Record ataca Globo, Veja e UOL 405

Este e outros assuntos do dia no Giro do Mercado

Eleições no Rio de Janeiro geram mal estar entre emissoras de televisão

A reta final das eleições para prefeito no Rio de Janeiro foi marcada pelos ataques entre os candidatos e inúmeras denúncias na imprensa. A Revista Veja, por exemplo, estampou uma capa em que o prefeito-eleito Marcelo Crivella aparece preso e causou uma enorme polêmica. A TV Record, inclusive, obteve direito de resposta dentro da programação da TV Globo. A emissora de Edir Macedo apresentou na madrugada desta terça-feira, dentro do programa Fala Que Eu Te Escuto, uma série de acusações e fatos sobre a emissora dos Marinho. Os ataques da emissora dos bispos também foram direcionados ao Portal UOL e ao PSOL, apresentado em uma reportagem como “o novo PT”. Agora vai ser aquela novela, a Globo, certamente, responderá no Jornal Nacional de hoje.

Milhares de desabrigados na Itália

Remo Casilli/Reuters
Remo Casilli/Reuters

A série de terremotos que atingiu a Itália desde o final de agosto fez com que milhares de pessoas abandonassem suas casas no centro do país. O tremor registrado no último domingo foi o mais forte a atingir a região desde 1980. A Defesa Civil informa que auxiliou, ao menos, 15 mil pessoas afetadas pelo abalo de magnitude 6,5. O epicentro foi registrado 6 quilômetros ao norte de Nórcia, considerada uma das 150 cidades mais bonitas da Itália. Na semana passada, o governo anunciou 40 milhões de euros, mas o custo total da reconstrução deve ultrapassar este valor.

Tragédia no Oriente Médio

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Abduljabbar Zeyad/Reuters

“É impressionante que Saida Ahmad Baghili consiga sustentar seu corpo”, afirma uma reportagem da BBC.  “Na verdade, é um milagre que Saida, de 18 anos, esteja viva – ou que estivesse há cerca de uma semana, quando a imagem captada por um profissional da agência de notícia Reuters correu o mundo e se tornou o símbolo da brutal guerra civil que assola o país do Oriente Médio”, completou. A jovem da fotografia estava tão fraca que sequer conseguia comer, sobrevivendo com uma dieta de suco, leite e chá, segundo sua família. No final de agosto, a ONU estimou em 10 mil o número de pessoas mortas nos 18 meses de conflito da guerra civil do Iêmen.

Suspeita de favorecer Hillary deixa CNN

AP Photo/Paul Sancya
AP Photo/Paul Sancya

Donna Brazile, presidente do Comitê Nacional Democrata, foi novamente acusada de ter enviado à campanha Hillary Clinton com antecedência uma questão que seria feita durante um debate do partido. Ontem, a Wikileaks divulgou um suposto e-mail de Donna para a campanha da candidata democrata. Mesmo dia em que publicou sua mensagem de despedida da CNN. “Obrigada CNN. Honrada por ser uma estrategista democrata e comentarista na emissora. Boa sorte a todos os meus ex-colegas”.

Democrata tem 89% de chances de sair vitoriosa, diz New York Times

Reprodução
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Com base nas últimas pesquisas nacionais de intenção de voto, o jornal americano New York Times disse que as chances de Hillary Clinton ser a próxima presidente dos Estados Unidos da América é de 89%. O índice é menor que o registrado há algumas semanas, quando o índice chegou a 93%. Algumas pesquisas locais, como a divulgada pela Fox News, na Florida, aponta uma virada de Donald Trump sobre Hillary Clinton. Por lá, a disputa fica 46% para o republicano e 42% para a democrata. O Los Angeles Times apontava 46% para Trump e 44% para Hillary. Casos isolados. De um modo geral, a candidata de Barack Obama é a grande favorita.

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil 511

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão”.

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum

Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas

Com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.

Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.

Operador Econômico Autorizado

Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países”.

Convergência regulatória

Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.

“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países”. O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais

O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação”. A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente”.

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados”.

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

Investimentos estrangeiros diretos dos EUA no Brasil

  • As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.
  • As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.
  • Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

Investimentos brasileiros diretos nos EUA

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.

Venda de livros abre 2019 em baixa 156

Venda de livros abre 2019 em baixa

Livros didáticos puxaram para baixo a performance do mercado

O ano começou muito desafiador para o setor livreiro brasileiro, uma vez que o fechamento de lojas físicas continuou, assim como no ano passado, a impactar as vendas. No primeiro bimestre de 2019, a queda foi de 18% em volume e de 19% em valor, números que frustraram a expectativa daqueles que viam no período de volta às aulas, uma oportunidade de recuperação de faturamento.

Historicamente, com as vendas de livros didáticos em alta nos primeiros meses do ano, o mercado reage positivamente. Mas em 2019, o que se nota é uma performance aquém da esperada, uma vez que os títulos destinados ao público escolar sofreram uma queda de 43% em volume e 38% em valor.

“Todos os acontecimentos do ano anterior, o que inclui a crise das grandes livrarias, provocaram uma mudança no ecossistema do varejo de livros e a sazonalidade foi fundamental na materialização desse fenômeno. Em outras palavras, ficou evidente que as editoras focaram em outros canais para atender a demanda de estudantes”, pondera Ismael Borges, líder do Bookscan Brasil.

“Decidimos aguardar o fechamento do 2T para a divulgação do primeiro Painel das Vendas de 2019, para ter números mais consolidados. O desafio continuará no próximo período, por incluir o período do Carnaval, o comparativo das vendas de livros técnicos e científicos e o Dia da Mulher, data que teve um alto desempenho em 2018”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

Esses são alguns dos dados do 01º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2019, apresentados pelo Nielsen Bookscan e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Os números têm como base o resultado da Nielsen BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

* T. Mercado – Período 02: 2018 (29/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
T. Mercado – Acumulado WK01 / WK08: 2018 (01/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
Fonte: Nielsen | Nielsen BookScan

Metodologia

O objetivo da criação do Painel é dar mais transparência à indústria editorial brasileira. A iniciativa da parceria entre o SNEL e a Nielsen disponibiliza para o setor dados atualizados que poderão contribuir nas tomadas de decisões por empresários de todos os portes.

Para a realização do Painel, os dados são coletados diretamente do “caixa” das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados. Após o processamento, os dados são enviados online e atualizados semanalmente.

Nielsen Bookscan é o primeiro serviço de monitoramento de vendas de livros no mundo, presente em dez países, e o resultado de seu trabalho é um forte instrumento de decisão para as editoras que trabalham com estes dados. O SNEL divulga o Painel das Vendas de Livros no Brasil a cada quatro semanas.

CCS-RJ traça metas para 2019 161

Diretoria aproveitou para ouvir ideias e contribuições dos associados

Sonia Marra, diretora financeira do CCS-RJ; Fabio Izoton, presidente; Márcia Simplicio, da Comissão da Mulher; e Luiz Mario Rutowitsch, diretor secretário / Divulgação
Sonia Marra, diretora financeira do CCS-RJ; Fabio Izoton, presidente; Márcia Simplicio, da Comissão da Mulher; e Luiz Mario Rutowitsch, diretor secretário / Divulgação

Nesta quinta-feira, 14 de março, aconteceu o primeiro almoço do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) de 2019. No restaurante Aspargus, no Centro do Rio, a nova diretoria aproveitou para compartilhar com os associados o planejamento para este ano e, principalmente, ouvir as suas ideias e contribuições.

O presidente, Fabio Izoton, afirmou que ações de sucesso, como o almoço mensal, o café com o mercado e a Câmara de Conciliação, que busca ajudar os corretores em quaisquer discordâncias técnicas com as seguradoras, vão continuar. E também expôs novos projetos: a criação de uma Câmara de Especialistas, na qual cada um poderá auxiliar os demais associados com o seu conhecimento, é um deles.

“A questão comercial está nas raízes do Clube. Entendemos que é um dos seus deveres maiores ajudar os corretores na comercialização de seguros, portanto, vamos fazer um raio X dos associados para identificar como cada um pode contribuir nesse sentido. Nossa ideia é criar um canal em que um corretor com determinada especialidade possa dar apoio a outro que não tenha tanto domínio técnico naquela área, promovendo até mesmo oportunidades de negócios em parceria”, explicou Izoton.

Outras propostas são: a determinação de representantes regionais, para entender melhor as particularidades das demandas dos corretores de cada parte do estado; a chancela de sócio, para possibilitar a utilização da marca do CCS-RJ pelos associados que assim desejarem; e a atualização do Estatuto Social da entidade.

Após o almoço, cada sócio pôde expressar suas opiniões sobre o planejamento apresentado e acrescentar sugestões para ações futuras. O evento também marcou a entrada de três novos associados, Maurício e Mauro Monteiro e Davidson da Silva Souza. “Nosso maior desafio é conseguir atender às expectativas de todos os corretores, conciliando as ideias e colocando-as em prática”, finalizou o presidente do CCS-RJ.

