Bradesco NH celebra 2ª etapa do ‘Você foi o escolhido’ 469

Campanha de incentivo é vinculada ao produto consórcio

A Sucursal Bradesco Seguros de Novo Hamburgo desenvolve projeto juntamente com um grupo de 25 corretores de seguros que iniciaram, em 2015, a oferta do produto Consórcio. Em abril, foi lançada a 2ª etapa do “Você foi o Escolhido” angariando também novos corretores que concretizaram sua primeira venda do produto.

A confraternização ocorreu nesta segunda-feira (16), no Winterland Pub, em Novo Hamburgo. “Esta é a segunda etapa do ‘Você foi escolhido’, que está relacionado ao produto Consórcio, e estamos reconhecendo e também recebendo mais profissionais que começam a participar do programa de incentivo”, conta Danielle Saad Ribeiro, gestora comercial da Bradesco Seguros na Sucursal Novo Hamburgo.

Ela destaca que o objetivo da unidade objetivo é funcionar como um incentivo para que os corretores consigam ofertar novos produtos que habitualmente não vendem. “Tendo essa motivação por parte da companhia, eles estão sempre oferecendo mais aos seus clientes”, completa.

Danielle reforça que a campanha está aberta a todos os corretores que estejam interessados. “Basta nos procurar na sucursal de Novo Hamburgo para conhecer o produto e estar conosco em eventos desse tipo, queremos sempre somar”, finaliza.

Bradesco NH - Você foi o escolhido

Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 502

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Megale: Seguro é fundamental para pavimentar bom funcionamento dos mercados 1033

Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal participou do 8º Encontro do Resseguro

A mudança de mentalidade necessária para a expansão das cidades inteligentes e a agenda de desburocratização econômica pautaram a manhã do primeiro dia do 8º Encontro do Resseguro. O evento reúne mais de 700 especialistas no setor do Brasil e do exterior, no Rio de Janeiro.

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), demonstrou otimismo em relação a recuperação da economia brasileira. “Isso representa expansão na capacidade de investimento, retomada do emprego e do desenvolvimento. Apresentamos propostas ao governo que representam nossa contribuição com a sociedade”, disse ao ressaltar os desafios para garantir a solvência de um setor que possui mais de R$ 1 trilhão em reservas técnicas.

Em entrevista exclusiva ao JRS, a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação na CNseg, Solange Beatriz Palheiro, ressaltou a abertura do setor de seguros para a inovação. “Tudo isso surge para atender melhor os consumidores do mercado de seguros. O setor tem assumido uma posição de destaque na economia brasileira. Este é um evento prestigiado, sem dúvida”, acrescentou.

Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal
Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal

Painelista na abertura do evento, o Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal, Caio Megale, demonstrou a importância do mercado segurador para reduzir os riscos para a economia. “Os setores de seguros e resseguros permitem que os mercados funcionem de forma mais eficiente. Este é um governo que acredita muito no funcionamento disso como um indutor da recuperação economia. Um setor de seguros e resseguros forte e bem regulamentado é fundamental para pavimentar este movimento. Nossa ideia não é tirar completamente as regulamentações. É importante que as agências regulatórias, de forma geral, acompanhem e garantam o bom funcionamento da economia. Mas acreditamos, em diversas áreas, que existe um excesso e isso precisa ser repensado para, como diz o presidente Bolsonaro, tirar o governo do ‘cangote’ das empresas e dos mercados”, declarou.

Segundo Megale, a reforma previdenciária irá abrir caminho para redução de gastos. “É muito difícil pensar numa racionalização tributária com tanta pressão nos gastos públicos. Por isso que a sequência tende a ser primeiro para o lado das despesas, como a reforma da Previdência e outras, para depois abordar o lado tributário. Embora a simplificação de tributos já possa acontecer”, explicou. De acordo com o secretário, governo construiu uma grande agenda para a economia brasileira retomar o rumo. “A indústria do seguro precisa expandir sua participação. O Brasil precisa voltar a crescer. Acredito que isso é muito importante. A Previdência é um grande gatilho, mas temos uma ampla agenda de melhoria regulatória e outras simplificações que também são importantes agora para o Brasil”, concluiu.

A cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro 2019 tem o patrocínio especial de Icatu Seguros.

Confira as imagens da manhã – 8º Encontro do Resseguro:

GBOEX recebe destaque em premiação do mercado segurador 333

GBOEX recebe destaque em premiação do mercado segurador

Posição foi conquistada pela 7ª vez consecutiva

Divulgação
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Pela 7ª vez consecutiva, o GBOEX – Previdência e Seguros de Pessoas – é reconhecido pela sua importante participação no segmento em que atua. A empresa recebeu na última semana, em São Paulo, um importante prêmio do mercado segurador, na categoria: Mérito na Prestação de Serviços em Planos de Pecúlio.

