Escola Nacional de Seguros terá curso superior de tecnologia 583

Arquivo JRS

Confira entrevista que o presidente da entidade, Robert Bittar, concedeu ao Portal Folha Dirigida

No evento que marcou o início das comemorações dos 45 anos da Escola Nacional de Seguros, o presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, anunciou uma das principais novidades em pauta: a criação de um curso Superior de Tecnologia na área de Seguros. Com o novo curso, a instituição amplia ainda mais seu papel como formadora de profissionais, que atualmente engloba qualificação técnica, graduação e pós-graduação.

“E o interessante é que, como o curso superior de tecnologia também é considerado uma graduação, o formando ganha, inclusive, direito de acesso a registro no Conselho Federal de Administração (CFA)”, destacou Robert Bittar. Segundo ele, apesar da crise pela qual passa o país, a área de Seguros traz boas perspectivas de inserção profissional. “Nesse momento, em que temos uma expectativa de PIB ainda negativo, de crescimento econômico zero, o mercado de seguros continua se expandindo”, destaca o presidente da Escola Nacional de Seguros.

Folha Dirigida – Em 2016, a Escola Nacional de Seguros completa 45 anos. O que está sendo planejado para este ano?

Robert Bittar — É uma data comemorativa e muito importante quando associamos a história da Escola Nacional de Seguros com a história do próprio setor. Em 1971, ela nasceu como uma instituição dedicada à formação de corretores de seguros, mas expandiu seus horizontes. Há alguns anos, a Escola Nacional de Seguros assumiu a função de formar e qualificar toda a mão de obra do setor de seguros. Hoje, temos uma diversidade de ações complementares que são muito importantes para o setor, no sentido da sua formação e qualificação técnica e de gerar conhecimentos através das estudos que a Escola realiza por meio de seu centro de pesquisa. Temos investido também em processos de aproximação com a sociedade consumidora.

De que forma?
Nessa linha, temos, por exemplo, um programa de palestras que dão apoio às necessidades de divulgação institucional do setor. Temos também um portal dedicado ao esclarecimento em relação a todas as questões relacionadas a seguros, que é voltado ao público consumidor. No campo educacional, um marco importante ocorreu em 2005, quando tivemos a portaria ministerial elevando a Escola Nacional de Seguros à categoria de instituição de ensino superior. Com isso, passamos a ofertar cursos de bacharelado em Administração, com Ênfase em Seguros e Previdência, tanto no Rio de Janeiro como em São Paulo. A partir daí, também implantamos cursos de extensão e de pós-graduação com bandeira própria, hoje muito dedicados a seguros, resseguros, gestão de riscos e Direito do Seguro. Também mantemos diversos convênios com instituições internacionais de ensino voltadas ao setor de Seguros. Ou seja, procuramos, ao longo desses anos, e tivemos êxito nisto, tornar a Escola Nacional de Seguros uma instituição de ensino muito mais ampla, com uma diversidade de ações que realmente atenda todos os anseios do setor de seguros e da sociedade brasileira. Buscamos também inserir a instituição em alguns programas de Responsabilidade Social.

Como isto foi feito?
Procuramos atuar nessa diretriz a partir de motes de responsabilidade social interligados com os interesses do setor de Seguros. Um exemplo é a formação do quadro do Amigo do Seguro, constituído de adolescentes, oriundos da rede pública de ensino, via de regra de comunidades carentes, que são qualificados e inseridos no mercado de trabalho por meio dos convênios que temos com o CIEE e com empresas do setor de Seguros. Temos também o Programa de Educação no Trânsito, pelo qual realizamos um projeto chamado “Se Essa Rua Fosse Minha”, que é uma distribuição de ensinamentos sobre disciplinas no trânsito, diluídos ao longo de todo o ano letivo. Enfim, há vários programas nessa linha, que entendemos serem complementares ao próprio conceito de Seguro que é, na essência, um produto de responsabilidade social.

Há projetos novos em pauta?
Obtivemos, recentemente, autorização do Ministério da Educação para um curso superior de tecnologia, que pretendemos iniciar no primeiro semestre de 2017. Estamos também em processo de aprovação da ampliação da oferta de ensino a distância, assim como estamos buscando autorização para cursos complementares de pós-graduação e extensão, também a distância. Existe uma capilaridade do mercado, atuante em todos os grandes centros brasileiros, e o ensino precisa chegar até esses profissionais de uma forma mais facilitada. E o ensino a distância é uma grande ferramenta de divulgação, pela qual buscamos para alcançar essa capilaridade.

