Cofins: Valor pode ser restituído 617

Esta e outras manchetes no Giro do Mercado

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No final do mês de março de 2016, a Receita Federal do Brasil, após reiteradas decisões do Superior Tribunal de Justiça, editou portaria que beneficia as empresas corretoras de seguros, retirando do enquadramento de empresas financeiras para fins de cálculo da COFINS, alterando a alíquota de 4% para 3%. O Sindicato dos Corretores da Bahia, por exemplo, para assessorar seu associado a ingressar com a ação para reaver seus créditos dos recolhimentos indevidos nos últimos 5 (cinco) anos, firmou convênio com a Fernando Moreira Advogados, escritório com vasta experiência em advocacia empresarial e tributária, com êxito em diversas ações de redução e/ou restituição de impostos pagos indevidamente. Mais informações podem ser obtidos no telefone (71) 3241-1762.

SulAmérica marca presença no Ciab FEBRABAN 2016

VejaSP
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A SulAmérica participará da edição 2016 do Ciab FEBRABAN, maior evento de tecnologia para o setor financeiro da América Latina. A conferência será realizada de 21 a 23 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e terá como tema a transformação da sociedade por meio da cultura digital. No dia 22, das 15h30 às 16h45, o diretor de Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri, será moderador do debate “Seguradoras – Alavancando Produtividade em Backoffices”, focado em experiências de sucesso no mercado segurador de aprimoramento das estruturas de suporte ao negócio.

AIG expõe carteira diversificada aos associados do CCS-RJ

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Em primeiro almoço do novo mandato da diretoria do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro, realizado na semana passada, os convidados foram o superintendente de corretores da AIG no Brasil, Ronaldo Barreto, e os representantes da área comercial da seguradora no Rio de Janeiro, Marcela Medici e Eduardo Andrade da Silva. Atuando hoje em parceria com cerca de 600 corretores só no estado, a companhia conta com uma vasta carteira de produtos, que movimentam no país R$ 459 milhões em prêmios e garantem receita global de R$ 64,4 bilhões. “Trabalhamos com seguros voltados a pessoas e empresas, e em todos eles temos alto grau de especialização”, afirmou o superintendente da AIG.

Na prateleira da seguradora, estão os seguros de acidentes pessoais, automóveis, residencial e vida em grupo, mas também os de linhas financeiras, como responsabilidade civil e riscos cibernéticos, o ambiental e o de aviação, por exemplo. De acordo com o executivo, a companhia é líder no mercado mundial, atua em mais de cem países e, no Brasil, em São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte além do Rio. Barreto frisou que os R$ 364 bilhões em prêmios alcançados pela companhia foram graças aos corretores, já que são os responsáveis pela distribuição dos produtos. “Por isso, é fundamental a promoção de eventos como o de hoje, em que há troca de ideias e informações, em especial neste momento de crise econômica, que pode ser convertido a oportunidades”, disse.

O sócio Gilberto Vilela também apontou, após a apresentação do executivo, a importância do encontro, por promover o contato direto entre seguradores e corretores. “Ontem mesmo encontrei dificuldade na busca por um produto, e acabo de descobrir, durante este almoço, que a AIG o disponibiliza”, contou. Já o presidente do CCS-RJ, Jayme Torres, manifestou interesse em retomar uma antiga parceria do Clube com a seguradora, que oferecia aos corretores o seguro de RC profissional.

A diretoria aproveitou ainda para homenagear o associado Claudio Aboim com o certificado de sócio número 2 da entidade, por seu apoio à reativação do Clube em 2009. Por fim, foi entregue placa de agradecimento ao superintendente da AIG pela sua participação no almoço.

CSP-Bahia realiza IIº Encontro de ex-alunos da Escola Nacional de Seguros

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O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado da Bahia (CSP-Bahia) promove, no próximo dia 29, a segunda edição do Encontro de ex-alunos da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), a partir das 16h, na sede da escola no estado. O evento será aberto aos alunos que se graduaram na unidade baiana e seguirá modelo adotado pelo CSP-Bahia, agregando com Oficina de Benefícios,  Formação de Estatísticas e muito mais. As inscrições podem ser realizadas neste site.

