Nelson Wedekin questiona medidas de ex-superintendente da Susep 936

Ex-presidente do Grupo Aplub escreveu carta aberta a Roberto Westenberger

Em carta aberta, o ex-presidente do Grupo Aplub, Nelson Wedekin, questiona medidas de intervenção adotadas na companhia pelo ex-superintendente da Superintendência de Seguros Privados, Roberto Westenberger.

No texto, Wedekin refuta afirmações feitas pelo ex-superintendente de que intervenção é uma medida normal, que não causa efeitos ou prejuízos. “Como se a intervenção não fosse a ante-sala da liquidação”, escreveu.

Ele também contesta os motivos que levaram a Susep a intervir imediatamente na Aplub, mesmo com a companhia apresentando plano de recuperação. “O senhor não prestou a menor atenção aos propósitos elevados, à firme disposição e aos sólidos fundamentos dos planos de recuperação apresentados. Talvez nem tenha percebido que o primeiro deles tinha como valor básico de R$ 89 milhões, uma estimativa realista da própria Susep”, diz.

Em sua carta de despedida, Westenberger afirmou que todas as medidas adotadas em sua gestão teriam sido em prol dos consumidores. Wedekin defende que não foi o caso da Aplub. “O senhor e a Susep deixaram à deriva, em mar crispado, 30 mil associados e seis mil beneficiários da Aplub, quando tinham à mão um barco salva-vidas, capaz de, no mínimo, só com os recursos já em poder da autarquia e de outros que seriam aportados, dar uma sobrevida de três ou quatro anos à entidade, se tudo corresse mal, e da permanência por tempo indefinido, se as coisas se desdobrassem com razoável normalidade”, destaca.

Procurado pela redação do Grupo JRS, Roberto Westenberger não se manifestou sobre as considerações de Wedekin acima citadas.

Confira a carta de Nelson Wedekin na íntegra: 

Porto Alegre – RS, 25 de julho de 2016.

Sr. Roberto Westenberger
ex-Superintendente da SUSEP
Rio de Janeiro – RJ

Senhor:

Escrevo-lhe na qualidade de ex-presidente do grupo APLUB (até agosto de 2013) e de associado daquela instituição.

A sua carta de despedida da SUSEP, afinal, esclarece as razões verdadeiras da intervenção na Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil-APLUB, uma entidade que em 51 anos de existência e até o dia de hoje nunca atrasou nenhum pagamento dos seus atuais seis mil beneficiários mensais, de salários, de fornecedores, de obrigações tributárias, sociais e trabalhistas.

Já havia estranhado uma declaração anterior sua, de que, na dúvida, propunha a intervenção na companhia ou entidade. É um disparate e tanto. Só uma pessoa muito desavisada seria capaz de enunciá-la. Um profissional ginasiano do mercado saberia que é exatamente o inverso: é preciso ter definitiva certeza da situação insanável da entidade para – só depois – aplicar o remédio extremo. Aplicado antes, na dúvida, pode matar o paciente.

Em reunião no Rio, com a APLUB, o senhor causou outro susto, ao afirmar, en passant, tal como faria um iniciante no mercado, que a intervenção é uma medida normal, que não causa maior efeito ou prejuízo – como se a intervenção não fosse a ante-sala da liquidação.

Mas a sua carta de despedida demonstra que não se tratava de desconhecimento, mas de intenção, quando enfatiza “a ação peremptória na liquidação de empresas que não mais reúnem capacidade econômica-financeira para seguir operando”. Até estaria bem, se antes esgotassem fórmulas e possibilidades de recuperação de uma empresa em tal situação.

Mas a ação confessada era peremptória, isto é, terminante e decisiva, como ensina o dicionário. O senhor estava lá para liquidar as companhias, que a seu juízo, ou a juízo da SUSEP, não detinham mais condições de permanecer no mercado.

Dá para entender, perfeitamente, porque a APLUB, depois de seis meses de direção fiscal, teve de um dia para o outro, em dezembro, decretada a sua intervenção, mesmo apresentando um plano de recuperação mais do que viável, com aporte imediato de recursos (R$ 15 milhões de reais, que estão no caixa da APLUB até hoje) e com a promessa de adicionar mais outros R$ 50 milhões em 60 dias, dentre os quais ativos oferecidos por ex-diretores e ex-conselheiros da entidade, o que era uma prova insofismável da seriedade de nossas intenções.

