Sem medo de empreender 506

Confira a edição 188 da Revista JRS

No dia 1º de maio, os brasileiros comemoram o dia do trabalhador. Poucas atividades na vida das pessoas são tão inspiradoras quanto o trabalho. No dicionário, antes mesmo de aparecer como uma atividade profissional remunerada ou assalariada, ele tem como significado um conjunto de atividades produtivas e/ou criativas que o homem exerce para atingir determinado fim.

E por falar em trabalhador, o mercado de seguros é um segmento realmente surpreendente e apaixonante. Corretores de seguros, securitários e executivos em geral que possuem contato com este ramo, acabam se envolvendo verdadeiramente com a atividade. Ela proporciona relacionamentos com os mais variados perfis de especialistas, crescimento profissional e, além de tudo, permite que os seus trabalhadores ajudem com que o seguro cumpra sua função social de amparar e proteger as pessoas. Estes profissionais são importante engrenagem deste processo.

Pensando nos trabalhadores que nos leem, nesta edição da Revista JRS, destacamos uma inspiradora matéria com o corretor de seguros Alberto de Souza Júnior, que está investindo em um novo projeto de corretora de seguros focada em profissionais liberais e público de alta renda. Além da posse da nova diretoria do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, que tem à frente o carismático tenente-coronel da Brigada Militar Guacir Bueno; e o gerente da Unidade de Negócios de Brasília do GBOEX explicando como diálogo e bom relacionamento são fundamentais em suas atividades diárias. Boa Leitura!

MBM Seguros marca presença no QG do JRS no litoral gaúcho 345

MBM Seguros marca presença no QG do JRS no litoral gaúcho

Chuva não espantou parceiros da ação #VerãoSuperSeguro

Arquivo JRSAs tempestades intensas que atingiram o Rio Grande do Sul no último final de semana não afastaram os parceiros do MBM Seguros do QG do JRS no litoral gaúcho. “A chuva é para os fortes”, descreveu a executiva Jaqueline Pacheco.

Daniela Dutra, nova contratada da seguradora, e Alexsander Kauffmann, superintendente nacional, além dos demais colaboradores da empresa usufruíram de agradáveis momentos onde ficaram ressaltadas as ações de seguridade no veraneio 2019. Segundo estimativas dos principais órgãos de trânsito, mais de 3,8 milhões de pessoas utilizaram as estradas do litoral gaúcho, onde situam-se outdoors do Grupo JRS e da campanha #VerãoSuperSeguro.

Arquivo JRSEm entrevista ao programa Seguro Sem Mistério, apresentado para todo o Rio Grande do Sul através do Canal BahTV!, os executivos do MBM deram ênfase às novidades da companhia para 2019. Na sequência, após um belo churrasco preparado por Bruno Carvalho, todos apreciaram as deliciosas espumantes da Cave di Pozza.

Há quase 15 anos, o Grupo JRS reúne seus parceiros para divulgar produtos e soluções aos consumidores ofertadas pelo setor de seguros. Com maestria de divulgação, o Grupo MBM não deixou de participar.

Previdência: alívio das contas públicas e a garantia de um futuro tranquilo 685

Confira a edição 222 da Revista JRS

Considerada como a “prova de fogo” para o governo do presidente Jair Bolsonaro, a Reforma da Previdência finalmente foi apresentada e será apreciada de acordo com o processo regimental do Congresso Nacional. A proposta tem o objetivo de reequilibrar as contas públicas, manter a saúde do regime previdenciário e diminuir as distorções existentes na aposentadoria de distintas categorias. Especialistas afirmam que a série de medidas pode promover impactos em todo o ciclo econômico e finalmente acelerar a retomada da economia brasileira, que enfrentou uma dura recessão nos últimos anos.

Veja também: Os principais pontos da Previdência de Bolsonaro.

A edição 222 da Revista JRS ainda traz os principais destaques do noticiário econômico e securitário em nível regional e nacional.

Tenha uma excelente leitura!

