Giro: Cunha anuncia criação de CPI do DPVAT e da UNE antes de ser afastado 400

Confira as manchetes desta quinta-feira

Eduardo Cunha foi afastado do comando da Câmara pelo STF

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Antes de ser afastado do comando da Câmara dos Deputados pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou a criação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) na Casa. A primeira será para investigar indícios de uso irregular de dinheiro público pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Já a segunda pretende apurar denúncias e supostas irregularidades na concessão do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).

O pedido de instalação da CPI da UNE foi apresentado pelo deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). No requerimento, o parlamentar pede a investigação com base em seis fatos, entre eles a apuração de como a UNE aplicou R$ 44,5 milhões recebidos a título de indenização da União pelos danos sofridos na ditadura militar e investigação de convênios do governo federal com a entidade entre 2006 e 2016.

Já a CPI do DPVAT foi solicitada pela deputada Raquel Muniz (PSD-MG). A parlamentar ganhou notoriedade na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, quando citou o prefeito da cidade de Montes Claros (MG), Ruy Muniz, seu marido, como exemplo de honestidade. Um dia depois, o prefeito foi preso pela Polícia Federal, sob suspeita de prejudicar funcionamento de hospitais públicos na cidade para favorecer hospital privado gerido por sua família.

Cunha foi afastado na manhã de hoje de suas atribuições como deputado por decisão liminar do ministro Teori Zavascki. Durante a tarde, o Supremo deve julgar outra petição – da REDE -, que visa referendar este afastamento.

Lucro da Porto Seguro sobe para R$ 240 milhões no 1º trimestre de 2016

Uomo con grafico crescente
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O lucro da Porto Seguro subiu para R$ 240,4 milhões no primeiro trimestre deste ano. A alta foi de 4% em relação aos R$ 230,9 milhões registrados no mesmo período de 2015. “No primeiro trimestre de 2016, a Porto Seguro enfrentou um ambiente econômico desafiador com mercado de seguros apresentando crescimento menor do que o observado nos últimos anos. Por outro lado, a baixa penetração da indústria e as oportunidades em vários nichos e regiões inexploradas ainda demonstram grande potencial”, diz a companhia em balanço divulgado esta semana. De acordo com a Porto Seguro, as receitas totais e os prêmios de seguros cresceram 5% no primeiro trimestre.

Nos negócios financeiros e serviços, as receitas trimestrais permaneceram estáveis, em decorrência da queda de consumo dos clientes, que impactaram o produto de cartão de crédito, e das medidas adotadas para a contenção do risco. Mesmo assim, o número de cartões evoluiu 16%, alcançando cerca de 2 milhões de unidades, sendo que o risco se estabilizou.

Susep divulga pesquisa sobre Educação Financeira

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Um estudo sobre a educação financeira e seus reflexos no mercado de seguros em vários países será divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) no próximo dia 19. A pesquisa será apresentada durante seminário organizado pelo órgão no âmbito da 3ª Semana de Educação Financeira.

O levantamento vai mostrar como vários órgãos supervisores do setor de seguros estão trabalhando o tema em três vertentes, tendo como foco os consumidores, as empresas do mercado e a atuação dos próprios supervisores. A pesquisa revelará as iniciativas adotadas para orientar os consumidores, as informações prestadas e a formação didática sobre a área financeira. Será mostrado ainda pelo estudo como as empresas do mercado reagiram a essas iniciativas, as mudanças em relação aos clientes e novas condutas adotadas e, por fim, como os próprios órgãos de supervisão passaram a valorizar as boas práticas, em vez de priorizar ações punitivas.

O seminário contará ainda com a participação da pesquisadora da Universidade de Bristol e especialista em educação financeira da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Adele Atkinson, que vai apresentar um panorama da educação financeira no mundo. O evento contará com vários outros palestrantes, que estarão debatendo a sustentabilidade, consumo e educação para seguros. O seminário será realizado no Prodigy Hotel Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a partir das 8h30.

“Incidência do ITCMD em planos de Previdência Privada” foi tema de debate em São Paulo

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O Grupo Nacional de Trabalho de Previdência Privada da AIDA, em conjunto com a Cátedra de Previdência da ANSP, realizaram um evento sobre o tema ” Incidência do ITCMD em planos de Previdência Privada? Análise de legislações estaduais sobre o assunto”, no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo.

