Seguro auto segue desempenho de montadoras 466

Especialistas discutem novas tecnologias para veículos e impactos nos dramáticos indicadores de mortes no trânsito

O terceiro painel do 1º Seminário de Educação em Seguros, “Os riscos de trânsito e o seguro de automóvel”, serviu também de mote para o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), João Francisco Borges da Costa, fazer uma avaliação do atual desempenho do seguro de automóvel e suas perspectivas para curto e médio prazos. Para ele, o mais provável é que este ramo, que representa quase a metade da arrecadação dos seguros de propriedade, continuará a seguir o viés apresentado pelas montadoras- ou seja, desaceleração a curto prazo e reação nos próximos anos.

Ele informou que, após o mercado segurador atingir pico nas vendas de seguro de automóvel em 2014, com 18 milhões de carros, a frota segurada segue mais de perto o desempenho negativo das montadoras, embora com maior resiliência no ritmo de queda. Isso porque, apesar de haver menos compra de carros novos no País, logo de seguros para protegê-los contra roubo, furto e incêndio, as seguradoras mantêm os estoques de veículos segurados seminovos, que, ao renovarem os contratos anualmente, suavizam a queda nos negócios.

Mesmo assim, a taxa de crescimento negativa, ocorrida em 2015, deve se repetir este ano, alcançando novamente 2,5%. Dessa forma, a frota segurada deverá recuar de 17 milhões para 15 milhões, puxada pelo menor nível de venda de seguros para carros novos e saída líquida de veículos com mais de sete anos de fabricação, para os quais as vendas de seguros tradicionais podem representar prejuízos para as companhias.

“A lição de casa do mercado será enfrentar o desafio de impedir a desaceleração e voltar a crescer”, afirma ele.

E será mesmo desafiante, tendo em vista os números apresentados pelo presidente da FenSeg sobre o desempenho das montadoras, que serve de termômetro para as seguradoras de automóvel. Duramente afetadas pela crise econômica, as montadoras- são 33 presentes no País, com 67 fábricas instaladas em 10 estados – operam com praticamente metade de sua capacidade instalada- podem produzir 5 milhões mas devem entregar pouco mais de 2 milhões- caminhando para repetir queda nas vendas na casa de 25%. “A indústria automotiva vai reagir muito gradualmente. O mais provável é que isso comece a ocorrer a partir de 2017, na faixa de 1%”, disse João Francisco. Em 2018, a taxa de crescimento deve alcançar de 2,5%; 3,5%, em 2019; 5% ,em 2020; e 7,5%, em 2021.

João Francisco diz que um dos fatores que poderão mitigar o ritmo de desaceleração nas vendas de seguro de auto é justamente o recém-aprovado Seguro Auto Popular. Se o mercado incorporar uma parte importante dos automóveis mais velhos que circulam sem seguro, ou seja, com mais de sete anos, isso será uma contribuição importante para mitigar a desaceleração experimentada pelas seguradoras de automóvel. Ele estima em algo entre 25 milhões e 27 milhões os carros da frota circulante sem seguro, dada a idade.

Além das vendas menores geradas pela crise, outro problema sério começa a atingir os negócios das companhias de automóvel- sinistralidade- provocado pelo colapso das finanças estaduais. Por falta de dinheiro em caixa para cuidar do trânsito e do policiamento ostensivo, a frequência de avisos de sinistros por acidentes, roubo e furto de carros avança em muitos estados. “No Rio Grande do Sul, por exemplo, a frequência de avisos de sinistros na carteira de automóvel dobrou nos últimos dois ou três anos”, relatou ele, admitindo que o recrudescimento da sinistralidade é um fator comum à maioria dos estados. “O caminho mais fácil seria repassar aos preços esta alta da sinistralidade, mas estamos conscientes de que o bolso do consumidor não é tão elástico para acompanhar esta nova dinâmica do mercado”, explicou ele.

Para evitar choques futuros de preços, João Francisco aponta a Lei do Desmanche Legal, aprovada pelo governo federal, como o caminho para reduzir o ímpeto das quadrilhas de roubo e furto de automóveis. Adotada primeiramente em São Paulo, por meio de uma lei estadual, a frequência de avisos de sinistros experimentou queda de 20%, algo que pode se repetir em outras praças, se os estados agilizarem a implementação deste normativo.

