Itaú venderá operação de seguros de vida para a Prudential 324

São quase 2 milhões de segurados

O Itaú Unibanco assinou venda da operação de seguro de vida em grupo para a Prudential do Brasil. Esse negócio é comercializado principalmente por meio de corretores, explica o Itaú em comunicado ao mercado, divulgado na manhã desta segunda-feira, 19.

O valor não foi divulgado. “Estima-se que a operação não tenha efeitos contábeis relevantes nos resultados do Itaú Unibanco em 2016”, diz a nota.

Para a transação, a controlada Itaú Seguros S.A. será cindida e as operações de seguros de vida em grupo serão vertidas para a IU Seguros S.A., que então terá seu capital vendido à Prudential.

Ainda de acordo com o fato relevante, a operação de seguros de vida em grupo contou com prêmios líquidos de R$ 465 milhões em 2015 e 1,9 milhão de vidas seguradas.

A transferência de ações e liquidação financeira ocorrerão após o cumprimento de condições previstas no contrato, entre as quais autorizações regulatórias.

“A alienação dessa operação reitera a estratégia já divulgada do Itaú Unibanco de focar em seguros massificados, tipicamente relacionados ao varejo bancário”, conforme o comunicado assinado pelo diretor de Relações com Investidores, Marcelo Kopel.

Historicar lança versão destinada ao mercado corporativo 320

Historicar lança versão destinada ao mercado corporativo

Plataforma pesquisa todo o histórico de veículos

A Historicar, plataforma de pesquisa do histórico veicular, lançou esta semana versão destinada ao mercado corporativo. A aplicação para negócios traz os mesmos recursos que tornou a ferramenta indispensável na compra de veículos usados, porém, traz ainda mais facilidades como o faturamento mensal de todas as consultas realizadas no mês, redução no valor e um atendimento exclusivo.

Destinada a corretores de seguros, revendas de veículos ou empresas que possuem um volume maior de consultas mensais, o novo Historicar pesquisa mais de 40 bases de informações, públicas e privadas, trazendo um relatório com inúmeras informações sobre o passado do veículo pesquisado, como leilão, sinistros, multas e bloqueios judiciais. Iniciativa do Grupo Delta, a plataforma é desenvolvida com tecnologia própria e possui aplicativo para Android e iOS que permite que o corretor gere a consulta instantaneamente e a envie para seu segurado, por exemplo.

Para o responsável de marketing do Grupo Delta, Arthur Moraes, este lançamento vem fortalecer a missão do Grupo de desenvolver soluções para o mercado de seguros. “Empregamos no Historicar o que colocamos em prática em todas as empresas do Grupo: a união de tecnologia e atendimento de qualidade. O resultado é a entrega de um relatório rápido que diminui amplamente o risco do usuário na compra de um veículo seminovo. Podendo ser mais um serviço a ser comercializado pelos nossos parceiros”, explica.

Para conhecer mais sobre a ferramenta, acesse este endereço ou envie e-mail para comercial@historicar.com.br.

Aon Brasil adere ao Women’s International Network 365

Aon Brasil adere ao Women's International Network

Iniciativa apoia o crescimento pessoal e profissional das mulheres dentro do ambiente corporativo

A Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde, anuncia sua adesão ao movimento WIN (Women´s International Network). O objetivo é fortalecer o crescimento pessoal e profissional de todas as colaboradoras da companhia no Brasil. O WIN tem sido essencial para intensificar o empoderamento feminino dentro das organizações, além de ser a principal referência em programas que apoiam a diversidade, inclusão e a mulher em posições de liderança.

A iniciativa foi implementada pela Aon desde outubro de 2018, reconhecendo os esforços das mulheres que colaboram para o desenvolvimento da organização. Atualmente, 50% da sua força de trabalho da Aon é composta por mulheres, inclusive representantes em cargos de liderança.

“O empoderamento das mulheres é essencial para o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Por isso, a Aon adotou ao movimento WIN, para mostrar que podemos fazer a diferença desempenhando nossos cargos, valorizando a inclusão e fomentando a presença feminina no ambiente corporativo”, comenta Adriana Zanni, Diretora de Recursos Humanos da Aon Brasil.

Embora haja o constante apoio e ações de conscientização para promover a igualdade de gêneros nas empresas, o Fórum Econômico Mundial aponta que só será possível alcançar a igualdade de gêneros, em uma escala global, nas questões de saúde, educação e salários em 2186. A partir deste cenário, a ONU Mulheres criou o movimento HeforShe para diminuir as barreiras sociais que impedem grande parte das mulheres de conquistar seus objetivos em uma sociedade igualitária entre homens e mulheres.