“Nesse momento, em que o Brasil se prepara para abordar o tema da reforma previdenciária, é essencial que haja um amplo entendimento entre os setores da previdência pública (INSS e Previdência Privada) em seus dois segmentos, isto é, o fechado representado pelos fundos de pensão e o aberto que atua basicamente no mercado de seguros. Uma verdadeira previdência terá que sair da combinação desses elementos, trazendo vantagens para toda a população brasileira que poderá contar com um sólido sistema de proteção social com um capital acumulado que seja dirigido ao desenvolvimento econômico, portanto com a criação de emprego, com o incremento dos negócios e essencialmente com a paz social”, explica o Coordenador da Cátedra de Previdência da ANSP, Acadêmico Wagner Balera.

Foram debatidos os aspectos conceituais e os aspectos práticos de diversos pontos de vista. Os palestrantes foram a presidente do Grupo Nacional de Trabalho de Previdência Privada da AIDA, Ivy Cassa, o Coordenador da Cátedra de Previdência da ANSP, Wagner Balera, o tributarista Diego Casseb e o procurador federal Danilo Miranda. Como mediadores do evento, participaram Ana Flávia Ribeiro Ferraz e Eraldo Santos, advogados atuantes no setor. A abertura do evento ficou a cargo do presidente da ANSP, o acadêmico Mauro César Batista, e da presidente da AIDA, diretora da ANSP e coordenadora da Cátedra de Microsseguros, a acadêmica Ana Rita R. Petraroli.

SulAmérica leva Night Run a Brasília

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A SulAmérica anuncia mais uma etapa do Night Run 2016. Com patrocínio da companhia, o circuito deste ano terá 16 provas em 11 cidades, passando por Brasília no dia 7 de maio. A prova na capital federal conta com largadas para 5 km e 10 km, ambas às 19h30. A seguradora convida corretores, clientes e prestadores a participarem das provas, oferecendo inscrições limitadas com valor reduzido. O patrocínio reflete o compromisso da companhia com a gestão de saúde e o incentivo a práticas saudáveis, e integra o Circuito SulAmérica de Música e Movimento, programa de apoio à cultura e aos esportes de participação.

“Como gestora de saúde, a SulAmérica traz este patrocínio bastante alinhado à sua estratégia. Eventos como este favorecem a adoção de hábitos saudáveis, e poder levar o Night Run a diversas cidades do país é uma oportunidade de incentivar a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirma o diretor de marketing da SulAmérica, Zeca Vieira.

O patrocínio marca também um duplo aniversário: em 2016, a SulAmérica comemora seus 120 anos de atuação e o Night Run, uma década de corridas. Iniciada no ano passado, esta parceria foi ampliada e neste ano a seguradora oferece sorteios de R$ 5.000 e seguro de acidentes pessoais, já incluso no valor da inscrição, a todos os participantes.

*Com informações de Estadão Conteúdo, G1, CNseg, Oficina do Texto e CDI.

Porque o mercado de criptomoedas ganha cada vez mais espaço e credibilidade 662

Criptomoedas

Confira artigo de Jaime Schier, diretor comercial do Grupo Bitcoin Banco

Desde que alcançou ampla popularidade no fim do ano passado, o mercado de criptomoedas esteve marcado por discussões que envolvem a confiabilidade do sistema, a segurança, a transparência, a regulamentação ou a alta volatilidade da moeda. A verdade é que essa agenda é superada a cada dia pela revolução que o bitcoin vem causando no sistema financeiro. As criptomoedas possuem um valor de US$ 200 bilhões e somam mais de US$ 6 trilhões desde que surgiu, segundo dados de abril deste ano.

Descentralizado e distribuído, ou seja, não controlado por nenhuma entidade ou governo, o mercado de cripto está ancorado na blockchain, o que garante segurança e praticamente impede ataques ou adulteração. Para se ter uma ideia, hoje seriam necessários US$ 56,5 bilhões e uma estrutura computacional como a da Nasa para burlar a rede Bitcoin.

Qualquer movimentação em bitcoin fica registrada e disponível para visualização na blockchain por parte dos usuários. Ainda assim, as consultas são feitas aleatoriamente e as ligações entre as transações exigem um conhecimento aprofundado de navegação nos incontáveis nós da rede.

