Custos globais com benefício saúde tendem a aumentar 199

Seguradoras de saúde estão projetando custos ainda maiores para 2016, especialmente no Brasil. Dados são de pesquisa da Willis Towers Watson

O custo do benefício saúde do empregado em todo o mundo tende a ser mais elevado, impulsionado, em grande parte, pelo aumento do custo dos serviços hospitalares, internações, tecnologia médica e o uso excessivo de serviços, de acordo com a mais recente pesquisa com seguradoras de saúde conduzida pela Willis Towers Watson (NASDAQ: WLTW), empresa global líder em consultoria, corretagem e soluções.

A pesquisa Global Medical Trends 2016 apontou que as seguradoras de saúde projetam que o custo deste produto aumente 9,1% globalmente este ano, comparado com um aumento de 8,0% em 2015 e 7,5% em 2014. Nas Américas, excluindo os EUA, os prêmios devem aumentar 15,3% em 2016, comparando com 13,3% em 2015 e 10,6% em 2014.

Mais da metade das seguradoras em todas as regiões apontaram uma tendência de aumento significativo ao longo dos próximos três anos. As seguradoras do Oriente Médio e África estão particularmente pessimistas, com 85% esperando que a tendência de aumento nos próximos três anos seja significativamente mais elevada, segundo a pesquisa.

Seguradoras estimam um aumento de 9,1%

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“O aumento dos custos médicos continua a ser uma questão importante para os empregadores em todo o mundo e está se tornando uma questão-chave de negócios, devido ao forte impacto nos gastos”, disse Marco Santana, Diretor de Serviços e Soluções Globais para América Latina da Willis Towers Watson. “Alguns países latino-americanos, como o Brasil, México e Argentina, estão apresentando crescente aumento dos custos ao longo dos últimos anos, sem mencionar a Venezuela com um aumento do prêmio de três dígitos em 2015 e 2016”, continuou Santana.

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“Os empregadores brasileiros estão experimentando aumentos de custos de benefícios de saúde, que são em média vários pontos percentuais superiores aos globais”, disse Cesar Lopes, consultor sênior de Saúde e Benefícios da Willis Towers Watson.

No Brasil, o custo dos benefícios de saúde também é impactado pela regulação do país, feita pela Agência Nacional de Saúde (ANS), o que também limita a divisão de custos entre empregador e empregado, tão difundida globalmente. As seguradoras no Brasil projetam que os custos com benefícios de saúde tenham um reajuste em torno de 18% este ano, em comparação com 15,7% em 2015 e 14,1% em 2014. “Há uma expectativa de que a ANS autorize novas funcionalidades de divisão de custos para ajudar a mitigar este efeito”, indicou Lopes.

De acordo com os dados globais da pesquisa, os serviços hospitalares e internações representam os maiores gastos que levaram aos reajustes, embora todos os outros serviços não estejam muito atrás. Quando perguntados sobre os fatores de aumento de custo mais significativos, ou seja, fora do controle dos empregadores e fornecedores, mais da metade (58%) citou o alto custo da tecnologia médica, seguido por motivos de lucro dos fornecedores (44%). Curiosamente, três em cada quatro seguradoras (75%) classificaram o uso excessivo de serviços devido às muitas recomendações médicas como o fator mais significativo para o aumento de custos, quando se trata de comportamento dos funcionários e fornecedores.

“Enquanto as seguradoras e os empregadores não podem controlar o custo da tecnologia médica, podem mitigar o custo e o uso excessivo de serviços, contribuindo para que seus empregados se tornem melhores consumidores de seus planos de saúde. Incentivar a prevenção, uso consciente e implementação de programas de bem-estar são apenas bons exemplos de como fazer isso. Os empregadores também podem implementar programas geridos pelo próprio fornecedor para controlar melhor o uso excessivo de serviços, como por exemplo a segunda opinião médica “, disse Cesar Lopes.

Outras conclusões da pesquisa Global Medical Trends incluem:

• Principais Doenças Globais: As doenças cardiovasculares (62%), câncer (59%) e doenças respiratórias (37%) continuam sendo as três principais doenças relatadas em todo o mundo. Os entrevistados das seguradoras não esperam que a situação mude nos próximos cinco anos.

• Gerenciamento de tendência médica. 78% das seguradoras pesquisadas possuem mecanismos que ajudam a gerenciar os custos de determinados serviços. Mais da metade (57%) usam redes contratadas, enquanto 56% solicitam pré-aprovação para serviços de internação.

• Programas de promoção da saúde. Atualmente, 58% oferecem um programa de avaliação de risco para a saúde pessoal, seja diretamente ou através de um parceiro, enquanto 14% planejam oferecê-lo nos próximos 12 meses. Já em relação a tecnologia, 58% já oferecem exames biométricos, enquanto 6% planeja oferecer a curto prazo.

· Sistemas de codificação de procedimentos. Houve um aumento no uso de sistemas aceitos de codificação globalmente em oposição a um sistema de codificação local (in-house) comparado com 2014. 43% dos entrevistados usam atualmente o CID-10 como um sistema de codificação de procedimentos, enquanto 22% ainda usam o CID-9. Estes sistemas tornam a obtenção de relatórios de sinistros mais fáceis para as empresas multinacionais, consistentes e resultando em uma melhor gestão de dados.

“As companhias de seguro saúde em todo o mundo têm oportunidades significativas para ajudar os empregadores a gerenciarem o aumento dos custos médicos e melhorarem a saúde dos empregados. As seguradoras que souberem trabalhar em parceria com os empregadores, criarem produtos que atendam a constante necessidade de inovação das corporações, fornecerem dados importantes, e ajudarem a incorporar iniciativas de bem-estar em seus programas de saúde, ganharão vantagem competitiva”, finaliza Marco Santana, da Willis Towers Watson.

JLT participa de seminário sobre seguros no Chile 428

Osvaldo Casado

Evento “Risk & Insurance” foi realizado no Chile pela primeira vez

A JLT participou do seminário Risk & Insurance, que foi realizado no Chile pela primeira vez. O diretor de Instituições Financeiras da companhia, Osvaldo Casado de Lima Jr, palestrou no painel sobre M&A.

O seminário reuniu todos os gestores de risco das principais companhias chilenas, além das seguradoras e resseguradoras do país.

De acordo com Osvaldo Casado de Lima Jr., o mercado de M&A está muito aquecido em toda a América Latina. Ele ressalta que parte dessa grande movimentação se deve ao fato de que o acesso ao capital para essas transações se tornou mais competitivo com a liquidez dos Mercados de Capitais, de renda fixa e renda variável.

“O movimento de consolidação em alguns setores passou a ser natural como meio de crescimento e, com isso, muitos riscos são difíceis de se precificar inicialmente. Diante disso, conseguimos trabalhar soluções para passivos ocultos não apenas mitigando os riscos, mas também como instrumento facilitador de transações de M&A, dando segurança e complementariedade para um investimento”, explica Osvaldo.

Cerca de 200 pessoas participaram do evento, que contou com dois seminários paralelos: um para a prevenção das empresas e outro para os gestores de risco.

Rede Lojacorr e Unimed compartilham experiência com automação robótica de processos 460

Tecnologia

Painel terá a participação especial de Luiz Longobardi Junior, Diretor de Mercado e Operações da Rede

Maior Rede de Corretoras de Seguros Independentes do Brasil, presente em 20 estados e no Distrito Federal, através de 49 Unidades de Negócios, a Rede Lojacorr é um dos importantes cases de sucesso confirmados para o I RPA Congress Rio Grande do Sul 2018.

Diretor de Mercado e Operações da Rede, Luiz Longobardi Junior, executivo com 35 anos de experiência no setor, estará à frente da apresentação que faz parte do Painel moderado por Júlia Merker, e que terá também o Case Unimed.

“Venha descobrir como essa ferramenta inovadora pode ajudar a ampliar a produtividade e elevar os indicadores de performance na sua empresa, com redução de custos e e sem abrir mão da qualidade no serviço prestado!”, diz nota enviada à redação.

Realizado pelo Instituto Information Management (IIMA) em parceria com a Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologia para Gerenciamento de Informação (Abeinfo), o evento reunirá cerca de 150 profissionais de empresas de médio e grande porte de vários segmentos (bancos, seguradoras, TI, indústrias, serviços, utilities, varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, laboratórios, educacional, Governo, entre outros).

As vagas são limitadas.

1º RPA Congress Rio Grande do Sul

23 de novembro | das 8h às 18h
Centro de Eventos FIERGS – Salas D3 300
Porto Alegre (RS)
Mais informações neste site.