Os avanços da tecnologia nos carros, com impactos diretos na segurança viária, além de um breve balanço das dificuldades do mercado automotivo, foram alguns dos temas destacados pelo vice-presidente da Anfavea, Marcus Vinicius Aguiar. Ele informou que os investimentos feitos pelas montadoras instaladas no País em projetos de inovação alcançarão R$ 85 bilhões no acumulado de 2012 a 2018.

As pesquisas englobam de redução de consumo de combustíveis até tópicos envolvendo segurança ativa (objetiva evitar a colisão), segurança passiva (para reduzir o dano em acidentes inevitáveis) e segurança inteligente (sistemas eletrônicos para auxiliar motoristas a evitar situação de perigo). Ele disse que os veículos fabricados no Brasil estão cada vez dotados de tecnologias usadas em todo o mundo, com exceção para as pesquisas que envolvem o carro autônomo, que estão embrionárias.

Ele apresentou algumas das novas tecnologias que serão incorporadas nos veículos nos próximos anos, como o controle de estabilidade eletrônica (ECS), a partir de 2020. Ajudará a manter a estabilidade nas mudanças inesperadas de trajeto, recorrendo à redução de tração ou do freio em uma das rodas dianteiras ou traseiras, dependendo do caso, para o carro voltar à normalidade. A relação de tecnologias disponíveis de série ou opcional não para de crescer, segundo ele. Detector de fadiga do motorista, controle de distância e velocidade, sistema de reconhecimento de placas, aviso de veículo no ponto “cego” estão entre essas tecnologias que tendem a ser popularizar no País.

Embora bem-vindas, as novas tecnologias não serão suficientes para melhorar os péssimos indicadores de trânsito apresentados no Brasil, se não houver também uma mudança de cultura dos motoristas e pedestres, afirma o presidente da Associação Nacional dos Transportes Públicos, Ailton Brasiliense, outro participante do painel.

O dirigente da OGN lembra que o custo social dos acidentes é assombroso: R$ 67,3 bilhões (mortes e invalidez) e despesas médico-hospitalares, de R$ 17 bilhões. O trânsito mata 42 mil pessoas e fere mais de 500 mil. “Ou seja, estamos trabalhando para ter carros mais seguros, mas precisamos mudar a cabeça do cidadão que dirige, do pedestre, que precisa ser habitado, do motoqueiro e seu carona. Enfim, todos precisam ser treinados e haver uma mudança de postura, de atitudes. E isso não é tarefa fácil, mas precisa ser um projeto da sociedade”, concluiu.

Grupo Generali tem lucro líquido de € 1,8 bilhão 254

Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali / Divulgação

Resultados do 1º semestre foram destaques nos segmentos de Vida e P&C

O Grupo Generali terminou o primeiro semestre de 2019 confirmando sua efetiva e disciplinada implementação do plano estratégico trienal “Generali 2021” em todos os segmentos dos negócios da seguradora. Esses resultados mostram a capacidade do Grupo em gerar valor financeiro e industrial sustentável para todos os stakeholders.

Os resultados apresentados destacaram o desempenho da seguradora em termos de rentabilidade e posição de capital, alinhados à estratégia do Grupo:

  • O resultado operacional cresceu 7,6%, para € 2.724 milhões (€ 2.532 milhões no 1S 2018), graças ao desenvolvimento positivo em todos os segmentos de negócios.
  • O lucro líquido do Grupo foi de € 1,8 bilhão (+ 34,6%), incluindo também o resultado de operações descontinuadas. O lucro líquido ajustado subiu para € 1,3 bilhão (+ 6,4%).
  • As entradas líquidas de seguros de vida aumentaram para € 7,4 bilhões (+ 29,5%) e as reservas técnicas atingiram € 358 bilhões (+ 4,3%). Os prêmios brutos emitidos totalizaram € 35,7 bilhões (+ 1,8%), devido ao desempenho positivo dos segmentos Vida e P&C.
  • As melhorias nos segmentos Vida e P&C ocorreram principalmente devido à excelente rentabilidade técnica, confirmada pelo coeficiente combinado em 91,8% (- 0,2 p.p.) e pela Margem de Novos Negócios em 4,40% (- 0,18 p.p.).
  • O lucro líquido da Gestão de Ativos foi de € 133 milhões (+ 22%), devido ao crescimento dos ativos sob gestão e à consolidação das receitas das novas pequenas empresas especializadas em gestão de ativos.
  • O Índice de Solvência Regulatória Preliminar se mantém sólido em 209% (217% no exercício financeiro de 2018; – 8 p.p.).