Isso já começa a fazer das exchanges agentes do processo de transparência e de combate a crimes como lavagem de dinheiro. Alguns magistrados de diferentes órgãos do Poder Judiciário têm demandado consultas às nossas bases de dados, e o fazem requisitando informações e até bloqueio de eventual saldo em criptomoedas, vinculado a determinado CNPJ ou CPF tornado réu em alguma operação criminal.

A ausência de regulamentação específica do setor também já não inibe o mercado. Esse é um segmento extremamente organizado e a prova está na tributação de suas atividades, mesmo sem definição da categoria. As criptomoedas precisam ser declaradas ao fisco brasileiro no Imposto de Renda, por exemplo.

Além disso, ganha força a defesa da autorregulação. Entende-se que o Conselho Monetário Nacional poderia outorgar, como já se faz no mercado imobiliário, poderes a associações que têm como objeto social a defesa do mercado de criptomoedas. Essas entidades, com notória e irrefutável expertise no segmento, ficariam encarregadas da regulação, supervisão, fiscalização e certificação do criptomercado, com vistas a preservar a segurança, eficiência e integridade das operações de negócios e ofertas.

O ideal é que um dia cheguemos ao patamar de países como o Japão, que promoveu a autorregulação e passou a reconhecer as criptos como “moedas legais”, a aumentar a fiscalização contra operações ilegais e para segurança dos investidores. Até mesmo o governo aceita receber seus impostos em moedas virtuais e recentemente um banco tradicional do país passou a fazer oferta de criptomoedas.

O bitcoin também ganha força como forma de investimento. Ao comprar na “baixa” e vender na “alta” e realizar negociações até mesmo com outros usuários das plataformas das exchanges, é possível conseguir boa rentabilidade mesmo em ambiente alta volatilidade. Ganha ritmo agora o uso das criptomoedas como meio de troca de produtos e serviços, especialmente pela possibilidade de realizar transações de maneira rápida, ágil e acessível. Em todo o mundo, são mais de 13,5 mil estabelecimentos, de acordo com o site CoinMap.org, que realiza o monitoramento.

A expansão deve continuar mesmo diante de resistência no sistema financeiro tradicional. Para entrar no segmento de criptos ainda é preciso fazer a troca pela moeda fiduciária e passar pelos bancos, mas a tendência é de que haja uma transformação cada vez maior nesse novo mundo que vai muito além da simples compra e venda de bitcoins.

É com essa certeza que o Grupo Bitcoin Banco investe em estruturas que materializam o mundo das criptomoedas. Nossa agência física em Curitiba é pioneira e oferece produtos concebidos inclusive para quem não tem intimidade com moedas digitais. Entre eles, modalidades de investimento por 90 ou 180 dias, com ou sem possibilidade de trade, que remuneram o cliente com 1% ao mês em bitcoin, com base no valor investido. Na plataforma La Rêve, um depósito por 12 meses permite escolher um “presente” no valor correspondente.

Com as inovações, o Grupo Bitcoin Banco prova ser possível fazer investimento seguro e transparente em criptomoedas, sem risco de perdas. Mais um caminho para oferecer ainda mais credibilidade e consolidar o mercado de criptomoedas.

Como o corretor de seguros deve aproveitar as datas comemorativas para vender mais 306

Vendas em datas comemorativas

Aprenda a fazer isso de uma forma muito simples

Todo mundo que trabalha com a comercialização de algum produto ou serviço sabe que é interessante contar com datas comemorativas para vender mais.

No Brasil, possuímos muitas datas comemorativas, tanto religiosas como épocas do ano em que acontecem férias coletivas, ou mesmo campanhas ganham mais visibilidade. São exatamente essas datas que devemos aproveitar.

Todo mundo que trabalha com a comercialização de algum produto ou serviço sabe que é interessante contar com datas comemorativas para vender mais.

No Brasil, possuímos muitas datas comemorativas, tanto religiosas como épocas do ano em que acontecem férias coletivas, ou mesmo campanhas ganham mais visibilidade. São exatamente essas datas que devemos aproveitar.

