O fuzil, o atirador e o empreendedor de sucesso 425

Confira a coluna semanal do chairman do Grupo Life Brasil, corretor de seguros e empreendedor, Alberto Júnior

Esta metáfora poderá fazer de você um profissional ainda de maior sucesso, isto, pelo simples fato de que quando compreendemos tal situação as coisas começam a fazer mais sentido!

Gostaria de fazer a seguinte pergunta para você neste momento e quero que seja muito transparente na sua resposta ok? O que é mais importante, o fuzil de última geração ou o atirador que se preparou para usar aquela arma?

Se sua resposta foi o atirador, parabéns!

Pense então no que faz um Empreendedor de sucesso conquistar o que desejava.

Muitas das vezes o empreendedor não tem o melhor “fuzil” para começar na busca de seus sonhos e objetivos, mas tem a vontade, o estímulo e o que mais importa que seja o foco ao que se propôs.

O que mais importa não é você ter o melhor produto ou sérvio como se fosse um fuzil de última geração, pois se não souber o que fazer com ele nada adiantará e seu resultado será nada mais que mediano, ou como gosto de dizer ser mediano é sermos medíocres, pois não nascemos para ser medianos nascemos para sermos os melhores!

Quanto a pensar em seguir rumo a seus sonhos de empreendedor, não esqueça que é provável que não tenha o melhor “fuzil”, mas tenha a certeza que poderá se preparar para ter o sucesso antes mesmo de isto ocorrer e quando este estiver na sua mão, unirá experiência prática, foco, disciplina e estimulo suficiente para se tornar um atirador de elite ou mesmo um Empreendedor que onde coloca o “dedo” transforma-se em um Midas.

Nada é mais complexo que a simplicidade, e Empreender nada mais é do que fazer o que deve ser feito, seja com o melhor fuzil ou o mais básico de todos, mas acredite, eu também iniciei com apenas um “canivete” e aos poucos acabamos tendo novas oportunidades por nossos resultados e experiências!

Você pode mais, eu honro de verdade a sua história empreendedora!

Abraços e sucesso!

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço? 904

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço?

ComparaOnline explica: a seguradora precisa dar autorização prévia e cada caso será analisado individualmente

Apesar de ser obrigatório nas viagens para a Europa, o seguro viagem ainda é um serviço com informações pouco disseminadas e gera dúvidas para quem vai embarcar para outros locais. É comum os viajantes deixarem para contratá-lo na última hora e até mesmo após o embarque. Apesar de ser possível contratá-lo já em viagem, pode ser arriscado. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de seguros e produtos financeiros, reuniu informações importantes que você deve saber sobre a contratação do seguro viagem depois de embarcar.

“Se você já embarcou e precisa contratar serviço, será necessária uma autorização prévia da seguradora, que analisará caso a caso. Geralmente existem exigências como uma carta de próprio punho do passageiro solicitando permissão para compra e declarando bom estado de saúde, informações como nome, CPF, data de nascimento, datas de saída e de volta para o Brasil”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

O seguro pode sofrer alteração de valor devido a flutuação do dólar, mas não há cobrança de tarifa extra por não efetuar a contratação antes do embarque. Um ponto de atenção quando se faz a contratação já estando em viagem é que as seguradoras podem estipular um período de carência, durante o qual o segurado não poderá acionar o seguro e nem ser reembolsado por qualquer despesa. Essa carência varia de seguradora para seguradora e caso a caso, mas normalmente fica entre um a dez dias. Após esse período, o segurado poderá utilizar o seguro viagem normalmente.

Caso o viajante ainda esteja no período de carência e tenha alguma emergência, as opções seriam ir até um hospital particular e arcar com os custos, sem a possibilidade de reembolso, ou tentar atendimento público. Dependendo do país, estrangeiros precisam de autorização prévia para utilizar o serviço público de saúde gratuito ou com taxas baixas, no Canadá, por exemplo, turistas não podem ter acesso a gratuidade ou pagamento mais baixo do serviço. Em alguns casos, as seguradoras chegam a direcionar para o atendimento mais próximo pago ou público, contudo, não é um serviço obrigatório ou frequente.

“O ideal é que o serviço seja contratado antes do embarque, assim, o viajante pode escolher o seguro viagem com calma, analisando as coberturas e valores oferecidos por cada seguradora. Apesar de ser possível contratá-lo depois do embarque, nem todas as seguradoras aceitam e o viajante terá que optar pelas disponíveis naquele momento”, finaliza Marchetti.

Como se livrar da sombra da fraude financeira? 572

Como se livrar da sombra da fraude financeira?

