Porto Seguro busca ir além dos carros 279

Segundo presidente, a companhia está acompanhando as tendências e, por isso, busca a diversificação

Líder no setor de seguros para automóveis no País, a Porto Seguro já começou a se movimentar para ficar menos dependente dos veículos. Isso porque uma das principais tendências atuais da economia é o compartilhamento. Ou seja: as pessoas vão se preocupar menos em ser donas de seus carros – ou de qualquer outro bem – e focar mais no uso que farão deles. Isso pode significar que menos automóveis serão vendidos e, no fim das contas, o número de seguros também poderá diminuir.

Embora ninguém possa prever exatamente se a propriedade de veículos irá cair radicalmente, o fato é que as novas formas de consumo vieram para ficar. De acordo com o presidente da Porto Seguro, Fábio Luchetti, a empresa está acompanhando essas tendências e, por isso, busca a diversificação. O grupo, que fatura cerca de R$ 16 bilhões por ano, ainda tem 80% de sua receita concentrada em seguros, com participação massiva dos veículos – segmento em que as margens vêm ficando mais baixas.

Esse “aperto” foi refletido nos resultados da companhia do segundo trimestre, prejudicados pelo aumento nos roubos de veículos e pela crise econômica, que fizeram o lucro líquido do grupo cair 37% em relação ao mesmo período de 2015, para R$ 175 milhões. “O balanço do segundo trimestre foi ruim, tanto que a Porto reduziu a distribuição de dividendos”, explica o analista Eduardo Noshio, do banco Brasil Plural. “No terceiro trimestre, prevemos um aumento de preços e, consequentemente, ganho de margens.”

Enquanto ainda tem a vantagem da liderança e do posicionamento “premium” em veículos, a empresa está tentando crescer além dos seguros. Essa estratégia serve a dois objetivos: angariar novas receitas e também fidelizar os corretores, que geralmente trabalham com várias seguradoras, à marca.

Até agora, a operação alternativa mais desenvolvida é a de cartão de crédito, com 2 milhões de clientes. “No País, é a maior operação de cartões fora de um banco. Mostra a força da marca”, diz o analista do Brasil Plural. A Porto Conecta, operadora virtual da marca, que usa a rede da TIM, já tem cerca de 380 mil assinantes.

As operações complementares – que incluem empréstimos pessoais, consórcios, serviços para a casa e até plano de saúde para pets – também são usadas para fidelizar a clientela. Por meio de um programa de pontuação, a empresa garante descontos maiores a quem tem mais de um produto. Luchetti diz que, apesar de a taxa de renovação da Porto Seguro em veículos ser considerada alta – gira em torno de 80% -, o índice cresce entre consumidores que têm cartão de crédito e celular da marca. “No caso da Porto Conecta, a renovação vai a 97%.”

Inovação

Além dos produtos da área financeira, a Porto Seguro também está lançando, neste fim de ano, o sistema Carro Fácil, serviço de assinaturas de carros que funciona no mesmo modelo de um leasing. Nesse segmento, diz o presidente da Porto Seguro, o objetivo da empresa é se posicionar como uma clara opção para aqueles consumidores que já decidiram que não querem mais ser donos dos próprios carros.

Ao oferecer não só o seguro, mas também as revisões, a assistência e o automóvel em si para os clientes, a companhia continuará no caminho que adotou para crescer nas apólices de veículos: em vez de focar no preço mais baixo, vai se desdobrar para dar “mimos” ao consumidor. Se um veículo do Carro Fácil tiver algum problema, o locatário não terá de levá-lo até a oficina. Basta uma ligação, diz Luchetti, e a empresa irá à casa do cliente. O preço da assinatura do carro, no entanto, começará em R$ 1.370 por mês – e não inclui custos com combustível.

O investimento no serviço diferenciado foi o que garantiu a sobrevivência da marca Porto Seguro até aqui – por isso, segundo o presidente da Troiano Branding, Jaime Troiano, essa característica não pode ser abandonada. “Foram eles que começaram a trazer um lanchinho paras pessoas nos guinchos, quando vinham resgatar as pessoas que haviam batido o carro”, lembra o especialista. “É o tipo de cuidado que faz diferença para quem passou por uma situação de estresse. Tanto que, posteriormente, a concorrência passou a copiar.”