Quer alguns bons exemplos? Simples: em dezembro inicia o verão em nosso país e com a estação vem as férias coletivas de final de ano, e datas comemorativas como Natal e Réveillon.

Isso significa que, essa é uma época em que muitas pessoas viajam com a família, logo, é uma excelente época para vender seguros viagem, seguro auto e muitos outros serviços.

Neste artigo, você entenderá melhor como o corretor de seguros deve aproveitar as datas comemorativas para lucrar mais.

Datas comemorativas em que é possível ampliar as vendas de seguro

Geralmente um corretor de seguros não trabalha apenas com um tipo de produto, ou seja, um mesmo profissional pode vender seguro auto, residencial, de vida, de bens como eletrônicos, etc.

Com essa grande abrangência de produtos, fica mais fácil conquistar clientes e ter boas vendas. Mas, quando esses profissionais fazem o uso de datas comemorativas para impulsionar suas vendas, os resultados podem ser ainda melhores.

Por exemplo, estamos passando pelo mês ‘Outubro Rosa’, onde as campanhas referentes ao combate e a prevenção do câncer de mama são mais intensas.

No próximo mês teremos o “Novembro Azul”, que aborda a importância da prevenção do câncer de próstata. O que isso significa? Significa que este é um excelente período para oferecer produtos como seguro de vida ou assistência saúde para seus clientes.

Aproveite para usar as campanhas em evidência, para ilustrar aos seus clientes a importância de contar com esses produtos e serviços.

Assim como o exemplo dado no início do texto, referente as festas de final de ano e viagens, podem ser usadas na oferta de serviços como seguro auto, visto que geralmente essas pessoas viajam mais de carro nessa época, com toda a família a bordo.

Logo, poder contar com uma segurança e assistência maior caso o carro apresente problemas é um excelente negócio. E não se preocupe, pois, se seus clientes estão planejando uma viagem para mais longe no final de ano, você pode oferecer o seguro viagem.

Datas comemorativas como dia das mães, dos namorados ou dos pais também podem ser usadas para vender planos de saúde para proteger quem se ama, ou mesmo seguros de vida que garantam o bem-estar de quem é importante na vida de seus clientes.

Enfim, existe uma infinidade de possibilidades quando o assunto é aproveitar as datas comemorativas para vender mais. Procure investir em e-mail marketing e campanhas através de meios de comunicação digitais para chegar até seus possíveis clientes, use a criatividade e boas vendas.

Lucro da SulAmérica cresce 55% e chega a R$ 234,6 milhões no terceiro trimestre 1058

Receitas aumentam 10,8% e atingem R$ 5,3 bilhões no mesmo período

A SulAmérica (B3: SULA11), maior seguradora independente do País, registrou aumento de 55% em seu lucro líquido no terceiro trimestre de 2018 quando comparado ao mesmo período de 2017, chegando a R$ 234,6 milhões. No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 511,4 milhões, 41,8% superior ao alcançado nos primeiros nove meses do ano anterior. As receitas totais no trimestre cresceram 10,8%, chegando a R$ 5,3 bilhões, frente ao registrado no mesmo período de 2017. O acumulado do ano foi de R$ 15,2 bilhões, 13,1% superior no comparativo com igual período do ano anterior.

“A SulAmérica provou mais uma vez sua força e capacidade de continuar crescendo com rentabilidade neste terceiro trimestre de 2018. Continuamos totalmente focados em melhorar o nível de serviço para nossos segurados, investindo em novas tecnologias e aprimorando nossos processos. Continuamos também com um rígido controle de despesas, com o índice de despesas administrativas permanecendo em patamar estável, apesar do investimento permanente no lançamento de novos serviços e produtos, na melhoria da experiência do cliente e em iniciativas de inovação e digitalização”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de seguro saúde e odontológico foi um dos responsáveis por impulsionar os resultados do período. A base de segurados em planos coletivos teve aumento de 12,7% neste terceiro trimestre quando comparado com o mesmo trimestre do ano passado, e chegou a 3,2 milhões de membros – um aumento líquido de 363 mil vidas. As receitas operacionais do segmento seguiram na mesma direção e alcançaram R$ 4 bilhões no trimestre, 12,4% superior no comparativo com o terceiro trimestre de 2017. As carteiras de planos coletivos tiveram bom desempenho, com crescimento em todas as modalidades: odontológico (30,8%), PME (22,8%) e empresarial/adesão (9,3%). Houve expansão de 41% na margem bruta em relação ao mesmo período de 2017, explicado pelo aumento de receitas e controle da sinistralidade, cujo índice ficou em 78,9%, melhora de 1,9 p.p. em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Já no acumulado do ano, a sinistralidade ficou em 80,9%, representando índice 1,2 p.p. melhor que no acumulado de 2017, levando a um crescimento da margem bruta de 28,5% em relação aos nove primeiros meses de 2017, chegando a R$ 1,1 bilhão.