Segundo a Serasa Experian uma tentativa de fraude acontece a cada 16 segundos no Brasil

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis / Divulgação
Eduardo Tardelli é CEO da upLexis / Divulgação

Dados da Serasa Experian apontam que o Brasil registrou 1,96 milhão de tentativas de fraude (ou uma a cada 16 segundos), em 2017. O aquecimento do mercado de crédito e a maior especialização dos fraudadores são os principais indicadores desse crescimento, segundo a instituição.

Seja em empresa ou pessoa física, o ato da fraude consiste em ação com objetivo de obter propriedades, dinheiro ou serviços de outrem de forma desonesta, prejudicando um dos lados. No Brasil, há milhares de exemplos públicos (política, mercado corporativo) e privados em que pessoas com má intensão aplicam golpes em outras, prejudicando empresas e, consequentemente, a imagem do país ante o mundo. Afinal, os principais impactos das fraudes são financeiros e a associação da empresa com tais práticas, que pode levar eventualmente a perder negócios.

Muitas vezes disponibilizamos nossos dados, seja na internet ou em lojas físicas, sem nos preocuparmos se sua proteção será realmente efetiva. Por isso, seja uma pessoa física ou pessoa jurídica, é necessário manter a cautela na hora de fornecer dados.

Não existe segredo para evitar a fraude financeira na empresa, mas boas práticas ajudam na prevenção e a mitigar esses possíveis prejuízos. No caso do mundo empresarial – principalmente em relação a micro e pequenas empresas, que estão mais suscetíveis a maiores danos – a primeira ação a se fazer é conhecer seu quadro de colaboradores e seus históricos passados, por meio do background check, por exemplo, para conhecer suas referências. Ferramentas e softwares podem ajudar nessa prevenção. O mesmo vale para fornecedores e parceiros, que devem ter seu registro, localização, reputação e outras características pertinentes investigadas antes de qualquer tomada de decisão.

Auditar possíveis áreas e pessoas que podem cometer essas fraudes é outro passo importante, realizada, constantemente, para a observação e análise de procedimentos, com a finalidade de propor algumas alterações na aplicação dos processos. Ressalto que, quando bem executada, a auditoria interna pode antever casos de riscos e alertar o tomador de decisão, para que, dessa forma, seja criado um plano de ação que previna o acontecimento da fraude.

No cenário atual, os profissionais de prevenção de riscos têm passado pela transformação digital da área, e ferramentas de automação de busca de informações são os principais diferenciais para melhorar os processos, coletando dados de diversas fontes de conhecimento e colocando-os em um só lugar, otimizando as buscas e economizando tempo dos times envolvidos. Portanto, vale usar a tecnologia a seu favor e se livrar de toda e qualquer incerteza que possa prejudicar sua empresa!

*Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento

A importância da comunicação assertiva para o público interno 328

A importância da comunicação assertiva para o público interno

Confira artigo de Gutemberg Leite, coautor do livro “Manual Completo de Empreendedorismo”

Gutemberg Leite, coautor do livro "Manual Completo de Empreendedorismo" / Divulgação
Gutemberg Leite, coautor do livro “Manual Completo de Empreendedorismo” / Divulgação

A primeira habilidade demonstrada desde o início da vida de uma empresa é a comunicação. E uma das principais habilidades que devem ser desenvolvidas em profissionais em qualquer idade, é a comunicação assertiva. Isso se deve porque na prática, os profissionais que almejam se destacar no mercado atual precisam saber transmitir informações com clareza, encorajar e manter bons relacionamentos interpessoais e executar suas funções com habilidade, eficiência e competência, a efetividade.

Em artigos anteriores, falei sobre a comunicação levando em consideração os seus diferentes aspectos. Agora, irei tratar a comunicação assertiva, enquanto arte que se direciona, flexiona e se expande internamente a empresa, sugerindo que você leve em consideração uma publicação recente feita pelo New York Times, que apontou o seguinte fato: 89% dos empregadores consideram a competência em comunicação um quesito fundamental para contratar e reter colaboradores em seus quadros funcionais.

A arte em questão pode ser comparada com um pitch. Você sabe o que é um pitch? É um termo americano muito utilizado por startups e em geral, direcionado a possíveis investidores, visando apresentar-lhes uma proposta de solução, um projeto ou mesmo, um problema que foi identificado, visando despertar-lhes a atenção em apenas um minuto.

Apesar de parecer o contrário, um minuto é tempo suficiente para que um profissional consiga ser relevante e impactante, ou em outras palavras, para que se comunique de maneira objetiva o suficiente, para que chegue onde deseja chegar, ou seja, acerte o alvo. Sendo assim, bastará a esse profissional manter, no transcorrer de todos os segundos de seus horários comerciais, uma comunicação clara, concisa e coerente com a sua própria postura, uma comunicação não verbal.

