A revolução no mercado de seguros 982

Mesmo com o advento de novas tecnologias, elemento humano ainda é parte importante do processo de contratação

Os internautas de São Paulo são os que mais pesquisam o termo “seguros” no Brasil, de acordo com o Google Trends. O levantamento abrange consultas desde 2004 aos dias atuais.

Quando elevamos a escala em nível global podemos perceber o quanto ainda existe espaço para desenvolvimento do mercado de seguros no Brasil. A Argentina, por exemplo, registra mais do que o dobro de pesquisas sobre o assunto. A Venezuela, em grave situação econômica, tornou-se o país latino-americano que mais procura conhecer este setor através da web.

Porto Alegre é a sétima cidade brasileira onde mais são realizadas pesquisas. Estão à frente cidades como Santo André, Brasília e Joinville. Para Marcelo Blay, presidente da Minuto Seguros, o “boom” das pesquisas sobre corretoras de seguros não é uma surpresa. “As pessoas estão em busca de alternativas quando querem adquirir um produto ou serviço. Este comportamento é percebido em diversas indústrias, sejam de bens de consumo ou de serviço”, constata.

Com as vendas em crescimento, a Minuto Seguros chamou a atenção da Redpoint e.ventures, um fundo de investimento do Vale do Silício, na Califórnia, que passou a investir e apoiar a evolução da corretora. Formado em Engenharia pela Escola de Engenharia Mauá, com MBA em Finanças pela FGV e especialização na Columbia University (NY), Marcelo Blay trabalhou por 10 anos na Porto Seguro e foi vice-presidente (COO) da Itaú Seguros por seis. É Coordenador do Comitê de Tecnologia do Sindicato dos Corretores de São Paulo e Vice-Coordenador do Comitê de Seguros na Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

 Confira a entrevista realizada com o presidente da maior corretora de seguros multicanal do Brasil:

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    Marcelo Blay trabalhou por 10 anos na Porto Seguro e foi vice-presidente (COO) da Itaú Seguros por seis. Divulgação

    JRS: As corretoras de seguros são mais pesquisadas que as próprias companhias seguradoras, de acordo com o Google Trends. Isso é uma surpresa?

Marcelo Blay: Não acredito que seja uma surpresa, mas sim, uma constatação de que as pessoas estão em busca de alternativas quando querem adquirir um produto ou serviço. Este comportamento é percebido em diversas indústrias, sejam de bens de consumo ou de serviço.

Com o advento da internet, a informação ficou ao alcance de todos e os consumidores passaram a ter o poder da escolha e da comparação, de forma simples e descomplicada. Neste contexto, os corretores são vistos como os especialistas no tema dos seguros, isto é, os consultores que agem em prol do cliente na seleção da melhor oferta para sua necessidade específica. Pelo fato do seguro ser um produto financeiro relativamente complexo, intangível, geralmente com prazo de duração longo e com linguajar técnico muito peculiar, os consumidores se sentem amparados pelo corretor na tomada de decisão sobre qual seguradora escolher, sendo capazes de interpretar a necessidade do cliente, traduzindo-a numa combinação de coberturas, serviços, valor e seguradora mais adequada, maximizando a relação custo/benefício para o cliente.

  • JRS: Países em crise tendem a procurar mais informações sobre seguros?

MB: Em momentos de crise econômica e política, observamos dois fenômenos interligados. O primeiro deles é a suposição que momentos assim geram mais violência urbana, seja pelo aumento da criminalidade e/ou aumento de manifestações de rua, colocando o patrimônio pessoal em risco. O segundo fator é o aumento do desemprego. A perda de um bem de alto valor, como o caso de um automóvel, atrelado à perda do emprego, afeta o patrimônio individual significativamente. Em momentos de crise, o veículo é um ativo pessoal que pode ser transformado em liquidez para cobrir necessidades mais imediatas, portanto a busca por seguros se intensifica no sentido de ser um instrumento financeiro adequado à mitigação de risco.

  • JRS: São Paulo é referência no ramo segurador, mas alguns estados ainda não possuem uma forte cultura sobre o mercado de seguros. Como reverter isso?

MB: Realmente temos disparidades regionais com relação à penetração de seguros na economia. Este é um fenômeno conhecido, que se observa com relação a países também. Existem diversos estudos que correlacionam a renda com a participação da indústria de seguros no PIB: quanto maior o PIB per capita, maior o percentual de seguros na economia como um todo. Como temos grandes disparidades econômicas regionais no Brasil, observamos a mesma discrepância. As formas de reverter esta situação são várias. Obviamente, a retomada do crescimento econômico vem em primeiro lugar, seguida de melhor distribuição de renda. Paralelamente, temos a difusão da cultura do seguro, tão necessária em um país onde o nível educacional ainda deixa a desejar como um todo, o que dizer com relação à educação financeira, praticamente inexistente. Finalmente, o controle da inflação fecha o grupo de ações necessárias para que consigamos difundir a cultura securitária no país.

