Quais riquezas de cada profissional uma equipe de vendas precisa? 592

Alberto Júnior elenca categorias de membros de uma equipe

Neste artigo procurei dividir com vocês o que na prática realmente funciona e como é possível ter resultados extraordinários quando encontramos uma equipe com pessoas “ricas” e especiais de alguma forma.

Uma equipe de sucesso tem a necessidade de pessoas com experiências completamente diferentes, em mercados diferentes também, pois cada situação será tratada de uma forma e funcionará como base para agregar conhecimento… Essa “banca de soluções” poderá trazer rapidez na tomada de decisão quando necessário.

Você precisa ter o vendedor “abre estradas” na sua equipe, aquele que vai abrir cada novo negócio que será lançado, ele precisa ser um profissional que não se preocupa em cuidar do detalhe, e sim testar e verificar na prática quais as reais necessidades, riscos e condições para se obter sucesso na jornada.

O “grandioso pavimentador”. Esse será o profissional que acabará promovendo um trabalho do tipo pós-venda e é com esse tipo de perfil que o seu cliente / produto será atendido e tratado da melhor forma possível.

O típico estrategista, que mesmo com menos atividades, consegue atingir os resultados fazendo apenas o necessário sem inventar o que não faz sentido para ser lembrado como o inovador, o que não é o objetivo nesse perfil.

Aquele que chamo de Rei das “antas”, que na equipe acaba influenciando negativamente os fracos e faz da maneira mais rápida com que sejam todos desligados para a equipe ser reconstruída com quem realmente faz acontecer.

Os “sem palavras”, que não respondem a nada para a própria equipe e faz com que a equipe aguce seus instintos de como este faz para ter sucesso, testando e se autodesafiando.

O psicólogo da equipe, que onde e da forma que for, está sempre ajudando o líder a resolver pequenos problemas pessoais sem que para isto o líder gaste tempo com poucas coisas. Este profissional está inserido em todas as equipes e na maioria das vezes circula por todos os ambientes da empresa de alguma forma.

O famoso E.T., que faz de qualquer jeito, porém sempre dá certo no final. Este é o típico caso de um “ser iluminado”, e sabe por quê? Todos acabam ouvindo e recebendo dicas e fazem por acreditar que não é possível ele conseguir. Funciona muito bem como alavanca de profissionais e normalmente é o mais “estranho” da turma.

Não vou citar aqui mais alguns que acredito possam até ser lógicos, mas estes fazem com que a base da equipe seja estabelecida e preparada para quaisquer desafios. Cuide, pois cada um tem um tipo de faixa etária, na maioria das vezes alinhadas ao produto que vendem, e que da mesma forma possui um tipo de segurança que faz com que a equipe se sinta mais confiante.

Chega de esperar para construir uma equipe de sucesso, vá em frente e faça acontecer, pois você pode muito mais.

Top Consumidor premia marcas de destaque; Icatu é reconhecida entre seguradoras 357

Top Consumidor premia marcas de destaque; Icatu é reconhecida entre seguradoras

Cerimônia foi realizada na última quarta-feira, em Porto Alegre (RS)

A premiação Top Consumidor 2019 certificou as principais “Marcas de Respeito”, na última quarta-feira (20). Tudo aconteceu em um jantar, no Centro de Eventos do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre (RS). O evento teve promoção do Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão e da Revista Consumidor.

José Luiz da Silva, presidente do INEC e publisher da revista, disse que é necessário destacar empresas, marcas e serviços que primam por uma conduta ética, de qualidade e com compromisso. Os agraciados foram escolhidos por 35 representantes de entidades e 20 consumidores.

Premiados do Top Consumidor "Marcas de Respeito" / Imagem: Jornal O Sul
Premiados do Top Consumidor “Marcas de Respeito” / Imagem: Jornal O Sul

A Icatu Seguros recebeu o certificado na categoria Seguradora – Vida e Previdência.

“Ficamos muito felizes em receber essa premiação voltada às relações de consumo. O respeito e a atenção às demandas dos clientes norteiam todas as ações da empresa”, afirmou a superintendente da Icatu Seguros Josiana Schneider. A seguradora já havia sido destaque no prêmio Ouvidorias Brasil 2018, realizado pela Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente. A Ouvidoria da seguradora foi pioneira no mercado e há 20 anos funciona como um espaço de confiança e de credibilidade no relacionamento da empresa com o cliente.

Velox Contact Center participa do 1º Expo Alpha B2B 335

Velox Contact Center participa do 1º Expo Alpha B2B

Feira de negócios acontece no dia 4 de abril, em Alphaville

A super palestra motivacional em vendas de Conrado Melhado “Acredite em você e o mundo fará o mesmo” é uma das atrações apresentadas pela Velox Contact Center, na 1ª edição da Expo Alpha B2B. A feira de negócios promoverá soluções corporativas, novidades, tecnologias, palestras e treinamentos em um único espaço, em Alphaville, São Paulo.

“Venha conhecer os nossos serviços e participar deste grande evento”, convoca a empresa em nota enviada à redação.

Momentos de network com investidores, representantes comerciais, startups, empresários, líderes e formadores de opinião do segmento corporativo devem nortear os trabalhos, no próximo dia 4 de abril.

Outra grande surpresa é a primeira apresentação de Issao Imamura no Brasil. O especialista apresenta a palestra “A magia nos negócios”, além de temas como comunicação, vendas, gestão e tecnologia.

Sorteios e premiações para visitantes e expositores dão o toque final a programação, que conta com cobertura especial do JRS.

Trump diz que vai apoiar entrada do Brasil na OCDE 1084

URGENTE: Trump diz que vai apoiar entrada do Brasil na OCDE

Pleito é visto pelo governo Bolsonaro como um selo de confiança internacional e tem sido defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 19, que irá apoiar a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), um pleito brasileiro. “Eu estou apoiando o Brasil para entrar na OCDE”, disse, no Salão Oval da Casa Branca, onde recebeu o presidente Jair Bolsonaro. O pleito é visto pelo Brasil como um selo de confiança internacional e tem sido defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Questionado sobre facilitação de vistos a brasileiros, Trump afirmou que essa possibilidade é cogitada, mas rapidamente mudou de assunto para criticar o nível de comércio entre os dois países. “Pensando muitas coisas em diferentes opções, também estamos pensando facilitar os vistos, mas o comércio que temos com o Brasil não é tão bom como deveria ser. Temos que trabalhar para que seja o melhor possível”, afirmou o americano.

Os dois presidentes trocaram camisetas de futebol. Trump presenteou Bolsonaro com uma camiseta de um time americano, com nome do Bolsonaro escrito atrás. Já Bolsonaro deu uma camisa da seleção brasileira com o número 10, do Pelé, e o escrito “Trump” nas costas. Bolsonaro estava acompanhado do filho mais novo, o deputado Eduardo Bolsonaro.

Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que o Representante Comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer pediu que o Brasil deixe a lista de países de tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC) em troca do apoio norte-americano à entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo o ministro, essa foi a solicitação de Lighthizer. “Eu fiz o meu pedido: quero entrar na primeira divisão. Ele falou: então me ajuda a limpar a segunda divisão”.

Sebrae firma parcerias para combater a burocracia 207

Sebrae firma parcerias para combater a burocracia

Projeto pioneiro no Rio Grande do Sul visa simplificar o ambiente legal para a atividade empresarial

Na última sexta-feira (15), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) deu mais um passo importante para simplificar a vida dos empreendedores brasileiros. Em reuniões realizadas em Porto Alegre (RS), foi definida a composição do Conselho que vai implementar o projeto “Desburocratização e Simplificação Legislativa”, no Rio Grande do Sul, visando contribuir com a redução da burocracia e a melhoria do ambiente de negócios para as pequenas empresas.

O projeto vai realizar levantamentos, análises e propostas concretas de melhorias em toda a legislação que impacta principalmente o pequeno empresário no Rio Grande do Sul. O objetivo do Sebrae com a iniciativa pioneira que será implementada no estado é desenvolver uma metodologia de trabalho que será reproduzida em todo o país. A ação conta com a parceria do governo do Rio Grande do Sul e com a consultoria do Instituto Desburocratizar (iDESB).

