TJ-SE libera WhatsApp 393

Confira as manchetes desta terça-feira

Brasileiros ficaram 24 horas sem aplicativo

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ATUALIZADO (14h24min): O WhatsApp conseguiu reverter uma liminar que bloqueava o aplicativo de mensagens em todo o Brasil por 72h no início da tarde desta terça-feira. A empresa havia pedido reconsideração sobre a decisão anterior, que havia negado a primeira liminar. A decisão é do desembargador Osório Araújo Ramos Filho. As operadoras já estão sendo comunicadas sobre o fim do bloqueio.

NOTÍCIA ORIGINAL: O desembargador Cezário Siqueira Neto negou a liminar do mandado de segurança impetrado pelo WhatsApp Inc e manteve o bloqueio do aplicativo de mensagem instantânea para clientes de Tim, Oi, Vivo, Claro e Nextel pelo período de 72 horas, iniciado às 14h da segunda-feira (2). A decisão do recurso foi publicada às 0h30 desta terça-feira (3) durante o Plantão do Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e confirmada pela assessoria de comunicação do órgão nesta manhã. Na decisão, o desembargador plantonista negou a liminar porque entendeu que existem possibilidades técnicas para o cumprimento da ordem judicial da quebra de sigilo das mensagens do WhatsApp.

Lucro do Itaú Unibanco recua para R$ 5,18 bilhões no 1º trimestre de 2016

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O Itaú Unibanco anunciou há pouco ter registrado lucro líquido de R$ 5,184 bilhões no primeiro trimestre de 2016 – abaixo dos R$ 5,698 bilhões referentes aos três últimos meses do ano passado e dos R$ 5,733 bilhões verificados no mesmo trimestre de 2015.

Indústria cresce em março, mas fecha trimestre com maior baixa desde 2009

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A produção da indústria brasileira cresceu 1,4% em março, na comparação com o mês anterior, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça. O avanço é o maior desde janeiro de 2014, quando chegou a 1,8%. No entanto, no primeiro trimestre deste ano, a indústria acumula um recuo de 11,7%. Segundo a pesquisa, essa é a maior retração – para o período – desde 2009, quando a atividade fabril caiu 14,2%. Em 12 meses, o indicador sofreu redução de 9,7%, a maior desde outubro de 2009, quando chegou a 10,3%.

Essor abraça campanha do Maio Amarelo, por um trânsito mais seguro

Divulgação
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A Essor começa o mês engajada no movimento internacional Maio Amarelo, que tem como objetivo conscientizar a população mundial para o alto índice de acidentes automobilísticos. Com a campanha “Essor e Maio Amarelo: Juntos por um Trânsito Mais Seguro”, a seguradora vai mostrar o quanto pequenas atitudes podem fazer com que ruas e estradas se tornem lugares melhores e mais seguros.

As ações serão feitas por meio das redes sociais e deste endereço, criado especialmente para a campanha, durante todo o mês. Além da comunicação digital, haverá ainda uma fase presencial, que vai ser realizada no dia 25 de maio, véspera do feriado de Corpus Christi, em algumas rodoviárias da região Sul. Quem assina a campanha é a Agência Capella.

Mondial Assistance anuncia novo diretor comercial

Fábio Lucato
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Fábio Lucato é o novo diretor comercial da Mondial Assistance, líder global em serviços de assistência 24 horas. Formado em Engenharia pela Escola de Engenharia Mauá, com pós-graduação em Negociações Internacionais pela FAAP e MBA em Gestão de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Fábio atua há 10 anos nas áreas Comercial, Financeira e Marketing, ocupando cargos de diretoria. O executivo, que tem passagens por grandes empresas do setor como Flytour American Express Business Travel, Credifibra e GVI Promotora de Vendas, irá se reportar diretamente ao CEO da companhia, Vincent Bleunven.

*Com informações de G1, VTN e Virta Comunicação.

MDS adquire participação na 838 Soluções e aumenta oferta de serviços 225

MDS adquire 838 Soluções

Corretora estima proporcionar economias entre 3% e 8% para os clientes

A MDS, referência global em seguros, resseguros e consultoria de riscos, deu um grande passo para aprimorar a sua oferta de serviços. Com a aquisição de participação relevante na 838 Soluções, empresa pioneira no desenvolvimento de ferramentas para a gestão automatizada de Benefícios e Benefícios Flexíveis, a MDS disponibilizará soluções ainda mais completas e inovadoras para o mercado.

A 838 Soluções oferece um sistema próprio para a automatização dos benefícios das empresas. Com isso, 100% da gestão dos benefícios pode ser feita de maneira ágil, integrada, digital e pelo próprio usuário do produto – o que libera a carga operacional dos RHs e permite maior ênfase na gestão de seus talentos.

A empresa conta, ainda, com a plataforma de Benefícios Flexíveis e uma metodologia de desenho que já é utilizada por diversos clientes e vem ganhando ainda mais espaço entre as empresas que buscam oferecer mais autonomia para seus colaboradores. Com a sua implantação, eles podem optar por quais vantagens querem receber em complementação ao salário.

“A solução da 838 permite aos nossos clientes um maior controle da sua Gestão de Benefícios. Àqueles que assim desejarem, possibilita a implantação e gestão de uma política de Benefícios Flexíveis”. explica Ariel Couto, CEO da MDS Brasil.

“Os grandes beneficiados são os funcionários das empresas, que passam a poder escolher os benefícios mais adequados ao seu momento de vida, dentre os disponibilizados no programa”, completa.

A MDS já trabalha com Benefícios Flexíveis inclusive em outros países e conhece as vantagens desta solução. A aproximação com a 838 Soluções é justamente por acreditar no valor agregado deste tipo de produto, e estima que será possível proporcionar aos seus clientes economias entre 3% e 8% na implantação do programa de Benefícios Flexíveis e de até 12% em seus custos totais a partir do quarto ano de sua implementação. A economia gerada decorre do levantamento de quais vantagens estão sendo utilizadas e quais não são tão atrativas como deveriam. Assim, benefícios que não estão adequados às necessidades dos clientes são substituídos por outros que de fato se encaixam no que eles buscam. Com o novo desenho e a negociação dos benefícios junto aos fornecedores é possível gerar economia à empresa.

Quando opta por utilizar a plataforma de Benefícios Flexíveis, a empresa deixa de disponibilizar um pacote fixo de benefícios e passa a ofertar uma quantidade de pontos para que o beneficiário monte a sua própria combinação, evita duplicidades de benefícios na sua soma familiar ou dá abertura para quem deseja benefícios menos tradicionais. Com isso é possível valorizar diferentes perfis, necessidades e expectativas dentro e fora das companhias.

“Para as empresas, os ganhos vão além da parte financeira. Um funcionário mais satisfeito com o que recebe terá um desempenho melhor, o que refletirá na evolução de resultados gerais”, explica Gustavo Quintão, diretor da área de benefícios da MDS.

A 838 Soluções passa a ser parte do grupo MDS, mas operando como uma empresa independente, contando com a equipe da Andrea Huggard-Caine e sua reconhecida expertise no mercado de consultoria em Recursos Humanos.

Porto Seguro divulga balanço do 3º trimestre de 2018 479

Porto Seguro

Companhia apresenta resultados consistentes e intensifica ganhos de eficiência operacional

No terceiro trimestre de 2018, a Porto Seguro ampliou a rentabilidade em relação ao ano anterior e manteve a consistência apresentada nos últimos trimestres, fruto principalmente da disciplina de precificação, que permitiu uma redução significativa na sinistralidade e do foco no aumento da eficiência operacional, que proporcionou o menor índice histórico de despesas administrativas e operacionais. Consequentemente, no acumulado dos nove primeiros meses do ano, o resultado operacional foi 3 vezes maior, superando o impacto da redução da taxa de juros nas aplicações financeiras.

A receita total evoluiu impulsionada pelo crescimento do seguro Auto, Saúde e das Operações de Crédito. Por outro lado, os seguros Patrimoniais e de Vida obtiveram menor desempenho de vendas, principalmente devido a uma maior competitividade no período.

O Índice Combinado melhorou 4,6 p.p., decorrente da redução da sinistralidade e de despesas administrativas e operacionais. Os ajustes tarifários iniciados no final de 2016, aliados ao aprimoramento dos modelos de subscrição e a redução nas frequências de riscos levaram a uma queda de 5,3 p.p. na sinistralidade do seguro auto. Além disso, os esforços para ajustar processos e intensificar o uso da tecnologia aumentaram a produtividade, resultando em uma diminuição de 2,1 p.p. no índice D.A + D.O do trimestre (vs. 3T17) e de 1,3 p.p. no acumulado do ano (vs. 9M17).

Nos negócios financeiros, as operações de crédito apresentaram forte crescimento (+25%), com a inadimplência permanecendo abaixo da média de mercado e intensificando a lucratividade do produto. Já no segmento de serviços, a operação da Conecta está sendo encerrada, através do acordo de transferência da carteira de clientes para a operadora TIM, dando continuidade a estratégia de focar em negócios que alcancem diferenciais competitivos.

O resultado das aplicações financeiras (ex-previdência) reduziu no trimestre em função da queda do CDI médio (-30% vs. 3T17). Contudo, a companhia alcançou um bom resultado relativo, superando o benchmark (128% do CDI), em virtude do desempenho dos títulos com juros indexados a inflação e prefixados.