“Mais uma vez o GBOEX recebe essa premiação, que já é consagrada no segmento que atuamos, e isso nos enche de orgulho. É um reconhecimento que nos fortalece, para continuarmos trabalhando pelo crescimento sustentável da empresa, por meio de sua atividade fim, proteger o futuro de muitas famílias. Nossos valores de tradição, solidez e segurança são os alicerces desta empresa secular. Dividimos este prêmio com nossos associados, colaboradores, corretores de seguros e parceiros. Estão todos de parabéns”, comemora o Diretor-Presidente da Diretoria Executiva do GBOEX, Ilton Oliveira.

Segundo a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, as Entidades Abertas de Previdência Complementar obtiveram R$ 442,8 milhões de receita bruta de contribuições em 2018, cerca de 63% desse total foram auferidos pelo GBOEX. Isso demonstra a relevância e a representatividade da empresa para o setor. A entidade vem cumprindo sua atividade-fim com absoluta regularidade, protegendo e amparando financeiramente o futuro de muitas famílias. Os pagamentos de benefícios, realizados dentro do prazo estipulado pelo órgão fiscalizador, correspondem a uma média de R$ 15 milhões/mês.

O GBOEX nasceu em 24 de maio de 1913, em Porto Alegre. Chegando aos seus 106 anos em 2019, conta com Unidades de Negócios, Pontos de Atendimento Comercial e Home Offices em vários estados brasileiros. É uma das empresas gaúchas mais tradicionais, sendo um dos destaques entre as 500 maiores empresas do Sul, conforme pesquisas realizadas recentemente no Rio Grande do Sul.

Desde sua fundação, o mercado sofreu muitas transformações e o GBOEX, num processo de constante desenvolvimento, se mantém atento às inovações e às tendências, nunca esquecendo os valores que o diferenciam: tradição, solidez e segurança. Iniciou sua história atendendo oficiais militares, mas, entendendo a importância de sua missão, abriu seus produtos para a população em geral na década de 60, podendo, assim, proteger mais famílias.

A cerimônia de entrega foi realizada no dia 28 de março, na capital paulistana. O prêmio foi recebido pelo superintendente comercial do GBOEX, Leonardo Neustadt. Também prestigiaram o evento, representando o GBOEX: a consultora comercial Claudia Quatroni Viviani Michelasi, o gerente comercial da Skeff Corretora, Arthur Skeff, e o sócio-proprietário da Skeff Corretora, Franklin Skeff. A premiação tem como base análises estatísticas da Silcon Estudos Econômicos, num comparativo entre os períodos de 2017 e 2018, com base nos números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

GBOEX – quando você tem, tudo fica bem.

D’Or Consultoria conquista destaque em reconhecimento 277

Premiação avaliou os melhores desempenhos das seguradoras, previdência privada, capitalização e resseguradoras locais

Equipe D’Or Consultoria no Prêmio Segurador Brasil 2019. Da esquerda para a direita: Alexandre Buika, Superintendente de Marketing e Comunicação; Umberto Raponi, Gerente Comercial SP; Bruno Neves, Gerente Comercial RJ; Paulo Dart, Superintendente Comercial; Bruno Iannuzzi, Diretor Comercial e de Marketing e Comunicação; Cida Macedo, Superintendente Executiva; e Ana Claudia Moreira, Superintendente de Projetos / Divulgação
Equipe D’Or Consultoria no Prêmio Segurador Brasil 2019. Da esquerda para a direita: Alexandre Buika, Superintendente de Marketing e Comunicação; Umberto Raponi, Gerente Comercial SP; Bruno Neves, Gerente Comercial RJ; Paulo Dart, Superintendente Comercial; Bruno Iannuzzi, Diretor Comercial e de Marketing e Comunicação; Cida Macedo, Superintendente Executiva; e Ana Claudia Moreira, Superintendente de Projetos / Divulgação

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz, conquistou um importante reconhecimento do setor de seguros, na categoria “Mérito na Prestação de Serviços de Seguros e Benefícios”. A cerimônia de entrega foi realizada na quinta-feira, 28 de março, em São Paulo (SP), e contou com a participação das grandes lideranças do mercado de seguros.

Na ocasião, quem recebeu o troféu foi o Diretor Comercial e de Marketing, Bruno Iannuzzi. “Um dos pontos altos da D’Or Consultoria, que leva os clientes a nos escolherem e, consequentemente, nos diferencia dos demais players de mercado, é a integração de sistemas e fluxos. Temos expertise em detectar a melhor solução às empresas”, endossou o executivo.

