Não tente ser um líder exemplar 538

É exatamente isto que eu quis dizer

Curioso o título, não é? Pois então… Na verdade é exatamente isto que eu quis dizer, afinal, o líder exemplar não existe pra todos, pois cada colaborador tem sua visão, percepção e sentimento sobre seu líder. Seria impossível ser um líder exemplar que agrade a todos, a não ser que você lidere apenas uma pessoa e que a mesma seja totalmente a favor de seu modo de agir, pensar e comandar.

O segredo é ter integridade, respeito, valores e inteligência emocional suficiente para tratar situações desconfortáveis e transformá-las em favoráveis. Essa é a maior dificuldade de qualquer líder, fora ainda o cuidado para não colocar o coração no negócio em momentos que a razão deve prevalecer. Gosto de dizer que um líder deve ter coração, estômago e cabeça no lugar e tirar força em cada um deles para suportar o momento.

Muitos líderes que buscam permanentemente serem exemplares, de alguma forma, acabaram frustrados com facilidade, pois não conseguem agradar a todos. Neste momento, acabam perdendo a intensidade no que são realmente especiais para se tornarem medianos ou medíocres em outras coisas que não fazem o menor sentido.

Em todas as equipes em que eu era o responsável, não tinha a mínima pretensão em ser um líder exemplar, mas sim, ser o exemplo naquele negócio, de como fazer melhor, como alcançar a velocidade correta para ter sucesso e ser o exemplo de campo sempre primando por coisas importantes como citei acima que eram inegociáveis. Muitas vezes a dor é o melhor remédio e o resultado final sem ultrapassar limites é o grande sentido de um líder.

Pense nisto e não se frustre tentando ser um líder exemplar, basta ser o exemplo na prática assim como Jesus foi!

Abraço$ e $uce$$o.

AIG Seguros é destaque pelo 2º ano consecutivo em lista mundial de empresas com diversidade 807

AIG Seguros é destaque pelo 2º ano consecutivo em lista de empresas com diversidade

Companhia, que tem a diversidade e a inclusão como pilares de seus valores empresariais, também garantiu posição de destaque na lista de Melhores Empresas para Mulheres Executivas

A AIG Seguros, uma das organizações líderes no mercado securitário internacional e com forte presença no Brasil, é destaque pelo 2º ano consecutivo na lista das Melhores Empresas para a Diversidade da DiversityInc, que publica anualmente a lista das 50 melhores empresas em práticas de diversidade e inclusão.

A companhia possui 136 grupos (Employee Resource Groups) formados voluntariamente por funcionários com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais inclusivo. Ao todo, reúnem cerca de 10 mil membros em 36 países e representam 13 dimensões de diversidade, como por exemplo, profissionais negros, veteranos, LGBTI, mulheres, jovens, orientais, entre outros. Os grupos promovem programas voltados para o desenvolvimento profissional, conscientização de funcionários e respeito às diferenças. Um dos focos dos grupos é trabalhar com o apoio de aliados, pessoas da empresa que não necessariamente façam parte de uma das dimensões de diversidade abordadas, mas que se identifiquem com a causa e contribuam com seu tempo e conhecimento.

Durante a cerimônia de premiação, ocorrida em Nova York (EUA), a AIG também foi incluída na lista de Melhores Empresas para Mulheres Executivas, ocupando a 9ª posição. O levantamento contou com mais de 1.800 empresas.

“Para nós da AIG Seguros, é um grande reconhecimento estar na lista das melhores empresas para a diversidade. Sabemos da relevância deste tema para uma sociedade mais igualitária, por isso acreditamos que, como companhia, podemos contribuir apoiando o desenvolvimento de ações que permitam a discussão franca do assunto. A diversidade faz parte  do nosso DNA”, explica Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG Seguros no Brasil.