Empresas brasileiras precisam melhorar gestão de risco contra catástrofes 273

Empresas brasileiras precisam melhorar gestão de risco contra catástrofes

Segundo dados da Susep, em 2018 o número de apólices de seguros D&O aumentaram 12% contra um aumento de 57% de sinistros

Infelizmente, o ano de 2019 começou repleto de catástrofes. Eventos como o de Brumadinho, chuvas e enchentes em diversas partes do País, incêndio no Alojamento do Flamengo, entre outros, suscitam a dúvida de como as empresas brasileiras planejam sua gestão de risco contra grandes catástrofes.

De acordo com o diretor de riscos corporativos da Alper, Adriano C. Muraki de Souza, cerca de 95% do total de empresas no Brasil são pequenas e médias. Desse total, em torno de 90% não têm seguro. “Diferente de alguns países europeus ou mesmo o Estados Unidos, no Brasil não há a cultura de seguros devidamente amadurecida. O seguro é muito importante em situações de grandes catástrofes como as ocorridas recentemente, pois reduz a exposição e minimiza os danos causados à sociedade. Um seguro contratado adequadamente pode significar a sobrevivência do negócio depois de um desastre”, afirma Adriano.

O diretor usa como exemplo o caso do rompimento da barragem da Vale do Rio Doce em Brumadinho, Minas Gerais: “Pense não somente na Vale, mas também em pequenos estabelecimentos. Uma padaria, por exemplo que, mesmo não atingida diretamente, teve que interromper o funcionamento, ou outras empresas que foram diretamente afetadas pelo desastre. Em uma situação como essa, terão que entrar na fila e brigar por alguma indenização vinda da Vale. Entretanto, aquelas que contam com o seguro de danos poderão acionar suas apólices para ressarcir parte dos prejuízos e, depois essas seguradoras vão acionar a Vale. Isso certamente vai significar a continuidade do negócio”, diz ele.

Já o  Diretor Comercial de Seguros Corporativos da Alper, Robert Hufnagel, analisa que o hoje o seguro ainda é visto como despesa no Brasil e não como investimento e, é necessário mudar essa cultura. “Eventos de grande soma podem causar grandes prejuízos. Mas, pequenos seguros podem garantir o patrimônio. As recentes enchentes no Rio de Janeiro, por exemplo, é um evento que pode causar grandes prejuízos ao Estado e, principalmente ao cidadão. Mas, os seguros existem para reduzir essa exposição. Seguro de carros, seguro garantia, seguro de casa, seguro de vida, entre outros. Pensar nisso é investimento”, lembra Robert.

Os últimos números divulgados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) apontam que o crescimento no número de apólices de seguros para responsabilidade civil, conhecido como D&O, muito importantes em casos de eventos como a ocorrido em Brumadinho ou no centro de treinamento do Flamengo, não tem crescido na velocidade em que crescem os sinistros. Em 2018, o D&O teve um crescimento de 12% se comparado com 2017, contra um aumento na ordem de 57% no número de sinistros.

Robert lembra que é fundamental que as empresas analisem com cuidado e contem com a ajuda de um especialista, em geral, um corretor de seguros, na hora de colocar em prática sua política de gestão de riscos. “É crucial que os seguros sejam feitos de acordo com uma análise aos principais riscos que cada empresa está submetida. Na hora de uma catástrofe, vai ser analisado qual o fato gerador daquela catástrofe. O corretor de seguros é a pessoa indicada para ajudar nesse processo”, aconselha.

Mendanha divulga carta, destaca feitos e deseja sucesso à nova gestão da Susep 465

Mendanha divulga carta, destaca feitos e deseja sucesso à nova gestão da Susep

Superintendente ficou dois anos e sete meses no comando da Superintendência de Seguros Privados

Após o anúncio oficial de que Solange Paiva Vieira será a nova superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o então comandante da autarquia, Joaquim Mendanha, divulgou uma carta à imprensa. No texto, enaltece conquistas como mudanças no regime de capitalização, aperfeiçoamento do setor de resseguro e o início do recadastramento dos corretores de seguros.