A Aon também valoriza as profissionais, ou cônjuges dos seus colaboradores, que escolhem ser mães. Após a descoberta da gestação, as mulheres passam a ter 100% dos custos médicos oferecidos pela Aon. Essa ação é um reconhecimento ao direito da mulher em ser mãe no momento em que ela escolher.

Além disso, a Aon assinou recentemente uma carta de princípios de empoderamento das mulheres – WEP’s’. Por meio dela, a Aon assume publicamente o compromisso com a agenda e diretrizes sobre os temas, integrando uma rede global das Nações Unidas, que compartilha informações, publica cartilhas, promove fóruns, eventos e webinars sobre a valorização da mulher no ambiente de trabalho.

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP 480

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP

Encontro de relacionamento acontece na próxima segunda-feira, 27 de maio, com a presença de Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance)

A Zurich Seguros promove na próxima segunda-feira, 27 de maio, evento de relacionamento com a presença dos seus principais líderes, incluindo Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance), além de outros altos executivos. Com objetivo de celebrar as parcerias, o encontro vai acontecer no restaurante Attimo, na Vila Nova Conceição, Zona Sul da capital paulista, e reunir os principais brokers de Commercial Insurance, tanto globais quanto locais.

“Tivemos um 2018 muito bom e os primeiros meses de 2019 foram excelentes. Neste evento, queremos celebrar as parcerias e a confiança que tanto fortalecem nossos negócios. A ideia é estreitar relacionamento com as corretoras e conversar sobre temas de alta relevância para o dia a dia do mercado segurador”, conta Glaucia Smithson, Head de Commercial Insurance para o Brasil. Commercial Insurance é o segmento do grupo Zurich responsável por Seguros Empresariais, Vida em Grupo, Previdência e também pela Zurich Resseguros.

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 298

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Marsh & McLennan Companies celebra Mês Global do Voluntariado 324

Marsh & McLennan Companies celebra Mês Global do Voluntariado

Colaboradores participarão de ações voluntárias em nove cidades brasileiras

Maio é o mês de celebrar a importância do voluntariado na Marsh & McLennan Companies. Escritórios da empresa em todo o mundo organizam atividades em instituições parceiras e estimulam os colegas a participarem de forma solidária. Neste ano no Brasil, as ações começaram no início do mês com a Campanha do Agasalho e envolvem as cidades de Araçatuba, Bauru, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre e São Paulo.

Nos últimos dois anos, a empresa recebeu o reconhecimento por ser uma das sedes que teve maior evolução na participação de voluntários, com cerca de 56% de aumento. “O voluntariado é visto como um grande orgulho para nós da Marsh & McLennan Companies e o nosso objetivo é causar um impacto cada vez mais positivo nas comunidades em que estamos inseridos”, afirma Isabel Cardim, Líder para Responsabilidade Social no Brasil.

Em 2018, na América Latina, o número de funcionários realizando trabalhos voluntários aumentou 19%, o que resultou em um aumento de mais de24% de horas doadas. Uma das ações deste ano envolve colegas de todo o continente e é realizada em parceria com a Missing Maps, uma organização que atua no mapeamento de residências e construções em áreas de risco, para ajudar o trabalho da Cruz Vermelha. Por meio de imagens de satélite do Google, os funcionários poderão apoiar o trabalho de ajuda humanitária nos locais em casos de desastres naturais.

Instituições parceiras

A MMC possui parceria com uma série de instituições que recebem ações realizadas por parte dos colegas durante todo o ano. Neste mês de maio as atividades se concentram na: APAE (Araçatuba), Creche Monteiro Lobato (Bauru), Creche Esperança (Brasília), Unidade Reinserção Ziraldo (Rio de Janeiro), Centro de Reabilitação, Educação e Integração Social (Rio de Janeiro), Casa do Pai (Curitiba), Creche das Rosinhas (Belo Horizonte), Cantinho de Luz (Campinas), CEI Vila Cisper II (São Paulo), Comitê Juvenil – FMUSP (São Paulo), Ritmos do Coração (São Paulo) e entrega de doações em Ribeirão Preto.

Em São Paulo, o Centro de Educação Infantil (CEI) Vila Cisper II é uma das instituições com maior apoio da companhia Fundada em 2001 pela Associação dos Funcionários do Grupo MMC, responsável atualmente pela administração da entidade, o Centro de Educação Infantil conta com profissionais qualificados que oferecem diariamente a cerca de 150 crianças, com idade de 0 a 4 anos, orientação e educação por meio de atividades pedagógicas e educacionais. “A MMC acredita que através de atividades pedagógicas e educacionais é possível proporcionar um amadurecimento cognitivo das crianças e auxiliar na construção de sua identidade social”, explica Luiz Medeiros, Presidente para Associação dos Funcionários MMC junto ao CEI Vila Cisper II.