“Mais um ano de espera”, avalia economista do Banco Santander 1113

"Mais um ano de espera", avalia economista do Banco Santander

Luciano Sobral analisou perspectivas, incertezas e oportunidades para a economia no biênio 2019-2020

Sobral participou de café da manhã organizado pela Euler Hermes, em São Paulo
Sobral participou de café da manhã organizado pela Euler Hermes, em São Paulo

Você certamente já ouviu falar sobre a “década perdida”, termo para descrever o período de dificuldade financeira na América Latina da década de 1980. Acontece que estamos vivendo mais uma dessas fases. A pior crise econômica já enfrentada pelo Brasil deve ser superada apenas entre 2022 e 2023, “quando acontecerá a recuperação do índice do Produto Interno Bruto (PIB) Per Capta ao nível em que estavam anteriormente, este índice caiu quase 10% entre 2013 e 2017”, explicou Luciano Sobral. O economista do Banco Santander analisou perspectivas, incertezas e oportunidades para o biênio 2019-2020.

O ajuste fiscal é colocado como principal ponto para fomentar um crescimento mais expressivo da economia. O mercado dá plenos sinais de frustração. “A previsão de crescimento para este ano chegou a ser de 3%, agora caiu para pouco mais de 1%”, reforçou Sobral. O especialista traça este como “mais um ano de espera”. “Em 2018 ainda haviam fatores externos, como a influência da crise na Argentina e até mesmo a greve dos caminhoneiros”, completou.

Um ponto crucial, analisado pelo economista, é de que o “governo se perde em outras discussões e a tramitação da reforma previdenciária não avança”. Ou seja, mais uma vez fica evidenciada a necessidade da urgente aprovação da reforma do Regime Geral de Previdência Social. “As empresas estão aguardando para voltar a investir ou contratar. Se o emprego não cresce a economia patina”, evidenciou ao lembrar que o acesso ao crédito está crescendo. “O que falta é demanda para o crédito, as pessoas não querem se endividar. O nível de endividamento já recuou”, afirmou.

Mas existe uma luz no fim do túnel. “Se tudo der certo vamos crescer de 2,5% a 3% em 2020. É um índice muito relevante considerando a situação do Brasil”, traçou Luciano Sobral ao lembrar que o saldo da balança comercial está caindo. “Os investimentos que são feitos são, em grande parte, as multinacionais injetando dinheiro em suas sucursais. O juros em mínima histórica dificulta a redução do câmbio para algo próximo aos R$ 3. Com menos dólar entrando no País, a projeção é que a moeda passe a R$ 4,30 em 2020”, justificou.

Setores que apresentam maior risco para a economia

Já Felipe Tanus, Risk Director da Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito e especialista em seguro garantia, analisou 19 setores da economia. “Nossas projeções estão em linha com o que apresentou o Luciano Sobral, mas alertamos para o nível sensitivo de alguns setores, como o de construção e o têxtil, como principais riscos setoriais. A ideia é que já se vejam pontos positivos a partir do 4º trimestre. Outros pontos a serem atacados são o baixo nível de governança corporativa e a informalidade. A retomada depende da retomada do emprego e da confiança do consumidor”, avaliou.

O CEO da Euler Hermes no Brasil, Rodrigo Jimenez, também participou do momento. O encontro foi realizado no Octávio Café, nesta quarta-feira, na Zona Oeste da capital paulista.

Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes no Brasil, também participou do momento
Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes no Brasil, também participou do momento

Questão fiscal impede crescimento maior

Um corte ainda mais profundo na taxa de juros é impossibilitada com a inflação dos alimentos. “Isso deve ficar ainda mais acentuado, de acordo com a dimensão dos problemas com a produção de proteína suína na China. Brasil, Canadá e outros países produtores não possuem capacidade para absorver a demanda do mercado chinês”, exemplificou o economista do Banco Santander.

Outro ponto relevante, na visão de Sobral, trata sobre o desafio fiscal. “O endividamento vai chegar a 81% ou 82% do PIB, mesmo com a reforma. Previdência é a despesa que mais cresce e sobra muito pouco dinheiro para o governo central resolver os problemas do Brasil. A questão da relação entre ativos e inativos no regime previdenciário só tende a piorar”, projetou ao enfatizar que a situação do governo “já foi pior”, em relação a aprovação nas mudanças propostas pelo economista Paulo Guedes, em apreciação no Congresso Nacional.