Isso não é o mesmo que dizer que ele deva ser um bom orador, todavia, terá que se empenhar para desenvolver em si e quem sabe, conseguir cultivar nos demais, premissas de: efetividade, falar o certo no momento certo e para a pessoa certa, responsabilidade, poder de persuasão e influência, ausência de julgamentosempatia e escuta ativa, atenção e respeito aos sentimentos e ideias alheias.

Segundo outra pesquisa, desta vez efetuada pelo Project Management Institute Brasil (PMI), há a informação de que 76% das 300 empresas entrevistadas, definem a má comunicação interna, o motivo principal do fracasso nas diferentes atividades propostas.

No meu entender, o que ocorre é que muitas delas ainda não realizaram, de fato, um processo de comunicação assertiva, o que acarreta em erros administrativos, por exemplo, excesso de informações; poucos estímulos para envolvimentos interpessoais, como trabalhos em equipe, e/ou estratégias viáveis e outra ideia é personalizar mensagens de acordo com os diferentes níveis de entendimento de seus colaboradores.

Empresas são feitas por pessoas que pensam e agem visando o interesse de outras pessoas. A consequência das falhas comunicativas acarreta conflitos que impactam o desempenho pessoal e a produtividade profissional, colocando a empresa em risco. Dessa forma, a importância da comunicação assertiva para o público interno, encontra-se justamente para impedir tais danos que, com ela, teriam grandes chances de serem evitados.

Gutemberg Leite – Mestre em Ciências da Comunicação e Gestor de RH

Mestre em Ciências da Comunicação, pós-graduado em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero e especialização em “Novas Tecnologias da Comunicação” pela Universidade da Flórida, Estados Unidos. Pós-graduado em Administração com ênfase em Recursos Humanos pela FECAP e em Direito Empresarial pela EPD–Escola Paulista de Direito. Administrador de Empresas e Jornalista. Certificado em Coaching pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching e em Mentoria Empresarial pela Valor Empresarial. Iniciou a carreira em Recursos Humanos em 1969, tendo atuado em empresas nacionais e multinacionais até 1982, em recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento organizacional. Em 1983, fundou o Grupo Meta RH, empresa especializada em serviços de recursos humanos. Coautor dos livros Ser+ inovador em RH, Gestão de pessoas e comunicação, da Editora Ser Mais e, com Fábio França, A comunicação como estratégia de Recursos Humanos, Editora Qualitymark, em sua segunda edição.

Manual completo de empreendedorismo

Coordenação editorial: Alexandre Sita e Elissandro Sabóia
Literare Books International – 1ª edição – 440 páginas – 2018 – R$ 69,80
Formato: 16x23cm
ISBN: 978-85-9455-058-3

A governança de um negócio digital 345

A governança de um negócio digital

Confira artigo de Filippo Di Cesare, CEO da Engineering

Filippo Di Cesare é CEO da Engineering / Divulgação
Filippo Di Cesare é CEO da Engineering / Divulgação

O tema Transformação Digital nas empresas se tornou uma agenda mandatória para os executivos nos últimos anos. Segundo dados da pesquisa global da consultoria Protiviti, intitulada “Perspectivas Executivas sobre os Maiores Riscos para 2019”, que traz as dez preocupações mais latentes de grandes grupos empresariais, o fator disrupção digital saltou da décima posição ocupada em 2018, para o primeiro lugar.

Este cenário mostra o quanto as empresas tradicionais estão temerosas com o avanço das organizações que nasceram digitalmente. Diante desta situação, a orientação é ajustar, de forma rápida, os modelos de negócios atuais, tornando os processos mais digitais, afinal de contas, empresas que não seguirem este caminho promovido pela Transformação Digital estarão fadadas à estagnação de seus negócios.

A digitalização da sociedade é a principal causa das mudanças profundas em relação à forma como conhecemos hoje as empresas. Isso quer dizer que todas as empresas devem se adaptar à nova cultura digital. E, se vamos estabelecer novos objetivos estratégicos, novas regras de negócios e utilizar novas tecnologia, tendo como fio condutor os dados, entramos no estágio sobre a discussão da governança da informação. Se são eles que vão maximizar o valor dos ativos da empresa, eles são, de fato, o ativo estratégico.

Quando integramos a área de Tecnologia da Informação aos departamentos jurídico e de compliance, podemos evitar que a falta de governança de dados cause impactos negativos às empresas, pois aqui o assunto se eleva para os riscos das informações. A exemplo dos dados advindos de sensores, quando aplicamos a disrupção em algum processo de negócio, por exemplo, estamos lidando com dados de usuários, dados de fabricantes ou mesmo informações dos equipamentos.

