, e que sentia um grande orgulho e satisfação por ter podido conviver e aprender com ele.

*Informações de CNseg.

Bradesco Seguros segue na lembrança dos brasileiros 237

Casa da Photo

Grupo Segurador, pela 17ª vez consecutiva, é a empresa mais lembrada em “Seguros”

Por 17 anos consecutivos, pesquisa feita pelo conceituado instituto Datafolha com consumidores de diversos municípios do país revela o mesmo resultado: a Bradesco Seguros é a marca mais lembrada quando o assunto é seguros. O Grupo Segurador conquistou, mais um troféu na categoria “Seguros” no prêmio Top of Mind, da Folha de S. Paulo. O evento de reconhecimento contou com a presença do Diretor de Marketing, Alexandre Nogueira, e da Superintendente de Marketing, Ana Claudia Gonzalez.

“Estar presente na memória dos brasileiros como a melhor marca em seguros é motivo que muito nos orgulha. Esse reconhecimento é a prova de que oferecemos soluções completas em seguros para os mais variados públicos, com confiança e solidez, nos momentos em que mais precisam de nós”, afirma Alexandre Nogueira.

Para se chegar a esse resultado, o instituto Datafolha ouviu mais de 6,5 mil pessoas de diferentes idades e classes sociais. Além de “Seguros”, outras 60 categorias de produtos e serviços foram reconhecidas.

ANSP aborda a lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros 343

ANSP

Debate conta com três painéis

A Academia Nacional de Seguros e Previdência realizará, no dia 29 de novembro, mais uma edição do Café com Seguro, que debaterá o tema “A lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros”. O evento, que acontecerá no auditório do Sindseg-SP, tem como objetivo abordar a lei geral da proteção de dados pessoais (Lei n° 13.709/2018) e seus reflexos em toda a cadeia da indústria de seguros.

O debate terá três painéis e contará com a apresentação, composição da mesa e moderação do diretor da ANSP, Rafael Ribeiro do Valle; a abertura do presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos.

O primeiro painel abordará a Lei e “compliance”: como se adaptar? Como palestrante, Paulo Eduardo Lilla, Doutor e Mestre em Direito Internacional pela USP, especialista em direito e tecnologia da informação pela Escola Politécnica da USP (PECE/POLI/USP). Possui extensão em direito digital aplicado pela FGV/EDESP, é membro do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), do Instituto Brasileiro de Estudos sobre Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (IBRAC), da Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e das Comunicações (ABDTIC) e da “International Association of Privacy Professionals” (IAPP).

Em seguida serão colocados em debate os aspectos trabalhistas da lei por Alexandre Magalhães, especialista em Direito Empresarial pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Logo após, Maria Fernanda Hosken Perongini, apresentará os agentes de tratamento na Lei no terceiro painel. A palestrante é mestre em propriedade intelectual e inovação pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com extensão em proteção de dados (IDP/SP), professora de propriedade intelectual no LLM e de direito empresarial pela FGV e membro da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI),

A coordenação dos Trabalhos é do Ac. Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR; e Ac. Voltaire G. Marensi, coordenador da cátedra de Direito do Seguro.

O evento é gratuito, mas as vagas, limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de novembro pelo e-mail eventos@anspnet.org.br ou pelos telefones (11) 3333-4067 e (11) 3661-4164.

Porto Seguro Aluguel reforça a sua atuação no mercado empresarial e incentiva o empreendedorismo 202

Porto Seguro Aluguel

Produto facilita locação de imóveis residenciais e comerciais

O Porto Seguro Aluguel, produto que facilita a locação de imóveis residenciais e comerciais, percebendo uma necessidade do setor empresarial e um crescimento desse mercado, reforça a sua atuação para as startups, com benefícios e facilidades aos empreendedores.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, no primeiro semestre de 2018 o Brasil registrou um aumento de 10,5% novos negócios, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Sobretudo para essa demanda do mercado, o Porto Aluguel Empreendedor é uma opção. “Sabemos que os novos empresários têm mais dificuldades para conseguirem um fiador e o seguro torna-se uma ótima alternativa para quem vai alugar o primeiro imóvel ou ampliar suas instalações, além de trazer uma segurança maior para eles”, afirma o superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, Luiz Henrique.

A análise cadastral do produto é feita em até 24 horas, agilizando o processo de locação para quem não pode perder negócio. Além disso, os contratantes possuem vantagens como desconto em transportadoras para realizar mudanças e serviços de emergência gratuitos, além da participação do Clube Porto de Benefícios, que reúne descontos em restaurantes, academias, entre outros.