Na opinião do especialista, a aprovação do tema deve acontecer entre o final de agosto e o começo de setembro. “Considero a agenda econômica correta, baseada na reforma, desestatização e na questão tributária”, finalizou.

Fidelização como diferencial para o sucesso 476

Fidelização como diferencial para o sucesso

Confira artigo da administradora Giordania Tavares

A administradora Giordania Tavares / Divulgação
A administradora Giordania Tavares / Divulgação

A competitividade no mundo dos negócios exige cada vez mais das empresas. Para se manter ativa e conectada com as tendências do mercado, não basta apenas oferecer produtos de qualidade: é preciso sensibilidade ao lidar com clientes e stakeholders. Se engana a marca que dá prioridade única à atração de novos clientes: antes, é preciso fidelizar. Conquistar a confiança vai muito além de apenas apresentar os produtos da empresa. É preciso fazer o cliente acreditar na marca, nos seus valores e nas suas competências. Ao vender um produto, as empresas não estão apenas oferecendo uma mercadoria, mas proporcionando uma experiência de compra que deve ser positiva e duradoura. Afinal, o cenário nem sempre é promissor se os diferenciais oferecidos se restringirem aos produtos.

O segredo para uma boa relação com o comprador é compreender o cenário, o mercado, as oportunidades e ameaças do seu negócio. É entender as necessidades dos clientes, pois este aspecto colabora não só para o desenvolvimento de produtos funcionais, mas também proporciona o crescimento de uma relação de confiança e credibilidade. Para satisfazer o cliente, não é necessário realizar todas as solicitações que ele desejar, muito pelo contrário: é preciso saber dizer “não”, afinal, é papel da marca entender como solucionar os problemas e executar aquilo que o cliente deseja da melhor forma possível.

No entanto, a venda não acaba quando o cliente adquire os produtos, é preciso seguir de mãos dadas, fornecedor e cliente. Quebrou uma peça e acabou a garantia? A mercadoria precisa ser entregue com urgência? O comprador precisa saber com quem contar, em quem confiar. É preciso ouvir e entender o cliente. Para qualquer empresa de sucesso, é primordial possuir um serviço diferenciado, informação com qualidade e atendimento rápido para que haja confiança em toda a cadeia e não apenas no produto. Planejamento e organização são peças-chave para grandes resultados e as empresas que agem assim são as que driblam as crises e alavancam seu crescimento. Um pós-venda eficaz é a melhor estratégia, pois um cliente satisfeito irá compartilhar a sua boa experiência, gerando novos contatos e contratos para a empresa.

A fidelização do cliente é o fator que pode definir o sucesso de uma empresa. Através de técnicas que visam criar uma relação de confiança, geram-se feedbacks honestos e positivos, além de trazer uma receita previsível. Cliente fiel, certamente comprará novamente. Não são as semelhanças que fazem a diferença e os caminhos conhecidos não são os únicos que podem levar a marca além. É preciso se destacar no cenário. Uma empresa pode ser o que quiser, desde que acredite, e saiba que sempre haverá clientes dispostos a acreditarem também.

Diretora da Rayflex, Giordania R. Tavares é graduada em administração pela UNICID, com especialização pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de portas industriais e equipamentos de doca, foi responsável por tornar a Rayflex expoente de mercado no Brasil e na América Latina.

Como o IELTS pode abrir portas para uma carreira internacional de sucesso 280

Como o IELTS pode abrir portas para uma carreira internacional de sucesso

Saiba em quais circunstâncias e para quem o principal exame internacional de proficiência em língua inglesa é indicado

O primeiro passo em direção a uma carreira internacional bem-sucedida é comprovar seu nível de conhecimento da língua inglesa. O IELTS, do British Council, é o exame de proficiência de inglês mais reconhecido internacionalmente, aceito em mais de 10 mil instituições de 140 países e, justamente por isso, o preferido pelos candidatos. Apenas no ano passado, mais de 3 milhões de pessoas no mundo inteiro prestaram o IELTS, fazendo dele o líder global no segmento.

