“O Conec é de todos os corretores de seguros do Brasil” 621

Afirmação é do presidente do Sincor-SP que abriu o maior encontro de corretores de seguros do mundo

O maior congresso de corretores de seguros de todo o planeta. Com certeza. Assim podemos descrever a décima sétima edição do Congresso de Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, o Conec, que teve início na noite desta quinta-feira (06) no Palácio de Convenções Anhembi, em São Paulo. Em torno de 6.500 inscritos foram registrados pelo Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, organizador do evento.

Fique por dentro do 17º Conec

A cerimônia de abertura contou com importantes autoridades do mercado segurador brasileiro. O presidente do Sindicato dos Securitários SP, Calisto Cardoso de Brito, enalteceu os corretores de seguros: “sem vocês o mercado segurador não existiria, sinto-me honrado de pertencer à esta categoria”. O presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado e da Academia Nacional de Seguros e Previdência, Mauro César Batista, marcou o momento com entusiasmo: “o seguro é um bem necessário, leva qualidade de vida às pessoas e o corretor de seguros é o elo de ligação entre o produto seguro e o segurado”.

Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros, destacou os desafios que momentos de crise oportunizam. “Todos os desafios sempre foram históricos, mas o fato é que vencemos. Me refiro a isso porquê estamos vivendo um momento diferente e essa vitória vem através da unidade dos corretores”, disse. Ovacionada, a 2ª presidente do Sincor-SP, Simone Martins, representou as profissionais mulheres do setor: “meu boa noite especial vai para vocês, estou muito orgulhosa de as estar representando. Desejo um excelente congresso e que saiam com muito conhecimento!”.

A mensagem dos presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais (CNseg), Marcio Coriolano, e do presidente da Fereração Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergílio, foi de otimismo. “Eu tenho certeza que o mercado segurador brasileiro tem compromisso com o crescimento do país. Certamente esse é o principal esforço da CNseg”, comentou Coriolano. “Temos que olhar para frente, ficar remoendo o passado é perda de tempo. O setor tem crescido mas não tem evoluído, precisamos ir em frente”, acreditou Vergílio que convocou todos os presidentes dos Sincors dos estados brasileiros a subirem ao palco. “Eu quero dizer que nós temos que estar atentos!”, acrescentou aos colegas ao defender a continuação do Super Simples para corretoras de seguros.

Há 60 dias à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o superintendente Joaquim Mendanha teve sua estreia oficial em pronunciamentos públicos no Conec. “Asseguro que a Susep estará sempre à postos para disseminar e incentivar as práticas que fazem o setor de seguros crescer”, ressaltou. Ele também disse confiar que, quanto mais ágil for o atendimento ao segurado, mais fácil será a penetração do seguro na população. “Desta forma, o setor de seguros estará preparado para ajudar o país a crescer”, completou.

José Renato Nalini, secretária da educação de São Paulo, representou o governador Geraldo Alckmin na ocasião. “Se há uma instituição que merece o respeito é a de seguros e o seu corretor desempenha o papel importantíssimo de aconselhar e proteger”, afirmou. Além disso, ele deixou registrado que o governo paulistano está trabalhando num projeto que levará noções de seguros a crianças e jovens.

Um dos momentos mais aguardados da noite era a fala do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo. Ele ressaltou que o Conec não deixou de tratar-se de um Congresso regional. “Não é mais de São Paulo, é de todos os corretores de seguros do Brasil”, declarou. “O que vemos aqui é a maior e melhor demonstração da força, pujança e dinamismo do setor de seguros. Principalmente dos corretores de seguros”, finalizou.

A página do Grupo JRS no Facebook gravou ao vivo parte da cerimônia de abertura do Conec. Confira:

Inovação e tecnologia norteiam edição do Café do CVG/RS 690

Professor universitário Márcio Machado da Silva foi o palestrante da manhã

Como a inovação e a tecnologia oportunizam ao mercado de seguros foi o grande tema da segunda edição do Café do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (12) e contou com o Auditório do Sindicato das Seguradoras do Estado (SindSeg/RS), na Capital gaúcha, lotado de profissionais do seguro. “Nossos encontros mensais são sempre momentos de auxiliar colegas de mercado com mais conhecimento e esse assunto é extremamente atual para que possamos olhar para o nosso presente e futuro”, destacou a presidente do CVG/RS, Andreia Araújo.

