Desenvolvimento profissional é tema de encontro do Clube da Pedrinha (RS) 281

Reunião mensal aconteceu nesta segunda-feira

Nesta segunda-feira, dia 15, aconteceu o tradicional encontro mensal do Clube da Pedrinha em Seguros do Rio Grande do Sul. O evento foi realizado no Restaurante Casa do Marquês, em Porto Alegre. Sob o comando da carismática presidente Yara Bolina e sua diretoria, a noite contou com a palestra do coaching José Pecci, sobre a temática ‘O desenvolvimento de competências na busca de melhores resultados’.

“A ideia é propor uma reflexão aos participantes, frente às constantes mudanças e o ritmo de evolução constante do mercado de seguros. Por que não buscarmos competências adequadas dentro do mercado para acompanhar esse movimento?”, destacou Pecci.

A entidade foi fundada em maio de 2005 com a finalidade de integrar os profissionais que atuam em sociedades de seguros, previdência e capitalização, bem como a participação em serviços de assistência social a entidades carentes.

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Desenvolvimento profissional é tema de encontro do Clube da Pedrinha (RS)

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades 169

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades

As opções Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto

Ainda há tempo para iniciar uma nova formação e ingressar em um dos mercados que mais cresce no País. A Escola Nacional de Seguros segue ofertando o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros em 13 localidades, para aulas sobre Capitalização e Vida e Previdência.

As aulas acontecerão em todas as regiões, nas cidades de Anápolis (GO), Araguaína (TO), Cascavel (PR), Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Natal (RN), Porto Velho (RO), Pouso Alegre (MG), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Os cursos de Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto. Ao final das aulas, os aprovados receberão certificado que permite dar entrada no registro da profissão emitido pela Susep.

Informações como investimento, pré-requisitos e início do período letivo estão disponíveis neste site, que também é o canal para inscrições.

São Paulo passa a oferecer Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros 183

São Paulo passa a oferecer Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros

Em apenas dois anos, alunos se tornam aptos para cargos de gestão no mercado de seguros

A Escola Nacional de Seguros acaba de receber parecer favorável do Ministério da Educação (MEC) para oferta da Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros em São Paulo (SP). A primeira turma do curso na capital paulista está prevista para o segundo semestre deste ano.

Para o diretor de Ensino Superior da Escola, Mario Pinto, o lançamento do curso no maior centro de negócios do País é estratégico. “Atualmente, São Paulo responde por mais de 40% de tudo o que é gerado pelo setor, e abriga as principais seguradoras, grandes corretoras e outras importantes empresas e entidades que atuam direta ou indiretamente com seguros. Acreditamos que há uma demanda reprimida por formação superior específica para gestores dessas companhias”, explica.

O curso oferece formação superior em apenas dois anos e prepara os alunos para cargos de gestão no mercado. O foco é no desenvolvimento de aptidões técnicas voltadas para o segmento de seguros, capacitando os egressos para o gerenciamento de equipes e funções administrativas.

Para mais informações os interessados devem acessar este site, que já aceita inscrições de interesse.

Seguros SURA marca presença no HSM HR Conference 2019 175

Seguros SURA marca presença no HSM HR Conference 2019

Encontro entre especialistas de RH acontece nesta terça, em SP

Seguindo sua estratégia de gerar competitividade para pessoas e empresas por meio do desenvolvimento do talento humano, a Seguros SURA estará presente no HSM HR Conference, um encontro entre especialistas na área de Recursos Humanos, que acontecerá amanhã, em São Paulo.

A edição deste ano traz o tema “Você está preparado para assumir o papel de designer de experiências?, e para a Seguros SURA, será mais uma oportunidade para aprimorar suas ações focadas em conectar as pessoas.

“Prestar atenção no lado humano e proporcionar um ambiente para o desenvolvimento das pessoas seguindo os valores e missões da companhia, é um dos pilares para gerar a melhor experiência possível. As empresas que investem em pessoas desenvolvem habilidades e competências que geram excelência, e é isso que aplicamos no nosso dia a dia”, explica Marcelo Biasoli, diretor de estratégia, negócio e marketing da Seguros SURA no Brasil.

A Seguros SURA é patrocinadora ouro do HSM HR Conference e também apoiará outros encontros promovidos pela HSM durante este ano. “A Seguros SURA se identifica com a abordagem dos eventos realizados pela HSM e acredita no propósito de promover e compartilhar conhecimento”, finaliza Marcelo.

O HSM HR Conference será realizado no Villa Blue Tree, em São Paulo, das 9h às 17h30.

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza novo encontro com corretoras 262

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza novo encontro com corretoras

Momento acontece no dia 20 de março, a partir das 14h

Com objetivo de ressaltar a importância da mulher no mercado de seguros, o Sincor-RJ promove no dia 20 de março, a partir das 14 horas, um encontro com as corretoras de seguros no auditório. Com o tema “Mulher, um ser que nasceu para brilhar”, o evento conta com a palestra da Coach e Psicóloga especialista em desenvolvimento de carreira, Marília Costa, e da Executiva de Contas da Sompo Seguros, Pauline Santana

A Comissão Feminina convida todas as corretoras de seguros para participar dos encontros e a mesma é formada pela Presidente Claudia Deveza, pela vice presidente, Cintia Arruda, com as diretoras Aparecida Correa, Iris Sampaio, Rosana Souza, Rosangela Melo, Ingrid Orosa e Patricia Barreto.

Para participar, é só entrar em contato através dos telefones (21) 98314-1615 (Ana Claudia), (21) 99507-7701 (Cintia Arruda) ou através do e-mail comissaofeminina@sincor-RJ.org.br ou pelo site. O encontro conta com sorteio de brindes.

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil 511

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão”.

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum

Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas

Com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.

Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.

Operador Econômico Autorizado

Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países”.

Convergência regulatória

Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.

“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países”. O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais

O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação”. A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente”.

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados”.

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

Investimentos estrangeiros diretos dos EUA no Brasil

  • As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.
  • As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.
  • Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

Investimentos brasileiros diretos nos EUA

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.