Seguradora chinesa vai investir em concorrente do Uber 617

Esta e outras manchetes no Giro do Mercado

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A maior seguradora da China vai fazer um grande investimento em um concorrente local do aplicativo de caronas Uber, de acordo com pessoas familiarizadas com o negócio. A China Life Insurance vai aplicar mais de US $ 500 milhões na Didi Chuxing Technology, depois de a Apple fazer um investimento de US$ 1 bilhão na empresa, que lidera o mercado de caronas na China.

A Didi está levantando dinheiro de investidores em uma rodada de financiamento que pode chegar a US$ 3,5 bilhões. O valor da empresa pode ultrapassar os US$ 25 bilhões. A China Life Insurance, uma seguradora estatal, já investiu no UberChina, entidade independente criada pelo Uber para concorrer com a Didi no ano passado.

Chubb do Brasil patrocinou evento sobre seguros de Linhas Financeiras 

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A Chubb Seguros foi uma das patrocinadoras do Aon Financial Lines Day, realizado ontem, no Hotel Unique, em São Paulo. Promovido pela Aon Brasil, o evento contou com a participação dos principais executivos do mercado que atuam nos nichos de D&O, Crédito, Garantia e Cyber. Durante o encontro, cerca de 500 convidados se aprofundaram em assuntos ligados a diferentes produtos de Linhas Financeiras, como a evolução do Seguro Garantia Judicial e suas mudanças com o novo Código de Processo Civil brasileiro, o papel do Seguro D&O para proteção dos executivos e formas de proteção contra ataques cibernéticos.

Na oportunidade, Rafael Domingues, Diretor de Financial Lines da Chubb, foi um dos painelistas sobre D&O. O executivo afirma que ações como esta aproximam ainda mais a companhia de potenciais clientes e parceiros. “Participar deste evento nos oferece a oportunidade de estar com renomados empresários e executivos de todo o País, o que consideramos importante para a expansão da seguradora no segmento de Linhas Financeiras”, considera.

A Chubb desenvolveu no Brasil um dos mais extensos portfólios de seguros no segmento de Linhas Financeiras, que cobrem riscos que emergiram com a evolução dos mercados e da economia mundial. São produtos como: D&O (Directors and Officers); E&O (Errors and Omissions) ou RC Profissional; EPL (Employment Practices Liability) ou RC Trabalhista; FIPI (Financial Institutions’ Professional Indemnity Insurance); Fraud Protector, ou Crime; IMI (Investment Management Insurance); MEDMAL (Medical Malpractice); e POSI (Public Offering of Securities Insurance).

Até abril, capitalização distribuiu mais de  R$ 391 milhões em prêmios

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Segundo dados da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entre os meses de janeiro e abril, as empresas que comercializam títulos de capitalização distribuíram para seus clientes R$ 391,7 milhões em prêmios, o que representa um crescimento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2015.

As reservas técnicas – valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos – atingiram R$ 30,3 bilhões, mantendo-se no mesmo patamar de 2015, enquanto os valores resgatados alcançaram R$ 6,2 bilhões no mesmo período, um aumento de 20,3%. Nos primeiros quatro meses do ano, a receita global do setor chegou a R$ 6,5 bilhões, apresentando um pequeno decréscimo de 0,02.

O presidente da FenaCap, Marco Antônio Barros, explica o desempenho dizendo que o mercado oferece, hoje, uma grande variedade de soluções de negócios com sorteios e aconselha os consumidores a definirem previamente os seus objetivos ao guardar dinheiro, antes de optar pelas soluções de capitalização. “O produto Tradicional é a solução ideal para quem quer economizar e, ao mesmo tempo, participar de sorteios. Mas se houver perspectiva de uso do dinheiro no curto prazo, ou se o objetivo for obter retorno financeiro, devem buscar outras alternativas”, assinala.

Segundo ele, os títulos para garantia locatícia vêm ganhando muito espaço no mercado, pois atendem a necessidade de quem  precisa alugar um imóvel, residencial ou comercial, e não tem fiador. No último ano, a modalidade registrou uma arrecadação de R$ 1 bilhão, somando 16.619 clientes em todo país. “É uma opção para alugar um imóvel, sem fiador e sem burocracia, com a garantia do retorno do valor empregado ao fim do contrato de locação”, completa Marco Barros.

Ainda segundo o presidente, por outro lado, o produto  tem sido muito utilizado por proprietários de imóveis que não se sentem confortáveis em negar a amigos ou à própria família um pedido para que assuma o papel de fiador.  “É muito mais interessante fazer um título de capitalização para atender a esses pedidos, circunscrevendo a obrigação a um valor previamente determinado,  do que assumir a fiança e colocar em risco o patrimônio, que poderá vir a ser penhorado em caso de inadimplência”, explica o presidente da FenaCap.

