Giro: Cunha anuncia criação de CPI do DPVAT e da UNE antes de ser afastado 553

Confira as manchetes desta quinta-feira

Eduardo Cunha foi afastado do comando da Câmara pelo STF

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Antes de ser afastado do comando da Câmara dos Deputados pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou a criação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) na Casa. A primeira será para investigar indícios de uso irregular de dinheiro público pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Já a segunda pretende apurar denúncias e supostas irregularidades na concessão do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).

O pedido de instalação da CPI da UNE foi apresentado pelo deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). No requerimento, o parlamentar pede a investigação com base em seis fatos, entre eles a apuração de como a UNE aplicou R$ 44,5 milhões recebidos a título de indenização da União pelos danos sofridos na ditadura militar e investigação de convênios do governo federal com a entidade entre 2006 e 2016.

Já a CPI do DPVAT foi solicitada pela deputada Raquel Muniz (PSD-MG). A parlamentar ganhou notoriedade na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, quando citou o prefeito da cidade de Montes Claros (MG), Ruy Muniz, seu marido, como exemplo de honestidade. Um dia depois, o prefeito foi preso pela Polícia Federal, sob suspeita de prejudicar funcionamento de hospitais públicos na cidade para favorecer hospital privado gerido por sua família.

Cunha foi afastado na manhã de hoje de suas atribuições como deputado por decisão liminar do ministro Teori Zavascki. Durante a tarde, o Supremo deve julgar outra petição – da REDE -, que visa referendar este afastamento.

Lucro da Porto Seguro sobe para R$ 240 milhões no 1º trimestre de 2016

Uomo con grafico crescente
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O lucro da Porto Seguro subiu para R$ 240,4 milhões no primeiro trimestre deste ano. A alta foi de 4% em relação aos R$ 230,9 milhões registrados no mesmo período de 2015. “No primeiro trimestre de 2016, a Porto Seguro enfrentou um ambiente econômico desafiador com mercado de seguros apresentando crescimento menor do que o observado nos últimos anos. Por outro lado, a baixa penetração da indústria e as oportunidades em vários nichos e regiões inexploradas ainda demonstram grande potencial”, diz a companhia em balanço divulgado esta semana. De acordo com a Porto Seguro, as receitas totais e os prêmios de seguros cresceram 5% no primeiro trimestre.

Nos negócios financeiros e serviços, as receitas trimestrais permaneceram estáveis, em decorrência da queda de consumo dos clientes, que impactaram o produto de cartão de crédito, e das medidas adotadas para a contenção do risco. Mesmo assim, o número de cartões evoluiu 16%, alcançando cerca de 2 milhões de unidades, sendo que o risco se estabilizou.

Susep divulga pesquisa sobre Educação Financeira

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Um estudo sobre a educação financeira e seus reflexos no mercado de seguros em vários países será divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) no próximo dia 19. A pesquisa será apresentada durante seminário organizado pelo órgão no âmbito da 3ª Semana de Educação Financeira.

O levantamento vai mostrar como vários órgãos supervisores do setor de seguros estão trabalhando o tema em três vertentes, tendo como foco os consumidores, as empresas do mercado e a atuação dos próprios supervisores. A pesquisa revelará as iniciativas adotadas para orientar os consumidores, as informações prestadas e a formação didática sobre a área financeira. Será mostrado ainda pelo estudo como as empresas do mercado reagiram a essas iniciativas, as mudanças em relação aos clientes e novas condutas adotadas e, por fim, como os próprios órgãos de supervisão passaram a valorizar as boas práticas, em vez de priorizar ações punitivas.

O seminário contará ainda com a participação da pesquisadora da Universidade de Bristol e especialista em educação financeira da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Adele Atkinson, que vai apresentar um panorama da educação financeira no mundo. O evento contará com vários outros palestrantes, que estarão debatendo a sustentabilidade, consumo e educação para seguros. O seminário será realizado no Prodigy Hotel Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a partir das 8h30.

“Incidência do ITCMD em planos de Previdência Privada” foi tema de debate em São Paulo

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O Grupo Nacional de Trabalho de Previdência Privada da AIDA, em conjunto com a Cátedra de Previdência da ANSP, realizaram um evento sobre o tema ” Incidência do ITCMD em planos de Previdência Privada? Análise de legislações estaduais sobre o assunto”, no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo.