Para o professor universitário e palestrante do dia, Márcio Machado da Silva, a internet das coisas revolucionou a maneira como nos relacionamos e, com isso, o mercado de seguros não poderia não ser diretamente afetado. Esse cenário, de infinitos dados e múltiplas possibilidades, disponibiliza ao corretor de seguros um vasto campo de oportunidades. “A agenda de vocês é de oportunidades múltiplas, será que todo cliente precisar atendido pessoalmente ou podemos usar a tecnologia a nosso favor?”, indagou. “Os nossos clientes estão usando celular e se eu quero a atenção deles, eu tenho que jogar para essa mídia que é a mais utilizada, e podemos melhorar nossa comunicação com ele com vídeos, por exemplo”, complementou.

O também diretor de inovação da Ulbra e idealizador e CEO do Parque Tecnológico Ulbratech, ressaltou que com o proveito da tecnologia é possível realizar também processos mais inteligentes e até oferecer integração com outras soluções. “Eu não preciso ter solução para tudo, mas posso fazer parcerias e assim tornar o serviço muito mais completo para o cliente”, afirmou ao lembrar que o processo tecnológico também rende um melhor aproveitamento do tempo, de capacidades, vendas e gerenciamento.

A edição de abril do Café do CVG/RS contou ainda com ação solidária, arrecadando mais de 50 itens de alimento não perecível que serão doados à Confrasol. O próximo evento da entidade está marcado para acontecer no dia 25 de maio, que será a Feijoada alusiva ao Dia Continental do Seguro. Em breve, mais informações serão disponibilizadas.

Imagens: Matheus Pé/JRS

Feira de inovação apresenta ‘A magia nos negócios’ em Alphaville (SP) 644

Feira de inovação apresenta 'A magia nos negócios' em Alphaville (SP)

Velox Contact Center aposta em inovação e relacionamento para fomentar novos negócios

A primeira edição da Expo Alpha foi recheada de networking, conhecimento e principalmente inovação. A feira de negócios com foco em B2B contou com a participação de empresas de diversos segmentos, como a Velox Contact Center, por exemplo.

A empresa especialista no atendimento 24h no ramo de assistência e também em fomentar soluções personalizadas para diversos formatos de negócios apresentou para um público de mais de 5 mil pessoas suas soluções diferenciadas e completas. “O evento foi bem envolvente, pois uniu palestras motivacionais e inovadoras em um ambiente propício a grandes negócios”, afirma Camila de Cássia, responsável pelo marketing da Velox Contact Center.

Além de vasta programação, recheada com palestras e diversas atrações na feira de negócios, o dia de intenso aprendizado culminou com a apresentação da palestra “A magia nos negócios”, apresentada por Issao Imamura, considerado o maior ilusionista do Brasil.

“Nossa intenção é encantar nossos clientes. Atuamos em todo território nacional, de forma a trazer segurança e tranquilidade para quem é atendido por nossas soluções”, explica o Gerente Comercial da Velox, Gilson Silva.

Confira as imagens – Expo Alpha 2019:

*Colaboração: Camila de Cássia, responsável pelo marketing da Velox Contact Center.

Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 508

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Megale: Seguro é fundamental para pavimentar bom funcionamento dos mercados 1040

Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal participou do 8º Encontro do Resseguro

A mudança de mentalidade necessária para a expansão das cidades inteligentes e a agenda de desburocratização econômica pautaram a manhã do primeiro dia do 8º Encontro do Resseguro. O evento reúne mais de 700 especialistas no setor do Brasil e do exterior, no Rio de Janeiro.

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), demonstrou otimismo em relação a recuperação da economia brasileira. “Isso representa expansão na capacidade de investimento, retomada do emprego e do desenvolvimento. Apresentamos propostas ao governo que representam nossa contribuição com a sociedade”, disse ao ressaltar os desafios para garantir a solvência de um setor que possui mais de R$ 1 trilhão em reservas técnicas.