  • JRS: As corretoras online cada vez mais chamam a atenção dos consumidores. O setor de seguros vive uma revolução?

MB: O mercado de seguros, assim como todas as atividades econômicas, está passando por um momento interessante de mudanças. Temos visto várias indústrias sendo repensadas a partir do surgimento de novas tecnologias como o Airbnb desafiando a indústria hoteleira e o Uber na área de transporte de passageiros.

O que tem acontecido no mercado de seguros? Em geral, imagina-se que a revolução virá do lado da forma de distribuição, isto é, das vendas. Sem dúvida que esta passa por transformações, mas a complexidade dos produtos e a falta de conhecimento a respeito do seguro em si fazem com que o elemento humano ainda seja parte importante do processo de contratação. Até o Google, gigante do mundo da tecnologia decidiu interromper sua incursão no mundo da venda de seguros pela internet, pois chegou à conclusão que os clientes precisam de um apoio humano durante e após o processo de contratação, fugindo do conceito totalmente online da empresa.

O mercado brasileiro ainda está em uma fase muito embrionária em termos de aproveitamento de todo potencial que a tecnologia pode trazer quando em comparação com modelos de outros países. Atualmente, temos basicamente processos de cotação, transmissão e poucas outras operações via webservice. Se as seguradoras conseguissem integrar os sistemas de suporte à venda (como vistoria prévia, transmissão e emissão, por exemplo) e de pós-venda (endosso, sinistro e resolução de inúmeras pendências), teríamos uma grande redução de custo operacional, tanto do lado das seguradoras, como das corretoras. Essa economia poderia ser revertida para preço, transferindo o benefício para os consumidores, permitindo que mais clientes tenham recursos para comprar o produto, ampliando ainda mais o mercado e favorecendo ganhos de escala. Isso por si só seria revolucionário.

  • JRS: Qual o tipo de seguro mais contratado na Minuto Seguros? A que atribui este resultado?

MB: Nossas vendas na Minuto Seguros refletem o que acontece como um todo na indústria de seguros. Vendemos praticamente todos os produtos para pessoa física (automóvel, residencial, vida individual, viagem, equipamentos portáteis, etc.), bem como aqueles para as pequenas e médias pessoas jurídicas (patrimoniais, saúde e odontológico empresarial, vida em grupo, etc.). A distribuição das vendas destes produtos se dá na mesma proporção que observamos nas estatísticas do setor: para pessoa física a liderança disparada é ocupada pelo seguro de auto e na jurídica pelo seguro saúde empresarial.

  • JRS: Como a crise brasileira afetou as atividades da empresa?

MB: A crise afetou o poder de compra do brasileiro. Percebemos que o prazo para a decisão de compra se ampliou, bem como a busca de maior parcelamento para os pagamentos. A pressão por descontos se intensificou acentuadamente também. A crise fez com que buscássemos redução de despesas e otimização operacional, dado que, para manter sua participação de mercado, muitas seguradoras reduziram seus preços e os consumidores pressionaram por redução de preços, comprimindo as margens das corretoras.

  • JRS: A tecnologia auxilia na disseminação dos produtos do setor de seguros?

MB: Não acredito que a tecnologia auxilie diretamente na disseminação dos produtos de seguros. Entendo que a tecnologia seja um fator crítico para simplificação de processos e redução de tempo das diversas atividades específicas, desde a cotação até a indenização, sem deixar de citar questões ligadas à precificação e subscrição de riscos. O processamento de grandes bases de dados (big data) permite uma grande sofisticação na análise de riscos, sinistros e fraudes. Acredito que o conjunto destas atividades impactadas pela tecnologia contribua para economias e ganhos de escala para as seguradoras que podem ser convertidos em preços mais competitivos, ajudando a ampliar a base de clientes. Desta forma, indiretamente, a tecnologia ajuda a aumentar o leque de consumidores de seguros.

  • JRS: Quais ações da Minuto Seguros podemos esperar para o final de 2016?

MB: Estamos focados na busca de melhorias operacionais. O momento clama por uma grande revisão de processos para a busca de otimização e simplificação das tarefas. A redução do custo operacional é imperativo para enfrentar a situação de compressão de margens a aumento de despesas em função de inflação e perda do poder aquisitivo dos clientes, sem comprometer a excelência na prestação de serviços.

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Comissão da Mulher do CCS-RJ promove evento 170

Comissão da Mulher do CCS-RJ promove evento

Tudo acontece nesta terça-feira, 19

A Comissão da Mulher do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) vai promover, nesta terça-feira, dia 19 de março, um evento para registrar o Dia Internacional da Mulher. As corretoras associadas vão se encontrar na sede da entidade para um café da manhã, bate papo sobre bem estar no ambiente de trabalho e um curso de automassagem para alívio do estresse com a terapeuta Shanti Braga.