O prêmio avaliou o desempenho global de seguradoras e corretoras de seguros com base em cada ramo de atuação. A análise é feita pela equipe de economistas da Silcon, responsável pela prestação de serviços na área de estudos e planejamento econômico-financeiro, estratégico e tático-operacional de empresas de diversos setores.

Dentre as premiações conquistadas recentemente, a D’Or Consultoria também levou para casa o Oscar do Seguro, do CVG-RJ, como Corretora de Saúde de 2018.

Cenários e perspectivas econômicas auxiliam corretores na construção de novos horizontes 1070

Encontro de Gestores promovido pela Icatu permeou o tema

Verificar quais são as perspectivas feitas por profissionais sobre o cenário econômico é um importante passo para os integrantes do mercado de seguros, previdência e investimentos analisarem conjunturas, formarem suas próprias opiniões e darem seus próprios passos. Essa ideia ficou evidenciada durante a segunda edição do Encontro de Gestores, promovido pela Icatu Seguros nesta terça-feira (02) em Porto Alegre/RS.

De acordo com o vice-presidente corporativo da companhia, César Saut, percebe-se uma mudança de comportamento da sociedade em geral à medida que momentos com esse viés participativo e analítico contam com um número expressivo de interessados. Com o Instituto Ling como palco, mais de 360 corretores de seguros, gestores de investimentos, parceiros e clientes se fizeram presentes. “Temos dois ativos muito importantes: um deles é o tempo e o segundo é o conhecimento, que é o que estamos fazendo aqui com sete das principais casas que trabalham conosco”, destacou.

Sendo a Icatu a maior companhia independente de seguro de vida no Rio Grande do Sul e, nacionalmente, sexta colocada entre grandes players do mercado, uma de suas preocupações é justamente prestar um auxílio eficaz à atividade de seus parceiros. A economista chefe da seguradora, Victoria Werneck, pontua que o Brasil está precisando dar a volta por cima e realizar reformas que não foram feitas nos últimos dez anos para fomentar o crescimento econômico novamente. “Será uma circunstância pior que era antes, pois o mundo será um mundo que crescerá menos que anteriormente e com muito mais desafios do que já teve nos últimos anos”, comentou.

Sob à perspectiva internacional, ao qual a economista explica que é importante analisar, uma vez que influencia diretamente nas decisões domésticas, é preciso estar atento às definições feitas por parte dos Estados Unidos e Brexit – a polêmica saída do Reino Unido da União Europeia. “É caótico o divórcio do Reino Unido com o resto da U.E, pois a falta de acordo lá afeta o mundo inteiro e é nesse cenário internacional que temos que nos adaptar”, exemplificou.

Além disso, a reforma da previdência é um tema que tem permeado os debates de forma bastante contínua. “O ideal é que passasse nos dois turnos na Câmara no primeiro semestre deste ano, pois não temos todo o tempo do mundo para isso, temos mais de 13,1 milhões de desempregados e estamos criando menos de 500 mil postos de trabalhos novos por ano. Quantos anos vamos precisar para reabsorver essa população?”, indagou.

Para o ex-presidente do Banrisul, Ricardo Russowsky, independente dos governantes, as mudanças são temas que precisam ser discutidos. “Precisamos estabelecer um equilíbrio nas finanças públicas e, com isso, passarmos a contar com, muito provavelmente, novos investimentos, estrangeiros principalmente, para que o país possa crescer novamente”, disse. Já o corretor de seguros Ricardo Rezende, da PlaniLife, defendeu que o mercado de previdência se mostra bastante dinâmico. “Já temos mais de 600 mil beneficiários de instrumento de previdência com mais de 90 anos de idade e isso revela que as pessoas estão cada vez mais conscientes que precisam se programar para o futuro, o que significa estar bem educado financeiramente”, sinalizou.

A superintendente de Mercado Região Sul da Icatu Seguros, Josiana Lemes Schneider, salienta a necessidade de agregar valor ao momento de incertezas que o brasileiro vive atualmente no mercado financeiro. “É preciso mostrar indicadores e soluções aos nossos parceiros, clientes, distribuidores e corretores”, afirmou. “Pensamos nos nossos parceiros, pois os acontecimentos continuam e o brasileiro precisa pensar mais na sua previdência e ser protagonista da sua própria história, sem ficar dependendo do Governo”, complementou o gerente comercial, Victor Hugo de Oliveira, que juntamente com Josiana e a equipe da Icatu, organizou o Encontro de Gestores.

Imagens: Matheus Pé/JRS