O senhor não prestou a menor atenção aos propósitos elevados, à firme disposição e aos sólidos fundamentos dos planos de recuperação apresentados. Talvez nem tenha percebido que o primeiro deles tinha como valor básico de R$ 89 milhões, uma estimativa realista da própria SUSEP. Em reunião que o senhor presidiu no Rio, no fim de novembro de 2015, nos foram cobradas, da forma mais ríspida, uma série de providências e aportes, como se a SUSEP tivesse aprovado o plano inicial. Cumprimos as exigências em dois dias, mas era um blefe, tentando nos tomar os recursos que havíamos oferecido, sem entretanto levantar a intervenção.

Talvez surpresos com a nossa pronta e firme disposição de dar uma solução de qualidade para a APLUB, a autarquia adotou práticas deletérias. Primeiro, enviando sinais trocados, alternando o mau humor da citada reunião do Rio com uma atitude de certa compreensão, de que a liquidação não era o propósito, como o senhor repetiu tantas vezes a interlocutores nossos. Enquanto isso, em Porto Alegre a interventoria cumpria (e continua cumprindo até hoje) a tarefa de acelerar o esforço cerebrino, inaudito, sistemático, sem abrir exceção, de expurgar bens e ativos, de retirar-lhes valor e de inchar nossos passivos. Se o método utilizado no caso da APLUB, de calcular e refazer contas e valores for usado para todas as instituições do mercado, não sobrará nenhuma para contar a história.

E enquanto acenava com a possibilidade de se alcançar um ajuste seguro e elevado, da noite para o dia, na undécima hora, no dia 17 de dezembro, na última reunião do ano do Conselho Diretor – depois a SUSEP entrou em férias coletivas de final de ano – decretou a intervenção.

Desculpe, senhor Roberto, mas não é assim que fazem pessoas honestas, e mais ainda, servidores e agentes públicos. Mas o senhor fez, a entidade da qual era superintendente fez, sem a menor complacência, como se tudo fosse normal.

A intervenção era “peremptória”, isto é, de caso pensado, visando a liquidação. O voto das razões da medida foi redigido somente depois, ficou secreto por mais de 25 dias. E o senhor se gaba de uma “nova SUSEP”!

No voto conhecido somente 25 dias depois, descobrimos que o valor da insuficiência da entidade não era de R$ 89 milhões de reais, a primeira conta da SUSEP, mas de R$ 137 milhões. Com a ação frenética em curso na sede da entidade, de reduzir e expurgar ativos e de inflar passivos, em pouco tempo, duas semanas se tanto, o valor já estava acima da casa dos R$ 200 milhões de reais! A cada um desses valores formulamos planos, revisamos valores, buscamos soluções possíveis.

O senhor afirma, na sua despedida, que todas as ações e medidas tomadas na sua gestão, foram em prol dos consumidores. Não no caso da APLUB. O senhor e a SUSEP deixaram à deriva, em mar crispado, 30 mil associados e seis mil beneficiários da APLUB, quando tinham à mão um barco salva-vidas, capaz de, no mínimo, só com os recursos já em poder da autarquia e de outros que seriam aportados, dar uma sobrevida de três ou quatro anos à entidade, se tudo corresse mal, e da permanência por tempo indefinido, se as coisas se desdobrassem com razoável normalidade.

É inacreditável que não tenha ocorrido ao senhor, a algum diretor ou alto comissário da SUSEP, a ideia simples de que com os valores já aportados e a aportar no curto prazo, haveria uma redução do risco e do prejuízo dos associados e dos beneficiários da APLUB, em alguns milhões de reais – algo na ordem dos R$ 75 milhões de reais. Mas porque argumento tão elementar e verdadeiro iria sensibilizar, se a intenção era “peremptória”?

O senhor reclama, na sua carta de “pressões” políticas que recebeu. É interessante. Para a nomeação se busca o apoio dos políticos. Quando eles, os políticos, fazem pedidos (ao menos, e com certeza no nosso caso) plenamente legais, razoáveis e republicanos, se diz que é “pressão”. E de quem o senhor sofreu pressão para a intenção “peremptória” de liquidação? Das grandes empresas e conglomerados do setor? No caso da APLUB, dos escalões gerenciais e intermediários da autarquia, que não gostam de entidades sem fins lucrativos, mesmo que a lei complementar tenha assegurado a sua existência e funcionamento?

Desculpe de novo, senhor Roberto, para dizer o mínimo é patético, ocupar um posto da relevância da superintendência da SUSEP e se queixar de “pressão”.

Se queixa também o senhor de ameaças sofridas. Nossas é que não foram, porque ameaças não fazem parte de nosso estilo e repertório. Do que somos contrários, contra o que nos insurgimos, o que achamos abusivo e ilegal, ou apresentamos argumentos visando uma solução consensual (no que nunca fomos bem sucedidos com a SUSEP) ou fazemos o que se costuma fazer no Estado Democrático de Direito: recorremos à Justiça.

(A SUSEP, em amplos setores internos, detesta ser contrariada e não gosta de cumprir decisões judiciais. E não se exime de retaliar quando perde – o que é comum – na Justiça. Mudar tal atitude – eis aí o que seria, sim, um grande ato de gestão. Mas certamente isso não lhe passou pela cabeça).

O que eu pretendo com esta carta, Dr. Roberto? Nada, a não ser o registro necessário. Continua em curso a ação “peremptória”. Os negócios da APLUB estão paralisados, os passivos da entidade estão inchados de forma artificial e desproporcionada, os ativos desidratados. Prossegue o empenho de “enquadrar” a entidade na situação de insolvência, para levá-la à liquidação. Nem reajustes previstos em contratos a interventoria se dignou aplicar, abrindo mão de forma temerária e displicente, de receitas que a APLUB não pode dispensar. A interventoria cumpre com aplicação e brilho o desiderato sinistro.

Lembro-lhe, para finalizar, que não convivemos, o senhor como superintendente da SUSEP e eu como dirigente da APLUB ou de empresa do grupo. Quando o senhor entrou, eu já havia saído em agosto de 2013. A questão não é pessoal, mas institucional.

Desejo que o senhor tenha saúde, seja feliz e bem sucedido. Costumo relevar o mal que me fazem ou que nos fazem. Nós, humanos, não somos perfeitos. Mas, como disse acima, fique o registro.

Nelson Wedekin
Associado e ex-presidente do grupo APLUB

Corretoras gaúchas anunciam fusão ao mercado de seguros 394

Corretoras gaúchas anunciam fusão ao mercado de seguros

Empresas almejam abocanhar importante fatia de nichos e oferecer consultoria full service

As corretoras Abensur e Enris, instaladas no Rio Grande do Sul, anunciam ao mercado de seguros seu processo de fusão de operações. Além de sinergia operacional e estrutural, as empresas querem abocanhar uma importante fatia dos nichos de Benefícios, Responsabilidade Civil, Responsabilidade por Danos, Property e ainda oferecer consultoria full service na área de seguros.

A operação é assessorada pelo advogado Fabiano Zouvi, do escritório Souza Berger, e pelo Conselheiro das empresas, Daniel Blumenthal.

Cliente BB Seguros agora pode notificar sinistros rurais via aplicativo 227

Cliente BB Seguros agora pode notificar sinistros rurais via aplicativo

Nova funcionalidade do app permite comunicar e acompanhar em tempo real todas as etapas do processo de sinistro

Com o objetivo de levar mais mobilidade e conveniência aos segurados, uma nova funcionalidade no aplicativo do Banco do Brasil permitirá aos clientes BB Seguros dos produtos rurais o registro de sinistros via mobile.

A novidade, válida para as apólices de BB Seguro Agrícola, BB Seguro Agrícola Faturamento e Penhor Rural, dará aos clientes a possibilidade de comunicar o sinistro e acompanhar todas as etapas do processo em tempo real, serviços que anteriormente só podiam ser feitos por meio da Central de Relacionamento. Além disso, o envio da documentação também poderá ser feito no momento do comunicado. Tudo de forma eletrônica. Essa solução faz parte da estratégia de transformação digital da seguradora e uma das entregas, dentre diversas outras em andamento, cujo o foco é aprimorar a experiência do cliente e trazer mais agilidade e eficiência à operação.

“Nosso papel é sempre se colocar no lugar do cliente e trazê-lo para o centro das soluções desenvolvidas em conjunto com Negócio e Tecnologia. O cliente se beneficia com processos mais simples, rápidos e cômodos e, a empresa, com toda a transformação que os processos trazem, sobretudo a cultural”, afirma Marcelle Toscano, gerente executiva de Transformação Digital e Inovação da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A funcionalidade está disponível no aplicativo institucional do Banco do Brasil e é compatível com plataformas iOS (Apple) e Android (Play Store). Na ocorrência de sinistro, basta entrar no app e informar o CPF do segurado e o número da proposta de seguro.

“Disponibilizar o canal de relacionamento nos aplicativos móveis dá mais autonomia ao cliente e possibilita a melhora da experiência dele com a empresa e o produto, ao permitir maior agilidade na solução de suas necessidades. Esse aspecto é ainda mais relevante no segmento agrícola, onde normalmente os avisos de sinistro ocorrem em grande volume em curto espaço de tempo”, afirma Paulo Hora, superintendente técnico de seguros rurais da Brasilseg.

Os resultados esperados são a desburocratização do atendimento – com mais serviços disponíveis ao consumidor – e a melhora da satisfação por meio de respostas mais rápidas às suas solicitações.

Unimed Odonto cresce acima da média do mercado 309

Unimed Odonto cresce acima da média do mercado

Operadora de planos odontológicos do Sistema Unimed atingiu a marca de 400 mil clientes

O ano de 2018 foi marcado por resultados expressivos na Unimed Odonto, operadora de planos odontológicos do Sistema Unimed, cuja operação é gerida pela Seguros Unimed. Com foco na satisfação dos clientes, na qualificação da gestão e da assistência prestada e na inovação dos canais de relacionamento com beneficiários e dentistas parceiros, a Companhia ampliou sua carteira de clientes em 20,5% nos doze meses encerrados em novembro de 2018. No mesmo período, a expansão do mercado nacional foi de apenas 6,9%, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No total, já são mais de 400 mil vidas atendidas. Como resultado da diretriz de crescimento sustentável da Companhia, o faturamento cresceu 8,8% no ano, chegando a R$73,8 milhões. Por sua vez, o lucro líquido teve salto de 294,7%, fechando na casa de R$7,5 milhões.

“No último ano, ganhamos eficiência em nossa operação, estruturando o percurso assistencial do cliente, fortalecemos as parcerias com as cooperativas do Sistema Unimed e ampliamos a qualificação dos nossos colaboradores. Além disso, mapeamos a experiência dos clientes em nossos canais, por meio da nossa célula de inovação digital, e reformulamos nossas plataformas de serviços”, destacou o diretor de Clientes e Produtos da Seguros Unimed, Tajumar Custódio Martins, responsável pelos negócios do ramo odontológico da Seguradora.

Entre os diferenciais da operação estão o atendimento ágil, o uso da tecnologia para aprimorar a experiência dos clientes e parceiros, além de rede ampla e com abrangência nacional, constituída por mais de 21 mil opções de atendimento. As autorizações de tratamento são obtidas on-line e os procedimentos, em sua maioria, são aprovados na hora.

A operadora disponibiliza pesquisa de rede credenciada via SMS. De forma prática, o cliente pode enviar uma mensagem para o número 29012, informando o CEP do local em que deseja atendimento. Em instantes, três opções de dentistas são fornecidas. A consulta de especialistas também pode ser feita pelo aplicativo Guia Unimed Odonto, reformulado recentemente.

Os profissionais credenciados também contam com uma nova plataforma de serviço. Um aplicativo foi disponibilizado, em novembro de 2018, para agilizar o envio de documentações e imagens (como radiografias) à operadora, simplificando a rotina de trabalho.

Em 2019, a novidade será o lançamento do novo portal de serviços da Unimed Odonto, além de iniciativas para aprimorar a interação com os clientes e a rede credenciada.

