Mortes por acidentes de trânsito sofrem maior queda dos últimos anos no Rio Grande do Sul 378

Ildo Mário Szinvelski, diretor-geral do Detran/RS, participou de almoço das seguradoras

Mesmo com a calamidade nas contas públicas, os gaúchos ganham destaque no cenário nacional pelas ações preventivas e integradas para redução do número de fatalidades em acidentes de trânsito. As iniciativas visam cumprir as metas estabelecidas pela década de ação pela segurança no trânsito da Organização das Nações Unidas, a ONU. “Todos os países precisam reduzir em 50% as mortes no trânsito. Para isso, uma série de esforços foram desprendidos para melhorar a segurança e a mobilidade das pessoas”, disse Ildo Mário Szinvelski ao participar o almoço mensal organizado pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, o SindSeg-RS.

O encontro, realizado no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, contou com presença efetiva que quase uma centena de operadores do mercado segurador, bem como representantes de áreas correlacionadas ao seguro. “Nosso setor tem muita afinidade com o assunto trânsito e é perceptível todo o conhecimento e expertise do diretor-geral do Detran-RS. Sempre aprendemos muito durante os almoços”, conta Guacir de Lliano Bueno, presidente do SindSeg-RS.

A frota de veículos obteve expansão de 32% nos últimos cinco anos, isso representa 6,3 milhões de veículos apenas no Rio Grande do Sul. A média é de 56 veículos para cada 100 gaúchos. O número de condutores também cresceu, em 18%. Desde 2010, foram 750 mil novos condutores. “Os reflexos disso se dão nos acidentes de trânsito. Tratam-se de atos de irresponsabilidade e que poderiam ser evitados se fossem adotadas medidas prevencionistas”, disse ao apresentar os dados que apontam a redução da acidentalidade fatal.

Os números dão indícios de que as ações educativas e operações como Balada e Viagem Segura tenham efetivamente mudado a cultura dos motoristas gaúchos. “Temos feito mais com menos. Cursos presenciais com pedagogos, cursos à distância e ações educativas qualificadoras internas, bem como inserções de mídia”, disse Szinvelski ao enaltecer novidades na formação de novos motoristas, como os simuladores virtuais, por exemplo. “Todos os órgãos do governo estão reunidos mensalmente para discutir medidas prevencionistas”, completa o diretor-regional do Detran.

Aumentou em 57% o número de processos instaurados para suspensão e cassação de condutores entre 2014 e 2015. Mais de 600 mil autuações foram realizadas na Operação Viagem Segura, por exemplo. Mais de 80 mil motoristas foram abordados no ano passado pela Operação Balada Segura, que autuou 31.943 CNHs (Carteira Nacional de Habilitação). A fiscalização focará agora na redução do número de motoristas que utilizam drogas e pegam o volante com a utilização do drogômetro.

A destinação de peças e fiscalização intensa para barrar a atuação de desmanches ilegais também foi um dos destaques da apresentação de Ildo Mário. Ele ressalta que o projeto “Pátio Legal”, por exemplo, visa reduzir o índice de roubos e furtos de veículos. “Estamos trabalhando para nomear mais profissionais e técnicos para o Detran com o objetivo de fechar os 1.500 ferros-velhos em todo Rio Grande do Sul. Isso é quebrar a coluna vertebral do crime organizado”, conta ao lembrar da catalogação de peças e estabelecimentos devidamente legalizados neste site.

Confira todas as imagens do almoço mensal das seguradoras:

Mortes por acidentes de trânsito sofrem maior queda dos últimos anos no Rio Grande do Sul

Fator Seguradora comemora 10 anos de sucesso em noite especial 1000

Companhia é especialista em seguros diferenciados e demonstra otimismo para os próximos meses

A noite da última quinta-feira (08) foi especial para os Colaboradores e Parceiros de Negócios da Fator Seguradora. O Vila Bisutti, localizado na Vila Olímpia (SP), foi palco das comemorações dos 10 anos da companhia, especialista em seguros diferenciados.

Luís Eduardo Assis é presidente da Fator Seguradora
Luís Eduardo Assis é presidente da Fator Seguradora

“É uma grande satisfação receber nossos Clientes, nossos Corretores, os nossos Resseguradores, Assessorias e todos os que apoiaram a empresa durante esses 10 anos de uma história de sucesso que vai se reproduzir no futuro em relações ainda mais sólidas para os próximos anos”, estimou contou Luís Eduardo Assis, presidente da Fator Seguradora.

A expectativa da empresa é que os investimentos em infraestrutura sejam retomados no Brasil nos próximos meses. “Nós nos especializamos em casos complexos e procuramos soluções extremamente elaboradas. O clima é de bastante otimismo e vemos um cenário favorável à retomada desses investimentos. Estamos à disposição para estabelecer um relacionamento que seja lucrativo para o Corretor e para a Seguradora. Acredito que o sucesso só vem através da parceria”, completa Assis.

Luciana Natividade é Diretora Comercial da Fator Seguradora
Luciana Natividade é Diretora Comercial da Fator Seguradora

“Me sinto fazendo parte dessa história e além de tudo a equipe da Fator, junto aos nossos parceiros que acreditaram e confiaram, são os grandes responsáveis por essa trajetória de sucesso. Acreditamos que o Corretor hoje precisa de agilidade, dinamismo e decisão na ponta. Lançamos diversas soluções, como uma ferramenta de cotação e emissão de RC Profissional para mais de 30 profissões e planejamos expandir isso ainda mais no próximo ano”, revela Luciana Natividade, Diretora Comercial da Fator Seguradora.

João Lagranha é Gerente Comercial Regional da Fator Seguradora
João Lagranha é Gerente Comercial Regional da Fator Seguradora

O Corretor de Seguros é um dos pilares da Fator Seguradora. “Temos diversos produtos já em desenvolvimento e diversos já disponíveis ao mercado. Conheçam nossas soluções que são muito interessantes, ainda mais com as funcionalidades do nosso Portal do Corretor”, revela João Lagranha, Gerente Comercial Regional da Fator Seguradora.

10 anos da Fator Seguradora – Todas as imagens:

49 mil jovens foram vítimas de acidentes de trânsito nas capitais brasileiras nos últimos 2 anos 523

Trânsito

Média é de 67 acidentados por dia, na faixa etária entre 18 e 34 anos

Jovens representaram quase 50% das pessoas indenizadas por acidentes de trânsito, nas capitais brasileiras, nos anos de 2016 e 2017, com mais de 49 mil indenizações do Seguro DPVAT. Outro dado preocupante: entre os pagamentos para a faixa etária de 18 a 34 anos, mais de 37 mil (76%) foram por algum tipo de sequela permanente e outras 3,5 mil por morte. Neste período, a Seguradora Líder, responsável pela administração do Seguro DPVAT, pagou 100.210 indenizações para acidentes ocorridos nas capitais.

Dados divulgados pela Seguradora Líder chamam a atenção para a violência no trânsito brasileiro que atinge, principalmente, a faixa etária considerada economicamente ativa. As indenizações pagas nos últimos dois anos mostram que a maioria dos jovens conduzia o veículo no momento do acidente: 37.084 motoristas no total. Em seguida, aparecem os passageiros e pedestres, respectivamente, 6.479 e 5.484. A motocicleta foi o veículo responsável pela maior parte destes acidentes: mais de 41 mil indenizações pagas, ou seja, 84,6% dos casos.

Ainda de acordo com o levantamento, os jovens paulistas foram as maiores vítimas do trânsito, em 2016 e 2017, com quase 3 mil ocorrências registradas pela Líder. Logo em seguida, na mesma lista de capitais, aparecem Fortaleza (1.820), Goiânia (1.785), Teresina (1.269), Rio de Janeiro (1.233), Belo Horizonte (1.218), Manaus (1.099), Campo Grande (1.081), Curitiba (883) e Recife (854). Em todas predominam os casos de pessoas que ficaram inválidas.

As capitais que se destacam pelo menor número de acidentes são Vitória (144), em último lugar no ranking geral, Macapá (184), São Luís (208), Rio Branco (221) e Belém (249).

