Polícia Federal indicia Lula e Marisa Letícia em inquérito sobre tríplex 451

Na mesma investigação, foram indiciados o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, o ex-diretor da empreiteira Paulo Roberto Valente Gordilho e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto

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Reprodução

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira dama Marisa Letícia no inquérito da Operação Lava Jato que apura a compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista. O delegado Márcio Anselmo informou que Lula deve responder pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

De acordo com o delegado, Lula e sua esposa foram “beneficiários de vantagens ilícitas” na reforma do tríplex e na guarda de bens do ex-presidente em um guarda-volumes.

“Em face do exposto, foi possível apurar que o casal Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Leticia Lula da Silva foi beneficiado de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançaram R$ 2.430.193,61 referentes às obras de reforma no apartamento 164-A do Edifício Solaris, bem como no custeio de armazenagem de bens”, diz trecho do relatório do indiciamento.

Na mesma investigação, foram indiciados o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, o ex-diretor da empreiteira Paulo Roberto Valente Gordilho e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

Além das obras no apartamento, os delegados da Lava Jato investigaram pagamentos mensais da empreiteira OAS, no período de janeiro de 2011 e 2016, para transportadora Granero, por serviços de guarda de objetos pessoais que compunham o acervo presidencial de Lula.  Segundo os investigadores, a empreiteira ocultou os valores pagos.

“Em que pese o declarado no sentido de que a OAS teria apoiado Luiz Inácio Lula da Silva no custeio desse depósito de bens trazidos quando deixou a presidência, considerado acervo presidencial. Curiosamente, ao invés de realizarem o ato por intermédio do Instituto Lula, buscou-se a ocultação do real titular com contrato mediante a contratação direta pela OAS, beneficiária direta do esquema de desvios de recursos no âmbito da Petrobras investigados na Operação Lava Jato,” diz a PF.

Defesa

Procurada pela reportagem, o Instituto Lula informou que o ex-presidente não é proprietário desse imóvel. Em postagem no Facebook, o ex-presidente disse somente que “na semana da reta final do [processo de] impeachment, a Lava Jato ressuscita na mídia as falsas acusações de que Lula seria o dono de um tríplex no Guarujá” e publicou uma lista de documentos que provariam que ele não é dono do imóvel.

Os advogados de Lula disseram que devem se manifestar sobre o indiciamento no final da tarde por meio de nota.

A defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse que “não existe vantagem ilícita” na manutenção do acervo presidencial.

Por meio de nota à imprensa, o advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende Okamotto, disse que não houve crime nenhum na contribuição que foi recebida pelo Instituto Lula para a manutenção do acervo presidencial, após a saída de Luiz Inácio Lula da Silva da Presidência da República.

“O acervo é privado, de interesse público e do povo brasileiro, regulado pela Lei 8394/91. Tal acervo é composto por milhares de cartas e lembranças do povo brasileiro e autoridades estrangeiras oferecidas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A preservação de toda essa memória é uma das atribuições do Instituto Lula”, diz a nota, enviada à Agência Brasil.

A legislação brasileira (Lei 8.394/91 e Decreto 4.344/2002) determina que os ex-presidentes são responsáveis pela guarda e preservação do acervo que acumularam no exercício do cargo. Em nota enviada à imprensa em março deste ano, a assessoria do Instituto Lula informou que “a Presidência da República providenciou  triagem e entrega do acervo documental privado do ex-presidente Lula, da mesma forma como procedeu com seus antecessores, nos termos da lei 8.394/91 e do decreto 4.344/2002” e que “parte deste acervo está em processo de catalogação e tratamento para cumprir a legislação, em projetos coordenados pelo Instituto Lula, a exemplo do que é feito com o acervo privado de outros ex-presidentes brasileiros”.

A OAS informou que “não irá se manifestar” sobre o indiciamento.

*Colaborou Elaine Patrícia Cruz, de São Paulo.
Texto: André Richter, Agência Brasil
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Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas 243

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas

Treinamento apresenta como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados

A Unidade Rio Grande do Sul da Escola Nacional de Seguros apresenta seu novo curso de vendas. Com o Megavendas, os profissionais de seguros vão aprender como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados.

Entre os conteúdos, estão as mudanças nas relações comerciais e o que pode-se esperar da próxima década, além de Comunicação persuasiva em vendas. As etapas, desde prospecção até à fidelização para vender mais também serão apresentadas, de forma a transformar o aprendizado em resultados.

O curso é ministrado por Rodrigo Maia, graduado em Comunicação e com especialização em Gestão Empresarial e Recursos Humanos pela PUC do Rio de Janeiro. Com quase 20 anos de experiência em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas à estratégia do negócio, o especialista ocupou cargos de gestão em grandes empresas, inclusive no exterior.

As aulas acontecem nos dias 12 e 13 de abril. No dia 12, das 16h às 22h, e no sábado, das 8h às 17h. O investimento é de R$ 700 a vista. As aulas serão ministradas na sede da Escola Nacional de Seguros no RS, na Av. Otávio Rocha, 115 – 1º andar – Porto Alegre (RS).

Saiba mais informações pelos telefones: (51) 3224-1965 / 5267 / 6661 ou no e-mail unidaders@ens.edu.br.

JLT completa 30 anos no Brasil e anuncia resultado global 259

JLT completa 30 anos no Brasil e anuncia resultado global

Lucro da companhia é fruto do resultado da operação da companhia em mais de 135 países

A JLT – Jardine Lloyd Thompson – companhia inglesa integrante do Grupo Jardine Matheson – anunciou seu resultado global referente ano de 2018. Uma das maiores empresas especializadas em gestão de riscos, corretagem de seguros e resseguros e consultoria em benefícios em todo mundo, a JLT obteve um resultado de £ 1,4 bilhão no ano passado, o que representa uma alta de 5% em relação ao ano anterior, com igual crescimento orgânico de 5%. O lucro da companhia é fruto do resultado da operação da JLT em mais de 135 países, entre eles o Brasil. A empresa está presente no país desde 1989 e completa 30 anos no mercado brasileiro nesta quinta-feira, 14.

Em 2018, o lucro da empresa antes de impostos foi de £ 233,6 milhões, número 25% maior do que o registrado em 2017. As unidades que mais se destacaram foram Global Specialty e Employee Benefit UK, ambas entregaram 7% de crescimento orgânico em receita. O lucro nos negócios aumentou 25% na Global Specialty, 10% na Global Reinsurance e 8% na Global Employee Benefits

30 anos no Brasil

No Brasil, a JLT abriu seu primeiro escritório em São Paulo. Desde então, a empresa cresceu dentro do mercado brasileiro, acompanhando o amadurecimento do setor de seguros e a abertura do negócio de resseguros no país. Atualmente, a JLT está presente nas principais capitais do país e conta com mais de 450 colaboradores.

“A JLT passou por várias fases de desenvolvimento do mercado segurador no Brasil, sempre buscando inovar e oferecer o melhor serviço para os clientes”, afirma o CEO da JLT, Nicolau Daudt.

Controller da JLT Brasil, Valmir Moço, presenciou como o mercado de seguros evoluiu desde a sua chegada à empresa, em 1989, como contador. “Acompanhei como a mudança na tarifa da comissão estimulou a concorrência e modernizou a prestação de serviço. Já com a abertura do mercado ressegurador, houve uma valorização da consultoria”, diz Moço. “Hoje as apólices já não bastam mais e os clientes querem saber detalhes do que é importante em cada caso”, explica o controller, um dos mais antigos funcionários da JLT Brasil.

Tokio Marine facilita pagamento de Seguros de Automóvel 195

Luiz Padial é Diretor de Automóvel da Tokio Marine / Divulgação

Clientes podem, agora, optar pelo parcelamento em 12 vezes sem juros no cartão de crédito

A Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, amplia as formas de pagamento para a carteira de automóvel, que contempla entre os principais produtos: Tokio Marine Auto, Tokio Marine Auto Clássico, Auto Roubo+Rastreador, Tokio Marine Auto Popular, Tokio Marine Caminhão e Auto Frota. A partir de agora, os clientes da seguradora poderão realizar o pagamento em 12 vezes sem juros no cartão de crédito em todo portfólio.

“Com mais essa opção de parcelamento, nossa intenção foi criar um conceito de mensalidade para que o consumidor possa encaixar ainda melhor o valor do seguro em seu orçamento. Vemos, portanto, de forma muito otimista as oportunidades de geração de negócios com mais esta facilidade”, explica Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.

A novidade do parcelamento é especialmente atrativa para o mercado do produto Auto Popular. Líder nesse segmento com 75% de market share, a Tokio Marine é a primeira seguradora a disponibilizar essa forma inédita de pagamento aos seus clientes e é também a única que oferece essa modalidade de seguro em todo o território nacional.

De acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), o mercado de carros seminovos e usados registrou alta nos dois primeiros meses de 2019, com crescimento de vendas de 7,1%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. “Quando olhamos para o segmento de seminovos, o nosso crescimento foi de 12,9% no primeiro bimestre de 2019, em decorrência de nosso amplo portfólio, principalmente nos produtos cujo apelo de preço é maior, como o Auto Popular. Em 2017, por exemplo, primeiro ano de comercialização do produto, 90% das contratações foram feitas por clientes que antes não haviam tido a oportunidade de adquirir um Seguro. Isto também é reflexo da alta deste mercado”, comenta Padial.

Com foco em veículos com mais de cinco anos, o produto inclui cobertura inicial de colisão e incêndio, para danos totais ou parciais, e assistência 24 horas completa. O diferencial do Tokio Marine Auto Popular é a possibilidade de reparos com peças novas compatíveis para itens que não sejam de segurança, o que viabiliza um preço significativamente mais competitivo. Para o caso de inexistência de uma peça nova compatível, o conserto será feito com as mesmas utilizadas no seguro tradicional, assim como é feito com os itens de segurança.

O Auto Popular já contempla 107 modelos de veículos, contabilizando mais de 2 mil versões. A modalidade é uma das quatro que a seguradora oferece para veículos de passeio na mesma base de cálculo, mais um dos diferenciais dos produtos da carteira de Auto. Em 2018, o ramo de Automóvel da Tokio Marine registrou alta de 8,4%, contra uma expansão de 3,2% do segmento, mantendo o histórico da seguradora de crescer mais que a média de mercado.

Chubb protegeu mais de 5 milhões de pessoas no carnaval brasileiro 176

Chubb protegeu mais de 5 milhões de pessoas no carnaval brasileiro

Destaque foi para cidades como SP, Rio, BH, Salvador, Recife e outras

A Chubb afirma que o poder público e os promotores de eventos têm demonstrado crescente conscientização ao assegurar vários direitos de cidadania da população durante o carnaval no Brasil. “Este ano, as nossas apólices protegeram a diversão de mais de 5 milhões de pessoas, ao garantir indenização em caso de danos corporais e morais durante o período de folia”, diz Juliana Santos, responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com ela, os seguros adquiridos cobriram blocos de rua, camarotes e eventos em recintos fechados em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e outras.

Juliana Santos é responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb
Juliana Santos é responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb / Divulgação

Conforme a executiva, as apólices da Chubb também protegeram profissionais envolvidos com a organização dos eventos, da montagem à desmontagem. O seguro também englobou prejuízos por danos a equipamentos, instrumentos musicais, objetos cenográficos e estruturas temporárias. Segundo Juliana Santos, os riscos mais frequentes no carnaval têm sido quedas, desmoronamento de estruturas, atropelamentos, choques elétricos, acidentes envolvendo carros alegóricos e danos a equipamentos, entre outros.

Sobre outros riscos que podem ser cobertos pelo seguro, Juliana cita o cancelamento, adiamento e interrupção do evento em virtude de condições climáticas, queda de estrutura, grande tumulto e outras causas. Esse seguro, de acordo com ela, pode garantir ao promotor o pagamento de várias despesas tais como locação de espaço, logística, alimentação, produção e muitas outras. “Por outro lado, é também possível segurar toda a receita do evento, incluindo o lucro”, conclui.

Zurich e Havan assinam parceria para seguros massificados 263

Zurich e Havan assinam parceria para seguros massificados

Seguradora suíça será responsável pela venda dos produtos de garantia estendida, seguro de roubo, furto e danos acidentais para celulares, além de seguro prestamista

A rede de varejo Havan assina contrato com a Zurich, líder do mercado brasileiro em seguros massificados, para ser sua seguradora oficial pelos próximos cinco anos. A Zurich será responsável pela venda dos produtos de garantia estendida, seguro de roubo, furto e danos acidentais para celulares, além de seguro prestamista, que cobre as parcelas das compras em caso de desemprego.

Para garantir a escolha do melhor parceiro, a rede varejista teve a consultoria da MDS Brasil, referência global em seguros, resseguros e consultoria de riscos. O processo teve duração de quatro meses, envolvendo dez grandes seguradoras do mercado brasileiro. “A Havan tinha uma necessidade bastante específica e, com o nosso conhecimento do mercado, conseguimos trazer a parceria ideal para esta nova fase da rede”, afirma Thomaz Tescaro, diretor executivo de Varejo e Afinidades da MDS Brasil.

Para os próximos cinco anos, a parceria estima gerar R$ 2,4 bilhões em prêmios de seguros. De acordo com os atuais planos de crescimento da rede varejista, este valor pode ser superado antes do prazo. Com mais uma importante parceria com uma grande rede varejista, a Zurich consolida sua posição de liderança em seguros massificados no mercado brasileiro. “O acordo com a Havan está em linha com nossa estratégia global e compromisso de longo prazo com o Brasil, bem como com o desenvolvimento da indústria de seguros”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich.

O empresário Luciano Hang, dono da Havan, diz que “a varejista vem, cada vez mais, tornando-se referência tanto em produtos, quanto em serviços. E a seguradora Zurich, como nosso novo parceiro, vai acelerar ainda mais a nossa expansão, fazendo com que a Havan atenda o seu cliente com muito mais agilidade”.