MAPFRE Investimentos analisa atividades econômicas de agosto 223

Políticas monetárias das chamadas economias centrais devem permanecer em modo expansionista

Diante de sinais de baixo crescimento nas principais economias mundiais, motivado por diversos fatores em países como Estados Unidos, China e a região da Europa. No Brasil, prevaleceu o compasso de espera em relação à evolução dos indicadores de confiança e da definição do calendário de medidas relativas ao ajuste fiscal. A análise dos gestores da MAPFRE Investimentos traz mais detalhes sobre a movimentação econômica ocorrida no mês passado.

Cenário macroeconômico

As perspectivas de crescimento nas economias centrais seguiram marcadas pelo baixo dinamismo. Nos Estados Unidos, a economia deu sinais de que caminha com gradualismo, com crescimento dos salários relativamente fraco, reduzindo a pressão inflacionária no médio prazo. Esse resultado pode ser atribuído ao baixo crescimento da produtividade, que explica em boa parte a divergência entre o avanço robusto no emprego e a desaceleração na atividade. Isso significa que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) deverá se manter cauteloso em relação à elevação da sua taxa básica de juros.

Europa

Medidas restritivas de comércio e imigração devem levar a menores ganhos de produtividade e no nível de ocupação em prazos mais longos na Europa, reduzindo o potencial de crescimento econômico da região. Além disso, o efeito negativo da incerteza sobre o consumo e o investimento deve causar desaceleração do produto interno bruto (PIB), em especial nos países afetados pelo Brexit. Diante disso, a expectativa dos analistas da MAPFRE Investimentos é de que o Banco Central Europeu (BCE) permaneça cauteloso e que a política monetária na região siga intacta em território expansionista.

China

Medidas de restrição à saída de capitais resultaram em estabilidade do câmbio e do nível de reservas na China. Por outro lado, há desequilíbrios que impõem riscos a esse cenário de relativa calmaria. A proliferação de instrumentos de crédito alternativos eleva a probabilidade de inadimplência do sistema financeiro, em especial em instituições financeiras de médio porte. Isso representa risco adicional para o crescimento da economia chinesa. É importante ressaltar que este momento não aponta para um movimento de recuperação, de acordo com a ilustração a seguir. Nesse contexto, a MAPFRE Investimentos avalia que haverá um cenário de contínua desvalorização do yuan e de recorrentes intervenções do governo como forma de conter a desaceleração mais intensa da economia.

graficomapfre

Em resumo, as políticas monetárias das economias centrais devem permanecer em modo expansionista. Isso explica porque ativos de países emergentes seguem sujeitos à valorização, mesmo que dissociados dos fundamentos econômicos. Esse contexto favorece movimentos de realização de lucros à medida em que as condições externas forem desfavoráveis ou à medida em que houver deterioração dos fundamentos econômicos.

No Brasil

Na economia brasileira, persistem incertezas sobre a política econômica, em especial sobre a concretização de reformas que revertam a tendência de endividamento público. O mês de agosto foi de volatilidade e volume reduzidos no mercado local, com os investidores em compasso de espera sobre desdobramentos do processo de impeachment no Senado Federal. O Ibovespa registrou modesta alta no período, de 1,15%. No ano, a valorização acumulada é de 33,60%. O fluxo de investimentos estrangeiros na bolsa brasileira foi negativo em R$ 2,2 bilhões, mas no ano ainda acumula superávit de R$ 15 bilhões.

Renda fixa

No mercado de renda fixa, a curva de juros não apresentou movimentos relevantes em agosto. “Aumentamos nossa exposição comprada na parte mais curta da curva, via opções, acreditando na manutenção da Selic até o fim do ano. Também aumentamos levemente a exposição na parte intermediária da curva, via contratos futuros. Na parte de inflação, iniciamos um posicionamento comprado em NTN-B curta, pois as projeções da gestora apontam para inflação mais pressionada no último trimestre do ano, em especial em novembro e dezembro”, diz Eliseo Viciana, vice-presidente da MAPFRE Investimentos. No book de renda fixa internacional, foi mantido o posicionamento no Treasury de 10 anos, via contratos futuros BM&F.