O sucesso no controle da sinistralidade nos últimos períodos é resultado, principalmente, de um trabalho focado na excelência em gestão de sinistros e promoção de saúde e bem-estar. Além disso, a companhia também tem investido em iniciativas de coordenação de cuidado que consistem em prestação de assistência ao segurado e na colaboração entre todos os participantes da cadeia de saúde suplementar para obter resultados assistenciais mais seguros e eficazes, com maior satisfação dos beneficiários.

O segmento de seguro de automóveis manteve o ótimo desempenho dos trimestres anteriores e registrou receitas operacionais de R$ 905,9 milhões no terceiro trimestre de 2018, 7,1% superior ao mesmo período do ano passado. A margem bruta alcançou R$ 166,7 milhões, um crescimento importante de 59,5% no comparativo com o mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o crescimento da margem bruta de automóveis foi de 107,4% em relação aos nove primeiros meses de 2017, chegando a R$ 423,3 milhões. Esses resultados positivos podem ser explicados pelas melhorias contínuas dos processos e das ferramentas de subscrição somadas à adequação dos níveis de exposição a riscos e de um ambiente mais positivo, seja no aspecto da inflação, como da segurança pública em algumas regiões.

A frota segurada manteve o caminho de recuperação neste terceiro trimestre, tendo crescido 2,2% em relação ao trimestre anterior e 8% no comparativo com o terceiro trimestre do ano anterior, alcançando 1,6 milhão de veículos. Essa trajetória reforça a recuperação da frota segurada, em resposta aos esforços comerciais em parceria com os corretores parceiros. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, a SulAmérica detinha a 4ª posição com 9,7% de market share do total de prêmios emitidos, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

As receitas operacionais de vida e acidentes pessoais apresentaram crescimento pelo segundo trimestre consecutivo, atingindo R$ 126,1 milhões no trimestre, aumento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A sinistralidade do segmento foi de 45,7%, 1,6 p.p. menor do que no mesmo período comparativo do ano passado. O crescimento de receitas e os ganhos nas linhas de despesas levaram a uma expansão significativa da margem bruta, que totalizou R$ 15,6 milhões, mais de quatro vezes superior em relação ao apresentado no terceiro trimestre do ano passado. As reservas de previdência privada tiveram um crescimento de 12,4% na comparação com o terceiro trimestre de 2017, alcançando R$ 6,9 bilhões. Já as receitas operacionais tiveram aumento de 3,1% no trimestre, tendo sido conduzidas nesse caminho principalmente pelo crescimento no produto VGBL, que compensou a queda nas contribuições do segmento tradicional.

O segmento de capitalização registrou receitas de R$ 13,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, aumento de 6,5% com relação ao mesmo período do ano passado. A margem bruta teve um crescimento de 17,3%, atingindo R$ 6,2 milhões.

Com R$ 38 bilhões em ativos sob sua gestão ao final do terceiro trimestre deste ano, a SulAmérica Investimentos registrou um aumento de 3,2% quando comparado a igual período de 2017, ajudado pelo maior volume de ativos próprios da seguradora (10,5%) e de reservas de previdência privada (12,4%). O crescimento das receitas com taxa de administração (23,4%) impulsionou o crescimento de 25,6% nas receitas operacionais. A margem bruta do segmento acompanhou o ritmo e apresentou ganho de 29,2% quando comparado com o terceiro trimestre de 2017, chegando a R$ 11,1 milhões.

Grupo Bradesco Seguros promove XIII Fórum da Longevidade em São Paulo 405

Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

Evento traz palestrantes nacionais e internacionais, como o mestre em Economia pela Harvard Business School Stephen Johnston

Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado de seguros no Brasil, realiza, no dia 21/11 (quarta-feira), no Hotel Unique, em São Paulo, o XIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, reunindo especialistas e personalidades nacionais e internacionais para tratar do tema da longevidade em seus diversos aspectos. No evento, também serão anunciados os vencedores da oitava edição dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros e apresentados os resultados de uma pesquisa inédita realizada pelo Instituto Locomotiva.

“Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo e discutir os impactos nas diferentes esferas da vida. Se vamos viver mais, temos que nos preparar para aproveitar esse bônus de longevidade da melhor forma possível, com saúde, bem-estar e planejamento financeiro”, destaca o diretor do Grupo Bradesco Seguros Alexandre Nogueira.

O evento terá transmissão em tempo real pela internet nos portais UOL e Jovem Pan.

Destaques da programação

Dentre os palestrantes que participarão do Fórum, cujo tema será ‘O Futuro da Longevidade’, destacam-se Stephen Johnston, mestre em Economia pela Harvard Business School e um dos fundadores da Aging 2.0, plataforma global de inovação para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas. Ele abordará a importância da inovação para quem vive mais.

Alexandre Kalache, médico, professor, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil e consultor de longevidade da Bradesco Seguros, falará sobre o futuro da longevidade. Já a especialista em Gerontologia Denize Mazzaferro, membro do Conselho Gestor do OLHE (Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento) e Sócia Diretora de Negócios na Angatu IDH, abordará a preparação para viver 100 anos.

A médica geriatra Maísa Kairala participará do painel “O Futuro da Saúde: Gestão e Coordenação do Cuidado”, ao lado de Marília Berzins, doutora em Saúde Pública pela USP e Mestre em Gerontologia pela PUC – SP.

Haverá ainda presença especial da Baronesa Sally Greengross, vencedora do Prêmio OBE, uma das maiores honrarias da coroa britânica. Ela soma mais de 40 anos trabalhando com envelhecimento saudável e políticas para idosos.

Um encontro de gerações reunirá a cantora e compositora Mariana Aydar em uma participação especial ao lado de seu pai, o multi-instrumentista Mário Manga. Como mestre de cerimônias, a atriz e apresentadora Cissa Guimarães comandará o evento.

Pesquisa inédita sobre longevidade no Brasil

Durante a programação, será divulgada com exclusividade pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva: Grey Power – como a sociedade e as empresas devem se preparar para lidar com o mercado que mais cresce no Brasil e já movimenta R$1,6 trilhão por ano.

O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo projeções do IBGE, o país terá mais um milhão de idosos a cada ano, nos próximos dez anos, e chegará a 2060 com 73,5 milhões de pessoas acima de 60 anos, o equivalente a um terço de uma população estimada em 218 milhões de habitantes. A expectativa de vida ao nascer já alcança 76,2 anos, contra 45,5 em 1940.

Prêmios Longevidade Bradesco Seguros

A programação inclui também a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que chegam à sua oitava edição com o objetivo estimular a reflexão sobre os efeitos da transformação da estrutura etária da população brasileira e mundial, em seus mais diferentes aspectos. Serão reconhecidos os trabalhos nas modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade.

Viva a Longevidade

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de conquistar um envelhecimento ativo e saudável, aliando proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além do Fórum e dos Prêmios Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, conjunto de provas de corrida e caminhada realizadas em diversas cidades do Brasil desde 2007, e que já reuniu mais de 450 mil participantes; o programa Porteiro Amigo do Idoso, que capacitou mais de 3,5 mil profissionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo; o movimento Conviva, que visa incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo; e o Programa Juntos pela Saúde, conjunto de ações lançado em 2006 para estimular iniciativas de promoção da saúde.

Todas essas ações estão inseridas no Portal ‘Viva a Longevidade’, que tem como objetivo orientar e estimular a população a não apenas viver mais, mas viver com mais qualidade.

Além de informações extraídas das mais diversas fontes especializadas e permanentemente atualizadas, o portal oferece ao usuário acesso a simuladores, testes sobre saúde e dicas de alimentação saudável e de planos de previdência privada indicados para diferentes perfis de investidores.

