Seguro auto segue desempenho de montadoras 399

Especialistas discutem novas tecnologias para veículos e impactos nos dramáticos indicadores de mortes no trânsito

O terceiro painel do 1º Seminário de Educação em Seguros, “Os riscos de trânsito e o seguro de automóvel”, serviu também de mote para o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), João Francisco Borges da Costa, fazer uma avaliação do atual desempenho do seguro de automóvel e suas perspectivas para curto e médio prazos. Para ele, o mais provável é que este ramo, que representa quase a metade da arrecadação dos seguros de propriedade, continuará a seguir o viés apresentado pelas montadoras- ou seja, desaceleração a curto prazo e reação nos próximos anos.

Ele informou que, após o mercado segurador atingir pico nas vendas de seguro de automóvel em 2014, com 18 milhões de carros, a frota segurada segue mais de perto o desempenho negativo das montadoras, embora com maior resiliência no ritmo de queda. Isso porque, apesar de haver menos compra de carros novos no País, logo de seguros para protegê-los contra roubo, furto e incêndio, as seguradoras mantêm os estoques de veículos segurados seminovos, que, ao renovarem os contratos anualmente, suavizam a queda nos negócios.

Mesmo assim, a taxa de crescimento negativa, ocorrida em 2015, deve se repetir este ano, alcançando novamente 2,5%. Dessa forma, a frota segurada deverá recuar de 17 milhões para 15 milhões, puxada pelo menor nível de venda de seguros para carros novos e saída líquida de veículos com mais de sete anos de fabricação, para os quais as vendas de seguros tradicionais podem representar prejuízos para as companhias.

“A lição de casa do mercado será enfrentar o desafio de impedir a desaceleração e voltar a crescer”, afirma ele.

E será mesmo desafiante, tendo em vista os números apresentados pelo presidente da FenSeg sobre o desempenho das montadoras, que serve de termômetro para as seguradoras de automóvel. Duramente afetadas pela crise econômica, as montadoras- são 33 presentes no País, com 67 fábricas instaladas em 10 estados – operam com praticamente metade de sua capacidade instalada- podem produzir 5 milhões mas devem entregar pouco mais de 2 milhões- caminhando para repetir queda nas vendas na casa de 25%. “A indústria automotiva vai reagir muito gradualmente. O mais provável é que isso comece a ocorrer a partir de 2017, na faixa de 1%”, disse João Francisco. Em 2018, a taxa de crescimento deve alcançar de 2,5%; 3,5%, em 2019; 5% ,em 2020; e 7,5%, em 2021.

João Francisco diz que um dos fatores que poderão mitigar o ritmo de desaceleração nas vendas de seguro de auto é justamente o recém-aprovado Seguro Auto Popular. Se o mercado incorporar uma parte importante dos automóveis mais velhos que circulam sem seguro, ou seja, com mais de sete anos, isso será uma contribuição importante para mitigar a desaceleração experimentada pelas seguradoras de automóvel. Ele estima em algo entre 25 milhões e 27 milhões os carros da frota circulante sem seguro, dada a idade.

Além das vendas menores geradas pela crise, outro problema sério começa a atingir os negócios das companhias de automóvel- sinistralidade- provocado pelo colapso das finanças estaduais. Por falta de dinheiro em caixa para cuidar do trânsito e do policiamento ostensivo, a frequência de avisos de sinistros por acidentes, roubo e furto de carros avança em muitos estados. “No Rio Grande do Sul, por exemplo, a frequência de avisos de sinistros na carteira de automóvel dobrou nos últimos dois ou três anos”, relatou ele, admitindo que o recrudescimento da sinistralidade é um fator comum à maioria dos estados. “O caminho mais fácil seria repassar aos preços esta alta da sinistralidade, mas estamos conscientes de que o bolso do consumidor não é tão elástico para acompanhar esta nova dinâmica do mercado”, explicou ele.

Para evitar choques futuros de preços, João Francisco aponta a Lei do Desmanche Legal, aprovada pelo governo federal, como o caminho para reduzir o ímpeto das quadrilhas de roubo e furto de automóveis. Adotada primeiramente em São Paulo, por meio de uma lei estadual, a frequência de avisos de sinistros experimentou queda de 20%, algo que pode se repetir em outras praças, se os estados agilizarem a implementação deste normativo.

Os avanços da tecnologia nos carros, com impactos diretos na segurança viária, além de um breve balanço das dificuldades do mercado automotivo, foram alguns dos temas destacados pelo vice-presidente da Anfavea, Marcus Vinicius Aguiar. Ele informou que os investimentos feitos pelas montadoras instaladas no País em projetos de inovação alcançarão R$ 85 bilhões no acumulado de 2012 a 2018.