Icatu Seguros e Amazon Brasil distribuem livros digitais para corretores 566

Seguradora está imersa em um ecossistema de inovação

A Icatu Seguros e a Amazon Brasil estão distribuindo eBooks Kindle gratuitamente para corretores que integram a força de vendas da seguradora em todo o País. A ação de relacionamento e atenção aos corretores vai ao encontro de um dos propósitos da companhia, de estímulo à educação continuada e ao treinamento desses profissionais para que atuem como verdadeiros consultores.

Até 23h59min do dia 15 de novembro, corretores da Icatu Seguros poderão baixar gratuitamente o livro digital “A Arte da Negociação”, de Michael Wheeler, na Loja Kindle da Amazon Brasil. A iniciativa também prevê descontos de 50% em uma seleção especial de sete títulos sobre empreendedorismo e relacionamento, incluindo best-sellers como “A Startup Enxuta”, de Eric Ries; e “SCRUM: A Arte de Fazer o Dobro do Trabalho na Metade do Tempo”, de Jeff Sutherland. Os associados receberão um e-mail com um código individual para baixar o eBook gratuito, além de um link para acesso aos livros digitais com desconto. Alguns clientes também serão beneficiados.

“Imersa em um ecossistema de inovação, a Icatu está se associando a importantes empresas para estruturar novas estratégias de negócio e melhorias para a experiência de seus parceiros e clientes. Esse é só o primeiro passo”, conta Luciana Bastos, diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu Seguros.

Na Loja Kindle, clientes encontram mais de 5 milhões de livros digitais, incluindo os mais recentes best-sellers e mais de 150 mil títulos em português. Os eBooks Kindle podem ser adquiridos e lidos com o aplicativo gratuito Kindle para computadores, tablets e smartphones Android ou iOS, além de e-readers Kindle.

Divulgação
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Valor do seguro para automóveis cai 8% em novembro 804

Confira cotações em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP)

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg desde junho deste ano, divulga levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em outubro, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

Após registrar alta de 46% no preço médio no mês anterior, o valor do seguro caiu 8%, em média, para as cotações realizadas este mês. A queda foi puxada pelo levantamento do perfil masculino, que teve retração média de 15,69%, enquanto o preço do seguro para as mulheres manteve-se estável (retração de apenas 0,3%).

Os destaques na diminuição do valor do seguro ficaram para os homens que moram na cidade de São Paulo, com 49,56% de queda no preço médio, e em Brasília, com retração de 30,22%. Essas quedas significativas levaram para baixo o preço médio nas capitais pesquisadas, já que no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, como mostra o gráfico abaixo, houve aumento na precificação das apólices.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)

Abrindo por modelo, fica nítida a retratação de preços para o perfil masculino. A queda chegou a 40% para o Renault Kwid, cujo seguro foi cotado em R$ 3.164 em outubro e passou para R$ 1.897 em novembro. Apenas o seguro do Volkswagen Polo registrou aumento para os homens, chegando à variação de 24% (foi cotado em R$ 3.209 em outubro e em R$ 3.975 este mês).

O cenário para as mulheres é diferente, pois foram registradas quedas apenas no preço do seguro do Jeep Compass (cotado em R$ 4.329 no último relatório e em R$ 3.995 este mês) e para o veículo Volkswagen Polo (R$ 3.263 em outubro e R$ 3.188 em novembro). Os demais demonstraram aumento, com destaque para o acréscimo de 34% no preço do seguro para o carro mais vendido do mês: o Chevrolet Ônix, cujo valor passou de R$ 1.557 para R$ 2.094.

*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre setembro e outubro (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre setembro e outubro (azul: homens; vermelho: mulheres)

Apesar dos valores do seguro para o perfil masculino terem puxado a queda na média geral de preços este mês, o preço médio para homens continua mais alto em comparação ao perfil feminino. Enquanto as mulheres pagam, em média, R$ 2.171 pelo seguro dos carros analisados, os homens desembolsam R$ 2.949 para segurar os seus veículos, uma diferença de R$ 778.