“De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o Brasil tem cerca de 62 mil empreendedores e cresceu mais de 200% em números de startups nos últimos seis anos. Atualmente são mais de 6 mil microempresas cadastradas na entidade e é para contribuir com o crescimento delas que estamos reforçando a nossa atuação”, completa Luiz Henrique.

Saúde suplementar registra novos beneficiários 342

Saúde suplementar

Boletim do IESS aponta ligeiro avanço no período de 12 meses encerrado em setembro

O total de beneficiários de planos médico-hospitalares apresentou ligeira variação positiva de 0,2% entre setembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. Contudo, os 102,1 mil novos vínculos apontados na Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do IESS, podem estar “só no papel”. Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, alerta que por a variação ser muito baixa, é possível que na revisão dos números setoriais pela ANS, daqui alguns meses, revele que não houve aumento algum. “No meio do ano destacamos que a ‘recuperação’ que vinha sendo comemorada pelo mercado na verdade não aconteceu. Agora, antes do mercado começar a se animar demasiadamente, é necessário olhar os números com cautela”, explica.

Entretanto, Carneiro aponta que o total de beneficiários pode não estar crescendo como um todo, mas há um aumento considerável do total de vínculos com pessoas de 59 anos ou mais. “A NAB apontou, novamente, um acréscimo de 2,5% ou cerca de 166,7 mil beneficiários nessa faixa etária. Ainda que aconteça uma revisão dos números para baixo, é claro que há um avanço nesse segmento do mercado”, analisa. “Certamente, parte desse avanço se deve a mudança de categoria de alguns beneficiários, mas parte significativa, certamente, é de novos vínculos”, completa.

De acordo com o boletim do IESS, as regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste também registraram novos vínculos com planos de saúde médico-hospitalares nos 12 meses encerrados em setembro deste ano. No Sul houve aumento de 0,7% ou 46 mil novos vínculos. Mesmo crescimento proporcional observado no Centro-Oeste, que teve 22,9 mil novos vínculos firmados. Já no Nordeste foram 32,9 mil novos beneficiários no período, alta de 0,5%. “Mesmo com uma eventual revisão dos números, é factível esperar que ao menos não seja registrada retração do total de beneficiários. O que é um indicador positivo”, argumenta Carneiro.

No Norte, foram rompidos 9,4 mil vínculos. Retração de 0,5%. Já no Sudeste, região com o maior número de beneficiários do País, foram firmados 7,5 mil vínculos. O que não representa sequer uma alta de 0,1% dos 28,8 milhões de beneficiários na região.

Marsh & McLennan Companies realiza festa beneficente em prol de instituição de educação infantil 447

Marsh promove ação beneficente em prol de instituição de educação infantil

Evento reúne anualmente colaboradores, parceiros e patrocinadores para arrecadação de fundos para CEI Vila Cisper, em São Paulo

A Marsh & McLennan Companies (MMC) promoveu na quinta-feira, 8 de novembro, a tradicional festa beneficente do Centro de Educação Infantil (CEI) Vila Cisper II. O evento teve como principal objetivo a arrecadação de fundos para a instituição, que oferece educação de qualidade para mais de 150 crianças, com idade de 0 a 4 anos, de famílias com condições socioeconômicas desfavoráveis.

Cerca de 400 pessoas, entre colaboradores do grupo MMC, parceiros, seguradoras, reguladoras de sinistros e escritórios de advocacia, participaram da festa que aconteceu, a partir das 19h, no Villa Bisutti Tenerife, em São Paulo (SP). Todo ano os funcionários da companhia realizam diversas iniciativas de voluntariado em prol da instituição como doações de brinquedos, mutirões para pintura, ações de jardinagem entre outras atividades. Os familiares das crianças também têm oportunidade de participar constantemente de atividades realizadas no CEI.

Fundada em 2001 pela Associação dos Funcionários do Grupo MMC, responsável atualmente pela administração da entidade, o Centro de Educação Infantil conta com profissionais qualificados que oferecem diariamente às crianças orientação e educação por meio de atividades pedagógicas e educacionais. A MMC acredita que através de atividades pedagógicas e educacionais é possível proporcionar um amadurecimento cognitivo das crianças e auxiliar na construção de sua identidade social.

A Marsh & McLennan Companies agradece os patrocinadores ouro, prata e bronze do evento: AIG, Careplus, Fairfax, Liberty Seguros, Sompo, Starr Seguradora, Tokio Marine, Allianz Seguros, Axa, Bradesco Seguros, HDI Global, Mapfre, Sura, Zurich, Argo Seguros, BMG Seguros, Chubb, Fator Seguradora, Intermédica, JMalucelli Seguradora, Mitsui, RTS International Loss Adjusters, Serra e Company, Santos Bevilaqua, SulAmérica, Swiss Re, Travelers e XL Catlin.