Gestão de ativos e passivos é fundamental para carteiras de previdência 474

Escola Nacional de Seguros promoveu Workshop na Unidade Porto Alegre

O termo pode ser desconhecido, mas as aplicações em Asset Liability Management são fundamentais para a gestão de carteiras com foco nos desencontros existentes entre ativos e passivos. Com este pressuposto, a Unidade Porto Alegre da Escola Nacional de Seguros reuniu um público seleto em seu auditório para o workshop que analisou a aplicação do ALM em planos de previdência complementar.

Um time especializado participou do evento que foi apresentado por Claudio Contador, diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES). Cesar da Rocha Neves, responsável pelo departamento de Ciências Atuariais da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) também participou do evento onde fez colocações pontuais sobre o tema.

Em entrevista ao Seguros Sem Mistério, o professor da PUC-Rio Davi Valladão, ressaltou a importância da discussão deste tema e que tratar sua complexidade de forma detalhada.

“É garantir o benefício de todos para agora e para o futuro”, detalhou ao destacar a importância de palestras mais técnicas aos novos profissionais do mercado.

Já o analista técnico da Superintendência de Seguros Privados Thiago Barata Duarte classificou como fundamental a gestão de ativos e passivos para melhor gestão de carteiras. Um dos destaques foi a presença do atuário Sérgio Rangel, que acompanhou atentamente os trabalhos.

Escola Nacional de Seguros - 16.05.2016

MetLife é seguradora destaque entre as 50 empresas mais amadas do Brasil 535

MetLife é seguradora destaque entre as 50 empresas mais amadas do Brasil

Metlife é a 42ª mais amada, sendo a única seguradora no ranking das companhias mais bem avaliadas pelos profissionais na plataforma Love Mondays

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros no mundo, acaba de ser eleita uma das empresas mais amadas do Brasil pelos seus funcionários, com a nota de satisfação geral de 4,1, segundo o ranking 2019 publicado pela Love Mondays, com destaque especial para o quesito de remuneração e benefícios.

A classificação é realizada de acordo com a nota das avaliações espontâneas e anônimas registradas na plataforma pelos próprios profissionais das empresas, considerando os seguintes aspectos: remuneração e benefícios, oportunidade de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida. O ranking “A Mais Amada” da Love Mondays está em sua quarta edição.

“Fico muito feliz com o reconhecimento pelos nossos funcionários e ex-funcionários, o que só nos motiva ainda mais a continuarmos nosso trabalho para proporcionar um ambiente de trabalho com diversidade, agradável, produtivo e desafiador para que nossos talentos se desenvolvam e sintam-se felizes em estarem conosco. O prêmio é mais uma comprovação de que estamos em um bom caminho” comenta Raphael de Carvalho, presidente da MetLife.

Criado em 2016, o ranking é composto por duas listas: as 50 Grandes Empresas Mais Amadas e as 30 PMEs Mais Amadas. Para ser elegível ao ranking das grandes empresas, é preciso ter mais de 501 funcionários globalmente e somar pelo menos 50 avaliações entre 1º de janeiro e 30 de novembro de 2018; para as PMEs, são consideradas empresas com menos de 500 funcionários e o número mínimo exigido é de 15 avaliações no período.

Para chegar aos ambientes de trabalho mais amados, considera-se a nota média de satisfação geral atribuída pelos usuários do Love Mondays. As notas vão de 1 a 5, sendo 1 muito insatisfeito e 5 muito satisfeito. Neste ano, foram consideradas mais de 153 mil avaliações.

Ikê Assistência coleciona conquistas diante do mercado de seguros 533

Ikê Assistência coleciona conquistas diante do mercado de seguros

Empresa recebeu diversos reconhecimentos em 2018 e não mede esforços para estar ao lado dos clientes

A Ikê Assistência começa 2019 com o pé direito. A empresa fechou recentemente um acordo com a Porto Seguro, sempre com foco na qualidade dos serviços prestados aos consumidores brasileiros. A gigante do México agora fornece os serviços de assistência para a carteira de Vida e Previdência de uma das maiores seguradoras do mercado nacional.

Ainda em 2018, a Ikê Assistência conquistou pelo segundo ano consecutivo a posição de Destaque em Assistência 24h, pelo Clube Vida em Grupo Rio de Janeiro (CVG-RJ). A CEO Marusia Gomez disse que o reconhecimento demonstra os esforços para viabilizar serviços e produtos de excelência. “Fico muito feliz por com essa homenagem. Temos trabalhado muito ao longo dos últimos anos e esse é o resultado estamos colhendo”, disse na oportunidade.

Com a missão de tornar a vida muito mais fácil e tranquila, a Ikê ainda recebeu o selo Great Place to Work (GPTW), além de ter ingressado no clube Top+América.