Existem hoje no mercado três modalidades de títulos de capitalização em comercialização: Tradicional (que inclui o garantia locatícia), Popular e Incentivo, este último voltado para pessoas jurídicas.

Mondial Assistance participa do 20º Congresso de Comunicação Interna

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A Mondial Assistance, líder global na prestação de serviços de Assistência 24h nos segmentos viagem, automotivo, residencial, saúde e vida, participou ontem, do 20º Congresso de Comunicação Interna, evento organizado pelo Informe Group.

Com o case “Engajamento e Valores Estratégicos”, a supervisora de Comunicação da Mondial Assistance, Karina Bertolla, irá palestrar sobre a empresa e suas campanhas internas de reforço da cultura organizacional, além de mostrar na prática como promover engajamento dos colaboradores e disseminar a cultura de novos valores corporativos por meio do employer branding.

O Congresso teve início na segunda-feira, 13, e termina hoje, 15 de junho, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. Com mais de 20 palestrantes, 10 casos práticos e mais de uma centena de gestores e especialistas em comunicação com o público interno, o evento tem como objetivo tratar as estratégias e melhores práticas de comunicação interna, que estão trazendo benefícios reais e diferenciais estratégicos para o negócio das empresas no contexto da crise.

Prudential do Brasil realiza campanha de vacinação interna

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No mês de maio, os funcionários da Prudential do Brasil e seus beneficiários puderam se vacinar contra a gripe. Nos escritórios do Rio de Janeiro, foram dois dias de vacinação e, nos demais estados, os colaboradores receberam o reembolso do custo da vacina ao longo do mês.

A campanha faz parte do Programa Bem Viver, adotado pela Prudential do Brasil, que engloba várias outras ações direcionadas à qualidade de vida e bem-estar. Ela é realizada anualmente e, este ano, seguiu o calendário do governo ao oferecer a vacina tetravalente, que protege contra quatro tipos de vírus, incluindo o H1N1.

“A saúde e qualidade de vida dos funcionários e seus familiares é fundamental para a companhia. Buscamos com esta campanha garantir bem-estar e tranquilidade para nossos colaboradores beneficiados pela ação”, destaca o vice-presidente de Recursos Humanos, Administração de Franquia e Compensation da Prudential do Brasil, Paulo Leão.

*Com informações de Dow Jones Newswires, Diz, Link, Virta e Approach Comunicação.

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades 170

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades

As opções Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto

Ainda há tempo para iniciar uma nova formação e ingressar em um dos mercados que mais cresce no País. A Escola Nacional de Seguros segue ofertando o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros em 13 localidades, para aulas sobre Capitalização e Vida e Previdência.

As aulas acontecerão em todas as regiões, nas cidades de Anápolis (GO), Araguaína (TO), Cascavel (PR), Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Natal (RN), Porto Velho (RO), Pouso Alegre (MG), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Os cursos de Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto. Ao final das aulas, os aprovados receberão certificado que permite dar entrada no registro da profissão emitido pela Susep.

Informações como investimento, pré-requisitos e início do período letivo estão disponíveis neste site, que também é o canal para inscrições.

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil 512

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão”.

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum

Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas

Com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.

Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.

Operador Econômico Autorizado

Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países”.

Convergência regulatória

Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.

“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países”. O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais

O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação”. A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente”.

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados”.

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

Investimentos estrangeiros diretos dos EUA no Brasil

  • As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.
  • As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.
  • Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

Investimentos brasileiros diretos nos EUA

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.

Buonny participa de evento sobre roubo de cargas, no México 165

Buonny participa de evento sobre roubo de cargas, no México

Encontro tem como tema central as soluções que o mercado da América Latina oferece

No próximo dia 20 de março, a Buonny participará do Foro ALSUM, evento realizado pela Alsum, Associación Latinoamericana de Suscriptores Marítimos, na cidade do México. O encontro terá como ponto central o debate sobre o roubo de cargas na América Latina e as soluções que o mercado oferece.

Na ocasião, Eliel Fernandes, vice-presidente do Grupo Buonny estará presente, bem como René Ellis, diretor da Buonny Chile, unidade inaugurada em 2018, que fará apresentação sobre os benefícios do gerenciamento de riscos em transporte e logística e o trabalho positivo realizado pela empresa, que tem 24 anos de atuação nesse mercado no Brasil. Mensalmente, a empresa monitora mais de 205 mil viagens, que envolvem R$ 20 bilhões de valores embarcados, com índice de sucesso de 99,74%.

