Bradesco Seguros promove workshop no Paraná 350

Encontro difundiu motivação, dicas e estratégias

Superintendentes de sucursais e gerentes comerciais da Bradesco Seguros participaram na última quarta, dia 11 de maio, de um workshop que abordou diversos temas importantes para o alinhamento de posicionamento no mercado de seguros. O encontro, realizado no Hotel Ramada, em Curitiba (PR), reuniu aproximadamente 80 pessoas.

Anderson Fabiano Mundim Martins foi quem realizou a apresentação da Superintendência Executiva. “Essa reunião de planejamento com superintendentes e gerentes dos três estados da Região Sul serviu principalmente para buscar um melhor atendimento junto aos corretores de seguros”, disse Mundim. O superintendente executivo ainda alerta que o corretor de seguros dará preferência para quem oferece o melhor atendimento, relacionamento e fundamentalmente bons produtos.

Uma palestra motivacional com Juliana Tecchio abriu os trabalhos no horário da tarde. Na sequência, Claudio Franco apresentou dicas e sugestões de algumas praças no ramo de consórcios. O dia foi complementado por José Luiz, com dicas estratégicas sobre benefícios de vida. Saúde e dental teve a apresentação de Patrícia Campos.

Os painéis ainda demonstraram sintonia e regras para os corretores exclusivos do Bradesco Empresas, previdência corporativa e fundos fechados. O Auto/RE também foi destaque, além de dicas operacionais apresentadas por Tania Rossi e Marcia Thom. Leonardo Freitas encerrou destacando a SUPEX. O workshop terminou com confraternização na Pizzaria Paulista, também em Curitiba.

Confira as imagens cedidas pela Bradesco Seguros:

Bradesco Seguros promove workshop no Paraná

Bradesco Saúde conquista a renovação do Selo de Acreditação da ANS 257

Bradesco Saúde conquista a renovação do Selo de Acreditação da ANS

Seguradora confirma sua excelência no mercado de planos de saúde

A Bradesco Saúde renovou, mais uma vez, a certificação de Acreditação com nível máximo, após avaliação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Com o anúncio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o selo passa a valer até 2022 e ratifica o compromisso com a qualidade de gestão e atendimento aos seus segurados.

“A renovação da certificação é um importante reconhecimento da agência reguladora sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Bradesco Saúde, sendo relevante diferencial da operadora no setor de saúde suplementar”, destaca o diretor presidente da Bradesco Saúde e Mediservice, Manoel Peres. Segundo o diretor, tal resultado é fruto do comprometimento e engajamento de todos os funcionários de diversos setores da seguradora.

A Bradesco Saúde mantém a liderança no mercado e foi a primeira seguradora no Brasil a receber acreditação pela ANS com nível máximo de qualificação, o que vem mantendo desde 2011. A empresa adotou uma posição proativa em relação à qualidade e sustentabilidade no setor ao aderir voluntariamente ao Programa de Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde, que prima pela adoção de boas práticas de gestão, com foco prioritário no segurado.

“Sempre fez parte da cultura da empresa a busca por melhores práticas em saúde e inovação. Algumas dessas práticas inclusive anteciparam normas estabelecidas pelo órgão regulador no mercado de saúde suplementar. A acreditação é um vetor de transformação dos processos operacionais”, afirma Manoel Peres.

Auditoria interna

 Além dos comitês internos e programa de melhorias e integração setorial, um importante diferencial desse processo é a participação de funcionários selecionados das áreas médica e administrativa, que recebem capacitação para atuarem como auditores internos. Esse engajamento dos colaboradores trouxe melhorias ao processo de qualificação. A empresa conta ainda com a comissão operacional, que periodicamente debate os indicadores de qualidade, envolvendo a diretoria e o grupo executivo.

Entre as melhorias implantadas recentemente, destacam-se o aperfeiçoamento da autonomia para resolução de problemas e facilidades nos processos, como reembolso disponível nos canais digitais (site e aplicativo), além de melhora na comunicação aos beneficiários, com divulgação de cartilhas, manuais atualizados e informações úteis sobre serviços e produtos. Ao todo, foram avaliados 147 itens, contemplando desde gestão de serviços de saúde, satisfação dos segurados até programas de gerenciamento de doenças e promoção da saúde.

Autoridades do seguro abrem a temporada no QG JRS Litoral 2019 516

Autoridades do seguro abrem a temporada no QG JRS Litoral 2019

Presidente e vice-presidente do Sindseg/RS participaram de gravação do Seguro Sem Mistério Especial

Há mais de uma década o Grupo JRS promove ações especiais no veraneio, faça a chuva ou faça sol. Este final de semana não foi diferente, o QG do JRS na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), recebeu autoridades e referências do setor de seguros. Guacir de Llano Bueno, presidente, e Alberto Müller, vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), marcaram presença ao lado das esposas, Simone e Lívia. Em destaque também as seguradoras dos executivos, MBM Seguros e Sompo Seguros.

Ambos deram boas vindas a 2019 e inauguraram a série de eventos que toma conta do litoral gaúcho, bem como ações especiais que inclui peças publicitárias, unidade móvel nas rodovias do RS e a gravação especial do programa Seguro Sem Mistério na TV. A atração é apresentada diariamente no Canal Bah!TV e conta com edições inéditas aos domingos, a partir das 11h30min.

Milhões de veranistas são impactados pela campanha especial #VerãoSuperSeguro, promovida pelo JRS com o intuito de promover o verão mais seguro de todos os tempos. E o verão mais seguro também contou com o suculento churrasco gaúcho e o famoso salmão, preparados pelo diretor do JRS, Bruno Carvalho.

Ao SSM TV, Bueno e Müller destacaram a importância da indústria do seguro e do Grupo JRS na disseminação de informações sobre o setor em todas as épocas do ano.

Verão 2019 fica muito mais seguro com ações especiais do JRS 1016

Verão 2019 fica muito mais seguro com ações especiais do JRS

Peças de publicidade, promoções e grandes encontros no litoral marcam mais uma temporada

O Verão 2019 chegou com tudo. As temperaturas estão nas alturas e a animação para mais uma ação especial do JRS também.

O mercado de seguros já sabe. Os finais de semana são no QG do JRS no Litoral Gaúcho, na Praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS). Tudo começa com as presenças de Guacir de Llano Bueno, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), além de Alberto Müller, vice-presidente do Sindseg/RS. Ambos os representantes da entidade sindical participam do encontro acompanhado de suas esposas. A presença especial de Julio Cesar Rosa, com recente passagem pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), completa o time que dá início aos momentos especiais em mais uma temporada de veraneio.

Divulgação/JRS
Divulgação/JRS

Tudo isso só é possível graças a um time campeão de apoiadores, que têm suas marcas expostas para os quase 1 milhão de motoristas que circulam pela Estrada do Mar, nos caminhos para o Litoral Norte do Rio Grande do Sul. São dois outdoors que marcam a versão deste ano da campanha especial de verão. Um deles é garantido pela Icatu Seguros, maior seguradora independente do Brasil em Vida, Previdência e Capitalização. O outro, conta com exposição de HDI Seguros, Previsul Seguradora, GBOEX, SulAmérica, Capemisa Seguradora, MBM Seguros, Autosul Express, Neo Executiva Corretora de Seguros, Supermercado Avenida, Cave di Pozza Espumantes, Ramos Assessoria e Sultec Vistorias.

Além de tudo, a unidade móvel do JRS continua circulando pelas principais rodovias da Grande Porto Alegre e Litoral Gaúcho. Tudo isso para levar a informação segura para mais de 26 municípios do RS através dos canais 20 e 26 da NET Rio Grande do Sul, no Canal Bah!TV.

Unidade móvel do JRS/Divulgação
Unidade móvel do JRS/Divulgação

Tem grandes novidades. Muitas promoções vão surgir durante todo o trimestre nas redes sociais do JRS e muitas surpresas serão apresentadas aos nossos leitores de São Paulo e região.