“O primeiro semestre do ano confirma a implementação efetiva e disciplinada do plano estratégico trienal “Generali 2021” em todos os segmentos de negócios. A Generali hoje é um grupo de seguros e gestão de ativos cada vez mais global, com excelência técnica nos segmentos de Vida e P&C e especialização diferenciada em gestão de ativos, o que nos possibilita superar os desafios competitivos do setor para nos tornarmos parceiros dos nossos clientes para toda vida”, explica Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali.

Os resultados completos do Grupo Generali estão disponíveis neste endereço.

Suhai Seguradora é indicada ao Prêmio ReclameAqui® 2019 356

Suhai Seguradora é indicada ao Prêmio ReclameAqui® 2019

Companhia está concorrendo ao Oscar de Melhor Atendimento Brasileiro

Exemplos de telas do autovistoria da Suhai Seguradora / Divulgação
Exemplos de telas do autovistoria da Suhai Seguradora / Divulgação

A Suhai, única seguradora especializada no seguro de Furto e Roubo com assistência 24h em todo Brasil, foi indicada ao Prêmio ReclameAqui® na categoria Seguradoras. O prêmio homenageia as empresas de diferentes setores com a melhor reputação em atendimento do Brasil. A Suhai Seguradora, foi criada para atender clientes que não tinham acesso ao seguro de automóveis, fosse pelo preço alto ou falta de aceitação das companhias tradicionais. Segundo estimativas da própria Suhai, existe ainda um mercado composto por mais de 75% de carros, 86% de caminhões e 98% de motos rodando sem seguro em todo Brasil.

“Após pesquisas, identificamos que, a maioria das pessoas ainda desprotegidas, e que não podem pagar por um seguro completo, optam, entre todas as opções de um seguro automotivo, por aquela cobertura que não é previsível, ou seja, pelo Furto e Roubo, afinal, uma colisão é possível evitar, quase que sempre, dirigindo com prudência e responsabilidade. Este é o propósito da Suhai, atender essa demanda do mercado, com motos, carros e caminhões, principalmente os mais antigos (acima de 10 anos de uso), que estão marginalizados sem acesso ao seguro, que permita estes perfis de clientes, garantirem, muitas vezes, o único patrimônio da família”, explica Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora.

É válido lembrar que algumas outras seguradoras já oferecem esta cobertura, mas a Suhai é a única especialista no seguro de furto e roubo em todo Brasil, e por este motivo, possui condições de preço e aceitação que nenhuma outra consegue oferecer, uma vez que já são líderes de mercado neste segmento.

Selo RA 1000

A Suhai Seguradora já é detentora do selo RA1000, concedido às empresas que possuem excelentes índices de atendimento no portal Reclame Aqui. “Construir uma base de relacionamento com o cliente e moldar, aos poucos, sua confiança é um trabalho que exige muito: exige se colocar no lugar dele e sentir o que ele precisa. As coisas passam a fazer sentido se você, de repente, é o cliente. Esse é um exercício diário e necessário. Somente assim conseguimos atender o cliente como ele deve ser servido: com atenção aos detalhes, com carinho ao seu caso e com a certeza do compromisso para garantir que o cliente se sinta cuidado e tranquilo”, explica Eliane Percino, diretora de operações da Suhai Seguradora.

O cliente Suhai pode fazer contato com a seguradora pelo canal que preferir. Pode ser pela central de atendimento, pelo chat do site, pela nossa atendente virtual “Su”, WhatsApp, Facebook, Instagram, por onde o segurado desejar.Outro cuidado para descomplicar ainda mais a vida do cliente está na vistoria. Ele recebe um link por SMS que o direciona ao sistema para Autovistoria, o cliente clica e segue as instruções, fotografar o veículo com o celular ou tablet e enviar as imagens para análise. Vistoria feita de maneira simples, rápida e cômoda sem interferências na rotina. Em pouco tempo, o segurado receberá uma mensagem no seu celular quando o veículo for aprovado. “A ideia é evitar que haja a necessidade dos deslocamentos até um posto de atendimento físico, destes quais muitas vezes, atrapalham a logística e a agilidade na cobertura do seguro”, reforça a executiva da companhia.

