Gestão de ativos e passivos é fundamental para carteiras de previdência 394

Escola Nacional de Seguros promoveu Workshop na Unidade Porto Alegre

O termo pode ser desconhecido, mas as aplicações em Asset Liability Management são fundamentais para a gestão de carteiras com foco nos desencontros existentes entre ativos e passivos. Com este pressuposto, a Unidade Porto Alegre da Escola Nacional de Seguros reuniu um público seleto em seu auditório para o workshop que analisou a aplicação do ALM em planos de previdência complementar.

Um time especializado participou do evento que foi apresentado por Claudio Contador, diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES). Cesar da Rocha Neves, responsável pelo departamento de Ciências Atuariais da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) também participou do evento onde fez colocações pontuais sobre o tema.

Em entrevista ao Seguros Sem Mistério, o professor da PUC-Rio Davi Valladão, ressaltou a importância da discussão deste tema e que tratar sua complexidade de forma detalhada.

“É garantir o benefício de todos para agora e para o futuro”, detalhou ao destacar a importância de palestras mais técnicas aos novos profissionais do mercado.

Já o analista técnico da Superintendência de Seguros Privados Thiago Barata Duarte classificou como fundamental a gestão de ativos e passivos para melhor gestão de carteiras. Um dos destaques foi a presença do atuário Sérgio Rangel, que acompanhou atentamente os trabalhos.

Escola Nacional de Seguros - 16.05.2016

CNseg divulga Carta do Seguro com resultados do setor 771

Análise de mercado - Carta do Seguro CNseg

Decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%, em relação ao mesmo período do ano passado

A Susep divulgou os dados do mercado de seguros até setembro de 2018. Com o ciclo econômico ainda baixo, e considerando o novo
padrão de concorrência e as diferentes preferências por proteção manifestadas pelos consumidores, o desempenho médio do setor segurador torna opaca a dinâmica intrassetorial. Ou seja, deixa de revelar o desempenho comparativo entre os dois grandes segmentos do mercado – Ramos Elementares e Coberturas de Pessoas – e entre os diversos ramos de seguros abrigados nesses grupos.

Comparando-se os nove meses de 2018 com idêntico período do ano passado, o decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%. Entretanto, para adequada comparação, é preciso desconsiderar o DPVAT, já que teve tarifa reduzida por decisão dos órgãos reguladores.

Retirado esse seguro, o decréscimo é de 0,2%, virtualmente um estado de estabilidade em termos nominais. Já ao serem segregados segmentos e ramos de seguros, tem-se um melhor quadro da resposta do setor segurador e das forças de distribuição de produtos às preferências de pessoas, famílias e empresas.

Assim, destacam-se os ramos de seguros com desempenho acima de dois dígitos, que são o seguro Rural e o seguro de Transportes
(15,1%) e o ramo Patrimonial Massificados (14,4%). Perto de dois dígitos, figuram o seguro de Crédito e Garantias (9,8%), o seguro de
Responsabilidade Civil e os Planos de Vida Risco, ambos com 9,5%.

Todos aqueles ramos do segmento de Ramos Elementares, e mais os de Vida Risco, parecem refletir o comportamento cauteloso de famílias e empresas de se colocarem ao abrigo da proteção securitária em momento de ameaças contra o patrimônio acumulado, ameaças do desemprego, garantias dos empréstimos tomados, bem como a resiliência de atividades econômicas contracíclicas, como a agroindústria e o carregamento de obras ainda da época do ciclo econômico alto.Na outra ponta do desempenho, os Planos de Acumulação em Cobertura de Pessoas permanecem afetados pelo ambiente de volatilidade de ativos concorrentes. O decréscimo do VGBL já chegou a 9,4%, enquanto o PGBL viu reduzir a sua arrecadação em 2,2%, muito embora o patrimônio acumulado de ambos ainda seja superlativo. Pela sua magnitude na arrecadação global do setor segurador, são esses dois produtos de caráter previdenciários que influenciam a média negativa do mercado.

Como de praxe, alinham-se, abaixo, os gráficos de desempenho dos grandes segmentos dos seguros, desta vez em médias de 12 meses móveis. O que apenas referenda as diferentes contribuições das linhas de negócio dos seguros.