No mercado de câmbio, a MAPFRE aproveitou o atual patamar do dólar e o baixo nível das volatilidades das opções para montar duas posições compradas em dólar e vendidas em Real, via Call Spread de opções, sendo uma para outubro e a outra para novembro, ambas com ótima relação de risco retorno.

Com relação ao book de renda variável, a MAPFRE teve uma contribuição positiva de sua carteira. Os destaques foram o setor siderúrgico (17,2%) e financeiro (10,3%). Ao longo do mês, foi diminuída consideravelmente a exposição ao setor bancário, dado que o nível de preços estava próximo de nossos preços-alvos. A gestora também zerou algumas posições do setor de alimentos e bebidas e de rodovias, pelos mesmos motivos. No lugar, foi adicionada à carteira empresa de papel e celulose na carteira, ativos que nos parecem ter uma boa relação risco retorno.

Icatu Seguros e Amazon Brasil distribuem livros digitais para corretores 526

Seguradora está imersa em um ecossistema de inovação

A Icatu Seguros e a Amazon Brasil estão distribuindo eBooks Kindle gratuitamente para corretores que integram a força de vendas da seguradora em todo o País. A ação de relacionamento e atenção aos corretores vai ao encontro de um dos propósitos da companhia, de estímulo à educação continuada e ao treinamento desses profissionais para que atuem como verdadeiros consultores.

Até 23h59min do dia 15 de novembro, corretores da Icatu Seguros poderão baixar gratuitamente o livro digital “A Arte da Negociação”, de Michael Wheeler, na Loja Kindle da Amazon Brasil. A iniciativa também prevê descontos de 50% em uma seleção especial de sete títulos sobre empreendedorismo e relacionamento, incluindo best-sellers como “A Startup Enxuta”, de Eric Ries; e “SCRUM: A Arte de Fazer o Dobro do Trabalho na Metade do Tempo”, de Jeff Sutherland. Os associados receberão um e-mail com um código individual para baixar o eBook gratuito, além de um link para acesso aos livros digitais com desconto. Alguns clientes também serão beneficiados.

“Imersa em um ecossistema de inovação, a Icatu está se associando a importantes empresas para estruturar novas estratégias de negócio e melhorias para a experiência de seus parceiros e clientes. Esse é só o primeiro passo”, conta Luciana Bastos, diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu Seguros.

Na Loja Kindle, clientes encontram mais de 5 milhões de livros digitais, incluindo os mais recentes best-sellers e mais de 150 mil títulos em português. Os eBooks Kindle podem ser adquiridos e lidos com o aplicativo gratuito Kindle para computadores, tablets e smartphones Android ou iOS, além de e-readers Kindle.

Divulgação
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Valor do seguro para automóveis cai 8% em novembro 764

Confira cotações em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP)

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg desde junho deste ano, divulga levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em outubro, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

Após registrar alta de 46% no preço médio no mês anterior, o valor do seguro caiu 8%, em média, para as cotações realizadas este mês. A queda foi puxada pelo levantamento do perfil masculino, que teve retração média de 15,69%, enquanto o preço do seguro para as mulheres manteve-se estável (retração de apenas 0,3%).

Os destaques na diminuição do valor do seguro ficaram para os homens que moram na cidade de São Paulo, com 49,56% de queda no preço médio, e em Brasília, com retração de 30,22%. Essas quedas significativas levaram para baixo o preço médio nas capitais pesquisadas, já que no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, como mostra o gráfico abaixo, houve aumento na precificação das apólices.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)

Abrindo por modelo, fica nítida a retratação de preços para o perfil masculino. A queda chegou a 40% para o Renault Kwid, cujo seguro foi cotado em R$ 3.164 em outubro e passou para R$ 1.897 em novembro. Apenas o seguro do Volkswagen Polo registrou aumento para os homens, chegando à variação de 24% (foi cotado em R$ 3.209 em outubro e em R$ 3.975 este mês).

