A revolução no mercado de seguros 833

Mesmo com o advento de novas tecnologias, elemento humano ainda é parte importante do processo de contratação

Os internautas de São Paulo são os que mais pesquisam o termo “seguros” no Brasil, de acordo com o Google Trends. O levantamento abrange consultas desde 2004 aos dias atuais.

Quando elevamos a escala em nível global podemos perceber o quanto ainda existe espaço para desenvolvimento do mercado de seguros no Brasil. A Argentina, por exemplo, registra mais do que o dobro de pesquisas sobre o assunto. A Venezuela, em grave situação econômica, tornou-se o país latino-americano que mais procura conhecer este setor através da web.

Porto Alegre é a sétima cidade brasileira onde mais são realizadas pesquisas. Estão à frente cidades como Santo André, Brasília e Joinville. Para Marcelo Blay, presidente da Minuto Seguros, o “boom” das pesquisas sobre corretoras de seguros não é uma surpresa. “As pessoas estão em busca de alternativas quando querem adquirir um produto ou serviço. Este comportamento é percebido em diversas indústrias, sejam de bens de consumo ou de serviço”, constata.

Com as vendas em crescimento, a Minuto Seguros chamou a atenção da Redpoint e.ventures, um fundo de investimento do Vale do Silício, na Califórnia, que passou a investir e apoiar a evolução da corretora. Formado em Engenharia pela Escola de Engenharia Mauá, com MBA em Finanças pela FGV e especialização na Columbia University (NY), Marcelo Blay trabalhou por 10 anos na Porto Seguro e foi vice-presidente (COO) da Itaú Seguros por seis. É Coordenador do Comitê de Tecnologia do Sindicato dos Corretores de São Paulo e Vice-Coordenador do Comitê de Seguros na Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

 Confira a entrevista realizada com o presidente da maior corretora de seguros multicanal do Brasil:

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    Marcelo Blay trabalhou por 10 anos na Porto Seguro e foi vice-presidente (COO) da Itaú Seguros por seis. Divulgação

    JRS: As corretoras de seguros são mais pesquisadas que as próprias companhias seguradoras, de acordo com o Google Trends. Isso é uma surpresa?

Marcelo Blay: Não acredito que seja uma surpresa, mas sim, uma constatação de que as pessoas estão em busca de alternativas quando querem adquirir um produto ou serviço. Este comportamento é percebido em diversas indústrias, sejam de bens de consumo ou de serviço.

Com o advento da internet, a informação ficou ao alcance de todos e os consumidores passaram a ter o poder da escolha e da comparação, de forma simples e descomplicada. Neste contexto, os corretores são vistos como os especialistas no tema dos seguros, isto é, os consultores que agem em prol do cliente na seleção da melhor oferta para sua necessidade específica. Pelo fato do seguro ser um produto financeiro relativamente complexo, intangível, geralmente com prazo de duração longo e com linguajar técnico muito peculiar, os consumidores se sentem amparados pelo corretor na tomada de decisão sobre qual seguradora escolher, sendo capazes de interpretar a necessidade do cliente, traduzindo-a numa combinação de coberturas, serviços, valor e seguradora mais adequada, maximizando a relação custo/benefício para o cliente.

  • JRS: Países em crise tendem a procurar mais informações sobre seguros?

MB: Em momentos de crise econômica e política, observamos dois fenômenos interligados. O primeiro deles é a suposição que momentos assim geram mais violência urbana, seja pelo aumento da criminalidade e/ou aumento de manifestações de rua, colocando o patrimônio pessoal em risco. O segundo fator é o aumento do desemprego. A perda de um bem de alto valor, como o caso de um automóvel, atrelado à perda do emprego, afeta o patrimônio individual significativamente. Em momentos de crise, o veículo é um ativo pessoal que pode ser transformado em liquidez para cobrir necessidades mais imediatas, portanto a busca por seguros se intensifica no sentido de ser um instrumento financeiro adequado à mitigação de risco.

  • JRS: São Paulo é referência no ramo segurador, mas alguns estados ainda não possuem uma forte cultura sobre o mercado de seguros. Como reverter isso?

