Desenvolvimento profissional é tema de encontro do Clube da Pedrinha (RS) 328

Reunião mensal aconteceu nesta segunda-feira

Nesta segunda-feira, dia 15, aconteceu o tradicional encontro mensal do Clube da Pedrinha em Seguros do Rio Grande do Sul. O evento foi realizado no Restaurante Casa do Marquês, em Porto Alegre. Sob o comando da carismática presidente Yara Bolina e sua diretoria, a noite contou com a palestra do coaching José Pecci, sobre a temática ‘O desenvolvimento de competências na busca de melhores resultados’.

“A ideia é propor uma reflexão aos participantes, frente às constantes mudanças e o ritmo de evolução constante do mercado de seguros. Por que não buscarmos competências adequadas dentro do mercado para acompanhar esse movimento?”, destacou Pecci.

A entidade foi fundada em maio de 2005 com a finalidade de integrar os profissionais que atuam em sociedades de seguros, previdência e capitalização, bem como a participação em serviços de assistência social a entidades carentes.

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Desenvolvimento profissional é tema de encontro do Clube da Pedrinha (RS)

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 298

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 950

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.

AIG Seguros é destaque pelo 2º ano consecutivo em lista mundial de empresas com diversidade 760

AIG Seguros é destaque pelo 2º ano consecutivo em lista de empresas com diversidade

Companhia, que tem a diversidade e a inclusão como pilares de seus valores empresariais, também garantiu posição de destaque na lista de Melhores Empresas para Mulheres Executivas

A AIG Seguros, uma das organizações líderes no mercado securitário internacional e com forte presença no Brasil, é destaque pelo 2º ano consecutivo na lista das Melhores Empresas para a Diversidade da DiversityInc, que publica anualmente a lista das 50 melhores empresas em práticas de diversidade e inclusão.

A companhia possui 136 grupos (Employee Resource Groups) formados voluntariamente por funcionários com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais inclusivo. Ao todo, reúnem cerca de 10 mil membros em 36 países e representam 13 dimensões de diversidade, como por exemplo, profissionais negros, veteranos, LGBTI, mulheres, jovens, orientais, entre outros. Os grupos promovem programas voltados para o desenvolvimento profissional, conscientização de funcionários e respeito às diferenças. Um dos focos dos grupos é trabalhar com o apoio de aliados, pessoas da empresa que não necessariamente façam parte de uma das dimensões de diversidade abordadas, mas que se identifiquem com a causa e contribuam com seu tempo e conhecimento.

Durante a cerimônia de premiação, ocorrida em Nova York (EUA), a AIG também foi incluída na lista de Melhores Empresas para Mulheres Executivas, ocupando a 9ª posição. O levantamento contou com mais de 1.800 empresas.

“Para nós da AIG Seguros, é um grande reconhecimento estar na lista das melhores empresas para a diversidade. Sabemos da relevância deste tema para uma sociedade mais igualitária, por isso acreditamos que, como companhia, podemos contribuir apoiando o desenvolvimento de ações que permitam a discussão franca do assunto. A diversidade faz parte  do nosso DNA”, explica Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG Seguros no Brasil.

Liberty Seguros lança expansão das coberturas de seus principais produtos de Vida 319

Liberty Seguros lança expansão das coberturas de seus principais produtos de Vida

Novidade vale para os produtos Liberty Vida Especial e Vida Perfil e é mais um investimento da seguradora no segmento

Com o objetivo de tornar seus produtos ainda mais completos e atender às necessidades de seus clientes, a Liberty Seguros anuncia a ampliação de dois dos seus principais produtos do segmento: o Liberty Vida Perfil e o Liberty Vida Especial. Com a expansão, os produtos passarão a oferecer novas coberturas focadas na saúde e no bem-estar dos segurados, além de mais insumos para os corretores no momento de negociar as vendas das apólices.

Essa mudança, dentre outras iniciativas da seguradora, faz parte do constante investimento da companhia no setor de Vida – no qual a Liberty já se destacou em 2018, crescendo 16,2% em comparação a 2017.