Para o presidente do clube, Solon Barretto, esse novo evento terá um único objetivo em comum com tantos outros encontros de ex-alunos. “A celebração do reencontro de pessoas que se conheceram no passado com o mesmo propósito, que por si só é ótimo, pois terá uma pauta inovadora e que pode agregar muito para os participantes e para o mercado baiano”, acredita.

Grupo NotreDame Intermédica entrega mais um prêmio de R$ 10 mil para corretora

A vencedora Luiza Veiga recebendo o prêmio de R$10 mil. Divulgação
A vencedora Luiza Veiga recebendo o prêmio de R$10 mil. Divulgação

O Grupo NotreDame Intermédica anunciou na tarde da última terça-feira, dia 14 de junho, em evento realizado na Corretora Inova Planos, a segunda vencedora do PME Premiado, que faz parte do Programa Interligados. Das mãos da equipe comercial da Intermédica, a corretora Luiza Veiga, da Inova, recebeu o prêmio de R$ 10 mil. “Não tenho como descrever tamanha felicidade. Agradeço a NotreDame Intermédica e a Corretora Inova pela oportunidade”, comemorou. O primeiro prêmio de R$ 10 mil foi entregue no dia 19 de maio, para Lurdes Luiza Mendes, da Estilo Corretora.

O Programa Interligados foi lançado em fevereiro e tem como objetivo estreitar o relacionamento do grupo com os corretores, e é composto por cinco pilares: eventos, treinamentos, serviços, recompensa e campanha de vendas. O programa foi formatado para reunir e organizar as ações com corretores e estimular o aumento das vendas que superaram a marca de 1 milhão de novas vidas no ano passado.

*Com informações de É IDeia, VTN e CDI Comunicação.

Sucesso da Expo ABGR 2019 aponta para futuro de progresso na gerência de riscos no Brasil 3664

Sucesso da Expo ABGR 2019 aponta para futuro de progresso na gerência de riscos no Brasil

Foram 12 palestras e uma feira de negócios grandiosa, com 21 expositores do mercado de risk management e seguros

Aconteceu nesta quarta-feira, 13 de novembro, o segundo e último dia da Expo ABGR 2019. Consagrada pelos participantes que lotaram as 12 palestras, além de uma feira de negócios grandiosa – composta por 21 expositores do mercado de risk management e seguros – e surpreendente. No rastro do evento, o gerenciamento de riscos em seus diversos aspectos mostrou que a atividade no Brasil ganha a merecida projeção e virou alvo das corporações.

Diversidade Aliada à Sustentabilidade nas Organizações

A palestra “Diversidade aliada à sustentabilidade nas organizações”, realizada na manhã do segundo dia da EXPO ABGR 2019, discutiu a importância de cultivar a diversidade e a inclusão dentro das empresas. A mesa foi mediada por Marcia Ribeiro, diretora executiva da Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS), e contou com Maristella Iannuzzi, digital executive da CMI Business Transformation; Roberta Nascimento, risk manager da NOV, Francisco Vidigal Filho, o presidente da Sompo Seguros; Camila Calais, advogada e sócia do grupo Mattos Filho Advogados; e Simone Vizani, vice-presidente da AAMMS.

Projeto de Lei de Livre Iniciativa | Liberdade Econômica

A nova Lei da Liberdade Econômica, em vigor no Brasil desde o ano passado (nº 13.974, de 20 de setembro de 2019), também foi tema de plenária. A palestra abordou questões relevantes no sentido de impulsionar o mercado segurador para uma mudança de mindset, como a simplificação da atual regulamentação e a despadronização de produtos para possibilitar o desenvolvimento de novos negócios.

Com moderação de Walter Polido, sócio da Polido e Carvalho Consultoria em Seguros e Resseguros, contou com a participação de Cristina Tseimatzidis, head of surety and financial line da Lockton Brasil; João Di Girolamo Filho, head of surety Brazil da Swiss Re Corporate Solutions; Karini Madeira, superintendente de acompanhamento técnico da CNseg; e Marcelo Mansur, sócio da Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados.

Benefícios e impactos da reforma da Previdência

No painel que discutiu os “Benefícios e impactos da reforma da Previdência”, Marcelo Rossetti, superintendente Executivo da Bradesco Vida e Previdência, chamou a atenção para a mudanças demográficas. “Sem a reforma, em 2045, o Brasil gastaria 20% do PIB”, disse. Para Filipe Nicodemus, diretor de Benefícios na MDS Brasil, a previdência privada poderá ser utilizada nas empresas como um meio de garantir renda para os trabalhadores que permanecerem mais tempo trabalhando. Antonio Penteado Mendonça, sócio titular da Penteado Mendonça e Char Advocacia, disse que a população mais pobre não terá renda para comprar planos de previdência.

O Futuro e Tendências do Setor Logístico

Logística 4.0, Internet das Coisas, uso de drones, transportes autônomos, Blockchain e Big Data com aplicação na área de logística e Digital Twins foram as principais tendências abordadas na palestra “O Futuro e Tendências do Setor Logístico”, com mediação de Luciano Póvoa, gerente de riscos em transportes RCG da Herco Consultoria de Riscos.

Guilherme Brochmann, diretor de gerenciamento de risco LATAM da DHL; Luiz Carlos de Andrade, superintendente técnico da Lockton Brasil e Paulo Robson Alves, head of marine da AXA XL; também fizeram avaliação sobre a atuação do segmento na área de seguros, pontuando a necessidade de reinvenção frente aos novos riscos, processos de inovação e uso de tecnologia, incluindo a busca de alternativas que superem os desafios de infraestrutura no Brasil, como a falta de polos logísticos de qualidade, ferrovias inacabadas e as péssimas condições das estradas.

Engenharia de riscos – Loss Prevention

Poucas empresas possuem área de prevenção de perdas, segundo Carlos Cortés, Head Risk Engineering da Zurich. “A maioria tem apenas áreas de política de segurança e saúde ocupacional”, disse ele durante o painel que abordou o tema “Engenharia de Riscos e Loss Prevention”.

Cesar López, gerente da área de Engenharia de Riscos na MAPFRE Global Risks, destacou a importância do engenheiro para a avaliação de risco. “Porque o interesse é comum com as seguradoras”, disse. Empresas que investem em loss prevention oferecem maior retorno aos acionistas, segundo levantamento da Aon. Alexandre Botelho, diretor da Aon Brasil.

Saúde e Gestão de Riscos

O painel “Saúde e Gestão de Riscos” foi composto por Lenise Secchin, chefe de gabinete da Presidência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); Rodolfo Petrait, risk manager da Bosch; Heitor Augusto, diretor técnico e de relacionamento com clientes Saúde e Odonto da SulAmérica; e Gustavo Quintão, vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil; e mediada por Josafá Ferreira Primo, CEO da Salagah Gestão em Contratos de Seguros.

Na fala dos palestrantes, a transparência e a disponibilização de dados na área de saúde foram valorizadas. “Transparência é pilar para gestão de riscos”, afirmou Lenise Secchin, citando exemplos como a Lei de Acesso à Informação (LAI), que tem “acesso como regra, sigilo como exceção’’.

Transportes, Logística e Gerenciamento de Riscos

No início da tarde, Christian Mendonça, Head of Insurance Brazil and South America da Norsk Hydro Brazil, mediou o painel “Transportes, Logística e Gerenciamento de Riscos”, com a presença de Letícia Toral, Gerente de Seguros da LDC; Marconi Peixoto, Coordenador de Gerenciamento de Riscos e Logística da Willis Towers Watson; e Valdo Alves, Diretor de Transportes da Tokio Marine Seguradora. O debate levantou questões relacionadas às boas prática e dinamismo da carteira, com highlights relevantes do ponto de vista do subscritor de risco do transporte e o papel em comum entre embarcadores e transportadores, que deve ser pautado pelo cuidado em relação à transferência de responsabilidade.

Mudanças Climáticas e Agronegócio

A palestra “Mudanças climáticas e agronegócio” também fez parte da programação da tarde da EXPO ABGR 2019 e discutiu se a pecuária e a agricultura podem ser consideradas vilãs para o meio ambiente. Para Carlos Branco, gerente regional de Seguros da Cargill Agrícola,”somos todos corresponsáveis’ pelas mudanças de clima no mundo”. Compuseram a mesa, ainda, Gabriel Lemos, head agro da Swiss Re Corporate Solutions; Miguel Almeida, head of agriculture da IRB Brasil RE; e Paulo Vitor Rodrigues, superintendente de Agronegócios da Lockton Brasil. A mediação foi feita por Cristina Weiss Tessari, coordenadora de Seguros Corporativos da CPFL Energia.