Confira a programação completa:

9h café

9h30 Palestra de abertura: Inteligência emocional – Como lidar com as emoções no trabalho, com Sonia Marra

10 às 11h30 Curso de Automassagem para alívio do estresse, com a terapeuta Shanti Braga

Objetivos

  1. Promover a saúde e bem estar da mulher
  2. Guia para realização da automassagem
  3. Brindes: kit de cristais para harmonia

Reforma da Previdência é tema de palestra 171

Reforma da Previdência é tema de palestra

Evento será conduzido por Carlos Heitor Campani e Fábio Garrido, pesquisadores da Escola e do Coppead-UFRJ

Na próxima quinta-feira, 21 de março, a Escola Nacional de Seguros promoverá, no Rio de Janeiro (RJ), a palestra “Reforma da Previdência em Detalhes e seus Desdobramentos no Mercado de Previdência Complementar”. O evento será conduzido por Carlos Heitor Campani e Fábio Garrido, pesquisadores da Escola e do Coppead-UFRJ.

O encontro contará ainda com a participação do presidente da Comissão de Produtos da FenaPrevi, João Batista Mendes Angelo. Os especialistas explicarão os principais pontos da proposta do Governo para a Reforma da Previdência, com foco no Regime Geral (RGPS), mostrarão os possíveis impactos da reforma e indicarão as melhores opções para os brasileiros que visam garantir uma aposentadoria tranquila.

A palestra terá início às 19h e, para mais informações, os interessados devem acessar este site, onde também podem ser feitas inscrições gratuitas. As vagas são limitadas. A palestra também será transmitida ao vivo, por meio deste link.

Pós-graduação

A previdência será um dos temas de maior destaque neste ano no mercado e na Escola. Em São Paulo (SP), a Instituição ministrará a pós-graduação Previdência Complementar Aberta, que terá início dia 20 de maio e visa apresentar informações sobre o funcionamento, aspectos jurídicos, operações e riscos do mercado de previdência privada.

O investimento é de 5 parcelas de R$ 772,65 e, para participar, é necessário graduação completa ou incompleta, desde que haja experiência comprovada no mercado de seguros, a ser avaliada por análise curricular e entrevista com a coordenação do curso.

As matrículas devem ser efetuadas neste site, onde outros detalhes estão disponíveis.

Vice-governador apresenta detalhes do plano RS Seguro 186

Vice-governador apresenta detalhes do plano RS Seguro

Ranolfo Vieira Jr. também é Secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul

Está tudo pronto para o primeiro almoço promovido pelo Sindicato das Seguradoras do Estado do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), que recebe o vice-governador e secretário de Segurança Pública na próxima quinta-feira. Ranolfo Vieira Jr. apresenta detalhes do Plano RS Seguro aos profissionais do setor em almoço especial, no Clube do Comércio de Porto Alegre (RS).

O valor para participar do encontro é R$ 70. As confirmações de presença devem acontecer até o dia 20 de março, no e-mail margareth.souza@sindsegrs.org.br. Informações adicionais podem ser obtidas pelos telefones (51) 3221-4433 e (51) 3221-4960.

Programa Seguro Sem Mistério estampa nova ação do JRS em Porto Alegre 372

Atração de TV chega a mais de 21 cidades do RS; Campanha reforça presença do JRS no Estado

Programa Seguro Sem Mistério estampa nova ação do JRS em Porto Alegre
Programa Seguro Sem Mistério estampa nova ação do JRS em Porto Alegre

Em um percurso de mais de 200km diário será divulgada a marca do programa Seguro Sem Mistério nas ruas do Rio Grande do Sul. Em ação especial, JRS reforça presença no Estado, divulgando a atração veiculada em mais de 21 cidades do Rio Grande do Sul, através dos canais 520 e 526 da NET.

A apresentadora e editora-chefe da agência de comunicação, Júlia Senna, estampa a nova peça publicitária. O programa Seguro Sem Mistério na TV vai ao ar em edição inédita todos os domingos, a partir das 11h30min. Nas segundas e terças, o programa vai ao ar a partir das 13h30min. Já nas quintas, o SSM é apresentado a partir das 16h30min. Às sextas, a atração vai ao ar a partir das 9h e aos sábados, a partir das 14h.

Com quase 15 anos no ar, o programa traz diversas entrevistas em conteúdos especiais produzidos pelos jornalistas do JRS. No verão, uma campanha especial chamou a atenção dos veranistas e reuniu diversos players e especialistas do setor de seguros durante toda a temporada. Com direção geral de Jota Carvalho, apresentação de Júlia Senna, reportagens de William Anthony, imagens de Matheus Pé e edição de Filipe Tedesco, o programa é referência nacional em informações sobre o mercado de seguros, previdência e capitalização.