Para saber mais sobre o evento, acesse este endereço.

Venda de livros abre 2019 em baixa 156

Venda de livros abre 2019 em baixa

Livros didáticos puxaram para baixo a performance do mercado

O ano começou muito desafiador para o setor livreiro brasileiro, uma vez que o fechamento de lojas físicas continuou, assim como no ano passado, a impactar as vendas. No primeiro bimestre de 2019, a queda foi de 18% em volume e de 19% em valor, números que frustraram a expectativa daqueles que viam no período de volta às aulas, uma oportunidade de recuperação de faturamento.

Historicamente, com as vendas de livros didáticos em alta nos primeiros meses do ano, o mercado reage positivamente. Mas em 2019, o que se nota é uma performance aquém da esperada, uma vez que os títulos destinados ao público escolar sofreram uma queda de 43% em volume e 38% em valor.

“Todos os acontecimentos do ano anterior, o que inclui a crise das grandes livrarias, provocaram uma mudança no ecossistema do varejo de livros e a sazonalidade foi fundamental na materialização desse fenômeno. Em outras palavras, ficou evidente que as editoras focaram em outros canais para atender a demanda de estudantes”, pondera Ismael Borges, líder do Bookscan Brasil.

“Decidimos aguardar o fechamento do 2T para a divulgação do primeiro Painel das Vendas de 2019, para ter números mais consolidados. O desafio continuará no próximo período, por incluir o período do Carnaval, o comparativo das vendas de livros técnicos e científicos e o Dia da Mulher, data que teve um alto desempenho em 2018”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

Esses são alguns dos dados do 01º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2019, apresentados pelo Nielsen Bookscan e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Os números têm como base o resultado da Nielsen BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

* T. Mercado – Período 02: 2018 (29/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
T. Mercado – Acumulado WK01 / WK08: 2018 (01/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
Fonte: Nielsen | Nielsen BookScan

Metodologia

O objetivo da criação do Painel é dar mais transparência à indústria editorial brasileira. A iniciativa da parceria entre o SNEL e a Nielsen disponibiliza para o setor dados atualizados que poderão contribuir nas tomadas de decisões por empresários de todos os portes.

Para a realização do Painel, os dados são coletados diretamente do “caixa” das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados. Após o processamento, os dados são enviados online e atualizados semanalmente.

Nielsen Bookscan é o primeiro serviço de monitoramento de vendas de livros no mundo, presente em dez países, e o resultado de seu trabalho é um forte instrumento de decisão para as editoras que trabalham com estes dados. O SNEL divulga o Painel das Vendas de Livros no Brasil a cada quatro semanas.

Azul Auto Leve cresce mais de 100% no Estado do Rio de Janeiro 339

Azul Auto Leve cresce mais de 100% no Estado do Rio de Janeiro

Companhia afirma que aumento reflete aumento da conscientização sobre proteção de patrimônio

A Azul Seguros fecha o balanço de 2018 com crescimento de 104% no Azul Auto Leve, no Estado do Rio de Janeiro, comparado ao ano anterior. Para a companhia, esse aumento reflete maior conscientização das pessoas no que diz respeito à proteção do patrimônio.

“A compra de um automóvel é um momento especial e de conquista. Entretanto, por se tratar de um alto investimento, a contratação de um seguro é um passo muito importante para evitar preocupações e não ficar no prejuízo no caso de uma eventualidade. Diante desse cenário, os condutores buscam opções de proteção atrelados ao custo-benefício, nesse espaço que o Azul Auto Leve tem crescido exponencialmente”, relata o diretor comercial Rio de Janeiro da Porto Seguro, Marcos Silva.

Com coberturas para colisão, roubo, furto, incêndio, assistência 24h e cobertura adicional a terceiros, o Azul Auto Leve oferece também oficinas referenciadas com ampla rede de atendimento, contratação facilitada, Centro de Atendimento Rápido (CAR), para vistoria e liberação do carro em caso de sinistro, além de três opções de franquia, pagamento parcelado e desconto para clientes do banco Itaú.

“O Azul Auto Leve é um produto que estimula a inclusão securitária ao oferecer soluções simplificadas, sem pesar no orçamento, de acordo com a necessidade de cada motorista. Por isso, a adesão vem crescendo ao longo dos últimos anos, especialmente no Estado do Rio de Janeiro, onde as pessoas estão se conscientizando cada vez mais sobre a importância de contratar um seguro”, afirma Marcos.