Itaú aposta em corretora de seguros e muda posicionamento 959

Itaú aposta em corretora de seguros e muda posicionamento

Plataforma aberta visa oferecer apólices de companhias parceiras

Segundo a coluna do Broadcast, do jornal O Estado de São Paulo, o Itaú Unibanco vai adotar um novo posicionamento para operar em seguros. Dentro da estratégia de ter uma plataforma com a venda de produtos de outras companhias de seguros, o banco passou a utilizar, sem fazer alarde, o slogan de uma corretora de seguros e não mais de uma seguradora.

Agora, ao invés de Marsep Corretagem de Seguros, o banco passou a utilizar Itaú Corretora de Seguros. Segundo interlocutores, a visão é de que o nome precisava ser renovado por questões mercadológicas e, com isso, a instituição traz sua força para o nicho.

Na sequência, o Itaú segue negociando novas parcerias para deslanchar a plataforma. Dois ou três novos parceiros devem ser anunciados em breve. O banco já firmou parceria com a francesa Axa, nas assistências 24h, e com a MetLife, que já tinha contrato no ramo de odonto e agora também passa a compor o leque de opções de seguro prestamista da instituição. A Chubb também ampliou a parceria com o banco, que além de apólices para smartphones também passou a ofertar seguro garantia e educacional.

Em paralelo, outro alvo do Itaú é a Porto Seguro. O casamento de uma década já contempla as linhas de automóvel e residência. Procurado, o Itaú não se pronunciou sobre as mudanças e negociações.

As relações comerciais da era Bolsonaro 455

As relações comerciais da era Bolsonaro

Já é possível identificar oportunidades e perigos da nova agenda governamental

O novo Presidente da República finalmente foi empossado. Agora tem, além do aval da sociedade, poder necessário para levar a cabo seu plano econômico. É verdade que ainda não se sabe muito sobre os detalhes das suas agendas positivas e negativas, mas as linhas gerais começam a ganhar contornos mais definidos e já é possível identificar algumas oportunidades e perigos, principalmente quando se trata de comércio internacional.

O contexto externo não é dos mais amigáveis: a tensão entre China e Estados Unidos parece ter cessado, mas isso não deve durar por muito tempo. A expectativa para o crescimento do PIB de ambos os países em 2019 é menor do que a de 2018, segundo o FMI. É de se esperar, portanto, uma segunda rodada de embargos ao longo dos próximos meses. O Brasil, além de lidar com os problemas internos, não pode contar com um ambiente externo inclinado a abertura comercial.

Ciente desta dificuldade, o atual Ministro da Economia manifestou a intensão de priorizar acordos bilaterais em detrimento de políticas multilaterais ou acordos com blocos. Os esforços para a aproximação com Israel e Estados Unidos, as atitudes pouco amistosas com os Estados sul-americanos e a indiferença em relação à China têm mostrado o tom da nova política externa.

O grande risco da nova política não reside na mudança de uma abordagem plural para singular, mas nos determinantes desta aproximação, que são menos econômicos do que políticos. O mesmo não se pode dizer sobre os efeitos que dela decorrem. Se olharmos para o Oriente Médio, por exemplo, que é o segundo maior comprador de proteína animal do Brasil, enquanto Israel é o destino de menos de 1% das exportações brasileiras. Os países com predominância muçulmana que se sentem incomodados com a iminente mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém são o destino de 1/3 da exportação de carne de frango e ¼ das exportações de carne bovina. Não à toa, os exportadores brasileiros têm pressionado Jair Bolsonaro para que mude de ideia.

Outro país alvo da mudança de postura é os Estados Unidos. As manifestações de Bolsonaro favoráveis à aproximação podem criar novas vias comerciais entre as duas nações. O fato é que o Brasil tem passado imune a todos os conflitos internacionais desde a segunda Grande Guerra e isto lhe rendeu a simpatia de várias nações amigas. Da forma como a aproximação é construída, canais importantes do comércio externo podem ser obstruídos para produtos nacionais.