Gestão operacional inovadora promete alavancar crescimento dos seguros de transportes 642

Gestão operacional inovadora promete alavancar crescimento dos seguros de transportes

Sistema Cargo Viewer substitui tradicionais métodos de gerenciamento de riscos, potencializando assertividade, escalabilidade e economia

O segmento de seguros de transportes de cargas é uma das grandes apostas das seguradoras para 2019 – segundo a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), o ramo deve registrar crescimento de 12% este ano, com volume de prêmios estimado em R$ 3 bilhões, contra R$ 2,7 bilhões do ano passado.

A boa perspectiva se deve à recuperação da economia brasileira; à procura pelo seguro por empresas que habitualmente não o faziam, à nova versão do MDF-e que estabeleceu a obrigatoriedade do número da apólice e averbação para a liberação do embarque, aliada à fiscalização pela ANTT deste normativo, e ao desenvolvimento de soluções para otimizar a gestão.

O PGI (Plano de Gestão Inteligente), desenvolvido pelo Grupo Vista, criador do Sistema Cargo Viewer, faz com que as empresas contratantes de seguros de transportes fiquem desobrigadas da contratação de gerenciadora de riscos. O processo, inovador, foi reconhecido e homologado pelas cias seguradoras parceiras que participaram do desenvolvimento e validaram todo o processo.

“A proposta da implantação de um PGI é que a empresa tenha a gestão operacional otimizada, trabalhando através de sistemas integrados”, afirma Cleber de Castro, diretor do Grupo Vista.

Com o sistema, também não há necessidade de continuar contratando serviços de pesquisa ou consulta cadastral. Os profissionais de transportes são cadastrados no Sistema Cargo Viewer, mas sem custos adicionais para a empresa.

“Nossos clientes têm obtido em média 53% de redução de custos diretos com os itens relacionados ao processo, além da economia indireta proporcionada pela gestão centralizada”, garante o diretor.

O formato de apólice atende a qualquer empresa que queira contratar apólice de seguro de transporte, e promete ser tendência em 2019, agora que o sistema já está implantado em grandes companhias, reduzindo custos e problemas dos transportadores.

Seguro Digital: não é se, mas quando 892

Seguro Digital: não é se, mas quando

Confira o primeiro artigo de Andre Gregori para a Revista JRS

A transformação digital vem acontecendo em todos os setores há muito tempo, mas em velocidades diferentes. Me lembro como se fosse ontem do meu primeiro telefone celular. Na época “super moderno, última geração”, e hoje poderia imaginá-lo num museu da tecnologia – uma relíquia! Impressionante a evolução nesse campo, especialmente com o lançamento do iPhone, pela Apple, há mais de 10 anos e a transformação de aparelho de comunicação para micro-computador de bolso / câmera fotográfica / dispositivo de entretenimento / agenda / GPS / etc. Hoje é impossível imaginar a vida sem essas inovações!

E o comércio eletrônico? Quem se atrevia a colocar os dados do cartão de crédito na tela do computador para efetuar uma compra online no final dos anos 90? Hoje, cada vez mais, compramos tudo pela internet – e mais que e-commerce, agora se fala em mobile commerce. Com apenas alguns cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar, você pode pedir comida, pedir um motoboy ou até mesmo um motorista pelo celular.

O setor financeiro, altamente regulamentado, percebeu essa tendência. Ficar na fila da agência bancária para fazer uma transferência já é coisa do passado. O número de transações bancárias feitas pelo celular cresceu 70% ao longo do ano passado, representando 35% do total de 71,8 bilhões de operações realizadas no ano, segundo a Febraban. Primeiro a novidade era o Internet Banking, depois o Mobile Banking, as Fintechs, as Criptomoedas, o Open Banking, e por aí vai. As inovações não param. O uso de tecnologia para melhorar continuamente a experiência do consumidor em todos os ramos é inevitável.

Existem aqueles que tentam resistir às mudanças, e outros que as procuram, as abraçam. Em 1994, a Amazon foi lançada nos Estados Unidos como um e-commerce de livros de papel. Em 2007, foi a própria Amazon que lançou o Kindle, um substituto digital para o livro tradicional, sem medo de ameaçar seu próprio negócio original. Isso obviamente foi só o início da história desta gigante, que mesmo com todo seu tamanho atual, continua inovando e evoluindo rapidamente em diversos setores. Se alguém for ameaçar ou substituir o seu produto, que seja você mesmo!

Já a Enciclopédia Britânica não teve a mesma visão. Quem diria que uma empresa de mais de 200 anos de história seria substituída por uma enciclopédia digital, gratuita, e ainda escrita pelos próprios usuários!?

O mesmo erro foi cometido pela Blockbuster, que teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e a rejeitou por subestimar o potencial da startup em reinventar o tão “consolidado” modelo de negócios na época. Em seu início, a Netflix apostou na entrega de DVDs em domicílio, isentando os consumidores da taxa de atraso, justamente uma das maiores fontes de receita da “toda-poderosa” Blockbuster. Mas apesar de todos os narizes tortos e o ceticismo do mercado, eles acreditavam que uma melhor experiência para o cliente se traduziria em maior volume e recorrência e viabilizaria uma operação escalável, e assim aconteceu. Depois, ao contrário da Blockbuster, quando chegou a hora de trazer disrupção novamente para este mercado, foram eles mesmos que o fizeram. Para não depender das grandes produtoras, que cobravam preços muito altos por dominarem totalmente o mercado, a Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo. Levou um bom tempo até que as produtoras começaram a prestar atenção ao novo entrante, e quando finalmente acordaram, a Netflix já estava na liderança da distribuição de conteúdo via streaming e se consolidando como uma das marcas mais valiosas e inovadoras da atualidade.