Liberty Vida Perfil

A partir dessa atualização, o produto Vida Perfil passará a contar com um novo limite de capital de até R$ 3,5 milhões. Além disso, o cliente poderá optar entre três diferentes planos com coberturas para Doenças Graves – com combos de 10, 20 ou tipos de 24 doenças. Com elas, o segurado tem apoio para tratamentos como Transplantes de Órgãos, Implante de Marcapasso e doenças como Alzheimer, Embolia Pulmonar e Câncer.

Liberty Vida Especial

Na nova versão deste produto, os segurados podem contar com uma cobertura de Diárias de Incapacidade Temporária (DIT) de até R$1.300,00, além de duas coberturas exclusivas: LER e DORT e de Hérnia. O Vida Especial também oferece coberturas de Doenças Graves, nos combos de 10 e 20 tipos de doenças, e um novo limite capital de R$ 2,5 milhões.

Além disso, os produtos contam com o uso da telessubscrição, que dispensa a entrega da proposta física assinada pelo cliente. Com esse formato, a contratação se torna mais simples e ágil tanto para corretores quanto segurados.

Vantagens para os corretores

Além das novidades na cobertura dos produtos, a campanha Feliz da Vida da Liberty já impactou mais de 1.500 corretores com treinamentos sobre Vida e está realizando uma campanha de incentivo que vai até junho e irá beneficiar parceiros que se destacarem nas vendas de produtos do setor com prêmios catalogados e uma experiência em um festival de música. Nesta fase, parceiros que comercializarem o Liberty Vida Especial participarão de 4 sorteios mensais no valor de R$5 mil.

Os corretores e segurados ainda podem aproveitar todos os benefícios do Club Liberty Momentos, com descontos exclusivos em Diversão, Gastronomia, Viagens, Compras e Presentes, entre outros serviços.

Para mais informações sobre os produtos e os benefícios em vendê-los, basta acessar este endereço.

Chubb estimula seguros para Festas Juninas em todo o Brasil 355

Chubb estimula seguros para Festas Juninas em todo o Brasil

Apólices disponibilizam coberturas para diversos imprevistos que podem acontecer

A Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo, diz que, a exemplo do carnaval, as festas juninas estão demandando proteções securitárias de modo crescente em todo o Brasil. As apólices cobrem riscos como ferimentos por fogos de artifício, quedas de estruturas retráteis, choques elétricos, danos corporais por conta de tumultos, intoxicação com alimentos e bebidas, danos a equipamentos, incêndio e vários outros episódios que podem ocorrer ao longo de eventos organizados em recintos abertos e fechados.

“As ameaças presentes nas festas juninas não são menores em relação ao carnaval, pois as festividades hoje chegam a durar mais de 30 dias, dentro de uma programação bastante intensa de brincadeiras com diferentes graus de risco”, diz Juliana Santos, Responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com a executiva, as festas são tradicionalmente organizadas por milhares de instituições de todo o Brasil, considerando entidades públicas, associações, empresas, escolas, igrejas e outras.

Juliana Santos observa que, nos últimos anos, diversas prefeituras do país assumiram a realização dos eventos. “Em algumas localidades, a festa evoluiu muito com o passar dos anos e hoje já atrai um grande fluxo de pessoas de cidades vizinhas e outros estados, além de turistas estrangeiros”, observa. Segundo ela, na região nordeste, em especial, os eventos do período junino passaram a movimentar de forma expressiva a economia de várias cidades pequenas, médias e grandes.

Conforme Juliana, o investimento de um pequeno valor em uma apólice de seguros pode evitar prejuízos que poderiam significar o fechamento do negócio do promotor de um evento junino, tais como perdas ocasionadas por incêndios, cancelamentos e acidentes com vítimas fatais. “O mercado se encontra cada vez mais consciente disso e, por essa razão, a Chubb está estimulando os corretores de seguros a contatarem o quanto antes os organizadores dessas festas”, conta. Como as oportunidades vão surgir até a véspera do período junino, ela destaca que a seguradora dispõe de um sistema que emite boleto, certificado e apólice em até 24 horas antes do inicio da montagem do evento.

“Estamos levando para nossos parceiros uma experiência de mais de 50 anos em seguros de Entretenimento no mundo, bem como os conhecimentos adquiridos a partir de uma atuação pioneira no Brasil”, conclui.