MB: Realmente temos disparidades regionais com relação à penetração de seguros na economia. Este é um fenômeno conhecido, que se observa com relação a países também. Existem diversos estudos que correlacionam a renda com a participação da indústria de seguros no PIB: quanto maior o PIB per capita, maior o percentual de seguros na economia como um todo. Como temos grandes disparidades econômicas regionais no Brasil, observamos a mesma discrepância. As formas de reverter esta situação são várias. Obviamente, a retomada do crescimento econômico vem em primeiro lugar, seguida de melhor distribuição de renda. Paralelamente, temos a difusão da cultura do seguro, tão necessária em um país onde o nível educacional ainda deixa a desejar como um todo, o que dizer com relação à educação financeira, praticamente inexistente. Finalmente, o controle da inflação fecha o grupo de ações necessárias para que consigamos difundir a cultura securitária no país.

  • JRS: As corretoras online cada vez mais chamam a atenção dos consumidores. O setor de seguros vive uma revolução?

MB: O mercado de seguros, assim como todas as atividades econômicas, está passando por um momento interessante de mudanças. Temos visto várias indústrias sendo repensadas a partir do surgimento de novas tecnologias como o Airbnb desafiando a indústria hoteleira e o Uber na área de transporte de passageiros.

O que tem acontecido no mercado de seguros? Em geral, imagina-se que a revolução virá do lado da forma de distribuição, isto é, das vendas. Sem dúvida que esta passa por transformações, mas a complexidade dos produtos e a falta de conhecimento a respeito do seguro em si fazem com que o elemento humano ainda seja parte importante do processo de contratação. Até o Google, gigante do mundo da tecnologia decidiu interromper sua incursão no mundo da venda de seguros pela internet, pois chegou à conclusão que os clientes precisam de um apoio humano durante e após o processo de contratação, fugindo do conceito totalmente online da empresa.

O mercado brasileiro ainda está em uma fase muito embrionária em termos de aproveitamento de todo potencial que a tecnologia pode trazer quando em comparação com modelos de outros países. Atualmente, temos basicamente processos de cotação, transmissão e poucas outras operações via webservice. Se as seguradoras conseguissem integrar os sistemas de suporte à venda (como vistoria prévia, transmissão e emissão, por exemplo) e de pós-venda (endosso, sinistro e resolução de inúmeras pendências), teríamos uma grande redução de custo operacional, tanto do lado das seguradoras, como das corretoras. Essa economia poderia ser revertida para preço, transferindo o benefício para os consumidores, permitindo que mais clientes tenham recursos para comprar o produto, ampliando ainda mais o mercado e favorecendo ganhos de escala. Isso por si só seria revolucionário.

  • JRS: Qual o tipo de seguro mais contratado na Minuto Seguros? A que atribui este resultado?

MB: Nossas vendas na Minuto Seguros refletem o que acontece como um todo na indústria de seguros. Vendemos praticamente todos os produtos para pessoa física (automóvel, residencial, vida individual, viagem, equipamentos portáteis, etc.), bem como aqueles para as pequenas e médias pessoas jurídicas (patrimoniais, saúde e odontológico empresarial, vida em grupo, etc.). A distribuição das vendas destes produtos se dá na mesma proporção que observamos nas estatísticas do setor: para pessoa física a liderança disparada é ocupada pelo seguro de auto e na jurídica pelo seguro saúde empresarial.

  • JRS: Como a crise brasileira afetou as atividades da empresa?

MB: A crise afetou o poder de compra do brasileiro. Percebemos que o prazo para a decisão de compra se ampliou, bem como a busca de maior parcelamento para os pagamentos. A pressão por descontos se intensificou acentuadamente também. A crise fez com que buscássemos redução de despesas e otimização operacional, dado que, para manter sua participação de mercado, muitas seguradoras reduziram seus preços e os consumidores pressionaram por redução de preços, comprimindo as margens das corretoras.

  • JRS: A tecnologia auxilia na disseminação dos produtos do setor de seguros?

