Como sensibilizar melhor o cliente? 454

Palestra busca nova abordagem para comercialização de seguros e previdência

O multicampeão da Fórmula 1, Michael Schumacher. Reprodução
O multicampeão da Fórmula 1, Michael Schumacher. Reprodução

Você sabia que, em média, 120 pessoas morrem diariamente em acidentes de trânsito no Brasil? Anualmente o número cresce para 43 mil. Outros 500 mil ficam inválidos. Ainda falando em números, aproximadamente 60 mil pessoas morrem por homicídios, 350 mil por problemas cardiovasculares e outros 200 mil decorrentes do cigarro. Outro dado alarmante são os 600 mil casos anuais de câncer descobertos e olha que ainda estamos falando de nosso País. São números impressionantes, mas que expõem a grande fragilidade do corpo humano. Quem não se lembra do multicampeão de Fórmula 1, Michael Schumacher?

Esta matéria apenas reforça aquilo que todos nós já sabemos: precisamos investir em planos de previdência e preservar o futuro diante de qualquer intempérie com as opções de cobertura disponibilizadas pelo setor de seguros. A diferença é que desta vez o tema foi tratado sob uma outra ótica, a do atuário e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sérgio Rangel. Um seleto público acompanhou a apresentação no final da noite desta terça-feira, na sede da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre (RS).

Jeanne Calment foi a pessoa mais longeva registrada na humanidade. Reprodução
Jeanne Calment foi a pessoa mais longeva que se tem registro na humanidade. Reprodução

Rangel abordou o limite da longevidade. Citou o exemplo de Jeanne Calment, que viveu até os 122 anos. Jeanne fumou e andou de bicicleta até os 117 e bebia diariamente um copo de vinho. “A questão é: teremos fôlego para viver tanto?”, questiona ao abordar o risco da longevidade, que varia de acordo com a capacidade de alguém acumular capital ao longo da vida para gastos como saúde, por exemplo. “Temos um grande mercado de pessoas acima de 65 anos”, disse ao projetar um cenário para 2050, dada a queda drástica na taxa de natalidade nos últimos anos.

Umberto Eco define que “o futuro deve ser o lugar para onde vamos, e não algo que virá até nós, onde estamos agora”. Com esta citação, Sérgio Rangel visou estimular o pensamento no futuro, uma visão mais a longo prazo. “E se eu não puder trabalhar por conta de algum acidente ou doença?”, completou ao abordar a importância de proteções para a vida e invalidez. “Existe uma coisa chamada lacuna de mortalidade que é uma simulação de como as coisas seriam na família da pessoa caso ela venha a faltar”, disse ao ressaltar a importância de planejamento para garantir a proteção necessária para se manter aquele grupo familiar. “Ao todo, estima-se em US$ 2,5 trilhão de dólares de riscos desprotegidos”, consolidou.

Esta introdução tinha um objetivo: focar na comercialização de seguros e previdência. As estimativas apontam que apenas 10% das pessoas no Brasil possuam algum seguro de vida (apenas 1% contrata diretamente, sem o incentivo da empresa onde trabalham, por exemplo), já na previdência complementar este número sobe para 8,7%, de acordo com dados divulgados no Encontro dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, o Conec deste ano. “O futuro tem uma grande pedra, se esperarmos ela cair de uma vez só não iremos resistir. É o caso da previdência, várias pedrinhas menores amortizam o impacto e devemos utilizar os mecanismos de seguro para proteção”, ilustrou.

O atuário Sérgio Rangel. William Anthony/JRS
O professor e atuário Sérgio Rangel. William Anthony/JRS

“Nada muda se você não mudar”, elenca ao abordar uma visão interdisciplinar com as neurociências. A exposição de Rangel evidenciou: não somos totalmente racionais em nossas decisões.

“Frequentemente nos matriculamos em uma academia, fazemos um contrato de um ano e nunca mais aparecemos”, disse em um dos exemplos práticos do cotidiano. “A tendência é de um comportamento pendular. Somos imediatistas”, finalizou.

Em um contexto histórico, Rangel lembra que já fomos caçadores coletores. Ou seja, criamos ideias que visam a satisfação de desejos, consumismo, achamos que poupar não é prazeroso, além da busca pela aprovação social e a banalização do crédito. “Temos de entender que as pessoas são assim e precisamos ajudá-las a passar por este enfrentamento”, comenta.

O atuário lembra que as pessoas passam mais tempo planejando festas ou fazendo listas de natal do que planejando suas vidas. “O papel do corretor é auxiliar as pessoas a construírem uma vida mais planejada para o hoje e o amanhã”, destaca ao lembrar que a procrastinação afeta o processo de mudanças. “As pessoas querem mudar, mas não agora. As pessoas têm aversão às perdas. A perda é mais mobilizadora que o ganho”, ressalta.

Gamificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos. Reprodução
Gamificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos. Reprodução

Sérgio Rangel acredita que a gamificação (uso de técnicas de design de jogos que utilizam suas mecânicas e pensamentos orientados para enriquecer contextos) pode ajudar as pessoas a despertarem para a importância de planejarem suas vidas. “São as pequenas coisas que mudam o resultados. Não gostamos de receber ordens, sentir que as coisas são uma obrigação”, revela ao focar no engajamento dos resultados. “A solução, algumas vezes, não pode ser apresentada de forma rápida. A pessoa é que tem de ter essa conclusão”, segue baseado nos princípios de estratégia guiada (onde pessoas são conduzidas a concluírem que determinada coisa é favorável e necessária).

Transparência, simplicidade, boa comunicação e facilidade para oferecer opções aliadas a inovação de abordagens despertam a relevância na comercialização das opções de proteção existentes. “Precisamos não focar em banco de dados e sim em banco de fatos, assim as pessoas estarão mais sensíveis. Existem coisas extremamente simples para desmistificar o nosso mercado de seguros”, encerrou.

RS: Corretores do Sul do Estado confraternizam em Pelotas 670

Representantes de entidades e companhias também participaram do momento

Os corretores de seguros do Sul do Estado celebraram o fechamento de 2018 na sexta-feira (09) em Pelotas. O momento já é um tradicional encontro promovido pela Delegacia da Região do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), chegando a sua 15ª edição neste ano.

De acordo com a delegada do Sindicato na cidade, Jacqueline Carvalho, o momento é oportuno para que os profissionais confraternizem e estreitem laços de parceria entre corretores e seguradoras. O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, do Sindicato das Seguradoras do RS, Guacir Bueno, e representantes de companhia participaram da confraternização.

Confira as imagens:

Porto Seguro Motos oferece proteção personalizada para baixa e alta cilindrada 565

moto

Revitalização do produto visa atender a diferentes perfis de motociclistas

A produção e as vendas de motos têm crescido ao longo do ano. De janeiro a setembro, as fabricantes de motocicletas tiveram um aumento na produção de 19,2% e de 17,8% nas vendas diárias, comparado ao mesmo período de 2017, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Visando atender a crescente demanda no setor, o Porto Seguro Moto foi relançado e passa a oferecer duas novas opções de seguros para motos de baixa e de alta cilindrada.

“Mesmo com o crescimento do mercado de motocicletas, muitas pessoas ainda não possuem seguros para suas motos. A ideia é personalizar o produto e torná-lo mais atrativo”, afirma Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

O produto, que até o momento era único, agora será dividido em duas categorias: uma que abrange motos de 50 até 300 cilindradas (para quem usa a moto como meio de locomoção diária, para ir e voltar do trabalho, por exemplo), e outra que contempla motos a partir de 301 cilindradas (para quem utiliza a moto para lazer e percorre viagens de longa duração).

Para a opção de baixa cilindrada, os motociclistas terão coberturas mais enxutas, com a possibilidade de parcelamento do seguro em até 10x sem juros no Cartão de Crédito Porto Seguro e no débito em conta. Já motos de alta cilindrada, contarão com coberturas completas que atendem as necessidades desse público, como a disponibilização de guincho com extensão para o Mercosul e serviços emergenciais à residência.

Para ambos os segmentos, o Porto Seguro Moto mantém os benefícios já existentes: cobertura total (colisão, incêndio, roubo e furto) ou cobertura para incêndio, roubo e furto; assistência 24h; reposição do valor da moto 0KM por até 6 meses; desconto de 25% na franquia (valor limitado); cláusula contratada para cobertura de acessórios (capacete, luvas, botas, jaqueta, calça e intercomunicador).

Para saber mais, simular e contratar o Porto Seguro Moto, fale com o seu Corretor ou acesse este endereço.

Kuantta Consultoria divulga workshops programados para 2019 422

Inovação

Eventos contam com apoio do Sindicato dos Corretores do RJ

Dando continuidade ao programa de qualificação dos profissionais que atuam no mercado de seguros no Rio de Janeiro, a Kuantta Consultoria informa os meses dos workshops programados para o próximo ano.

Em fevereiro, acontece um debate com o tema “Como o Sillicon Valley define metas?“. No mês de maio já haverá outra apresentação com o tema “Tecnologia e Inovação no mercado de seguros”. O segundo semestre conta mais dois eventos. Em agosto, com o tema “Um novo jeito de trabalhar a gestão de pessoas” e em novembro de 2019, será a vez do tema “Planejamento Estratégico para alcançar resultados”.

Arley Boullosa define esses workshops como uma oportunidade de aprendizado para os corretores de seguros, os funcionários das corretoras e das seguradoras.

“A programação dos eventos já está pronta, para que os participantes possam se planejar melhor e comparecerem. O formato será o mesmo do Corretor do Futuro, que aconteceu no final de agosto onde tivemos um dia inteiro de palestras com Gustavo Mello, Marcelo Blay, Fernando Vieira, Bernard Biolchini, Gustavo Malavota, Engler Santoni, Israel Martins e eu também falei. Queremos gerar o máximo de conteúdo relevante com temas que realmente interessam para os corretores principalmente e para isso vou escalar grandes palestrantes para os eventos. O importante é compartilhar conhecimento e dar todo suporte necessário aos que pretendem ampliar seus horizontes. Os corretores irão sair dos nossos eventos inspirados a executar. A Kuantta Consultoria vem se consolidando como referência de ensino e aprendizado para a categoria e isso é fundamental para o crescimento do setor de seguros”, declarou Boullosa.

Os eventos terão o apoio do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ) e seguradoras patrocinadoras estão fechando suas participações.

CCS-RJ promove almoço com André Lauzana, da SulAmérica 216

Encontro acontece no próximo dia 22 de novembro, no Centro do Rio

André Lauzana é Vice-Presidente Comercial da SulAmérica
André Lauzana é Vice-Presidente Comercial da SulAmérica

Direção e associados do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) estarão reunidos no dia 22 de novembro, para o próximo almoço mensal da entidade.

O evento terá como convidado especial o Vice-Presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana, que assumiu o cargo em abril deste ano, após obter notáveis avanços à frente da vice-presidência de Capitalização da companhia, que continua a exercer. O executivo já está há sete anos na seguradora, tendo começado como diretor financeiro.

O encontro será no restaurante Aspargus, no Centro do Rio, a partir das 12h30min.

CNseg divulga Carta do Seguro com resultados do setor 771

Análise de mercado - Carta do Seguro CNseg

Decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%, em relação ao mesmo período do ano passado

A Susep divulgou os dados do mercado de seguros até setembro de 2018. Com o ciclo econômico ainda baixo, e considerando o novo
padrão de concorrência e as diferentes preferências por proteção manifestadas pelos consumidores, o desempenho médio do setor segurador torna opaca a dinâmica intrassetorial. Ou seja, deixa de revelar o desempenho comparativo entre os dois grandes segmentos do mercado – Ramos Elementares e Coberturas de Pessoas – e entre os diversos ramos de seguros abrigados nesses grupos.

Comparando-se os nove meses de 2018 com idêntico período do ano passado, o decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%. Entretanto, para adequada comparação, é preciso desconsiderar o DPVAT, já que teve tarifa reduzida por decisão dos órgãos reguladores.

Retirado esse seguro, o decréscimo é de 0,2%, virtualmente um estado de estabilidade em termos nominais. Já ao serem segregados segmentos e ramos de seguros, tem-se um melhor quadro da resposta do setor segurador e das forças de distribuição de produtos às preferências de pessoas, famílias e empresas.

Assim, destacam-se os ramos de seguros com desempenho acima de dois dígitos, que são o seguro Rural e o seguro de Transportes
(15,1%) e o ramo Patrimonial Massificados (14,4%). Perto de dois dígitos, figuram o seguro de Crédito e Garantias (9,8%), o seguro de
Responsabilidade Civil e os Planos de Vida Risco, ambos com 9,5%.

Todos aqueles ramos do segmento de Ramos Elementares, e mais os de Vida Risco, parecem refletir o comportamento cauteloso de famílias e empresas de se colocarem ao abrigo da proteção securitária em momento de ameaças contra o patrimônio acumulado, ameaças do desemprego, garantias dos empréstimos tomados, bem como a resiliência de atividades econômicas contracíclicas, como a agroindústria e o carregamento de obras ainda da época do ciclo econômico alto.Na outra ponta do desempenho, os Planos de Acumulação em Cobertura de Pessoas permanecem afetados pelo ambiente de volatilidade de ativos concorrentes. O decréscimo do VGBL já chegou a 9,4%, enquanto o PGBL viu reduzir a sua arrecadação em 2,2%, muito embora o patrimônio acumulado de ambos ainda seja superlativo. Pela sua magnitude na arrecadação global do setor segurador, são esses dois produtos de caráter previdenciários que influenciam a média negativa do mercado.

Como de praxe, alinham-se, abaixo, os gráficos de desempenho dos grandes segmentos dos seguros, desta vez em médias de 12 meses móveis. O que apenas referenda as diferentes contribuições das linhas de negócio dos seguros.

Reprodução
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Confira a Carta do Seguro, da CNseg, na íntegra.