As pesquisas englobam de redução de consumo de combustíveis até tópicos envolvendo segurança ativa (objetiva evitar a colisão), segurança passiva (para reduzir o dano em acidentes inevitáveis) e segurança inteligente (sistemas eletrônicos para auxiliar motoristas a evitar situação de perigo). Ele disse que os veículos fabricados no Brasil estão cada vez dotados de tecnologias usadas em todo o mundo, com exceção para as pesquisas que envolvem o carro autônomo, que estão embrionárias.

Ele apresentou algumas das novas tecnologias que serão incorporadas nos veículos nos próximos anos, como o controle de estabilidade eletrônica (ECS), a partir de 2020. Ajudará a manter a estabilidade nas mudanças inesperadas de trajeto, recorrendo à redução de tração ou do freio em uma das rodas dianteiras ou traseiras, dependendo do caso, para o carro voltar à normalidade. A relação de tecnologias disponíveis de série ou opcional não para de crescer, segundo ele. Detector de fadiga do motorista, controle de distância e velocidade, sistema de reconhecimento de placas, aviso de veículo no ponto “cego” estão entre essas tecnologias que tendem a ser popularizar no País.

Embora bem-vindas, as novas tecnologias não serão suficientes para melhorar os péssimos indicadores de trânsito apresentados no Brasil, se não houver também uma mudança de cultura dos motoristas e pedestres, afirma o presidente da Associação Nacional dos Transportes Públicos, Ailton Brasiliense, outro participante do painel.

O dirigente da OGN lembra que o custo social dos acidentes é assombroso: R$ 67,3 bilhões (mortes e invalidez) e despesas médico-hospitalares, de R$ 17 bilhões. O trânsito mata 42 mil pessoas e fere mais de 500 mil. “Ou seja, estamos trabalhando para ter carros mais seguros, mas precisamos mudar a cabeça do cidadão que dirige, do pedestre, que precisa ser habitado, do motoqueiro e seu carona. Enfim, todos precisam ser treinados e haver uma mudança de postura, de atitudes. E isso não é tarefa fácil, mas precisa ser um projeto da sociedade”, concluiu.

Seguros Unimed registra lucro líquido superior a R$ 146 milhões em 2018 210

Seguros Unimed registra lucro líquido superior a R$ 146 milhões em 2018

Ao todo, crescimento foi de 17,8% no período consolidado

Em um período marcado pelo ganho de eficiência operacional e por investimentos em tecnologia e inovação com foco na satisfação do cliente, a Seguros Unimed encerrou 2018 com desempenho positivo. A companhia registrou lucro líquido de R$ 146,3 milhões, com crescimento de 17,8% sobre o obtido em 2017. O desempenho está ancorado, especialmente, no resultado operacional do período, que cresceu 49,1%, fechando em R$170,7 milhões, mesmo em meio a um cenário marcado pela retomada tímida da economia do país. Já o retorno entregue aos acionistas (cooperativas, médicos cooperados e colaboradores do Sistema Unimed) foi de 13,61% no período. Esse patamar equivale a 212,68% da taxa Selic média do 2018 (6,40%).

O faturamento consolidado da seguradora alcançou a marca de R$3,26 bilhões, uma alta de 11,5%. A sinistralidade consolidada encerrou o ano em 73,5%, abaixo do índice registrado em 2017 (74,2%). Entre as iniciativas que contribuíram para conter o sinistro, principalmente no segmento de saúde, estão a criação do Programa de Eficiência Assistencial, que aplica ferramentas de business analytics para identificar oportunidades de aprimoramento na gestão. Dentre os benefícios já conquistados estão a melhoria de processos, ajustes nos sistemas de informação para garantir a aplicação das regras de negócio, novos modelos de compra e negociações com a rede assistencial. Na área digital, a companhia também investiu em aplicativos e chatbots para engajar grupos de pacientes no manejo de situações específicas, como a gravidez, o controle do peso e de condições crônicas. Há, ainda, iniciativas focadas na coordenação do cuidado, que garantem melhor assistência ao paciente e maior racionalidade, como a Linha de Cuidados Oncológicos, iniciativas para estimular o parto adequado, e o lançamento do Programa de Atenção Primária à Saúde que já alcança 12 mil segurados.

Como resultado de um trabalho consistente ao longo do ano, a Seguros Unimed obteve a certificação ISO 9001 e a acreditação, no nível ouro, no Programa de Acreditação de Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (RN 277).