Política de seguros e salvados

Rodrigo Ávila, gerente de Riscos e Seguros na Suzano e vice-presidente da ABGR, disse que a política de seguros nas empresas deve contemplar todas as normas de contratação do seguro até como atuar em caso de sinistro. “Isso dá mais conforto ao gestor de riscos”, disse. Sobre os salvados, Julia Santoro, sócia da DR&A Advogados, destacou que para a seguradora servem para minimizar os efeitos do sinistros na carteira. Já o lucro com a venda de salvados pertence ao segurado, segundo ela. Sheila Garcia, diretora de Sinistros na Aon Brasil, contou que um segurado preferiu não reclamar o sinistro e vender o salvado, porque era mais vantajoso.

Cyber Risks e LGPD

Com mediação de Camila Calais, advogada e sócia da Mattos Filho, o painel “Cyber risks e LGPD’’ discutiu privacidade e mercado de seguros cibernéticos. Os palestrantes foram Alberto Bastos, sócio da Módulo S/A; Claudio Macedo, fundador da Clamapi Seguros Cibernéticos; Marta Helena Schuh, head cyber insurance da Marsh Brasil; Fernando Saccon, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich e Flavio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG Seguros. Segundo Macedo, é necessário investir em segurança independentemente da Lei Geral de Proteção de Dados entrar ou não em vigor: “O risco operacional é maior do que a multa da LGPD”.

P&C – Property & Casualty e a nova maneira de encarar os riscos

Rodrigo Ávila mediou o painel “P&C – Property & Casualty e a nova maneira de encarar os desafios”. Os desafios da gestão de riscos para a carteira foram apresentados pelos especialistas em recortes específicos como, por exemplo, processos de avaliação de riscos e quais cenários devem ser considerados; evolução de ambientes econômicos e, com isso, o surgimento de novos riscos relacionados ao uso da tecnologia; adoção de melhores práticas e processos de inovação em tratamento de riscos, entre outros.

Participaram Carla Karwacka – gerente de Riscos e Seguros – Claro S.A.; Daniel Kaneko, superintendente de P&C da Lockton Brasil; Florian Lauebli, head CUO Office & Leader Platform Solutions da AXA XL; e Sidney Cezarino, diretor de Property, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos e Energy – Tokio Marine.

Seguro e Risco Ambiental

Katia Papaioannou, superintendente de RC e Ambiental na Marsh Brasil, destacou a confusão que as empresas fazem ao contratarem a cobertura de poluição súbita na apólice de RC Geral. “Pensam que todos os riscos ambientais estão cobertos, mas não estão”, disse ela no painel que discutiu “Seguro e Risco Ambiental”. Para Ilan Kajan, diretor de Riscos Corporativos na Alper Consultoria em Seguros, o corretor deve atuar como consultor no seguro ambiental. “Ele deve se especializar nessa área”, disse.

Associação Brasileira de Gerência de Riscos

A Associação Brasileira de Gerência de Riscos é uma entidade sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento, aprimoramento e divulgação da Gerência de Riscos no Brasil. Congregando em seu quadro associativo empresas compradoras de seguros de todos os segmentos produtivos, tem como principal objetivo defender os seus interesses junto ao mercado segurador e entidades governamentais.

Além de manter representações em vários estados do país, é parceira internacional das mais importantes organizações de risk management do mundo, transmitindo as mais recentes tecnologias e tendências do mercado global (coberturas, novos produtos etc.) aos seus associados.

SulAmérica é destaque no Troféu Castanheira 574

Marco Neves é diretor comercial de Minas Gerais e Centro-Oeste da SulAmérica - Foto: Nádia Cristina Bicudo / Divulgação

Premiação ocorreu durante o 1º Fórum Rondônia e Acre de Seguros, que contou com a participação da seguradora em painel sobre tecnologia aplicada aos negócios

A SulAmérica foi premiada em três categorias da 2ª edição do Troféu Castanheira, entregue durante o 1º Fórum Rondônia e Acre de Seguros do Sincor-RO/AC, realizado nesta quinta-feira (7), em Porto Velho (RO). Gleison Silva, gerente da filial de Porto Velho — RO/AC da companhia, foi novamente reconhecido como melhor gestor do ano, enquanto a seguradora ficou com o segundo lugar na categoria Melhor Seguradora Ramo Automóvel e em terceiro como Melhor Seguradora Ramo Benefícios (vida, previdência e saúde).

“É com muita alegria que recebemos esses reconhecimentos, frutos da qualidade dos nossos produtos, que garantem inúmeros benefícios ao cliente, de um atendimento ágil e do forte relacionamento com os corretores parceiros de Rondônia e Acre, que se renova ano após ano”, comemora Marco Neves, diretor comercial de Minas Gerais e Centro-Oeste da SulAmérica.

O executivo também participou do painel “Tecnologia e Inovação”, promovido pelo fórum. “É sempre um prazer debater sobre tecnologia aplicada ao mercado de seguros, já que a companhia é pioneira em iniciativas diversas, como o reembolso digital via aplicativo, bots cognitivos atendendo nossos clientes desde 2017 e atendimento ao segurado pelo WhatsApp”, completa. Além de Neves e Silva, participou do evento Cristiane Rio, gestora de vendas da filial de Porto Velho — RO/AC.

Setor de seguros cresce dois dígitos pelo terceiro mês seguido 454

Marcio Coriolano é presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais (CNseg)

Seguros de pessoas e planos de previdência puxam crescimento no ano

No acumulado do ano até setembro, o setor segurador repetiu a alta de dois dígitos pelo terceiro mês consecutivo, atingindo desta vez a marca histórica de 12,3%, informa o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial da Conjuntura CNseg nº 13. No comparativo de setembro sobre o mês do ano passado, a evolução de prêmios foi ainda maior: 18,6%.  Em valores, os prêmios do setor alcançaram R$ 196,6 bilhões nos nove primeiros meses do ano (sem saúde e DPVAT). No resultado dos 12 meses encerrados em setembro, a expansão foi de 8,9%, bem perto da projeção otimista de crescimento elaborada pela CNseg.

Os planos de risco avançaram 15,6% (R$ 32,2 bi), ao passo que os planos de acumulação (VGBL e PGBL ) registraram alta de 16,9% (R$ 89,2 bi) e capitalização, 12,1% (R$  17,4 bilhões). A expansão do setor só não foi maior porque o segmento de danos e responsabilidades manteve uma taxa de crescimento mais reduzida. Nos nove primeiros meses, sua alta foi de 5,3%. Esse comportamento tem relação direta com o desempenho fraco das vendas do seguro de automóvel, a principal carteira do segmento de danos e responsabilidades.

“No caso dos planos de riscos, a expansão confirma a procura de proteção de vida, contra acidentes e doenças. No caso da previdência, já pode ser efeito da aprovação da reforma da previdência no Congresso e a percepção de que as pessoas terão de constituir fundos para a aposentadoria com recursos próprios, pensando na manutenção da qualidade de vida e padrão de renda na aposentadoria”, explicou o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Comércio ilegal de peças e segurança no trânsito são temas de seminário no RS 983

Comércio ilegal de peças e segurança no trânsito são temas de seminário no RS

Encontro foi promovido pela Fenacor, Sincor-RS e Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Na última terça-feira (12), o mercado gaúcho de seguros foi contemplado com um amplo debate sobre o comércio clandestino de autopeças, acidentologia e vitimização no trânsito. O encontro foi promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) e Escola de Negócios e Seguros (ENS) e foi realizado no Salão Nobre da Federasul, em Porto Alegre (RS).

Um dos pontos centrais do evento foi a discussão sobre a efetiva implementação da Lei Federal 12.977/2014 – que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores no Brasil. Segundo Carlos Alberto Valle, vice-presidente de Relações com o Mercado da Fenacor, o encontro foi importante para dimensionar as diversas questões relacionadas à segurança viária e de veículos automotores. “Sem o DPVAT, por exemplo, vamos precisar, cada vez mais, de laudos bem feitos. As pessoas precisarão ter muito mais responsabilidade, pois é preciso acordar que ninguém acionará um causador de acidente com o valor de R$ 13,500 – como previa o Seguro Obrigatório. A conta vai sair cara e só através de um seguro particular é que isso pode ser coberto”, explicou ao enfatizar que a introdução da Lei Seca foi de extrema importância para inibir uma série de delitos.