Os desafios da seguradora

1. Embora seja forte em automóveis, a companhia tem posição discreta em outros segmentos. “Eles têm sofrido com o seguro-saúde”, diz Eduardo Noshio, do Brasil Plural. Vender seguro de vida, por exemplo, é complicado – por isso, é mais fácil a Porto Seguro crescer com propostas mais simples, como a do cartão de crédito.

2. A venda pela internet não é uma prioridade para a Porto Seguro, que prefere o canal tradicional, que ainda responde por 95% de suas vendas. Fábio Luchetti diz que o mercado online canibalizou a receita do mercado do Reino Unido.

3. Embora abrace negócios inovadores – tem até a própria incubadora de startups, a Oxigênio -, Luchetti diz que a Porto evita ficar “ansiosa” com as novas tendências a ponto de perder o foco em seu atual ganha-pão (no caso, o seguro de automóveis).

Presidente da seguradora iniciou na empresa como office-boy

Presidente da Porto Seguro desde que o acionista Jayme Garfinkel deixou o cargo, Fábio Luchetti, de 50 anos, é hoje caso raro no atual mercado brasileiro: é um exemplo de executivo que passou toda a vida em uma só companhia.

O paulistano começou a trabalhar na companhia com 18 anos, após preencher uma ficha para o cargo office-boy. No entanto, ele já circulava pelos corredores da Porto Seguro quando ainda era adolescente.

Depois de passar um tempo etiquetando preços de remédios usando as clássicas maquininhas de remarcação de preços da época da hiperinflação, Fábio, aos 16 anos, começou a ajudar um tio-avô, que era corretor de seguros e havia auxiliado a família durante um período de dificuldades, em que o pai de Fábio sofrera um acidente. “Em um dia que fui à Porto Seguro, pedi para preencher a ficha. E acabei contratado.”

Em mais de 30 anos de empresa – ele ingressou em 1984 -, Fábio viu a Porto Seguro se “virar” para evoluir em meio aos mais diferentes estágios da economia brasileira. Nos anos 1980, quando muita gente desistia do seguro por causa do alto preço, a empresa abraçou um “jeitinho” tipicamente brasileiro: o cheque pré-datado.

Embora informal, o parcelamento “na confiança” era necessário. Primeiro porque, se os clientes fossem obrigados a pagar à vista, o mercado iria encolher; segundo, porque quase ninguém tinha cartão de crédito no Brasil na época. Resultado: “A Porto Seguro tinha um andar inteiro dedicado a processar esses cheques – e a cobrar os que eram devolvidos.”

Marketing. Ao longo dos últimos 32 anos, Fábio passou por diversos cargos na Porto Seguro, da área de finanças à de marketing. Nesta última, aprendeu que muitas vezes o “pulo do gato” pode estar em soluções simples.

No caso da Porto Seguro, um desses casos de sucesso foi a decisão da empresa de importar, no fim dos anos 1980, lanternas de freio para o vidro traseiro dos veículos – um item de segurança que, na época, ainda não era obrigatório pela legislação brasileira.

De repente, as lanternas caíram no gosto do consumidor e viraram um acessório que dava um certo “status” ao carro. “As pessoas renovavam o seguro só para ganhar a lanterna”, lembra Fábio. Para a empresa, foi um caso de ganho triplo: o produto era barato, trazia clientes e, ainda por cima, reduzia as colisões traseiras.

A preocupação com a imagem foi outra lição deixada por Garfinkel. É por isso que a empresa tem quase uma obsessão em representar sua marca sempre que possível – seja na porta dos guinchos, na fachada das oficinas ou até em espaços culturais próprios.

“A experiência de marca é vital. É por isso que, durante muito tempo, acumulei as funções de presidente e também a área de marketing. A gente cresce no boca a boca”, diz Fábio.

