A Capitalização como incentivo ao hábito de poupar 338

Painel do 1º Seminário Nacional de Educação em Seguros discute a modalidade

As empresas de capitalização podem exercer um papel fundamental para ajudar as pessoas a incorporarem o hábito de poupar. A afirmação é de Marcelo Neri, da FGV Social e EPGE, durante sua palestra “Poupança e Conexão com Capitalização”, no 1º Seminário Nacional de Educação em Seguros. O Brasil tem 56% da população com acesso a uma instituição financeira. No entanto, quando se analisa o volume de empréstimos, o percentual cai para 6% e apenas 10% tem poupança, índices abaixo da média mundial de 9% e 22%, respectivamente.

Desde o início da crise, segundo ele, o desemprego não pode ser o considerado o grande vilão da perda de renda, e sim a inflação. “Foi a inflação que tirou o poder de compra dos brasileiros nesta crise, segundo nossas pesquisas”, afirmou ele aos participantes do Seminário.

“A impaciência é um dos pontos chaves do baixo índice de poupança no Brasil”, disse. “Por isso, a educação financeira é um grande aliado a ajudar as pessoas a entenderem o benefício de controlar essa impaciência, como poder usar os recursos poupados para ter uma reserva para uma eventual emergência, que é a principal motivação para a poupança, segundo dados da pesquisa, com 51% das respostas.

De acordo com a apresentação, entre os principais motivos de poupança também está a compra de bens. Com boa parte da população sem acesso a crédito e taxas de juros altas, faz sentido fazer poupança para comprar um bem com um ganho financeiro. “Estou convencido de que os mais pobres têm uma propensão ao consumismo gigantesca”, enfatiza. Mas para eles serem mais sustentáveis no futuro, deveriam ser incitados a poupar. Uma operação de seguro ou de crédito é muito mais complexa do que a poupança por meio da capitalização, que é uma operação simples.

Disciplina financeira – A importância do segmento está em dar às famílias o sentido maior do habito de poupar, disse Marco Barros, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). ‘É importante criar uma reserva finananceira. E o produto de Capitalização permite mitigar momentos de crise, como o que estamos vivendo hoje, uma vez que é criado um estoque financeiro, com o bônus de concorrer a sorteios”, enfatizou Barros em sua fala, durante o painel.

Para ele, a simplicidade do produto Capitalização é uma das razões que ajudam a educar a população para o hábito de poupar. Mas, mais importante que a simplicidade do produto, acredita Barros, é a punição de perder uma parte da poupança se sacar antes do fim do contrato que estimula a disciplina financeira do participante.

“Todo dia, 400 pessoas são contempladas por sorteio. É um circulo virtuoso. Pagamos e as pessoas colocam os valores na economia novamente. É o único segmento em que o sinistro é comemorado”, brinca o executivo. Dados recentes divulgados pela FenaCap indicam que as empresas do segmento distribuíram, juntas, R$ 699 milhões em sorteios entre janeiro e agosto de 2016, crescimento de 6,3% em relação ao mesmo período de 2015, e equivale ao pagamento de R$ 4,1 milhões em prêmios por dia útil no período.
Segundo ele, o segmento tem um papel fundamental na economia. “’É um instrumento importante para que inicie um processo de bancarização, para que as pessoas enfrentem crise financeiras momentâneas e tenham um futuro mais sustentável ao mudar a percepção de como as pessoas enxergam a poupança ao longo do tempo.

A jornalista Flávia Oliveira, que mediou o painel, citou pesquisa recente do Banco Central. Trata-se da terceira edição da Série Cidadania Financeira que revelou que mais de 70% da população brasileira faz uso frequente de uma conta bancária e, a maioria (63%) já poupou ao menos uma vez. Com relação à poupança, a pesquisa indica que os brasileiros, em geral, poupam de maneira conservadora: 48% disseram utilizar depósitos em poupança em instituição financeira e, 45%, guardam dinheiro sem buscar nenhuma rentabilidade, seja em casa ou em conta corrente. Os dados deixam claro a necessidade da educação financeira.