MB: Não acredito que a tecnologia auxilie diretamente na disseminação dos produtos de seguros. Entendo que a tecnologia seja um fator crítico para simplificação de processos e redução de tempo das diversas atividades específicas, desde a cotação até a indenização, sem deixar de citar questões ligadas à precificação e subscrição de riscos. O processamento de grandes bases de dados (big data) permite uma grande sofisticação na análise de riscos, sinistros e fraudes. Acredito que o conjunto destas atividades impactadas pela tecnologia contribua para economias e ganhos de escala para as seguradoras que podem ser convertidos em preços mais competitivos, ajudando a ampliar a base de clientes. Desta forma, indiretamente, a tecnologia ajuda a aumentar o leque de consumidores de seguros.

  • JRS: Quais ações da Minuto Seguros podemos esperar para o final de 2016?

MB: Estamos focados na busca de melhorias operacionais. O momento clama por uma grande revisão de processos para a busca de otimização e simplificação das tarefas. A redução do custo operacional é imperativo para enfrentar a situação de compressão de margens a aumento de despesas em função de inflação e perda do poder aquisitivo dos clientes, sem comprometer a excelência na prestação de serviços.

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Especialista em educação financeira dará curso gratuito em São Paulo 308

Especialista em educação financeira dará curso gratuito em São Paulo

Rabino Dor Leon Attar ensina os três passos para a liberdade financeira no próximo dia 20

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O autor do livro O segredo da prosperidade judaica, R. Dor Leon Attar, irá ensinar os três passos para a liberdade financeira em uma palestra no dia 20 de janeiro. Para participar do curso não há custo, mas é solicitada a contribuição com um quilo de alimentos não perecíveis.

Um fator importante para se alcançar a liberdade financeira é entender que o dinheiro é apenas uma ferramenta. E é importante saber usar essa ferramenta, saber negociar, entender o valor do dinheiro, saber investir e negociar dívidas.

Para isso, R. Dor Leon separou o conteúdo do curso em três passos: o primeiro é entender as regras do jogo; o segundo ensina a negociar dívidas e o terceiro se dedica a, finalmente, construir a liberdade financeira.

Informações:

Data: 20 de janeiro de 2019.
Local: Av. Tucuruvi, 999 – São Paulo, SP.
Horário: 14h às 17h.
Entrada: Um quilo de alimento não perecível.

Nascido em  Israel, R. Dor Leon Attar é sargento da reserva da Força de Defesa Israelense, é empresário investidor em várias áreas de atuação. É também escritor, além de formado em acupuntura Coreana e medicina chinesa.

Dor Leon é  um palestrante transformador, pois realiza diversos eventos em todo Brasil tendo como assunto central temas unicamente relativos ao judaísmo e Mentalidade Positiva Judaica, assuntos nos quais R. Dor Leon é treinador especialista e tem ajudado milhares de pessoas em todo o Brasil a conhecerem profundamente o verdadeiro judaísmo e a transformarem suas vidas.

Residente no Brasil há mais de dez anos, tendo já obtido a cidadania brasileira, é supervisor na Empresa Herbalife, e fundador da Associação Judaísmo em Ação, que tem por finalidade de promover a verdade sobre o judaísmo e a sabedoria milenar judaica.

Workshop detalha novo processo de atualização do Rol de Procedimentos da ANS 313

Workshop detalha novo processo de atualização do Rol de Procedimentos da ANS

No encontro, ANS apresenta o FormRol, formulário pelo qual a sociedade poderá contribuir com sugestões

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realiza, no dia 22/01, um workshop para detalhar o novo processo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A atividade será das 10h às 18h, no auditório da Ancine, no Rio de Janeiro. O evento visa esclarecer a Resolução Normativa nº 439, que estabelece etapas e fluxos para a revisão periódica da lista de coberturas dos planos de saúde.

Um dos principais temas do encontro é a apresentação do FormRol – formulário eletrônico que passa a ser o canal exclusivo para envio das contribuições pela sociedade. A ferramenta será disponibilizada no portal da ANS, para toda a sociedade, sempre no início dos ciclos de atualização, permitindo a participação social em dois momentos: na fase inicial e, posteriormente, na habitual Consulta Pública que precede a publicação da nova lista de coberturas obrigatórias.

