Seguradores acreditam no futuro da corretagem no Brasil 373

Lideranças debateram sobre o tema em palestra do XVII Conec


Os corretores de seguros lotaram o auditório principal do 17º Conec na manhã da quinta-feira (07) para escutar Edson Luis Franco da

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Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. (William Anthony/JRS)

Zurich Seguros, Fabio Luchetti da Porto Seguro, Francisco Vidigal Filho da Sompo Seguros, Gabriel Portella da SulAmérica, José Adalberto Ferrada da Tokio Marine, Marcos Eduardo Ferreira do Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, Pérez Jaime da Allianz e Randal Zanetti da Bradesco Seguros, falaram sobre o futuro da corretagem de seguros no Brasil.

Foi unanimidade que o ramo é promissor. “Eu acredito no seguro, no Brasil, no desenvolvimento deste mercado”, afirmou Portella. “O corretor de seguros e a intermediação que promove fortalecerão cada vez mais o ramo com as novas tecnologias e novos consumidores”, disse Edson Franco.

Os executivos não se esquivaram em dizer que o mercado brasileiro ainda precisa se modernizar em alguns aspectos e que estes detalhes devem ser encarados de frente. Para Fábio Luchetti, as seguradoras têm atuado bastante no tema que envolve vários aspectos políticos e jurídicos. “Particularmente, acho que poderíamos fazer mais em relação a esse assunto”, opinou.

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Francisco Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros. (William Anthony)

Muitas dessas iniciativas, garante o diretor presidente da Zurich Brasil, ocorrem pela recusa de algumas companhias em aceitar determinados nichos. “O que podemos fazer juntos? Acho que o mercado no Brasil tem que se modernizar. Existem alguns problemas que temos que atacar de frente. Vamos empurrando com a barriga determinados pontos e o próprio mercado começa a criar suas próprias soluções”, avaliou. Para ele, este é um tema que depende muito do órgão regulador, porque é quem assegura a assimetria de competitividade. “Mas acho que também temos que olhar para dentro de casa e ver o que estamos fazendo e poderíamos fazer diferente”, recomendou Franco.

“Quando a gente fala de cooperativa é algo ilegal, à margem da legalidade. Tem que combater”, defendeu Ferrara. “O corretor de seguros tem futuro. Podem existir novas formas de procurar seguros, mas o corretor sempre vai ter espaço. Nós acreditamos muito neste mercado”, destacou Vidigal Filho.

Troféu JRS 2018 reconhece grandes nomes do mercado brasileiro de seguros 1782

Profissionais, empresas e instituições foram agraciados na última sexta-feira (19)

A noite da última sexta-feira, 19 de outubro, foi especial para os mais de 1 mil convidados da cerimônia anual de reconhecimentos aos profissionais, empresas e entidades do setor de seguros promovida pelo JRS. O Troféu JRS 2018 ainda promoveu duas categorias com votação online, o Troféu Seguros e Corretagem, realizado pelo terceiro ano consecutivo. As vencedoras na votação popular foram a tricampeã HDI Seguros (Seguradora) e a Wichmann e Bidon Corretora de Seguros (Corretora).

O evento contou com Seguro de Eventos da Berkley Brasil, que disponibilizou as coberturas RD Equipamentos e Responsabilidade Civil durante a festa. O Grupo MBM foi responsável por apólice de Seguros para Acidentes Pessoais. Já a Gente Seguradora, ofereceu atendimento em unidade móvel que ficou de prontidão até o momento final da festa.

Sob comando da equipe do JRS, a noite do seguro em Porto Alegre ainda sorteou diversos kits de espumantes da Cave di Pozza. Outro grande destaque foi a participação de um robô, oferecido pela Ramos Assessoria. As comemorações foram até as primeiras horas do sábado, marcando mais um momento de descontração, integração entre os atores do setor, networking e relacionamento.

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