Record ataca Globo, Veja e UOL 346

Este e outros assuntos do dia no Giro do Mercado

Eleições no Rio de Janeiro geram mal estar entre emissoras de televisão

A reta final das eleições para prefeito no Rio de Janeiro foi marcada pelos ataques entre os candidatos e inúmeras denúncias na imprensa. A Revista Veja, por exemplo, estampou uma capa em que o prefeito-eleito Marcelo Crivella aparece preso e causou uma enorme polêmica. A TV Record, inclusive, obteve direito de resposta dentro da programação da TV Globo. A emissora de Edir Macedo apresentou na madrugada desta terça-feira, dentro do programa Fala Que Eu Te Escuto, uma série de acusações e fatos sobre a emissora dos Marinho. Os ataques da emissora dos bispos também foram direcionados ao Portal UOL e ao PSOL, apresentado em uma reportagem como “o novo PT”. Agora vai ser aquela novela, a Globo, certamente, responderá no Jornal Nacional de hoje.

Milhares de desabrigados na Itália

Remo Casilli/Reuters
Remo Casilli/Reuters

A série de terremotos que atingiu a Itália desde o final de agosto fez com que milhares de pessoas abandonassem suas casas no centro do país. O tremor registrado no último domingo foi o mais forte a atingir a região desde 1980. A Defesa Civil informa que auxiliou, ao menos, 15 mil pessoas afetadas pelo abalo de magnitude 6,5. O epicentro foi registrado 6 quilômetros ao norte de Nórcia, considerada uma das 150 cidades mais bonitas da Itália. Na semana passada, o governo anunciou 40 milhões de euros, mas o custo total da reconstrução deve ultrapassar este valor.

Tragédia no Oriente Médio

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Abduljabbar Zeyad/Reuters

“É impressionante que Saida Ahmad Baghili consiga sustentar seu corpo”, afirma uma reportagem da BBC.  “Na verdade, é um milagre que Saida, de 18 anos, esteja viva – ou que estivesse há cerca de uma semana, quando a imagem captada por um profissional da agência de notícia Reuters correu o mundo e se tornou o símbolo da brutal guerra civil que assola o país do Oriente Médio”, completou. A jovem da fotografia estava tão fraca que sequer conseguia comer, sobrevivendo com uma dieta de suco, leite e chá, segundo sua família. No final de agosto, a ONU estimou em 10 mil o número de pessoas mortas nos 18 meses de conflito da guerra civil do Iêmen.

Suspeita de favorecer Hillary deixa CNN

AP Photo/Paul Sancya
AP Photo/Paul Sancya

Donna Brazile, presidente do Comitê Nacional Democrata, foi novamente acusada de ter enviado à campanha Hillary Clinton com antecedência uma questão que seria feita durante um debate do partido. Ontem, a Wikileaks divulgou um suposto e-mail de Donna para a campanha da candidata democrata. Mesmo dia em que publicou sua mensagem de despedida da CNN. “Obrigada CNN. Honrada por ser uma estrategista democrata e comentarista na emissora. Boa sorte a todos os meus ex-colegas”.

Democrata tem 89% de chances de sair vitoriosa, diz New York Times

Reprodução
Reprodução

Com base nas últimas pesquisas nacionais de intenção de voto, o jornal americano New York Times disse que as chances de Hillary Clinton ser a próxima presidente dos Estados Unidos da América é de 89%. O índice é menor que o registrado há algumas semanas, quando o índice chegou a 93%. Algumas pesquisas locais, como a divulgada pela Fox News, na Florida, aponta uma virada de Donald Trump sobre Hillary Clinton. Por lá, a disputa fica 46% para o republicano e 42% para a democrata. O Los Angeles Times apontava 46% para Trump e 44% para Hillary. Casos isolados. De um modo geral, a candidata de Barack Obama é a grande favorita.

Seguro Digital: não é se, mas quando 885

Seguro Digital: não é se, mas quando

Confira o primeiro artigo de Andre Gregori para a Revista JRS

A transformação digital vem acontecendo em todos os setores há muito tempo, mas em velocidades diferentes. Me lembro como se fosse ontem do meu primeiro telefone celular. Na época “super moderno, última geração”, e hoje poderia imaginá-lo num museu da tecnologia – uma relíquia! Impressionante a evolução nesse campo, especialmente com o lançamento do iPhone, pela Apple, há mais de 10 anos e a transformação de aparelho de comunicação para micro-computador de bolso / câmera fotográfica / dispositivo de entretenimento / agenda / GPS / etc. Hoje é impossível imaginar a vida sem essas inovações!