O workshop é direcionado aos integrantes do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde), entidades representativas do setor e órgãos de defesa do consumidor, contudo, qualquer pessoa interessada é encorajada a participar. As vagas são limitadas e cada instituição poderá inscrever até dois representantes. As inscrições devem ser feitas através de formulário online (clique aqui para acessar).

O workshop será transmitido ao vivo pelo Periscope (@ans_reguladora) para que todos os interessados possam acompanhar a atividade. Em breve será disponibilizada a programação completa.

Serviço:

Workshop: Novo processo de atualização do Rol de Procedimentos.
Data: 22/01/2019.
Horário: 10h às 18h.
Local: Ancine – Av. Graça Aranha, n° 35, auditório – 11º andar – Centro – Rio de Janeiro.

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato 379

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato

Entenda a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

A quitação do contrato de mútuo para aquisição de imóvel não extingue a obrigação da seguradora de indenizar os compradores por vícios de construção ocultos que impliquem ameaça de desabamento.

Com esse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso de uma proprietária de imóvel para que, superada a preliminar de ausência de interesse processual, o juízo de primeira instância prossiga no julgamento da demanda.

A recorrente havia comprado o imóvel com financiamento da Caixa Econômica Federal e seguro obrigatório. Alegando ter constatado risco de desabamento, ela acionou o seguro, mas a cobertura foi negada e o caso foi parar na Justiça. Em primeira e segunda instância, o pedido da proprietária foi negado ante a quitação do contrato.

Segundo a ministra relatora do recurso no STJ, Nancy Andrighi, à luz dos parâmetros da boa-fé objetiva e da proteção contratual do consumidor, os vícios estruturais de construção estão acobertados pelo seguro habitacional.

Ela explicou que os efeitos do seguro devem se prolongar no tempo, ainda que os defeitos só se revelem após o fim do contrato.

Nancy Andrighi destacou as características desse tipo de seguro – uma obrigação para que o consumidor consiga o financiamento: “O seguro habitacional tem conformação diferenciada, uma vez que integra a política nacional de habitação, destinada a facilitar a aquisição da casa própria, especialmente pelas classes de menor renda da população”.

De acordo com a relatora, é um contrato obrigatório “que visa à proteção da família, em caso de morte ou invalidez do segurado, e à salvaguarda do imóvel que garante o respectivo financiamento, resguardando, assim, os recursos públicos direcionados à manutenção do sistema”.

Interesse público

No entendimento da ministra, a ótica do interesse público reforça a importância da garantia do seguro, na medida em que a integridade estrutural do imóvel é condição essencial para que o bem se mostre apto a acautelar o financiamento e, consequentemente, assegure a continuidade da política habitacional.

“Assim como a entrega da obra não extingue a obrigação do construtor pela solidez e segurança da edificação, a conclusão do contrato de seguro não afasta a responsabilidade da seguradora quanto ao risco coberto que nasceu durante a sua vigência, o qual, nos termos do artigo 779 do Código Civil de 2002, compreende todos os prejuízos resultantes ou consequentes dos vícios de construção”, afirmou.

Nancy Andrighi destacou que, se não fosse esse o entendimento, o segurado que antecipasse a quitação do financiamento teria menor proteção em comparação com aquele que fizesse os pagamentos apenas nos prazos acordados.

Leia o acórdão

Bradesco Saúde conquista a renovação do Selo de Acreditação da ANS 257

Bradesco Saúde conquista a renovação do Selo de Acreditação da ANS

Seguradora confirma sua excelência no mercado de planos de saúde

A Bradesco Saúde renovou, mais uma vez, a certificação de Acreditação com nível máximo, após avaliação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Com o anúncio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o selo passa a valer até 2022 e ratifica o compromisso com a qualidade de gestão e atendimento aos seus segurados.

“A renovação da certificação é um importante reconhecimento da agência reguladora sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Bradesco Saúde, sendo relevante diferencial da operadora no setor de saúde suplementar”, destaca o diretor presidente da Bradesco Saúde e Mediservice, Manoel Peres. Segundo o diretor, tal resultado é fruto do comprometimento e engajamento de todos os funcionários de diversos setores da seguradora.

A Bradesco Saúde mantém a liderança no mercado e foi a primeira seguradora no Brasil a receber acreditação pela ANS com nível máximo de qualificação, o que vem mantendo desde 2011. A empresa adotou uma posição proativa em relação à qualidade e sustentabilidade no setor ao aderir voluntariamente ao Programa de Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde, que prima pela adoção de boas práticas de gestão, com foco prioritário no segurado.

“Sempre fez parte da cultura da empresa a busca por melhores práticas em saúde e inovação. Algumas dessas práticas inclusive anteciparam normas estabelecidas pelo órgão regulador no mercado de saúde suplementar. A acreditação é um vetor de transformação dos processos operacionais”, afirma Manoel Peres.

Auditoria interna

 Além dos comitês internos e programa de melhorias e integração setorial, um importante diferencial desse processo é a participação de funcionários selecionados das áreas médica e administrativa, que recebem capacitação para atuarem como auditores internos. Esse engajamento dos colaboradores trouxe melhorias ao processo de qualificação. A empresa conta ainda com a comissão operacional, que periodicamente debate os indicadores de qualidade, envolvendo a diretoria e o grupo executivo.

Entre as melhorias implantadas recentemente, destacam-se o aperfeiçoamento da autonomia para resolução de problemas e facilidades nos processos, como reembolso disponível nos canais digitais (site e aplicativo), além de melhora na comunicação aos beneficiários, com divulgação de cartilhas, manuais atualizados e informações úteis sobre serviços e produtos. Ao todo, foram avaliados 147 itens, contemplando desde gestão de serviços de saúde, satisfação dos segurados até programas de gerenciamento de doenças e promoção da saúde.

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro 229

Inscrições estão abertas no site da instituição

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro
Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro

As primeiras aulas da Universidade Aconseg, criada pela Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Organizacional e Humano (IndoRH), começam já em fevereiro.

O curso que abrirá a temporada inicial de 2019 é para Inspetores de Assessoria de Seguros, seguido por Introdução ao Seguro para Iniciantes, Básico de Seguros, Seguro Saúde Suplementar, Seguro de Vida, Gestão de Equipe e Liderança, Seguro Auto, que iniciam em março. A lista completa está disponível neste endereço.

O reitor da Universidade e presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, acredita que os cursos “contribuirão positivamente para o desenvolvimento e qualificação dos corretores e funcionários das assessorias e corretoras de seguros”.

Líderes de seguradoras parceiras fizeram questão de registrar os cumprimentos à diretoria da associação pela ação pioneira. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, afirmou que “iniciativas como esta colaboram sobremaneira com o crescimento da indústria de seguros no Brasil”.

Para o vice-presidente comercial da SulAmérica, André Lauzana, trata-se de um “marco histórico para o mercado segurador”, enquanto o diretor executivo da Bradesco Seguros, Leonardo de Freitas, acredita que a nova instituição poderá contribuir para transformar o corretor no multirramo.

Antonio Carlos Melo Costa, da HDI Seguros, classifica a criação da Universidade Corporativa como uma demonstração do quanto as assessorias estão preocupadas com o desenvolvimento dos corretores de seguros e, consequentemente, com o mercado. “Iniciativa alinhada com o atual momento de mudanças aceleradas, que requer profissionais 100% atualizados”, elogiou.

Já Marcelo Dias dos Santos, gerente da filial RJ da Sompo Seguros, afirmou ser “fantástico ver a evolução da Aconseg-RJ nessa nova gestão”, agradecendo por mais uma atividade positiva, que tornará os projetos mais fáceis de serem executados. ”Com a Universidade Corporativa, a Aconseg vai desenvolver e aprimorar muitos profissionais de seguros”, finalizou.

Robson Tricarico, da Suhai Seguradora, também parabenizou a entidade pela “excelente e criativa iniciativa”. “O mercado segurador só tem a ganhar com isso”, manifestou-se ainda Leila Nogueira, da Amil, desejando sucesso nesse movimento em prol da evolução do setor e dos profissionais que nele atuam.

Segundo Baeta Neves, “isso demonstra não só que a iniciativa da Aconseg-RJ foi acertada, como conta com o apoio de todas as partes envolvidas nas operações realizadas pelas assessorias”.