Em entrevista exclusiva ao JRS, a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação na CNseg, Solange Beatriz Palheiro, ressaltou a abertura do setor de seguros para a inovação. “Tudo isso surge para atender melhor os consumidores do mercado de seguros. O setor tem assumido uma posição de destaque na economia brasileira. Este é um evento prestigiado, sem dúvida”, acrescentou.

Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal
Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal

Painelista na abertura do evento, o Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal, Caio Megale, demonstrou a importância do mercado segurador para reduzir os riscos para a economia. “Os setores de seguros e resseguros permitem que os mercados funcionem de forma mais eficiente. Este é um governo que acredita muito no funcionamento disso como um indutor da recuperação economia. Um setor de seguros e resseguros forte e bem regulamentado é fundamental para pavimentar este movimento. Nossa ideia não é tirar completamente as regulamentações. É importante que as agências regulatórias, de forma geral, acompanhem e garantam o bom funcionamento da economia. Mas acreditamos, em diversas áreas, que existe um excesso e isso precisa ser repensado para, como diz o presidente Bolsonaro, tirar o governo do ‘cangote’ das empresas e dos mercados”, declarou.

Segundo Megale, a reforma previdenciária irá abrir caminho para redução de gastos. “É muito difícil pensar numa racionalização tributária com tanta pressão nos gastos públicos. Por isso que a sequência tende a ser primeiro para o lado das despesas, como a reforma da Previdência e outras, para depois abordar o lado tributário. Embora a simplificação de tributos já possa acontecer”, explicou. De acordo com o secretário, governo construiu uma grande agenda para a economia brasileira retomar o rumo. “A indústria do seguro precisa expandir sua participação. O Brasil precisa voltar a crescer. Acredito que isso é muito importante. A Previdência é um grande gatilho, mas temos uma ampla agenda de melhoria regulatória e outras simplificações que também são importantes agora para o Brasil”, concluiu.

A cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro 2019 tem o patrocínio especial de Icatu Seguros.

Confira as imagens da manhã – 8º Encontro do Resseguro:

Maior evento de insurtechs da América Latina acontece no mês de abril, em São Paulo 654

Maior evento de insurtechs da América Latina acontece no mês de abril, em São Paulo

Insurtech Brasil acontece no dia 25 de abril e conta com cobertura do JRS

Reprodução
Reprodução

A Câmara Americana do Comércio (AMCHAM) de São Paulo é palco, no dia 25 de abril, do maior evento sobre insurtechs da América Latina. Trata-se da terceira edição do Insurtech Brasil. “Daremos um novo passo focando nas startups e soluções que possuem sinergia com o mercado gerando eficiência financeira e operacional para toda cadeia, indo além daquelas que focam em venda diretas de seguros. Está é uma visão inédita no mercado e utilizará a expertise do Conexão Fintech em mapear startups para o mercado”, explica a organização do encontro em nota.

O evento reúne os maiores especialistas do setor, além de ícones de negócios, investidores e empreendedores que estão na vanguarda desse momento de transformação global pelo qual o mercado passa. Os renomados palestrantes escalados pela vasta programação do encontro trazem uma diversidade de idéias que culminam em um objetivo em comum: inspirar soluções criativas para os problemas do mercado.

Participam dos painéis o americano Ali Safavi, Principal and Global Head of Insurance da Plug and Play Ventures (maior aceleradora do mundo), Josep Celaya, Global Head of Transformation and Open Innovation da Mapfre Espanha, a austríaca Diana Medanova, Founder & COO da Bsurance e o argentino Martin Ferrari, Founder & CEO da 123Seguro. Também está prevista a participação da insurtech israelense GlassBox, além de Rodrigo Labbé, Founder & CEO da Jooycar, além de Denisse Cuellar, Head de Startups do Banco del Perú e co-autora do The InsurTECH Book.

Grandes empresas do mercado marcam presença neste grande marco para o nicho de inovação em seguros no Brasil. Claro que o JRS não poderia ficar de fora. Todos os nossos canais fazem a cobertura completa dos principais acontecimentos do Insurtech Brasil 2019.

Para marcar presença e saber mais informações sobre o evento basta entrar neste hotsite. O código promocional #Kakau garante um desconto especial para aquisição de ingressos.