E o comércio eletrônico? Quem se atrevia a colocar os dados do cartão de crédito na tela do computador para efetuar uma compra online no final dos anos 90? Hoje, cada vez mais, compramos tudo pela internet – e mais que e-commerce, agora se fala em mobile commerce. Com apenas alguns cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar, você pode pedir comida, pedir um motoboy ou até mesmo um motorista pelo celular.

O setor financeiro, altamente regulamentado, percebeu essa tendência. Ficar na fila da agência bancária para fazer uma transferência já é coisa do passado. O número de transações bancárias feitas pelo celular cresceu 70% ao longo do ano passado, representando 35% do total de 71,8 bilhões de operações realizadas no ano, segundo a Febraban. Primeiro a novidade era o Internet Banking, depois o Mobile Banking, as Fintechs, as Criptomoedas, o Open Banking, e por aí vai. As inovações não param. O uso de tecnologia para melhorar continuamente a experiência do consumidor em todos os ramos é inevitável.

Existem aqueles que tentam resistir às mudanças, e outros que as procuram, as abraçam. Em 1994, a Amazon foi lançada nos Estados Unidos como um e-commerce de livros de papel. Em 2007, foi a própria Amazon que lançou o Kindle, um substituto digital para o livro tradicional, sem medo de ameaçar seu próprio negócio original. Isso obviamente foi só o início da história desta gigante, que mesmo com todo seu tamanho atual, continua inovando e evoluindo rapidamente em diversos setores. Se alguém for ameaçar ou substituir o seu produto, que seja você mesmo!

Já a Enciclopédia Britânica não teve a mesma visão. Quem diria que uma empresa de mais de 200 anos de história seria substituída por uma enciclopédia digital, gratuita, e ainda escrita pelos próprios usuários!?

O mesmo erro foi cometido pela Blockbuster, que teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e a rejeitou por subestimar o potencial da startup em reinventar o tão “consolidado” modelo de negócios na época. Em seu início, a Netflix apostou na entrega de DVDs em domicílio, isentando os consumidores da taxa de atraso, justamente uma das maiores fontes de receita da “toda-poderosa” Blockbuster. Mas apesar de todos os narizes tortos e o ceticismo do mercado, eles acreditavam que uma melhor experiência para o cliente se traduziria em maior volume e recorrência e viabilizaria uma operação escalável, e assim aconteceu. Depois, ao contrário da Blockbuster, quando chegou a hora de trazer disrupção novamente para este mercado, foram eles mesmos que o fizeram. Para não depender das grandes produtoras, que cobravam preços muito altos por dominarem totalmente o mercado, a Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo. Levou um bom tempo até que as produtoras começaram a prestar atenção ao novo entrante, e quando finalmente acordaram, a Netflix já estava na liderança da distribuição de conteúdo via streaming e se consolidando como uma das marcas mais valiosas e inovadoras da atualidade.

Até pouco tempo ainda existia uma indústria que resistia fortemente às mudanças. Extremamente defasado em termos de tecnologia e engessado por seu próprio modelo de negócios, o setor de seguros demorou para enxergar a necessidade de se reinventar. A necessidade de se adequar às novas demandas, preferências e comportamento do consumidor de hoje.

Segundo a consultoria CB Insights, apenas 4% das pessoas estão satisfeitas com suas empresas de seguros. E isso que a penetração ainda é muito baixa, especialmente no Brasil, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), apenas 10% da população brasileira possui algum tipo de seguro.

Mas esse cenário está mudando. Estudos da Aon de novembro de 2017 mostram que 550 insurtechs pelo mundo já movimentaram mais de US$ 14 bilhões em investimento. O mercado está de olho em novas tecnologias, novos produtos, novos modelos de negócio… A oportunidade é indiscutível.

Depois de mais de 15 anos no mercado de seguros e outros tantos no mercado financeiro, tendo iniciado as operações da Fator Seguradora e do BTG Pactual Seguridade, como sócio do grupo, além de ter adquirido, antes disso, as operações da Cigna no Brasil, eu comecei a alimentar cada vez mais um sonho grande que eu tinha. Queria trazer tecnologia e inovação para o tão tradicional mercado, pensando no cliente em primeiro lugar. Queria repensar totalmente a cadeia produtiva e a experiência do consumidor para revolucionar e ampliar o mercado de seguros. Pensando em digitalização, personalização, preços justos e ganhos de eficiência…. foi neste contexto que lancei a Thinkseg, a primeira startup de seguros totalmente digital.

Mas não basta ter uma grande ideia. É preciso execução, persistência e também “timing de mercado”. Hoje estou cada vez mais confiante sobre a minha visão ao lançar a Thinkseg em 2016. A grande diferença é que antes eu acreditava que o mercado de seguros se reinventaria, “não era se, mas quando”. Hoje falo com toda convicção: esse quando chegou. O “quando” é agora!

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro 259

Inscrições estão abertas no site da instituição

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro
Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro

As primeiras aulas da Universidade Aconseg, criada pela Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Organizacional e Humano (IndoRH), começam já em fevereiro.

O curso que abrirá a temporada inicial de 2019 é para Inspetores de Assessoria de Seguros, seguido por Introdução ao Seguro para Iniciantes, Básico de Seguros, Seguro Saúde Suplementar, Seguro de Vida, Gestão de Equipe e Liderança, Seguro Auto, que iniciam em março. A lista completa está disponível neste endereço.

O reitor da Universidade e presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, acredita que os cursos “contribuirão positivamente para o desenvolvimento e qualificação dos corretores e funcionários das assessorias e corretoras de seguros”.

Líderes de seguradoras parceiras fizeram questão de registrar os cumprimentos à diretoria da associação pela ação pioneira. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, afirmou que “iniciativas como esta colaboram sobremaneira com o crescimento da indústria de seguros no Brasil”.

Para o vice-presidente comercial da SulAmérica, André Lauzana, trata-se de um “marco histórico para o mercado segurador”, enquanto o diretor executivo da Bradesco Seguros, Leonardo de Freitas, acredita que a nova instituição poderá contribuir para transformar o corretor no multirramo.

Antonio Carlos Melo Costa, da HDI Seguros, classifica a criação da Universidade Corporativa como uma demonstração do quanto as assessorias estão preocupadas com o desenvolvimento dos corretores de seguros e, consequentemente, com o mercado. “Iniciativa alinhada com o atual momento de mudanças aceleradas, que requer profissionais 100% atualizados”, elogiou.

Já Marcelo Dias dos Santos, gerente da filial RJ da Sompo Seguros, afirmou ser “fantástico ver a evolução da Aconseg-RJ nessa nova gestão”, agradecendo por mais uma atividade positiva, que tornará os projetos mais fáceis de serem executados. ”Com a Universidade Corporativa, a Aconseg vai desenvolver e aprimorar muitos profissionais de seguros”, finalizou.

Robson Tricarico, da Suhai Seguradora, também parabenizou a entidade pela “excelente e criativa iniciativa”. “O mercado segurador só tem a ganhar com isso”, manifestou-se ainda Leila Nogueira, da Amil, desejando sucesso nesse movimento em prol da evolução do setor e dos profissionais que nele atuam.

Segundo Baeta Neves, “isso demonstra não só que a iniciativa da Aconseg-RJ foi acertada, como conta com o apoio de todas as partes envolvidas nas operações realizadas pelas assessorias”.

Fusão da Susep com a Previc fica para depois 736

Fusão da Susep com a Previc fica para depois

O motivo da desistência da equipe de Paulo Guedes não foi informado

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, teria desistido da ideia de fusão entre a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). As informações foram publicadas por Valor Econômico e pelo colunista Lauro Jardim, de “O Globo”.

Veja também: Fusão da Susep com a Previc é vista com bons olhos por especialistas

As autarquias atuam na regulação e fiscalização de seguradoras e fundos de pensão, respectivamente. Entre os possíveis motivos está a transferência de toda a estrutura funcional do Rio de Janeiro (RJ) para Brasília (DF). A iniciativa era estudada em função da redução de gastos e para evitar a sobreposição de funções.

A Confederação Nacional das Empresas de Seguro (CNSeg) pede “cautela” em relação ao assunto. Marcio Coriolano, lembrou que a fusão das duas superintendências não é uma discussão nova. Para ele, a medida atenderia ao pressuposto de maior sinergia no setor público, mas sua efetividade dependerá do modelo escolhido. “Os administradores públicos, às vezes, não enxergam a complexidade”, disse ele.

Coriolano explicou que a Previc é “monolinha”, ou seja, voltada para a regulação dos fundos de pensão fechados. A Susep, por seu turno, teria maior diversidade atuação — a agência é responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Tesouro dos Estados Unidos sob fogo cruzado 207

Tesouro dos Estados Unidos sob fogo cruzado

No mercado financeiro, resultados da economia norte-americana devem ditar humor da semana

Esta semana contempla diversos indicadores com potencial de impacto nos preços dos ativos. No Brasil, são índices relevantes de atividade, como a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) e o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central). Nos Estados Unidos, serão divulgados o índice de preços ao produtor, o Livre Bege (relatório do Fed sobre condições econômicas) e o índice de preços ao consumidor nos dias 15, 16 e 17, respectivamente. Esses dados irão condicionar a evolução das taxas dos títulos do Tesouro norte-americano.

Há outros condicionantes das taxas de juros dos títulos do Tesouro dos EUA, que terá de aumentar sua oferta de títulos. Afinal, a relação dívida/PIB daquele país está entre as mais altas do mundo desenvolvido, atrás das de Portugal, Itália, Grécia e Japão e Bélgica. A perspectiva é de que essa relação aumente, acompanhando os gastos da administração Trump, que comprometerão US$ 200 bi e US$ 1 tri em isenções fiscais em 10 anos. Junte-se a isso a redução de receita tributária derivada da redução de impostos.

As apreensões não terminam por aí. Vale atentar para a perspectiva da demanda dos títulos Tesouro norte-americano. Cerca de 43% da dívida está na não de credores estrangeiros, sendo o principal o governo chinês, possui diversos litígios com os Estados Unidos. Além disso, o próprio Fed vem reduzindo a participação de títulos do Tesouro dos EUA em sua carteira desde 2017. Por fim, há o shutdown. O mesmo impasse, em 2011, levou os investidores a questionar a capacidade de o governo americano de pagar suas dívidas, resultando no primeiro rebaixamento do rating da dívida do país.

Interessante que, de fato, a relação entre demanda e oferta de títulos do Tesouro norte-americano vem se reduzindo, conforme figura abaixo. A MAPFRE Investimentos alerta que isso não é neutro do ponto de vista da remuneração dos títulos da dívida pública. Quanto maior o endividamento público, maior a remuneração necessária. Essa relação não é linear: níveis de dívida persistentes e insustentáveis podem colocar pressões crescentes nas taxas demandadas por credores. A indisponibilidade de fontes nacionais e estrangeiras de poupança pode acentuar essa pressão. Em resumo, as taxas dos títulos do Tesouro norte-americano serão pressionadas no longo prazo.

Oferta x Demanda de títulos do Tesouro dos EUA

Tesouro dos Estados Unidos sob fogo cruzado
Tesouro dos Estados Unidos sob fogo cruzado / Fonte: US Treasury

Mercado Local: Captações bancárias e corporativas

Na semana que passou, a Petrobras divulgou o prospecto preliminar para captação de R$ 3 bilhões no mercado de dívida corporativa local em séries de até dez anos. Boa parte dos recursos deverá ser investida em obras de infraestrutura. São as chamadas debêntures incentivadas. Não pagam imposto, mas os recursos ficam “carimbados” para investimentos em obras de infraestrutura de longo prazo.

Os prazos mais longos normalmente oferecem maiores taxas por estarem atrelados ao maior risco. O mercado brasileiro de títulos de curto prazo está com taxas historicamente baixas, o que faz o investidor procurar taxas maiores em títulos mais longos, mesmo que isso implique em maiores riscos.

No caso de títulos perpétuos, o investidor tem a possibilidade de vende-lo para outro investidor no mercado secundário ou de a empresa/banco recomprar os títulos. Do contrário, ele deve considerar que tem que ficar com esses títulos até o vencimento, ou seja, por prazo indeterminado.

De forma agregada, observamos que o mercado brasileiro aos poucos demonstra características de maturidade: grandes captações, taxas atraentes e prazos longos. Tudo isso é salutar para o desenvolvimento do mercado de capitais e para o desenvolvimento do Brasil.