Garantir uma boa pontuação no IELTS abre diversas portas, e não somente das mais conceituadas universidades internacionais. O teste também é exigido em processos migratórios e até mesmo como requisito para vagas de emprego fora do Brasil. “Hoje em dia é cada vez maior o número de empresas internacionais que pedem o IELTS para candidatos a posições internacionais”, aponta Adriana Colossio, Gerente Nacional de Avaliação do British Council.

Confira, a seguir, 5 situações em que o IELTS é peça chave para alavancar sua carreira internacional:

  1. Para ingressar nas melhores universidades, incluindo as dos Estados Unidos. Estudar no exterior é o grande passo para garantir seu espaço no mercado global de trabalho. Das mais de 10 mil organizações no mundo que aceitam o IELTS para comprovar o nível de proficiência do aluno em língua inglesa, aproximadamente 9 mil são universidades. Ou seja, o grande foco de quem presta o exame é estudo – entre cursos de graduação, MBA, mestrado e doutorado. Há, no entanto, um grande mito de que o IELTS é melhor para quem quer estudar na Europa. Não é verdade. Dessas 9 mil instituições de ensino, quase 4 mil estão nos Estados Unidos. Das 10 melhores universidades norte-americanas pelo ranking da U.S. News & World Report, 8 aceitam o IELTS.
  1. Para estudar, trabalhar e morar no Canadá. Hoje, o Canadá é o país que mais oferece oportunidades de estudo e trabalho para o brasileiro. Quem quer aproveitar estas portas abertas presta o IELTS, o exame mais aceito no país, seja para estudar, trabalhar e até mesmo para o processo de visto. “O que acontece no Canadá é um pouco diferente da maioria dos países. Para morar lá e fazer um curso básico, inicialmente, não há necessidade de comprovar o nível de inglês, mas, uma vez lá, se a pessoa quiser continuar os estudos ou então trabalhar precisa do IELTS”, diz Colossio. No Canadá, o British Council tem cerca de 60 centros que aplicam o exame.
  1. Para se candidatar a vagas de trabalho no exterior. Cresce o número de empresas globais e em diversos segmentos que pedem o IELTS para comprovar o nível de inglês de quem se candidata para vagas internacionais. Hoje, cerca de mil empresas multinacionais com escritórios espalhados pelo planeta trabalham desta forma. Alguns exemplos: Unilever, PriceWaterHouse Coopers, Dion Global Solutions, Air New Zealand, Shell International, LG Electronics e Samsung Group.
  1. Para o processo de imigração de diversos países. Além do Canadá, os governos do Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Irlanda exigem o IELTS para o processo de visto. A prova é idêntica à prestada com finalidade acadêmica ou de trabalho, mas há um protocolo de segurança ainda mais rígido. Tanto o candidato quanto a equipe examinadora são filmados durante todo o período do teste, registro que o British Council deve manter por ao menos 3 anos e ocasionalmente disponibilizar ao órgão responsável pela emissão de visto. Por conta disso, no Brasil ele é feito apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
  1. Para turbinar o currículo e aumentar a empregabilidade no Brasil. Em algumas áreas de trabalho, como na de educação, especialmente para o ensino de línguas, ter um certificado é importante. Ter o IELTS, exame reconhecido globalmente pelo rigor de resultados e segurança à prova de fraudes, dá um status diferenciado. Afinal, trata-se de um exame feito com supervisão muito rígida, em que as entrevistas são muito bem controladas e os examinadores intensamente treinados e auditados. Por isso, a credibilidade do IELTS é muito alta. Em um mercado de trabalho tão competitivo como o atual, ter no currículo a comprovação do nível de inglês por um exame assim é um diferencial mesmo em outras áreas que não sejam a da educação.

British Council aplica o IELTS em todas as regiões do Brasil

O IELTS é o exame de proficiência em língua inglesa desenvolvido pelo British Council, reconhecido por mais de 10 mil organizações de 140 países. No Brasil, o British Council aplica o IELTS em 17 cidades espalhadas pelas 5 regiões do país, em locais com infraestrutura moderna, bem localizados e que oferecem conforto e tranquilidade para o candidato, além de equipe treinada e altamente qualificada. São 48 sessões anuais para a versão em papel do exame – nas grandes capitais do país é possível agendar datas praticamente semanalmente, ao longo de todo o ano. Já a versão em computador, recentemente lançada pelo British Council, oferece grande flexibilidade nas datas, com sessões quase que diariamente nos próximos meses.