Excluindo-se os efeitos não recorrentes da venda da participação do IRB (Brasil Resseguros S.A.) no 3º trimestre de 2017, o lucro líquido aumentou 23% no trimestre e 31% no ano, atingindo R$ 318 milhões e R$ 931 milhões respectivamente. O ROAE alcançou 18,9% no 3T18 e 18,0% no 9M18. A rentabilidade dos negócios da Empresa com capital ajustado (sem excesso) e considerando o retorno de investimentos de 100% do CDI seria de 27,7% no 3T18 e de 24,6% no acumulado do ano.

A companhia tem demonstrado resiliência em períodos econômicos mais difíceis e segue otimista diante das oportunidades da indústria de seguros e dos diferentes setores em que atua.

Principais destaques

  • Receita Total: R$ 4,5 bilhões (+3%)
  • Prêmios Auferidos: R$ 3,8 bilhões (+3%)
  • Receita Demais Negócios: R$ 595 milhões (+10%)
  • Resultado Financeiro: R$ 225 milhões (-18%) *
  • Índice Combinado: 91,7% (-4,6 p.p.)
  • Lucro Líquido: R$ 318 milhões (+23%) *

*Excluindo efeitos não recorrentes da venda da participação do IRB (Brasil Resseguros S.A.) no 3º trimestre de 2017.

Mercado de seguros propõe marco regulatório e ampliação de novos produtos 415

Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Confira os detalhes da mais recente Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Em sua mais recente Carta de Conjuntura, que reúne números e projeções do mercado de seguros, o Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) apresenta uma série de propostas ao próximo presidente da República para a melhora das atividades do setor. As sugestões, formuladas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), visam promover a inclusão social, desenvolver novos produtos, promover o equilíbrio financeiro e o fortalecimento do modelo regulatório.

Segundo o documento do Sincor-SP, os seguros arrecadam anualmente R$ 460 bilhões e pagam aos consumidores aproximadamente R$ 280 bilhões em indenizações. O setor também dispõe de ativos para garantir os riscos assumidos, da ordem de R$ 1,2 trilhão – equivalentes a 25% da dívida pública brasileira –, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país. Com movimento de receitas que já representam 6,5% do PIB brasileiro, o setor tem potencial para crescer ainda mais, diz a Carta.

Entre as propostas, estão a criação de novos produtos nas áreas de saúde, de vida (Universal Life) e de previdência (Prevsaúde); iniciativas para blindagem das reservas técnicas, além de coibir o exercício irregular da atividade seguradora; promoção da Reforma da Previdência pública; novas formas de regulação, de remuneração e de reajuste na área de saúde; e um novo marco regulatório no mercado de capitalização e ampliação de novos produtos na área de seguro garantia.

Para o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, a expectativa de crescimento, com o surgimento de novos produtos, mostrará com mais força o papel da entidade em preparar os corretores para esses novos serviços. “Frente aos riscos que as obras de grande porte têm sofrido diante da crise político-econômica, o setor de seguros pode ser um agente para alavancar a infraestrutura no País, oferecendo mais proteção a essas obras. Seguros como os de Responsabilidade Civil, E&O (Error and Ommissions), D&O (Directors and Offices Liability Insurance) e Seguro Cyber Risks ganham força, e todo apoio governamental será fundamental para a nova fase”, exemplifica Ber.
Em outras frentes de propositura, o presidente da entidade também menciona a previsibilidade da mediação com passo inicial na resolução de conflitos envolvendo apólices de seguros. “Quando observamos um cenário onde o Tribunal de Justiça de São Paulo julgou cerca de 25 mil processos contra planos de saúde, nos primeiros nove meses de 2018, vemos a mediação como um caminho que pode minimizar esses pleitos na Justiça”, comenta Ber.

A publicação do Sincor-SP destaca que em 2015 e 2016 os números da economia do País foram ruins, mas que em 2017 e no início de 2018 alguns indicadores mostraram recuperação. A alta só não foi maior devido a fatores como a greve dos caminhoneiros, o desemprego e proximidade das eleições. A expectativa agora é que, definido o próximo presidente, as coisas se equilibrem e comecem a entrar em um ritmo de desenvolvimento.

A despeito da instabilidade econômica, os ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), sem considerar as operações de saúde suplementar, apresentam variação acumulada de mais 6% no faturamento até agosto na comparação com o mesmo período de 2017. O valor é influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT. Caso o ramo fosse excluído nos dois períodos citados, teríamos um valor maior, já que a variação acumulada passaria de 6% para 7%. Já nos produtos do tipo VGBL, um produto com características mais financeiras, de acumulação, houve queda em 2018, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Outros números positivos vêm da receita de resseguro local, com um faturamento de R$ 5 bilhões até julho – alta de 7% em relação ao ano passado – e da receita de capitalização, que registrou o mesmo faturamento e alta, mas até agosto. No total, as seguradoras faturaram até agosto R$ 12,7 bilhões, contra R$ 11,2 bilhões no mesmo período do ano passado, uma alta de 14%. O patrimônio líquido das companhias, no entanto recuaram 7%, passando de R$ 88 bilhões para R$ 82,2 bilhões.