Até pouco tempo ainda existia uma indústria que resistia fortemente às mudanças. Extremamente defasado em termos de tecnologia e engessado por seu próprio modelo de negócios, o setor de seguros demorou para enxergar a necessidade de se reinventar. A necessidade de se adequar às novas demandas, preferências e comportamento do consumidor de hoje.

Segundo a consultoria CB Insights, apenas 4% das pessoas estão satisfeitas com suas empresas de seguros. E isso que a penetração ainda é muito baixa, especialmente no Brasil, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), apenas 10% da população brasileira possui algum tipo de seguro.

Mas esse cenário está mudando. Estudos da Aon de novembro de 2017 mostram que 550 insurtechs pelo mundo já movimentaram mais de US$ 14 bilhões em investimento. O mercado está de olho em novas tecnologias, novos produtos, novos modelos de negócio… A oportunidade é indiscutível.

Depois de mais de 15 anos no mercado de seguros e outros tantos no mercado financeiro, tendo iniciado as operações da Fator Seguradora e do BTG Pactual Seguridade, como sócio do grupo, além de ter adquirido, antes disso, as operações da Cigna no Brasil, eu comecei a alimentar cada vez mais um sonho grande que eu tinha. Queria trazer tecnologia e inovação para o tão tradicional mercado, pensando no cliente em primeiro lugar. Queria repensar totalmente a cadeia produtiva e a experiência do consumidor para revolucionar e ampliar o mercado de seguros. Pensando em digitalização, personalização, preços justos e ganhos de eficiência…. foi neste contexto que lancei a Thinkseg, a primeira startup de seguros totalmente digital.

Mas não basta ter uma grande ideia. É preciso execução, persistência e também “timing de mercado”. Hoje estou cada vez mais confiante sobre a minha visão ao lançar a Thinkseg em 2016. A grande diferença é que antes eu acreditava que o mercado de seguros se reinventaria, “não era se, mas quando”. Hoje falo com toda convicção: esse quando chegou. O “quando” é agora!

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro 279

Inscrições estão abertas no site da instituição

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro
Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro

As primeiras aulas da Universidade Aconseg, criada pela Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Organizacional e Humano (IndoRH), começam já em fevereiro.

O curso que abrirá a temporada inicial de 2019 é para Inspetores de Assessoria de Seguros, seguido por Introdução ao Seguro para Iniciantes, Básico de Seguros, Seguro Saúde Suplementar, Seguro de Vida, Gestão de Equipe e Liderança, Seguro Auto, que iniciam em março. A lista completa está disponível neste endereço.

O reitor da Universidade e presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, acredita que os cursos “contribuirão positivamente para o desenvolvimento e qualificação dos corretores e funcionários das assessorias e corretoras de seguros”.

Líderes de seguradoras parceiras fizeram questão de registrar os cumprimentos à diretoria da associação pela ação pioneira. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, afirmou que “iniciativas como esta colaboram sobremaneira com o crescimento da indústria de seguros no Brasil”.

Para o vice-presidente comercial da SulAmérica, André Lauzana, trata-se de um “marco histórico para o mercado segurador”, enquanto o diretor executivo da Bradesco Seguros, Leonardo de Freitas, acredita que a nova instituição poderá contribuir para transformar o corretor no multirramo.

Antonio Carlos Melo Costa, da HDI Seguros, classifica a criação da Universidade Corporativa como uma demonstração do quanto as assessorias estão preocupadas com o desenvolvimento dos corretores de seguros e, consequentemente, com o mercado. “Iniciativa alinhada com o atual momento de mudanças aceleradas, que requer profissionais 100% atualizados”, elogiou.

Já Marcelo Dias dos Santos, gerente da filial RJ da Sompo Seguros, afirmou ser “fantástico ver a evolução da Aconseg-RJ nessa nova gestão”, agradecendo por mais uma atividade positiva, que tornará os projetos mais fáceis de serem executados. ”Com a Universidade Corporativa, a Aconseg vai desenvolver e aprimorar muitos profissionais de seguros”, finalizou.

Robson Tricarico, da Suhai Seguradora, também parabenizou a entidade pela “excelente e criativa iniciativa”. “O mercado segurador só tem a ganhar com isso”, manifestou-se ainda Leila Nogueira, da Amil, desejando sucesso nesse movimento em prol da evolução do setor e dos profissionais que nele atuam.

Segundo Baeta Neves, “isso demonstra não só que a iniciativa da Aconseg-RJ foi acertada, como conta com o apoio de todas as partes envolvidas nas operações realizadas pelas assessorias”.