Não tente ser um líder exemplar 472

É exatamente isto que eu quis dizer

Curioso o título, não é? Pois então… Na verdade é exatamente isto que eu quis dizer, afinal, o líder exemplar não existe pra todos, pois cada colaborador tem sua visão, percepção e sentimento sobre seu líder. Seria impossível ser um líder exemplar que agrade a todos, a não ser que você lidere apenas uma pessoa e que a mesma seja totalmente a favor de seu modo de agir, pensar e comandar.

O segredo é ter integridade, respeito, valores e inteligência emocional suficiente para tratar situações desconfortáveis e transformá-las em favoráveis. Essa é a maior dificuldade de qualquer líder, fora ainda o cuidado para não colocar o coração no negócio em momentos que a razão deve prevalecer. Gosto de dizer que um líder deve ter coração, estômago e cabeça no lugar e tirar força em cada um deles para suportar o momento.

Muitos líderes que buscam permanentemente serem exemplares, de alguma forma, acabaram frustrados com facilidade, pois não conseguem agradar a todos. Neste momento, acabam perdendo a intensidade no que são realmente especiais para se tornarem medianos ou medíocres em outras coisas que não fazem o menor sentido.

Em todas as equipes em que eu era o responsável, não tinha a mínima pretensão em ser um líder exemplar, mas sim, ser o exemplo naquele negócio, de como fazer melhor, como alcançar a velocidade correta para ter sucesso e ser o exemplo de campo sempre primando por coisas importantes como citei acima que eram inegociáveis. Muitas vezes a dor é o melhor remédio e o resultado final sem ultrapassar limites é o grande sentido de um líder.

Pense nisto e não se frustre tentando ser um líder exemplar, basta ser o exemplo na prática assim como Jesus foi!

Abraço$ e $uce$$o.

Resiliência: um caminho para o sucesso 393

Resiliência: um caminho para o sucesso

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG)

Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação
Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação

Resiliência é a palavra do momento. O vocábulo é usado nas mais diversas situações e não poderia ser diferente. Em um cenário econômico conturbado como o que estamos vivendo nos últimos anos, quem não desenvolveu a capacidade de lidar e superar os desafios e se adaptar às mudanças, certamente sucumbiu.

Quantas histórias ouvimos de empresas que deixaram de operar, “baixaram as portas”, porque não conseguiram resistir à crise? Ao passo que também tomamos conhecimento de outras que justamente nos momentos mais adversos conseguiram reverter uma situação e cresceram? Claro que os motivos que levam um empreendedor a desistir do seu projeto são diversos e muitas vezes maiores do que a própria vontade de continuar. Mas, certamente aqueles mais resilientes, que conseguem entender a necessidade de se adaptar a uma nova realidade têm mais chances de “vencer”.

Com uso cada vez mais intenso e constante da inteligência artificial, Machine Learning, IoT e outras tecnologias disruptivas, os profissionais, independentemente da área de atuação, em algum momento terão que descobrir e aperfeiçoar novas habilidades, além de se adaptarem a um novo cenário, se quiserem continuar no mercado de trabalho. Se analisarmos friamente e superficialmente, podemos pensar que essas novas tecnologias podem tirar o emprego das pessoas. E de fato é possível que isso aconteça. Mas, por outro lado, elas também viabilizam o desenvolvimento do ser humano. Em pleno século 21, é inconcebível que alguém que foi contratado para apertar parafusos em uma fábrica se contente com isso a vida inteira e não busque fazer algo novo ou pelo menos de uma maneira diferente. Para este tipo de pensamento e comportamento não existe mais espaço.

A mesma coisa ocorre no segmento da Odontologia Suplementar, que há alguns anos vem mostrando um crescimento interessante, conquistando cada vez mais clientes satisfeitos e, consequentemente, aprimorando constantemente a qualidade dos serviços prestados. Justamente por isso, tende a continuar crescendo. Em algum momento fomos ou ainda seremos convidados a “repensar” nossa atuação e, desta forma, escolhermos o caminho que desejamos seguir. Se optarmos pela adaptação teremos boas chances de alcançar o sucesso.