Além de estabelecer o perfil dos membros do Conselho – que será formado por representantes do governo e sociedade civil – os parceiros fizeram encaminhamentos para a estruturação da primeira agenda de trabalho do grupo, que será consolidada para a primeira reunião, prevista para abril. Presentes no encontro, o secretário de Governança e Gestão Estratégica, Cláudio Gastal, João Marcos Amaral, gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial (UPPDT) do Sebrae Nacional, Inês Schwingel, gerente adjunta da UPPDT do Sebrae Nacional, André Godoy, diretor superintendente do Sebrae RS, Janaína Zago, gerente da UPPDT do Sebrae RS, e Daniel Bogea, diretor-executivo do Instituto Desburocratizar (iDESB). “A desburocratização é uma prioridade e está no nosso mapa estratégico, que vai dar o norte ao governo”, comentou o secretário.

Reforçando a agenda proativa do Sebrae para fomentar o empreendedorismo no estado, foi realizado outro encontro, com foco na ampliação da Sala do Empreendedor de Porto Alegre. O local reunirá os órgãos de registro e licenciamento de empresas, possibilitando que o empreendedor tenha todas as informações e serviços necessários em um único local. O lançamento está previsto para este semestre. Participaram do encontro o secretário de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre, Eduardo Cidade, e Daniela Alves Braga, coordenadora da Sala do Empreendedor, representantes do Sebrae e da iDESB. Em seguida, a equipe do Sebrae e o representante da iDESB realizaram uma visita à Junta Comercial com Itacir Amauri Flores.

Redesimples

Também na sexta-feira, o Sebrae firmou um novo convênio com a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul (JucisRS). O objetivo da iniciativa é intensificar o trabalho de desburocratização e simplificação da rotina das empresas e ampliar a abrangência da Redesimples. A parceria entre o Sebrae e JucisRS já resultou na melhoria do processo de abertura, alteração e fechamento de empresas no Estado, que agora é 100% digital.

Com isso, já é possível realizar essas operações, no tempo máximo de cinco dias e cinco horas. O projeto original para a implantação da Redesimples, iniciado em 2014 com a JucisRS, alcançou resultados relevantes no estado ao integrar 160 municípios, o que representa 78% das micro e pequenas empresas do RS, realizar a digitalização do acervo de documentos da JucisRS, alterar o sistema operacional da JucisRS, tornando o processo mais ágil, moderno e seguro, além de promover a integração de todos os órgãos estaduais.

Durante a assinatura do convênio, Itacir Amauri Flores, presidente da Junta Comercial, destacou a importância da parceria com o Sebrae e afirmou que a meta é que, ao final dos quatro anos, o projeto atinja todos os municípios. “Pretendemos alcançar mais 100 municípios em 2019, é possível”. João Marcos Amaral, gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial (UPPDT) do Sebrae Nacional, ressaltou o comprometimento do Rio Grande do Sul com a pauta: “A agenda de desburocratização é prioritária para o desenvolvimento econômico do país, inclusive para que a gente alcance melhores posições no ranking Doing Business – fundamental para atrair investimentos e que demonstra, justamente, a melhoria do ambiente de negócios”.

O seguro garantia e a retomada do desenvolvimento 345

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da CNseg

Nos últimos 30 anos, o Brasil enfrentou – e venceu – desafios imensos. Nos anos 1990 derrotou a hiperinflação e, nas décadas seguintes, superou os efeitos de grandes terremotos financeiros internacionais. Agora, recém-saído da pior recessão desde os anos 1930 e com o início do novo governo, o País tem pela frente mais um grande desafio: avançar nas reformas necessárias ao inadiável ajuste fiscal – com destaque para a reforma da Previdência, – sem abrir mão de uma agenda de retomada do crescimento econômico com justiça social.

A infraestrutura ocupa lugar central nessa agenda.  Investimentos no setor significam melhoria da qualidade de vida dos brasileiros em áreas fundamentais como saneamento e mobilidade urbana, geração de empregos e a ampliação da presença competitiva do Brasil na economia global, com mais e melhores ferrovias, rodovias, aeroportos, portos e bons serviços de energia elétrica, telefonia e outros. Em um momento no qual o País decidiu abandonar modelos que derrubaram o emprego e a renda média, viabilizar investimentos em infraestrutura é algo estratégico para a reconstrução, modernização e reconstrução da vida nacional.

Nesse cenário, a Confederação das Seguradoras (CNseg) considera que a inserção do seguro garantia obrigatório para grandes obras públicas é tema prioritário. Trata-se de uma modalidade de seguro que reforça o arcabouço para a estruturação de financiamento e garante o cumprimento das obrigações assumidas pelo contratado, eliminando a necessidade de recorrer a garantias como o patrimônio das empresas (o que frequentemente põe em risco sua sobrevivência) ou fianças bancárias (que já se demonstraram ineficazes para as amortizações de longo prazo características dos empreendimentos de infraestrutura). O objetivo é garantir que a obra seguirá no ritmo esperado, e que a construtora contratada será rapidamente substituída por outra se abandonar os trabalhos.