Foram ao todo 30 resoluções aprovadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), além de 45 circulares emitidas ao mercado. Grupos e comissões de trabalho sobre o Seguro DPVAT, inovação e sobre insurtechs também foram reiterados por Mendanha, que afirma ter buscado o fomento à indústria de seguros, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento de um modelo de fiscalização proativo.

Confira o texto divulgado por Joaquim Mendanha aos jornalistas:

Após dois anos e sete meses à frente da Susep, seguirei um novo caminho e me despeço honrosamente do cargo de titular desta autarquia. Durante esse período, sempre exaltei a valorização da imprensa especializada em seguros e também dos demais veículos que abrem espaço para falar sobre o setor. Os meios de comunicação atuam como um dispositivo primordial para que a informação de qualidade chegue ao consumidor final.

Eu sou um entusiasta da comunicação como ferramenta de inclusão social e como um dos alicerces de uma gestão eficiente e transparente. Desde quando assumi como titular da Susep, em julho de 2016, busquei disseminar as boas práticas de comunicação em relação às ações da autarquia e, em conjunto com a minha diretoria colegiada, transmitir informações coesas aos jornalistas, por meio da assessoria de imprensa da Casa.

Concentrei esforços para empreender uma gestão focada em três pilares: o fomento à indústria, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento de um modelo de fiscalização proativo. Como todos sabem, a Susep possui uma missão permanente de auxiliar o desenvolvimento dos mercados supervisionados, assegurando a estabilidade, assim como, os direitos do consumidor.

Posso elencar alguns temas de grande relevância que tiveram ênfase nesta gestão, como a capitalização, o resseguro, os meios remotos, as famílias PGBL e VGBL, o seguro D&O, o mercado de anuidades, o recadastramento dos corretores, entre outros. Foram 30 resoluções aprovadas junto ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), 45 circulares emitidas ao mercado, uma gama de comissões e grupos de trabalho, como os de ‘marcado marginal’, Dpvat e inovação e insurtech, além de inúmeras reuniões com equipes técnicas da Susep e de outros órgãos de entidades do setor de seguros e de áreas diversas.

Hoje, em pauta na Susep, há o Plano de Regulação para o exercício 2019 e temas que urgem como o monitoramento eletrônico – que será um divisor de águas para o setor de seguros, a definição da tributação em relação ao seguro de vida universal, o seguro rural e a cobertura intermitente, que já estão em andamento. No mais, a importância que a imprensa exerce como formadora de opinião e difusora de conhecimento merece, de fato, todo o reconhecimento.

Nessa oportunidade, aproveito para expressar meus votos de êxito e sucesso à próxima gestão.

Obrigado.

Joaquim Mendanha de Ataídes

Seguros SURA e Previsul prestigiam ação de verão do JRS 512

Equipe da Previsul Seguradora no QG do JRS

O verão fica muito mais seguro com os programas especiais no litoral gaúcho

Milhões de veranistas acompanham as ações do JRS na temporada 2019. O sábado e o domingo foram intensos no QG do JRS no Litoral Gaúcho, na Praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS).

A equipe da Seguros SURA no QG do JRS
A equipe da Seguros SURA no QG do JRS

No dia 16 foi a vez da Seguros SURA, capitaneada pela executiva principal do Rio Grande do Sul, Fabiana Mello. Na oportunidade, Fabiana e seus convidados destacaram as ações da companhia, bem como a estratégia que prioriza o corretor de seguros, propiciando produtos únicos para distribuição aos consumidores do setor.

Equipe da Previsul Seguradora no QG do JRS
Equipe da Previsul Seguradora no QG do JRS

Já no domingo, Andreia Araújo, diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora, e a executiva Virginia Mâncio e o gestor Fábio Figueiró, confraternizaram em um almoço especial. Andreia reforçou, em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério, a importância da campanha de vendas da companhia em 2019. O corretor de seguros Alcebíades Lima foi convidado especial da seguradora. O profissional destacou a integração aos processos inovadores da empresa.