Os clientes da Suhai também tem à disposição uma biblioteca virtual com e-books sobre seguros que podem ser baixados gratuitamente e alertas via SMS, WhatsApp ou e-mails sobre locais com maior risco de assalto, e com a inclusão de dicas de rotas de fuga ou ação preventiva, elaboradas por uma área que coleta e trabalha apenas com esse tipo de informações, para tornar a vida do cliente mais segura.

“Acredito que é nossa responsabilidade servir de forma descomplicada, sem preconceito de marca, ano ou modelo do veículo e sem burocracia. O reflexo de oferecer um seguro sem complicação e totalmente focado tornou a Suhai uma empresa com experiências positivas”, destaca Eliane.

Indicação ao Oscar de Melhor Atendimento Brasileiro

O conjunto de ações diferenciadas em prol da excelência no atendimento colocou a Suhai Seguradora entre as finalistas da edição 2019 do Prêmio Época Negócios ReclameAqui®. “Hoje, temos muito orgulho de estar concorrendo ao Oscar de Melhor Atendimento Brasileiro, a indicação reforça o voto de confiança do nosso cliente e essa recompensa tenho certeza que já ganhamos. Posso me orgulhar do que somos hoje na Suhai Seguradora e me orgulhar de ter uma equipe que sabe que servir e atender andam de mãos dadas”, finaliza Eliane.

Para votar na Suhai Seguradora no Prêmio Reclame Aqui, acesse este endereço.

BB Seguridade é a empresa mais valiosa do setor 329

Desempenho da BB Seguridade deve ser revisado para cima

Seguradoras e operadoras de saúde foram avaliadas em pesquisa realizada pela consultoria de marketing Dom Strategy Partners

A BB Seguridade, holding voltada para os negócios de seguros do Banco do Brasil, lidera o ranking das seguradoras e operadoras de saúde que mais entregam valor produzido para o público. A companhia foi eleita por um grupo de stakeholders formados por acionistas, clientes, colaboradores e fornecedores. A pesquisa Mais Valor Produzido (MVP) é resultado de um estudo realizado pela consultoria de marketing Dom Strategy Partners.

Além da BB Seguridade, neste ano, a Sulamerica, assume o segundo lugar com a nota 7,99. A Bradesco Seguros, primeira colocada em 2017, hoje ocupa a terceira colocação, conquistando 7,98 pontos. Na quarta faixa no ranking, com 7,96, está a IRB Brasil. A Amil fecha a lista com 7,92 na quinta posição.

O ranking Mais Valor Produzido revela ao mercado a capacidade das empresas do segmento em gerarem e protegerem valor para si e também para seus clientes, consumidores, acionistas, funcionários e sociedade.

O levantamento ouviu as maiores empresas do segmento segundo recortes dos anuários das revistas Exame e Valor 1000, e avaliou atributos como eficácia da estratégia corporativa, resultados gerados, crescimento evolutivo, valor das marcas, qualidade de relacionamento com clientes, governança corporativa, sustentabilidade, gestão de talentos, cultura corporativa, inovação, conhecimento, grau de transformação e uso das tecnologias digitais.

Veja a tabela de classificação

MVP Seguradoras e Operadoras de Saúde 6ª edição

Nota

BB Seguridade 8,01
Sulamerica 7,99
Bradesco Seguros 7,98
IRB Brasil 7,96
Amil/UH 7,92

Deputado Jerônimo Goergen comenta como MP da Liberdade Econômica pode afetar mercado de seguros 731

Ele também falou sobre a retirada das associações de proteção veicular do texto

A Medida Provisória 881/2019, que dispõe sobre a liberdade econômica, visa garantir livre mercado. O relatório final ficou a cargo do deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), que recebeu convidados nesta segunda-feira (19) na sede da Câmara de Indústria e Comércio e Serviços de Canoas (CICS) para abordar o assunto.

Ele falou com exclusividade ao programa Seguro Sem Mistério e Revista JRS como esse texto impacta pequenos e médios negócios e pode afetar o setor de seguros. “A vantagem que o mercado terá é justamente o desaparecimento da burocracia para a abertura de empresa. Claro que cumprindo todas as regras e leis, mas para abrir efetivamente terá toda a flexibilização”, comentou.