Qual será o perfil desse curso superior de tecnologia?
O curso superior de tecnologia terá conteúdo todo direcionado para a área de Seguros. É bem mais focado, em comparação com nosso bacharelado em Administração, com Ênfase em Seguros e Previdência. E o interessante é que, como o curso superior de tecnologia também é considerado uma graduação, o formando ganha, inclusive, direito de acesso a registro no Conselho Federal de Administração (CFA). Ele apenas tem um conteúdo programático mais conciso e um período de duração menor.

Gostaria que nos falasse sobre o mercado de seguros no Brasil. Ele continua em alta?
O mercado de seguros no Brasil tem um viés de crescimento muito expressivo já há muitos anos. Se observarmos o cenário de 12 ou 13 anos, o mercado de seguros cresceu em média três ou quatro vezes o crescimento do próprio Produto Interno Bruto (PIB). Em alguns períodos, até mais do que isso. Nesse momento, em que temos uma expectativa de PIB ainda negativo, de crescimento econômico zero, o mercado de seguros continua se expandindo. Ainda que consideremos que o crescimento esperado nesse período seja menor do que a inflação, temos que levar em conta que é muito maior que a expansão de outros setores da área de Serviços e da Indústria. Isso é altamente positivo. Porque há esse ambiente de crescimento, mesmo em um quadro de recessão econômica? A área de Seguros, no Brasil, ainda tem muito espaço de penetração. A população brasileira é gigantesca e obviamente há uma diversidade de produtos securitários que sempre vai contemplar a necessidade e o interesse das famílias. Por isso, ainda há espaço a ser ocupado. E é isso que mantém o índice de crescimento, independente do quadro econômico.

A tendência, então, é que essa área continue muito promissora para quem quiser direcionar sua carreira para ela…
Eu considero que o setor de seguros, assim como o de Informática, tende a crescer e abrir espaços de empregabilidade e desenvolvimento profissional, independentemente dos quadros econômicos. Naturalmente, haverá períodos com crescimento mais ou menos acentuado de expansão, mas tendência é de crescimento constante. Isso beneficia a empregabilidade, a elevação do nível de renda, na medida em que houver a qualificação dos profissionais que se dispõem a desenvolver carreira nesse sentido.

*Informações de Folha Dirigida.

HDI Seguros apoia a 4ª etapa da Hyundai Copa HB20 772

Rubens Oliboni é Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul / Divulgação

Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, vai sediar as provas da competição

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, estará na pista do Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, no próximo final de semana, dias 17 e 18 de agosto. A seguradora é patrocinadora da Hyundai Copa HB20 e endossa o seu apoio à nova categoria do automobilismo brasileiro.

“Temos muito orgulho de receber a competição em nosso estado, especialmente pelo perfil dela, que dá igualdade de condições a todos os competidores”, destaca Rubens Oliboni, Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul. “Os pilotos têm a mesma possibilidade de vencer e o conceito por trás disso, que é a prevalência do lado humano sobre a máquina, é algo em que acreditamos”, reforça o executivo.

A primeira prova das categorias HB20 Pro e HB20 Super, que compõem a competição, será realizada no sábado (17), enquanto a segunda, ocorre no dia seguinte. Depois de ter 100% de aproveitamento na última etapa e vencer as duas corridas do final de semana, o piloto Raphael Abbate é o líder da HB20 Pro, com 87 pontos. Na HB20 Super, a primeira posição está com Luciano Viscardi, que acumula 93 pontos.

A competição será transmitida ao vivo pelo canal Band Sports e também pelas redes sociais. O calendário de provas deve acompanhar o da Copa Truck. Confira:

  • 4ª etapa – Santa Cruz do Sul/RS – dia 17 e 18 de agosto
  • 5ª etapa – Cascavel/PR – dia 5 e 6 de outubro
  • 6ª etapa – Velopark/RS – dia 26 e 27 de outubro
  • 7ª etapa – Goiânia/GO – 23 e 24 de novembro
  • 8ª etapa – São Paulo/SP – dia 7 e 8 de dezembro

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes 572

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes

Acordo conta com 97 países signatários

O PDL 98/2019 formaliza a adesão do Brasil ao Protocolo de Madrid, que busca desburocratizar o registro internacional de marcas. O acordo já conta com 97 países signatários, responsáveis por mais de 80% do comércio mundial. O Protocolo tende a ter impacto econômico considerável, com maior atratividade para investimentos no Brasil e abertura de novos negócios. A previsão de início do protocolo no Brasil é em outubro de 2019 e há a expectativa de que a medida facilitará o depósito de marcas internacionais no País e de marcas brasileiras no exterior.