Além dos horários especiais de apresentação na televisão, o Seguro Sem Mistério conta com edições na íntegra no canal do JRS no YouTube e na seção de vídeos da página oficial do JRS no Facebook.

Principais dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda 298

Principais dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda

Agora é possível corrigir questões em até 24h após submissão de formulário

Até o dia 30 de abril, os contribuintes devem informar à Receita Federal seus rendimentos referentes ao exercício de 2018. Qualquer erro ou omissão de informações pode fazer com que o declarante caia na malha fina. Além disso, a multa para aqueles que não fizerem a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74.

Entre as novidades deste ano, está a obrigatoriedade de declaração do CPF de dependentes e a possibilidade de saber se o formulário enviado entrou na malha fina em cerca de 24 horas e, posteriormente, corrigi-lo. Com o objetivo de auxiliar no processo de declaração do Imposto de Renda, Davidson Souza, professor de Ciências Contábeis do Centro Universitário FMU, integrante da rede internacional de universidades Laureate, esclarece as principais dúvidas sobre o tema.

  1. Quais documentos preciso ter para fazer a declaração?

Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores; informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão etc.; informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de instituições jurídicas; informações e documentos de outras rendas recebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras; – resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão; – DARFs (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) do carnê-leão.

  1. Perdi o recibo da última declaração. O que eu faço?

É possível gerar um código de acesso junto ao Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal da FMU, ou comparecer em uma das unidades da Receita Federal, ou ainda, por meio de certificado digital.

  1. Quem paga aluguel pode abater imposto?

Os valores declarados a título de aluguel não serão dedutíveis, apenas compõem o hall de possibilidades de pagamentos a serem informados à Receita Federal.

  1. Devo declarar a herança que recebi?

Todo o acréscimo patrimonial acima de R$ 300.000,00 deve obrigatoriamente ser informado, embora sejam incentivados a declaração de bens em valores inferiores.

  1. Peguei um empréstimo no banco o ano passado, devo declarar essa quantia?

Todo e qualquer empréstimo deve ser lançado em aba própria como dívidas e ônus reais, respeitado o código interno do programa do imposto de renda

  1. Tenho que pagar Imposto de Renda na venda de imóvel?

Depende. Deve ser apurado primeiramente se houve ou não ganho de capital, sendo este a diferença positiva entre o valor que comprou e que alienou determinado bem. Para tanto, recomenda-se a utilização de programa da RFB denominado de Ganho de Capital para, posteriormente, ser importado para o programa de ajuste anual.

  1. Quem pode ser meu dependente?

Basicamente, filhos e enteados, esposa ou companheira no qual conviva há mais de 5 anos ou com quem tenha filhos. Também enteados e filhos com até 24 anos, desde que frequentem o ensino superior, dentre outros casos previstos na lei.

  1. Quais gastos abatem Imposto de Renda?

Aqueles relativos à saúde (médico, dentista, etc.), desde que comprovados documentalmente, gastos com educação (ensino fundamental 1, 2, médio e curso de graduação e pós-graduação), entre outros.

  1. Onde informo meu financiamento?

Na aba dívidas e ônus reais.

  1. Posso atualizar o valor do meu imóvel?

Não. Deve ser mantido o valor de aquisição, sendo permitido apenas a integração de outros valores desembolsados relativos ao mesmo bem. Por exemplo: algum bem financiado.

  1. Estou morando fora do Brasil, preciso fazer a declaração?

Deve fazer a declaração de saída definitiva, respeitando as particularidades da legislação.

  1. Como faz para declarar carro e moto?

Ambos são informados como bens e direitos, em código próprio.

  1. Fui desligado da empresa, preciso declarar o valor da rescisão?

A rescisão deve ser declarada de acordo com o informe. Constitui um rendimento isento.

  1. Sou casado (a). Preciso fazer declaração conjunta?

Depende. O programa permite que faça tanto apartado quanto de forma conjunta. É recomendável que o contribuinte simule a forma mais benéfica.

Entre 18 de março e 26 de abril, estudantes do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário FMU auxiliarão o público gratuitamente no preenchimento e envio da declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física de 2019.  Os atendimentos acontecerão com a supervisão de professores e apoio técnico de profissionais da Receita Federal do Brasil. O serviço é gratuito e aos interessados solicita-se apenas a doação de 2 kg de alimento não perecível, que serão doados a entidades assistenciais.

Orientação gratuita para a declaração de Imposto de Renda

Centro Universitário FMU
Data: entre 18 de março e 26 de abril
Horário: das 16h30min às 18h30min
Campus: Avenida da Liberdade, 749 – Térreo –  Global Office / NAF
Contribuição: 2 kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar)