Permita o caos na sua equipe 423

Reflita comigo

No artigo desta semana gostaria de promover um pensamento um tanto incomum quando falamos em equipes de resultados. O fato é que sem o caos não seria possível decifrar quem é quem na sua equipe de trabalho.

Sempre que é possível deixo que, de alguma forma, o caos seja instalado nas equipes que participo, principalmente quando estou liderando. Esta é uma estratégia simples de verificar, na realidade, quem são os profissionais que fazem parte de minha equipe. Quer saber o motivo? Reflita comigo.

Quanto maior o caos, maior a probabilidade das pessoas que não possuem inteligência emocional sentirem-se frágeis. Quanto maior a fragilidade, mais bobagens acabam sendo feitas, apesar da grande parte das vezes as fazerem sem motivos, mas sim pela falta de confiança ou mesmo de competência sobre tal assunto.

Uma forte maneira que encontrei de separar os “meninos ou meninas” dos “homens ou das mulheres” foi ver como no caos portavam-se e de que forma buscavam a solução dentro da equipe: mais individualistas, mais focados no resultado, mais focados nas desculpas, nas pessoas, nos processos e aí por diante… Não é no sol que se monta uma equipe de sucesso e, sim, na tempestade. Quando cada um manifesta o seu “eu maior”.

Devemos colaborar com aqueles que não se dão bem com o caos, para que em um novo momento possam reagir de uma forma mais positiva. Aqueles que realmente se dão bem em situações de caos são pessoas que acabam se destacando na sua profissão e propósito.

Teste você mesmo, quando o caos de alguma forma estiver presente na sua equipe, experimente não solucionar nada antes que sua equipe sinta o que está acontecendo e deixe-os agir. Claro, não deixe que algo mais problemático aconteça, aí você deve assumir o controle, mas sempre podemos esperar um pouco do caos para tomar uma decisão baseada na própria equipe e na maturidade dela.

É na tempestade que encontramos os maiores e melhores “guerreiros” e não em lindos dias de sol, afinal, quando você menos esperar poderá perder toda equipe que é feita de “açúcar”. Espero que saiba avaliar quanto o caos nas equipes é maravilhoso e como você pode usar isto em seu favor na formação de uma equipe simplesmente espetacular.

Abraços e rumo ao caos!

Seguros SURA reconhece papel da gerente comercial Fabiana Mello 766

Fabiana Mello, gerente comercial da Seguros SURA, durante cerimônia do Troféu JRS 2018

Profissional conquistou posição de destaque no 16º Troféu JRS

A noite do dia 19 de outubro, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, em Porto Alegre (RS), ainda repercute no mercado brasileiro e internacional de seguros. A Seguros SURA, por exemplo, reconheceu o papel fundamental de seus colaboradores no desenvolvimento de uma grande empresa. “Por isso, parabenizamos Fabiana Rodrigues Barboza de Mello, nossa Gerente Comercial, por ser homenageada com o 16º Troféu JRS, na categoria Gerente Destaque”, disse comunicado publicado em uma rede de profissionais.

Saiba todos os detalhes: Troféu JRS 2018 reconhece grandes nomes do mercado brasileiro de seguros.

A cerimônia, um dos momentos mais aguardados pelo setor durante todo o ano, prestigia grandes empresas, profissionais e entidades do setor.

“Eu tinha conhecimento que seria uma das indicadas na premiação, mas não sabia que iria ganhar. Fiquei muito feliz pela conquista. É um prestígio. Receber o reconhecimento do mercado através da votação em um dos canais de comunicação mais respeitados no Sul gera um destaque na minha vida profissional. A SURA é uma empresa que valoriza, desenvolve e investe na capacitação e desenvolvimento de seus colaboradores, cada conquista nesse nível é a certeza de que estamos no caminho certo“, declarou Fabiana Mello.

“Parabéns, Fabiana e obrigado por toda a dedicação à Seguros SURA”, concluiu o comunicado da companhia.

Rio Grande Seguros e Previdência é destaque por crescimento acima da média 506

Rio Grande Seguros e Previdência no Troféu JRS 2018

Seguradora gaúcha foi reconhecida no 16º Troféu JRS

A Rio Grande Seguros e Previdência foi constituída pela soma das capacidades de duas empresas especialistas em seus segmentos: o Banco do Estado do Rio Grande do Sul – Banrisul, uma das maiores instituições financeiras do país e líder no mercado regional, e a Icatu Seguros, uma das líderes entre seguradoras independentes no Brasil.​​​​

Saiba todos os detalhes: Troféu JRS 2018 reconhece grandes nomes do mercado brasileiro de seguros.

A executiva Claudia Oliveira recebeu a honraria em nome da companhia, na categoria “Seguradora Destaque em Crescimento na Região Sul”. Ao todo mais de 1 mil convidados prestigiaram os momentos de integração e networking promovidos pela noite de reconhecimento aos grande nomes do mercado brasileiro de seguros.

César Saut, Josiana Schneider e Icatu Seguros são grandes destaques do Troféu JRS 520

Icatu Seguros no Troféu JRS

Seguradora Independente Líder em Vida e Previdência foi uma das patrocinadoras da noite do seguro, em Porto Alegre (RS)

A 16ª edição do Troféu JRS reconheceu grandes nomes do mercado brasileiro de seguros, na última sexta-feira (19), em Porto Alegre (RS). O evento reuniu mais de 1 mil pessoas em uma noite especial.

Saiba todos os detalhes: Troféu JRS 2018 reconhece grandes nomes do mercado brasileiro de seguros.

César Saut, vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, recebeu a honraria como “Executivo Destaque Nacional”. O executivo, um dos grande ícones do setor no Brasil, foi representado pela Superintendente Executiva Comercial Região Sul, Josiana Lemes Schneider. Josiana ainda recebeu reconhecimento como “Executiva Destaque Rio Grande do Sul”.

Já a Icatu Seguros, maior seguradora independente em Vida e Previdência do País, foi destaque por essa relevante posição.

Chile e Brasil concluem negociações para acordo de livre comércio 475

Divulgação

Documento está sob análise das equipes jurídicas dos países

Após quatro rodadas de negociações, iniciadas em junho deste ano, foram concluídas, na última semana em Santiago, as negociações para a obtenção de um Acordo de Livre Comércio (ALC) entre o Chile e o Brasil. Trata-se de um documento de nova geração que inclui disciplinas modernas que regulam e facilitam o comércio internacional.

O acordo surgiu durante a visita oficial do presidente Sebastián Piñera a seu colega Michel Temer, em abril de 2018, em Brasília. Nele, ambos os líderes concordaram em expandir e aprofundar as relações econômicas e comerciais por meio da negociação de um Acordo de Livre Comércio, que complementará o ACE 35, em vigor desde 1996.

“As equipes de negociação imprimiram um senso de urgência neste trabalho, o que permitiu que o acordo fosse concluído em tempo recorde”, diz Rodrigo Yáñez, diretor-geral de Relações Econômicas Internacionais (Direcon), órgão ligado ao Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Os capítulos que este tratado conterá, de natureza não-tarifária, são os seguintes: Facilitação de Comércio; Política de Concorrência; Entrada Temporária de Pessoas; Micro, Pequenas e Médias Empresas; Boas Práticas de Regulamentação; Comércio Eletrônico; Comércio de Serviços; Telecomunicações (destacando a questão do roaming entre os dois países); Comércio e Gênero; Comércio e Meio Ambiente; Comércio e Assuntos Trabalhistas; Cooperação Econômica e Comercial. Em questões regulatórias, destacam-se os capítulos sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias, bem como os de Barreiras Técnicas ao Comércio.

Há ainda um capítulo sobre cadeias de valor regionais e globais, incorporado pela primeira vez num TLC. “Com a incorporação do Capítulo das Cadeias Globais de Valor, ambos os países reconhecem a importância de aprofundar a integração no comércio de bens, serviços e investimentos, com possíveis ações que permitam às PMEs se inserirem nessas cadeias”, explica Rodrigo Yáñez.

Além disso, e com a finalidade de garantir mais solidez e abrangência, este TLC incorporará o Acordo de Investimento e Serviços Financeiros, firmado em 2016 pelos dois países, bem como o Acordo de Contratação Pública, assinado em abril de 2018. Ou seja, contemplará dois Capítulos adicionais. O acordo de Contratação Pública permitirá o estabelecimento de um quadro comum de princípios e normas, com o objetivo de expandir as oportunidades comerciais bilaterais nesta área, em condições de transparência, igualdade e não discriminação.

O ALC será um complemento ao Acordo de Complementação Econômica 35, que regula o comércio entre o Chile e os países do Mercosul (incluindo o Brasil) em questões tarifárias e que atualmente tem tarifa zero para toda a lista de produtos.

“Vale ressaltar que esta é a primeira vez que o Brasil assume, em um acordo comercial bilateral, compromissos em termos de comércio eletrônico, boas práticas regulatórias, transparência e anticorrupção, Cadeias Globais e Regionais de Valor, Gênero, Meio Ambiente e Assuntos Trabalhistas”, explica Rodrigo Yáñez.

O Brasil é um mercado de 208 milhões de habitantes. Como um todo, é o primeiro parceiro comercial do Chile na América Latina e o principal beneficiário do investimento direto do Chile no exterior.

Comércio e Investimentos

Entre janeiro  agosto deste ano, o intercâmbio comercial entre o Chile e o Brasil foi de US$ 6,8 bilhões (variação de 21%, em relação ao mesmo período do ano de 2017). As exportações chilenas para o Brasil totalizaram US$ 2.297 milhões (4,7% a mais que no ano passado). As importações chilenas a partir do Brasil somaram US $ 4.511 milhões (taxa de crescimento de 31%).

Além disso, o Brasil é um destino chave para as PME chilenas. Das 3.578 empresas de micro e pequeno porte, que exportaram para o mundo em 2017, 10% registraram embarques para o Brasil.

Em relação aos investimentos, o Brasil é o principal beneficiário do investimento direto do Chile no exterior, com uma cifra acumulada de US$ 35.253 milhões (período 1990-2017) através de 150 empresas, que desenvolvem cerca de 290 projetos, o que equivale a 29,5% do total de investimentos chilenos diretos no mundo.

Especialistas da Aon explicam como o seguro pode ajudar diversas organizações a enfrentarem riscos adversos 552

Tecnologia

Do blockchain à inteligência artificial, a tecnologia está mudando nosso mundo

Grandes mudanças na forma como as empresas fazem negócios geram todos os tipos de novos riscos. Os especialistas da Aon lidam com as grandes questões que as empresas precisam enfrentar e explicam como o seguro pode ajudá-las a aproveitar ao máximo esses grandes turnos.

Desde seu lançamento em setembro de 2015, o relatório Oportunidades do Mercado de Seguros Global (GIMO – Global Insurance Market Opportunities) tornou-se rapidamente um importante estudo de referência para o setor de seguros. É uma excelente fonte de informação, que oferece novas perspectivas e contribui para que sua empresa tenha um entendimento completo sobre as consequências e oportunidades geradas nessa “terceira onda de inovação”.

Em 2018, a Aon adotou uma nova forma de divulgação, publicando diversos artigos da série Oportunidades do Mercado de Seguros Global ao longo do ano, ao invés de lançar um relatório único e abrangente. O objetivo da Aon é fornecer um overview dos riscos globais de forma a abranger o surgimento de novas oportunidades para o mercado de seguros e auxiliar nossos clientes a lidar com os desafios decorrentes da inovação, que vão desde a avaliação da concorrência e compreensão do que é necessário para vencer a competição até a identificação da dinâmica dos canais de distribuição.

Esta abordagem de divulgação visa aumentar a utilização do conteúdo incluindo essas ideias no mercado o quanto antes, para promover o desenvolvimento com os nossos clientes e parceiros de (re)seguros e facilitar aos leitores do GIMO a absorção da riqueza de conteúdos gerados anualmente. Os diversos artigos GIMO serão lançados alinhados aos principais eventos do setor.

O primeiro artigo da série, Blockchain: Mecânica e Mágica, escrito pelo especialista em risco e ex-CEO da Aon Soluções para Resseguros, Stephen Mildenhall, destaca algumas das “capacidades surpreendentes” do blockchain no setor de seguros e aborda os equívocos e incoerências comuns sobre o assunto.

De acordo com o artigo, enquanto comentaristas promovem frequentemente os blockchains como uma solução ineficiente para o processamento de dados e questões administrativas para a indústria de seguros, eles perdem seu verdadeiro potencial: a tecnologia blockchain permite redemocratizar os dados – provendo acesso onde e quando necessário – e reafirmar o controle do indivíduo sobre suas próprias informações.

Nesse sentido, as seguradoras estão preparadas para fornecer a infraestrutura e o modelo de receita alternativa que substituirão as redes centralizadas, ultrapassadas e inseguras por soluções de blockchain distribuídas. Segundo o estudo, este “modelo revolucionário” representa o verdadeiro potencial do blockchain para o setor de seguros.

O conteúdo também destaca que, ao operar como um banco de dados, um blockchain possui três possíveis áreas de atenção para os usuários: integridade, validade e segurança dos dados. Ao abordar cada um deles, o artigo mostra que o blockchain oferece “soluções inovadoras” nessas três áreas.

Blockchain: Mecânica e Mágica é o primeiro de uma série de artigos a serem publicados na série Oportunidades do Mercado de Seguros Global da Aon (GIMO). O próximo artigo, Desmistificando a Inteligência Artificial, estará disponível em breve.

*Stephen Mildenhall é professor assistente na Escola de Gestão de Risco, Seguros e Ciências Atuariais da Universidade St. John, em Nova York. Anteriormente, foi CEO Global da Analytics da Aon plc, com sede em Singapura e chefe da Aon Benfield Analytics. Durante sua carreira, Stephen adquiriu ampla experiência no setor global de seguros.

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