Seguradores acreditam no futuro da corretagem no Brasil 662

Lideranças debateram sobre o tema em palestra do XVII Conec


Os corretores de seguros lotaram o auditório principal do 17º Conec na manhã da quinta-feira (07) para escutar Edson Luis Franco da

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Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. (William Anthony/JRS)

Zurich Seguros, Fabio Luchetti da Porto Seguro, Francisco Vidigal Filho da Sompo Seguros, Gabriel Portella da SulAmérica, José Adalberto Ferrada da Tokio Marine, Marcos Eduardo Ferreira do Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, Pérez Jaime da Allianz e Randal Zanetti da Bradesco Seguros, falaram sobre o futuro da corretagem de seguros no Brasil.

Foi unanimidade que o ramo é promissor. “Eu acredito no seguro, no Brasil, no desenvolvimento deste mercado”, afirmou Portella. “O corretor de seguros e a intermediação que promove fortalecerão cada vez mais o ramo com as novas tecnologias e novos consumidores”, disse Edson Franco.

Os executivos não se esquivaram em dizer que o mercado brasileiro ainda precisa se modernizar em alguns aspectos e que estes detalhes devem ser encarados de frente. Para Fábio Luchetti, as seguradoras têm atuado bastante no tema que envolve vários aspectos políticos e jurídicos. “Particularmente, acho que poderíamos fazer mais em relação a esse assunto”, opinou.

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Francisco Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros. (William Anthony)

Muitas dessas iniciativas, garante o diretor presidente da Zurich Brasil, ocorrem pela recusa de algumas companhias em aceitar determinados nichos. “O que podemos fazer juntos? Acho que o mercado no Brasil tem que se modernizar. Existem alguns problemas que temos que atacar de frente. Vamos empurrando com a barriga determinados pontos e o próprio mercado começa a criar suas próprias soluções”, avaliou. Para ele, este é um tema que depende muito do órgão regulador, porque é quem assegura a assimetria de competitividade. “Mas acho que também temos que olhar para dentro de casa e ver o que estamos fazendo e poderíamos fazer diferente”, recomendou Franco.

“Quando a gente fala de cooperativa é algo ilegal, à margem da legalidade. Tem que combater”, defendeu Ferrara. “O corretor de seguros tem futuro. Podem existir novas formas de procurar seguros, mas o corretor sempre vai ter espaço. Nós acreditamos muito neste mercado”, destacou Vidigal Filho.

“É preciso estar próximo de quem decide”, defende Marcelo Lauxen Kehl 625

Presidente da ACI foi palestrante do Almoço do Mercado Segurador em NH

“Para fazermos pelos nossos associados, temos que estar próximos de quem decide”, defendeu o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI), Marcelo Lauxen Kehl, durante o Almoço do Mercado Segurador, que aconteceu nesta quinta-feira (16) em Novo Hamburgo (RS). Ele comentou que a ACI sempre se manteve perto de governantes com boas intenções, auxiliando para que pautas decisivas para os diferentes nichos da indústria avancem. “Estamos próximos do presidente, governador e outros políticos por termos tido eles dentro da nossa casa”, disse.

Lauxen Kehl lembrou que a entidade nasceu em 1920 e o município de Novo Hamburgo se emancipou e se separou de São Leopoldo em 1927. “Tenho certeza que a emancipação saiu da ACI. No começo não éramos uma cidade industrial, mas logo foi para a área de couro e calçado e a ACI ajudou, por exemplo, a trazer telefone para a cidade e a asfaltá-la”, revisitou.

Além disso, o economista por formação afirmou que a entidade está ligada ao setor seguros há 70 anos através da extinta Novo Hamburgo Companhia de Seguros Gerais, fundada em 1949. “Na época, os empresários viram que seria interessante proteger o patrimônio que crescia exponencialmente na cidade de Novo Hamburgo e, inclusive, nos primeiros tempos, a companhia teve sua sede dentro da ACI”, contou.

A edição de maio do evento aconteceu na Região do Vale do Sinos, numa iniciativa do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSegRS) e do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-RS) em interiorizar os encontros, com o intuito de levar as mesmas oportunidades de atualização e confraternização oferecidas em Porto Alegre. “Nós temos como missão permear a cultura do seguro e nada melhor que fazer isso através desses encontros que acontecem já há mais de 70 anos na Capital gaúcha; e por isso estamos já pelo terceiro ano consecutivo fazendo em cidades do interior”, destacou o presidente do SindSegRS, Guacir Bueno. “Trazer um encontro desse calibre para o Vale do Sinos demonstra a força do corretor de seguros e do mercado local”, complementou o vice-presidente administrativo do Sincor-RS, André Thozeski.

Todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador em NH

Pedrinhas comemoram 14 anos e empossam diretoria 252

Ana Maria Pinto foi reeleita presidente para o biênio 2019/2020

O Clube da Pedrinha do Rio Grande do Sul comemorou nesta terça-feira (14) seus 14 anos de existência. A oportunidade também contou com a posse da diretoria reeleita para o biênio 2019/2020, sob o comando da presidente Ana Maria Pinto e da vice-presidente Yara Bolina.

Para Ana Maria, a entidade continua permeando os mesmos propósitos. “Só posso agradecer a todos os diretores e parceiros por reafirmamos o compromisso de manter o Clube forte e sólido, em que a nossa maior preocupação é sempre ajudar uns aos outros”, destacou.

Uma novidade da diretoria para este ano foi site dos pedrinhas, que, reformulado, conta agora com banco de currículos, em parceria com o Sindicato das Seguradoras do Estado (SindSegRS), e com área especial para artigos de especialistas do mercado. “Isso é fazer parte de um grupo em que nós nos ajudamos, nos respeitamos e incentivamos as nossas capacidades profissionais”, lembrou a vice-presidente Yara.

O momento também contou com uma homenagem à coordenadora da Unidade RS da Escola Nacional de Seguros, Jane Manssur, em homenagem a todo o mercado gaúcho. Em noite agradável de pizzaria dos pedrinhas, os ex-presidentes ajudaram a puxar os parabéns para os 14 anos de Clube da Pedrinha RS.

MBM lança novo Portal do Corretor 807

Ferramenta promete agilidade na cotação, emissão e pagamento de comissões do seguro APP

O Grupo MBM lançou nesta quinta-feira, 02, o novo Portal do Corretor. Inicialmente, a ferramenta disponibiliza a contratação do seguro APP (Acidentes Pessoais de Passageiros) e promete agilidade na cotação, emissão de apólice e pagamento das comissões. “Nós queremos que os corretores entrem em contato conosco, avaliem a nossa ferramenta e vejam que todos nós vamos sair ganhando, tanto a empresa, quanto o corretor e os clientes”, destaca o o presidente da MBM Previdência Complementar, Paulo Benhur de Oliveira Costa.

Para o diretor comercial, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, o lançamento marca uma nova fase em termos de emissão para a empresa. “Estamos facilitando o trabalho do corretor, que está inserido num mundo extremamente virtual e tem essa necessidade de ter agilidade”, comenta. “Com essa ferramenta nova nós podemos propiciar a todo o mercado brasileiro o primeiro produto que faz parte dessa ferramenta, que é o APP, e, com isso, ele vai poder fazer a cotação junto com o seu cliente”, acrescenta.

Um dos principais pontos é que o corretor agora recebe a sua comissão também de forma rápida. “É uma inovação do Grupo MBM essa nova ferramenta de agilidade na emissão, no fechamento dos negócios e, por consequência, no pagamento de comissões dos corretores. Agilidade na compra, dinheiro na conta”, pontua o superintendente comercial Alexsander Kaufmann.

Além disso, o Portal conta com um chat interativo em que o usuário pode auxiliar a empresa a aperfeiçoar seus processos. “Nele, os corretores podem interagir conosco e dar as suas sugestões, melhorando cada dia mais a nossa ferramenta e o nosso produto, que foi feita para eles”, avalia Kaufmann. “A dica que eu dou é que os corretores acessem os nossos endereços eletrônicos na internet, façam uma prospecção conosco, aceitem o desafio e sejam bem-vindos a nossa rede de relacionamento”, complementa o presidente da MBM Seguradora, Jair Beltrami.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

Encontro marca posse de Altevir Prado na Regional Sul da Bradesco Seguros 659

Encontro marca posse de Altevir Prado na Regional Sul da Bradesco Seguros

Momento contou com a presença de colaboradores, gestores, parceiros de mercado e entidades representativas

Momentos especiais marcaram a posse de Altevir Dias Prado como novo Superintendente Executivo da Regional Sul da Bradesco Seguros. Tudo aconteceu na Federasul, localizada na região central da Capital Gaúcha, na terça-feira (30).

