Seguro mais caro para motoristas do Uber 284

De acordo com a Fenacor, todo motorista de veículo cadastrado no aplicativo deve alterar a apólice do seguro para garantir a proteção em acidentes

Os mais de 10 mil motoristas do Uber e outros aplicativos de transporte de passageiros no Brasil devem ficar atentos. Agora, carros utilizados para essa finalidade podem estar na mesma categoria de um taxi. A informação é da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), que diz que estes profissionais devem estar preparados para pagar mais pelo seguro do veículo. A alteração da apólice do prêmio do carro é importante para que o motorista não tenha nenhuma suspresa desagradável em caso de acidentes.

Os aplicativos de transporte de passageiro estão mais uma vez no centro de debates entre motoristas, clientes e profissionais do mercado de seguro. Por ser um carro particular, que também pode ser utilizado para transporte, não pode ser classificado como carro de passeio, portanto os riscos são considerados muito mais altos. Ao se cadastrar no aplicativo Uber, a micro-empreendedora, Viviane Lopes precisou adquirir o seguro APP (Acidentes Pessoais a Pessoa), que é obrigatório, mas não ficou só com este. “Fiz o APP por uma empresa e depois atualizei o seguro do meu carro para enquadrá-lo na categoria correta e dar mais segurança”, explica.

Como é um veículo que circula todo dia, em um ritmo intenso e com uma demanda de serviço cada vez maior, existe a preocupação com a segurança de motoristas e passageiros. “Quanto maior a exposição ao risco, maior é o valor do prêmio, e isso serve de alerta para os proprietários de veículos que fazem o uso para transporte remunerado e pessoas”, alerta Carlos Valle, diretor da Fenacor.. Por isso é indispensável a contratação de um seguro que contemple um valor adequado de cobertura para eventuais danos materias em caso de colisões, incêndios e danos a outros veículos, por exemplo. Quando um novo motorista é cadastrado em algum aplicativo de transporte de passageiros, em geral, tem um seguro de carro comum. Mas ao começar a utilizar o veículo para uso profissional, o valor a pagar fica mais caro. “Como transporte de pessoa acabei pagando um pouco mais. Mas em compensação o carro está mais protegido caso aconteça algum acidente”, comenta Viviane.

Os valores dos seguros para veículos de transporte remunerado pode chegar a 50% a mais do valor do seguro comum. Mas a relação custo benefício pode sair mais barata. O diretor Carlos Valle explica em um comparativo como assegurar um automóvel na apólice correta pode ser mais vantajoso. “O valor de um seguro normal pode custar cerca de R$ 3 mil, com previsão de rodar 1,5 mil km/mês, sendo assim o custo por km fica R$ 0,16/km. Já o seguro do Uber, no mesmo veículo pode chegar a custar R$ 4,5 mil com previsão de rodar 6 mil km/h. Dessa forma o custo por quilometragem fica R$0,08/km”, explica. Portanto levando em consideração o número de quilômetros rodados de um carro comum e de um cadastrado no aplicativo, os custos ficam mais baratos no segundo. Além de ter os danos materias assegurados independente da quilometragem.

Seguro APP

O seguro de Acidentes Pessoais a Passageiros é obrigatório para quem quer ser motorista do Uber. A parceira do aplicativo, Marcela Barros, explica como era o processo. “Existem dois tipos de seguro, um no valor de R$ 50 e que cobre somente em caso de morte, outro que custa R$ 80 e que também cobre acidentes e despesas em hospitais, o valor máximo de idenização é de R$ 50 mil”, explica. Porém, Marcela Weber, assessora do aplicativo, informa que a obtenção do seguro obrigatório sofreu algumas alterações. “A partir de julho deste ano o valor da indenização em caso de morte ou invalidez permanente passa para R$ 100 mil e R$ 5 mil para despesas médicas”, esclarece.

Mais segurança

O marido de Viviane, Manassés Lopes, também é motorista do Uber e foi ele o responsável por alterar a apólice do seguro do carro. “Modifique o seguro há dois meses, quando troquei de carro. Preferi gastar um pouco mais e me sentir mais seguro, do que arriscar um desembolso maior e inesperado em caso de acidente”, explica. Alterar o tipo de seguro garante ao motorista a cobertura do dano causado ao veículo independente da quilometragem rodada. “Conversei com alguns donos de carros da Uber que afirmaram fazer o seguro, mas colocam como uso particular. Então alertei que não teria cobertura em caso de sinistro, já que bastaria ver a quilometragem na hora da contratação e no dia do sinistro para saber a finalidade”, explica Carlos Valle.

