Temer pode realizar reforma da Previdência sem consultar Congresso 481

Esta e outras manchetes no Giro do Mercado

ASCOM- VPR
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O jornalista Fernando Rodrigues publicou em primeira mão, na coluna que assina para o Portal UOL, que o presidente interino Michel Temer pode realizar uma reinterpretação da Constituição através de um despacho normativo federal, sem consultar o Congresso Nacional. A saída é discutida caso os parlamentares demorem para discutir a reforma. Temer tem sustentado para assessores que a Constituição é clara ao estabelecer que os anos de contribuição e a idade mínima são ambas condições necessárias e não excludentes para se aposentar pelo INSS. “A Constituição não diz que a aposentadoria pode ser obtida com apenas uma dessas condições cumpridas”, afirma a interlocutores dentro do Palácio do Planalto. A mudança seria realizada sem regra de transição.

Eis o que diz o parágrafo 7º do artigo 201 da Carta Magna:

§ 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições:
I – trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher;
II – sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador artesanal.

O presidente interino não acredita que esta seja a melhor saída para a questão, este, seria um último recurso e deixaria de fora o sistema de servidores públicos, visto que a Constituição apenas dispõe regras sobre aposentadorias via INSS. A expectativa do rombo na Previdência é de R$ 147 bilhões em 2016. No ano que vem, a cifra esperada é de R$ 183 bilhões. Com o envelhecimento da população, a equipe econômica de Michel Temer calcula que o déficit somente desse último sistema chegará a R$ 348 bilhões em 2060 caso as regras atuais sejam mantidas.

Justiça derruba veto a manifestações nas Olimpíadas e Comitê Olímpico recorre

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O Comitê Rio 2016 recorreu, na manhã desta terça-feira (9), liminar que permite protestos nas arenas da Olimpíada. Nesta segunda-feira (8), a Justiça Federal no Rio de Janeiro havia determinado que a União, o Estado do Rio de Janeiro e o Comitê Rio 2016 deixassem “de reprimir manifestações pacíficas de cunho político em locais oficiais durante a realização dos Jogos Olímpicos de 2016”. A proibição de manifestações nos jogos foi sancionada pela presidente afastada Dilma Rousseff.

Tal proibição de cunho político em estádios foi considerada legal, em 2014, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), quando a corte analisou um recurso sobre a Lei da Copa. Na ocasião, o PSDB contestou o dispositivo da lei que restringia o uso de bandeiras e cartazes nas arenas esportivas. O dispositivo da lei de 2014, assinada por Dilma Rousseff, proibia usar bandeiras “para outros fins que não o da manifestação festiva e amigável”.

Nagasaki recorda os 71 anos de bombardeio atômico

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A cidade de Nagasaki, no Japão, lembrou nesta terça-feira, dia 9, o 71º aniversário do bombardeio atômico com um minuto de silêncio em homenagem às dezenas de milhares de vítimas do ataque.

O ato começou às 10h35 (hora local) e teve seu momento mais forte às 11h02 (hora local), momento exato em que a bomba “Fat man” explodiu sobre a cidade. Houve um minuto de silêncio acompanhado pelo tradicional Sino da Paz, em homenagem às vítimas.

Após a cerimônia em memória das vítimas, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e o prefeito de Nagasaki, Tomihisa Taue, realizaram discursos onde destacaram a importância da histórica visita de Obama a Hiroshima no mês de maio e pediram pelo fim da proliferação nuclear.

‘Pokémon Go’ é máquina de coleta de dados, alerta especialista

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A comissária para a privacidade no estado alemão de Schleswig-Holstein, Marit Hansen, lançou um alerta sobre o “Pokémon Go”. Em entrevista ao jornal Handelsblatt publicada na última sexta-feira, Hansen afirmou que o jogo armazena dados “exatos e detalhados” de cada movimento dos usuários pelas ruas. “É uma máquina gigante de coleta de dados”, disse, acrescentando que o aplicativo de realidade aumentada, além de espionar, também pode condicionar o comportamento do consumidor.

A Niantic, empresa baseada na Califórnia e que ajudou a desenvolver o jogo, não buscou apenas acesso a câmeras e microfones, mas também disponibilizou uma ferramenta de marketing para “deliberadamente orientar” os usuários do jogo aos chamados “Pokestops” em estabelecimentos comerciais, afirmou Hansen. A especialista em política de privacidade apontou também para a falta de controles legais, repetindo diversas advertências recentes sobre o aplicativo feitas em Nova York, na Austrália e nos Emirados Árabes Unidos.

“Como o jogo utiliza um provedor de fora da Europa, não temos o apoio jurídico para agir”, disse Hansen, referindo-se às disputas entre União Europeia (UE) e os EUA sobre a transferência de dados transatlânticos e a cooperação da Niantic com o Google Maps.