O DPVAT é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão brasileiro – motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro DPVAT oferece três perfis de coberturas: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700).

A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para um trânsito menos violento. A companhia tem o compromisso de auxiliar na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Para ler o Boletim Especial de Trânsito na íntegra, clique aqui.

Aconseg-RJ celebra 20 anos com seguradoras e entidades parceiras 231

Empresas afiliadas arrecadam R$ 1,5 bilhão em prêmios de seguro ao ano

Os 20 anos de fundação da Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Aconseg-RJ) serão comemorados este mês em grande estilo. A expectativa é que cerca de 200 convidados compareçam ao almoço de celebração na próxima quarta-feira (7), no Rio de Janeiro.

A entidade, criada em maio de 1998, surgiu praticamente junto com o modelo de assessorias de seguros, em um cenário de transformações no setor de seguros fluminense. “A reorganização do mercado impôs um enxugamento das estruturas das seguradoras, que foram redimensionadas para reduzir os custos de produção. As assessorias foram a solução”, conta o presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves.

Um dos fatores essenciais durante o desenvolvimento dessas empresas foi a parceria comercial firmada com as seguradoras. “Assim como eu, muitos dos executivos das assessorias filiadas faziam parte do quadro dessas companhias”, afirma. Participarão do evento, além das lideranças das seguradoras parceiras da Aconseg-RJ, representantes das Aconsegs de outros estados e diversas entidades do setor.

De acordo com Baeta, é muito gratificante ver que o que era uma tendência virou fato consumado: “o modelo das assessorias evoluiu, rompeu barreiras, superou desafios, ganhou protagonismo e credibilidade entre as seguradoras”, diz o presidente.

Hoje, só para se ter uma ideia, as empresas filiadas à Aconseg-RJ arrecadam R$ 1,5 bilhão em prêmios de seguro ao ano, reúnem mais de 3.500 corretores em todas as regiões do estado e detêm 60% da carteira de Auto da região.

Mercado de seguros propõe marco regulatório e ampliação de novos produtos 405

Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Confira os detalhes da mais recente Carta de Conjuntura do Sincor-SP

Em sua mais recente Carta de Conjuntura, que reúne números e projeções do mercado de seguros, o Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) apresenta uma série de propostas ao próximo presidente da República para a melhora das atividades do setor. As sugestões, formuladas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), visam promover a inclusão social, desenvolver novos produtos, promover o equilíbrio financeiro e o fortalecimento do modelo regulatório.

Segundo o documento do Sincor-SP, os seguros arrecadam anualmente R$ 460 bilhões e pagam aos consumidores aproximadamente R$ 280 bilhões em indenizações. O setor também dispõe de ativos para garantir os riscos assumidos, da ordem de R$ 1,2 trilhão – equivalentes a 25% da dívida pública brasileira –, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país. Com movimento de receitas que já representam 6,5% do PIB brasileiro, o setor tem potencial para crescer ainda mais, diz a Carta.

Entre as propostas, estão a criação de novos produtos nas áreas de saúde, de vida (Universal Life) e de previdência (Prevsaúde); iniciativas para blindagem das reservas técnicas, além de coibir o exercício irregular da atividade seguradora; promoção da Reforma da Previdência pública; novas formas de regulação, de remuneração e de reajuste na área de saúde; e um novo marco regulatório no mercado de capitalização e ampliação de novos produtos na área de seguro garantia.

Para o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, a expectativa de crescimento, com o surgimento de novos produtos, mostrará com mais força o papel da entidade em preparar os corretores para esses novos serviços. “Frente aos riscos que as obras de grande porte têm sofrido diante da crise político-econômica, o setor de seguros pode ser um agente para alavancar a infraestrutura no País, oferecendo mais proteção a essas obras. Seguros como os de Responsabilidade Civil, E&O (Error and Ommissions), D&O (Directors and Offices Liability Insurance) e Seguro Cyber Risks ganham força, e todo apoio governamental será fundamental para a nova fase”, exemplifica Ber.
Em outras frentes de propositura, o presidente da entidade também menciona a previsibilidade da mediação com passo inicial na resolução de conflitos envolvendo apólices de seguros. “Quando observamos um cenário onde o Tribunal de Justiça de São Paulo julgou cerca de 25 mil processos contra planos de saúde, nos primeiros nove meses de 2018, vemos a mediação como um caminho que pode minimizar esses pleitos na Justiça”, comenta Ber.