Gestão

A semana passada foi de ganhos para os ativos brasileiros, mantendo a tônica da primeira semana do ano em meio a expectativas positivas com as reformas e um tom mais ameno das autoridades monetárias ao redor do mundo frente aos crescentes sinais de desaquecimento das maiores economias.

Nesse sentido Jerome Powell, presidente do Fed, foi enfático ao deixar a porta aberta para reavaliações da política monetária, garantindo para si e para o Fed flexibilidade e comedimento frente a possíveis novos ajustes da taxa básica de juros, condicionados às próximas leituras da atividade econômica. Já o Banco do Povo da China – equivalente do BC – adotou postura equivalente: ante sinais de fraqueza e redução na margem da atividade econômica na segunda maior economia do mundo, revisou os recolhimentos compulsórios dos bancos para baixo para beneficiar pequenas e médias empresas, relaxou a supervisão e permitiu aumentos dos investimentos estrangeiros no mercado de capitais chinês.

Com isso, as incertezas com relação ao Brexit e os fracos números de atividade econômica na Europa ficaram em segundo plano, permitindo uma retomada nos ativos de risco. O dólar sentiu a retomada do apetite de investidores estrangeiros, chegando a ser negociado abaixo de R$ 3,68, com queda próxima de 0,5% na semana, embora tenha se recuperado próximo do final da semana, enquanto o Ibovespa renovou seguidamente seus recordes intradiários e de fechamento, com ganhos de quase 2% na semana e cerca de 6,5% no mês.

Já os DIs abriram e recuperaram um pouco de prêmio, sobretudo nos vértices intermediários, acompanhando o movimento do dólar nas sessões finais da semana anterior. Para esta semana próxima, destaque no cenário externo para a divulgação do Livro Bege do Fed, no Brasil para o IBC-Br, proxy antecedente do BC para o desempenho do PIB brasileiro, assim como os desdobramentos das negociações comerciais sino-americanas e a votação do Brexit no Parlamento inglês prevista para terça-feira.

Verão 2019 fica muito mais seguro com ações especiais do JRS 1024

Verão 2019 fica muito mais seguro com ações especiais do JRS

Peças de publicidade, promoções e grandes encontros no litoral marcam mais uma temporada

O Verão 2019 chegou com tudo. As temperaturas estão nas alturas e a animação para mais uma ação especial do JRS também.

O mercado de seguros já sabe. Os finais de semana são no QG do JRS no Litoral Gaúcho, na Praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS). Tudo começa com as presenças de Guacir de Llano Bueno, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), além de Alberto Müller, vice-presidente do Sindseg/RS. Ambos os representantes da entidade sindical participam do encontro acompanhado de suas esposas. A presença especial de Julio Cesar Rosa, com recente passagem pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), completa o time que dá início aos momentos especiais em mais uma temporada de veraneio.

Divulgação/JRS
Divulgação/JRS

Tudo isso só é possível graças a um time campeão de apoiadores, que têm suas marcas expostas para os quase 1 milhão de motoristas que circulam pela Estrada do Mar, nos caminhos para o Litoral Norte do Rio Grande do Sul. São dois outdoors que marcam a versão deste ano da campanha especial de verão. Um deles é garantido pela Icatu Seguros, maior seguradora independente do Brasil em Vida, Previdência e Capitalização. O outro, conta com exposição de HDI Seguros, Previsul Seguradora, GBOEX, SulAmérica, Capemisa Seguradora, MBM Seguros, Autosul Express, Neo Executiva Corretora de Seguros, Supermercado Avenida, Cave di Pozza Espumantes, Ramos Assessoria e Sultec Vistorias.

Além de tudo, a unidade móvel do JRS continua circulando pelas principais rodovias da Grande Porto Alegre e Litoral Gaúcho. Tudo isso para levar a informação segura para mais de 26 municípios do RS através dos canais 20 e 26 da NET Rio Grande do Sul, no Canal Bah!TV.

Unidade móvel do JRS/Divulgação
Unidade móvel do JRS/Divulgação

Tem grandes novidades. Muitas promoções vão surgir durante todo o trimestre nas redes sociais do JRS e muitas surpresas serão apresentadas aos nossos leitores de São Paulo e região.