Segundo a Promotora de Justiça, Ana Cristina Petrucci, é muito importante incluir a sociedade na discussão deste tema. “Isso é necessário para que possamos melhorar esse panorama. As pessoas precisam voltar os olhos para a questão do trânsito e enxergar a relevância da segurança dele para cada um de nós”, enfatizou ao demonstrar que diariamente depara-se com a realidade dos acidentes de trânsito.

O combate ao comércio de peças irregulares é uma das prioridades do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), segundo a Diretora Institucional, Diza Gonzaga, isso também auxilia na redução do número de sinistros. “O Detran-RS tem feito uma força-tarefa para que possamos tirar do mercado os antigos ‘ferros-velhos’. A educação, no entanto, é o pilar mais importante – pois é o que garantirá que em um futuro próximo nós teremos números bem menores de vítimas do trânsito. Através da conscientização nós vamos garantir em médio e longo prazo que nosso País vai sair do ranking da morte”, comenta.

Outro painel abordou a Lei do Desmonte. Participaram representantes dos órgãos de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, do Comando do Policiamento Rodoviário da Brigada Militar, da Policia Rodoviária Federal, e outros.

Seminário sobre comércio ilegal de peças e segurança no trânsito no RS

Bradesco Seguros promove XIV Fórum da Longevidade 517

Bradesco Seguros promove XIV Fórum da Longevidade

Tema “Aprendizagem ao longo da vida” levanta questões importantes sobre as necessidades dos indivíduos para fazer frente ao aumento da expectativa e qualidade de vida

Durante o XIV Fórum da Longevidade, que aconteceu nesta terça-feira, em São Paulo, especialistas nacionais e internacionais no assunto discutem variados aspectos sobre esse tema tão importante para a economia e sociedade como um todo. O tema “Aprendizagem ao longo da vida” levanta questões importantes sobre as necessidades dos indivíduos para fazer frente ao aumento da expectativa e qualidade de vida na longevidade.

O primeiro painel, “Conhecimento”, discutiu a importância da aprendizagem permanente em todas as etapas da vida, com participação de Alessia Forti, economista da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que falou sobre as habilidades necessárias para atender às mudanças no mercado de trabalho e os desafios e oportunidades da atualização profissional de quem está envelhecendo. Christine O’Kelly, professora da Universidade de Dublin, Irlanda, propôs a discussão sobre as oportunidades de aprendizagem na maturidade e contou como abriu a AFU (Age Friendly University), voltada a alunos mais velhos, e como criou uma rede que reúne 58 instituições. Viviane Mosé, psicanalista e doutora em Filosofia, falou sobre a alegria de ser um eterno aprendiz.

O segundo painel, com o tema “Planejando a Longevidade”, contou com a participação Tim Driver, fundador da RetirementJobs.com, que reintroduziu mais de 200 mil profissionais maduros no mercado de trabalho norte-americano. Ele abordou os desafios e competências para os profissionais longevos, e falou sobre a importância do investimento na educação e atualização contínua dessas pessoas para que sejam inseridas ou reinseridas no mercado de trabalho. A médica geriatra Karla Giacomin, consultora da OMS (Organização Mundial da Saúde), fez refletir sobre como é possível melhorar o conhecimento de saúde, como comunicar de forma simples e acessível informações condizentes com a cultura e com a realidade de quem está vivendo, e ainda sobre a importância de melhorar a autonomia, a autoestima e o autocuidado dos longevos e de todos que ainda chegarão nessa fase da vida.

O painel contou também com a presença do economista e professor Marcos Silvestre, que falou sobre como aumentar a chance de ter prosperidade na longevidade. A resposta que ele apresentou para essa questão foi planejamento financeiro, criar uma reserva estratégica e estruturar um projeto de aposentadoria particular.

O médico Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil e consultor de longevidade do Grupo Bradesco Seguros mediou os debates e falou sobre o aprendizado ao longo da vida.