Somos um universo variado constituído de operadoras, seguradoras, autogestões, cooperativas e demais modalidades, todos convivendo intrinsicamente e, assim como qualquer outro setor ou segmento, precisamos nos adaptar a um novo cenário cada vez mais desafiador, que exige a todo momento que nos inventemos para atender a um público em constante transformação e que não aceita nada menos que excelência.

Já sabemos o caminho. Mas, infelizmente, só saber não basta para reverter uma situação. Ninguém adquire experiência ao ler ou assistir alguma coisa. A ação é a única responsável pela mudança, que muitas vezes nada mais é do que uma adaptação. Adaptar-se é condição essencial da humanidade. Quem não tem a capacidade de se adequar às constantes transformações do mundo, terá bem menos chances de “sobreviver”.

E com base na “Teoria da Evolução”, de Charles Darwin, que defende que não é o mais esperto ou inteligente que sobrevive e sim aquele que melhor se adapta, durante a 14ª edição do Simpósio de Planos Odontológicos (SIMPLO) trataremos a temática Resiliência e Adaptação: os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar.

*Geraldo Almeida Lima é presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG)

O autosserviço está entre nós! 361

O autosserviço está entre nós!

Tecnologia avança e, assim, as operações de chamadas podem contar com sistemas eficientes

Tiago Sanches é gerente comercial da Total IP - Soluções e Robôs para Contact Centers
Tiago Sanches é gerente comercial da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers / Divulgação

Já pensou não precisar passar pelo caixa para fazer suas compras em uma loja física? Essa já é uma realidade na Amazon Go, em Seattle, nos Estados Unidos. Essa notícia me lembra da realidade cada vez mais próxima do autosserviço. Segundo a E-Consulting, o segmento gerou mais de R$ 2,42 bilhões no mercado de contact centers somente em 2018! Por isso, torna-se indispensável considerar as ferramentas high tech em suas operações de chamadas.

O estabelecimento da companhia de Jeff Bezos virou ponto turístico da cidade. Ele foi fundado em janeiro do último ano e expandiu-se de forma veloz. Para entrar no local, é necessário ter o aplicativo Amazon Go instalado no smartphone, com login em uma conta da marca e cartão de crédito registrado. A entrada tem catracas com leitores de código de barras.

Na tela inicial do app, há um QR Code o qual libera o acesso. Um sistema de câmeras, sensores e inteligência artificial acompanha o cliente e registra os produtos levados. Logo após a saída, o programa já mostra a lista de compras e o comprovante é enviado para o e-mail do consumidor. Pois é, o futuro chegou!

A realidade robótica está mais presente no cotidiano humano e os administradores devem aproveitar essa modernidade. Nas ligações, também é possível contar com esse auxílio. As Unidades de Resposta Automática direcionam os telefonemas e diminuem o tempo de espera, por exemplo. O maior benefício é a redução de custos!

Se você gerencia call centers, adquira sistemas eficientes. Com a tecnologia sendo aliada da competência humana, o sucesso é garantido! Afinal, você não quer deixar seu negócio no passado quando as inovações já estão cada vez mais presentes no dia a do usuário!

*Artigo por: Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers.

MetLife é seguradora destaque entre as 50 empresas mais amadas do Brasil 636

MetLife é seguradora destaque entre as 50 empresas mais amadas do Brasil

Metlife é a 42ª mais amada, sendo a única seguradora no ranking das companhias mais bem avaliadas pelos profissionais na plataforma Love Mondays

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros no mundo, acaba de ser eleita uma das empresas mais amadas do Brasil pelos seus funcionários, com a nota de satisfação geral de 4,1, segundo o ranking 2019 publicado pela Love Mondays, com destaque especial para o quesito de remuneração e benefícios.

