Porto Seguro lança a Porto Capital, empresa de investimento em ativos alternativos – com posicionamento na vanguarda de serviços 379

Primeiro fundo da empresa será focado em Growth Capital e Venture Capital e estará disponível para investidores brasileiros e estrangeiros

A Porto Seguro anuncia o lançamento da Porto Capital, novo braço de investimentos alternativos da companhia. É a primeira gestora no mercado de growth e venture capital em uma seguradora brasileira, seguindo práticas e tendências internacionais. Esta iniciativa alinha visão de longo prazo, investimento de vanguarda, e gestão independente para gerar e capturar valor junto a empreendedores brasileiros.

De acordo com Marcelo Picanço, Diretor Geral de Investimentos, responsável pela Porto Capital, “Buscamos nos diferenciar alinhando foco setorial claro, inteligência empresarial aplicada, time experiente e gestão de investimentos estruturada.”

A Porto Capital irá contar com dois Managing Directors: Anibal Messa, com 15 anos de experiência em Private Equity e Venture Capital, responsável por investimentos no Buscapé, Netshoes e Scup, e Frederico Mesnik, com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, que atuou como gestor de renda variável da Humaitá Investimentos, empresa que fundou há 10 anos. “Temos um time experiente, que alinhado ao network e expertise em serviços da Porto Seguro, tem como único foco produzir retornos superiores aos quotistas”, afirma Marcelo Picanço, Diretor Geral responsável pela Porto Capital.

A gestora se posicionará em setores em que o time e a empresa possuem expertise e track record de sucesso, especialmente em serviços associados à inovação tecnológica e modelos de negócio diferenciados. “Acreditamos que foco e profundidade estratégica na avaliação e desenvolvimento dos negócios fazem a diferença”, afirma Mesnik. Os setores inicialmente selecionados são: Serviços Financeiros, Consumo Qualificado, Saúde, Tecnologia e Educação, que são setores relevantes e menos afetados pelos ciclos e turbulências macroeconômicas.

O primeiro fundo da gestora, o Porto Growth Edge I será focado em investimentos de Growth Capital e Venture Capital no Brasil, com a estratégia de investir no setor de serviços, em empresas de alto crescimento, e que sejam inovadoras. “Buscamos empresas que atuem em grandes mercados potenciais e tenham clara vantagem competitiva”, afirma Anibal Messa. Este primeiro fundo tem um tamanho alvo de R$ 400 milhões, com alocação majoritariamente em empresas médias com faturamento entre R$50 e R$150 milhões.

A equipe da Porto Capital irá contribuir com seu conhecimento e expertise na parte estratégica e operacional e alavancar a inteligência empresarial da Porto Seguro. A maior parcela do fundo, será alocado em empresas médias de alto crescimento, o chamado segmento de “growth capital”. A outra parcela desse fundo, de aproximadamente 25%, será dedicada para investimentos em “venture capital”, em empresas focadas em grandes mercados, com tração, equipe dedicada, e com vantagens competitivas sustentáveis. Além do investimento âncora da Porto Seguro S/A, a gestora está levantando capital de outros quotistas, tanto brasileiros quanto estrangeiros.

*Informações de Imagem Corporativa.

Historicar lança versão destinada ao mercado corporativo 320

Historicar lança versão destinada ao mercado corporativo

Plataforma pesquisa todo o histórico de veículos

A Historicar, plataforma de pesquisa do histórico veicular, lançou esta semana versão destinada ao mercado corporativo. A aplicação para negócios traz os mesmos recursos que tornou a ferramenta indispensável na compra de veículos usados, porém, traz ainda mais facilidades como o faturamento mensal de todas as consultas realizadas no mês, redução no valor e um atendimento exclusivo.

Destinada a corretores de seguros, revendas de veículos ou empresas que possuem um volume maior de consultas mensais, o novo Historicar pesquisa mais de 40 bases de informações, públicas e privadas, trazendo um relatório com inúmeras informações sobre o passado do veículo pesquisado, como leilão, sinistros, multas e bloqueios judiciais. Iniciativa do Grupo Delta, a plataforma é desenvolvida com tecnologia própria e possui aplicativo para Android e iOS que permite que o corretor gere a consulta instantaneamente e a envie para seu segurado, por exemplo.

Para o responsável de marketing do Grupo Delta, Arthur Moraes, este lançamento vem fortalecer a missão do Grupo de desenvolver soluções para o mercado de seguros. “Empregamos no Historicar o que colocamos em prática em todas as empresas do Grupo: a união de tecnologia e atendimento de qualidade. O resultado é a entrega de um relatório rápido que diminui amplamente o risco do usuário na compra de um veículo seminovo. Podendo ser mais um serviço a ser comercializado pelos nossos parceiros”, explica.

Para conhecer mais sobre a ferramenta, acesse este endereço ou envie e-mail para comercial@historicar.com.br.

Aon Brasil adere ao Women’s International Network 365

Aon Brasil adere ao Women's International Network

Iniciativa apoia o crescimento pessoal e profissional das mulheres dentro do ambiente corporativo

A Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde, anuncia sua adesão ao movimento WIN (Women´s International Network). O objetivo é fortalecer o crescimento pessoal e profissional de todas as colaboradoras da companhia no Brasil. O WIN tem sido essencial para intensificar o empoderamento feminino dentro das organizações, além de ser a principal referência em programas que apoiam a diversidade, inclusão e a mulher em posições de liderança.

A iniciativa foi implementada pela Aon desde outubro de 2018, reconhecendo os esforços das mulheres que colaboram para o desenvolvimento da organização. Atualmente, 50% da sua força de trabalho da Aon é composta por mulheres, inclusive representantes em cargos de liderança.

