Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta diversas atrações em setembro 412

Espetáculos estão em cartaz no CE, ES, MG, PE, RJ E SP

O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta programação especial em setembro, com calendário repleto de entretenimento. Neste mês, nove atrações, entre peças teatrais e espetáculos musicais e de dança, estão em cartaz no Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, com patrocínio do Grupo Bradesco Seguros.

Caros Ouvintes

Em temporada pelo Nordeste, “Caros Ouvintes” estreia nos palcos do Recife. A peça é ambientada em 1968, numa emissora de rádio prestes a transmitir o último capítulo de um folhetim. O produtor Vicente (Marcos Damigo) mantém um relacionamento com a atriz Conceição (Natallia Rodrigues) e dribla as orientações do publicitário Vespúcio (Elam Lima). Mais antigos na rádio, o galã Péricles (Eduardo Semerjian) e a cantora Leonor (Camilla Camargo) enfrentam a decadência profissional, enquanto a tensão se instaura diante do desaparecimento de um dos atores. Com intelig ência e sensibilidade, a montagem transita por situações dramáticas e trágicas, muitas vezes sem a plateia se dar conta.

Recife
Teatro Luis Mendonça – Avenida Boa Viagem, S/N – Boa Viagem, Recife – PE.
Apresentações: 9 e 10 de setembro, às 21h e 11, às 19h.

Chacrinha, O Musical

Após temporadas de sucesso pelo país, “Chacrinha, O Musical” segue em turnê com espetáculos em Vitória e Recife. Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira e direção de Andrucha Waddington.

O musical acompanha a trajetória do apresentador desde sua infância na cidade de Surubim, em Pernambuco, até o auge da carreira na TV Globo, comandando o programa de auditório “Cassino do Chacrinha”. Com espaço para chacretes, trocadilhos infames, buzinadas e o “troféu abacaxi”.

A trilha sonora — uma banda de nove músicos acompanha o espetáculo — é composta por mais de 60 canções (medleys) consagradas na história da música nacional de artistas como Sidnei Magal, Rosana, Raul Seixas, Titãs e Wando.

Vitória
Arena Vitória – Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, 2100 – Bento Ferreira, Vitória – ES.
Apresentações: 10 de setembro às 21h.

Recife
Teatro Riomar – Avenida República do Líbano, 251, Recife. PE.
Apresentações: 24 de setembro, às 21h e 25, às 15h e 20h.

Como é que pode?

Como é que pode? Leva em conta o talento de Gabriel como ator e comediante, costurando os números de mágica com textos de humor, recursos dramáticos e o uso de vídeos que tornam o espetáculo ainda mais ágil e divertido. Tudo isso dirigido pelo humorista Leandro Hassum. Os textos são do próprio Gabriel e de Mauricio Rizzo, redator de vários seriados de humor, entre eles a “Grande Família”, “Cilada” e “A Diarista”.

Rio de Janeiro
Teatro dar Artes – Shopping da Gávea – loja 264, R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ.
Apresentações: Sábado às 19h
Temporada: Até 01 de outubro de 2016.

Doidas e Santas

Depois de percorrer todo o Brasil, a comédia romântica “Doidas e Santas” está em cartaz nas cidades de Fortaleza e Juiz de Fora. Em cena, uma mulher realizada profissionalmente e com um casamento estável de mais de 20 anos entra em crise e resolve mudar tudo em sua vida. A montagem aborda as relações humanas em diferentes relacionamentos: homem e mulher; mãe e filha; irmã e irmã; e psicanalista e paciente. Estrelada por Cissa Guimarães, a peça é livremente inspirada no livro homônimo de Martha Medeiros.

Juiz de Fora
Cine Theatro Central – Rua Barão de São João Nepomuceno, S/N – Centro, Juiz de Fora – MG.
Apresentação: 10 de setembro, às 21h.

Fortaleza
Teatro Via Sul – Via Sul Shopping – Av. Washington Soares, 433 – Lagoa Sapiranga (Coité), Fortaleza – CE.
Apresentações: 17 de setembro, às 21h e 18, às 20h.

Festividade – VII Festival da Terceira Idade

Reúne apresentações musicais, palestras e oficinas artísticas que estimulam atividades físicas para o público da terceira idade.

Rio de Janeiro
Tijuca Tênis Clube – Rua Conde de Bonfim, 451 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ.
Temporada: Dias 12, 13 e 14 de setembro de 2016.