O cenário para as mulheres é diferente, pois foram registradas quedas apenas no preço do seguro do Jeep Compass (cotado em R$ 4.329 no último relatório e em R$ 3.995 este mês) e para o veículo Volkswagen Polo (R$ 3.263 em outubro e R$ 3.188 em novembro). Os demais demonstraram aumento, com destaque para o acréscimo de 34% no preço do seguro para o carro mais vendido do mês: o Chevrolet Ônix, cujo valor passou de R$ 1.557 para R$ 2.094.

*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre setembro e outubro (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre setembro e outubro (azul: homens; vermelho: mulheres)

Apesar dos valores do seguro para o perfil masculino terem puxado a queda na média geral de preços este mês, o preço médio para homens continua mais alto em comparação ao perfil feminino. Enquanto as mulheres pagam, em média, R$ 2.171 pelo seguro dos carros analisados, os homens desembolsam R$ 2.949 para segurar os seus veículos, uma diferença de R$ 778.

*Preço do seguro por modelo, média novembro (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Preço do seguro por modelo, média novembro (azul: homens; vermelho: mulheres)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em outubro foram emplacados 208.814 automóveis – um aumento de 20,56% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 173.193 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem todos os meses no ranking dos 10 mais emplacados: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Volkswagen Gol e VW Polo.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em outubro, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em outubro, de acordo com a Fenabrave

Seguindo a tendência dos últimos estudos, o Chevrolet Onix continua a ser o carro mais emplacado no Brasil, com 22.324 unidades em outubro contra 17.981 registradas em setembro. O preço médio do seguro para o modelo de entrada para o sexo masculino custa atualmente R$ 2.238, um decréscimo de 10% em relação à cotação do mês anterior, que ficou em R$ 2.478. Já para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 2.094 ante R$ 1.557 – um acréscimo de 34%.

Entre setembro e outubro, dos dez modelos mais vendidos, nove são os mesmos. Neste mês, o Renault Sandero apareceu na nona posição entre os 10 mais emplacados, tirando o Toyota Corolla do ranking.

O melhor custo-benefício

Na hora de escolher o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o Jeep Compass e o Chevrolet Ônix são os mais vantajosos para os homens – ambos com price ratio de 5,4%. Já para o público feminino, o Chevrolet Prisma é o modelo com a relação mais interessante, com o valor do seguro representando 4% do valor de mercado do veículo.

Na outra ponta, o modelo que menos vale a pena em termos de custo-benefício para o perfil masculino é o Volkswagen Polo, com price ratio de 8,9%. Para as mulheres, a relação de preço menos interessante ficou com o Volkswagen Gol, com price ratio de 5,4%.

*Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)

Variação entre as cidades

O seguro mais em conta entre as cidades estudadas é o cobrado em Brasília, onde os motoristas pagam R$ 1.886, considerando a média do preço do seguro dos dez modelos mais vendidos em outubro para homens e mulheres. O mais caro foi registrado no Rio de Janeiro, onde a cotação média ficou em R$ 3.126 para os dois perfis.

Na média de preços este mês, o valor do seguro é maior para os homens do que para as mulheres em todas as cidades. A média mais alta foi registrada em Porto Alegre, chegando a R$ 3.753 para o perfil masculino versus R$ 2.283 para as mulheres na mesma cidade.

 

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)

Mais detalhes

Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em outubro, de acordo com a Fenabrave, e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados pela Bidu. As cotações de seguro foram realizadas no dia 5 de novembro de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para este mês, assim como edições anteriores.

*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no dia 5 de novembro.

Porto-Alegrense ganha R$ 3 mil reais por mês cuidando de cachorros em casa 318

Cachorro

Professora de português e italiano concilia aulas com a hospedagem de cães

Ana Nunes, de 44 anos, tinha uma escola de português e italiano para estrangeiros. No ano de 2016, decidiu mudar sua vida, já que não conseguia dar a atenção necessária para a sua filha de 8 anos. Começou dando aulas particulares, mas a renda não cobria as despesas mensais. Foi com a DogHero, aplicativo que conecta pais de cachorro a anfitriões que hospedam cães em casa, que ela encontrou uma nova forma de complementar sua renda, fazendo algo que sempre sonhou: cuidar de cachorros. Atualmente, ela ganha cerca até R$ 3 mil reais por mês com a atividade, sem sair de casa.

Apaixonada por animais, Ana sempre procurou formas de estar próxima dos cachorros. Antes de conhecer a DogHero, ajudou ONGs de proteção animal. “Hoje ainda dou aulas particulares, mas minha qualidade de vida em relação à quando trabalhava na escola mudou muito. Consigo tomar sol durante a tarde e ainda plantar minhas flores que gosto muito”, diz Ana. Em feriados e datas importantes, como Natal e Ano Novo, a renda mensal aumenta com a demanda de tutores buscando a anfitriã, já que muitas pessoas viajam nesse período. Já são mais de 1000 anfitriões ativos no aplicativo apenas no Rio Grande do Sul e 23000 cachorrinhos cadastrados no estado.

Para se tornar anfitrião na DogHero é preciso cumprir requisitos de segurança da residência e realizar testes de conhecimentos sobre cães. Cerca de 20% dos candidatos são aprovados. Além de responderem um formulário online que leva cerca de duas horas, a empresa pede fotos dos ambientes da casa, para ter certeza de que o cão estará seguro e bem cuidado. Além disso, após a aprovação, o app disponibiliza cursos online (Escola de Heróis): os anfitriões assistem às aulas e realizam provas para aprimorar os conhecimentos sobre os cuidados com os cães. Todas as experiências são avaliadas pelos clientes: 98,7% das notas dadas aos anfitriões são 5 estrelas.

Drones, seguro e responsabilidade nas alturas 811

RC obrigatório movimenta mercado e auxilia no cumprimento de regras

Os criadores dos drones não imaginavam que essas pequenas aeronaves não tripuladas fariam parte da sociedade como percebemos atualmente. Essas máquinas voadoras, originalmente idealizadas para fins militares, são frequentemente vistas sendo utilizadas em projetos audiovisuais profissionais e até por cidadãos comuns para registrar imagens aéreas.

Carlos Polizio é diretor de Aero, Casco e Transportes do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre

De acordo com a feira DroneShow Latin America, que reúne fabricantes, importadores, prestadores de serviços, desenvolvedores e provedores de tecnologia, das 720 empresas que atuam com atividades ligadas à drones no Brasil, a maioria tem menos de 20 anos de existência e 87,6% são de prestadoras de serviços e oferecem treinamento. 

Com o crescimento do uso nos últimos anos, algumas características tornam necessárias a existência de uma legislação. Tendo em vista as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operações civis de aeronaves não tripuladas, que completaram um ano no mês de maio, também se torna necessário um produto de seguro específico para a atividade. “A regulamentação trouxe a necessidade do operador profissional contratar seguro de Responsabilidade Civil e este profissional também passou a querer proteger seu patrimônio diante dos elevados valores dos equipamentos embarcados”, explica o diretor de Aero, Casco e Transportes do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Carlos Polizio.

Para o uso profissional de drones, a contratação do seguro de Responsabilidade Civil (RETA) é obrigatória e possui limites pré-fixados e aprovados pela Anac e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Este seguro está relacionado a danos causados pelo equipamento a terceiros. Caso haja necessidade do operador contratar limite superior ao seguro obrigatório, ele poderá contratar apólices específicas com limites em excesso ao obrigatório e conforme sua necessidade”, comenta.

Outra opção de seguro é o de proteção ao equipamento, ou seja, para danos. “Este seguro consiste na reposição do valor do equipamento após sinistro de perda parcial e/ou perda total. Quando falamos em equipamento devemos considerar o drone (chassi), bem como o equipamento que esteja instalado no Drone (câmera e demais acessórios do conjunto)”, elucida.