O executivo é oriundo do Paraná e já havia trabalhado anteriormente nos Estados do Sul. “É uma alegria muito grande retornar cinco anos depois para a Região Sul, nos anos em que fiquei aqui fiz muitas amizades e relações fortes”, comentou. De acordo com ele, o desenvolvimento dos processos e das pessoas envolvidas na operação será uma de suas premissas frente ao novo cargo. “Pretendemos acelerar ainda mais os processos, temos em mente que o seguro na crise aumenta ainda mais a necessidade de proteção e nos momentos de crescimento econômico, ele acompanha a evolução da economia como um tudo”, destacou. “É importante que tenhamos cuidado de não só crescermos, mas também de nos desenvolvermos como pessoas e profissionais”, acrescentou.

O encontro contou com a presença de colaboradores, gestores, parceiros de mercado e entidades representativas do mercado segurador gaúcho. O diretor da Bradesco Seguros Leonardo Pereira de Freitas ressaltou que a “a vinda de Altevir ao Sul é bastante estratégica, pois ele conhece as oportunidades e dificuldades da Região e seus profissionais, e fará um belo trabalho junto dos corretores de seguros gaúchos, catarinenses e paranaenses”. O superintendente executivo da Matriz, Duílio Varnier Junior, complementa lembrando que a companhia é “líder no mercado na grande maioria dos segmentos, e tem sempre o propósito de levar novos serviços e produtos aos nossos clientes, sejam corretores ou consumidor final”.

Para o gerente da Sucursal Porto Alegre, Carlos Rodrigo Dias da Silva, o novo superintendente vem para enriquecer ainda mais a operação. “Altevir conhece muito bem a Região e retorna com muita experiência adquirida nos últimos anos, agregando mais experiências para que nós entreguemos ao corretor de seguros uma marca ainda mais fortalecida”, disse. Guacir Bueno, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul crê que o executivo “volta ainda mais aperfeiçoado, qualificado e com muita capacidade, por isso desejamos que ele seja muito bem vindo, pois qualifica ainda mais o setor”.

Responsável pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, Prado é Doutor em Economia e comandou, nos últimos 4 anos, a Regional do Interior de São Paulo. O profissional conciliou a vida profissional aos estudos acadêmicos e defendeu sua tese de Doutorado em 2018, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e na Universidade Complutense, de Madrid, na Espanha.

Confira as imagens – Posse de Altevir Prado na Regional Sul da Bradesco Seguros

‘Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos’, traça Nilton Molina 1280

'Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos', traça Nilton Molina

Presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon também destacou importância de uma reforma estrutural no sistema previdenciário brasileiro

Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos

Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguros de Vida e Previdência no Brasil, participou de almoço promovido pelo Clube Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), na última quinta-feira (11), na capital paulista. Tudo aconteceu no Terraço Itália, onde os participantes desfrutaram de uma das mais belas vistas da cidade de São Paulo.

Durante o encontro, Molina fundamentou a estruturação dos setores público e privado de previdência Outro ponto de destaque pelo especialista é a transformação da estimativa de vida do brasileiro, além de questões sobre longevidade. Outra abordagem de Nilton Molina foi sobre a tipificação de riscos ao longo da vida. O especialista elenca a vasta população brasileira como um grande ativo para o País. “O PIB per capta mensal do brasileiro é R$ 2.809 (a divisão da população pelo PIB), isso mede a riqueza das pessoas. O salário médio do brasileiro, tem a ver na veia, com a previdência, é a fortuna de R$ 2.270. Olhando para baixo da pirâmide social, quando se fala em previdência, falamos desse valor médio. A média mensal de empregados qualificados é R$ 4.750 reais, já na indústria, o valor médio é de R$ 2.600, entre os pouco qualificados o valor é de R$ 1.440. Isso justifica a necessidade da reforma, não faz sentido que brasileiros tenham R$ 30 ou R$ 50 mil reais de aposentadoria do Estado. Essa disparidade entre salários maiores e menores é Robin Hood ao contrário”, justifica.

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Nilton Molina ainda lembrou que o Brasil já atravessou diversas reformas previdenciárias ao longo dos últimos governos. “Outro ponto importante é a relação do percentual do PIB gasto com o pagamento dos 35 milhões de beneficiários, que recebem uma média de R$ 1.371,43. A receita do Regime Geral de Previdência Social é de R$ 390 bilhões, com despesas de R$ 576 bilhões, o que gera um déficit de R$ 186 milhões. Isso representa um custo de 8,21% sobre o PIB. Já os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) custaram 1,75% ao PIB (engloba 1.053.972 beneficiários, com média de R$ 9.725,00 mensais). São os aposentados, pensionistas e funcionários da esfera federal, com uma receita de R$ 37 bilhões, despesa de R$ 123 bilhões e um déficit de R$ 86 milhões. O dramático não é nem a média. São as discrepâncias geradas pela política”, classifica.

“A desinformação chegou ao ponto que os aposentados são contra a reforma que irá garantir o pagamento dos benefícios. É preciso demonstrar a necessidade de fazê-la”, apresenta Nilton Molina.

Os gastos de quase 12% do PIB com previdência são um dos mais altos entre os países considerados jovens. “A atual reforma proposta pelo governo prevê aumento das idades de aposentadoria: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Outra base de sustentação do projeto é o aumento para 20 anos de contribuição para alcançar diretos, além da volta do fator previdenciário para cálculo dos benefícios. As medidas visam uma diminuição do déficit em curto prazo, para futura estabilização. Em 10 anos, o projeto estabiliza o custo dos sistemas em 10% sobre PIB. Esse valor é muito alto para um país ainda considerado jovem”, analisa.

Molina ainda lembra que existem dois tipos de reforma. A paramétrica, que está no Congresso Nacional, e a estruturante, que cria um novo sistema – o que seria ideal, na visão do especialista. “A atual proposta mantém privilégios entre trabalhadores privados e públicos e também não tem uma visão clara das questões sociais dos mais pobres”, reitera. “Uma reforma estruturante cria um novo sistema para os novos trabalhadores”, disse Molina ao apresentar um modelo alternativo, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e baseada em quatro pilares: “renda básica, regime de repartição entre empregado e empregador, capitalização (opcional) com aproveitamento de parte do FGTS e ainda na previdência complementar”, classificou.

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“Existe um artigo na atual PEC que enseja a discussão a cerca do regime de capitalização, mas isso em momento futuro”, conta o especialista que também faz parte da diretoria da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na visão de Nilton Molina teria sido melhor começar pela reforma que impacta os jovens, os novos trabalhadores, ou seja, a reforma estruturante. “O caixa do Estado Brasileiro não permitiu que assim fosse”, lamenta.

“Um programa como o proposto pela FIPE visa diminuir o custo sobre folha dos 32% atuais para 10%, criando condições do aumento dos empregos formais. Outro ponto é que esse projeto quer tratar todos os brasileiros de forma igual perante os sistemas previdenciários mantidos pelo Estado, sem privilégios. Com isso, o custo do sistema em regime será de mais ou menos 4% sobre o PIB, em comparação aos atuais 12%”, projeta Nilton Molina. Na visão do segurador, a discussão sobre a reforma promove a cultura previdenciária e evidencia a inviabilidade da manutenção de privilégios financiados pela sociedade, além de provocar o aumento da poupança individual. “Outro ponto relevante é que ela diminui os custos das empresas sobre folha e, principalmente, estimula os brasileiros com renda superior à média (R$ 2.270,00) a entenderem que dependerão das próprias poupanças para a manutenção da segurança previdenciária de si mesmo e de suas famílias”, prossegue.

Um bom exemplo, citado pelo especialista, trata-se do regime complementar de previdência do Estado de São Paulo, a SP-PrevCom, que conta com gestão da Mongeral Aegon. “O Brasil errou tanto em Previdência que a aplicação de ambas as reformas demoraria 50 anos para que se atinja esse valor de 4% do PIB (tal qual é em países como Chile e Coreia do Sul, por exemplo)”, evidenciou.

Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos

Molina abordou mais os impactos e efeitos externos que estão centrados sob a reforma da previdência. “Isso também diz respeito ao Seguro de Vida. Se tem algo que vai crescer no Brasil é esse segmento”, contou a reportagem de JRS.

Na visão de Nilton Molina a não realização da reforma da Previdência significa a volta da inflação. “Isso significaria um desastre absoluto para estados e municípios. O Seguro de Vida só cresce se a renda cresce, a renda só cresce se a economia cresce, para a economia crescer é preciso fazer o ajuste fiscal e atrair novamente a confiança dos investidores”, enfatizou ao público seleto, que reuniu líderes de entidades do mercado segurador de todo o Brasil, bem como das entidades de classe do Estado de São Paulo.

Confira outras imagens – Palestra do CVG/SP: