Mais da metade dos acidentes de trânsito no Brasil envolvem pessoas embriagadas 537

Estatística foi revelada por Eduardo Della Giustina, em palestra promovida pelo Sindicato das Seguradoras

Quem não conhece alguma triste história envolvendo a morte de jovens no trânsito? A dura estatística foi abordada pelo diretor comercial da ExperMed Perícias Médicas, Eduardo Della Giustina, durante o workshop mensal promovido pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg-RS). De forma clara e descontraída, Giustina abordou um pesado tema, de alta relevância ao mercado de seguros.

Projetos como o "Vida Urgente" visam conscientizar população sobre os perigos de misturar álcool e direção. Reprodução/YouTube
Projetos como o “Vida Urgente” visam conscientizar população sobre os perigos de misturar álcool e direção. Reprodução/YouTube

Diversos movimentos sociais procuram despertar a consciência da população sobre os efeitos de misturar álcool e direção. Um deles é o Vida Urgente, da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga. A ONG é presidida pela ativista Diza Gonzaga, que recentemente participou do almoço do SindSeg-RS e demonstrou as constantes ações desenvolvidas. “Meu filho morreu, mas continua vivo dentro de mim”, afirmou Diza em um dos momentos da reunião.

Levantamento da Pesquisa Nacional da Saúde de 2014 apontou que um em cada quatro motoristas (24,3%) assumem a direção do veículo após ter consumido bebidas alcoólicas. No Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortes. Em 2014, foram registradas 172.780 mil internações relacionadas a acidentes de trânsito. De acordo com o Ministério da Saúde são gastos, em média, R$ 60 milhões por ano com pessoas dependentes do álcool. Mais da metade dos acidentes nas rodovias brasileiras envolvem embriaguez e velocidade, segundo o Comitê de Análise dos Acidentes de Trânsito.

Público atento lotou auditório da Escola Nacional de Seguros, em Porto Alegre. William Anthony/JRS
Público atento lotou auditório da Escola Nacional de Seguros, em Porto Alegre. William Anthony/JRS

Fatalidades são repassadas aos demais segurados

Eduardo Della Giustina lembra que o Poder Judiciário tem tomado decisões favoráveis ao pagamento de sinistros por parte das seguradoras para acidentes que envolvam a embriaguez como agravamento do risco. “O grande problema é que este prejuízo é repassado aos segurados que agem da maneira correta. A velha máxima de que os bons pagam pelos maus. A grande realidade é que algumas seguradoras são mais criteriosas. A justiça exige que seja comprovado o agravamento deste risco, ou seja, que o álcool ou a embriaguez sejam os fatores determinantes para o acontecimento deste evento”, conta o também advogado.

Consciência é fundamental

O workshop passou uma importante mensagem ao atento público presente. Mostrou os efeitos de bebidas alcoólicas no organismo humano e comprovou que “apenas uma cervejinha” faz toda diferença nas funções cognitivas de nosso corpo. Isso eleva a possibilidade de um acidente. A infraestrutura das estradas no Brasil é precária, mas este, não é o fator determinante para o trágico número de mortes nas estradas do Brasil.

Conforme estudo recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso País é o quarto em número de mortes no trânsito nas Américas, perde apenas para Belize, República Dominicana e Venezuela. A taxa é de 23,4 mortes para cada 100 mil habitantes.

Confraria Feminina de Seguros realiza primeiro encontro, em Porto Alegre 485

Confraria Feminina de Seguros realiza primeiro encontro, em Porto Alegre

Grupo surgiu com propósito de união, fortalecimento e desenvolvimento da mulher no mercado

“Todas essas mulheres estão aqui por que quiseram. Estão por conta própria por que querem crescer, querem se fortalecer e querem algo a mais, querem mais espaço. Esse é o objetivo do grupo”, disse a executiva Estela de Moura Rey, durante o 1º Encontro da Confraria Feminina de Seguros. Tudo aconteceu nesta quarta-feira, no Restaurante Casa do Marquês, em Porto Alegre (RS).

A ideia surgiu com o intuito de fortalecer a representatividade feminina no setor de seguros. O grupo nasceu de uma conversa entre Estela e Marilze Benvenuti, há aproximadamente 3 anos. Fundada em novembro de 2018, a confraria conta com mais de 162 mulheres.

“Fomos maturando até chegar na formulação desse evento. O propósito do grupo é união, fortalecimento e desenvolvimento da mulher dentro do mercado de seguros por conta da troca de informação. Temos um grupo que fomenta a troca de informações, onde elas se ajudam, indicam e formam novos negócios em prol do desenvolvimento do mercado. Essa é a importância do grupo. Estamos nos fortalecendo para desenvolver o mercado”, explica Estela Rey.

“Existem pessoas aqui que estão começando e corretoras que estão atuando há mais de 37 anos. Essas mulheres não tem restrição alguma para ajudar a outra. Elas não tem medo de concorrência”, completa.

Confraria Feminina de Seguros – Imagens do Encontro:

AIG discute os bastidores da regulação de sinistros em Responsabilidade Civil 459

AIG discute os bastidores da regulação de sinistros em Responsabilidade Civil

Dimensão da cobertura da apólice, impacto do sinistro no negócio e sobre terceiros e planejamento em prevenção são os principais pontos que devem ser levantados por corretores

Com casos práticos de diferentes acidentes e imprevistos que exigem a responsabilização de empresários – de acidentes de trabalho a erros na linha de produção e prejuízos a terceiros por graves danos – a AIG promoveu o evento O Sinistro da Vez: Responsabilidade Civil, na última sexta-feira (15), em São Paulo. Na ocasião, mais de 100 corretores acompanharam o painel formado por especialistas da AIG nas áreas de Sinistros, Jurídico e Produto, ao lado do executivo da CooperBrothers, empresa de Regulação de Sinistros.

“A partir de dúvidas e questionamentos dos corretores, organizamos este encontro como mais uma forma de capacitar nossos parceiros nas coberturas e especificidades dos Seguros Responsabilidade Civil Geral (Empregador, Produtos e Operações). A partir de exemplos e da experiência da AIG, buscamos mostrar as principais exposições a riscos, o funcionamento das coberturas e a importância de atividades de gestão e prevenção”, explica Nathália Gallinari, Gerente de Responsabilidade Civil e Ambiental da AIG.

Durante o painel, Daniel Santos, Gerente de Sinistros de RC e Linhas Financeiras da AIG, explicou que “quando negociam a apólice, muitas empresas ficam preocupadas com apenas dois pontos: a cobertura e o limite. Ou seja, acreditam que, no máximo, a seguradora irá arcar com os custos de indenização. Porém, é importante ressaltar que a AIG faz muito mais que isso: toda a investigação do sinistro permite à empresa entender os motivos que levaram ao eventual incidente e ajuda na prevenção. São serviços que, independente da cobertura do sinistro, estarão à disposição do segurado”.

Para Nathália Gallinari, também parte do painel, há inúmeros recursos técnicos utilizados pela seguradora que auxiliam na apuração e regulação de sinistros. “Trabalhos multidisciplinares, que inclusive envolvem perícias, auxiliam na solução de uma série de questões, como, por exemplo, verificar se o produto questionado poderia ou não apresentar um determinado problema, ou causar certo dano”, diz.

A importância dos primeiros passos da apuração

Eduardo Lima, Diretor da Cooper Brother, trouxe para o debate o conhecimento do ‘outro lado do balcão’ e destacou que cada segurado possui particularidades, por isso é importante entender com detalhes as questões técnicas de seu ramo de atuação.

O profissional destacou que “os primeiros passos são fundamentais para avaliar eventuais falhas de segurança. São apuradas quais foram as ações imediatas tomadas pelo segurado para controlar aquela situação, se os equipamentos de proteção individual (EPIs) foram utilizados corretamente, se o programa de manutenção foi cumprido e se o colaborador possuía treinamento e certificados necessários para operar aquela determinada máquina”.

Segurado deve se precaver mesmo quando o sinistro é encerrado

Alguns profissionais acreditam que os problemas se encerram quando o sinistro é finalizado. Porém, Katiuscia Brandão, Especialista de Sinistros de Responsabilidade Civil da AIG, destaca que reclamações podem surgir, em alguns casos, até alguns anos após o encerramento.

“É fundamental manter registros, perícias e documentos que comprovem que o evento não prejudicou, por exemplo, empresas parceiras, fornecedores ou vizinhos do empreendimento”, lembra Katiuscia.

O impacto à cadeia de valor e a terceiros

Entre os exemplos citados pelos especialistas foi o de uma manufatura de pequeno porte, fornecedora de grandes indústrias no setor de bebidas. Com uma apólice de Responsabilidade Civil Produtos, o sinistro teve grande impacto na cadeia produtiva, a ponto de exigir um descarte antes de os materiais chegarem ao varejo. “O corretor deve conhecer o negócio do seu cliente e qual o seu alcance para auxiliá-lo na dimensão do risco”, explicou Katiuscia. Outro ponto é o caso de incêndio ou outros acidentes em estabelecimentos, com danos a terceiros próximos. “Pela extenção dos estragos, um pequeno comércio terá de arcar com os seus prejuízos e com o de terceiros. A falta de planejamento para esses casos pode levar ao fim do negócio”, completa.

Brasilseg lança programa de capacitação para profissionais ligados ao agronegócio 385

Brasilseg lança programa de capacitação para profissionais ligados ao agronegócio

Inédita no mercado segurador, plataforma online de cursos leva conhecimento técnico e comportamental para a formação de peritos, reguladores de sinistros, auditores e prestadores de serviços

Para contribuir com a formação de seus prestadores de serviços e parceiros a Brasilseg, empresa da BB Seguros, criou a Academia Rural, uma escola de formação virtual, de ensino a distância, com foco em seguros para o agronegócio.

Inédita no mercado de seguros, a plataforma reunirá um importante acervo digital de cursos técnicos e comportamentais fundamentais para quem deseja atuar com excelência nesse ramo de seguros.

O primeiro módulo, “Máquinas e construções rurais”, teve o seu conteúdo produzido em parceria com a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e já está aberto para inscrições dos peritos e reguladores credenciados pela Brasilseg. Universidades e outras instituições devem colaborar para a construção dos demais, relacionados aos seguros nas modalidades agrícola e pecuário, que devem ser lançados em breve.

De acordo com Paulo Hora, superintendente técnico de seguros rurais da seguradora, há 2 anos a empresa se prepara para o lançamento da plataforma de ensino que, embora esteja voltada aos peritos e técnicos credenciados pela seguradora neste momento, tem o intuito de ser acessada por qualquer pessoa interessada no assunto, a partir da definição de perfis de acesso ao conteúdo. Até o momento, já foram investidos mais de R$ 1 milhão em tecnologia e desenvolvimento de conteúdo.

“Por meio da Academia Rural, a Brasilseg pretende contribuir com a formação de profissionais para atuação nesse ramo, que ainda é carente de programas de formação estruturados. Nossa intenção é que, além da formação mínima necessária para atuação com seguros rurais, os profissionais de diversas áreas como Agronomia, Engenharia Agrícola, Mecânica, Florestal, Veterinária e outras, possam ter em nosso ambiente mais uma opção de capacitação específica, concebida a partir da nossa experiência de anos nesse segmento combinada ao melhor da academia. ”, comenta Hora.

A Brasilseg está realizando um projeto piloto com os peritos, que executam vistorias de máquinas e equipamentos agrícolas para, na sequência, segundo o executivo, expandir para aqueles que atendem o seguro agrícola em diversas culturas.

“Em pouco tempo, além do ensino a distância, incluiremos alguns módulos presenciais, em parceria com instituições, e ampliaremos o público com módulos para os times das redes comerciais, analistas e, por que não, para nossos clientes, produtores rurais, que serão os principais beneficiados por essa iniciativa. ”

Todo o material disponível na plataforma será utilizado para a formação de novos prestadores de serviços em prol do seguro agrícola no Brasil e para constante ampliação da capacitação de profissionais que prestam serviços à seguradora. Os cursos são gratuitos e podem ser acessados por meio deste endereço.

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas 317

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas

Treinamento apresenta como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados

A Unidade Rio Grande do Sul da Escola Nacional de Seguros apresenta seu novo curso de vendas. Com o Megavendas, os profissionais de seguros vão aprender como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados.

Entre os conteúdos, estão as mudanças nas relações comerciais e o que pode-se esperar da próxima década, além de Comunicação persuasiva em vendas. As etapas, desde prospecção até à fidelização para vender mais também serão apresentadas, de forma a transformar o aprendizado em resultados.

O curso é ministrado por Rodrigo Maia, graduado em Comunicação e com especialização em Gestão Empresarial e Recursos Humanos pela PUC do Rio de Janeiro. Com quase 20 anos de experiência em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas à estratégia do negócio, o especialista ocupou cargos de gestão em grandes empresas, inclusive no exterior.

As aulas acontecem nos dias 12 e 13 de abril. No dia 12, das 16h às 22h, e no sábado, das 8h às 17h. O investimento é de R$ 700 a vista. As aulas serão ministradas na sede da Escola Nacional de Seguros no RS, na Av. Otávio Rocha, 115 – 1º andar – Porto Alegre (RS).

Saiba mais informações pelos telefones: (51) 3224-1965 / 5267 / 6661 ou no e-mail unidaders@ens.edu.br.

Seguro auto feminino está mais caro que o masculino em 5 capitais brasileiras 235

Seguro auto feminino está mais caro que o masculino em 5 capitais brasileiras

Segundo Relatório da Bidu, a cotação média com maior valor para o público feminino foi registrada no Rio de Janeiro, seguida por Porto Alegre e São Paulo

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg, divulga levantamento realizado este mês com valores dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em fevereiro de 2019, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro em cinco capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez. As cotações desta edição foram feitas no dia 6 março.