Uma empresa digital é uma empresa de dados. Por isso, eles se tornam soberanos e, tamanha a importância do seu protagonismo, fez surgir leis que os protegem. Novas mudanças regulatórias ampliaram seu controle legal, como a General Data Protection Regulation (GDPR), em países europeus, e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP) no Brasil, que entra em vigor em agosto de 2020.

Tão importante quanto gerar dados é cuidar deles. É preciso ter responsabilidade e, no final das contas, olhar para as consequências positivas do debate dessas novas normas. Se os dados viraram a essência das companhias, é fato que um ambiente mais seguro promove o aumento da eficiência da empresa, além de credibilidade – tanto de clientes e fornecedores, assim como aproxima os investidores, sem contar a possibilidade de redução de fraudes.

Sem dúvida, a governança de dados é essencial nesta nova era de empresas digitais. Isso significa que a área de Segurança da Informação ganhou uma importância ainda mais notória nas organizações e cabe às empresas definirem, com responsabilidade, a competência de quem irá desenhar a sua jornada digital desde o primeiro estágio, que é a análise da influência digital no negócio, até a implementação das alterações propostas. Este será, de fato, o caminho que definirá a ascensão das empresas neste novo universo dos negócios digitais. E você, o que está fazendo para melhorar o uso dos seus dados a caminho da Transformação Digital?

*Filippo Di Cesare é CEO da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital.

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer? 320

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer?

Confira artigo de Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing da Bradesco Seguros

A vida é uma jornada com várias fases que se apresentam com necessidades bem distintas entre si, mas que são convergentes quando falamos sobre “proteção”.

Todos nós já fomos ou conhecemos alguém que se tornou um personagem principal de uma história na qual o carro quebrou, o dente doeu, o encanamento entupiu ou que precisou fazer um exame ou procedimento de emergência. Esses “previstos” fazem parte do dia a dia das famílias. Nós não estamos no controle de todas as variáveis e isso não é uma novidade.

Você sabe o que isso quer dizer? Que é fundamental nos prepararmos para enfrentarmos esses e tantos outros momentos desafiadores que ocorrem em nossas vidas. E quem se planeja protege “o dia seguinte” de tudo que realmente é importante.

Fazer um seguro é essencialmente se planejar. O seguro permite que as pessoas e as empresas possam fazer planos, constituir famílias, adquirir bens e desenvolver negócios com mais confiança. Com a certeza de que estarão sempre amparados para prosseguir com o seu dia a dia, seus sonhos e seus projetos.

Alexandre Nogueira é Diretor de Marketing da Bradesco Seguros / Reprodução
Alexandre Nogueira é Diretor de Marketing da Bradesco Seguros / Reprodução

Neste mês de maio comemoramos uma data que já se tornou um marco para o segmento de seguros: 14 de maio, o Dia do Seguro. A Bradesco Seguros, pelo segundo ano consecutivo, busca estimular o setor e celebra a data, como uma oportunidade de popularização e estímulo ao desenvolvimento da cultura do Seguro no Brasil por meio da campanha “Quinzena do Seguro”.

O Setor ainda possui um significativo potencial de crescimento, principalmente considerando o aumento na expectativa de vida dos brasileiros, que demandarão ainda mais os produtos e serviços das Seguradoras. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente já está acima dos 76 anos e deve superar os 81 anos em 2050, considerando que o Brasil é um dos países que envelhece com maior rapidez dentre as principais nações mundiais.

Mesmo com expectativas tão favoráveis, a conjuntura do setor é extremamente desafiadora. Isso porque, embora o mercado no Brasil ainda tenha um grande potencial de expansão, por ser um produto de fácil aquisição e de bom custo-benefício, ainda há uma questão cultural que instiga o setor a atingir mais pessoas: pouco se fala em prevenção. Nesse contexto, temos diante de nós a chance de não só atrair a atenção de futuros consumidores, como também despertar o interesse desse público que “precisa ou vai precisar” de proteção.

Vivendo diariamente esse desafio, estou certo de que os profissionais de marketing são vetores fundamentais para que o mercado de seguros adquira cada vez mais relevância na vida da população brasileira e contribua para a educação financeira no Brasil. Acreditamos que o seguro precisa estar inserido naturalmente no orçamento das famílias brasileiras por ser um item de primordial importância que garante tranquilidade no presente e para o futuro de todas as pessoas. Nós, profissionais de comunicação, temos a oportunidade e a responsabilidade de intensificarmos esse movimento por proteção.

E você, já está protegido?