Nelson Wedekin questiona medidas de ex-superintendente da Susep 1141

Ex-presidente do Grupo Aplub escreveu carta aberta a Roberto Westenberger

Em carta aberta, o ex-presidente do Grupo Aplub, Nelson Wedekin, questiona medidas de intervenção adotadas na companhia pelo ex-superintendente da Superintendência de Seguros Privados, Roberto Westenberger.

No texto, Wedekin refuta afirmações feitas pelo ex-superintendente de que intervenção é uma medida normal, que não causa efeitos ou prejuízos. “Como se a intervenção não fosse a ante-sala da liquidação”, escreveu.

Ele também contesta os motivos que levaram a Susep a intervir imediatamente na Aplub, mesmo com a companhia apresentando plano de recuperação. “O senhor não prestou a menor atenção aos propósitos elevados, à firme disposição e aos sólidos fundamentos dos planos de recuperação apresentados. Talvez nem tenha percebido que o primeiro deles tinha como valor básico de R$ 89 milhões, uma estimativa realista da própria Susep”, diz.

Em sua carta de despedida, Westenberger afirmou que todas as medidas adotadas em sua gestão teriam sido em prol dos consumidores. Wedekin defende que não foi o caso da Aplub. “O senhor e a Susep deixaram à deriva, em mar crispado, 30 mil associados e seis mil beneficiários da Aplub, quando tinham à mão um barco salva-vidas, capaz de, no mínimo, só com os recursos já em poder da autarquia e de outros que seriam aportados, dar uma sobrevida de três ou quatro anos à entidade, se tudo corresse mal, e da permanência por tempo indefinido, se as coisas se desdobrassem com razoável normalidade”, destaca.

Procurado pela redação do Grupo JRS, Roberto Westenberger não se manifestou sobre as considerações de Wedekin acima citadas.

Confira a carta de Nelson Wedekin na íntegra: 

Porto Alegre – RS, 25 de julho de 2016.

Sr. Roberto Westenberger
ex-Superintendente da SUSEP
Rio de Janeiro – RJ

Senhor:

Escrevo-lhe na qualidade de ex-presidente do grupo APLUB (até agosto de 2013) e de associado daquela instituição.

A sua carta de despedida da SUSEP, afinal, esclarece as razões verdadeiras da intervenção na Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil-APLUB, uma entidade que em 51 anos de existência e até o dia de hoje nunca atrasou nenhum pagamento dos seus atuais seis mil beneficiários mensais, de salários, de fornecedores, de obrigações tributárias, sociais e trabalhistas.

Já havia estranhado uma declaração anterior sua, de que, na dúvida, propunha a intervenção na companhia ou entidade. É um disparate e tanto. Só uma pessoa muito desavisada seria capaz de enunciá-la. Um profissional ginasiano do mercado saberia que é exatamente o inverso: é preciso ter definitiva certeza da situação insanável da entidade para – só depois – aplicar o remédio extremo. Aplicado antes, na dúvida, pode matar o paciente.

Em reunião no Rio, com a APLUB, o senhor causou outro susto, ao afirmar, en passant, tal como faria um iniciante no mercado, que a intervenção é uma medida normal, que não causa maior efeito ou prejuízo – como se a intervenção não fosse a ante-sala da liquidação.

Mas a sua carta de despedida demonstra que não se tratava de desconhecimento, mas de intenção, quando enfatiza “a ação peremptória na liquidação de empresas que não mais reúnem capacidade econômica-financeira para seguir operando”. Até estaria bem, se antes esgotassem fórmulas e possibilidades de recuperação de uma empresa em tal situação.

Mas a ação confessada era peremptória, isto é, terminante e decisiva, como ensina o dicionário. O senhor estava lá para liquidar as companhias, que a seu juízo, ou a juízo da SUSEP, não detinham mais condições de permanecer no mercado.

Dá para entender, perfeitamente, porque a APLUB, depois de seis meses de direção fiscal, teve de um dia para o outro, em dezembro, decretada a sua intervenção, mesmo apresentando um plano de recuperação mais do que viável, com aporte imediato de recursos (R$ 15 milhões de reais, que estão no caixa da APLUB até hoje) e com a promessa de adicionar mais outros R$ 50 milhões em 60 dias, dentre os quais ativos oferecidos por ex-diretores e ex-conselheiros da entidade, o que era uma prova insofismável da seriedade de nossas intenções.

O senhor não prestou a menor atenção aos propósitos elevados, à firme disposição e aos sólidos fundamentos dos planos de recuperação apresentados. Talvez nem tenha percebido que o primeiro deles tinha como valor básico de R$ 89 milhões, uma estimativa realista da própria SUSEP. Em reunião que o senhor presidiu no Rio, no fim de novembro de 2015, nos foram cobradas, da forma mais ríspida, uma série de providências e aportes, como se a SUSEP tivesse aprovado o plano inicial. Cumprimos as exigências em dois dias, mas era um blefe, tentando nos tomar os recursos que havíamos oferecido, sem entretanto levantar a intervenção.

Talvez surpresos com a nossa pronta e firme disposição de dar uma solução de qualidade para a APLUB, a autarquia adotou práticas deletérias. Primeiro, enviando sinais trocados, alternando o mau humor da citada reunião do Rio com uma atitude de certa compreensão, de que a liquidação não era o propósito, como o senhor repetiu tantas vezes a interlocutores nossos. Enquanto isso, em Porto Alegre a interventoria cumpria (e continua cumprindo até hoje) a tarefa de acelerar o esforço cerebrino, inaudito, sistemático, sem abrir exceção, de expurgar bens e ativos, de retirar-lhes valor e de inchar nossos passivos. Se o método utilizado no caso da APLUB, de calcular e refazer contas e valores for usado para todas as instituições do mercado, não sobrará nenhuma para contar a história.

E enquanto acenava com a possibilidade de se alcançar um ajuste seguro e elevado, da noite para o dia, na undécima hora, no dia 17 de dezembro, na última reunião do ano do Conselho Diretor – depois a SUSEP entrou em férias coletivas de final de ano – decretou a intervenção.

Desculpe, senhor Roberto, mas não é assim que fazem pessoas honestas, e mais ainda, servidores e agentes públicos. Mas o senhor fez, a entidade da qual era superintendente fez, sem a menor complacência, como se tudo fosse normal.

A intervenção era “peremptória”, isto é, de caso pensado, visando a liquidação. O voto das razões da medida foi redigido somente depois, ficou secreto por mais de 25 dias. E o senhor se gaba de uma “nova SUSEP”!

No voto conhecido somente 25 dias depois, descobrimos que o valor da insuficiência da entidade não era de R$ 89 milhões de reais, a primeira conta da SUSEP, mas de R$ 137 milhões. Com a ação frenética em curso na sede da entidade, de reduzir e expurgar ativos e de inflar passivos, em pouco tempo, duas semanas se tanto, o valor já estava acima da casa dos R$ 200 milhões de reais! A cada um desses valores formulamos planos, revisamos valores, buscamos soluções possíveis.

O senhor afirma, na sua despedida, que todas as ações e medidas tomadas na sua gestão, foram em prol dos consumidores. Não no caso da APLUB. O senhor e a SUSEP deixaram à deriva, em mar crispado, 30 mil associados e seis mil beneficiários da APLUB, quando tinham à mão um barco salva-vidas, capaz de, no mínimo, só com os recursos já em poder da autarquia e de outros que seriam aportados, dar uma sobrevida de três ou quatro anos à entidade, se tudo corresse mal, e da permanência por tempo indefinido, se as coisas se desdobrassem com razoável normalidade.

É inacreditável que não tenha ocorrido ao senhor, a algum diretor ou alto comissário da SUSEP, a ideia simples de que com os valores já aportados e a aportar no curto prazo, haveria uma redução do risco e do prejuízo dos associados e dos beneficiários da APLUB, em alguns milhões de reais – algo na ordem dos R$ 75 milhões de reais. Mas porque argumento tão elementar e verdadeiro iria sensibilizar, se a intenção era “peremptória”?

O senhor reclama, na sua carta de “pressões” políticas que recebeu. É interessante. Para a nomeação se busca o apoio dos políticos. Quando eles, os políticos, fazem pedidos (ao menos, e com certeza no nosso caso) plenamente legais, razoáveis e republicanos, se diz que é “pressão”. E de quem o senhor sofreu pressão para a intenção “peremptória” de liquidação? Das grandes empresas e conglomerados do setor? No caso da APLUB, dos escalões gerenciais e intermediários da autarquia, que não gostam de entidades sem fins lucrativos, mesmo que a lei complementar tenha assegurado a sua existência e funcionamento?

Desculpe de novo, senhor Roberto, para dizer o mínimo é patético, ocupar um posto da relevância da superintendência da SUSEP e se queixar de “pressão”.

Se queixa também o senhor de ameaças sofridas. Nossas é que não foram, porque ameaças não fazem parte de nosso estilo e repertório. Do que somos contrários, contra o que nos insurgimos, o que achamos abusivo e ilegal, ou apresentamos argumentos visando uma solução consensual (no que nunca fomos bem sucedidos com a SUSEP) ou fazemos o que se costuma fazer no Estado Democrático de Direito: recorremos à Justiça.

(A SUSEP, em amplos setores internos, detesta ser contrariada e não gosta de cumprir decisões judiciais. E não se exime de retaliar quando perde – o que é comum – na Justiça. Mudar tal atitude – eis aí o que seria, sim, um grande ato de gestão. Mas certamente isso não lhe passou pela cabeça).

O que eu pretendo com esta carta, Dr. Roberto? Nada, a não ser o registro necessário. Continua em curso a ação “peremptória”. Os negócios da APLUB estão paralisados, os passivos da entidade estão inchados de forma artificial e desproporcionada, os ativos desidratados. Prossegue o empenho de “enquadrar” a entidade na situação de insolvência, para levá-la à liquidação. Nem reajustes previstos em contratos a interventoria se dignou aplicar, abrindo mão de forma temerária e displicente, de receitas que a APLUB não pode dispensar. A interventoria cumpre com aplicação e brilho o desiderato sinistro.

Lembro-lhe, para finalizar, que não convivemos, o senhor como superintendente da SUSEP e eu como dirigente da APLUB ou de empresa do grupo. Quando o senhor entrou, eu já havia saído em agosto de 2013. A questão não é pessoal, mas institucional.

Desejo que o senhor tenha saúde, seja feliz e bem sucedido. Costumo relevar o mal que me fazem ou que nos fazem. Nós, humanos, não somos perfeitos. Mas, como disse acima, fique o registro.

Nelson Wedekin
Associado e ex-presidente do grupo APLUB

HDI Seguros apoia a 4ª etapa da Hyundai Copa HB20 771

Rubens Oliboni é Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul / Divulgação

Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, vai sediar as provas da competição

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, estará na pista do Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, no próximo final de semana, dias 17 e 18 de agosto. A seguradora é patrocinadora da Hyundai Copa HB20 e endossa o seu apoio à nova categoria do automobilismo brasileiro.

“Temos muito orgulho de receber a competição em nosso estado, especialmente pelo perfil dela, que dá igualdade de condições a todos os competidores”, destaca Rubens Oliboni, Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul. “Os pilotos têm a mesma possibilidade de vencer e o conceito por trás disso, que é a prevalência do lado humano sobre a máquina, é algo em que acreditamos”, reforça o executivo.

A primeira prova das categorias HB20 Pro e HB20 Super, que compõem a competição, será realizada no sábado (17), enquanto a segunda, ocorre no dia seguinte. Depois de ter 100% de aproveitamento na última etapa e vencer as duas corridas do final de semana, o piloto Raphael Abbate é o líder da HB20 Pro, com 87 pontos. Na HB20 Super, a primeira posição está com Luciano Viscardi, que acumula 93 pontos.

A competição será transmitida ao vivo pelo canal Band Sports e também pelas redes sociais. O calendário de provas deve acompanhar o da Copa Truck. Confira:

  • 4ª etapa – Santa Cruz do Sul/RS – dia 17 e 18 de agosto
  • 5ª etapa – Cascavel/PR – dia 5 e 6 de outubro
  • 6ª etapa – Velopark/RS – dia 26 e 27 de outubro
  • 7ª etapa – Goiânia/GO – 23 e 24 de novembro
  • 8ª etapa – São Paulo/SP – dia 7 e 8 de dezembro

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes 571

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes

Acordo conta com 97 países signatários

O PDL 98/2019 formaliza a adesão do Brasil ao Protocolo de Madrid, que busca desburocratizar o registro internacional de marcas. O acordo já conta com 97 países signatários, responsáveis por mais de 80% do comércio mundial. O Protocolo tende a ter impacto econômico considerável, com maior atratividade para investimentos no Brasil e abertura de novos negócios. A previsão de início do protocolo no Brasil é em outubro de 2019 e há a expectativa de que a medida facilitará o depósito de marcas internacionais no País e de marcas brasileiras no exterior.

Já o Plano de Combate ao Backlog de Patentes prevê solucionar a fila de exame de patentes em dois anos. É baseado em mudanças de procedimentos do INPI e tende a ter impacto no desenvolvimento de tecnologias nacionais e também no investimento de empresas estrangeiras, que costumam enxergar o atraso na análise das patentes como um obstáculo ao lançamento de produtos no Brasil

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019 387

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019

Área obteve um desempenho médio acima do mercado, que teve aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas

No primeiro semestre de 2019, a MAPFRE Consórcios, empresa associada à BR Consórcios, mais que dobrou a venda de cartas de crédito para o segmento de serviços. Na comparação com o mesmo período no ano passado, os negócios da companhia apresentaram um crescimento de 23% na venda de consórcios nos segmentos de automóveis, imóveis, motocicleta, maquinários e outros serviços como viagens, casamento, entre outros.

Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o setor encerrou o primeiro semestre do ano com aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas, alcançando 1,40 milhão em comparação ao mesmo período de 2018, quando totalizou 1,22 milhão.

Divulgação
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Durante os seis primeiros meses do ano, a companhia teve um crescimento nas cotas de crédito comercializadas, sendo de 39% para automóveis, 6% em imóveis e 156% para serviços. “O consórcio é uma modalidade de crédito bem abrangente e com valores acessíveis para qualquer faixa salarial”, comenta Patricia Siequeroli, diretora da MAPFRE Consórcios.

A MAPFRE Consórcios atribui o bom desempenho a seu portfólio diversificado, otimização no trabalho de apoio e suporte, e foco aos clientes, especialmente, por meio da inclusão de novos produtos no portfólio da companhia. “Em maio, começamos a comercializar consórcios para aquisição de imóveis no exterior. Com isso, ampliamos nossa expectativa de gerar ainda mais negócios ao longo do ano”, afirma Patricia.

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário 507

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário

Encontro acontece no dia 22 de agosto com duas temáticas

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O próximo workshop do Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) será realizado no dia 22 de agosto e terá dois temas bem diferentes: “Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário”. O evento – que conta com apoio da Buonny, Guep, Grupo Fox, Grupo Golden Sat e Munich Re – tem como objetivo promover o desenvolvimento da cultura de gestão de riscos e seguros no Brasil, e capacitar trabalhadores desses segmentos.

A primeira palestra será sobre “Lei Geral de Proteção de Dados, os Impactos no Mercado de Seguro e Transporte de Carga”. Quem apresentará esse painel será Márcia Cicarelli, sócia da área de Seguros e Resseguros do Demarest. Mestre em Direito Civil pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Seguros e Resseguros (FGV), com experiencia em todos os ramos do segmento de seguros, além de atuação docente em Direito Civil, PUC-SP, professora convidada da USP e Direito Securitário Funenseg para seguros e resseguros.

O segundo painel abordará “Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário – Riscos Intrínsecos da Operação e Desafios do Setor”. O palestrante será Christian Smera, sócio administrador da Smera-BSI Claims Group, advogado e regulador militante no segmento de avarias marítimas. Ele também é membro correspondente da Associação Mundial dos Reguladores de Avarias Marítimas e parceiros institucionais do escritório jurídico MCLG.

Serviço:

Data: 22 de agosto de 2019
Horário: 08h30 às 12h30
Local: São Paulo Center
Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1088/1100 – Cidade Jardim
Investimento: R$ 80 para sócios / R$ 100 para não sócios
Mais informações: neste endereço.

SulAmérica integra o índice FTSE4Good da bolsa de valores de Londres pelo terceiro ano consecutivo 507

Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica / Divulgação

Seguradora apresentou desempenho acima da média no setor

A SulAmérica foi confirmada novamente no FTSE4Good, reconhecido como um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade e que tem como base dados domínio público, tais como relatórios financeiros e de sustentabilidade, atendendo aos rígidos critérios de seleção que analisam cerca de 300 indicadores diversos.

O FTSE4Good é aferido pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. Ele é composto por empresas com fortes práticas ASG (ambiental, social e de governança) e norteia uma ampla variedade de participantes do mercado para criar e avaliar fundos de investimento responsáveis e outros produtos.

Com base na pontuação obtida, a companhia apresentou desempenho acima da média comparado ao setor de seguros e do país.

“Nosso desempenho, traduzido em um índice extremamente importante, demonstra que nossas políticas e processos, pautados nos critérios ASG, conduz a SulAmérica para uma solidificação da marca cada vez maior, sendo reconhecida tanto pela sustentabilidade nos negócios quanto no impacto positivo que causa na sociedade”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da seguradora, Tomás Carmona.

Tomás, que também é membro do conselho do PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros) – programa das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo servir como um framework para analisar riscos e oportunidades ambientais, sociais e de governança corporativa para a indústria de seguros global -, acredita que a integração no índice é um atrativo para investidores.