No mês passado, a Federação das Associações Alemãs de Consumidores (VZBV, na sigla em alemão) disse que contestou 15 cláusulas dos termos de uso e privacidade da Niantic, dando à empresa americana até 9 de agosto para responder. Caso a Niantic não se pronuncie, a VZBV advertiu levar o caso a um tribunal.

Com proximidade do fim do impeachment, dólar cai a R$ 3,13

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O dólar opera em queda em relação ao real nesta terça-feira (9), em linha com os mercados externos mas com movimento potencializado pela baixo volume de negócios por conta da expectativa com importantes votações no Congresso Nacional. Às 12h30, a moeda norte-americana caía 0,92%, a R$ 3,1385.

No mês de agosto, o dólar acumula queda de 2,31%. Em 2016, recua 19,7%.

*Com informações de UOL, G1 e Deutsche Welle.

CIAB: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital 616

CIAB: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital

Na pauta, insurtechs, IFRS 17 e TI como aceleradora de negócios

No segundo dia da Trilha de Seguros no CIAB Febraban 2019, na quarta-feira (12), executivos do setor discutiram o fluxo de investimentos em insurtechs, a implementação da IFRS 17 e o papel da área de TI como aceleradora de negócios.

Os investimentos em startups de seguros (insurtechs) ao redor do mundo são direcionados majoritamente à América do Norte com 60%; Europa, 24%; Ásia-Pacífico, 8%; Israel, 3%; e a América Latina registra apenas 2%. Os dados, resultados de uma pesquisa realizada pela Everis, foram apresentados por Roberto Ciccone, sócio da empresa, responsável pelo setor de Seguros na região das Américas, no painel Insurtechs Outlook – Inovação em Seguros, da Trilha de Seguros, em 12 de junho durante o CIAB Febraban 2019.

Nos últimos anos, o Brasil vem registrando um crescimento das insurtechs, atualmente estimadas em mais de 80. “Temos inovação no Brasil, mas falta fluxo de capital para as empresas brasileiras, pois não temos fundos de investimento gigantes atuando no País”, apontou Ciccone.

Ainda segundo Ciccone, a pesquisa também apontou como as seguradoras percebem a atuação das gigantes de tecnologia em termos de distribuição, liderado pela Amazon, e em novas tecnologia, pela Google.

“O fato de as inovações trazidas pelas insurtechs serem incrementais, em um primeiro momento, leva a um alívio porque agregam valor ao negócio. Mas, por outro lado, o disruptivo não manda sinais. Quando ele vem, pode ser tarde para se adequar”, observou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da CNseg e mediador do painel.

Com relação às demandas dos consumidores, o presidente da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg, Alex Körner (head de Seguros do Santander Brasil),  destacou que a forma como o cliente compra o plano de assinatura da Netflix é a mesma como ele vai querer comprar seguro. “Se não mudarmos, vamos ficar para trás. A minha preocupação não é com o avanço das bigtechs no mercado de seguros, mas sim com elas conseguirem oferecer um processo de compra de seguro mais atraente do que o nosso”, salientou.

O Insurtech Outlook ainda indica que o digital e a inovação têm de ser prioridade no foco estratégico das empresas. O maior desafio, porém, é a mudança cultural e o engajamento de toda a organização no processo.  “A cultura organizacional devora qualquer belíssima estratégia. Envolver a companhia como um todo em uma jornada de transformação é essencial”, ressaltou Mariane Bottaro Berselli Marinho, diretora de Estratégia, Marketing e Governança da Zurich Santander Seguros e Previdência.

IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia

Prioridade na agenda das seguradoras, o IFRS 17, padrão internacional de contabilidade para as operações de seguros, publicada pela International Accounting Standards Board (IASB), organização responsável por estabelecer normas contábeis a nível internacional, foi discutida no painel “IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia” da Trilha de Seguros.

Desafio para as seguradoras, a norma deverá ser implementada até 2022. Mediadora do painel, Karini Madeira, superintendente de Acompanhamento Técnico da CNseg, lembrou que desde maio de 2017, quando o padrão foi publicado, a Confederação formou um grupo multidisciplinar para discuti-la. O grupo produziu 13 memorandos técnicos e, em 2018, iniciou uma discussão junto à Susep.

Atualmente, as companhias têm desenvolvido estudos internos para entender os reflexos e quais áreas serão impactadas. Conforme Karini, o grau de complexidade é diferente para cada seguradora, pois varia de acordo com o segmento de atuação, os produtos oferecidos, exposição ao risco, grau de maturidade e o envolvimento com a convergência das normas. “Não temos uma ferramenta de prateleira ou uma solução mágica que faça que a implementação aconteça”, disse Karini.

Alexandre Paraskevopoulos, da Deloitte, observou que, embora não tenha uma receita pronta, a implementação da norma possui uma sequência lógica e gira em torno de uma metodologia. “Mas ao mesmo tempo em que temos o IFRS 17, o IFRS 9, que versa sobre instrumentos financeiros, entra em conjunto. É importante entender que as duas normas conversam entre si”.

Ao compartilhar a experiência da companhia, no painel sobre IFRS 17, a superintendente de práticas contábeis de seguros da SulAmérica, Flávia Vieira, lembrou que a norma faz sentido para a operação de seguros, mas a definiu como de difícil implementação, dependendo da carteira. “Uma pessoa que não conhece a companhia não conseguirá implementar o IFRS 17 e o IFRS 9 em conjunto. É importante ter um grupo inicial formado pelas áreas financeira, contábil, TI e atuarial. O segundo passo é entender a norma”.

A visão de tecnologia da informação, transmitida também pelo gerente de arquitetura corporativa de TI da SulAmérica, Cristiano da Silva Bezerra, consiste no desafio da robustez de escabilidade. “É necessário também reconhecer, mapear e entender todas as origens de integração de dados que fazem parte do processo”, ressaltou, ao lembrar: “A norma é padrão, porém a jornada é particular”.

Data Center a serviço do negócio

A Trilha de Seguros foi encerrada com a apresentação do case “Data Center a serviço do negócio”, da Tokio Marine, implantado pela Dell, que simboliza um rompimento da ideia tradicional de Data Center com a junção dos processos em hiperconvergência.

Para o presidente da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação da CNseg, Camilo Ciuffatelli (Tokio Marine), o case da companhia indica para todo o mercado a necessidade de possuir uma estrutura capaz de suportar as inovações em termos de tecnologia, como telemetria, Internet das Coisas (IoT) e Analytics. “São processos novos que toda companhia vai ter que usar. Caso contrário,  corre-se o risco de ficar totalmente defasada e até sair do mercado”, afirmou.

Os investimentos em tecnologia na seguradora tiveram início em 2011 com o Insourcing do Datacenter com servidores Dell Blade e Storage DellEMC. “Uma das vantagens de utilizar a cloud de maneira híbrida é também desenvolver fora e trazer para dentro”, destacou Erick Pascoalato, da Dell.

Os resultados foram muito expressivos. “Esse foi o gatilho do diferencial da companhia frente ao mercado. O alto investimento foi revertido em uma capacidade de processamento três vezes maior e na redução de custo de 64%. Isso permitiu que dobrássemos de tamanho em três anos”, contou Wilson Leal, CIO da Tokio Marine.

Em sua visão, o mercado segurador já transcendeu a fase de transformação digital e agora está na etapa de Reinvenção Digital. “Não é só a tecnologia que faz parte do processo. Agora é o negócio, precisamos mudar o processo para que em dois cliques o cliente se resolva”, definiu Wilson Leal.

Icatu Seguros atua para ampliar debate e consciência sobre Previdência 1239

Icatu Seguros atua para ampliar debate e consciência sobre Previdência

Luciano Snel também comentou sobre soluções e plataformas que facilitam o dia a dia do corretor

Especialista em oferecer soluções para planejar o futuro, proteger o presente e realizar projetos em cada fase da vida, a Icatu Seguros aposta na ampliação do debate sobre a questão previdenciária para uma maior conscientização do brasileiro sobre a importância do planejamento financeiro.

O presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, abordou durante o CQCS Insurtech & Inovação, o conceito de universalização da Previdência. “O mercado conta com uma grande variedade de produtos, mas enfrenta dificuldade para torná-los mais amigáveis à população em geral”, explicou.

Snel ainda abordou as soluções e plataformas da seguradora, que tornam possível que o pequeno ou o médio poupador possam ter acesso a gestoras de grande porte. As soluções também possuem foco em facilitar o dia a dia do profissional da corretagem, que otimiza tempo e procedimentos, dando plena atenção àquilo que realmente importa: estar ao lado dos clientes. A Icatu Seguros possui mais de 6 milhões de clientes é ocupa o posto de maior seguradora independente dos ramos de Vida, Previdência e Capitalização do Brasil.

Renato Pedroso: “Corretor de Seguros é o Futuro da Proteção” 1431

Renato Pedroso: "Corretor de Seguros é o Futuro da Proteção"

Executivo integrou painel em evento sobre insurtechs e inovação

Na tarde desta quarta-feira, o presidente da Previsul Seguradora, Renato Pedroso, participou do CQCS Insutech & Inovação. O executivo integrou o painel “Porque o Corretor é o Futuro da Proteção”.

De forma interativa, Pedroso cativou os presentes e comentou sobre a importância do profissional da corretagem seja um agente de prospecção para o setor de seguros.