A classificação é realizada de acordo com a nota das avaliações espontâneas e anônimas registradas na plataforma pelos próprios profissionais das empresas, considerando os seguintes aspectos: remuneração e benefícios, oportunidade de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida. O ranking “A Mais Amada” da Love Mondays está em sua quarta edição.

“Fico muito feliz com o reconhecimento pelos nossos funcionários e ex-funcionários, o que só nos motiva ainda mais a continuarmos nosso trabalho para proporcionar um ambiente de trabalho com diversidade, agradável, produtivo e desafiador para que nossos talentos se desenvolvam e sintam-se felizes em estarem conosco. O prêmio é mais uma comprovação de que estamos em um bom caminho” comenta Raphael de Carvalho, presidente da MetLife.

Criado em 2016, o ranking é composto por duas listas: as 50 Grandes Empresas Mais Amadas e as 30 PMEs Mais Amadas. Para ser elegível ao ranking das grandes empresas, é preciso ter mais de 501 funcionários globalmente e somar pelo menos 50 avaliações entre 1º de janeiro e 30 de novembro de 2018; para as PMEs, são consideradas empresas com menos de 500 funcionários e o número mínimo exigido é de 15 avaliações no período.

Para chegar aos ambientes de trabalho mais amados, considera-se a nota média de satisfação geral atribuída pelos usuários do Love Mondays. As notas vão de 1 a 5, sendo 1 muito insatisfeito e 5 muito satisfeito. Neste ano, foram consideradas mais de 153 mil avaliações.

Seguro Digital: não é se, mas quando 1001

Seguro Digital: não é se, mas quando

Confira o primeiro artigo de Andre Gregori para a Revista JRS

A transformação digital vem acontecendo em todos os setores há muito tempo, mas em velocidades diferentes. Me lembro como se fosse ontem do meu primeiro telefone celular. Na época “super moderno, última geração”, e hoje poderia imaginá-lo num museu da tecnologia – uma relíquia! Impressionante a evolução nesse campo, especialmente com o lançamento do iPhone, pela Apple, há mais de 10 anos e a transformação de aparelho de comunicação para micro-computador de bolso / câmera fotográfica / dispositivo de entretenimento / agenda / GPS / etc. Hoje é impossível imaginar a vida sem essas inovações!

E o comércio eletrônico? Quem se atrevia a colocar os dados do cartão de crédito na tela do computador para efetuar uma compra online no final dos anos 90? Hoje, cada vez mais, compramos tudo pela internet – e mais que e-commerce, agora se fala em mobile commerce. Com apenas alguns cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar, você pode pedir comida, pedir um motoboy ou até mesmo um motorista pelo celular.

O setor financeiro, altamente regulamentado, percebeu essa tendência. Ficar na fila da agência bancária para fazer uma transferência já é coisa do passado. O número de transações bancárias feitas pelo celular cresceu 70% ao longo do ano passado, representando 35% do total de 71,8 bilhões de operações realizadas no ano, segundo a Febraban. Primeiro a novidade era o Internet Banking, depois o Mobile Banking, as Fintechs, as Criptomoedas, o Open Banking, e por aí vai. As inovações não param. O uso de tecnologia para melhorar continuamente a experiência do consumidor em todos os ramos é inevitável.

Existem aqueles que tentam resistir às mudanças, e outros que as procuram, as abraçam. Em 1994, a Amazon foi lançada nos Estados Unidos como um e-commerce de livros de papel. Em 2007, foi a própria Amazon que lançou o Kindle, um substituto digital para o livro tradicional, sem medo de ameaçar seu próprio negócio original. Isso obviamente foi só o início da história desta gigante, que mesmo com todo seu tamanho atual, continua inovando e evoluindo rapidamente em diversos setores. Se alguém for ameaçar ou substituir o seu produto, que seja você mesmo!

Já a Enciclopédia Britânica não teve a mesma visão. Quem diria que uma empresa de mais de 200 anos de história seria substituída por uma enciclopédia digital, gratuita, e ainda escrita pelos próprios usuários!?