Já o Plano de Combate ao Backlog de Patentes prevê solucionar a fila de exame de patentes em dois anos. É baseado em mudanças de procedimentos do INPI e tende a ter impacto no desenvolvimento de tecnologias nacionais e também no investimento de empresas estrangeiras, que costumam enxergar o atraso na análise das patentes como um obstáculo ao lançamento de produtos no Brasil

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019 388

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019

Área obteve um desempenho médio acima do mercado, que teve aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas

No primeiro semestre de 2019, a MAPFRE Consórcios, empresa associada à BR Consórcios, mais que dobrou a venda de cartas de crédito para o segmento de serviços. Na comparação com o mesmo período no ano passado, os negócios da companhia apresentaram um crescimento de 23% na venda de consórcios nos segmentos de automóveis, imóveis, motocicleta, maquinários e outros serviços como viagens, casamento, entre outros.

Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o setor encerrou o primeiro semestre do ano com aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas, alcançando 1,40 milhão em comparação ao mesmo período de 2018, quando totalizou 1,22 milhão.

Divulgação
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Durante os seis primeiros meses do ano, a companhia teve um crescimento nas cotas de crédito comercializadas, sendo de 39% para automóveis, 6% em imóveis e 156% para serviços. “O consórcio é uma modalidade de crédito bem abrangente e com valores acessíveis para qualquer faixa salarial”, comenta Patricia Siequeroli, diretora da MAPFRE Consórcios.

A MAPFRE Consórcios atribui o bom desempenho a seu portfólio diversificado, otimização no trabalho de apoio e suporte, e foco aos clientes, especialmente, por meio da inclusão de novos produtos no portfólio da companhia. “Em maio, começamos a comercializar consórcios para aquisição de imóveis no exterior. Com isso, ampliamos nossa expectativa de gerar ainda mais negócios ao longo do ano”, afirma Patricia.

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário 508

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário

Encontro acontece no dia 22 de agosto com duas temáticas

Divulgação
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O próximo workshop do Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) será realizado no dia 22 de agosto e terá dois temas bem diferentes: “Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário”. O evento – que conta com apoio da Buonny, Guep, Grupo Fox, Grupo Golden Sat e Munich Re – tem como objetivo promover o desenvolvimento da cultura de gestão de riscos e seguros no Brasil, e capacitar trabalhadores desses segmentos.

A primeira palestra será sobre “Lei Geral de Proteção de Dados, os Impactos no Mercado de Seguro e Transporte de Carga”. Quem apresentará esse painel será Márcia Cicarelli, sócia da área de Seguros e Resseguros do Demarest. Mestre em Direito Civil pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Seguros e Resseguros (FGV), com experiencia em todos os ramos do segmento de seguros, além de atuação docente em Direito Civil, PUC-SP, professora convidada da USP e Direito Securitário Funenseg para seguros e resseguros.

O segundo painel abordará “Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário – Riscos Intrínsecos da Operação e Desafios do Setor”. O palestrante será Christian Smera, sócio administrador da Smera-BSI Claims Group, advogado e regulador militante no segmento de avarias marítimas. Ele também é membro correspondente da Associação Mundial dos Reguladores de Avarias Marítimas e parceiros institucionais do escritório jurídico MCLG.

Serviço:

Data: 22 de agosto de 2019
Horário: 08h30 às 12h30
Local: São Paulo Center
Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1088/1100 – Cidade Jardim
Investimento: R$ 80 para sócios / R$ 100 para não sócios
Mais informações: neste endereço.

SulAmérica integra o índice FTSE4Good da bolsa de valores de Londres pelo terceiro ano consecutivo 508

Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica / Divulgação

Seguradora apresentou desempenho acima da média no setor

A SulAmérica foi confirmada novamente no FTSE4Good, reconhecido como um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade e que tem como base dados domínio público, tais como relatórios financeiros e de sustentabilidade, atendendo aos rígidos critérios de seleção que analisam cerca de 300 indicadores diversos.

O FTSE4Good é aferido pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. Ele é composto por empresas com fortes práticas ASG (ambiental, social e de governança) e norteia uma ampla variedade de participantes do mercado para criar e avaliar fundos de investimento responsáveis e outros produtos.

Com base na pontuação obtida, a companhia apresentou desempenho acima da média comparado ao setor de seguros e do país.

“Nosso desempenho, traduzido em um índice extremamente importante, demonstra que nossas políticas e processos, pautados nos critérios ASG, conduz a SulAmérica para uma solidificação da marca cada vez maior, sendo reconhecida tanto pela sustentabilidade nos negócios quanto no impacto positivo que causa na sociedade”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da seguradora, Tomás Carmona.

Tomás, que também é membro do conselho do PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros) – programa das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo servir como um framework para analisar riscos e oportunidades ambientais, sociais e de governança corporativa para a indústria de seguros global -, acredita que a integração no índice é um atrativo para investidores.