“Nesse momento, em que o Brasil se prepara para abordar o tema da reforma previdenciária, é essencial que haja um amplo entendimento entre os setores da previdência pública (INSS e Previdência Privada) em seus dois segmentos, isto é, o fechado representado pelos fundos de pensão e o aberto que atua basicamente no mercado de seguros. Uma verdadeira previdência terá que sair da combinação desses elementos, trazendo vantagens para toda a população brasileira que poderá contar com um sólido sistema de proteção social com um capital acumulado que seja dirigido ao desenvolvimento econômico, portanto com a criação de emprego, com o incremento dos negócios e essencialmente com a paz social”, explica o Coordenador da Cátedra de Previdência da ANSP, Acadêmico Wagner Balera.

Foram debatidos os aspectos conceituais e os aspectos práticos de diversos pontos de vista. Os palestrantes foram a presidente do Grupo Nacional de Trabalho de Previdência Privada da AIDA, Ivy Cassa, o Coordenador da Cátedra de Previdência da ANSP, Wagner Balera, o tributarista Diego Casseb e o procurador federal Danilo Miranda. Como mediadores do evento, participaram Ana Flávia Ribeiro Ferraz e Eraldo Santos, advogados atuantes no setor. A abertura do evento ficou a cargo do presidente da ANSP, o acadêmico Mauro César Batista, e da presidente da AIDA, diretora da ANSP e coordenadora da Cátedra de Microsseguros, a acadêmica Ana Rita R. Petraroli.

SulAmérica leva Night Run a Brasília

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A SulAmérica anuncia mais uma etapa do Night Run 2016. Com patrocínio da companhia, o circuito deste ano terá 16 provas em 11 cidades, passando por Brasília no dia 7 de maio. A prova na capital federal conta com largadas para 5 km e 10 km, ambas às 19h30. A seguradora convida corretores, clientes e prestadores a participarem das provas, oferecendo inscrições limitadas com valor reduzido. O patrocínio reflete o compromisso da companhia com a gestão de saúde e o incentivo a práticas saudáveis, e integra o Circuito SulAmérica de Música e Movimento, programa de apoio à cultura e aos esportes de participação.

“Como gestora de saúde, a SulAmérica traz este patrocínio bastante alinhado à sua estratégia. Eventos como este favorecem a adoção de hábitos saudáveis, e poder levar o Night Run a diversas cidades do país é uma oportunidade de incentivar a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirma o diretor de marketing da SulAmérica, Zeca Vieira.

O patrocínio marca também um duplo aniversário: em 2016, a SulAmérica comemora seus 120 anos de atuação e o Night Run, uma década de corridas. Iniciada no ano passado, esta parceria foi ampliada e neste ano a seguradora oferece sorteios de R$ 5.000 e seguro de acidentes pessoais, já incluso no valor da inscrição, a todos os participantes.

*Com informações de Estadão Conteúdo, G1, CNseg, Oficina do Texto e CDI.

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades 171

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades

As opções Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto

Ainda há tempo para iniciar uma nova formação e ingressar em um dos mercados que mais cresce no País. A Escola Nacional de Seguros segue ofertando o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros em 13 localidades, para aulas sobre Capitalização e Vida e Previdência.

As aulas acontecerão em todas as regiões, nas cidades de Anápolis (GO), Araguaína (TO), Cascavel (PR), Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Natal (RN), Porto Velho (RO), Pouso Alegre (MG), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Os cursos de Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto. Ao final das aulas, os aprovados receberão certificado que permite dar entrada no registro da profissão emitido pela Susep.

Informações como investimento, pré-requisitos e início do período letivo estão disponíveis neste site, que também é o canal para inscrições.

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza novo encontro com corretoras 262

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza novo encontro com corretoras

Momento acontece no dia 20 de março, a partir das 14h

Com objetivo de ressaltar a importância da mulher no mercado de seguros, o Sincor-RJ promove no dia 20 de março, a partir das 14 horas, um encontro com as corretoras de seguros no auditório. Com o tema “Mulher, um ser que nasceu para brilhar”, o evento conta com a palestra da Coach e Psicóloga especialista em desenvolvimento de carreira, Marília Costa, e da Executiva de Contas da Sompo Seguros, Pauline Santana

A Comissão Feminina convida todas as corretoras de seguros para participar dos encontros e a mesma é formada pela Presidente Claudia Deveza, pela vice presidente, Cintia Arruda, com as diretoras Aparecida Correa, Iris Sampaio, Rosana Souza, Rosangela Melo, Ingrid Orosa e Patricia Barreto.

Para participar, é só entrar em contato através dos telefones (21) 98314-1615 (Ana Claudia), (21) 99507-7701 (Cintia Arruda) ou através do e-mail comissaofeminina@sincor-RJ.org.br ou pelo site. O encontro conta com sorteio de brindes.

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil 512

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão”.

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum

Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas

Com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.

Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.

Operador Econômico Autorizado

Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países”.

Convergência regulatória

Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.

“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países”. O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais

O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação”. A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente”.

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados”.

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

Investimentos estrangeiros diretos dos EUA no Brasil

  • As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.
  • As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.
  • Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

Investimentos brasileiros diretos nos EUA

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.

Google divulga Relatório de Impacto Econômico no Brasil 271

Google divulga Relatório de Impacto Econômico no Brasil

Busca e publicidade ajudaram a movimentar R$ 41 bilhões no país em 2018

Em 2018, as ferramentas de Busca e publicidade do Google ajudaram a movimentar R$ 41 bilhões em atividade econômica no Brasil. É o que aponta a nova edição do Relatório de Impacto Econômico do Google, divulgada nesta segunda-feira, 18.

A partir de uma metodologia criada por Hal Varian, economista-chefe do Google, o Relatório traz uma estimativa de impacto econômico baseada no retorno do investimento dos clientes ao anunciar na plataforma, além da receita gerada pela plataforma AdSense, utilizada por publishers, e nos créditos oferecidos a organizações não-governamentais por meio do Google Ad Grants.

No total, mais de 60 mil empresas, publishers e organizações sem fins lucrativos brasileiras se beneficiaram das ferramentas da empresa.

O Brasil, país em que o Google está presente desde 2005, figura entre os cinco maiores mercados para as oitos plataformas da empresa com mais de um bilhão de usuários: Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Gmail e Drive.

Além disso, o Brasil é o único país no mundo a possuir cinco instalações diferentes do Google: um escritório de negócios (SP), um centro de engenharia (BH), um Google for Startups Campus (SP), um Partner Plex (SP) e um YouTube Space (RJ). Mais de 800 pessoas são empregadas diretamente. Além disso, como parte dos esforços do Google para promover jornalismo de qualidade na internet aberta, somente em 2017 o Google compartilhou R$ 10 milhões com veículos de comunicação parceiros no País.

O relatório completo, com histórias de empresas brasileiras que estão utilizando as ferramentas do Google para ter sucesso on-line, pode ser conferido aqui.

Venda de livros abre 2019 em baixa 156

Venda de livros abre 2019 em baixa

Livros didáticos puxaram para baixo a performance do mercado

O ano começou muito desafiador para o setor livreiro brasileiro, uma vez que o fechamento de lojas físicas continuou, assim como no ano passado, a impactar as vendas. No primeiro bimestre de 2019, a queda foi de 18% em volume e de 19% em valor, números que frustraram a expectativa daqueles que viam no período de volta às aulas, uma oportunidade de recuperação de faturamento.

Historicamente, com as vendas de livros didáticos em alta nos primeiros meses do ano, o mercado reage positivamente. Mas em 2019, o que se nota é uma performance aquém da esperada, uma vez que os títulos destinados ao público escolar sofreram uma queda de 43% em volume e 38% em valor.

“Todos os acontecimentos do ano anterior, o que inclui a crise das grandes livrarias, provocaram uma mudança no ecossistema do varejo de livros e a sazonalidade foi fundamental na materialização desse fenômeno. Em outras palavras, ficou evidente que as editoras focaram em outros canais para atender a demanda de estudantes”, pondera Ismael Borges, líder do Bookscan Brasil.

“Decidimos aguardar o fechamento do 2T para a divulgação do primeiro Painel das Vendas de 2019, para ter números mais consolidados. O desafio continuará no próximo período, por incluir o período do Carnaval, o comparativo das vendas de livros técnicos e científicos e o Dia da Mulher, data que teve um alto desempenho em 2018”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

Esses são alguns dos dados do 01º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2019, apresentados pelo Nielsen Bookscan e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Os números têm como base o resultado da Nielsen BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

* T. Mercado – Período 02: 2018 (29/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
T. Mercado – Acumulado WK01 / WK08: 2018 (01/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
Fonte: Nielsen | Nielsen BookScan

Metodologia

O objetivo da criação do Painel é dar mais transparência à indústria editorial brasileira. A iniciativa da parceria entre o SNEL e a Nielsen disponibiliza para o setor dados atualizados que poderão contribuir nas tomadas de decisões por empresários de todos os portes.

Para a realização do Painel, os dados são coletados diretamente do “caixa” das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados. Após o processamento, os dados são enviados online e atualizados semanalmente.

Nielsen Bookscan é o primeiro serviço de monitoramento de vendas de livros no mundo, presente em dez países, e o resultado de seu trabalho é um forte instrumento de decisão para as editoras que trabalham com estes dados. O SNEL divulga o Painel das Vendas de Livros no Brasil a cada quatro semanas.