Reprodução
Reprodução

Confira a Carta do Seguro, da CNseg, na íntegra.

Fator Seguradora comemora 10 anos de sucesso em noite especial 1160

Companhia é especialista em seguros diferenciados e demonstra otimismo para os próximos meses

A noite da última quinta-feira (08) foi especial para os Colaboradores e Parceiros de Negócios da Fator Seguradora. O Vila Bisutti, localizado na Vila Olímpia (SP), foi palco das comemorações dos 10 anos da companhia, especialista em seguros diferenciados.

Luís Eduardo Assis é presidente da Fator Seguradora
Luís Eduardo Assis é presidente da Fator Seguradora

“É uma grande satisfação receber nossos Clientes, nossos Corretores, os nossos Resseguradores, Assessorias e todos os que apoiaram a empresa durante esses 10 anos de uma história de sucesso que vai se reproduzir no futuro em relações ainda mais sólidas para os próximos anos”, estimou contou Luís Eduardo Assis, presidente da Fator Seguradora.

A expectativa da empresa é que os investimentos em infraestrutura sejam retomados no Brasil nos próximos meses. “Nós nos especializamos em casos complexos e procuramos soluções extremamente elaboradas. O clima é de bastante otimismo e vemos um cenário favorável à retomada desses investimentos. Estamos à disposição para estabelecer um relacionamento que seja lucrativo para o Corretor e para a Seguradora. Acredito que o sucesso só vem através da parceria”, completa Assis.

Luciana Natividade é Diretora Comercial da Fator Seguradora
Luciana Natividade é Diretora Comercial da Fator Seguradora

“Me sinto fazendo parte dessa história e além de tudo a equipe da Fator, junto aos nossos parceiros que acreditaram e confiaram, são os grandes responsáveis por essa trajetória de sucesso. Acreditamos que o Corretor hoje precisa de agilidade, dinamismo e decisão na ponta. Lançamos diversas soluções, como uma ferramenta de cotação e emissão de RC Profissional para mais de 30 profissões e planejamos expandir isso ainda mais no próximo ano”, revela Luciana Natividade, Diretora Comercial da Fator Seguradora.

João Lagranha é Gerente Comercial Regional da Fator Seguradora
João Lagranha é Gerente Comercial Regional da Fator Seguradora

O Corretor de Seguros é um dos pilares da Fator Seguradora. “Temos diversos produtos já em desenvolvimento e diversos já disponíveis ao mercado. Conheçam nossas soluções que são muito interessantes, ainda mais com as funcionalidades do nosso Portal do Corretor”, revela João Lagranha, Gerente Comercial Regional da Fator Seguradora.

10 anos da Fator Seguradora – Todas as imagens:

IRB Brasil RE estimula jovens a desenvolverem soluções em Seguros e Resseguros 637

Check

Empresa realiza iniciativa em parceria com PUC-RJ

O IRB Brasil RE realizou, na quarta-feira (7), na sede da empresa, o 3º ciclo do Demo Day, com os alunos do Insurtech Innovation Program. Trata-se de uma iniciativa da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC), em parceria com o IRB Brasil RE e a Mongeral Aegon, que investe em profissionais capazes de transformar o mercado de seguro e resseguro por meio do desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços, todos fundamentados em tecnologia.

Na ocasião, os estudantes puderam demonstrar as soluções desenvolvidas especificamente para os temas Subscrição e Sinistro. As apresentações foram avaliadas por uma banca composta por professores da universidade, do IRB Brasil RE e da Mongeral Aegon. Entre os objetivos, está a busca por novas ferramentas para auxiliar o desenvolvimento do mercado.

Alessandra Monteiro, diretora de Subscrição de Vida e Longevidade do IRB Brasil RE, destacou a importância do projeto. “O Insurtech Innovation Program tem sido uma grata surpresa para o IRB, por trazer ideias inovadoras para o segmento de seguro e resseguro, que é uma indústria muito tradicional. E ter o frescor desses jovens, para repensar e trazer uma variedade de propostas para o nosso segmento, tem sido um ganho muito maior do que se esperava. Estamos muito satisfeitos e orgulhosos com o resultado”, afirma.