Na Carta, ainda dedica espaço ao seguro de automóvel, o principal produto da maioria das corretoras. Segundo a entidade, os prêmios pagos no ramo chegam a R$ 38 bilhões ao ano. O mercado também é bem diversificado, 25 seguradoras têm um faturamento acima de 0,2% do total e as cinco primeiras faturam menos de 60% de tudo que é ganho pelo setor. O estudo conclui que o veículo continua sendo o grande sonho do brasileiro e a infraestrutura do País em transportes públicos é precária para que o consumo tenha uma desaceleração importante. Por outro lado, a entidade destaca que os aplicativos de motoristas vêm aumentando e que, a longo prazo, isso pode representar uma ameaça ao ramo.

Confira a Carta de Conjuntura.

Franquia de exames especializados deseja expandir para Porto Alegre (RS) 394

Saúde

Rede de laboratórios realiza cerca de 800 exames todos os meses

Com seis franquias em todo o país, a rede CRM Líquor, deseja agora expandir suas atividades na cidade de Porto Alegre.

“Temos interesse em expandir para Porto Alegre e o nosso principal objetivo é democratizar o exame de líquor com diagnóstico preciso em todo o país”, conta Dr. Rene Pimenta, fundador da rede CRM Líquor.

Para adquirir a franquia CRM Líquor, o candidato precisa ser médico com formação em neurologia, neurocirurgia, infectologia ou patologia clínica. Com investimento inicial a partir de R$ 100 mil, de acordo com o idealizador do CRM Líquor, o faturamento vai depender do potencial da região e do volume de exames, mas pode chegar a um valor superior a R$ 110 mil mês.

Vale salientar que a empresa desenvolveu três modelos de negócios para adequar a franquia em todas as regiões do país. Atualmente existem o modelo Coleta, onde o franqueado fica responsável por realizar o exame de líquor e enviar para a matriz em São Paulo. O modelo standard segue o mesmo padrão, mas caso o médico já tenha um consultório, a franquia pode se instalar no ambiente já utilizado pelo médico. O terceiro modelo, CRM Líquor Total, já conta com a coleta e análise in loco, além do software e estrutura da franqueadora.

Lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros atinge R$ 4,6 bilhões 402

Bradesco

Crescimento foi de 11,6% em relação ao mesmo período do ano passado

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do País, apresentou lucro líquido de R$ 4,6 bilhões de janeiro a setembro de 2018, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta.

Esse resultado representa evolução de 11,6% em relação ao registrado no mesmo período de 2017, refletindo a melhora dos principais indicadores de desempenho da companhia. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado foi de 19,1%.

“O resultado reflete o empenho do Grupo Bradesco Seguros na elaboração de produtos inovadores, busca de escala e eficiência administrativa, excelência no atendimento e contínua evolução do nosso modelo de distribuição multirramo. Estamos certos de que o mercado segurador brasileiro, cuja resiliência está mais do que comprovada, voltará a reunir em breve as condições necessárias para realizar todo o seu potencial de crescimento e de contribuição para o desenvolvimento do País”, destaca o presidente do Grupo, Vinicius Albernaz.

Entre os indicadores, o Índice de Sinistralidade apresentou melhora de 1,4 ponto percentual em relação a igual período de 2017, registrando 73,7%, um dos menores na comparação dessa série.

Na mesma direção, o Índice de Comercialização melhorou em um ponto percentual, registrando 8,8% no período acumulado.

Já o Índice de Eficiência Administrativa, que completou o décimo trimestre consecutivo na casa de 4%, colhendo os frutos dos nossos esforços de racionalização de gastos e de um rígido controle dos custos diretos, tem se mantido como o melhor do mercado entre as seguradoras de grande porte.

Como resultado, o Índice Combinado apresentou a expressiva melhora de cerca de dois pontos percentuais no período de janeiro a setembro, atingindo 84,7%. No terceiro trimestre, o Índice ficou em 84,1%, o menor dos últimos sete anos.

Com isso, o resultado operacional do Grupo Segurador registrou a também significativa evolução de 50,6% ante os primeiros nove meses do ano passado.

As provisões técnicas alcançaram R$ 255 bilhões, correspondentes a cerca de 26% do total do mercado segurador, e os ativos financeiros totais chegaram a R$ 280 bilhões.

O total pago em indenizações e benefícios atingiu cerca de R$ 44 bilhões, correspondentes a mais de R$ 230 milhões por dia útil.

O faturamento apurado no período manteve o Grupo Segurador com cerca de 25% de market share.