Liberty Seguros leva mais de 40 corretores a Campus Party 331

Liberty leva mais de 40 corretores a Campus Party e seleciona projeto vencedor de Hackathon

Companhia ainda escolheu projeto vencedor de Hackathon

A fim de reforçar a importância da inovação em sua estratégia, a Liberty Seguros esteve entre as patrocinadoras da edição de 2019 da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do Brasil. Entre os dias 13 e 16 de fevereiro, a seguradora promoveu diversas atividades em seu estande e ao redor da feira, que foram desde palestras e workshops a um hackathon com mais de 150 pessoas inscritas. Além disso, a seguradora também levou um grupo de funcionários de diversas áreas da companhia e um grupo de clientes para aproveitarem o evento.

“Foi muito gratificante participar da Campus Party este ano, onde pudemos aprender com os participantes e destacar a importância da inovação para a companhia, apresentando aos campuseiros nossas iniciativas, desafios e formas de trabalhar”, conta Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros.

Hackathon Liberty Seguros

Vencedores Hackathon
Vencedores Hackathon

Ao longo da semana, a seguradora ofereceu oito atividades diferentes em seu estande e nos diversos palcos da feira, dentre elas, o Hackathon Liberty Seguros. A ação, que propôs aos campuseiros o desafio de criarem uma solução gratuita para ajudar os corretores em início de carreira a terem mais sucesso em seus negócios contou com 160 inscritos, 36 finalistas e 12 ganhadores – 4 em primeiro lugar, 4 em segundo e 4 na terceira posição.

O projeto vencedor consiste em um atendimento virtual personalizado e gratuito para corretores no início de suas carreiras, que pode ajudá-los a eliminar parte do trabalho operacional diário e se dedicar a demandas mais estratégicas, como prospecção de clientes, relacionamento e outras atividades que irão fortalecer o seu negócio.

Palestra sobre robotização e automação

SIlvio Eduardo Andrade
SIlvio Eduardo Andrade

Além do hackathon e dos workshops, os campuseiros também puderam se aprofundar no tema de robotização e automação na palestra realizada por Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros. Durante a explicação, o executivo se aprofundou no assunto e em como empresas de diversos setores estão implementando essas tecnologias em seus processos de forma a ajudar funcionários a organizar e otimizar suas tarefas diárias.

A apresentação contou com a presença dos participantes do evento e cerca de 10 mil pessoas assistiram ao streaming ao vivo na página do Facebook da seguradora.

MetLife anuncia novo Gerente Regional da filial Campinas 168

MetLife anuncia novo Gerente Regional da filial Campinas

Com vasta experiência no negócio de seguros, Fernando Nóvoa assume a gerência comercial da região

O executivo Fernando Nóvoa / Divulgação
O executivo Fernando Nóvoa / Divulgação

Fernando Nóvoa acaba de assumir a gerência regional comercial da MetLife para a filial de Campinas. Nóvoa será responsável pelo desenvolvimento de negócios do canal corretor na região e pela liderança da equipe, que atua em várias cidades do interior de São Paulo.

Antes de integrar a equipe MetLife, Nóvoa passou por grandes companhias e adquiriu vasta experiência no mercado de seguros ao longo da sua carreira.

A MetLife é uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, provendo seguros, anuidades, benefícios para funcionários e gerenciamento de ativos para ajudar seus clientes individuais e institucionais a enfrentar um mundo em constante mudança. Fundada em 1868, a MetLife opera em mais de 40 países e é líder de mercado nos Estados Unidos, Japão, América Latina, Ásia e Oriente Médio.

Tokio Marine define estratégia para atuação em Grandes Riscos em 2019 203

Tokio Marine define estratégia para atuação em Grandes Riscos em 2019

Equipes das áreas técnicas e comercial estiveram reunidas por dois dias para alinhamento

Felipe Smith, Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine / Divulgação
Felipe Smith, Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine / Divulgação

Os gestores dos Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine estiveram reunidos com as lideranças da área Comercial para alinhamento da estratégia de atuação conjunta em 2019. O encontro foi realizado em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, e reuniu 60 pessoas para integração, troca de informações e definição do plano de negócios para este ano, incluindo a discussão sobre lançamento de novos produtos e serviços. Atualmente, a Tokio Marine é a quarta maior seguradora de Grandes Riscos do País.

