O impacto da judicialização nos custos da saúde 277

Solange Beatriz

Presidente da FenaSaúde afirma que mecanismo faz o direito individual se sobrepor ao coletivo

Solange Beatriz é presidente da FenaSaúde. Bruno Santos/Folhapress
Solange Beatriz é presidente da FenaSaúde. Bruno Santos/Folhapress

Presidente da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência médica –, Solange Beatriz Palheiro Mendes defendeu, nesta quarta-feira (15/6), que o acesso ao Judiciário é um valor da sociedade moderna, mas também ressaltou que, atualmente, a indústria do direito individual se sobrepõe ao direito coletivo. A afirmação foi feita durante o ‘3º Fórum A Saúde do Brasil’, realizado pelo jornal Folha de São Paulo, na capital paulista. Solange participou do debate ‘Judicialização da Saúde’, que contou ainda com as participações de Deborah Ciocci, juíza do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, e Renata Vilhena, advogada especialista em Direito da Saúde.

De acordo com a presidente da FenaSaúde, os recursos são escassos: “Com o que se tem hoje, não é possível dar tudo para todo mundo, o tempo todo”. Solange defendeu ainda que a sociedade deve fazer parte do debate, “porque onde os recursos são escassos, é preciso fazer escolhas; e quando se tem que fazer escolhas, alguém será prejudicado nesta decisão”. Ela completou: “1,4 milhão de pessoas perderam a saúde suplementar. É grave. Com isso, a fila do SUS vai aumentar, e o preço da saúde suplementar, com menos beneficiários para ratear, também vai aumentar”. A executiva se refere ao contingente de brasileiros que deixaram de ter plano de saúde recentemente, em grande parte devido ao desemprego.

A juíza Deborah Ciocci alertou que houve aumento de 129% nos gastos com judicialização na área de saúde: “Sabemos dos excessos cometidos”. Deborah também defendeu os Núcleos de Apoio Técnico (NAT) ao Judiciário, onde especialistas fornecem informações específicas aos juízes. “É preciso garantir o acesso à informação e incentivar o trabalho do grupo de apoio técnico, para tomar decisões cientes e baseadas em dados médicos”, observou.

Já a advogada Renata Villhena fez críticas ao órgão regulador. “A ANS falha ao liberar registros de operadoras que não têm condições de se manter no mercado. O ciclo de monitoramento, com suspensão de comercialização, é ineficaz”, afirmou. Renata também defendeu a transparência na aplicação dos reajustes às mensalidades dos seguros e planos de saúde, e que as grandes operadoras atuem para diminuir os custos, para, desta forma, se reduzir os reajustes.

O tema da judicialização também foi abordado durante a palestra do secretário estadual de São Paulo, David Uip. De acordo com o secretário, esse é um fator de gravidade. Somente no Estado de São Paulo, o gasto com a judicialização foi de 1,2 bilhão de reais. “A judicialização é pertinente e tem que ser discutida tecnicamente. Mas há casos que beiram a excentricidade. Esse caminho é inadmissível”, ponderou Uip.

Debates – ‘Novos Modelos de Assistência e Remuneração’ foi o tema do debate que contou com a participação de Martha Oliveira, diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS; Gonzalo Vecina, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP; e Walter Cintra, coordenador da Especialização em Saúde Hospitalar da FGV-SP. Todos concordaram que um novo conceito de assistência passa por um novo modelo de remuneração: “O atual é de altíssimo custo e baixíssima eficiência”, alertou Martha.

No último dia do fórum, outros temas foram abordados: ‘Prevenção Eficaz Reduz Custos’ e ‘Os Custos de Internação em Hospitais Particulares’. Na terça-feira (14/6), debateu-se ‘Saúde Financeira dos Planos de Saúde’, ‘É preciso repensar o modelo do SUS?’ e ‘Atenção Primária à Saúde’.

Confira os debates neste endereço.

*Com informações de Approach.

JLT completa 30 anos no Brasil e anuncia resultado global 259

JLT completa 30 anos no Brasil e anuncia resultado global

Lucro da companhia é fruto do resultado da operação da companhia em mais de 135 países

A JLT – Jardine Lloyd Thompson – companhia inglesa integrante do Grupo Jardine Matheson – anunciou seu resultado global referente ano de 2018. Uma das maiores empresas especializadas em gestão de riscos, corretagem de seguros e resseguros e consultoria em benefícios em todo mundo, a JLT obteve um resultado de £ 1,4 bilhão no ano passado, o que representa uma alta de 5% em relação ao ano anterior, com igual crescimento orgânico de 5%. O lucro da companhia é fruto do resultado da operação da JLT em mais de 135 países, entre eles o Brasil. A empresa está presente no país desde 1989 e completa 30 anos no mercado brasileiro nesta quinta-feira, 14.