Fernando Pitol trabalha com imagens aéreas através de drones desde 2015

O autônomo Fernanda Pitol, de 37 anos, trabalha profissionalmente com drones desde 2015. Seu foco de voo é voltado ao mercado imobiliário, com materiais de imóveis para venda, análises de áreas, mapeamentos, institucional e imagens gerais de praias. “Em algumas situações também utilizo para segurança patrimonial, empresas grandes e em alguns eventos que precisam cuidar o perímetro da empresa em determinadas épocas”, conta.

O seu equipamento é homologado pela Anatel e Anac e conta com seguro desde fevereiro deste ano, que abrange cobertura sobre terceiros para eventuais imprevistos. Ele considera que o valor pago, em torno de R$ 700 reais/anual, condiz com a tranquilidade que proporciona. “Já houve queda em meu exercício profissional, mas como respeito as regras, não houve feridos, somente danos materiais. Bateu em um pássaro e caiu de uns vinte metros”, narra.

Tendo como parâmetro a sua vivência profissional, Pitol alerta para a quantidade de pessoas que utilizam estas ferramentas sem homologações ou autorização de uso do espaço aéreo e seguro. “[É preciso] que as regras sejam amplamente divulgadas e passem a serem respeitadas, de forma que não existam acidentes, ou pelo menos diminuam, pois nem todos os acidentes são imprevistos, alguns são previsíveis”, diz.

Pelo lado do mercado segurador, Carlos Polizio salienta que o número de apólices vem crescendo mês a mês. “Como toda modalidade nova as dúvidas são constantes, ajustes são necessários, alinhamento do produto junto ao mercado se torna uma prática de extrema necessidade e processos de sinistros começam a acontecer”, argumenta.”A conscientização já está caminho e se faz necessária diariamente. Importante ressaltar que o papel do corretor de seguros é essencial e contamos muito com este apoio neste momento”, finaliza.

Três anos de Travelers Seguros no Brasil 673

Companhia atua fortemente em produtos voltados para PMEs

A Travelers Seguros acaba de celebrar três anos de operação sob marca própria no Brasil. Neste período, a companhia tem atuado fortemente com produtos para pequenas e médias empresas e vem desenvolvendo uma relação próxima tanto com os corretores, quanto com o consumidor final.

“Estes três primeiros anos no Brasil foram guiados pela nossa missão de criar um padrão mais elevado de serviço e estabelecer as bases para um crescimento sustentável no futuro”, diz Leonardo Semenovitch, diretor-presidente da Travelers no Brasil. “Nós nos esforçamos para fornecer recursos valiosos aos nossos corretores e realizar eventos de treinamento para compartilhar ideias e nos ajudar a entender melhor os desafios que eles enfrentam”, completa.

Atualmente, a Travelers conta com cerca de mil corretores ativos no Brasil e mais de 100 funcionários com reconhecida qualificação técnica, distribuídos em oito escritórios e que atuam com quatro linhas de negócios: Riscos de Engenharia, Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras. Durante este período no Brasil, a companhia reforçou sua presença no mercado, oferecendo soluções customizadas para negócios de todos os portes.

Por meio de sua experiência em controle de riscos, a Travelers consegue fornecer aos clientes informações relevantes e recomendações de segurança para proteger seus negócios. A empresa oferece aos corretores recursos como ferramentas de cotação on-line, que facilitam a emissão de apólices por meio de tablets e computadores. “Além de ótimos produtos e uma marca forte, o que faz toda a diferença na parceria da Marsh com a Travelers é o relacionamento com a equipe comercial.  A junção destes aspectos resulta em bons negócios e dá bases para que essa parceria se estenda por muitos anos”, diz Luis Guilherme Menezes, Diretor de Linhas Financeiras da Marsh Corretora.

A seguradora celebrou seu aniversário com uma semana de eventos, reconhecendo o comprometimento dos colaboradores junto aos clientes e corretores.