Relatório internacional coloca Brasil no mapa mundial das estradas mais perigosas para transporte de carga 343

Estradas brasileiras foram classificadas com risco muito alto para este tipo de ocorrência

O crescente aumento no índice de roubos colocou as estradas brasileiras no mapa mundial das áreas de risco para transporte de carga. Segundo levantamento feito pelo JCC Cargo Watchlist, os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para o roubo de cargas.

O JCC Cargo Watchlist é um relatório mensal elaborado pela Joint Cargo Commitee, um comitê misto formado por representantes da área de avaliação de risco do mercado segurador de Londres (Inglaterra). Esse relatório monitora o risco para cargas transportadas, seja por via aérea, marítima ou terrestre em várias partes do mundo. Numa lista com classificações indicativas por cor, os países são avaliados em sete graus diferentes de risco, que vão numa escala de baixo à extremo risco. A lista considera riscos como guerras, greves, pirataria e roubo de carga.

Apesar de não sofrer com os fatores de risco ligados à guerras; as estradas brasileiras receberam pontuação 3,4, que as classifica com risco muito alto para ocorrências de roubo de carga. A classificação ficou semelhante à recebida pelo México, que ficou com pontuação 3,6 e a mesma classificação (risco muito alto).

Prevenção

Os prejuízos com o roubo de carga para a economia brasileira são inestimáveis, mas substanciais, já que, com as ocorrências, são impactados, não só o setor logístico, mas várias cadeias produtivas, além do segmento de segurança pública.

Adailton Dias, Diretor da área de Transportes da Sompo Seguros. Divulgação
Adailton Dias, Diretor da área de Transportes da Sompo Seguros. Divulgação

Por conta disso, várias soluções tecnológicas e estratégias estabelecidas por especialistas em gerenciamento de risco são implementas para cada carga embarcada.  “O gerenciamento de risco, quando bem realizado, pode ser crucial para que o transporte da carga aconteça de forma segura, eficaz e sem custos excessivos ou não previstos. Isso faz toda a diferença para a eficiência e saúde financeira da operação”, afirma Adailton Dias, Diretor da área de Transportes da Sompo Seguros.

A companhia presta consultoria no gerenciamento de riscos de transportes de carga para os segurados. Para cada embarque é traçada uma estratégia que inclui ferramentas utilizadas, rotas, horários e qualquer outro recurso que possa ser lançado mão para contribuir que a carga chegue ao seu destino. A equipe da companhia trabalha somente com os recursos necessários, pensando em cada situação. Isso evita que sejam utilizados recursos além do ideal, o que poderia gerar um investimento desnecessário; quando aquém do adequado, o que iria aumentar o risco e a vulnerabilidade para a carga e o motorista.  “Afinal, transportar uma carga de equipamentos eletrônicos no Interior de São Paulo é diferente de uma carga de medicamentos na Região Sul e igualmente diferente de uma carga de grãos na Região Centro Oeste”, considera Dias.

Incidência

Segundo levantamento da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), houve 19.250 registros de roubos de carga em 2015 no Brasil, índice 10% superior aos 17.500 registrados em 2014.  O número de casos e o prejuízo contabilizado pelos transportadores foram recordes. O dano, somente com as mercadorias perdidas, soma R$ 1,12 bilhão.

O Sudeste do país concentra 85,7% dos casos. O prejuízo estimado, na região, passa dos R$ 775 milhões. O estado de São Paulo é que lidera a lista, contabilizando 44,1% das ocorrências. Em seguida, vem Rio de Janeiro, que respondeu por 37,5% dos ataques criminosos.

Entre os produtos mais visados estão alimentícios, cigarros, eletroeletrônicos, farmacêuticos, químicos, têxteis e confecções, autopeças e combustíveis. O levantamento indica, ainda, queda no roubo de metalúrgicos e aumento no de bebidas, especialmente no Rio de Janeiro. “Também temos percebido um aumento substancial na interceptação de cargas de produtos de higiene pessoal e limpeza. Em algumas regiões, o roubo de carga de gêneros alimentícios já supera outras categorias antes mais buscadas pelas quadrilhas”, acrescenta Dias.

Especialista em educação financeira dará curso gratuito em São Paulo 307

Especialista em educação financeira dará curso gratuito em São Paulo

Rabino Dor Leon Attar ensina os três passos para a liberdade financeira no próximo dia 20

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O autor do livro O segredo da prosperidade judaica, R. Dor Leon Attar, irá ensinar os três passos para a liberdade financeira em uma palestra no dia 20 de janeiro. Para participar do curso não há custo, mas é solicitada a contribuição com um quilo de alimentos não perecíveis.

Um fator importante para se alcançar a liberdade financeira é entender que o dinheiro é apenas uma ferramenta. E é importante saber usar essa ferramenta, saber negociar, entender o valor do dinheiro, saber investir e negociar dívidas.

Para isso, R. Dor Leon separou o conteúdo do curso em três passos: o primeiro é entender as regras do jogo; o segundo ensina a negociar dívidas e o terceiro se dedica a, finalmente, construir a liberdade financeira.

Informações:

Data: 20 de janeiro de 2019.
Local: Av. Tucuruvi, 999 – São Paulo, SP.
Horário: 14h às 17h.
Entrada: Um quilo de alimento não perecível.

Nascido em  Israel, R. Dor Leon Attar é sargento da reserva da Força de Defesa Israelense, é empresário investidor em várias áreas de atuação. É também escritor, além de formado em acupuntura Coreana e medicina chinesa.

Dor Leon é  um palestrante transformador, pois realiza diversos eventos em todo Brasil tendo como assunto central temas unicamente relativos ao judaísmo e Mentalidade Positiva Judaica, assuntos nos quais R. Dor Leon é treinador especialista e tem ajudado milhares de pessoas em todo o Brasil a conhecerem profundamente o verdadeiro judaísmo e a transformarem suas vidas.

Residente no Brasil há mais de dez anos, tendo já obtido a cidadania brasileira, é supervisor na Empresa Herbalife, e fundador da Associação Judaísmo em Ação, que tem por finalidade de promover a verdade sobre o judaísmo e a sabedoria milenar judaica.

Workshop detalha novo processo de atualização do Rol de Procedimentos da ANS 312

Workshop detalha novo processo de atualização do Rol de Procedimentos da ANS

No encontro, ANS apresenta o FormRol, formulário pelo qual a sociedade poderá contribuir com sugestões

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realiza, no dia 22/01, um workshop para detalhar o novo processo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A atividade será das 10h às 18h, no auditório da Ancine, no Rio de Janeiro. O evento visa esclarecer a Resolução Normativa nº 439, que estabelece etapas e fluxos para a revisão periódica da lista de coberturas dos planos de saúde.

Um dos principais temas do encontro é a apresentação do FormRol – formulário eletrônico que passa a ser o canal exclusivo para envio das contribuições pela sociedade. A ferramenta será disponibilizada no portal da ANS, para toda a sociedade, sempre no início dos ciclos de atualização, permitindo a participação social em dois momentos: na fase inicial e, posteriormente, na habitual Consulta Pública que precede a publicação da nova lista de coberturas obrigatórias.

O workshop é direcionado aos integrantes do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde), entidades representativas do setor e órgãos de defesa do consumidor, contudo, qualquer pessoa interessada é encorajada a participar. As vagas são limitadas e cada instituição poderá inscrever até dois representantes. As inscrições devem ser feitas através de formulário online (clique aqui para acessar).

O workshop será transmitido ao vivo pelo Periscope (@ans_reguladora) para que todos os interessados possam acompanhar a atividade. Em breve será disponibilizada a programação completa.

Serviço:

Workshop: Novo processo de atualização do Rol de Procedimentos.
Data: 22/01/2019.
Horário: 10h às 18h.
Local: Ancine – Av. Graça Aranha, n° 35, auditório – 11º andar – Centro – Rio de Janeiro.

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato 378

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato

Entenda a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

A quitação do contrato de mútuo para aquisição de imóvel não extingue a obrigação da seguradora de indenizar os compradores por vícios de construção ocultos que impliquem ameaça de desabamento.

Com esse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso de uma proprietária de imóvel para que, superada a preliminar de ausência de interesse processual, o juízo de primeira instância prossiga no julgamento da demanda.

A recorrente havia comprado o imóvel com financiamento da Caixa Econômica Federal e seguro obrigatório. Alegando ter constatado risco de desabamento, ela acionou o seguro, mas a cobertura foi negada e o caso foi parar na Justiça. Em primeira e segunda instância, o pedido da proprietária foi negado ante a quitação do contrato.

Segundo a ministra relatora do recurso no STJ, Nancy Andrighi, à luz dos parâmetros da boa-fé objetiva e da proteção contratual do consumidor, os vícios estruturais de construção estão acobertados pelo seguro habitacional.

Ela explicou que os efeitos do seguro devem se prolongar no tempo, ainda que os defeitos só se revelem após o fim do contrato.

Nancy Andrighi destacou as características desse tipo de seguro – uma obrigação para que o consumidor consiga o financiamento: “O seguro habitacional tem conformação diferenciada, uma vez que integra a política nacional de habitação, destinada a facilitar a aquisição da casa própria, especialmente pelas classes de menor renda da população”.

De acordo com a relatora, é um contrato obrigatório “que visa à proteção da família, em caso de morte ou invalidez do segurado, e à salvaguarda do imóvel que garante o respectivo financiamento, resguardando, assim, os recursos públicos direcionados à manutenção do sistema”.

Interesse público

No entendimento da ministra, a ótica do interesse público reforça a importância da garantia do seguro, na medida em que a integridade estrutural do imóvel é condição essencial para que o bem se mostre apto a acautelar o financiamento e, consequentemente, assegure a continuidade da política habitacional.

“Assim como a entrega da obra não extingue a obrigação do construtor pela solidez e segurança da edificação, a conclusão do contrato de seguro não afasta a responsabilidade da seguradora quanto ao risco coberto que nasceu durante a sua vigência, o qual, nos termos do artigo 779 do Código Civil de 2002, compreende todos os prejuízos resultantes ou consequentes dos vícios de construção”, afirmou.

Nancy Andrighi destacou que, se não fosse esse o entendimento, o segurado que antecipasse a quitação do financiamento teria menor proteção em comparação com aquele que fizesse os pagamentos apenas nos prazos acordados.

Leia o acórdão

Bradesco Saúde conquista a renovação do Selo de Acreditação da ANS 256

Bradesco Saúde conquista a renovação do Selo de Acreditação da ANS

Seguradora confirma sua excelência no mercado de planos de saúde

A Bradesco Saúde renovou, mais uma vez, a certificação de Acreditação com nível máximo, após avaliação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Com o anúncio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o selo passa a valer até 2022 e ratifica o compromisso com a qualidade de gestão e atendimento aos seus segurados.

“A renovação da certificação é um importante reconhecimento da agência reguladora sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Bradesco Saúde, sendo relevante diferencial da operadora no setor de saúde suplementar”, destaca o diretor presidente da Bradesco Saúde e Mediservice, Manoel Peres. Segundo o diretor, tal resultado é fruto do comprometimento e engajamento de todos os funcionários de diversos setores da seguradora.

A Bradesco Saúde mantém a liderança no mercado e foi a primeira seguradora no Brasil a receber acreditação pela ANS com nível máximo de qualificação, o que vem mantendo desde 2011. A empresa adotou uma posição proativa em relação à qualidade e sustentabilidade no setor ao aderir voluntariamente ao Programa de Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde, que prima pela adoção de boas práticas de gestão, com foco prioritário no segurado.

“Sempre fez parte da cultura da empresa a busca por melhores práticas em saúde e inovação. Algumas dessas práticas inclusive anteciparam normas estabelecidas pelo órgão regulador no mercado de saúde suplementar. A acreditação é um vetor de transformação dos processos operacionais”, afirma Manoel Peres.

Auditoria interna

 Além dos comitês internos e programa de melhorias e integração setorial, um importante diferencial desse processo é a participação de funcionários selecionados das áreas médica e administrativa, que recebem capacitação para atuarem como auditores internos. Esse engajamento dos colaboradores trouxe melhorias ao processo de qualificação. A empresa conta ainda com a comissão operacional, que periodicamente debate os indicadores de qualidade, envolvendo a diretoria e o grupo executivo.

Entre as melhorias implantadas recentemente, destacam-se o aperfeiçoamento da autonomia para resolução de problemas e facilidades nos processos, como reembolso disponível nos canais digitais (site e aplicativo), além de melhora na comunicação aos beneficiários, com divulgação de cartilhas, manuais atualizados e informações úteis sobre serviços e produtos. Ao todo, foram avaliados 147 itens, contemplando desde gestão de serviços de saúde, satisfação dos segurados até programas de gerenciamento de doenças e promoção da saúde.

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro 227

Inscrições estão abertas no site da instituição

Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro
Cursos da Universidade Aconseg começam em fevereiro

As primeiras aulas da Universidade Aconseg, criada pela Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Organizacional e Humano (IndoRH), começam já em fevereiro.

O curso que abrirá a temporada inicial de 2019 é para Inspetores de Assessoria de Seguros, seguido por Introdução ao Seguro para Iniciantes, Básico de Seguros, Seguro Saúde Suplementar, Seguro de Vida, Gestão de Equipe e Liderança, Seguro Auto, que iniciam em março. A lista completa está disponível neste endereço.

O reitor da Universidade e presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, acredita que os cursos “contribuirão positivamente para o desenvolvimento e qualificação dos corretores e funcionários das assessorias e corretoras de seguros”.

Líderes de seguradoras parceiras fizeram questão de registrar os cumprimentos à diretoria da associação pela ação pioneira. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, afirmou que “iniciativas como esta colaboram sobremaneira com o crescimento da indústria de seguros no Brasil”.

Para o vice-presidente comercial da SulAmérica, André Lauzana, trata-se de um “marco histórico para o mercado segurador”, enquanto o diretor executivo da Bradesco Seguros, Leonardo de Freitas, acredita que a nova instituição poderá contribuir para transformar o corretor no multirramo.

Antonio Carlos Melo Costa, da HDI Seguros, classifica a criação da Universidade Corporativa como uma demonstração do quanto as assessorias estão preocupadas com o desenvolvimento dos corretores de seguros e, consequentemente, com o mercado. “Iniciativa alinhada com o atual momento de mudanças aceleradas, que requer profissionais 100% atualizados”, elogiou.

Já Marcelo Dias dos Santos, gerente da filial RJ da Sompo Seguros, afirmou ser “fantástico ver a evolução da Aconseg-RJ nessa nova gestão”, agradecendo por mais uma atividade positiva, que tornará os projetos mais fáceis de serem executados. ”Com a Universidade Corporativa, a Aconseg vai desenvolver e aprimorar muitos profissionais de seguros”, finalizou.

Robson Tricarico, da Suhai Seguradora, também parabenizou a entidade pela “excelente e criativa iniciativa”. “O mercado segurador só tem a ganhar com isso”, manifestou-se ainda Leila Nogueira, da Amil, desejando sucesso nesse movimento em prol da evolução do setor e dos profissionais que nele atuam.

Segundo Baeta Neves, “isso demonstra não só que a iniciativa da Aconseg-RJ foi acertada, como conta com o apoio de todas as partes envolvidas nas operações realizadas pelas assessorias”.