“Encerramos mais um ciclo com importantes transformações e conquistas em nossa companhia, que avançou com sustentabilidade no último ano. Seguimos em 2019 com a meta de crescer de forma continuada acima do mercado, para nos consolidarmos entre as maiores seguradoras do país”, destacou o diretor-presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas. Ainda segundo ele, “a experiência de 30 anos e nossos resultados consistentes nos credibilizam para metas desafiadoras como essa”.

Especialista em cuidar da saúde e da proteção financeira das pessoas, das instituições e do país, a Seguros Unimed tem como foco da sua atuação o Sistema Unimed, as cooperativas, e o setor de saúde.

Novos negócios

A partir de 2019, a companhia passa a atuar em um novo negócio: a gestão de recursos financeiros, com a criação de uma asset manager. Entre os diferenciais da InvestCoop Asset Management – especialista na prestação de serviços ao Sistema Unimed e ao mercado cooperativo – está um portfólio amplo e qualificado de investimentos. Outro atributo é o respaldo da seguradora, que já administra uma carteira proprietária de R$ 3,8 bilhões em ativos e se destacou nos principais rankings da imprensa de negócios em quesitos como governança corporativa e sustentabilidade financeira.

A InvestCoop está em fase de credenciamento junto aos órgãos reguladores e autorreguladores da atividade de administração de carteira de valores mobiliários. As atividades de gestão serão iniciadas após a obtenção das autorizações necessárias.

Fundos de previdência somam R$ 2,2 bilhões

Entre as empresas mais bem avaliadas do segmento, segundo a imprensa de negócios do país, a Seguros Unimed ultrapassou a marca de R$ 2,2 bilhões em reservas nos seus planos de previdência complementar, no último ano. O valor se refere ao patrimônio consolidado dos planos de previdência aberta e do Multicoop Fundo de Pensão Multipatrocinado, sob gestão da empresa, que já soma R$ 1 bilhão em investimentos.

A expertise da seguradora levou a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a selecionar o Multicoop, em consulta ao mercado, para desenvolver o fundo de pensão das cooperativas de todo o país. Atualmente, a Companhia atende a mais de 85 mil participantes no segmento de previdência.

Ramo odontológico cresce acima da média do mercado

O ano de 2018 foi marcado por resultados expressivos da Unimed Odonto, operadora odontológica do Sistema Unimed gerida pela Seguros Unimed. A companhia registrou 294,7% de crescimento no lucro líquido do último ano. Além disso, aumentou a carteira de clientes em 20,5% nos doze meses encerrados em novembro de 2018, contra 6,9% do mercado, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Atualmente, são mais de 416 mil vidas.

Vida e Responsabilidade Civil se destacam

Os negócios da seguradora nos Ramos Elementares e no segmento Vida também apresentaram crescimento de 37% e 7,5%, respectivamente, e contribuíram para os resultados consistentes da companhia no último ano. Destaque para a comercialização do Serit – Seguro de Renda por Incapacidade Temporária -, voltado para profissionais autônomos e liberais que tenham que se afastar do trabalho em caso de doença ou acidentes; e para o seguro de Responsabilidade Civil Profissional, que fortalece as boas práticas de segurança do paciente.

Ribeirão Preto e São José do Rio Preto conhecem nova campanha da Previsul 305

Andreia Araújo é Diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora / Arquivo JRS

Premiação deste ano é uma viagem para Dubai; Lançamento acontece hoje e amanhã

Nesta semana, a Previsul Seguradora apresenta a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”, em Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (SP). Até maio, a Previsul passará por 27 cidades em 12 estados para apresentar a campanha.

Mais do que incentivo, a Previsul Seguradora aposta no reconhecimento do esforço dos corretores em alcançar cada vez melhores resultados. A companhia está em constante evolução e busca sempre oferecer mais vantagens e benefícios ao corretor, seu principal parceiro na comercialização dos seguros.

“Os corretores são nossos parceiros diários na ampliação da presença da Previsul em todos os cantos do Brasil. Por isso nada melhor do que reconhecer esse esforço com uma viagem para um dos lugares que mais cresce e gera negócios no mundo: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos”, afirma a diretora de Negócios e Marketing, Andreia Araújo, citando a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”.

Além disso, desde o último ano, o programa de pontos “Clube Sou + Previsul” possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

DreamWorks encerra temporada no CCBB Rio com mais de 600 mil visitas 172

Como Treinar o Seu Dragão (2010), artista Pierre-Olivier Vincent. © 2019 DreamWorks Animation LLC. Todos os direitos reservados.