A publicação do Sincor-SP destaca que em 2015 e 2016 os números da economia do País foram ruins, mas que em 2017 e no início de 2018 alguns indicadores mostraram recuperação. A alta só não foi maior devido a fatores como a greve dos caminhoneiros, o desemprego e proximidade das eleições. A expectativa agora é que, definido o próximo presidente, as coisas se equilibrem e comecem a entrar em um ritmo de desenvolvimento.

A despeito da instabilidade econômica, os ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), sem considerar as operações de saúde suplementar, apresentam variação acumulada de mais 6% no faturamento até agosto na comparação com o mesmo período de 2017. O valor é influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT. Caso o ramo fosse excluído nos dois períodos citados, teríamos um valor maior, já que a variação acumulada passaria de 6% para 7%. Já nos produtos do tipo VGBL, um produto com características mais financeiras, de acumulação, houve queda em 2018, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Outros números positivos vêm da receita de resseguro local, com um faturamento de R$ 5 bilhões até julho – alta de 7% em relação ao ano passado – e da receita de capitalização, que registrou o mesmo faturamento e alta, mas até agosto. No total, as seguradoras faturaram até agosto R$ 12,7 bilhões, contra R$ 11,2 bilhões no mesmo período do ano passado, uma alta de 14%. O patrimônio líquido das companhias, no entanto recuaram 7%, passando de R$ 88 bilhões para R$ 82,2 bilhões.

Na Carta, ainda dedica espaço ao seguro de automóvel, o principal produto da maioria das corretoras. Segundo a entidade, os prêmios pagos no ramo chegam a R$ 38 bilhões ao ano. O mercado também é bem diversificado, 25 seguradoras têm um faturamento acima de 0,2% do total e as cinco primeiras faturam menos de 60% de tudo que é ganho pelo setor. O estudo conclui que o veículo continua sendo o grande sonho do brasileiro e a infraestrutura do País em transportes públicos é precária para que o consumo tenha uma desaceleração importante. Por outro lado, a entidade destaca que os aplicativos de motoristas vêm aumentando e que, a longo prazo, isso pode representar uma ameaça ao ramo.

Confira a Carta de Conjuntura.

Autoglass conquista Prêmio Época Reclame Aqui pela 3ª vez consecutiva 591

Prêmio Época Reclame Aqui

Empresa conquistou posição de destaque através do voto popular

A Autoglass recebeu pelo terceiro ano consecutivo o Prêmio Época Reclame Aqui como a melhor empresa para o consumidor. “É com muito orgulho e satisfação que anunciamos esse reconhecimento”, informou nota enviada à redação de JRS.

Prêmio Época Reclame Aqui
Divulgação

Em evento realizado no dia 29 de outubro, em São Paulo, a empresa conquistou o 1º lugar na categoria Peças e Acessórios Automotivos, através do voto popular.

O prêmio, considerado o Oscar do Atendimento, recebeu mais de 8 milhões de votos este ano. A Autoglass foi escolhida por mais de 18 mil votantes. Além da Autoglass, outras cinco empresas concorriam ao prêmio na categoria indicada, que recebeu aproximadamente 75 mil votos.

Autoglass no Prêmio Época Reclame Aqui
Autoglass no Prêmio Época Reclame Aqui

“Receber este prêmio pela terceira vez me deixa muito orgulhoso, pois demonstra o trabalho de toda uma empresa engajada em ser solução para os nossos clientes. O nosso esforço e dedicação com o cliente tem surtido efeito positivo, e isso reflete na conquista do Prêmio Época Reclame Aqui”, comenta Eduardo Borges, vice-presidente da Autoglass.