Como sensibilizar melhor o cliente? 689

Palestra busca nova abordagem para comercialização de seguros e previdência

O multicampeão da Fórmula 1, Michael Schumacher. Reprodução
O multicampeão da Fórmula 1, Michael Schumacher. Reprodução

Você sabia que, em média, 120 pessoas morrem diariamente em acidentes de trânsito no Brasil? Anualmente o número cresce para 43 mil. Outros 500 mil ficam inválidos. Ainda falando em números, aproximadamente 60 mil pessoas morrem por homicídios, 350 mil por problemas cardiovasculares e outros 200 mil decorrentes do cigarro. Outro dado alarmante são os 600 mil casos anuais de câncer descobertos e olha que ainda estamos falando de nosso País. São números impressionantes, mas que expõem a grande fragilidade do corpo humano. Quem não se lembra do multicampeão de Fórmula 1, Michael Schumacher?

Esta matéria apenas reforça aquilo que todos nós já sabemos: precisamos investir em planos de previdência e preservar o futuro diante de qualquer intempérie com as opções de cobertura disponibilizadas pelo setor de seguros. A diferença é que desta vez o tema foi tratado sob uma outra ótica, a do atuário e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sérgio Rangel. Um seleto público acompanhou a apresentação no final da noite desta terça-feira, na sede da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre (RS).

Jeanne Calment foi a pessoa mais longeva registrada na humanidade. Reprodução
Jeanne Calment foi a pessoa mais longeva que se tem registro na humanidade. Reprodução

Rangel abordou o limite da longevidade. Citou o exemplo de Jeanne Calment, que viveu até os 122 anos. Jeanne fumou e andou de bicicleta até os 117 e bebia diariamente um copo de vinho. “A questão é: teremos fôlego para viver tanto?”, questiona ao abordar o risco da longevidade, que varia de acordo com a capacidade de alguém acumular capital ao longo da vida para gastos como saúde, por exemplo. “Temos um grande mercado de pessoas acima de 65 anos”, disse ao projetar um cenário para 2050, dada a queda drástica na taxa de natalidade nos últimos anos.

Umberto Eco define que “o futuro deve ser o lugar para onde vamos, e não algo que virá até nós, onde estamos agora”. Com esta citação, Sérgio Rangel visou estimular o pensamento no futuro, uma visão mais a longo prazo. “E se eu não puder trabalhar por conta de algum acidente ou doença?”, completou ao abordar a importância de proteções para a vida e invalidez. “Existe uma coisa chamada lacuna de mortalidade que é uma simulação de como as coisas seriam na família da pessoa caso ela venha a faltar”, disse ao ressaltar a importância de planejamento para garantir a proteção necessária para se manter aquele grupo familiar. “Ao todo, estima-se em US$ 2,5 trilhão de dólares de riscos desprotegidos”, consolidou.

Esta introdução tinha um objetivo: focar na comercialização de seguros e previdência. As estimativas apontam que apenas 10% das pessoas no Brasil possuam algum seguro de vida (apenas 1% contrata diretamente, sem o incentivo da empresa onde trabalham, por exemplo), já na previdência complementar este número sobe para 8,7%, de acordo com dados divulgados no Encontro dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, o Conec deste ano. “O futuro tem uma grande pedra, se esperarmos ela cair de uma vez só não iremos resistir. É o caso da previdência, várias pedrinhas menores amortizam o impacto e devemos utilizar os mecanismos de seguro para proteção”, ilustrou.

O atuário Sérgio Rangel. William Anthony/JRS
O professor e atuário Sérgio Rangel. William Anthony/JRS

“Nada muda se você não mudar”, elenca ao abordar uma visão interdisciplinar com as neurociências. A exposição de Rangel evidenciou: não somos totalmente racionais em nossas decisões.

“Frequentemente nos matriculamos em uma academia, fazemos um contrato de um ano e nunca mais aparecemos”, disse em um dos exemplos práticos do cotidiano. “A tendência é de um comportamento pendular. Somos imediatistas”, finalizou.

Em um contexto histórico, Rangel lembra que já fomos caçadores coletores. Ou seja, criamos ideias que visam a satisfação de desejos, consumismo, achamos que poupar não é prazeroso, além da busca pela aprovação social e a banalização do crédito. “Temos de entender que as pessoas são assim e precisamos ajudá-las a passar por este enfrentamento”, comenta.