Bradesco Seguros segue na lembrança dos brasileiros 237

Casa da Photo

Grupo Segurador, pela 17ª vez consecutiva, é a empresa mais lembrada em “Seguros”

Por 17 anos consecutivos, pesquisa feita pelo conceituado instituto Datafolha com consumidores de diversos municípios do país revela o mesmo resultado: a Bradesco Seguros é a marca mais lembrada quando o assunto é seguros. O Grupo Segurador conquistou, mais um troféu na categoria “Seguros” no prêmio Top of Mind, da Folha de S. Paulo. O evento de reconhecimento contou com a presença do Diretor de Marketing, Alexandre Nogueira, e da Superintendente de Marketing, Ana Claudia Gonzalez.

“Estar presente na memória dos brasileiros como a melhor marca em seguros é motivo que muito nos orgulha. Esse reconhecimento é a prova de que oferecemos soluções completas em seguros para os mais variados públicos, com confiança e solidez, nos momentos em que mais precisam de nós”, afirma Alexandre Nogueira.

Para se chegar a esse resultado, o instituto Datafolha ouviu mais de 6,5 mil pessoas de diferentes idades e classes sociais. Além de “Seguros”, outras 60 categorias de produtos e serviços foram reconhecidas.

ANSP aborda a lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros 343

ANSP

Debate conta com três painéis

A Academia Nacional de Seguros e Previdência realizará, no dia 29 de novembro, mais uma edição do Café com Seguro, que debaterá o tema “A lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros”. O evento, que acontecerá no auditório do Sindseg-SP, tem como objetivo abordar a lei geral da proteção de dados pessoais (Lei n° 13.709/2018) e seus reflexos em toda a cadeia da indústria de seguros.

O debate terá três painéis e contará com a apresentação, composição da mesa e moderação do diretor da ANSP, Rafael Ribeiro do Valle; a abertura do presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos.

O primeiro painel abordará a Lei e “compliance”: como se adaptar? Como palestrante, Paulo Eduardo Lilla, Doutor e Mestre em Direito Internacional pela USP, especialista em direito e tecnologia da informação pela Escola Politécnica da USP (PECE/POLI/USP). Possui extensão em direito digital aplicado pela FGV/EDESP, é membro do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), do Instituto Brasileiro de Estudos sobre Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (IBRAC), da Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e das Comunicações (ABDTIC) e da “International Association of Privacy Professionals” (IAPP).

Em seguida serão colocados em debate os aspectos trabalhistas da lei por Alexandre Magalhães, especialista em Direito Empresarial pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Logo após, Maria Fernanda Hosken Perongini, apresentará os agentes de tratamento na Lei no terceiro painel. A palestrante é mestre em propriedade intelectual e inovação pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com extensão em proteção de dados (IDP/SP), professora de propriedade intelectual no LLM e de direito empresarial pela FGV e membro da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI),

A coordenação dos Trabalhos é do Ac. Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR; e Ac. Voltaire G. Marensi, coordenador da cátedra de Direito do Seguro.

O evento é gratuito, mas as vagas, limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de novembro pelo e-mail eventos@anspnet.org.br ou pelos telefones (11) 3333-4067 e (11) 3661-4164.

Porto Seguro Aluguel reforça a sua atuação no mercado empresarial e incentiva o empreendedorismo 202

Porto Seguro Aluguel

Produto facilita locação de imóveis residenciais e comerciais

O Porto Seguro Aluguel, produto que facilita a locação de imóveis residenciais e comerciais, percebendo uma necessidade do setor empresarial e um crescimento desse mercado, reforça a sua atuação para as startups, com benefícios e facilidades aos empreendedores.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, no primeiro semestre de 2018 o Brasil registrou um aumento de 10,5% novos negócios, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Sobretudo para essa demanda do mercado, o Porto Aluguel Empreendedor é uma opção. “Sabemos que os novos empresários têm mais dificuldades para conseguirem um fiador e o seguro torna-se uma ótima alternativa para quem vai alugar o primeiro imóvel ou ampliar suas instalações, além de trazer uma segurança maior para eles”, afirma o superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, Luiz Henrique.

A análise cadastral do produto é feita em até 24 horas, agilizando o processo de locação para quem não pode perder negócio. Além disso, os contratantes possuem vantagens como desconto em transportadoras para realizar mudanças e serviços de emergência gratuitos, além da participação do Clube Porto de Benefícios, que reúne descontos em restaurantes, academias, entre outros.

“De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o Brasil tem cerca de 62 mil empreendedores e cresceu mais de 200% em números de startups nos últimos seis anos. Atualmente são mais de 6 mil microempresas cadastradas na entidade e é para contribuir com o crescimento delas que estamos reforçando a nossa atuação”, completa Luiz Henrique.

Saúde suplementar registra novos beneficiários 342

Saúde suplementar

Boletim do IESS aponta ligeiro avanço no período de 12 meses encerrado em setembro

O total de beneficiários de planos médico-hospitalares apresentou ligeira variação positiva de 0,2% entre setembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. Contudo, os 102,1 mil novos vínculos apontados na Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do IESS, podem estar “só no papel”. Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, alerta que por a variação ser muito baixa, é possível que na revisão dos números setoriais pela ANS, daqui alguns meses, revele que não houve aumento algum. “No meio do ano destacamos que a ‘recuperação’ que vinha sendo comemorada pelo mercado na verdade não aconteceu. Agora, antes do mercado começar a se animar demasiadamente, é necessário olhar os números com cautela”, explica.

Entretanto, Carneiro aponta que o total de beneficiários pode não estar crescendo como um todo, mas há um aumento considerável do total de vínculos com pessoas de 59 anos ou mais. “A NAB apontou, novamente, um acréscimo de 2,5% ou cerca de 166,7 mil beneficiários nessa faixa etária. Ainda que aconteça uma revisão dos números para baixo, é claro que há um avanço nesse segmento do mercado”, analisa. “Certamente, parte desse avanço se deve a mudança de categoria de alguns beneficiários, mas parte significativa, certamente, é de novos vínculos”, completa.

De acordo com o boletim do IESS, as regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste também registraram novos vínculos com planos de saúde médico-hospitalares nos 12 meses encerrados em setembro deste ano. No Sul houve aumento de 0,7% ou 46 mil novos vínculos. Mesmo crescimento proporcional observado no Centro-Oeste, que teve 22,9 mil novos vínculos firmados. Já no Nordeste foram 32,9 mil novos beneficiários no período, alta de 0,5%. “Mesmo com uma eventual revisão dos números, é factível esperar que ao menos não seja registrada retração do total de beneficiários. O que é um indicador positivo”, argumenta Carneiro.

No Norte, foram rompidos 9,4 mil vínculos. Retração de 0,5%. Já no Sudeste, região com o maior número de beneficiários do País, foram firmados 7,5 mil vínculos. O que não representa sequer uma alta de 0,1% dos 28,8 milhões de beneficiários na região.

Marsh & McLennan Companies realiza festa beneficente em prol de instituição de educação infantil 447

Marsh promove ação beneficente em prol de instituição de educação infantil

Evento reúne anualmente colaboradores, parceiros e patrocinadores para arrecadação de fundos para CEI Vila Cisper, em São Paulo

A Marsh & McLennan Companies (MMC) promoveu na quinta-feira, 8 de novembro, a tradicional festa beneficente do Centro de Educação Infantil (CEI) Vila Cisper II. O evento teve como principal objetivo a arrecadação de fundos para a instituição, que oferece educação de qualidade para mais de 150 crianças, com idade de 0 a 4 anos, de famílias com condições socioeconômicas desfavoráveis.

Cerca de 400 pessoas, entre colaboradores do grupo MMC, parceiros, seguradoras, reguladoras de sinistros e escritórios de advocacia, participaram da festa que aconteceu, a partir das 19h, no Villa Bisutti Tenerife, em São Paulo (SP). Todo ano os funcionários da companhia realizam diversas iniciativas de voluntariado em prol da instituição como doações de brinquedos, mutirões para pintura, ações de jardinagem entre outras atividades. Os familiares das crianças também têm oportunidade de participar constantemente de atividades realizadas no CEI.

Fundada em 2001 pela Associação dos Funcionários do Grupo MMC, responsável atualmente pela administração da entidade, o Centro de Educação Infantil conta com profissionais qualificados que oferecem diariamente às crianças orientação e educação por meio de atividades pedagógicas e educacionais. A MMC acredita que através de atividades pedagógicas e educacionais é possível proporcionar um amadurecimento cognitivo das crianças e auxiliar na construção de sua identidade social.

A Marsh & McLennan Companies agradece os patrocinadores ouro, prata e bronze do evento: AIG, Careplus, Fairfax, Liberty Seguros, Sompo, Starr Seguradora, Tokio Marine, Allianz Seguros, Axa, Bradesco Seguros, HDI Global, Mapfre, Sura, Zurich, Argo Seguros, BMG Seguros, Chubb, Fator Seguradora, Intermédica, JMalucelli Seguradora, Mitsui, RTS International Loss Adjusters, Serra e Company, Santos Bevilaqua, SulAmérica, Swiss Re, Travelers e XL Catlin.