Patrocinada pela BB Seguros, a mostra reúne itens raros e inéditos, como desenhos, storyboards e artes originais, diretamente dos arquivos do DreamWorks Animation

A exposição DreamWorks Animation: Uma Jornada do Esboço à Tela encerrou temporada no CCBB Rio e segue para o CCBB Belo Horizonte, onde ficará em cartaz de 15 de maio a 29 de julho, com entrada gratuita. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil e apoio da Cateno, BB Seguros e BBDTVM.

Em sua passagem pelo Rio de Janeiro, entre 06 de fevereiro e 15 abril, a mostra recebeu 663.265 visitantes, média de 11.242 visitantes por dia. O evento entrou para a história de 30 anos do CCBB Rio como a 9ª exposição mais visitada e a 2ª exposição com maior média diária, ficando atrás apenas de Surrealismo, que atraiu 11.931 visitantes por dia, em 2001.

A mostra, que já passou pela Austrália, Canadá, Coréia do Sul, México, Nova Zelândia, Cingapura e Taiwan, celebra duas décadas de criação do DreamWorks Animation e traz itens raros e inéditos, como desenhos,storyboards, máscaras, mapas, fotografias, pôsteres, pinturas e artes originais, diretamente dos arquivos do estúdio.

Desde 2012, os projetos incentivados pela BB Seguros já impactaram 20 milhões de pessoas. “Acreditamos no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania. Por isso, por meio das Leis de Incentivo Fiscal, apoiamos e patrocinamos iniciativas culturais que garantam o acesso gratuito da população às artes, proporcionando muito mais do que momentos de lazer e entretenimento, mas o conhecimento, em prol de uma sociedade mais desenvolvida”, afirma Fernando Barbosa, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A exposição está dividida em quatro seções. Em Characters, é possível apreciar a evolução do que realmente confere vida aos filmes produzidos pelo estúdio, do conceito original dos desenhos e sketches às personalidades construídas. Em Story, o visitante pode conferir o processo de construção de uma história, da inspiração ao desfecho. Em World, o destaque fica para a magia incorporada ao universo dos filmes. Uma projeção de 180 graus, criada especialmente para a mostra, leva o visitante a sobrevoar a cidade viking de Berk nas costas de um dragão. Há ainda a Drawing Room, área com quiosques especialmente projetados para que o público desenhe e crie um curta animado, a partir da tecnologia do estúdio.

IRB recebe debate sobre os 11 anos da abertura do mercado de resseguros 189

IRB recebe debate sobre os 11 anos da abertura do mercado de resseguros

Encontro fará uma retrospectiva e abordará o futuro sob a ótica de diferentes players do setor

O IRB Brasil RE recebe, nesta quarta-feira (24/04), às 17h30, o talk show “Mercado de Resseguros – 11 anos depois”, organizado pela Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS). O encontro, aberto ao público, abordará as mudanças ocorridas desde a abertura do mercado em 2008: o que melhorou, o que precisa mudar e quais são as perspectivas para setor nos próximos anos. Tudo isso a partir do ponto de vista de diferentes players do mercado.

Os convidados do talk show são José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil RE; Carolina Vieira, diretora de Áreas Corporativas da Markel Seguradora e Markel Resseguradora; Luciano Calheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions; Judi Newsam, Managing Director and Country Head Brazil Guy Carpenter; Carolina Weber, gerente de Riscos e Seguros da Vale para a América Latina; Camila Calais, sócia do escritório Mattos Filho; e Maria Elena Bidino, membro do Conselho de Administração do IRB Brasil RE. Margo Black, presidente da AMMS, mediará o debate.

As inscrições, com valores que variam de R$ 20 a R$ 120, assim como a programação completa do evento no Rio de Janeiro, estão disponíveis neste endereço.

São Paulo

Na quinta-feira (25/04), será a vez de São Paulo receber o evento, no Teatro Renaissance, às 17h30. Participarão Ângelo Colombo, CEO da AGCS América do Sul; Antonio Trindade CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Paula Lopes, diretora executiva de Placement na Marsh Brasil e Bowring Marsh; Ida Sá, gerente de risco da Embraer; Júlia Santoro de Camargo Donato, sócia do DR&A Advogados; e Maria Elena Bidino.

Para saber mais sobre o evento de São Paulo e fazer sua inscrição, acesse este link.

Serviço – “Mercado de Resseguros – 11 anos depois”:

Rio de Janeiro

Data: 24 de abril (quarta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Auditório do IRB Brasil RE – Avenida Marechal Câmara, 171

São Paulo

Data: 25 de abril (quinta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233

Há 43 anos, Programa de Alimentação do Trabalhador beneficia 35% dos trabalhadores brasileiros do Sudeste com apoio da Ticket 181

Benefícios da boa nutrição aumentaram em 56% a produtividade do trabalhador; Ticket é pioneira em soluções que atendem ao Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT

Dos 39 países que dispõe de programas de suporte a alimentação dos trabalhadores, o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) é o maior de todos e beneficia mais de 20 milhões de empregados. Ao completar 43 anos, um estudo realizado pelo economista José Afonso Mazzon, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), com o apoio da Fundação Instituto de Administração (FIA), calcula que a produtividade do trabalhador brasileiro aumentou em 56%, com o estímulo a uma alimentação saudável. Desde a implantação do Programa pelo Governo, já foram oferecidos 79 bilhões de refeições e consumidos mais de 460 milhões de sacas de arroz e feijão, o que impulsionou o setor de alimentos e trouxe mais oportunidades de negócios para os comerciantes credenciados. A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios da Edenred Brasil, foi a primeira a incentivar as empresas a se cadastrarem no PAT e contribuir para a melhoria da situação nutricional dos trabalhadores, promovendo assim a saúde e prevenindo doenças profissionais. A marca foi pioneira do setor, sendo referência nos produtos Ticket Restaurante e Ticket Alimentação, que multiplicaram os benefícios proporcionados aos empregados pelas soluções.

“O PAT é o mais longevo programa socioeconômico no Brasil e referência para a Organização Internacional do Trabalho, pois gerou mais nutrição, mais saúde, crescimento da produtividade e melhora da qualidade de vida. A Ticket foi a pioneira na criação de soluções que atendam ao PAT e vem evoluindo em conjunto com o benefício, porque incentiva a qualidade na alimentação e promove a saúde dos trabalhadores. O Ticket Alimentação e o Ticket Restaurante permitem que o empregado tenha liberdade de escolha e a garantia de uma alimentação de qualidade. Incentivamos as empresas a oferecer aos empregados esses benefícios e disponibilizamos soluções que os multipliquem”, ressalta Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

Criado em 1976, o programa proporciona condições para que o empregado tenha uma melhora na situação nutricional, promovendo a saúde e prevenindo doenças profissionais. Segundo o livro que celebra os 40 anos do PAT, organizado pelo economista José Afonso Mazzon, da FEA-USP, com o apoio da Fundação Instituto de Administração (FIA), a produtividade é beneficiada pela melhoria na qualidade da alimentação, pois evita doenças, aumenta a capacidade física e a resistência à fadiga. Sua penetração formal na força de trabalho está associada a uma redução de 0,77 acidentes de trabalho a cada 100 trabalhadores. Na região Sudeste do País, o programa é o que tem mais penetração.

Penetração e impacto do PAT

Hoje, o equivalente monetário do benefício alimentação recebido do PAT em comparação ao salário do trabalhador é, em média, uma proporção de 13,4% salário médio. Estima-se que o impacto no PIB, em 40 anos de programa, chega a R$ 2,4 trilhões de salários e de autônomos de R$ 985 bilhões, de contribuições à previdência social de R$ 164 milhões e de impostos sobre a comercialização de R$ 442 bilhões, resultando em uma arrecadação de tributos de R$ 606 bilhões. Na penetração nas regiões brasileiras, o Sudeste ainda é a que mais conta com trabalhadores beneficiados pelo PAT.

Reprodução
Reprodução

São Paulo é o estado com a maior penetração do PAT entre a força de trabalho formal, com quase 40% dos trabalhadores com vínculos ativos. Em seguida aparecem Espírito Santo, com 33,2% de penetração, Rio de Janeiro, com 32,7%, e Minas Gerais com 27,8%.

Reprodução
Reprodução

Desde sua implantação, mais de 20 milhões de trabalhadores foram beneficiados com o PAT e, nesse período, foram consumidos 197,5 milhões de sacas de feijão e 263,4 milhões de sacas de arroz. A alimentação balanceada contribui para a boa nutrição, satisfação dos colaboradores, diminui a rotatividade e o absenteísmo. Uma projeção feita pelo estudo que celebra os 40 anos do PAT mostra que, nos próximos anos, haverá um aumento considerável de produtividade e lucro nas empresas que adotam o programa:

Reprodução
Reprodução

A Ticket tem em seu portfólio soluções como o Ticket Alimentação, benefício que possibilita ao empregado a liberdade de escolher os itens da cesta básica mensal de forma ampla e segura. O cartão é aceito na rede credenciada de supermercados, açougues, mercearias e padarias, para proporcionar mais liberdade de escolha. O Ticket Restaurante é aceito em mais 330 mil comerciantes credenciados, além de várias outras soluções e produtos que multiplicam os benefícios quando as empresas contam com a marca.