“Ao contrário de algumas Companhias que saíram desse mercado nos últimos anos, nós temos apetite e uma grande expertise para atender as demandas do segmento. Com a perspectiva de retomada do crescimento econômico, certamente haverá uma demanda relevante para seguros relacionados a infraestrutura, como saneamento básico, mobilidade urbana, transporte, energia, etc. Estamos bastante otimistas em relação a este mercado e resolvemos nos reunir com a área comercial para definir metas e objetivos para 2019”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.

Valmir Rodrigues, Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine / Divulgação
Valmir Rodrigues, Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine / Divulgação

Entre os temas discutidos pelas equipes estão o aprimoramento de processos para garantir ainda mais agilidade na contratação do seguro, da cotação à emissão, além do desenvolvimento de novas soluções e produtos para Pequenas, Médias e Grandes Empresas. As informações compartilhadas no encontro vão nortear a inovação da carteira e propiciar mais oportunidades de negócios.

Para o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, a reunião foi fundamental para os planos da Companhia de continuar sendo uma referência na oferta de seguros de Grandes Riscos. “A sinergia entre as áreas técnica e comercial é fundamental para que possamos oferecer, cada vez mais, atendimento de excelência aos nossos Corretores, Assessorias e Clientes, por meio da oferta de produtos e serviços customizados”, conclu Rodrigues.

Seguro auto: o que fazer após uma colisão 251

Seguro auto: o que fazer após uma colisão

Acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos por ano

Durante o verão, muitas pessoas pegam estrada para viajar nas estradas federais. Segundo dados do Observatório Nacional de Segurança Viária, divulgado em 2018, os acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos a cada ano.

Normalmente, no momento do incidente, até mesmo as pessoas que contam com o seguro de carro não sabem como devem agir e a quem recorrer. Visando esclarecer eventuais dúvidas dos segurados, o diretor do Porto Seguro Auto, Jaime Soares, traz o passo a passo do que deve ser feito.

1 – Tente conduzir o seu carro para o acostamento

Em casos de acidentes leves, sem vítimas, tente, se possível, conduzir seu automóvel para um lugar mais seguro da via, de preferência o acostamento. “Muitas vezes, o segurado acredita que só será ressarcido se ele acionar a seguradora no local exato do acidente. O que não é verdade. Portanto, preserve a vida de todos os envolvidos e leve o carro para um local mais tranquilo”, explica Jaime Soares. Caso não seja possível retirar o veículo da via, saia do veículo e sinalize o acidente com o triângulo a 30 metros da traseira do veículo.

2 – Acione o Samu, Polícia e Seguradora/Corretor

Em casos de acidente com vítimas ou transtornos com terceiros, é importante que o Samu seja o primeiro acionado e, também, a polícia para conduzir a situação. Após isso, o cliente deve acionar o guincho. Os segurados do Porto Seguro Auto podem fazer isso por meio do Aplicativo Porto Seguro Auto (disponível gratuitamente na Apple Store ou Google Play), pelo link SOS Porto Seguro ou pelo telefone 0800 727 0800.É importante saber que o cliente pode contar com o suporte do seu Corretor a todo momen! to, que o ajudará na intermediação com a seguradora.

3 – Guincho

A seguradora encaminhará o guincho que estiver mais próximo ao local do acidente, para prestar todo o suporte ao segurado, tirará as fotos para registrar o ocorrido e encaminhará o veículo para a vistoria e análise do sinistro. É importante ressaltar que não pode haver nenhuma alteração aos danos causados.

4 – Abertura de Aviso de Sinistro

Após o socorro e passado o susto do acidente, o cliente deverá abrir um aviso de sinistro na seguradora, que pode ser realizado também pelo aplicativo Porto Seguro Auto ou pelo endereço eletrônico ou mesmo contar com o apoio do Corretor nesse procedimento. Vale lembrar a importância de o cliente ter contratado a cobertura de acidentes Pessoais de Passageiros e a Cobertura RCF-V para os casos de sinistro. Confira como funciona cada uma delas:

APP – Acidentes Pessoais de Passageiros

O seguro paga indenização aos passageiros e ao motorista, ou aos seus beneficiários, caso eles sofram lesão corporal ou diante de uma fatalidade em um acidente de trânsito.

RCF-V – Responsabilidade Civil Facultativa Veicular

Mais conhecida como Cobertura de Danos à Terceiros, garante o reembolso de um valor a ser pago por conta de danos causados a outras pessoas envolvidas no acidente, sejam eles materiais ou pessoais.

MDS Brasil anuncia Paulo Loureiro como Diretor de Filiais 208

Arquivo/MDS

Executivo, que acumulará a operação no Rio de Janeiro, assume novo cargo na companhia

A MDS Brasil, referência global em seguros, resseguros e consultoria de riscos, anuncia a promoção de Paulo Loureiro a Diretor de Filiais da companhia. Há um ano no cargo de Diretor de Regional do Rio de Janeiro, o executivo tem se destacado pelo perfil versátil, que transita entre atividades comerciais, iniciativas de relacionamento com clientes e liderança próxima das equipes. A partir de agora, Paulo passa a acumular a função com o acompanhamento e gestão dos heads regionais Eduardo de Paranaguá (Sul e Minas Gerais) e Leandro Bonilha (Nordeste).

Trata-se de uma posição nova na MDS Brasil e que visa intensificar o alinhamento estratégico em todas as regiões nas quais a empresa tem presença, de forma a compartilhar suas melhores práticas, seus valores, cultura e diferenciais, sempre com respeito às características e culturas locais.

Juntos, os líderes terão a oportunidade de somar o potencial das regiões Rio de Janeiro, Nordeste, Sul e Belo Horizonte e dar continuidade em ações de expansão – a exemplo da inauguração do novo escritório de Blumenau –, para ampliar a projeção da MDS ao redor do Brasil, conquistar e atender cada vez mais clientes do país.

“Este é um movimento interessante para potencializar a atuação da MDS nas diferentes regiões, especialmente nas mais novas, e trabalhar na retenção e ampliação da base de clientes nas praças nas quais a companhia já está consolidada”, explica Paulo Loureiro. Para o executivo, uma de suas missões é mostrar que a MDS Brasil vai muito além de uma corretora, é uma consultoria de risco que dispõe de uma série de serviços e soluções para atender sob medida às necessidades do diferentes perfis de clientes.

Com nove escritórios em importantes cidades brasileiras, a MDS registrou crescimento de 18% em receita no país e 25% em resultado em 2018. Para 2019, a projeção da companhia é seguir com esse ritmo de crescimento e aposta no alto potencial de todas as regiões, em especial as operações mais recentes (Minas Gerais e Nordeste) para obter esse desempenho.

Sobre a MDS: MDS é um grupo multinacional que atua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de riscos. É líder de mercado em Portugal, está entre os maiores no Brasil e presente também em Angola, Moçambique e Espanha. Mundialmente, a companhia opera através da Brokerslink – uma empresa fundada pelo grupo e que gere uma rede de brokers presente em mais de 100 países, totalizando cerca de 10.000 profissionais de seguros. Em resseguro, a organização atua no Brasil, em Portugal e na África com a marca MDS RE. A RCG – Risk Consulting Group é a empresa referência em análise de riscos, controle de perdas, plano de continuidade de negócios e enterprise risk management. Através da HighDome, uma Protected Cell Company (PCC), o grupo oferece soluções alternativas de transferência de riscos ao mercado tradicional de seguros. Por fim, o grupo tem participação relevante na 838 Soluções, empresa pioneira no desenvolvimento de ferramentas para a gestão automatizada de Benefícios e Benefícios Flexíveis.