Garota de Ipanema

Com texto de Thelma Guedes, direção de Gustavo Gasparani e supervisão musical de Roberto Menescal, o espetáculo “Garota de Ipanema” conta a história de amor de uma garota do subúrbio e um rapaz da zona sul carioca. Embalados pelas músicas da Bossa Nova, o casal enfrentará suas diferentes realidades sociais para ficarem juntos. O elenco conta com a atriz estreante em musicais Leticia Persiles e os atores Thiago Fragoso (“Xanadu”) e Claudio Lins (“Elis, a Musical”).

Rio de Janeiro
Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 38, Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Apresentações: quintas, sextas e sábados, às 20h e domingos, às 18h
Temporada: de 26 de agosto a 27 de novembro de 2016.

Ghost – O Musical

Depois de temporadas em Londres e Nova York, o musical Ghost chega aos palcos de São Paulo. Baseado no filme “Ghost – O Outro Lado da Vida”, ganhador de dois Oscars (roteiro original e atriz coadjuvante), o espetáculo contará com André Loddi como Sam Wheat, papel vivido no cinema por Patrick Swayze, e Giulia Nadruz no papel de Molly Jensen, personagem de Demi Moore nos cinemas.

Ghost conta a história do jovem casal, Sam Wheat e Molly Jensen, que é interrompida por um assalto que resulta na morte de Sam. Preso no mundo real, o espírito de Sam descobre a verdade por trás de seu assassinato e conclui que Molly está em perigo. Enquanto ele busca mais pistas e tenta proteger Molly, ele encontra a falsa vidente Oda Mae Brown. Embora ela tenha sido uma fraude por muitos anos, Sam descobre que ela realmente pode ouvi-lo e pede ajuda para que possa se comunicar com Molly através dela e, assim, alertá-la sobre os riscos que corre.

São Paulo
Teatro Bradesco – Rua Palestra Itália, nº 500 Loja 263, 3° piso, Shopping Bourbon, SP.
Apresentações: de 8 de setembro a 11 de dezembro de 2016.

Trondhem Solists

Sexta atração do ano daSérie O Globo/Dell’Arte Concertos Internacionais 2016, a orquestra de cordas Trondheim Soloists, criada em 1988, consagrou-se no mundo musical já em sua primeira turnê internacional em Londres. Desde então, o conjunto passou a integrar a programação dos teatros de Berlim, Nova York e Pequim. A originalidade de suas interpretações lhe renderam cinco indicações para o Grammy e apresentações com artistas ilustres como Anne-Sophie Mutter e Leif Ove Andsnes. A trompetista Tine Thing Helseth, aos 26 anos, já é reconhecida como uma das melhores intér pretes de todos os tempos.

Rio de Janeiro
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Apresentação: 12 de setembro, às 20h.

Wicked – A História não contada das Bruxas de Oz

Muita coisa ocorreu antes de Dorothy conhecer o mundo do mágico de Oz. Lá, duas garotas acidentalmente cruzaram seus caminhos: uma era bonita e popular e a outra, esperta e… verde. A história de como essas duas improváveis amigas se transformaram em Glinda, a fada boa, e em Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, é a trama principal de “Wicked”.

Inspirado no best-seller do escritor Gregory Maguire, o musical é uma superprodução de tirar o fôlego, com figurinos e cenários deslumbrantes, além de contar com músicas em português. Por meio de números e performances surpreendentes, “Wicked” mostra que toda história tem diversos pontos de vista e que ser diferente é algo único e extraordinário.

Desde a estreia em Nova York, em 2003, o musical foi assistido por mais de 48 milhões de pessoas na Alemanha, Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Japão, México, Nova Zelândia e Singapura.

São Paulo
Teatro Renault – Rua Brigadeiro Luis Antônio 411, Bela Vista.
Apresentações: quinta e sexta às 21h; sábado, às 16h e 21h; domingo, às 15h e 20h.
Temporada: até dezembro de 2016.

Previsul Seguradora coloca inovação para o corretor de seguros como prioridade 518

Previsul Seguradora coloca inovação para o corretor de seguros como prioridade

Companhia atua há 110 anos e está orientada para o futuro

Com 110 anos, a Previsul Seguradora destaca a inovação como fundamental para o sucesso ao longo desta trajetória. “Por isso também estamos sempre atentos para disponibilizar ferramentas que facilitem os processos diários do nosso parceiro de negócios. Por isso estivemos em São Francisco e no Vale do Silício, para respirar essa inovação e incorporar ao nosso dia a dia”, conta a Diretora de Negócios e Marketing da Previsul, Andreia Araujo.

A companhia participou na última semana do CQCS Insurtech & Inovação, evento realizado na capital paulista entre os dias 12 e 13 de junho. “O corretor de seguros tem um papel consultivo fundamental junto ao segurado”, comentou o presidente da Previsul Seguradora, Renato Pedroso. O presidente da seguradora digital, orientada para o futuro, participou do painel “Porque o Corretor é o Futuro da Proteção”. Pedroso explicou como o corretor pode ser agente de prospecção para o mercado de seguros.

CIAB: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital 441

CIAB: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital

Na pauta, insurtechs, IFRS 17 e TI como aceleradora de negócios

No segundo dia da Trilha de Seguros no CIAB Febraban 2019, na quarta-feira (12), executivos do setor discutiram o fluxo de investimentos em insurtechs, a implementação da IFRS 17 e o papel da área de TI como aceleradora de negócios.

Os investimentos em startups de seguros (insurtechs) ao redor do mundo são direcionados majoritamente à América do Norte com 60%; Europa, 24%; Ásia-Pacífico, 8%; Israel, 3%; e a América Latina registra apenas 2%. Os dados, resultados de uma pesquisa realizada pela Everis, foram apresentados por Roberto Ciccone, sócio da empresa, responsável pelo setor de Seguros na região das Américas, no painel Insurtechs Outlook – Inovação em Seguros, da Trilha de Seguros, em 12 de junho durante o CIAB Febraban 2019.

Nos últimos anos, o Brasil vem registrando um crescimento das insurtechs, atualmente estimadas em mais de 80. “Temos inovação no Brasil, mas falta fluxo de capital para as empresas brasileiras, pois não temos fundos de investimento gigantes atuando no País”, apontou Ciccone.

Ainda segundo Ciccone, a pesquisa também apontou como as seguradoras percebem a atuação das gigantes de tecnologia em termos de distribuição, liderado pela Amazon, e em novas tecnologia, pela Google.

“O fato de as inovações trazidas pelas insurtechs serem incrementais, em um primeiro momento, leva a um alívio porque agregam valor ao negócio. Mas, por outro lado, o disruptivo não manda sinais. Quando ele vem, pode ser tarde para se adequar”, observou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da CNseg e mediador do painel.

Com relação às demandas dos consumidores, o presidente da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg, Alex Körner (head de Seguros do Santander Brasil),  destacou que a forma como o cliente compra o plano de assinatura da Netflix é a mesma como ele vai querer comprar seguro. “Se não mudarmos, vamos ficar para trás. A minha preocupação não é com o avanço das bigtechs no mercado de seguros, mas sim com elas conseguirem oferecer um processo de compra de seguro mais atraente do que o nosso”, salientou.

O Insurtech Outlook ainda indica que o digital e a inovação têm de ser prioridade no foco estratégico das empresas. O maior desafio, porém, é a mudança cultural e o engajamento de toda a organização no processo.  “A cultura organizacional devora qualquer belíssima estratégia. Envolver a companhia como um todo em uma jornada de transformação é essencial”, ressaltou Mariane Bottaro Berselli Marinho, diretora de Estratégia, Marketing e Governança da Zurich Santander Seguros e Previdência.

IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia

Prioridade na agenda das seguradoras, o IFRS 17, padrão internacional de contabilidade para as operações de seguros, publicada pela International Accounting Standards Board (IASB), organização responsável por estabelecer normas contábeis a nível internacional, foi discutida no painel “IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia” da Trilha de Seguros.

Desafio para as seguradoras, a norma deverá ser implementada até 2022. Mediadora do painel, Karini Madeira, superintendente de Acompanhamento Técnico da CNseg, lembrou que desde maio de 2017, quando o padrão foi publicado, a Confederação formou um grupo multidisciplinar para discuti-la. O grupo produziu 13 memorandos técnicos e, em 2018, iniciou uma discussão junto à Susep.

Atualmente, as companhias têm desenvolvido estudos internos para entender os reflexos e quais áreas serão impactadas. Conforme Karini, o grau de complexidade é diferente para cada seguradora, pois varia de acordo com o segmento de atuação, os produtos oferecidos, exposição ao risco, grau de maturidade e o envolvimento com a convergência das normas. “Não temos uma ferramenta de prateleira ou uma solução mágica que faça que a implementação aconteça”, disse Karini.

Alexandre Paraskevopoulos, da Deloitte, observou que, embora não tenha uma receita pronta, a implementação da norma possui uma sequência lógica e gira em torno de uma metodologia. “Mas ao mesmo tempo em que temos o IFRS 17, o IFRS 9, que versa sobre instrumentos financeiros, entra em conjunto. É importante entender que as duas normas conversam entre si”.

Ao compartilhar a experiência da companhia, no painel sobre IFRS 17, a superintendente de práticas contábeis de seguros da SulAmérica, Flávia Vieira, lembrou que a norma faz sentido para a operação de seguros, mas a definiu como de difícil implementação, dependendo da carteira. “Uma pessoa que não conhece a companhia não conseguirá implementar o IFRS 17 e o IFRS 9 em conjunto. É importante ter um grupo inicial formado pelas áreas financeira, contábil, TI e atuarial. O segundo passo é entender a norma”.

A visão de tecnologia da informação, transmitida também pelo gerente de arquitetura corporativa de TI da SulAmérica, Cristiano da Silva Bezerra, consiste no desafio da robustez de escabilidade. “É necessário também reconhecer, mapear e entender todas as origens de integração de dados que fazem parte do processo”, ressaltou, ao lembrar: “A norma é padrão, porém a jornada é particular”.

Data Center a serviço do negócio

A Trilha de Seguros foi encerrada com a apresentação do case “Data Center a serviço do negócio”, da Tokio Marine, implantado pela Dell, que simboliza um rompimento da ideia tradicional de Data Center com a junção dos processos em hiperconvergência.

Para o presidente da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação da CNseg, Camilo Ciuffatelli (Tokio Marine), o case da companhia indica para todo o mercado a necessidade de possuir uma estrutura capaz de suportar as inovações em termos de tecnologia, como telemetria, Internet das Coisas (IoT) e Analytics. “São processos novos que toda companhia vai ter que usar. Caso contrário,  corre-se o risco de ficar totalmente defasada e até sair do mercado”, afirmou.

Os investimentos em tecnologia na seguradora tiveram início em 2011 com o Insourcing do Datacenter com servidores Dell Blade e Storage DellEMC. “Uma das vantagens de utilizar a cloud de maneira híbrida é também desenvolver fora e trazer para dentro”, destacou Erick Pascoalato, da Dell.

Os resultados foram muito expressivos. “Esse foi o gatilho do diferencial da companhia frente ao mercado. O alto investimento foi revertido em uma capacidade de processamento três vezes maior e na redução de custo de 64%. Isso permitiu que dobrássemos de tamanho em três anos”, contou Wilson Leal, CIO da Tokio Marine.

Em sua visão, o mercado segurador já transcendeu a fase de transformação digital e agora está na etapa de Reinvenção Digital. “Não é só a tecnologia que faz parte do processo. Agora é o negócio, precisamos mudar o processo para que em dois cliques o cliente se resolva”, definiu Wilson Leal.

Gabriel Portella destaca a importância da inovação, em Porto Alegre (RS) 1043

Gabriel Portella destaca a importância da inovação, em Porto Alegre (RS)

Questões regulatórias, benefícios e produtos adequados foram apresentados pelo palestrante

O Restaurante Clube do Comércio, na Região Central de Porto Alegre, foi palco de mais um tradicional encontro do mercado segurador, na última quinta-feira (13). Realizado há mais de 70 anos, pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), o evento contou com palestra de Gabriel Portella, presidente executivo da SulAmérica Seguros. Ao todo, quase duas centenas de operadores do setor de seguros na região acompanharam o momento.

O tema: a importância da inovação para a indústria do seguro. Questões como os benefícios e a entrega do produto seguro ao tomador. “As insurtechs, moedas como o Blockchain e aplicativos diversos que a SulAmérica disponibiliza para seus segurados é uma maneira de ofertar produtos adequados e serviços inovadores ao cliente final. A inovação é um processo desafiador”, explica Portella.

A divulgação das normas para o sandbox no setor de seguros, que torna otimizadas e mais acessíveis as questões relacionadas às insurtechs, também foi tema da fala do executivo. “O fato de as inovações trazidas pelas insurtechs agregarem valor ao negócio do seguro tornam os processos muito mais ágeis. É muito importante buscar sempre a inovação”, completou.

Para o presidente do Sindseg/RS, Guacir Bueno, o momento foi especial. “Agradeço ao renomado palestrante, que apesar de sua extensa agenda, brinda os gaúchos com um tema que irá permear por muito tempo a indústria do seguro que busca métodos e práticas eficazes. A inovação, aqui, hoje, ficou destacada de forma brilhante e nos ajuda no processo de transformação digital”, finaliza.