O atuário lembra que as pessoas passam mais tempo planejando festas ou fazendo listas de natal do que planejando suas vidas. “O papel do corretor é auxiliar as pessoas a construírem uma vida mais planejada para o hoje e o amanhã”, destaca ao lembrar que a procrastinação afeta o processo de mudanças. “As pessoas querem mudar, mas não agora. As pessoas têm aversão às perdas. A perda é mais mobilizadora que o ganho”, ressalta.

Gamificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos. Reprodução
Gamificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos. Reprodução

Sérgio Rangel acredita que a gamificação (uso de técnicas de design de jogos que utilizam suas mecânicas e pensamentos orientados para enriquecer contextos) pode ajudar as pessoas a despertarem para a importância de planejarem suas vidas. “São as pequenas coisas que mudam o resultados. Não gostamos de receber ordens, sentir que as coisas são uma obrigação”, revela ao focar no engajamento dos resultados. “A solução, algumas vezes, não pode ser apresentada de forma rápida. A pessoa é que tem de ter essa conclusão”, segue baseado nos princípios de estratégia guiada (onde pessoas são conduzidas a concluírem que determinada coisa é favorável e necessária).

Transparência, simplicidade, boa comunicação e facilidade para oferecer opções aliadas a inovação de abordagens despertam a relevância na comercialização das opções de proteção existentes. “Precisamos não focar em banco de dados e sim em banco de fatos, assim as pessoas estarão mais sensíveis. Existem coisas extremamente simples para desmistificar o nosso mercado de seguros”, encerrou.

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019 235

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019

Encontro foi realizado nesta quinta-feira, em Porto Alegre (RS)

As similaridades entre a segurança pública e o mercado de seguros, no que tange a proteção de vida e patrimônio, dão ênfase à importância de alinhamento entre o Governo do Rio Grande do Sul e o Sindicato das Seguradoras do Estado (Sindseg/RS). Neste sentido, o primeiro almoço das seguradoras de 2019 recebeu Marcelo Gomes Frota, secretário adjunto da pasta, para representar o vice-governador e secretário de segurança, Randolfo Vieira Junior. Tudo aconteceu na quinta-feira, no Clube do Comércio, na Capital gaúcha.

Frota destacou a segurança como prioridade do governo de Eduardo Leite. “A ação reflete em outros setores. Sem investimentos em segurança pública não existe a garantia e confiabilidade necessárias para o setor privado investir”, explicou. “O ciclo da economia fica vinculado à isso e os demais setores são prejudicados no Estado”, comentou o secretário adjunto.

O almoço do Sindseg/RS é promovido há mais de 70 anos e trata-se de uma das tradições mais marcantes do mercado gaúcho de seguros.

Confira todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho:

Confraria Feminina de Seguros realiza primeiro encontro, em Porto Alegre 485

Confraria Feminina de Seguros realiza primeiro encontro, em Porto Alegre

Grupo surgiu com propósito de união, fortalecimento e desenvolvimento da mulher no mercado

“Todas essas mulheres estão aqui por que quiseram. Estão por conta própria por que querem crescer, querem se fortalecer e querem algo a mais, querem mais espaço. Esse é o objetivo do grupo”, disse a executiva Estela de Moura Rey, durante o 1º Encontro da Confraria Feminina de Seguros. Tudo aconteceu nesta quarta-feira, no Restaurante Casa do Marquês, em Porto Alegre (RS).

A ideia surgiu com o intuito de fortalecer a representatividade feminina no setor de seguros. O grupo nasceu de uma conversa entre Estela e Marilze Benvenuti, há aproximadamente 3 anos. Fundada em novembro de 2018, a confraria conta com mais de 162 mulheres.

“Fomos maturando até chegar na formulação desse evento. O propósito do grupo é união, fortalecimento e desenvolvimento da mulher dentro do mercado de seguros por conta da troca de informação. Temos um grupo que fomenta a troca de informações, onde elas se ajudam, indicam e formam novos negócios em prol do desenvolvimento do mercado. Essa é a importância do grupo. Estamos nos fortalecendo para desenvolver o mercado”, explica Estela Rey.

“Existem pessoas aqui que estão começando e corretoras que estão atuando há mais de 37 anos. Essas mulheres não tem restrição alguma para ajudar a outra. Elas não tem medo de concorrência”, completa.

Confraria Feminina de Seguros – Imagens do Encontro:

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones 282

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones

Empresa deve construir espaços altamente digitalizados e automatizados para que os drones voem com segurança nos próximos anos

A Indra apresenta a Air Drones, um conjunto de soluções avançadas para gerenciar o tráfego aéreo de drones em baixa altitude. Trata-se da primeira solução global, capaz de oferecer a flexibilidade e a capacidade de adaptação necessária para gerenciar o tráfego em qualquer nível: local, regional ou de um território completo. A estrutura foi pensada para garantir a segurança das operações aéreas dos aviões não tripulados em regiões urbanas, rurais e de aeroportos, onde as normas de segurança são mais exigentes.

O novo sistema UTM (Unmanned Traffic Management) da Indra será a peça encarregada de organizar todo este tráfego, identificar cada aeronave e controlar seu acesso e movimentações de forma segura. A plataforma foi pensada para integrar soluções de detecção e neutralização de drones, complementando a capacidade de gerenciamento do tráfego aéreo.

Além disso, conta com uma solução UTM Hub, que vai automatizar o fornecimento de serviços centralizados de coordenação para todos os setores, no qual estarão envolvidos: operadores, fornecedores de informação e autoridades.

Por fim, a Indra Air Drones oferecerá um serviço inteligente, altamente digitalizado e automatizado. Dessa forma, será possível facilitar o acesso rápido e simples a qualquer usuário que queira operar seu drone ou sua frota de drones com total garantia de segurança. A liderança da Indra como fornecedora de sistemas de tráfego aéreo torna a companhia capacitada para configurar um espaço UTM deste tipo, com os níveis de segurança necessários.

A solução tem em vista o aumento do fluxo aéreo nos próximos anos, em que a companhia projeta um aumento exponencial no número de aeronaves, com drones de baixo custo junto a outros de caráter profissional muito mais sofisticados, helicópteros, aviões convencionais.

Mourão: Reforma de militares deve economizar R$ 13 bi em 10 anos 378

Hamilton Mourão é o presidente da República em exercício / Reprodução

General ocupa posto de presidente da República interinamente

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (19), em Brasília, que o governo espera economizar em torno de R$ 13 bilhões nos próximos 10 anos com a reforma das aposentadorias e pensões dos militares. A estimativa, explicou, já inclui a reestruturação das carreiras militares, o que abrangerá medidas como aumento de gratificações.

Sem essa reestruturação, a economia prevista era de R$ 92,3 bilhões nos próximos 10 anos.

Ontem (18), o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o impacto da reestruturação de carreiras militares será conhecido na íntegra amanhã (20), quando o governo apresentar o projeto que reforma a previdência das Forças Armadas.

Mourão adiantou a informação após reunião, hoje, com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo. “Já está tudo ajustado, [a equipe] vai apresentar para o presidente amanhã para fechar o pacote. Não tem nada faltando definir da parte do Ministério da Defesa, é só a decisão presidencial”, disse Mourão.

De acordo com o presidente em exercício, a alíquota de contribuição dos militares vai aumentar 14% ao longo dos próximos dois anos, sendo 10,5% para a previdência e 3,5% para o plano de saúde, que já é pago pelos militares.

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas 317

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas

Treinamento apresenta como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados

A Unidade Rio Grande do Sul da Escola Nacional de Seguros apresenta seu novo curso de vendas. Com o Megavendas, os profissionais de seguros vão aprender como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados.

Entre os conteúdos, estão as mudanças nas relações comerciais e o que pode-se esperar da próxima década, além de Comunicação persuasiva em vendas. As etapas, desde prospecção até à fidelização para vender mais também serão apresentadas, de forma a transformar o aprendizado em resultados.

O curso é ministrado por Rodrigo Maia, graduado em Comunicação e com especialização em Gestão Empresarial e Recursos Humanos pela PUC do Rio de Janeiro. Com quase 20 anos de experiência em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas à estratégia do negócio, o especialista ocupou cargos de gestão em grandes empresas, inclusive no exterior.

As aulas acontecem nos dias 12 e 13 de abril. No dia 12, das 16h às 22h, e no sábado, das 8h às 17h. O investimento é de R$ 700 a vista. As aulas serão ministradas na sede da Escola Nacional de Seguros no RS, na Av. Otávio Rocha, 115 – 1º andar – Porto Alegre (RS).

Saiba mais informações pelos telefones: (51) 3224-1965 / 5267 / 6661 ou no e-mail unidaders@ens.edu.br.