Chubb nomeia novo Head de Travel Insurance para América Latina 257

Chubb nomeia novo Head de Travel Insurance para América Latina

Lucas Burón será responsável pelo impulsionamento do crescimento planejado no segmento

A Chubb nomeou Lucas Burón como Head de Travel Insurance para a América Latina, que será responsável por todas as atividades da carteira de seguro de viagem, incluindo impulsionar o crescimento planejado para o segmento, desenvolver os negócios, definir e executar a estratégia, fortalecer o relacionamento com os principais parceiros e manter a rentabilidade do negócio.

Lucas Burón chegou à Chubb em 2017, trabalhando na gestão de contas-chave, na renovação e aumento de parcerias, na maximização de receita e no desenvolvimento do negócio. Antes de ingressar na Chubb, trabalhou na AIG Travel Guard por mais de 6 anos, ocupando diversos cargos na Argentina e na Colômbia. Lucas é formado pelo Instituto Privado de la Câmara Argentina de Comércio, onde estudou Comércio Exterior. Atualmente faz MBA na BYU de Idaho.

A nomeação de Lucas Burón entrou em vigor em 1 de fevereiro de 2019 e ele se reportará diretamente a José Sosa, Vice-presidente sênior de A&H e Vida da Chubb América Latina e matricialmente à Alex Blake, Vice-presidente sênior e Head Global de Travel Insurance do Grupo Chubb.

HDI e Icatu se unem para oferecer seguros de vida e acidentes pessoais 578

HDI e Icatu se unem para oferecer seguros de vida e acidentes pessoais

Parceria marca a entrada da HDI no ramo Vida e a expansão da Icatu via canal de corretores

A HDI Seguros e a Icatu Seguros, duas das maiores seguradoras do Brasil, anunciam parceria para a oferta de seguros de Vida e Acidentes Pessoais. A iniciativa é parte dos esforços de ambas as empresas para alcançar objetivos de mão-dupla: enquanto a HDI busca ampliar seu portfólio voltado à proteção das pessoas durante suas jornadas, a Icatu almeja estimular essa mesma cultura e potencializar o alcance de suas soluções.

Neste modelo de negócios, a Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes em Vida, Previdência e Capitalização, será responsável pelo desenvolvimento de produtos exclusivos, emissão de apólices e atendimento ao consumidor, garantindo a melhor experiência do cliente no pós-venda, assistências e sinistros.

Já a HDI, 5ª maior operadora de automóveis e residências do Brasil, compete a distribuição por meio de sua força comercial, que inclui filiais e escritórios em todas as regiões do País e mais de 23 mil corretores integrados.

“A capilaridade da HDI e a expertise da Icatu permitem o estabelecimento de um ecossistema empresarial virtuoso que gera ganhos para todos. As companhias ampliarão seus negócios, os corretores terão mais oportunidades de rentabilizar e fidelizar clientes e os consumidores, por sua vez, terão mais acesso a proteções”, destaca Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros.

“É importante destacar ainda que o corretor de seguros é o nosso principal parceiro e peça fundamental em todas as iniciativas que desenvolvemos. A geração de novas linhas de negócios é vantajosa tanto para as seguradoras, quanto para corretores e clientes”, comenta Flávio Rodrigues, vice-presidente Comercial da HDI Seguros.

Neste primeiro momento, os novos produtos serão comercializados para pessoas física e jurídica. Há projetos futuros em análise, como por exemplo cross-sell com seguros de automóvel, residencial e empresarial oferecidos pela HDI.

“Como uma companhia especialista em pessoas, nosso propósito é contribuir com as melhores soluções de proteção e planejamento financeiro. Nesta parceria estratégica, em que cada companhia traz o que tem de melhor, ampliaremos nosso alcance, oferecendo mais oportunidades de negócio aos corretores e a diversidade e qualidade dos nossos produtos a novos clientes”, afirma Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros.

“A parceria com a HDI não muda o posicionamento da Icatu em relação aos corretores. Pelo contrário: vamos continuar investindo em produtos e ferramentas para este canal, que agora passa a ter uma abrangência ainda maior”, avalia Guilherme Hinrichsen, vice-presidente comercial da Icatu Seguros.

O início da operação deve acontecer no segundo semestre. Os resultados serão divididos via cosseguro em uma natureza de sociedade de 50% a 50%.