O seguro garantia é instrumento crucial para melhorar a qualidade, a transparência e a execução de projetos governamentais, em parceria com a iniciativa privada, e deixar para trás um modelo que resultou na paralisação de milhares de empreendimentos. Estudos recentes dão conta de que existiam em 2016 mais de 2.500 obras paralisadas no Brasil, sendo pouco mais de 500 delas de infraestrutura.  Ainda que muitas tenham sido retomadas, esses são números preocupantes. Obras paradas significam população privada de serviços, e dinheiro do contribuinte escorrendo pelo ralo – além de configurar sinal negativo para potenciais investidores. De acordo com o Ministério do Planejamento, a maior parte das paralisações acontece por problemas técnicos, abandono da obra pela empresa responsável e dificuldades financeiras.

São informações que reforçam a importância do seguro garantia, figura que já existia nos Estados Unidos do século XIX para apoiar obras voltadas ao desenvolvimento do país e dar bom destino aos impostos pagos pelos cidadãos. Em 1893, o Congresso americano aprovou o “Heard Act”, estabelecendo a obrigatoriedade das garantias em todos os contratos governamentais, dando mais segurança à aplicação dos recursos públicos. A primeira seguradora especializada nessa modalidade de seguro surgiu em 1895, na Filadélfia.

No Brasil, o tema precisa de mais atenção. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6814/2017 (apensado ao PL 1292/1995), que prevê alterações na Lei de Licitações, com a adoção de seguro garantia obrigatório para obras acima de R$ 100 milhões, e ampliação da garantia para 30% do valor do empreendimento. A lei atual já permite (mas não obriga) a contratação de seguros, que podem variar de 5% a 10% do valor da obra. Hoje, a maioria dos seguros é de 5%.  Nossa proposta para o novo seguro garantia tem como parâmetros práticas do mercado internacional.

Existe um largo atraso a superar. Os investimentos nesse setor não passam de 1,67% do PIB, quando o ideal seria uma taxa de 4% a 5%, ou algo em torno de R$ 300 bilhões por ano ao longo de uma década. O desafio é grande, mas entendemos que há motivos para estarmos otimistas. Apesar de persistirem incertezas no horizonte, a confiança começa a retornar. A Fundação Getúlio Vargas registrou, em janeiro, o primeiro resultado positivo no Índice de Clima Econômico depois de três trimestres consecutivos de níveis negativos, o que significa expectativa de retomada de investimentos e contratações. E os movimentos iniciais do governo federal são alentadores.

Na infraestrutura, que voltou a merecer um ministério, o plano é realizar leilões de 23 concessões de aeroportos, ferrovias e terminais portuários dentro dos primeiros cem dias de governo. Já se percebe também movimentação de investidores interessados em explorar as possibilidades de parceria em obras públicas. Os empreendimentos necessários a dotar o país de infraestrutura compatível com seu tamanho e importância na geopolítica mundial envolve desafios logísticos relevantes e exige atualização de marcos regulatórios, o que confere ao seguro garantia importância ainda maior.

No mundo inteiro, o setor de seguros passou a fazer parte da pauta de mudanças de políticas macroeconômicas pelas quais, em maior ou menor grau, todos os países passam hoje, com menor participação dos governos em setores como saúde, previdência e infraestrutura.  No Brasil, queremos estar no centro das políticas públicas, junto com o setor de resseguros em coberturas de grande valor, fundamental para o equilíbrio do sistema, como garantidor da atividade seguradora. O apoio ao desenvolvimento brasileiro será o tema do 8º Encontro de Resseguro, que se realiza em abril, no Rio de Janeiro.

No Brasil, o setor de seguros dispõe de ativos para garantir riscos assumidos da ordem de R$ 1,2 trilhão, equivalentes a 25% da dívida pública brasileira, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país.

As seguradoras estão preparadas e confiantes na recuperação, apostando que é possível devolver ao Brasil o desenvolvimento frustrado, a melhoria da infraestrutura, a competitividade, a liberdade de empreender e a reconquista do emprego.