Almoço do Sindseg/RS – Todas as imagens

Prudential mistura música clássica e rock em Curitiba 558

Prudential Concerts 2019 chega a Curitiba misturando música clássica e rock

Prudential Concerts 2019 será no dia 26 de junho e terá como convidado o músico Frejat

Após um show marcante em Porto Alegre, o Prudential Concerts chega à capital paranaense. A edição 2019 quer mostrar ao público que música clássica combina com rock and roll. O show, sob o comando de Carlos Prazeres – regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia e um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração – acontecerá no Ópera de Arame, no dia 26 de junho, e terá como convidado o músico Frejat.

O projeto, que teve início em maio e se estenderá até outubro, ainda vai passar pelas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. A expectativa é de que mais de seis mil pessoas prestigiem os shows.

“O Prudential Concerts é uma turnê que aguardo sempre muito ansioso para fazer. São shows super descontraídos e com conteúdo cultural incrível. Grande parte dos sucessos populares têm referência erudita e estou animado para reger as orquestras tocando rock and roll, que tem influência direta do Barroco”, diz o maestro Carlos Prazeres.

O Prudential Concerts conta, ainda, com a realização de oficinas musicais voltadas para crianças e adolescentes de instituições sem fins lucrativos ligadas à música. A iniciativa, ministrada por Carlos Prazeres, já beneficiou mais de 300 jovens e acontece em todas as cidades que recebem o evento. O objetivo é desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência de cada participante.

“O propósito da Prudential do Brasil é levar tranquilidade para as pessoas por meio do seguro de vida. Em linha com o negócio, as nossas ações culturais visam proporcionar também um momento de bem-estar para o público. Por isso, estamos orgulhosos em realizar, pelo terceiro ano consecutivo, o Prudential Concerts, que dessa vez vem com a temática do rock, fazendo uma ponte direta com o grande evento que iremos apoiar neste ano, que é o Rock in Rio”, afirma Fernanda Riezemberg, gerente de Marketing Institucional da Prudential do Brasil.

Nomes importantes da MPB, como Milton Nascimento, Gilberto Gil e Alceu Valença, participaram das edições anteriores do evento, que tiveram como tema Acordes Brasileiros e Bossa Nova. Ao todo, mais de 8.600 pessoas assistiram aos espetáculos.

O evento é idealizado e produzido pela Novo Traço Comunicação, com patrocínio da Prudential do Brasil e realização da Secretaria Especial de Cultura, do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

Para mais informações sobre o Prudential Concerts, acesse as páginas oficiais do projeto no Facebook e no Instagram.

Austral Re e Terra Brasis Re anunciam fusão 994

Austral Re e Terra Brasis Re anunciam fusão

Movimento resulta na segunda maior resseguradora do País

Bruno Freire será o CEO da nova companhia / Divulgação
Bruno Freire será o CEO da nova companhia / Divulgação

A Austral Re e a Terra Brasis Re acabam de anunciar ao mercado a assinatura de um acordo de investimento para fusão de suas atividades. Da união, resultará a segunda maior resseguradora nacional em prêmios de resseguros emitidos (R$ 672 milhões em prêmios emitidos bruto combinados em 2018) e a quarta maior resseguradora local em patrimônio líquido (R$ 387 milhões em patrimônio líquido combinado em 2018).

O bloco de controle da operação caberá à Vinci Partners, tendo como sócios o grupo Brasil Plural e o International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, que já detém participação nas duas companhias.

O posicionamento competitivo da nova resseguradora será fortalecido pela complementaridade dos portfólios de negócio e pela ampliação da cobertura geográfica no Brasil e no exterior, com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Colômbia e Guernsey, além de autorizações para operar em diversos países latino americanos.

Bruno Freire será o CEO da nova companhia e Rodrigo Botti será o CFO. A resseguradora manterá sua estratégia focada no atendimento à indústria de seguros em todas as linhas de negócio com soluções inovadoras, atendimento qualificado, responsabilidade na gestão de riscos e os mais altos padrões de governança corporativa.

“A fusão oferece uma expressiva criação de valor a longo prazo. Esperamos que a combinação dos negócios capture significativas sinergias operacionais, administrativas e econômico-financeiras. Trata-se de um parceiro que conhece amplamente o setor e que proporcionará uma capacidade renovada de expansão e internacionalização de atividades”, destaca Bruno Freire.

“A oportunidade é única para acelerar as estratégias de expansão com nova força e dimensão. Estamos entusiasmados com a oportunidade de ganho de escala, com o portfólio de produtos e o compromisso dos nossos times”, pontua Rodrigo Botti.

A associação não terá qualquer interferência na composição da Austral Seguradora, controlada pela Vinci Partners.

A consumação da operação está condicionada à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).