“O corretor de seguros tem um papel consultivo fundamental junto ao segurado. Cada vez mais as pessoas buscam por seguros e, com a variedade de planos e coberturas, elas precisam de alguém que busque a melhor proposta para suas necessidades. Esse alguém é o corretor. O papel da Previsul, como seguradora, é oferecer soluções cada vez mais completas em portfólio de produtos e em ferramentas digitais que facilitem o dia a dia do corretor”, diz Pedroso, lembrando que ele e mais dez corretores estiveram mês passado em São Francisco, nos Estados Unidos, como premiação da Campanha de Incentivo de Vendas 2018, “Sou + Previsul – É você corretor, no centro da inovação”. “Estivemos no Vale do Silício e visitamos empresas como o Google e Tesla. Será ótimo reforçar aos corretores que visitarem nosso estande os contextos da tecnologia que vimos lá e compartilhar as experiências que podem ser aplicadas ao nosso mercado”, destaca.

Equipe da Previsul Seguradora / William Anthony

JRS participa do evento e conta com apoio da Previsul Seguradora, em cobertura especial, com os principais detalhes de dois dias de uma programação recheada de grandes conteúdos. A companhia é digital, orientada para o futuro, que facilita a vida do corretor. Sempre atenta às demandas de mercado e buscando oferecer mais vantagens, tecnologias e benefícios para corretores, segurados e estipulantes, a Previsul Seguradora está sempre inovando para facilitar o dia a dia. São exemplos as ferramentas digitais Portal do Corretor, o Cota+, cotador online da seguradora, o Portal do Estipulante, o aplicativo; além do primeiro produto lançado no projeto de ampliação de portfólio: o produto Empresarial. Todas essas novidades serão apresentadas no estante.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

*Com informações de Literal Link.

Brasileiro lança obra no maior evento do mercado financeiro e securitário do mundo, nos EUA 692

Brasileiro lança obra no maior evento do mercado financeiro e securitário do mundo

Tiago Melo representa o Brasil no Anual Meeting MDRT

O escritor e consultor financeiro Tiago Melo vai representar o Brasil e lançar o seu premiado livro “Xeque-mate: Descomplicando a Sucessão Empresarial e Proteção Patrimonial por meio do Seguro de Vida“, no maior evento do mercado financeiro e securitário do mundo, o Anual Meeting MDRT, nessa semana, em Miami (EUA).

Esta é a segunda vez, em 92 anos de história da conceituada associação internacional dos profissionais do mercado securitário e financeiro, que um brasileiro tem seu livro no rol de autores selecionados pela entidade
Esta é a segunda vez, em 92 anos de história da conceituada associação internacional dos profissionais do mercado securitário e financeiro, que um brasileiro tem seu livro no rol de autores selecionados pela entidade

O livro foi selecionado pela associação internacional dos profissionais do mercado financeiro e securitário como um dos mais significativos do mundo na área de finanças e seguros. Tiago Melo atua há 12 anos no mercado financeiro e há 9 se dedica intensamente ao mercado securitário.

Veja ainda: 75% das empresas familiares no Brasil fecham após sucessão por herdeiros

Esta é a segunda vez, em 92 anos de história da conceituada associação internacional dos profissionais do mercado securitário e financeiro, que um brasileiro tem seu livro no rol de autores selecionados pela entidade

Encontro ANS Centro-Oeste e Norte acontece em junho 642

Encontro ANS Centro-Oeste e Norte acontece em junho

Nesta edição, evento acontece em Campo Grande (MS), de 24 a 26 de junho

Está confirmada mais uma edição do Encontro ANS, evento direcionado aos agentes do setor para discutir temas relacionados à regulação do mercado de planos de saúde. A atividade será realizada entre os dias 24 e 26 de junho, em Campo Grande (MS), e reunirá operadoras e prestadores de serviços de saúde das regiões Centro-Oeste e Norte do país. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de junho, neste endereço.

A programação do evento inclui palestras e debates dos diretores e técnicos da ANS sobre temas pertinentes às cinco áreas: Gestão, Fiscalização, Desenvolvimento Setorial, Normas e Habilitação de Produtos e Normas e Habilitação de Operadoras. O objetivo é compartilhar informações técnicas a fim de contribuir com um cenário cada vez mais qualificado para o setor de saúde suplementar.

Além das palestras, técnicos da Agência farão atendimentos individualizados para tirar dúvidas sobre temas como Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), Rol de Procedimentos, regularização de débitos, ressarcimento ao SUS e acompanhamento econômico-financeiro das operadoras, entre outros.

O Encontro ANS é realizado periodicamente pela reguladora. A última edição ocorreu entre 4 e 6 de dezembro de 2018 em Natal e reuniu atores do setor na região Nordeste.

Confira aqui a programação completa.

Encontro ANS Centro-Oeste e Norte

Data: 24 a 26 de junho.
Local: Hotel Deville – Av. Mato Grosso, 4.250 – Campo Grande – MS.
Inscrições: Clique aqui para se inscrever.