Não há, na história recente brasileira, uma guinada nas relações internacionais como a que estamos presenciando. Todo o esforço para construir novos laços comerciais deve ser bem-vindo, mas a contrapartida da nova política internacional pode ser um ônus econômico que não queremos (e nem podemos) arcar.

CARTA DO GESTOR: Na ausência de reformas, otimismo é ruído

Dezembro foi de intensa volatilidade no cenário externo, como poucas vezes vista para o último mês do ano, o que trouxe uma má e outra boa notícia. O ponto positivo é que tomou corpo a percepção de descolamento do mercado brasileiro frente às economias avançadas e demais economias emergentes. Longe de representar um prêmio por fundamentos diferenciados, a MAPFRE Investimentos atribui tal movimento ao crescente diferencial de expectativas em relação ao desempenho da economia brasileira, que embutem ligeira aceleração de 0,5% a 1,0% no PIB e aprovação de reformas estruturantes, como a da previdência, tributária, administrativa, privatizações entre outras, bem como o cenário político qualitativamente melhor do Brasil frente a emergentes de peso como México e Turquia aos olhos do smart money internacional, o qual, nem sempre, se revela tão smart assim.

Já a má notícia é, por um lado, os crescentes sinais de desaceleração das principais economias, sobretudo as da Europa, Japão e China, e por outro, a dos EUA, que apesar de seguir com mercado de trabalho e imobiliário firmes, apresenta um déficit fiscal crescente e um estoque de dívida corporativa em suas máximas justo em um ciclo ainda não concluído de elevação das taxas de juros. Some-se a isso a guerra comercial sino-americana, indefinições quanto ao Brexit, redução dos estímulos monetários por parte do FED e do BCE e a derrocada dos preços do petróleo e temos um bom motivo para vender ativos de risco, o que levou os índices acionários americanos a quedas superiores a 20% desde os picos.

Este pano de fundo nos apresenta uma oportunidade e um risco. A oportunidade é a de tirar proveito do momentum positivo dos ativos brasileiros e comprar seguro para proteção a baixo custo. A continuidade deste momentum – que segue em curso no exato instante– apenas há de perdurar caso as tão esperadas reformas do novo governo saiam do papel. Eventuais atrasos ou esvaziamentos nos pacotes a serem aprovados tendem a ampliar o fosso entre a expectativa e a realidade, e é justamente aí que reside o risco. Mais: a continuidade de leituras de indicadores de atividade negativas na margem para o conjunto das economias avançadas e juros maiores que os previstos nos EUA devido a estresses imprevistos na financiabilidade de sua dívida – aliada à ausência de medidas concretas para a economia brasileira – pode introduzir no cenário um temível cisne negro tal! ebiano*, motivo de nossa constante procura de meios flexíveis e baratos de proteção.

Entretanto, como cenário básico e mais provável, a MAPFRE Investimentos espera que o novo governo terá êxito na aprovação da maioria de suas propostas, assim como no cenário externo a expectativa é de arrefecimento da guerra comercial com a China e a sustentação da atividade econômica nesta última, o que deve beneficiar as commodities exportadas pelo Brasil e o desempenho de seus ativos frente aos demais pares emergentes. Assim sendo, a gestora segue com a estratégia de sensível aumento na alocação em ações nos multimercados, privilegiando setores expostos a consumo, construção e bancário como base da carteira, e uma exposição seletiva e menor a nomes mais alavancados e ainda relativamente estressados, embora com maior potencial de retorno.

Já no mercado DI, a expectativa de continuidade no fechamento dos prêmios nos vértices mais longos, com perturbações nesta trajetória concebíveis apenas em caso de fracasso na reforma da previdência ou turbulências mais fortes no cenário externo.

*Cisne Negro: termo usado pelo filósofo, escritor e trader quant naturalizado americano Nassim Nicholas Taleb para designar eventos de cauda, altamente improváveis e de elevado impacto.