O garçom que usava calculadora financeira 733

Confira a coluna semanal do chairman do Grupo Life Brasil, corretor de seguros e empreendedor, Alberto Júnior

Quando achei que tinha visto tudo, me deparei com um garçom que usava uma calculadora financeira! Não poderia deixar de perguntar o motivo, já que era uma calculadora que custa caro para um garçom usar, pois a empresa fornecia aos mesmos uma mais simples.

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(Foto: Alberto Júnior)

Sabe que neste momento recebi uma aula de vantagem competitiva e de valor agregado além, claro, de economia. Ele me disse que estava há mais de 1 ano naquele restaurante e que já havia perdido 3 calculadoras, pois os colegas usavam e não devolviam. E como não se poderia colocar os nomes somente com etiquetas, era claro que bastava trocar a etiqueta e trocar de dono. Mesmo assim eu continuava sem entender, mas então nesse momento eu escutei algo espetacular!

A resposta foi sensacional e vou resumir pra você: Alberto, todos sabem usar uma calculadora comum e pelo que conheço dos garçons, nunca havia visto ninguém usar uma HP. Foi quando pensei que assim não haveria ninguém para me pedir emprestado e não me devolver, até mesmo por não saber como usar. Assim não teria que comprar outra para a empresa quando a minha era “desapropriada” pelos colegas.

A lição que tirei disto tudo é que ele gerou um valor agregado perante os clientes que, pelo menos, eu nunca havia visto em toda minha vida. Também gerou economia, pois não teria que comprar de tempos em tempos uma nova para a empresa, e ainda passou a ser diferenciado pois eu não era o primeiro a falar sobre a HP. Aliás, ele disse que ganhava mais gorjeta que outros colegas.

Será que você está sendo visto pelas pessoas como um profissional diferenciado e será lembrado por algum fato que seja rentável? Se o garçom foi capaz de fazer de forma simples, tenha sua criatividade e sua percepção para mudar e ser lembrado para certamente poder colher com seu valor agregado e diferenciado mais e mais conquistas! Pense nisto, perante a atitude todos nós somos donos de nosso próprio destino!

Suce$$o é o que desejo a você!

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O que você sabe sobre seguro viagem? 190

O que você sabe sobre seguro viagem?

ComparaOnline lista as principais dúvidas do segurado na hora de contratar ou utilizar o serviço

O seguro viagem é um item essencial da mala de quem vai viajar para curtas ou longas distâncias, porém, é comum que o viajante tenha algumas dúvidas sobre o serviço e como utilizá-lo. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de seguros e produtos financeiros, listou as principais questões dos segurados.

Qual é a diferença entre seguro viagem, assistência viagem e seguro saúde?

Assistência viagem e seguro viagem passaram a ser a mesma coisa após regulamentação em 2014, oferecem assistência médica 24 horas, proteção em caso de extravio de bagagem, reembolso para cancelamento e atraso, cobertura para perda de documentos e outras coisas. Já o seguro saúde, mais conhecido como plano de saúde, não costuma ter assistência para viagens internacionais e não oferece outras coberturas.

Preciso contratar o seguro viagem com antecedência ou posso adquirí-lo depois de embarcar?

O seguro pode ser contratado a qualquer momento, a recomendação é de apenas comprá-lo depois de ter as datas da viagem definidas ou até mesmo junto com a passagem aérea para não correr o risco de se esquecer. Nem todas as seguradoras permitem a contratação depois do embarque, outras pedem um período de três a 10 dias de “carência” para que comece a valer, assim evitam fraudes. O indicado é conversar com a seguradora antes da contratação. Será preciso assinar uma Declaração Pessoal de Saúde – DPS.

Posso estender a apólice durante a viagem?

Sim, também é indicado entrar em contato com a seguradora antes e poderá ser solicitada a DPS. É importante solicitar até 48 horas antes do vencimento da apólice atual, porém, a seguradora fará uma análise de risco e existe a possibilidade de a solicitação não ser aceita.

Como faço para cancelar o seguro viagem?