*Preço do seguro por modelo, média novembro (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Preço do seguro por modelo, média novembro (azul: homens; vermelho: mulheres)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em outubro foram emplacados 208.814 automóveis – um aumento de 20,56% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 173.193 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem todos os meses no ranking dos 10 mais emplacados: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Volkswagen Gol e VW Polo.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em outubro, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em outubro, de acordo com a Fenabrave

Seguindo a tendência dos últimos estudos, o Chevrolet Onix continua a ser o carro mais emplacado no Brasil, com 22.324 unidades em outubro contra 17.981 registradas em setembro. O preço médio do seguro para o modelo de entrada para o sexo masculino custa atualmente R$ 2.238, um decréscimo de 10% em relação à cotação do mês anterior, que ficou em R$ 2.478. Já para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 2.094 ante R$ 1.557 – um acréscimo de 34%.

Entre setembro e outubro, dos dez modelos mais vendidos, nove são os mesmos. Neste mês, o Renault Sandero apareceu na nona posição entre os 10 mais emplacados, tirando o Toyota Corolla do ranking.

O melhor custo-benefício

Na hora de escolher o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o Jeep Compass e o Chevrolet Ônix são os mais vantajosos para os homens – ambos com price ratio de 5,4%. Já para o público feminino, o Chevrolet Prisma é o modelo com a relação mais interessante, com o valor do seguro representando 4% do valor de mercado do veículo.

Na outra ponta, o modelo que menos vale a pena em termos de custo-benefício para o perfil masculino é o Volkswagen Polo, com price ratio de 8,9%. Para as mulheres, a relação de preço menos interessante ficou com o Volkswagen Gol, com price ratio de 5,4%.

*Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)

Variação entre as cidades

O seguro mais em conta entre as cidades estudadas é o cobrado em Brasília, onde os motoristas pagam R$ 1.886, considerando a média do preço do seguro dos dez modelos mais vendidos em outubro para homens e mulheres. O mais caro foi registrado no Rio de Janeiro, onde a cotação média ficou em R$ 3.126 para os dois perfis.

Na média de preços este mês, o valor do seguro é maior para os homens do que para as mulheres em todas as cidades. A média mais alta foi registrada em Porto Alegre, chegando a R$ 3.753 para o perfil masculino versus R$ 2.283 para as mulheres na mesma cidade.

 

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)

Mais detalhes

Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em outubro, de acordo com a Fenabrave, e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados pela Bidu. As cotações de seguro foram realizadas no dia 5 de novembro de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para este mês, assim como edições anteriores.

*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no dia 5 de novembro.

Porto-Alegrense ganha R$ 3 mil reais por mês cuidando de cachorros em casa 349

Cachorro

Professora de português e italiano concilia aulas com a hospedagem de cães

Ana Nunes, de 44 anos, tinha uma escola de português e italiano para estrangeiros. No ano de 2016, decidiu mudar sua vida, já que não conseguia dar a atenção necessária para a sua filha de 8 anos. Começou dando aulas particulares, mas a renda não cobria as despesas mensais. Foi com a DogHero, aplicativo que conecta pais de cachorro a anfitriões que hospedam cães em casa, que ela encontrou uma nova forma de complementar sua renda, fazendo algo que sempre sonhou: cuidar de cachorros. Atualmente, ela ganha cerca até R$ 3 mil reais por mês com a atividade, sem sair de casa.

Apaixonada por animais, Ana sempre procurou formas de estar próxima dos cachorros. Antes de conhecer a DogHero, ajudou ONGs de proteção animal. “Hoje ainda dou aulas particulares, mas minha qualidade de vida em relação à quando trabalhava na escola mudou muito. Consigo tomar sol durante a tarde e ainda plantar minhas flores que gosto muito”, diz Ana. Em feriados e datas importantes, como Natal e Ano Novo, a renda mensal aumenta com a demanda de tutores buscando a anfitriã, já que muitas pessoas viajam nesse período. Já são mais de 1000 anfitriões ativos no aplicativo apenas no Rio Grande do Sul e 23000 cachorrinhos cadastrados no estado.

Para se tornar anfitrião na DogHero é preciso cumprir requisitos de segurança da residência e realizar testes de conhecimentos sobre cães. Cerca de 20% dos candidatos são aprovados. Além de responderem um formulário online que leva cerca de duas horas, a empresa pede fotos dos ambientes da casa, para ter certeza de que o cão estará seguro e bem cuidado. Além disso, após a aprovação, o app disponibiliza cursos online (Escola de Heróis): os anfitriões assistem às aulas e realizam provas para aprimorar os conhecimentos sobre os cuidados com os cães. Todas as experiências são avaliadas pelos clientes: 98,7% das notas dadas aos anfitriões são 5 estrelas.