O mesmo erro foi cometido pela Blockbuster, que teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e a rejeitou por subestimar o potencial da startup em reinventar o tão “consolidado” modelo de negócios na época. Em seu início, a Netflix apostou na entrega de DVDs em domicílio, isentando os consumidores da taxa de atraso, justamente uma das maiores fontes de receita da “toda-poderosa” Blockbuster. Mas apesar de todos os narizes tortos e o ceticismo do mercado, eles acreditavam que uma melhor experiência para o cliente se traduziria em maior volume e recorrência e viabilizaria uma operação escalável, e assim aconteceu. Depois, ao contrário da Blockbuster, quando chegou a hora de trazer disrupção novamente para este mercado, foram eles mesmos que o fizeram. Para não depender das grandes produtoras, que cobravam preços muito altos por dominarem totalmente o mercado, a Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo. Levou um bom tempo até que as produtoras começaram a prestar atenção ao novo entrante, e quando finalmente acordaram, a Netflix já estava na liderança da distribuição de conteúdo via streaming e se consolidando como uma das marcas mais valiosas e inovadoras da atualidade.

Até pouco tempo ainda existia uma indústria que resistia fortemente às mudanças. Extremamente defasado em termos de tecnologia e engessado por seu próprio modelo de negócios, o setor de seguros demorou para enxergar a necessidade de se reinventar. A necessidade de se adequar às novas demandas, preferências e comportamento do consumidor de hoje.

Segundo a consultoria CB Insights, apenas 4% das pessoas estão satisfeitas com suas empresas de seguros. E isso que a penetração ainda é muito baixa, especialmente no Brasil, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), apenas 10% da população brasileira possui algum tipo de seguro.

Mas esse cenário está mudando. Estudos da Aon de novembro de 2017 mostram que 550 insurtechs pelo mundo já movimentaram mais de US$ 14 bilhões em investimento. O mercado está de olho em novas tecnologias, novos produtos, novos modelos de negócio… A oportunidade é indiscutível.

Depois de mais de 15 anos no mercado de seguros e outros tantos no mercado financeiro, tendo iniciado as operações da Fator Seguradora e do BTG Pactual Seguridade, como sócio do grupo, além de ter adquirido, antes disso, as operações da Cigna no Brasil, eu comecei a alimentar cada vez mais um sonho grande que eu tinha. Queria trazer tecnologia e inovação para o tão tradicional mercado, pensando no cliente em primeiro lugar. Queria repensar totalmente a cadeia produtiva e a experiência do consumidor para revolucionar e ampliar o mercado de seguros. Pensando em digitalização, personalização, preços justos e ganhos de eficiência…. foi neste contexto que lancei a Thinkseg, a primeira startup de seguros totalmente digital.

Mas não basta ter uma grande ideia. É preciso execução, persistência e também “timing de mercado”. Hoje estou cada vez mais confiante sobre a minha visão ao lançar a Thinkseg em 2016. A grande diferença é que antes eu acreditava que o mercado de seguros se reinventaria, “não era se, mas quando”. Hoje falo com toda convicção: esse quando chegou. O “quando” é agora!

Falece o presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder 454

Falece o presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder

Roberto Barroso também presidiu Vida, Rural e Habitacional no Grupo BB e MAPFRE

Foi confirmado nessa segunda-feira, 14, o falecimento de Roberto Barroso, presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT. Barroso teve liderança destacada no setor segurador, desde sua atuação persistente e inovadora no Grupo Segurador BB e MAPFRE, no qual ocupou o cargo de presidente nas áreas de Vida, Rural e Habitacional, até a brilhante condução do Conselho de Administração da Líder.

Em nota, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) manifestou “seu mais profundo pesar pelo falecimento de Roberto Barroso”. “A CNseg junta-se aos colegas, admiradores e amigos de Barroso para prestar-lhe homenagens e as respeitosas condolências aos familiares”, conclui nota de pesar enviada à redação de JRS.