Contrariando a tendência usual, o valor médio do seguro para mulheres para os modelos mais emplacados do País está mais caro que o masculino em todas as capitais analisadas. A cotação média com maior preço para o perfil feminino foi registrada no Rio de Janeiro, cidade em que elas pagam uma média de R$ 3.920, seguida por Porto Alegre e São Paulo. Já o menor custo para as condutoras foi registrado em Fortaleza, em que o serviço sai em média por R$ 1.870. Como acontece normalmente, a capital fluminense também lidera as cotações mais altas para ambos os sexos, já que entre os homens o maior preço foi encontrado na cidade novamente, no valor médio de R$ 3.702. Do mesmo modo, o menor custo para o perfil masculino também está na principal metrópole do Ceará, que registrou custo médio de R$ 1.710.

*Preço médio do seguro em março por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Preço médio do seguro em março por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Quando comparado com o mês anterior, o maior aumento para o perfil feminino se dá em São Paulo, com um acréscimo de 15%, enquanto em Fortaleza há uma retração de 17,5%. Para os homens, os preços têm pequena elevação apenas em Porto Alegre (1,4%) e no Rio de Janeiro (0,2%). No entanto, há uma redução significativa na capital cearense, com decréscimo de 33,8%.

*Variação do preço médio do seguro por cidade entre fevereiro e março (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade entre fevereiro e março (vermelho: mulheres; azul: homens)

Analisando o comportamento de preços dos diferentes modelos, o crescimento no valor médio do seguro para mulheres aconteceu em oito dos dez veículos que se repetem, entre janeiro e fevereiro, no ranking dos mais vendidos, de acordo com a Fenabrave, com exceção do Fiat Mobi e Fiat Argo. Como mostra a tabela abaixo, o maior aumento na cotação de preços médio para o perfil feminino é registrado para o Chevrolet Onix, com crescimento de 15,1%. Já para os homens, o destaque em termos de redução de preço médio se dá com o Fiat Argo, que registra uma queda de 27,2%. Inversamente, os únicos modelos que tiveram um pequeno aumento para motoristas masculinos foram o Renaul Kwid, Hyunday HB20 e o Jeep Renegade, apontando acréscimos no valor médio de 3,2%, 2,1% e 0,7%, respectivamente.

*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre janeiro e fevereiro (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre janeiro e fevereiro (vermelho: mulheres; azul: homens)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em fevereiro foram emplacados 162.537 automóveis – uma queda de 0,8% em comparação com janeiro, quando foram emplacadas 163.796 unidades. Este é o quarto mês consecutivo com redução no número de emplacamentos.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em fevereiro, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em fevereiro, de acordo com a Fenabrave

O Chevrolet Onix segue novamente como o carro mais emplacado no Brasil, com 18.392 unidades em fevereiro ante 8.055 registradas para o segundo colocado, o Hyunday HB20. O preço médio do seguro do modelo de entrada do Onix para o sexo masculino custa atualmente R$ 2.409, contra R$ 2.524, registrado no estudo anterior. Já para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 2.607 ante R$ 2.265 calculados na cotação do mês anterior. Em fevereiro, todos os veículos listados entre os mais vendidos continuaram os mesmos de janeiro, invertendo apenas algumas posições do ranking, como exemplos os modelos Volkswagen Gol e Polo, que caem do 5º e 7º lugares para ocuparem o 8º e 10º lugares, respectivamente. Já os modelos Fiat Argo e Mobi, sobem no ranking do 8º para o 4º lugar e do 10º para 7º, sucessivamente.

A redução de preço médio no seguro mais expressiva registrada no período para o sexo masculino, fica para o modelo Fiat Argo, que teve um decréscimo de 27,2%, seguido do Volkswagen Polo, com 18,7%. Já para o perfil feminino essa redução se dá apenas para os modelos Fiat Mobi, com tímido 2,9%, seguido do Fiat Argo, com apenas 1,2%.

O melhor custo-benefício

No Relatório Bidu deste mês, o Volkswagen Polo aparece como o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), para ambos os perfis. Para as mulheres, o price ratio é de 5,2% e para os homens é de 4,6%.

Já a relação de menor custo-benefício para ambos os sexos, fica para o Renault Kwid, que registra price-ratio de 8,1% para mulheres e 7,7% para homens.

*Variação por preço de seguro (price ratio) / (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação por preço de seguro (price ratio) / (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação entre as cidades

Neste mês, a cidade de Fortaleza registrou o seguro mais barato entre as capitais estudadas, onde a média geral do preço do seguro dos dez modelos do ranking, para homens e mulheres, ficou em R$ 1.790. Já o Rio de Janeiro, figura novamente com a média geral mais alta, considerando os dois perfis, com cotação de R$ 3.811 – uma diferença de 112,9% em relação ao preço médio cobrado na capital cearense.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Mais detalhes

Confira abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em fevereiro, de acordo com a Fenabrave, e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados pela Bidu. As cotações de seguro foram realizadas no dia 6 de março de 2019. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para este mês, assim como edições anteriores.

*Perfil A: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil A: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

*Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no dia 6 de março de 2019.