O portal também abre espaço para os “Embaixadores da Longevidade Bradesco Seguros”, especialistas com atuações temáticas referentes a cada um dos pilares da longevidade: ‘Conhecimento’, Alexandre Kalache; ‘Finanças’, a jornalista Mara Luquet; ‘Convivência’, a também jornalista Márcia Peltier; e ‘Bem-estar’, o ex-atleta Robson Caetano.

Serviço

XIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros
Quando: 21 de novembro (quarta-feira), das 8h às 17h.
Local: Hotel Unique, Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 – Jardim Paulista, São Paulo (SP).

Programação

8h30 – Abertura da Plenária.
9h – Introdução: O Futuro da Longevidade (Alexandre Kalache).
9h25 – Inspiracional: Você está preparado para viver 100 anos? (Denise Mazzaferro).
9h35 – Conferência: A genética e o sonho da vida eterna (Lygia da Veiga Pereira).
10h – Inovação Aging 2.0: Tecnologias para a longevidade (Stephen Johnston e Pedro Doria).
11h10 – O Futuro da Saúde: gestão e Coordenação do Cuidado (Dra. Maísa Kairala e Marília Berzins).
12h – Economia da Longevidade: Planejando o Futuro (Mara Luquet e Jorge Félix).
12h40 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Jornalismo).
12h50 – Presença especial: Baronesa Sally Greengross.
13h40 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Pesquisa).
14h20 – Longeratividade (Renato Meirelles e Carlos Júlio).
14h55 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Histórias de Vida).
15h05 – Ícone da Longevidade.

JLT reúne especialistas em evento sobre cibersegurança 888

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Pela primeira vez, Cyber Security View foi realizado no Rio de Janeiro

Crimes cibernéticos, Lei de Proteção Geral de Dados (LGPD) e falhas em sistemas de segurança foram alguns dos temas debatidos por especialistas durante o Cyber Security View, promovido pela JLT, em parceria com a Oracle, a Zurich e a Câmara Britânica, no Rio de Janeiro, na última quarta-feira (7).

A advogada Priscila Couto, uma das responsáveis pela estruturação da LGPD, falou sobre os principais tópicos da lei, que ainda gera muitas dúvidas para empresas brasileiras. Priscila explicou que todas as companhias, sejam elas públicas ou privadas, terão que se adequar à lei, e que o escopo da LGPD engloba não apenas dados online, mas qualquer informação de clientes e funcionários que tenha sido obtida pelas empresas.

Para a advogada, a ausência da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) pode gerar impactos negativos. “Ainda não sabemos quando a Autoridade será criada, o que nos preocupa bastante, pois a ANPD trará segurança jurídica para a lei. Por enquanto, as obrigações das empresas ainda estão indefinidas”, explica Priscila.

Fabiano Assis, responsável pela segurança digital da Oracle, falou sobre os cuidados que as empresas precisam ter para evitar ataques cibernéticos. De acordo com ele, os mais comuns acontecem por falha de atualização de sistemas. “Dados globais apontam que 74% das empresas não atualizam seus sistemas, o que torna as atividades vulneráveis aos ciberataques. Aqui no Brasil esse número é certamente bem maior, o que torna imprescindível a conscientizações dos gestores do quanto investir em segurança é fundamental”, comenta.

A especialista em risco cibernético da JLT, Marta Schuh, alertou que as empresas precisam entender os riscos e as perdas que uma falha na segurança da tecnologia da informação pode causar. Os riscos cibernéticos não são atribuição apenas da TI, mas de toda a empresa. De acordo com Marta, investir em segurança é um benefício, não um custo. “Um ataque cibernético pode destruir a reputação de uma empresa e nenhum sistema pode garantir 100% de segurança, por isso, é muito importante que as companhias contratem o seguro”, explica.

A executiva de riscos cibernéticos da Zurich para a América Latina, Belén Navarro Rull, ressaltou que apenas 10% das empresas brasileiras estão preparadas para possíveis ataques cibernéticos e que a gestão do risco é essencial para a companhia sobreviver. “Os executivos precisam proteger suas empresas e exigir que os prestadores de serviços também tenham um bom nível de segurança. Informações pessoais e dados de cartão de crédito são hackeados constantemente. Isso traz consequências financeiras e operacionais que podem ser irreparáveis”, comentou.