Azul Auto Leve cresce mais de 100% no Estado do Rio de Janeiro 339

Azul Auto Leve cresce mais de 100% no Estado do Rio de Janeiro

Companhia afirma que aumento reflete aumento da conscientização sobre proteção de patrimônio

A Azul Seguros fecha o balanço de 2018 com crescimento de 104% no Azul Auto Leve, no Estado do Rio de Janeiro, comparado ao ano anterior. Para a companhia, esse aumento reflete maior conscientização das pessoas no que diz respeito à proteção do patrimônio.

“A compra de um automóvel é um momento especial e de conquista. Entretanto, por se tratar de um alto investimento, a contratação de um seguro é um passo muito importante para evitar preocupações e não ficar no prejuízo no caso de uma eventualidade. Diante desse cenário, os condutores buscam opções de proteção atrelados ao custo-benefício, nesse espaço que o Azul Auto Leve tem crescido exponencialmente”, relata o diretor comercial Rio de Janeiro da Porto Seguro, Marcos Silva.

Com coberturas para colisão, roubo, furto, incêndio, assistência 24h e cobertura adicional a terceiros, o Azul Auto Leve oferece também oficinas referenciadas com ampla rede de atendimento, contratação facilitada, Centro de Atendimento Rápido (CAR), para vistoria e liberação do carro em caso de sinistro, além de três opções de franquia, pagamento parcelado e desconto para clientes do banco Itaú.

“O Azul Auto Leve é um produto que estimula a inclusão securitária ao oferecer soluções simplificadas, sem pesar no orçamento, de acordo com a necessidade de cada motorista. Por isso, a adesão vem crescendo ao longo dos últimos anos, especialmente no Estado do Rio de Janeiro, onde as pessoas estão se conscientizando cada vez mais sobre a importância de contratar um seguro”, afirma Marcos.

Estudo da MAPFRE analisa sistemas de saúde adotados no mundo 344

Estudo da MAPFRE analisa sistemas de saúde adotados no mundo

No Brasil, contratação de serviços complementares cresceu de 2007 a 2017

No “Relatório de Sistemas de Saúde: uma Análise Global”, o Serviço de Estudos da MAPFRE mostra que um sistema sanitário eficaz se caracteriza por uma maior capacidade de redução da mortalidade infantil (até quatro anos de idade), pelo controle de mortes associadas a doenças não-transmissíveis e pela promoção da expectativa de vida da população em geral.

O documento, publicado pela Fundación MAPFRE, também estabelece o Indicador de Eficácia de Sistemas de Saúde (IESS), que considera três aspectos: esperança de vida ao nascer; a porcentagem de mortes de crianças de 0 a 4 anos; e mortalidade de pessoas de 30 e 70 anos atribuíveis a doenças cardiovasculares, câncer, diabetes ou doenças respiratórias crônicas (DNTs). No ranking de 180 países, os que apresentam melhor desempenho são Japão, Suíça e Coréia do Sul – o Brasil está na 58ª posição.

De acordo com o relatório, nos países onde há cobertura de saúde universal gratuita, como Brasil, Reino Unido ou Espanha, o volume de seguro de saúde suplementar voluntário é menor, mas não desaparece.

Segundo os últimos dados disponibilizados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), os gastos brasileiros com saúde representaram em torno de 8,9% do PIB em 2015, dentro da média global. Em paralelo, a penetração dos serviços de saúde privada foi de 0,3%, em 2007, para 0,6%, em 2017. Nesses dez anos, os prêmios de seguros saúde subiram 358,5% frente a um aumento do PIB nominal de 141,2%.

Em agosto de 2018, o sistema de saúde suplementar brasileiro contava com 1.054 empresas, que atendiam a 70 milhões de beneficiários. Desses, 48 milhões tinha planos coletivos empresariais, 8 milhões, coletivos por adesão e 13 milhões, contratos individuais ou familiares. As operadoras de planos de saúde médico-hospitalares concentravam 34% dos clientes; as cooperativas médicas, 25%; e as seguradoras especializadas em saúde representavam 10%.

“Os sistemas de saúde são peças fundamentais para o desenho das sociedades modernas, e o mercado de saúde é um negócio com grande relevância para a indústria seguradora global”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, novo CEO da MAPFRE Brasil. “Por esses motivos, é essencial buscar a prestação de um serviço cada vez com melhor qualidade, com foco em prevenção, conclui. ”

O “Relatório de Sistemas de Saúde: uma Análise Global” está disponível na íntegra, em espanhol, neste link.