Além disso, o relator retirou as associações de proteção veicular do Projeto. “Tivemos uma discussão importante que envolvia a possibilidade de outros segmentos que não tivessem a regulamentação que as segurados tem de comercializar o seguro. Tinham emendas de deputados e senadores que possibilitavam essa atividade em outros segmentos. Eu como relator pude interpretar a insegurança que isso ia gerar ao consumidor do seguro e obviamente mantivemos o sistema como ele está”, explicou. “O debate foi importante e fortaleceu os corretores e as seguradoras. Eu espero que tenhamos cada vez mais condições de oferecer os produtos de seguro com segurança jurídica, que foi exatamente o que mantivemos na lei”, acrescentou.

As lideranças do mercado de seguros foram os responsáveis por fornecer as informações necessárias a Goergen neste sentido. “Eu preciso reconhecer o papel dos líderes do mercado nessa operação, pois eles nos trouxeram todas as informações da maneira mais adequada para que tomássemos a decisão mais acertada e não trouxesse prejuízos ao final ao consumidor de seguro”, disse.

A importância dessa matéria para os corretores de seguros ficou evidenciada pelo vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), André Thozeski. “É fundamental, pois havia uma expectativa das associações de proteção veicular que com essa medida provisória de facilitação da atividade empresarial de que eles iriam aproveitar essa oportunidade para colocar a proteção veicular dentro desse Projeto de Lei. O deputado se deu conta do erro que seria isso e tirou isso”, destacou. “Precisamos entender que há uma diferença fundamental entre seguro e proteção veicular. Quando se contrata uma apólice de seguro, se paga o seguro e passa o risco do negócio para a seguradora. Quando é uma associação de proteção veicular, quem paga o risco são os próprios associados, como se fosse num condomínio. As pessoas compram proteção veicular pensando que estão comprando seguro, mas na verdade não é seguro”, complementou.

TEx lança solução em inteligência de mercado para setor de seguros 370

Omar Ajame é CEO da TEx Tecnologia / Arquivo JRS

Plataforma concede visão abrangente e confiável sobre o mercado de seguros

A TEx, startup especializada em soluções para o mercado segurador, amplia seu leque de soluções e apresenta o TEx Analytics, uma plataforma de inteligência direcionada às seguradoras para auxiliar na precificação dos seguros para veículos. Com dados resultantes de uma base de cinco milhões de cálculos, a plataforma torna-se fundamental para as seguradoras ao conceder uma visão abrangente e confiável do mercado de seguros.

De acordo com Emir Zanatto, COO da TEx, o TEx Analytics nasceu a partir de estudos realizados pela startup para levar mais conhecimento ao mercado de seguros, permitindo a ampliação da produtividade e da competitividade entre as empresas seguradoras e os segurados. “Com o TEx Analytics é possível tomar decisões mais precisas, com base em informações em tempo real. Isto ajuda no desenvolvimento e na competitividade do setor” explica Emir Zanatto COO da TEx.

“Antes, as seguradoras contratavam estudos que mostravam, com uma pequena amostra, o retrato do mercado 15 ou 30 dias depois do ocorrido. No TEx Analytics o filme é com uma amostra extremamente grande e em tempo real. Alem de que são casos reais, e não simulações”, ressalta Emir.

Segundo Emir Zanatto, o TEx Analytics contribui para o desenvolvimento pois possibilita análise precisa do mercado. “Nossa solução permite que companhias tradicionais e novos entrantes sejam mais competitivos ao oferecer seus produtos. O que traz vantagens para o consumidor final”.

Customização – A solução foi desenvolvida para atender as seguradoras de todo país de forma ampla e irrestrita, atendendo as especificações de cada empresa. “Desenhamos o produto de forma que é aderente a todas as companhias, mas realizamos ajustes customizados para que elas (seguradoras) possam ajustá-los às suas regras, estudos e ações específicas”, destaca o executivo da TEx.

Vale ressaltar que o TEx Analytics respeita da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pois todas as informações abarcadas na plataforma são conjuntas, anônimas e indistintas. “Respeitando todas as normas Brasileiras e Europeias para proteção de dados, criamos a ferramenta que está permitindo que as Seguradoras vejam como estão posicionadas frente ao mercado e dê a eles dados que permitam serem mais competitivos de forma extremamente ágil. O que era um sonho há alguns meses, hoje é realidade para o setor.”, explica Zanatto.

Em breve a TEx lançará soluções analíticas para as montadoras e para as corretoras de seguros.