O cancelamento poderá ser feito até sete dias depois da compra, desde que seja solicitado 24 horas antes do início da viagem, basta entrar em contato com a seguradora ou empresa que vendeu o produto.

Como faço para utilizar a assistência durante a viagem?

Caso tenha emergência durante a viagem, o ideal, antes de qualquer coisa, é entrar em contato com a central de atendimento 24h da seguradora. O atendimento é feito em português, facilita a triagem e reduz as possibilidades de gastos, já que podem indicar estabelecimentos da rede credenciada. Em alguns casos, poderão até solicitar um médico para ir ao hotel.

Tive uma emergência, posso pagar e pedir reembolso?

Se não for possível entrar em contato com a central antes de ir para o hospital, o segurado poderá pagar pelo atendimento e ser reembolsado depois. Lembre-se de guardar os recibos, comprovantes, laudos e documentos exigidos no contrato para a solicitação de reembolso.

Como entro em contato com minha seguradora?

É legal anotar o contato em algum lugar de fácil acesso, os números sempre estarão escritos na apólice do seguro. Também é possível ligar a cobrar para a seguradora de qualquer lugar do mundo.

“É preciso ter em mente que o seguro viagem vem para facilitar a vida de quem vai colocar o pé na estrada. Apesar de ser obrigatório apenas para a entrada em países da Europa, o produto pode salvar o bolso de quem pretende viajar, já que os serviços de saúde para viajantes costumam ser precários ou muito caros e os planos de saúde podem não oferecer cobertura em determinados locais. Além disso, o seguro viagem também oferece facilidades para cancelamento ou atrasos de voos e extravio de bagagem”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

Antes de contratar o seguro viagem é importante comparar os valores, serviços e coberturas oferecidas para não passar perrengue na hora de viajar. Mais informações sobre dúvidas frequentes e opções de seguradoras estão neste endereço.

D’Or Consultoria conquista destaque em reconhecimento 282

Premiação avaliou os melhores desempenhos das seguradoras, previdência privada, capitalização e resseguradoras locais

Equipe D’Or Consultoria no Prêmio Segurador Brasil 2019. Da esquerda para a direita: Alexandre Buika, Superintendente de Marketing e Comunicação; Umberto Raponi, Gerente Comercial SP; Bruno Neves, Gerente Comercial RJ; Paulo Dart, Superintendente Comercial; Bruno Iannuzzi, Diretor Comercial e de Marketing e Comunicação; Cida Macedo, Superintendente Executiva; e Ana Claudia Moreira, Superintendente de Projetos / Divulgação
Equipe D’Or Consultoria no Prêmio Segurador Brasil 2019. Da esquerda para a direita: Alexandre Buika, Superintendente de Marketing e Comunicação; Umberto Raponi, Gerente Comercial SP; Bruno Neves, Gerente Comercial RJ; Paulo Dart, Superintendente Comercial; Bruno Iannuzzi, Diretor Comercial e de Marketing e Comunicação; Cida Macedo, Superintendente Executiva; e Ana Claudia Moreira, Superintendente de Projetos / Divulgação

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz, conquistou um importante reconhecimento do setor de seguros, na categoria “Mérito na Prestação de Serviços de Seguros e Benefícios”. A cerimônia de entrega foi realizada na quinta-feira, 28 de março, em São Paulo (SP), e contou com a participação das grandes lideranças do mercado de seguros.

Na ocasião, quem recebeu o troféu foi o Diretor Comercial e de Marketing, Bruno Iannuzzi. “Um dos pontos altos da D’Or Consultoria, que leva os clientes a nos escolherem e, consequentemente, nos diferencia dos demais players de mercado, é a integração de sistemas e fluxos. Temos expertise em detectar a melhor solução às empresas”, endossou o executivo.

O prêmio avaliou o desempenho global de seguradoras e corretoras de seguros com base em cada ramo de atuação. A análise é feita pela equipe de economistas da Silcon, responsável pela prestação de serviços na área de estudos e planejamento econômico-financeiro, estratégico e tático-operacional de empresas de diversos setores.

Dentre as premiações conquistadas recentemente, a D’Or Consultoria também levou para casa o Oscar do Seguro, do CVG-RJ, como Corretora de Saúde de 2018.

O futuro da mobilidade depende da bateria 384

O futuro da mobilidade depende da bateria

Frota contará também com substituição gradativa dos motores

A indústria automotiva vivencia grandes transformações, com ênfase em tecnologias de conectividade no Brasil, afinal cada vez mais os veículos interagem com o usuário e o ambiente. Muitas funções que eram realizadas pelo motorista agora já podem ser feitas pelo veículo, como frear, estacionar ou acionar sistema de socorro em caso de acidentes.

Com a entrada dos veículos elétricos, a frota também contará com a substituição gradativa dos motores a combustão pelos elétricos. Esse movimento inclui também o veículo híbrido, que deve representar um passo relevante no País para alcance de volume de produção, com diversas possibilidades de tecnologias.

Diante deste cenário, marcado pela crescente entrada de componentes eletroeletrônicos nos veículos, sejam de hardware ou software, para a realização de funções inteligentes, as baterias precisam ser cada vez mais confiáveis porque o funcionamento dos sistemas dependerá integralmente da saúde do sistema de alimentação elétrica.

É fato que o futuro do setor automotivo depende do aprimoramento constante em diversos setores da tecnologia, mas em particular a bateria é, sem dúvida, um dos setores que mais tem se desenvolvido e, provavelmente, o que mais se desenvolverá nos próximos anos.

Hoje os veículos elétricos já apresentam desempenho e autonomia em níveis quase comparados aos veículos com motores a combustão. Alguns desafios ainda precisam ser atingidos, como a redução no tempo de abastecimento dos veículos elétricos. Talvez a melhoria de eficiência em carregamento seja o maior dos desafios a serem conquistados.

Com o foco de acompanhar tendências e dar suporte à indústria no desenvolvimento, o IQA começa a oferecer serviços de ensaios químicos para baterias, de acordo com a resolução Conama nº 401, que determina os limites de chumbo, cádmio e mercúrio nos produtos, uma iniciativa que também contribui para a proteção ao meio ambiente.

Esse novo passo do IQA representa uma abertura para o caminho que será trilhado no futuro com a expansão dos veículos elétricos, cujo ponto-chave é a bateria. Quando a questão da bateria estiver solucionada, o desafio da mobilidade elétrica também estará sendo superado.

Esses e outros temas serão abordados no 7º Fórum IQA da Qualidade Automotiva, que receberá lideranças de diferentes segmentos da indústria – como montadoras, autopeças, concessionárias, distribuidores, oficinas, entidades setoriais, consultorias e governo – dia 16 de setembro, no Centro de Convenções Milenium, em São Paulo. Participe!

*Artigo de Sérgio Kina, gerente técnico do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA).

Proteção veicular: não ficará só nela, será preciso aprender a coexistir?! 752

Artigo é de autoria do acadêmico da ANSP, Carlos Josias Menna de Oliveira

Em recente artigo publicado, o acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Carlos Josias Menna de Oliveira, reflete sobre um tema que tem sido pauta entre os executivos e corretores de seguros: o mercado de proteção veicular. Confira na íntegra, abaixo, o texto do advogado e professor diplomado, originalmente publicado pela ANSP.

“Há mais ou menos 20 anos, que o setor de seguros passou a enfrentar uma concorrência que já recebeu várias denominações tais como: ilegal, desleal, e a mais tipicamente pejorativa: “seguro pirata”. Com isso, veio acontecer muita mobilização de seguradores e corretores, individualmente ou através de seus sindicatos, para com Associações e Cooperativas que comercializavam o produto, tido como o próprio contrato de seguro, fossem proibidas de exercerem tal atividade face a sustentada exclusividade dos tradicionais meios securitários.

Foram movimentados departamentos jurídicos em todos os estados, denúncias foram levadas a SUSEP e de imediato a questão acabou caindo no colo do Judiciário.

As primeiras investidas foram exitosas, ao menos parcialmente, a SUSEP passou a responder positivamente e o Judiciário, vacilante, como sempre ocorre em novidades do tipo, teve recepção em alguns casos, rejeição em outros. Houve decisões interessantes e outras estapafúrdias, como também é comum acontecer em situações polêmicas e inusitadas que são depositadas em litígios judiciais. E o inicio desta discussão começou a encaminhar entendimento.

De tantos recursos o caso parou no STJ que, para surpresa de muitos, se postou favoravelmente às pretensões das Associações e da denominada PROTEÇÃO VEICULAR.

E agora José?

Mas tem mais, numa rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol, o Vasco da Gama, um dos grandes clubes do país, entrou em campo com publicidade em sua camisa. Porém , o Atlético Mineiro assinou contrato publicitário também.

Indo adiante, há protocolo na SUSEP para que haja regulamentação no setor – a propósito é melhor regulamentar do que deixar como está, ao menos se estabelece semelhança de tratamento do sistema legal e jurídico.

Interessante que a regulamentação não interessa as Associações – há lobby no legislativo – com o que reforça sua necessidade. Mas é certo que não ficará só no ramo VEICULAR, já há esboço para comercialização do PATRIMONIAL.

Não tenho prudência para evitar dizer que não muito longe do que vivemos hoje este comércio vai avançar sobre o ramo PESSOAS. Porém, sinto que o RCTRC, que tem sido maltratado, não se pode negar, possa vir a ser alvo.

É preciso se debruçar sobre o tema. Urgem alternativas no mercado, no setor. Imperioso que se recrie e se reinvente os produtos e os mecanismos existentes. Estas entidades buscaram a fatia que o mercado recusou, desprezou, veículos antigos, especialmente caminhões, e aquele nicho de descontentes – o que há em todos os ramos mas que não deixa de ser verdade que um atendimento mal executado resulta memória eterna.

Foram crescendo, crescendo, cresceram. Estão, hoje, procurando corretores de seguros que ainda com receio estão ariscos ao jogo. É muito provável que logo, logo, este receio seja superado, inevitável que se tenha esta visão.

Neste andar dá para deduzir quem criou as oportunidades para esta existência já não tão nova assim. Percebem?

Mas nem tudo é tão ruim assim. Vejamos, estas organizações já estão precisando do mesmo preparo funcional que o Setor de Seguros se aparelhou. Não vai demorar, técnicos, reguladores (já estão atuando), advogados, enfim, todo o tipo de prestação de serviços estará sendo alcançado, impondo a coexistência com um novo mercado de trabalho e de comércio.

E não custa mirar mais longe. Se fazem às vezes de seguradora por que não fariam também as de corretagem? Já fazem.

Avancemos mais, e se vê que o cenário não é animador, ou é. Depende das escolhas que forem feitas. Quem dá as cartas no Setor de Seguros ainda é quem nele está há mais tempo, mas tem que se reinventar, como dito, sob pena de ficar superado.

Alguns tem dito que se criou um Monstro. O que impede que se fique amigo dele ao invés de guerrear? Não sei, o que sei é que o tema merece profundo debate e atitudes – inovações. Até provar o contrário, há que se aprender a coexistir”.

Istoé destaca operações do fundador e CEO do Grupo Life Brasil: “Show do Bilhão” 774

Istoé destaca operações do fundador e CEO do Grupo Life Brasil: "Show do Bilhão"

Ao todo, Grupo Life Brasil atingiu R$ 8 bilhões em gestão de recursos de terceiros

Em nota, publicada na edição de número 1.114 da Revista Istoé Dinheiro, destaque para a cifra histórica conquistada pelo CEO e Fundador do Grupo Life Brasil, Alberto Júnior. O executivo atingiu a marca de R$ 8 bilhões em gestão de recursos de terceiros.

Com atuação nas frentes de planejamento, blindagem de patrimônio e sucessão familiar, o grupo possui uma carteira de 500 mil clientes em 5 anos.

Segundo a publicação, uma curiosidade é que Alberto começou a carreira vendendo seguro para carcereiros. “Ninguém gostava de vender num lugar desses, mas eu ia lá dentro, conseguia abertura e oferecia”, disse.

“Quem deve contratar um seguro de vida? Quem está vivo”, completou Alberto Júnior.