Ao agendar o IELTS com o British Council, os candidatos têm acesso a uma série de recursos preparatórios – muitos deles gratuitos – preparados por especialistas no ensino de língua inglesa. O conteúdo inclui desde provas simuladas, curso online, vídeo explicativo e até aplicativos para dispositivos móveis. O curso Road to IELTS, por exemplo, oferece aos candidatos 30 horas de aulas inteiramente grátis. São 9 tutoriais, mais de 100 atividades interativas e 2 simulados para cada habilidade testada (Speaking, Listening, Writing e Reading). Para conhecer os conteúdos preparatórios para IELTS do British Council, basta acessar este site.

Há ainda, porém pago, o IELTS SOS, para quem precisa de um reforço extra de última hora. São aulas online ao vivo destinadas a cada uma das habilidades avaliadas na prova, destinadas a ajudar o candidato a ganhar mais confiança e esclarecer dúvidas pontuais com os professores especialistas do British Council.

O agendamento do IELTS é feito online neste site.

Previdência privada: remuneração ou investimento? 452

Previdência privada: remuneração ou investimento?

Especialista esclarece vantagens e desvantagens da aplicação

Diante das incertezas que rondam a aprovação da Reforma da Previdência é de se esperar que muitas pessoas comecem a pensar na previdência privada como alternativa de remuneração futura. Mas afinal, o que significa esse tipo de aplicação? No dicionário, previdência significa “a habilidade de se ver antecipadamente, uma espécie de previsão do futuro”. Se adaptarmos o termo para as Finanças, podemos dizer que a previdência é, literalmente, cuidar do próprio futuro.

Em geral, quanto antes se começa a pensar nisso, melhor é o resultado. Mas nunca é tarde. “Enquanto os mais jovens têm o tempo ao seu favor, quem já tem mais idade tem a vantagem de ter mais poder aquisitivo e uma visão de mundo mais tranquila, paciente, o que é sempre favorável quando se fala em investimentos”, comenta Helen Vogt, líder da área de Previdência da Messem Investimentos, principal escritório vinculado à XP.

Segundo ela, estamos muito acostumados a ouvir o termo previdência para se referir à previdência pública, que faz parte da chamada Seguridade Social. Essa trata-se de um conjunto de medidas públicas que tentam garantir o poder de compra da população mesmo quando ela não pode mais contribuir socialmente com o seu próprio trabalho.

Apesar do objetivo, sabemos que a previdência pública é em muitos aspectos minimamente questionável e que os valores pagos pela aposentadoria pública mal garantem a subsistência de quem se aposenta. “Quem não criar o seu próprio plano, com uma aposentadoria complementar, está fadado a ter seus anos de velhice com dificuldades financeiras”, opina a especialista. Por esse motivo, ele reforça a importância de que cada um faça seu próprio plano, prevendo como vai ser sua própria aposentadoria no futuro.

Helen cita os dois tipos mais conhecidos no mercado: o PGBL e o VGBL. O primeiro é mais indicado para aqueles que fazem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) completo. Com ele, poderá ser feita a dedução de até 12% da base tributável e paga-se menos imposto a curto prazo. O segundo é mais indicado para quem pensa no longo prazo já que ao final do plano existe a necessidade de pagamento de IRPF sobre o valor auferido, diferente do PGBL, que paga o imposto sobre o montante total investido. Em geral, a diferença entre as duas é a tributação.

Entre os benefícios da previdência privada Helen cita a menor alíquota possível para qualquer fundo de investimento, uma ampla gama de instituições, gestores e estratégias disponíveis no mercado e a possibilidade de portabilidade de plano, sem cobrança do imposto de renda. “Uma previdência privada é, sim, um investimento e deve ser encarada como tal. O ideal é nunca esquecer de que se trata de um dinheiro que você está guardando com a expectativa de que ele tenha bons rendimentos e que será resgatado no futuro”, completa.