“O empoderamento das mulheres é essencial para o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Por isso, a Aon adotou ao movimento WIN, para mostrar que podemos fazer a diferença desempenhando nossos cargos, valorizando a inclusão e fomentando a presença feminina no ambiente corporativo”, comenta Adriana Zanni, Diretora de Recursos Humanos da Aon Brasil.

Embora haja o constante apoio e ações de conscientização para promover a igualdade de gêneros nas empresas, o Fórum Econômico Mundial aponta que só será possível alcançar a igualdade de gêneros, em uma escala global, nas questões de saúde, educação e salários em 2186. A partir deste cenário, a ONU Mulheres criou o movimento HeforShe para diminuir as barreiras sociais que impedem grande parte das mulheres de conquistar seus objetivos em uma sociedade igualitária entre homens e mulheres.

A Aon também valoriza as profissionais, ou cônjuges dos seus colaboradores, que escolhem ser mães. Após a descoberta da gestação, as mulheres passam a ter 100% dos custos médicos oferecidos pela Aon. Essa ação é um reconhecimento ao direito da mulher em ser mãe no momento em que ela escolher.

Além disso, a Aon assinou recentemente uma carta de princípios de empoderamento das mulheres – WEP’s’. Por meio dela, a Aon assume publicamente o compromisso com a agenda e diretrizes sobre os temas, integrando uma rede global das Nações Unidas, que compartilha informações, publica cartilhas, promove fóruns, eventos e webinars sobre a valorização da mulher no ambiente de trabalho.

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP 480

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP

Encontro de relacionamento acontece na próxima segunda-feira, 27 de maio, com a presença de Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance)

A Zurich Seguros promove na próxima segunda-feira, 27 de maio, evento de relacionamento com a presença dos seus principais líderes, incluindo Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance), além de outros altos executivos. Com objetivo de celebrar as parcerias, o encontro vai acontecer no restaurante Attimo, na Vila Nova Conceição, Zona Sul da capital paulista, e reunir os principais brokers de Commercial Insurance, tanto globais quanto locais.

“Tivemos um 2018 muito bom e os primeiros meses de 2019 foram excelentes. Neste evento, queremos celebrar as parcerias e a confiança que tanto fortalecem nossos negócios. A ideia é estreitar relacionamento com as corretoras e conversar sobre temas de alta relevância para o dia a dia do mercado segurador”, conta Glaucia Smithson, Head de Commercial Insurance para o Brasil. Commercial Insurance é o segmento do grupo Zurich responsável por Seguros Empresariais, Vida em Grupo, Previdência e também pela Zurich Resseguros.

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 298

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Marsh & McLennan Companies celebra Mês Global do Voluntariado 324

Marsh & McLennan Companies celebra Mês Global do Voluntariado

Colaboradores participarão de ações voluntárias em nove cidades brasileiras

Maio é o mês de celebrar a importância do voluntariado na Marsh & McLennan Companies. Escritórios da empresa em todo o mundo organizam atividades em instituições parceiras e estimulam os colegas a participarem de forma solidária. Neste ano no Brasil, as ações começaram no início do mês com a Campanha do Agasalho e envolvem as cidades de Araçatuba, Bauru, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre e São Paulo.

Nos últimos dois anos, a empresa recebeu o reconhecimento por ser uma das sedes que teve maior evolução na participação de voluntários, com cerca de 56% de aumento. “O voluntariado é visto como um grande orgulho para nós da Marsh & McLennan Companies e o nosso objetivo é causar um impacto cada vez mais positivo nas comunidades em que estamos inseridos”, afirma Isabel Cardim, Líder para Responsabilidade Social no Brasil.

Em 2018, na América Latina, o número de funcionários realizando trabalhos voluntários aumentou 19%, o que resultou em um aumento de mais de24% de horas doadas. Uma das ações deste ano envolve colegas de todo o continente e é realizada em parceria com a Missing Maps, uma organização que atua no mapeamento de residências e construções em áreas de risco, para ajudar o trabalho da Cruz Vermelha. Por meio de imagens de satélite do Google, os funcionários poderão apoiar o trabalho de ajuda humanitária nos locais em casos de desastres naturais.

Instituições parceiras

A MMC possui parceria com uma série de instituições que recebem ações realizadas por parte dos colegas durante todo o ano. Neste mês de maio as atividades se concentram na: APAE (Araçatuba), Creche Monteiro Lobato (Bauru), Creche Esperança (Brasília), Unidade Reinserção Ziraldo (Rio de Janeiro), Centro de Reabilitação, Educação e Integração Social (Rio de Janeiro), Casa do Pai (Curitiba), Creche das Rosinhas (Belo Horizonte), Cantinho de Luz (Campinas), CEI Vila Cisper II (São Paulo), Comitê Juvenil – FMUSP (São Paulo), Ritmos do Coração (São Paulo) e entrega de doações em Ribeirão Preto.

Em São Paulo, o Centro de Educação Infantil (CEI) Vila Cisper II é uma das instituições com maior apoio da companhia Fundada em 2001 pela Associação dos Funcionários do Grupo MMC, responsável atualmente pela administração da entidade, o Centro de Educação Infantil conta com profissionais qualificados que oferecem diariamente a cerca de 150 crianças, com idade de 0 a 4 anos, orientação e educação por meio de atividades pedagógicas e educacionais. “A MMC acredita que através de atividades pedagógicas e educacionais é possível proporcionar um amadurecimento cognitivo das crianças e auxiliar na construção de sua identidade social”, explica Luiz Medeiros, Presidente para Associação dos Funcionários MMC junto ao CEI Vila Cisper II.