Ao longo deste ano, os alunos do Insurtech Innovation Program dedicaram 20 horas semanais em atividades baseadas na metodologia Challenge Based Learning (CBL), com desafios e apresentação de conteúdos técnicos e didáticos. As aulas ocorreram na PUC-Rio.

Sompo debate crescimento e oportunidades do mercado de seguros 493

Eduardo Fazio, diretor comercial para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e regiões Norte e Nordeste da Sompo Seguros / Divulgação

Discussão acontece durante Congresso de Corretores do Norte do Brasil

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, marca presença na 1° edição do Congresso Norte de Corretores, que acontece dias 07 e 08 de novembro no Hangar Convenções e Feiras (Av. Doutor Freitas, s/n – Marco), em Belém (PA). Durante os dois dias de evento, executivos vão receber no stand da companhia, corretores de seguros, representantes de entidades e demais agentes do mercado para apresentar as mais recentes novidades, bem como perspectivas de negócios da Sompo para a Região Norte.
 
Na ocasião, Eduardo Fazio, diretor comercial para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e regiões Norte e Nordeste; participa na Rodada de Negócios no dia 07, às 15h. “A demanda na região tem aumentado significativamente. Vale destacar segmentos como os seguros de Vida e Empresariais, que têm encontrado grande repercussão e para os quais, a Sompo conta com soluções tanto para pessoas físicas, quanto para empresas, sejam elas micro, pequenas, médias ou grande empresas”, destaca. 
 
Já Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros, será um dos executivos participantes no painel “Crescimento e oportunidades de seguros na Região Norte”, que acontece às 10h30min do dia 08. “O mercado de seguros está em franco crescimento na região Norte. Com isso, observamos muitas oportunidades de expandir ainda mais a presença da marca Sompo localmente”, avalia o executivo.
 
O Congresso Norte de Corretores é organizado pelo Sindicato dos Corretores do Pará (Sincor-PA), em parceria com os Sindicatos de Corretores do Amazonas, Roraima, Tocantins, Rondônia e Acre.

Crescimento exponencial

Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador da Região Norte arrecadou R$ 4,5 bilhões em Prêmios de Seguros no período de janeiro a agosto de 2018, o que representa um crescimento de 25,1% em comparação com os R$ 3,6 bilhões alcançados no mesmo período de 201

Mercado de trabalho aposta em profissionais seniores 392

Mercado de trabalho

Troca de experiência favorece empresas e colaboradores

Projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em pouco mais de uma década, o número de pessoas com mais de 65 anos saltará dos atuais 16 milhões para cerca de 30 milhões. Assim, com a população envelhecendo o mercado de trabalho tente a acompanhar.

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgados pelo Ministério do Trabalho, em 2010 havia 5,8 milhões trabalhadores com carteira assinada nessa faixa etária, e o número passou para 7,6 milhões em 2015. O número de pessoas entre 50 e 64 anos no mercado formal de trabalho cresceu cerca de 30% entre 2010 e 2015.

Profissionais acima de 50 anos podem contribuir com profissionais que estão no início de suas carreiras e possuem pouca experiência corporativa. Com o intuito de mesclar gerações, Awdrey Trova, integrante do time de Capital Humano da Ikê Assistência Brasil, aponta que os colaboradores mais novos têm muito a ganhar com esse convívio e que os sêniores, também, por conta da troca de experiências e informações. “É uma troca entre gerações além do desempenho. Profissionais maduros são mais responsáveis, pacientes e costumam ser mais atenciosos”, explica.

Sérgio Carlos D’Anunciação , Analista de Qualidade da Ikê Assistência,) morou nos Estados Unidos durante boa parte de sua vida e há apenas sete anos retornou ao Brasil. Aos 52 anos, foi contratado para trabalhar na área de Concierge e conta que se surpreendeu. “Eu percebi que o país havia mudado. Na época em que me mudei, não era comum contratar gente com essa idade”, explica.

Hoje, trabalhar com novas gerações, para ele, é um prazer. “A gente troca muita ideia e falamos sobre diferentes tecnologias. Eu me sinto muito confortável e não sinto vergonha de falar que sou uma pessoa mais velha”, conclui.