“Como viabilizar a educação para sair deste analfabetismo financeiro?”, indaga a jornalista. Neri sugere a educação financeira vinda dos próprios pais e também que a disciplina seja abraçada pelas escolas do ensino médio. Barros, por sua vez, afirma que todo canal é importante para difundir a educação financeira. Além da atitude familiar, a mídia é importante para ensinar o valor do dinheiro no tempo. Dado o tamanho do déficit de produtividade que o Brasil tem, esse processo de educação financeira um processo de muito longo prazo. “Tenho certeza de que no longo prazo as pessoas vão se conscientizar que elas terão de ter capital para ter qualidade de vida no futuro”

AXA anuncia novas posições na área Comercial e novo diretor de Subscrição e Sinistros 739

AXA no Brasil atinge R$ 1,054 bilhão de receita

Além da reorganização das regionais, a companhia reforçou a equipe com a chegada de Antonio Viana, o Toninho, como é conhecido pelos corretores da Região Sul

Com objetivo de aprimorar o atendimento aos corretores, a AXA realizou mudanças em sua equipe Comercial.

Alexandre Oliveira, até então responsável pela Regional São Paulo, acumulará a liderança da Regional Sul, passando a ser Diretor Regional São Paulo e Sul. Antonio Viana, o Toninho, profissional com mais de 20 anos de experiência no mercado segurador do Sul, chega à companhia para desenvolver os negócios da região.

Karine Brandão também ganha novas atribuições com a gestão da Filial Digital, focada nos segmentos de entrada na companhia (Red e White) e terá o cargo de Diretora Regional RJ/ES e Filial Digital Brasil. Felipe Granato, que já integrava o time comercial da AXA será o Gerente da Filial Digital.

Já Danilo Gomes, que tem sob sua alçada as regiões MG, Centro Oeste e Norte, incorpora também o Nordeste e passa a ocupar a posição de Diretor Regional MG, CO, NO e NE.

“Essas alterações estão alinhadas com as transformações organizacionais que temos promovido em todas as esferas da empresa, para estarmos mais próximos dos corretores e das assessorias. Desejo muito sucesso a todos em suas novas atribuições”, comenta Erika Medici, vice-presidente Comercial e Marketing da AXA no Brasil.

Igor Di Be é o novo diretor de Subscrição e Sinistros da AXA / Divulgação (Ricardo Benechio)
Igor Di Be é o novo diretor de Subscrição e Sinistros da AXA / Divulgação (Ricardo Benechio)

A companhia também tem nova liderança na área de subscrição. Igor Di Beo, que já era responsável por Sinistros, é o novo diretor de Subscrição e Sinistros da companhia reportando-se para Delphine Maisonneuve, CEO da AXA no Brasil. Fazem parte da equipe as estruturas lideradas por Carla Almeida, diretora de P&C; Clóvis Silva, superintendente de Massificados, Arthur Mitke, superintendente de Sinistros; e Vivian Kautz, gerente atuarial.

“Espero poder contribuir de maneira significativa com o time para aprimorar nossas soluções de acordo com as necessidades de mercado. A experiência que trago das áreas de Riscos e Operações vão contribuir para dar ainda mais agilidade ao processo de cotações e fechamento de negócios”, afirma Di Beo.

Com a mudança, Fernanda Cortese, diretora de TI e Transformação, passa a ser responsável também por Operações, garantindo os padrões de entrega e os compromissos da AXA com seus corretores e parceiros.

MAPFRE protege estruturas de festas juninas e julinas 502

MAPFRE protege estruturas de festas juninas e julinas

Apólices cobrem processos de montagem, desmontagem, equipamentos utilizados, alimentos servidos e, até mesmo, incidentes com fogos de artifício

Nos meses de junho e julho são comemorados em todo o país os eventos juninos e julinos. Somente em Pernambuco, que abriga uma das maiores festas de São João do Brasil, a expectativa do governo do estado é de que as comemorações gerem uma receita de mais de R$ 346 milhões nos setores de comércio e serviços, por exemplo.

A organização de eventos deste porte envolve uma série de riscos que precisam ser considerados pelos coordenadores, explica o diretor técnico de Empresas da MAPFRE, Jonson Marques. O executivo destaca que incidentes com a montagem das estruturas, com os alimentos vendidos e, até mesmo, possíveis acidentes com o público estão entre as situações que precisam estar no radar da empresa responsável pelo festejo.

Marques comenta que o mercado segurador conta com proteções que podem resguardar os organizadores e frequentadores nas mais diversas situações. “Na MAPFRE contamos com o produto Multirrisco Eventos, oferecem proteção, inclusive, para incidentes com fogos de artifício – que sigam as normas para lançamento -, um item muito comum nessas festividades”, destaca.

O produto comercializado pela MAPFRE oferece a possibilidade de contratar proteções para mais de vinte situações possíveis em eventos. Entre eles, estão o não comparecimento de artistas essenciais para a realização da festa, o cancelamento e, até mesmo, para condições climáticas adversas que inviabilizem a realização do acontecimento.

Seguro de vida também cobre traslado de corpo, em caso de morte acidental ou súbita no exterior 320

Seguro de vida também cobre traslado de corpo, em caso de morte acidental ou súbita no exterior

Apólice cobre despesas como registro em cartório, o repatriamento do país em que o evento ocorreu até o município de residência, embalsamento, velório e sepultamento ou cremação, procedimentos que, sem o plano, podem custar entre R$ 1.800 e R$ 60 mil

Os recentes acidentes envolvendo a morte de brasileiros no Chile e alpinistas no Nepal alertam para uma realidade difícil, mas não tão incomum, que é a possibilidade de morte súbita ou por acidente durante viagem ao exterior.

Nesses casos, o traslado de corpo é necessário e, para quem dispõe de um seguro de vida que contemple a cobertura, o trâmite funerário é menos custoso e burocrático, tendo em vista as questões legais que envolvem as autoridades sanitárias e consulares, responsáveis pela liberação do corpo.

Uma vez que o Ministério das Relações Exteriores brasileiro não custeia o traslado de corpos (exceto se a pessoa falecida estiver no exterior a serviço do país ou se a nação estrangeira tiver alguma responsabilidade sobre a morte) e que cada local possui a sua legislação e exige o cumprimento de regulamentações específicas, a contratação de uma cobertura que possa amparar a família em situações adversas se torna ainda mais essencial e relevante.

“O seguro de vida que tenha como assistência o plano funerário é uma importante ferramenta de planejamento financeiro. O serviço é realizado por profissionais especializados, sem que familiares e amigos precisem se envolver no momento em que estão fragilizados”, afirma Karina Massimoto, superintendente de seguros de Pessoas da Brasilseg, empresa da BB Seguros.

Segundo a superintendente, as empresas credenciadas pela seguradora obedecem aos padrões de qualidade, que são pré-requisito para que a parceria seja consolidada. Além de estarem habituadas às tramitações decorrentes do serviço, possuem políticas de preço compatíveis com as faixas de cobertura previstas nas apólices, evitando contratempos e orçamentos incondizentes com o mercado.

Na BB Seguros, por exemplo, a cobertura auxílio-funeral pode ser contratada nos produtos Vida Mulher Mais, BB seguro Vida Estilo e BB Seguros Vida Completo.

Ela cobre despesas como registro em cartório, o repatriamento do país em que o evento ocorreu até o município de sua moradia, embalsamento, velório e sepultamento ou cremação, procedimentos que, sem o plano, podem custar entre R$ 1.800 e R$ 60 mil.

“Caso a família prefira contratar os serviços por conta própria, terá direito ao reembolso das despesas com o funeral até o limite do capital segurado para esta cobertura”, alerta a executiva.

Não estão inclusas na cobertura eventos decorrentes de lesões ou doenças preexistentes de conhecimento do segurado e não declaradas no momento da contratação do seguro.

SulAmérica lança campanha de vendas de produtos de Previdência 584

SulAmérica lança campanha de vendas de produtos de Previdência

Campanha “50 é Top” visa incentivar profissionais da corretagem

A SulAmérica iniciou neste mês a campanha “50 é TOP”, desenvolvida com o objetivo de incentivar novos negócios aos corretores em Previdência. Ao atingir determinado crescimento em vendas no período de junho a agosto, em comparação aos meses de março a maio, possibilitará ao parceiro da companhia ganhar até 50% de rebate.

A apuração de resultados será realizada em setembro, e a previsão é que os pagamentos sejam realizados até dezembro.

Marsh & McLennan Companies promove evento para discutir riscos para instituições financeiras 425

Marsh promove evento para discutir riscos para instituições financeiras

Evento destacará estratégias de risco para empresas do setor e terá participação de representantes da Opice Blum e Pinheiro Neto Advogados

O Grupo Marsh & McLennan Companies (MMC) promove no dia 27 de junho o evento “Instituições Financeiras: Uma Era de Governança & Mitigação de Riscos”. O encontro acontece na capital paulista, e reunirá executivos de empresas do setor financeiro com o objetivo de ajudar as empresas a compreender o atual cenário e com isso fortalecer sua estratégia de gestão de riscos.

De acordo com Javier Duran, Diretor de Risk Management da Marsh Brasil, as mudanças no ambiente legislativo somadas aos riscos emergentes provocados pela alta dependência da tecnologia estão colaborando para a mudança do perfil de risco e exposições das instituições financeiras. “Queremos compartilhar uma visão da indústria financeira no contexto macroeconômico atual, das boas práticas de governança em risco e estratégia que as empresas deveriam seguir para mitigar seus riscos, além de destacar os desafios e oportunidades presentes neste cenário”, afirma Duran.

Segundo Joaquim Patto, Principal na Mercer, é fundamental que os representantes deste setor financeiro estejam cientes do cenário e do que envolve este gerenciamento de risco. “A importância deste evento também está em mostrar aos presentes as possibilidades de proteção dos ativos e executivos, suas responsabilidades frente a empresa, clientes, órgãos reguladores e sua própria imagem”, afirma Patto.

Para o Partner da prática de Finanças & Risco da Oliver Wyman, Nuno Monteiro, a tecnologia é cada vez mais relevante para a indústria financeira o que tem consequentemente aumentado a superfície de exposição aos riscos que dela recorrem. “Diante de um cenário de competitividade acirrada, as instituições financeiras devem ativamente e de forma contínua mapear possíveis riscos e adversidades e desenvolver sua capacidade de antecipação e resposta a eventos no sentido de mitigar seus efeitos e preservar sua reputação”, explica.

Além dos executivos das empresas do grupo MMC, farão uma participação especial no evento o economista da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, e representantes da Opice Blum e Pinheiro Neto Advogados. As empresas patrocinadoras são a Liberty Seguros e a Zurich Seguros.

Para se inscrever no evento, envie um e-mail para: comunicacao.eventos@marsh.com

Instituições Financeiras: Uma Era de Governança & Mitigação de Riscos

Data: 27/06/2019
Horário: 08h30 às 12h15
Local: Buffet Palace – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1912 – Jardim Paulistano

Agenda:

08h30: Welcome Coffee & Credenciamento
09h00: Abertura (Renata Jábali, mestre de cerimônias)
09h10: Uma Visão da Economia Brasileira e um Panorama para a Indústria Financeira do Brasil (José Roberto Mendonça de Barros, economista)
09h50: Como a tecnologia está transformando a indústria financeira
10h30: Coffee Break
10h50: Responsabilidade & Exposições sob a perspectiva Jurídica – Crimes Cibernéticos & Data Breaches (Opice Blum e Pinheiro Neto)
11h30: Lições Aprendidas: Melhores Práticas de Governança (Marsh, Oliver Wyman e Mercer)
12h10: Fechamento}
12h15: Farewell Coffee