Giro: Área de seguros é próximo alvo do capital chinês 845

Os destaques desta segunda-feira, 25 de abril

Área de seguros é próximo alvo do capital chinês

Getty Images
Getty Images

Empresas chinesas anunciaram, desde o início de 2015, nove operações de fusão e aquisição de seguradoras estrangeiras, colocando o setor como o “próximo alvo do capital chinês”, noticia hoje a imprensa estatal. No conjunto, os negócios ultrapassam os US$ 8,4 milhões, um acréscimo de 280%, face a 2014, segundo dados da consultora Dealogic, citados pelo jornal oficial China Daily.

“A tendência evidencia a ambição de conglomerados chineses ricos, como a seguradora Anbang e o grupo Fosun International, em construir um império de investimentos focado no setor dos seguros”, destaca o artigo.

Ambos os grupos quiseram comprar o Novo Banco, numa corrida em que participou também o fundo de investimento norte-americano Apolo, mas nenhum conseguiu chegar a acordo com o Banco de Portugal. Em 2014, o Fosun adquiriu o Fidelidade, que detém cerca de 30% do mercado segurador português, num negócio que o China Daily aponta como um dos mais “proeminentes” do grupo. Entretanto, passou a controlar também o grupo Luz Saúde (anteriormente do Grupo Espírito Santo), dono de 18 unidades hospitalares em Portugal.

Este fluxo de investimentos surge numa altura em que as seguradoras europeias “se deparam com exigências regulatórias mais rigorosas e taxas de juro baixas, que reduziram os retornos dos seus investimentos”, conclui o China Daily, que cita diferentes analistas.

Os setores da energia e dos recursos naturais eram até há poucos anos os destinos quase exclusivos do investimento chinês além-fronteiras. As áreas dos serviços e da tecnologia têm, no entanto, assumido maior preponderância, refletindo a transição da economia chinesa para um modelo mais eficiente e assente no consumo.

Alexandre Boccia será consultor de negócios exclusivo da AXA

Reprodução
Reprodução

A AXA no Brasil anuncia a chegada de Alexandre Boccia. Com anos de experiência em grupos seguradores, ocupando posições de liderança, como CEO de Vida, Previdência e Capitalização na Zurich Insurance Group, CEO do Group BNP Paribas Cardif para Espanha e Portugal e antes no Brasil, Vice-presidente da ACE Latin America, Boccia atuará como consultor de negócios exclusivo da AXA. Boccia terá como principal foco de atuação a área de Affinity e Vida. Para o desafio, Boccia constituiu a consultoria AB Partners, que será responsável pela prospecção e condução dos negócios para a AXA.

Sindicato pede que MPT investigue McDonald’s por fraude na concessão de planos de saúde

Reuters
Reuters

O Sinthoresp (Sindicato dos Empregados em Hospedagem e Gastronomia de São Paulo e Região) pediu ao MPT que investigue as irregularidades cometidas pela Arcos Dourados, franqueadora do McDonald’s, na concessão dos planos de saúde e odontológico. Segundo denúncia do sindicato, o McDonald’s promete os benefícios nos anúncios de suas vagas de emprego, mas só libera a utilização pelos trabalhadores após seis meses da contratação.

Além disso, o McDonald’s paga o menor piso salarial – destinado às empresas que concedem o plano de saúde gratuito -, porém desconta mensalmente os valores do benefício de seus empregados.

Prazo para entrega do IR esta semana

Reprodução
Reprodução

O prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda 2016 (ano-base 2015) termina às 23h59min59seg desta sexta-feira, 29 de abril. Portanto, resta apenas alguns dias para quem pretende declarar dentro da data limite. Se a declaração for enviada à 0h de 30 de abril, já é considerado atraso, e o contribuinte terá de pagar multa de 1% do imposto devido ao mês. O valor mínimo é de R$ 165,74, e o máximo é de 20% do imposto devido.

Se deixar para a última hora, há risco de a página da Receita congestionar e não conseguir entregar o documento. Também pode faltar algum documento e não haver tempo suficiente para conseguir obter uma nova via. Organize-se e reúna todos os documentos necessários.

Senado elege comissão do impeachment hoje

Agência Senado
Agência Senado

O plenário do Senado elege, a partir das 14h de hoje, os 21 membros titulares e 21 suplentes da comissão especial que analisará as acusações contra a presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment. Segundo levantamento realizado pelo Estadão já existem votos suficientes para admissão do processo que julgará a presidente. Caso isso ocorra, ela fica afastada por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência da República.

EXTRA: MetLife anuncia novo diretor comercial para o interior de São Paulo

Divulgação
Divulgação

A MetLife, líder global em soluções para vida, previdência e planos odontológicos, ganha mais um reforço com a chegada de Jaime Neto como novo diretor comercial da companhia para o interior de São Paulo. O executivo será responsável pelo desenvolvimento das estratégias de vendas para o canal de corretores na região.

Com sólida experiência na área comercial de seguros e benefícios, Jaime atuou como diretor comercial na ACE desenvolvendo a estratégia para clientes corporativos. Anteriormente, atuou no Itaú como gerente regional a frente da equipe comercial com foco na regiões de Minas Gerais e Centro-oeste. Jaime Neto é formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) em Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações, possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

*Com informações de Notícias ao Minuto, MSL Group, JusBrasil, UOL Economia, G1 e Grupo Máquina.

As consequências da pandemia no mercado de seguros em debate 514

Live da ANSP contou com a participação do Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal

A pandemia vai passar, mas o vírus de mudanças no setor segurador, não. Esse parece um diagnóstico comum dos especialistas que participaram do evento Café com Seguros da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência), por meio da live “As consequências econômicas da pandemia no Mercado de Seguros”, ocorrida nesta quarta-feira. Entre os debatedores, o Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal. A seu lado, o economista Francisco Galiza, o corretor de seguros Arnaldo Odlevati Júnior, do Sincor-SP, Paulo Marraccini, vice-presidente da ANSP e João Marcelo dos Santos, Presidente da ANSP. O painel foi mediado pelo jornalista Paulo Alexandre.

Inicialmente, Alexandre Leal, assim como fizera Francisco Galiza, destacou que a guinada digital do setor, que colocou praticamente 100% de seu quadro funcional em regime de home office para protegê-lo da pandemia a partir de março, demonstrou alta eficiência e um avanço enorme de gestão ao manter o padrão de seus serviços remotamente prestados a segurados e corretores de seguros.

Ele falou sobre perspectivas do setor e reconheceu que o ambiente de negócios se tornou muito mais desafiador em função da pandemia. Ainda que a trajetória do setor apresente crescimento na média móvel de 12 meses fechados até março ou no resultado do trimestre, os primeiros sinais de desaceleração de prêmios são visíveis no comparativo mês a mês (na margem), uma tendência que deve se aprofundar durante todo o ano.

Reforça essa percepção o fato de o setor seguir o rastro da economia- e os dados mais recentes indicam uma recessão de 6% do PIB neste ano- e dos impactos disso sobre a renda e emprego. De qualquer forma, o setor se comporta de forma resiliente em períodos de crises, apresentando historicamente um desempenho sempre melhor que a média da economia em geral, acrescentou ele.

A pandemia, pelo lado do sinistro, deve pressionar as carteiras de saúde suplementar e o seguro de vida, no segmento de benefícios, e produzir alguma contaminação no resultado de carteiras de Danos e Responsabilidades, como é o caso do seguro de Automóvel, propenso a conviver com uma queda na sinistralidade, efeito direto da quarentena e restrição ao funcionamento das atividades não essenciais, acompanhada de retração de receitas de prêmios, uma decorrência direta da recessão.

Alexandre Leal manifestou preocupação com os impactos da agenda legislativa sobre o setor, caso algumas de suas propostas prosperem, já que podem agravar a taxa de sinistralidade e afetar as receitas das empresas, simultaneamente. Há projetos que estabelecem o pagamento de eventos relacionados à pandemia, não cobertos pela pólice, sem a contrapartida de prêmios, e a manutenção de coberturas a inadimplentes, criando um ambiente de muita incerteza.

Outros temas do debate foram a demanda de crescente proteção de seguros pelos consumidores, com cenários promissores para as apólices de Vida, Previdência e Riscos Cibernéticos gradualmente, a necessidade de os corretores diversificarem sua produção, ainda muito concentrada em Automóvel, os impactos do home office na concentração de renda, o uso de tecnologias para antever riscos, inclusive novas pandemias, e o consenso de que o mercado se tornará mais robusto nos próximos anos.

Seguro para celulares cresce na pandemia 677

De acordo com a FenSeg, os consumidores estão percebendo que o smartphone se tornou um item de primeira necessidade

O Globo conta que o mercado de seguros para celular, que já registrou crescimento de 35% nos primeiros quatro meses deste ano, tende a ganhar ainda mais fôlego com a crise gerada pela pandemia do coronavírus. De acordo com a Federação de Seguros Gerais (FenSeg), vem aumentando a percepção entre os consumidores de que o smartphone está se tornando cada vez mais um item de primeira necessidade. Prova disso é que, desde que começou o isolamento social, em meados de março, as vendas por proteção pela internet já aumentaram cerca de 90%.

De olho nesses números, a Samsung lança hoje seu programa de seguros para celulares, chamado de Care+. “A Samsung é a primeira fabricante a disponibilizar ao consumidor brasileiro um programa proprietário de seguro para smartphones contra roubo, danos acidentais e tela quebrada”, disse Bruno Costa, gerente sênior de conteúdos e serviços para a área de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

O potencial de crescimento no setor é grande, avalia Luis Reis, presidente da Comissão de Seguros de Garantia Estendida e Afinidades da FenSeg. No ano passado, cerca de 15% dos 45 milhões de celulares vendidos no Brasil foram cobertos por seguro contra roubo, furto e danos acidentais.

“A demanda por seguro de celular vem aumentando e deve crescer ainda mais forte após a pandemia. Isso porque as pessoas vêm percebendo que o smartphone é um item cada vez mais essencial com o crescimento das videoconferências e até da telemedicina. Mesmo com a incerteza macroeconômica, o desejo das pessoas em proteger o celular vai continuar”, avaliou Reis.

Costa, da Samsung, destacou que neste primeiro momento, a fabricante vai oferecer quatro tipos de seguros para o celular, como o de garantia estendida, roubo e/ou furto qualificado, quebra acidental nos aparelhos e uma versão chamada Combo, que inclui roubo e/ou furto qualificado e quebra acidental.

“No primeiro ano, o nosso programa de seguro vai permitir até dois eventos por ano. O mercado tem um potencial grande de crescimento”, explicou Costa, lembrando que é a própria fabricante que cuida da gestão, atendimento e reparo do programa.

Mas contratar um seguro para celular exige atenção. Segundo a FenSeg, o prêmio individual (custo da apólice) varia de 15% a 25% do valor do smartphone. Esse tipo de seguro possui uma franquia obrigatória, da ordem de 20% do valor do aparelho. A estimativa é que a arrecadação anual em prêmios seja de R$ 1,5 bilhão. Segundo Reis, da FenSeg, o seguro para celular é um dos que mais crescem:

A pandemia acelerou a venda online de seguros. Antes a internet era apenas uma tendência, mas hoje se tornou um canal importante. O mais importante antes de fazer um seguro é entender qual tipo de cobertura está sendo contratada.

Stone compra Vitta e entra no mercado de saúde 898

Empresa fazia a gestão de planos de saúde corporativos, além de oferecer planos próprios em parceria com seguradoras

A empresa de meios de pagamento Stone anunciou nesta terça-feira em sua divulgação de resultados a aquisição da startup de saúde Vitta. Com 160 funcionários e sede em São Paulo, a Vitta faz gestão de planos de saúde corporativos, além de oferecer planos próprios em parceria com seguradoras com foco no público empreendedor.

A Stone já usava os serviços de gestão de planos de saúde e telemedicina da Vitta, o Prime Care, para atender as demandas de saúde de seus milhares de colaboradores, mas, com a pandemia, estendeu o atendimento médico remoto, via telefone e WhatsApp 24 horas por dia, também a seus clientes, os mais de 500 mil comerciantes e prestadores de serviço que usam suas maquininhas de cartão.

As empresas trabalharam juntas nesse projeto que contou com RS 1 milhão de investimento da Stone e, ao que parece, foi importante para que a empresa de meio de pagamento se aproximasse do mercado de saúde e identificasse potenciais sinergias com seus serviços e sua rede de clientes. No ano passado a Stone lançou a plataforma ABC (Adquirência, Banking e Crédito), em que disponibiliza aos clientes serviços de adquirência e financeiros.

O valor da transação e se ela envolve dinheiro ou ações não foi revelado, mas nas suas demonstrações financeiras a Stone diz que “o Conselho de Administração aprovou a aquisição de 100% da Vitta” e que, com o negócio, “o grupo espera obter sinergias em serviços aos clientes”.

“Muitos dos nossos clientes não têm planos de saúde satisfatórios nem para suas famílias nem para seus funcionários. Nós acreditamos que a Vitta criou um modelo de negócio inovador no mercado de tecnologia para saúde, combinando negociação de reajustes de valores com um atendimento ao cliente de qualidade baseado em telemedicina 24/7 e suporte ao WhatsApp. Este investimento é muito sinérgico com a nossa base de clientes”, diz o documento.

Atualmente a Vitta tem 18 sócios e já fez duas rodadas de captação de investimento de cerca de R$ 30 milhões, sendo a última há dois anos, quando levantou R$ 19 milhões, quando entraram para a sociedade o economista Arminio Fraga e o ex-presidente da Qualicorp, Maurício Ceschin. Investiram também na empresa os fundos Arpex Capital, que tem André Street, fundador da Stone entre os sócios, e o Finvest. A participação de todos os investidores é bem pequena no negócio, conforme Valor Investe apurou.

A Stone, assim como a Vitta, é uma defensora da cultura da “partnership”, ao dar ações a funcionários que se destacam, e hoje tem mais de 100 sócios que trabalham tempo integram na companhia.

A Vitta não foi, porém, a única aquisição da Stone anunciada nesta terça-feira. A fintech fez outros três investimentos, na mLabs, empresa de gerenciamento de redes sociais, na Delivery Much, plataforma de entrega de comida, e na MVarandas, empresa de tecnologia para food service.

“Nós acreditamos que a combinação de tecnologia, bons serviços e soluções financeiras em um único provedor como a Stone tem o poder de transformar o ambiente de pequenas e médias empresas no Brasil. Nós nos definimos pelo cliente que atendemos e não pelos produtos que oferecemos. Esta é uma das razões para nossa visão estar ficando cada vez mais voltada para uma empresa de software com soluções financeiras, assim como uma companhia de serviços financeiros que oferece ferramentas tecnológicas para ajudar os negócios na gestão e a venderem mais. Nós estamos no caminho para nos tornarmos a principal parceira das PMEs no Brasil”, explicou a companhia no documento.

Stone hoje tem mais de 530 mil clientes, conforme número atualizado na teleconferência de resultados. Considerando que boa parte dos empreendedores tem um plano de saúde, a Vitta poderia oferecer serviços de corretagem a essas pessoas e também aos clientes que ainda não contrataram um plano.

Outra linha de negócios que pode ser explorada é a de desenvolvimento de planos de saúde desenhados para este público, uma vez que a Vitta já tem experiência nisso – oferece, em parceria com a Omint e a Unimed, planos customizados para startups, que não deixam de ser pequenas e médias empresas, tanto para os sócios quanto para funcionários. Os planos já incluem, por exemplo, descontos de 50% a 90% em remédios, uma parceria com a ePharma.

Fundada em Uberlândia em 2014, a Vitta hoje atende 100 mil vidas em dois modelos de negócio: um é o serviço de corretagem e administração de planos corporativos e o segundo é a oferta de produtos personalizados em parceria com seguradoras, mas agregando tecnologia no atendimento e telemedicina.

Uma empresa que atua de forma semelhante à Vitta faz é a Qualicorp, que oferece planos de saúde a pessoas físicas por meio de parcerias com as seguradoras. Mas, diferentemente da Vitta, que tem como foco o público corporativo, a Qualicorp vende a pessoas físicas.

A Vitta também tem um diferencial em tecnologia. A empresa nasceu como um prontuário médico eletrônico que hoje é utilizado por mais de 15 mil médicos em todo o Brasil, além de ter o serviço Prime Care de atendimento médico virtual e que inclui serviços de concierge, como agendamento de consultas, localização de médicos para atendimento de emergência e consultas preventivas. O uso intensivo de dados para fazer gestão chamou também a atenção da Stone. A Vitta afirma que consegue diminuir sinistralidade e reajustes menores do plano a seus clientes.

Para distribuidores, seguro pode sair fortalecido da pandemia 461

No webinar promovido pelo CVG-SP, representantes da distribuição relataram como estão enfrentando a pandemia e quais as perspectivas

No dia em que completou 39 anos de existência, 25 de maio, o CVG-SP promoveu um importante evento para discutir os rumos da distribuição de seguros na pandemia. Sob a mediação do presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, três representantes do segmento analisaram o cenário atual e falaram das suas expectativas pós-pandemia.

Beatriz Abadia, gerente comercial São Paulo e Sul do PASI, relatou um aumento na demanda do atendimento psicológico, serviço que integra o pacote das assistências oferecidas pela Central de Amparo PASI. “Liberamos para os corretores e para os segurados e suas famílias, porque o nosso trabalho é proporcionar benefícios para serem usufruídos em vida”, disse.

Se, por um lado, a inclusão de seguros e benefícios nas convenções coletivas de trabalho é uma grande oportunidade de negócios para o mercado, já que tem força de lei, por outro, segundo Beatriz, nem sempre foi fácil convencer os empresários de que se trata de investimento e não de custo. Daí porque o trabalho de consultoria do corretor se tornou essencial. “Chamamos os nossos corretores de influenciadores. São eles que mostram o quão importante é ter um seguro para a proteção”, disse.

Momento favorável

Se existe algum aspecto positivo na pandemia é o fomento à necessidade da proteção do seguro. A avaliação é de Diogo Arndt Silva, sócio fundador e CEO da Rede Lojacorr, que enxerga oportunidades para alavancar a venda de seguro de vida. “Todos voltamos para o núcleo familiar e isso aumentou a percepção de incertezas. As famílias precisam do seguro de vida para se garantirem”, afirmou.

O trabalho informal, que tende a aumentar na proporção do desemprego, tem também um lado positivo na visão de Diogo Arndt. “A grande massa que está migrando para o informal não contará com as garantias do Estado, como FGTS e INSS. Esses trabalhadores sentirão a necessidade da proteção do seguro e de produtos que possam ser usufruídos em vida, como o seguro saúde. O momento é favorável para este segmento”, disse.

Baixo impacto da Covid-19

Abordando o segmento corporativo de saúde, Cassio Giometti, sócio da Sciath Benefits Services, empresa que atua com pequenas e médias empresas na cidade de São Paulo, relatou que não houve forte impacto da Covid. Segundo ele, nem mesmo por causa de demissões. “Pelo contrário, poucos segmentos estão demitindo, mas também não estão contratando”, disse.

Giometti informou, ainda, que a Sciath não teve em sua carteira nenhuma morte por coronavírus e que na área de saúde registrou poucas internações por essa doença. Ele supõe que a razão seja o perfil dos clientes, que pertencem ao segmento corporativo. Por outro lado, a empresa tem observado a preocupação das PMEs de reduzirem custos no seguro de vida e saúde. “Hoje, as empresas querem pagar menos pelos mesmos benefícios”, disse.

Por causa da pandemia, a sinistralidade da carteira da Sciath tem caído drasticamente. Segundo Giometti, houve queda no uso dos planos de saúde, sobretudo nas cirurgias eletivas, e também na sinistralidade de saúde e odonto. “Muitas clínicas estão fechadas. Vimos uma redução de quase 90% nas solicitações de reembolso”, disse.

Aniversário

Faltando poucos minutos para encerramento do webinar, Kasahaya surpreendeu ao convidar diversos profissionais ligados ao CVG-SP para comemorar o aniversário da entidade. Ele comentou a trajetória do CVG-SP e manifestou o orgulho de integrar a entidade, passando a palavra para o fundador e ex-presidente Paulo Meinberg. “A marca CVG tem força, todos conhecem, porque o trabalho é feito com amor”, disse Meinberg.

“O CVG-SP evoluiu e se adaptou à demanda atual, provendo os cursos online. Estamos firmes e fortes acreditando que esse momento vai passar”, disse o ex-presidente Dilmo Bantim Moreira. O presidente da Comissão Fiscal, Márcio Batistuti, concordou e acrescentou que é preciso se reinventar. Asenate Souza, diretora de cursos, elogiou o trabalho do CVG-SP na disseminação do seguro de vida.

Para o vice-presidente Marcos Kobayashi, o CVG-SP comemorou o aniversário em grande estilo com uma live de porte. Ele observou que o mercado de seguro de pessoas tem robustez suficiente para enfrentar a pandemia. Encerrando, Kasahaya pediu para a gestora do CVG-SP, Lúcia Gomes, elogiada por todos por seu trabalho, se manifestar. “Agradeço a confiança. Gosto do meu trabalho e isso se reflete no que faço. É um prazer. Parabéns ao CVG-SP! ”.

Bradesco Seguro Auto oferece nova facilidade para profissionais da saúde 619

Iniciativa que acontece nas cidades do RJ e SP tem como objetivo apoiar quem trabalha na linha de frente da luta contra o Covid-19

Em meio à pandemia do Coronavírus no Brasil, a Carglass e a Autoglass, empresas parceiras da Bradesco Auto/RE – uma empresa do Grupo Bradesco Seguros –, passaram a oferecer a isenção de franquia na troca de vidros para profissionais de saúde que possuírem o Bradesco Seguro Auto.

A ação acontece até o dia 30 de agosto, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, e contempla a realização de serviços, como troca de vidros laterais, dianteiro ou traseiro, lanternas, faróis, retrovisores e, ainda, para-brisas.

“A parceria com a Carglass e a Autoglass oferece esse abono aos nossos segurados, em apoio e agradecimento aos profissionais que trabalham incansavelmente na linha de frente da luta contra a doença”, declarou Rodrigo Herzog, Superintendente Executivo da Bradesco Auto/RE.

Para a realização do serviço, é preciso apresentar um documento de classe que comprove a profissão pertencente à área da saúde. O atendimento está disponível nos seguintes endereços:

Rio de Janeiro – unidades da Autoglass nos bairros de São Cristovão e Barra da Tijuca;

São Paulo – unidades da Carglass dos bairros de Barra Funda, Washington Luís, Tatuapé e Tamboré.