Em 2018, o lucro da empresa antes de impostos foi de £ 233,6 milhões, número 25% maior do que o registrado em 2017. As unidades que mais se destacaram foram Global Specialty e Employee Benefit UK, ambas entregaram 7% de crescimento orgânico em receita. O lucro nos negócios aumentou 25% na Global Specialty, 10% na Global Reinsurance e 8% na Global Employee Benefits

30 anos no Brasil

No Brasil, a JLT abriu seu primeiro escritório em São Paulo. Desde então, a empresa cresceu dentro do mercado brasileiro, acompanhando o amadurecimento do setor de seguros e a abertura do negócio de resseguros no país. Atualmente, a JLT está presente nas principais capitais do país e conta com mais de 450 colaboradores.

“A JLT passou por várias fases de desenvolvimento do mercado segurador no Brasil, sempre buscando inovar e oferecer o melhor serviço para os clientes”, afirma o CEO da JLT, Nicolau Daudt.

Controller da JLT Brasil, Valmir Moço, presenciou como o mercado de seguros evoluiu desde a sua chegada à empresa, em 1989, como contador. “Acompanhei como a mudança na tarifa da comissão estimulou a concorrência e modernizou a prestação de serviço. Já com a abertura do mercado ressegurador, houve uma valorização da consultoria”, diz Moço. “Hoje as apólices já não bastam mais e os clientes querem saber detalhes do que é importante em cada caso”, explica o controller, um dos mais antigos funcionários da JLT Brasil.

Tokio Marine facilita pagamento de Seguros de Automóvel 194

Luiz Padial é Diretor de Automóvel da Tokio Marine / Divulgação

Clientes podem, agora, optar pelo parcelamento em 12 vezes sem juros no cartão de crédito

A Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, amplia as formas de pagamento para a carteira de automóvel, que contempla entre os principais produtos: Tokio Marine Auto, Tokio Marine Auto Clássico, Auto Roubo+Rastreador, Tokio Marine Auto Popular, Tokio Marine Caminhão e Auto Frota. A partir de agora, os clientes da seguradora poderão realizar o pagamento em 12 vezes sem juros no cartão de crédito em todo portfólio.

“Com mais essa opção de parcelamento, nossa intenção foi criar um conceito de mensalidade para que o consumidor possa encaixar ainda melhor o valor do seguro em seu orçamento. Vemos, portanto, de forma muito otimista as oportunidades de geração de negócios com mais esta facilidade”, explica Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.

A novidade do parcelamento é especialmente atrativa para o mercado do produto Auto Popular. Líder nesse segmento com 75% de market share, a Tokio Marine é a primeira seguradora a disponibilizar essa forma inédita de pagamento aos seus clientes e é também a única que oferece essa modalidade de seguro em todo o território nacional.

De acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), o mercado de carros seminovos e usados registrou alta nos dois primeiros meses de 2019, com crescimento de vendas de 7,1%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. “Quando olhamos para o segmento de seminovos, o nosso crescimento foi de 12,9% no primeiro bimestre de 2019, em decorrência de nosso amplo portfólio, principalmente nos produtos cujo apelo de preço é maior, como o Auto Popular. Em 2017, por exemplo, primeiro ano de comercialização do produto, 90% das contratações foram feitas por clientes que antes não haviam tido a oportunidade de adquirir um Seguro. Isto também é reflexo da alta deste mercado”, comenta Padial.

Com foco em veículos com mais de cinco anos, o produto inclui cobertura inicial de colisão e incêndio, para danos totais ou parciais, e assistência 24 horas completa. O diferencial do Tokio Marine Auto Popular é a possibilidade de reparos com peças novas compatíveis para itens que não sejam de segurança, o que viabiliza um preço significativamente mais competitivo. Para o caso de inexistência de uma peça nova compatível, o conserto será feito com as mesmas utilizadas no seguro tradicional, assim como é feito com os itens de segurança.

O Auto Popular já contempla 107 modelos de veículos, contabilizando mais de 2 mil versões. A modalidade é uma das quatro que a seguradora oferece para veículos de passeio na mesma base de cálculo, mais um dos diferenciais dos produtos da carteira de Auto. Em 2018, o ramo de Automóvel da Tokio Marine registrou alta de 8,4%, contra uma expansão de 3,2% do segmento, mantendo o histórico da seguradora de crescer mais que a média de mercado.

Chubb protegeu mais de 5 milhões de pessoas no carnaval brasileiro 176

Chubb protegeu mais de 5 milhões de pessoas no carnaval brasileiro

Destaque foi para cidades como SP, Rio, BH, Salvador, Recife e outras

A Chubb afirma que o poder público e os promotores de eventos têm demonstrado crescente conscientização ao assegurar vários direitos de cidadania da população durante o carnaval no Brasil. “Este ano, as nossas apólices protegeram a diversão de mais de 5 milhões de pessoas, ao garantir indenização em caso de danos corporais e morais durante o período de folia”, diz Juliana Santos, responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com ela, os seguros adquiridos cobriram blocos de rua, camarotes e eventos em recintos fechados em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e outras.

Juliana Santos é responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb
Juliana Santos é responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb / Divulgação

Conforme a executiva, as apólices da Chubb também protegeram profissionais envolvidos com a organização dos eventos, da montagem à desmontagem. O seguro também englobou prejuízos por danos a equipamentos, instrumentos musicais, objetos cenográficos e estruturas temporárias. Segundo Juliana Santos, os riscos mais frequentes no carnaval têm sido quedas, desmoronamento de estruturas, atropelamentos, choques elétricos, acidentes envolvendo carros alegóricos e danos a equipamentos, entre outros.

Sobre outros riscos que podem ser cobertos pelo seguro, Juliana cita o cancelamento, adiamento e interrupção do evento em virtude de condições climáticas, queda de estrutura, grande tumulto e outras causas. Esse seguro, de acordo com ela, pode garantir ao promotor o pagamento de várias despesas tais como locação de espaço, logística, alimentação, produção e muitas outras. “Por outro lado, é também possível segurar toda a receita do evento, incluindo o lucro”, conclui.

Zurich e Havan assinam parceria para seguros massificados 263

Zurich e Havan assinam parceria para seguros massificados

Seguradora suíça será responsável pela venda dos produtos de garantia estendida, seguro de roubo, furto e danos acidentais para celulares, além de seguro prestamista

A rede de varejo Havan assina contrato com a Zurich, líder do mercado brasileiro em seguros massificados, para ser sua seguradora oficial pelos próximos cinco anos. A Zurich será responsável pela venda dos produtos de garantia estendida, seguro de roubo, furto e danos acidentais para celulares, além de seguro prestamista, que cobre as parcelas das compras em caso de desemprego.

Para garantir a escolha do melhor parceiro, a rede varejista teve a consultoria da MDS Brasil, referência global em seguros, resseguros e consultoria de riscos. O processo teve duração de quatro meses, envolvendo dez grandes seguradoras do mercado brasileiro. “A Havan tinha uma necessidade bastante específica e, com o nosso conhecimento do mercado, conseguimos trazer a parceria ideal para esta nova fase da rede”, afirma Thomaz Tescaro, diretor executivo de Varejo e Afinidades da MDS Brasil.

Para os próximos cinco anos, a parceria estima gerar R$ 2,4 bilhões em prêmios de seguros. De acordo com os atuais planos de crescimento da rede varejista, este valor pode ser superado antes do prazo. Com mais uma importante parceria com uma grande rede varejista, a Zurich consolida sua posição de liderança em seguros massificados no mercado brasileiro. “O acordo com a Havan está em linha com nossa estratégia global e compromisso de longo prazo com o Brasil, bem como com o desenvolvimento da indústria de seguros”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich.

O empresário Luciano Hang, dono da Havan, diz que “a varejista vem, cada vez mais, tornando-se referência tanto em produtos, quanto em serviços. E a seguradora Zurich, como nosso novo parceiro, vai acelerar ainda mais a nossa expansão, fazendo com que a Havan atenda o seu cliente com muito mais agilidade”.

Comissão da Mulher do CCS-RJ promove evento 182

Comissão da Mulher do CCS-RJ promove evento

Tudo acontece nesta terça-feira, 19

A Comissão da Mulher do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) vai promover, nesta terça-feira, dia 19 de março, um evento para registrar o Dia Internacional da Mulher. As corretoras associadas vão se encontrar na sede da entidade para um café da manhã, bate papo sobre bem estar no ambiente de trabalho e um curso de automassagem para alívio do estresse com a terapeuta Shanti Braga.

Confira a programação completa:

9h café

9h30 Palestra de abertura: Inteligência emocional – Como lidar com as emoções no trabalho, com Sonia Marra

10 às 11h30 Curso de Automassagem para alívio do estresse, com a terapeuta Shanti Braga

Objetivos

  1. Promover a saúde e bem estar da mulher
  2. Guia para realização da automassagem
  3. Brindes: kit de cristais para harmonia